{"id":999,"date":"2001-09-24T15:55:43","date_gmt":"2001-09-24T18:55:43","guid":{"rendered":"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/?p=999"},"modified":"2022-10-27T00:12:27","modified_gmt":"2022-10-27T03:12:27","slug":"depois-do-diluvio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/revistas-conteudo\/folha-65\/depois-do-diluvio\/","title":{"rendered":"DEPOIS DO DIL\u00daVIO"},"content":{"rendered":"<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>NO PRINC\u00cdPIO<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O teste que eu planejara era bastante simples. Se fossem genu\u00ednos os nomes dos indiv\u00edduos, fam\u00edlias, povos e tribos constantes da Tabela das Na\u00e7\u00f5es, ent\u00e3o aqueles mesmos nomes deveriam aparecer tamb\u00e9m nos registros de outras na\u00e7\u00f5es do Oriente M\u00e9dio. A arqueologia deveria tamb\u00e9m revelar que aquelas mesmas fam\u00edlias e povos est\u00e3o na Tabela de G\u00eanesis (ou ent\u00e3o, conforme o caso, n\u00e3o est\u00e3o), em seu relacionamento correto etnol\u00f3gico, geogr\u00e1fico e ling\u00fc\u00edstico. Eu admitia inicialmente que uma boa parte daqueles nomes n\u00e3o apareceria. Ou os registros que os tivessem contido teriam perecido de h\u00e1 muito, ou a diversifica\u00e7\u00e3o de l\u00ednguas e dialetos os teria tornado irreconhec\u00edveis. Alguns estariam perdidos na obscuridade. Simplesmente n\u00e3o era realista esperar que todos os nomes tivessem sido registrados nos anais do antigo Oriente M\u00e9dio e que tivessem sobrevivido at\u00e9 nossos dias. Assim, eu ficaria contente se conseguisse recuperar cerca de 40% da lista. De fato, isso teria sido uma meta bem elevada, dada a evidente antig\u00fcidade da pr\u00f3pria Tabela das Na\u00e7\u00f5es, e a not\u00f3ria escassez de registros extrab\u00edblicos remanescentes daqueles tempos antigos. Por\u00e9m, quando ap\u00f3s meus 25 anos de pesquisa as evid\u00eancias superaram os 40%, atingindo os 50%, e posteriormente 60% e mais, tornou-se claro que o conhecimento moderno sobre o assunto superava os limites. Realmente ultrapassava em muito. Hoje posso dizer que os nomes da Tabela das Na\u00e7\u00f5es at\u00e9 agora corroborados atingem mais de 99% da lista, e n\u00e3o farei nenhum outro coment\u00e1rio al\u00e9m de dizer que n\u00e3o se poderia esperar que qualquer outro documento hist\u00f3rico antigo, de autoria puramente humana, atingisse tal n\u00edvel de corrobora\u00e7\u00e3o! E acrescentarei, ainda, que os modernos comentaristas b\u00edblicos devem utilizar esses dados da melhor forma poss\u00edvel.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><u>CAP\u00cdTULO 1<\/u><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O CONHECIMENTO DE DEUS NO PAGANISMO DA ANTIG\u00dcIDADE<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">T\u00e3o profundos eram a concep\u00e7\u00e3o e o conhecimento de Deus entre certos povos pag\u00e3os do mundo antigo, e em particular no mundo greco-romano, que at\u00e9 mesmo iniciou-se ent\u00e3o a controv\u00e9rsia (que deveria manter-se acesa durante muitos s\u00e9culos) entre os que propagavam e preservavam aquele conhecimento de Deus como Criador, e os que procuravam destru\u00ed-lo atribuindo a cria\u00e7\u00e3o do universo a for\u00e7as puramente naturais. A not\u00e1vel semelhan\u00e7a entre essa controv\u00e9rsia no mundo pag\u00e3o e a que hoje se alastra entre criacionistas e evolucionistas \u00e9 deveras surpreendente, e iremos examin\u00e1-la neste cap\u00edtulo. &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u00c9 algo ir\u00f4nico que, ao mesmo tempo em que o conceito do Criador alimentado filosoficamente estivesse na Gr\u00e9cia sofrendo um profundo desvio na dire\u00e7\u00e3o de uma maior aprecia\u00e7\u00e3o de Sua natureza e atributos, estivesse ocorrendo tamb\u00e9m no mesmo local o nascimento de outro conceito at\u00e9 ent\u00e3o nunca ouvido entre os gregos \u2013 o ate\u00edsmo. Simplesmente n\u00e3o sabemos como o ate\u00edsmo veio nascer na antiga Gr\u00e9cia, pois, como vimos, este era um conceito virtualmente nunca expresso mesmo nas culturas mais profundamente pag\u00e3s do mundo antigo. Entretanto, dado o tempo de seu surgimento juntamente com o conceito mais elevado do Criador \u2013 que tamb\u00e9m prov\u00e9m de uma fonte igualmente misteriosa, historicamente falando \u2013 pareceria que o ate\u00edsmo na Gr\u00e9cia antiga foi concebido para se opor ao desabrochante conceito entre os fil\u00f3sofos, de uma \u00fanica e onipotente divindade. Sem d\u00favida \u00e9 significativo que nenhum conceito tal como o ate\u00edsmo tivesse surgido antes para se contrapor aos deuses pag\u00e3os de menor import\u00e2ncia na filosofia de Hes\u00edodo. Com o seu advento, vemos, por\u00e9m, o pr\u00f3prio in\u00edcio do grande conflito que se deveria desencadear no decorrer dos s\u00e9culos entre os que defendiam a cren\u00e7a ent\u00e3o racionalmente apresentada a favor de um Criador e os que vigorosamente a ela se opunham.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Tales de Mileto (<em>circa<\/em>\u00a0625 \u2013 545 A. C.) usualmente \u00e9 tido como o primeiro fil\u00f3sofo materialista entre os gregos. Entretanto, \u00e9 muito duvidoso que ele realmente fosse materialista. Tudo que sabemos a seu respeito nos vem atrav\u00e9s de escritos posteriores, dentre os quais os mais importantes prov\u00eam de Arist\u00f3teles, que simplesmente descreveu Tales como o \u201cfundador da filosofia natural\u201d.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Epicuro sabia que o ate\u00edsmo aberto seria facilmente refutado por qualquer fil\u00f3sofo disposto a enfrentar controv\u00e9rsia a esse respeito, e o fato de que poucas pessoas em qualquer \u00e9poca s\u00e3o abertamente ate\u00edstas, de qualquer forma traria pouco apoio\u00a0 para os seus pontos de vista. Entretanto, se a exist\u00eancia dos deuses fosse reconhecida ao mesmo tempo em que fosse negada a cria\u00e7\u00e3o divina do universo, ent\u00e3o a argumenta\u00e7\u00e3o contra a posi\u00e7\u00e3o de Epicuro tornar-se-ia infinitamente mais complexa, proporcionando aos materialistas a possibilidade de mudar o campo da discuss\u00e3o \u00e0 vontade. Tal sofisma, de fato, estava inteiramente coerente com o car\u00e1ter de Epicuro, e por isso foi ele amplamente criticado em mais do que uma ocasi\u00e3o: &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O estoicismo foi fundado por Zen\u00e3o em torno de 308 A.C., e como os acontecimentos vieram a comprovar, tornou-se de fato um desafio bastante efetivo ao materialismo sob qualquer forma ou aspecto no mundo pag\u00e3o, sendo que esse desafio manifestou-se mediante um desenvolvimento de maior significado, que come\u00e7ou com uma concep\u00e7\u00e3o do Criador muito mais profunda do que at\u00e9 ent\u00e3o havia prevalecido no pensamento grego, seja o de Hes\u00edodo, Xen\u00f3fanes ou mesmo Plat\u00e3o. De fato, o ate\u00edsmo incipiente e levemente velado da filosofia de Epicuro era agora respondido pelos est\u00f3icos em termos muito mais fortes, com Cr\u00edsipo talvez sendo o seu mais persuasivo defensor:<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Entretanto, ao lado da nova e sublime concep\u00e7\u00e3o do Criador do universo proclamada por Xen\u00f3fanes, Plat\u00e3o e Cr\u00edsipo, outro conceito estava surgindo, e que nas m\u00e3os de Cr\u00edsipo e seus seguidores, emprestaria \u00e0 escola est\u00f3ica uma autoridade quase irresist\u00edvel. Era o conceito da \u201cevid\u00eancia de projeto\u201d, argumento a favor da inten\u00e7\u00e3o e prop\u00f3sito inspirados divinamente, observados em todo o universo, e que convenceu os est\u00f3icos \u2013 como hoje convence os criacionistas \u2013 da corre\u00e7\u00e3o cient\u00edfica e filos\u00f3fica do seu modelo. Aprimorado e brilhantemente expresso por Paley no in\u00edcio do s\u00e9culo XIX, a import\u00e2ncia da evid\u00eancia de prop\u00f3sito ou projeto n\u00e3o foi deixada de lado pelos primeiros teorizadores cl\u00e1ssicos, que se apressaram a lhe dar um lugar permanente na id\u00e9ia do Criacionismo. Um est\u00f3ico posterior, C\u00efcero, foi quem deu a esse conceito talvez sua mais elevada express\u00e3o nos tempos pr\u00e9-crist\u00e3os.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\n<p style=\"font-weight: 400;\">(Leia todo o artigo na Folha Criacionista impressa)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Introdu\u00e7\u00e3o NO PRINC\u00cdPIO &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. O teste que eu planejara era bastante simples. 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