{"id":899,"date":"2000-03-24T14:13:10","date_gmt":"2000-03-24T17:13:10","guid":{"rendered":"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/?p=899"},"modified":"2022-10-27T00:16:48","modified_gmt":"2022-10-27T03:16:48","slug":"leoes-vegetarianos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/revistas-conteudo\/folha-62\/leoes-vegetarianos\/","title":{"rendered":"LE\u00d5ES VEGETARIANOS"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;\">V\u00e1rias passagens prof\u00e9ticas apontam para a restaura\u00e7\u00e3o de todas as coisas, voltando o le\u00e3o a conviver com os demais animais e com o ser humano, pacificamente.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;\">A prop\u00f3sito do cumprimento dessas profecias &#8211; muitas vezes questionadas por pessoas cuja vis\u00e3o se restringe meramente aos horizontes limitados do atual mundo degradado, e a id\u00e9ias &#8220;naturalistas&#8221; preconcebidas, sem aceitar a possibilidade de serem efetuadas na natureza transforma\u00e7\u00f5es de restaura\u00e7\u00e3o, pelo mesmo Deus Criador da perfei\u00e7\u00e3o ed\u00eanica &#8211; nas not\u00edcias a seguir reproduzimos interessante informa\u00e7\u00e3o publicada em uma revista criacionista australiana, e tamb\u00e9m algumas considera\u00e7\u00f5es pertinentes de um autor criacionista americano, sobre a adaptabilidade dos animais carn\u00edvoros.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;\"><\/p>\n<p><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;\"><strong>O LE\u00c3O QUE N\u00c3O QUERIA COMER CARNE<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;\">Todos os le\u00f5es s\u00e3o carn\u00edvoros ferozes que precisam comer carne para sobreviver? Aparentemente n\u00e3o!<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;\"><\/p>\n<p><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;\">A revista australiana &#8220;Creation ex-nihilo&#8221; vol. 22, n\u00ba 2, de mar\u00e7o-maio de 2000 publicou um artigo de David Catchpoole com o t\u00edtulo acima, que n\u00e3o s\u00f3 apresenta um caso, real, inteiramente incomum, como tamb\u00e9m aponta para cumprimento de profecias que falam da restaura\u00e7\u00e3o de nosso planeta \u00e0s condi\u00e7\u00f5es originais, com o le\u00e3o e o cordeiro pacificamente pastando juntos! Segue a tradu\u00e7\u00e3o do referido artigo:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;\">&#8220;<em>No come\u00e7o deste s\u00e9culo, uma le\u00f4a africana, nascida e crescida nos EstadosUnidos, viveu todos os nove anos de sua vida sem jamais comer carne.<\/em><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;\"><em>De fato, seus donos, Georges e Margaret Westbean, preocupados com publica\u00e7\u00f5es de cunho cient\u00edfico advertindo que os animais carn\u00edvoros n\u00e3o poderiam viver sem comer carne, tentaram de todos os modos induzir o seu incomum animal de estima\u00e7\u00e3o (ao qual deram o nome de &#8220;Little Tyke&#8221;) a desenvolver o apetite pela carne. Chegaram at\u00e9 a anunciar uma recompensa em dinheiro para quem conseguisse elaborar uma ra\u00e7\u00e3o contendo carne, que a le\u00f4a aceitasse. O curador de um jardim zool\u00f3gico de Nova York aconselhou que o casal Westbean pusesse algumas gotas de sangue na mamadeira de Little Tyke para ajud\u00e1-la a se acostumar, mas a le\u00f4a, ainda pequena, recusou sequer toc\u00e1-la, mesmo quando somente uma \u00fanica gota de sangue tivesse sido introduzida. Os mais famosos especialistas em animais, dentre os numerosos visitantes da fazenda Hidden Valley, de 40 hectares, dos Westbeans, tamb\u00e9m deram v\u00e1rios conselhos, mas nenhum deles funcionou. Nesse meio-tempo, Little Tyke continuava a passar extremamente bem, com sua dieta de cereais em gr\u00e3o, cozidos, ovos e leite. Aos quatro anos de idade, a le\u00f4a, j\u00e1 adulta, pesava 160 quilos.<\/em><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;\"><em>Com essa dieta, a le\u00f4a n\u00e3o s\u00f3 sobreviveu, mas manteve-se em excelente estado. Um dos mais capazes curadores de jardins zool\u00f3gicos dos Estados Unidos teria dito que ela era o melhor esp\u00e9cime de sua esp\u00e9cie, que jamais houvera visto.<\/em><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;\"><em>Al\u00e9m de Little Tyke, os Westbans criavam tamb\u00e9m outras esp\u00e9cies de animais em sua fazenda. Um grande n\u00famero de visitantes em Hidden Valley foi motivado pela perspectiva de ver o le\u00e3o vivendo com o cordeiro, em situa\u00e7\u00e3o semelhante \u00e0 da profecia de Isa\u00edas 11:6. Ver a le\u00f4a vivendo placidamente em companhia de ovelhas, vacas e aves dom\u00e9sticas, causava profunda impress\u00e3o em muitos visitantes. Filmes na televis\u00e3o e fotografias de Little Tyke na imprensa tamb\u00e9m impressionaram muitas pessoas, como uma que escreveu: &#8216;Nada me fez mais contente do que a sua fotografia do le\u00e3o e do cordeiro. Ela me ajudou a crer na B\u00edblia&#8217;.<\/em><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;\"><\/p>\n<p><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;\"><strong>ADAPTABILIDADE AO REGIME CARN\u00cdVORO<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;\">Seguem alguns trechos sobre o assunto, escolhidos do livro &#8220;Estudos sobre o Criacionismo&#8221;, de<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;\">autoria de Frank Lewis Marsh, publicado h\u00e1 cerca de cinq\u00fcenta anos pela Casa Publicadora Brasileira.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;\"><\/p>\n<p><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;\"><strong>O Reinado dos Dentes e das Garras (pp. 281-284)<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;\">N\u00e3o podemos por um momento entreter a id\u00e9ia de que o uso ou desuso tenha resultado em mudan\u00e7as fundamentais no equipamento diet\u00e9tico. A lei natural na esfera da Biologia n\u00e3o opera desse modo. Nosso conhecimento do que atualmente ocorre na natureza mostra-nos que as muta\u00e7\u00f5es nunca s\u00e3o t\u00e3o grandes que mudem o tipo fundamental da denti\u00e7\u00e3o. Resta, pois, como \u00fanica possibilidade dessa mudan\u00e7a, um milagre. Satan\u00e1s n\u00e3o pode executar tal milagre. A \u00fanica conclus\u00e3o l\u00f3gica \u00e9 a exposta no come\u00e7o do par\u00e1grafo anterior; isto \u00e9, os animais que constitu\u00edram o novo grupo que designamos como carn\u00edvoros, s\u00e3o indiv\u00edduos que estavam na posse de dentes e garras para apanhar carne, e tratos digestivos que pudessem us\u00e1-la.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;\"><\/p>\n<p><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;\"><strong>Processos de Manuten\u00e7\u00e3o (pp. 263-270)<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;\"><\/p>\n<p><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;\">Teria ocorrido a morte e a decomposi\u00e7\u00e3o dos materiais vivos no estado ed\u00eanico? Eram os res\u00edduos eliminados dos corpos dos animais?<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;\">Estas s\u00e3o perguntas de consider\u00e1vel import\u00e2ncia para os bi\u00f3logos que procuram deslindar a hist\u00f3ria dos seres vivos. O fato de que as plantas foram designadas para o alimento dos animais torna muito evidente que a morte ocorria no jardim do \u00c9den &#8211; a morte das plantas. Cada gr\u00e3o e cada noz que eram comidos significavam morte para todo o organismo no seu estado embrion\u00e1rio. Cada raiz suculenta de vegetais consumida para alimento significava a vida de uma planta adulta. Ali havia morte sem a &#8220;sombra da morte&#8221;. A morte, como se conheceu antes da queda do homem, simplesmente significava que o protoplasma vivo das frutas, nozes, cereais, vegetais e ervas era assimilado por algum animal para lhe servir de delicioso alimento. A subst\u00e2ncia viva da planta morreu, foi transformada em subst\u00e2ncias mais simples, isto \u00e9, foi decomposta, e depois usada na s\u00edntese dos tecidos animais, na regulamenta\u00e7\u00e3o dos processos do corpo ou como fonte de energia.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;\">Evidentemente n\u00e3o houve morte de animais naquele estado original.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;\">O estudante dos seres vivos acha hoje tr\u00eas ciclos vitais de subst\u00e2ncias qu\u00edmicas intimamente associadas com a vida das plantas e dos animais. Estes s\u00e3o o ciclo do oxig\u00eanio, o ciclo do carbono e do nitrog\u00eanio. Estas ag\u00eancias, produzindo estas s\u00e9ries curvas de compostos, permitem que mat\u00e9rias empregadas sejam postas em condi\u00e7\u00f5es de serem usadas outra vez.<\/span><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;\"><br \/>\n<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;\">\u00c0 luz destes fatos parece razo\u00e1vel supor que o ciclo do nitrog\u00eanio foi institu\u00eddo pelo Criador no princ\u00edpio. Se tal n\u00e3o fosse o caso, teria sido necess\u00e1rio o Criador recorrer constantemente a uma fonte de nitrato e, por um processo sobrenatural, reabastecer o suprimento de nitrato &#8211; um tipo de a\u00e7\u00e3o sustentadora que o Criador n\u00e3o manifesta em Sua conduta em rela\u00e7\u00e3o aos processos de vida nesta terra. Em um mundo designado a durar para sempre, a institui\u00e7\u00e3o do ciclo de nitrog\u00eanio seria ainda mais importante.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;\">A simplicidade da vida di\u00e1ria de Ad\u00e3o e Eva e o seu apego \u00e0 terra e seus produtos s\u00e3o dif\u00edceis de compreender nos nossos dias de grande complexidade e artificialidade. Encontramos freq\u00fcentemente indiv\u00edduos que pensam que os redimidos passar\u00e3o a eternidade sentados em uma nuvem tocando harpa. Ao contr\u00e1rio, sabemos que os santos edificar\u00e3o e habitar\u00e3o, semear\u00e3o e colher\u00e3o, trabalhar\u00e3o na horta e comer\u00e3o os frutos do trabalho de suas pr\u00f3prias m\u00e3os. De igual modo, alguns s\u00e3o inclinados a supor que o estado original foi alguma exist\u00eancia et\u00e9rea, muito afastada das realidades da vida. Ainda, sabemos que os nossos primeiros pais eram construtores, usando como materiais \u00e1rvores vivas e cip\u00f3s. O seu trabalho era o de jardinagem; eles mantinham em ordem e guardavam o jardim. Comiam os frutos do jardim e dormiam no seio da &#8220;m\u00e3e terra&#8221;, debaixo de suas boas \u00e1rvores &#8211; e sem d\u00favida se sujavam com a terra f\u00e9rtil, e achavam necess\u00e1rio tomar banho. Era a sua exist\u00eancia extremamente real e muito apegada \u00e0 natureza. E suas vidas eram vividas na mesma terra sobre a qual n\u00f3s andamos, terra cujos processos eram, se julgados \u00e0 luz da condi\u00e7\u00e3o presente, totalmente guiados por leis naturais, os instrumentos de Deus. Parece muito razo\u00e1vel, e de fato, totalmente necess\u00e1rio, supor que o mantenedor poder do Criador foi manifesto ent\u00e3o nos mesmos ciclos vitais que em nossos dias ainda mant\u00eam as subst\u00e2ncias qu\u00edmicas essenciais, sempre renovadas para que a vida possa continuar.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>V\u00e1rias passagens prof\u00e9ticas apontam para a restaura\u00e7\u00e3o de todas as coisas, voltando o le\u00e3o a conviver com os demais animais e com o ser humano, pacificamente. 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