{"id":839,"date":"1999-09-24T11:19:48","date_gmt":"1999-09-24T14:19:48","guid":{"rendered":"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/?p=839"},"modified":"2022-10-27T00:18:05","modified_gmt":"2022-10-27T03:18:05","slug":"origem-superior-das-especies","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/revistas-conteudo\/folha-61\/origem-superior-das-especies\/","title":{"rendered":"ORIGEM SUPERIOR DAS ESP\u00c9CIES"},"content":{"rendered":"<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Esta \u00e9 a primeira parte de um artigo que continua com mais duas partes \u2013 &#8220;A Origem Diluviana dos F\u00f3sseis&#8221; e a &#8220;Origem Superior do Homem&#8221;. A Folha Criacionista espera continuar a publicar nos seus pr\u00f3ximos n\u00fameros as outras partes deste artigo<i>.\u00a0<\/i>Seguem trechos selecionados do referido artigo.<\/span><\/p>\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Introdu\u00e7\u00e3o geral<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Para substituir o evolucionismo que dominou o panorama cient\u00edfico nos \u00faltimos cento e quarenta anos, estamos propondo a\u00a0<i>Teoria da Origem Superior das Esp\u00e9cies. Superior<\/i>, porque de certo modo \u00e9 o oposto da\u00a0<i>Teoria\u00a0<u>Inferior<\/u><\/i>\u00a0das Esp\u00e9cies proposta por Darwin (as esp\u00e9cies atuais provindo de esp\u00e9cies ancestrais inferiores).\u00a0<i>Superior<\/i>, tamb\u00e9m, porque toma como base um grupo de f\u00f3sseis n\u00e3o s\u00f3 inexplic\u00e1veis pela teoria evolucionista, como desafiadores, e por si s\u00f3 estimulantes para uma nova proposta \u2013 os\u00a0<u>f\u00f3sseis gigantes<\/u>.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">L\u00e1 est\u00e3o eles, os ancestrais da maioria das nossas esp\u00e9cies atuais, gigantescos, com o dobro do tamanho das esp\u00e9cies cong\u00eaneres atuais, completos, majestosos, magn\u00edficos!<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Nossa linha de argumenta\u00e7\u00e3o ser\u00e1 a defesa da\u00a0<u>ci\u00eancia<\/u>. A\u00a0<u>defesa do m\u00e9todo cient\u00edfico<\/u>, que\u00a0<u>exige a observa\u00e7\u00e3o acurada<\/u>\u00a0como passo n\u00famero um, seguida de honestidade intelectual.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">A partir das d\u00e9cadas de oitenta e noventa, uma s\u00e9rie de descobertas de fatos novos come\u00e7ou a abalar as estruturas do evolucionismo.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Apresentaremos, ent\u00e3o, de modo compacto, a\u00a0<i>Teoria da Origem Superior das Esp\u00e9cies<\/i>, procurando comparar as duas proposi\u00e7\u00f5es, \u00e0 medida que formos apresentando o tem\u00e1rio.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">1 \u2013\u00a0<u>As esp\u00e9cies ancestrais s\u00e3o em geral superiores \u00e0s equivalentes atuais, surgiram completas, complexas e prontas<\/u><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Em seu livro\u00a0<i>&#8220;A Origem das Esp\u00e9cies&#8221;, Darwin escreveu:<\/i><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">&#8220;As formas recentes s\u00e3o superiores \u00e0s formas extintas, e de fato o s\u00e3o, pois surgiram posteriormente, sendo, portanto, mais aperfei\u00e7oadas.&#8221;\u00a0<sup>(1)<\/sup><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Aqui o evolucionismo se perde totalmente, pois \u00e9 incapaz de explicar como um\u00a0<u>olho<\/u>\u00a0se desenvolveu aos peda\u00e7os, aos trope\u00e7\u00f5es.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Como a\u00a0<u>abelha<\/u>\u00a0aprendeu a fazer favos matem\u00e1ticamente perfeitos? J\u00e1 observamos que a mais antiga abelha encontrada em \u00e2mbar de New Jersey (que teria 80 milh\u00f5es de anos), era\u00a0<i>&#8220;<u>avan\u00e7ada<\/u>, e pouco difere das abelhas que vivem hoje&#8221;.\u00a0<sup>(2)<\/sup><\/i><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">\u00c9 tamb\u00e9m um\u00a0<u>mist\u00e9rio<\/u>\u00a0para a evolu\u00e7\u00e3o o tamanho dos vegetais e animais f\u00f3sseis. Como vimos, ao comparamos as esp\u00e9cies f\u00f3sseis com as equivalentes atuais, ao contr\u00e1rio do que imaginava Darwin, os esp\u00e9cimes f\u00f3sseis s\u00e3o maiores, mais desenvolvidos e superiores \u00e0s atuais. Diante disto, Isaac Asimov pergunta:\u00a0<i>a vida estaria se degenerando?<\/i>\u00a0Resposta correta:\u00a0<i>est\u00e1 se degenerando!<\/i><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Corroborando a\u00a0<i>Teoria da Origem Superior das Esp\u00e9cies<\/i>, recentemente foi descoberto o maior f\u00f3ssil completo de mam\u00edfero. Ele foi encontrado por uma equipe de paleont\u00f3logos franceses, no Paquist\u00e3o, a 700 quil\u00f4metros ao sul da capital, numa regi\u00e3o des\u00e9rtica junto \u00e0s montanhas Dra Bugti, na prov\u00edncia de Baluquist\u00e3o, e foi batizado de &#8220;<i>baluchiterium<\/i>&#8220;. \u00c9 semelhante a um enorme cavalo, com 7 metros de comprimento, 5 metros de altura, pesando entre 15 a 20 toneladas.\u00a0<sup>(3, 4)<\/sup><\/span><\/p>\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Portanto, para sermos coerentes com a realidade observada, temos que corrigir Darwin: O ancestral de cada esp\u00e9cie n\u00e3o \u00e9 inferior, \u00e9 superior!<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">2 \u2013\u00a0<u>O Autor e mantenedor da vida \u00e9 Deus, Criador s\u00e1bio, Arquiteto e Planejador de cada ser vivo<\/u><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Apesar de indiretas, as evid\u00eancias do planejamento est\u00e3o vis\u00edveis e dispon\u00edveis para todos. E, al\u00e9m de tudo, nosso Criador \u00e9 um artista.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Era com assombro que o criacionista Albert Einstein observava uma\u00a0<i>&#8220;intelig\u00eancia de tal superioridade, que todos os pensamentos e a\u00e7\u00f5es humanas n\u00e3o passam de um reflexo inteiramente insignificante&#8221;.\u00a0<sup>(5)<\/sup><\/i><\/span><\/p>\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Evolucionismo<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">No entanto, Darwin substitui o inteligente e superior Deus, pela sele\u00e7\u00e3o natural, um &#8220;princ\u00edpio&#8221; altamente incompetente que levou 4 bilh\u00f5es de anos, na base da tentativa e erro, para criar vagarosamente as esp\u00e9cies atuais&#8230; Darwin atribu\u00edu tamb\u00e9m \u00e0 sele\u00e7\u00e3o natural as seguintes possibilidades:<\/span><\/p>\n<ol type=\"a\">\n<li style=\"list-style-type: none;\">\n<ol type=\"a\">\n<li><span style=\"font-family: verdana,arial;\">&#8220;Urleia&#8221;<\/span><\/li>\n<\/ol>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">&#8220;N\u00e3o vejo problema em aceitar que determinada ra\u00e7a de ursos, tenha se tornado, em virtude da sele\u00e7\u00e3o natural, &#8230; uma criatura comparada \u00e0s baleias &#8220;<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">E assim teremos uma criatura darwiniana que chamaremos de &#8220;urleia&#8221;. \u00c9 um urso negro que, abrindo bem a boca na \u00e1gua,\u00a0<i>&#8220;se transformar\u00e1 numa baleia.&#8221;\u00a0<sup>(7)<\/sup><\/i>\u00a0A anedota foi t\u00e3o jocosa , que os amigos de Darwin o aconselharam a retirar este exemplo das edi\u00e7\u00f5es posteriores, pois colocaria em d\u00favida sua capacidade de observa\u00e7\u00e3o e sua sanidade mental&#8230;<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Por semelhan\u00e7a, ter\u00edamos o &#8220;lecego&#8221;:<\/span><\/p>\n<ol type=\"a\">\n<li style=\"list-style-type: none;\">\n<ol type=\"a\">\n<li><span style=\"font-family: verdana,arial;\">&#8220;Lecego&#8221;<\/span><\/li>\n<\/ol>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Conforme a imagina\u00e7\u00e3o de Darwin, seria um l\u00eamur voador que se transformou em morcego:<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">&#8220;<i>N\u00e3o vejo qualquer dificuldade insuper\u00e1vel em acreditar na possibilidade de que a sele\u00e7\u00e3o natural continua desenvolvendo essa membrana (do l\u00eamur voador) at\u00e9 transform\u00e1-la num verdadeiro membro alado, \u00e0 semelhan\u00e7a do que deve ter ocorrido com o morcego.&#8221;\u00a0<sup>(8)<\/sup><\/i><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">O f\u00f3ssil de morc\u00eago surgiu antes que o do l\u00eamur, voando magnificamente e com todo equipamento de eco-localiza\u00e7\u00e3o&#8230; (Ver item 1.9 na refer\u00eancia 22).<\/span><\/p>\n<ol type=\"a\">\n<li style=\"list-style-type: none;\">\n<ol type=\"a\">\n<li><span style=\"font-family: verdana,arial;\">&#8220;Bexim\u00e3o&#8221;<\/span><\/li>\n<\/ol>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">&#8220;<i>N\u00e3o\u00a0<u>tenho d\u00favida quanto ao fato<\/u>, de que todos os vertebrados dotados de pulm\u00e3o descendam&#8230; de algum ancestral primitivo sobre o\u00a0<u>qual nada sabemos<\/u>\u00a0&#8230; dotado de uma bexiga natat\u00f3ria.&#8221;\u00a0<sup>(9)<\/sup><\/i><\/span><\/p>\n<ol type=\"a\">\n<li><span style=\"font-family: verdana,arial;\">&#8220;Rabo da girafa&#8221;<\/span><\/li>\n<\/ol>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Darwin tinha grande dificuldade em compreender a origem da cauda da girafa.\u00a0<sup>(10)<\/sup><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Estes s\u00e3o exemplos da magn\u00edfica ci\u00eancia proposta por Darwin &#8230; Onde est\u00e1 a observa\u00e7\u00e3o cuidadosa? Onde est\u00e1 o m\u00e9todo cient\u00edfico? Com a maior facilidade inventa as mais hilariantes e anticient\u00edficas explica\u00e7\u00f5es!<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Para grande surpresa dos evolucionistas, al\u00e9m do &#8220;princ\u00edpio&#8221; da sele\u00e7\u00e3o natural \u2013 &#8220;um princ\u00edpio&#8221; \u2013 Darwin precisa valer-se de um &#8220;ente&#8221;, um poder quase sobrenatural para tomar o lugar de Deus, que opera atrav\u00e9s da variabilidade natural.<sup>(11)<\/sup>\u00a0\u00c9 um\u00a0<i>&#8220;poderoso agente&#8221;<\/i>, que\u00a0<i>&#8220;trabalha&#8221;, &#8220;cada hora que passa&#8221;, &#8220;esquadrinhando minuciosa-mente&#8221;.<\/i><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">&#8220;\u00c9 da fome e da morte que adv\u00e9m o mais elevado objetivo que somos capazes de conceber: a produ\u00e7\u00e3o de animais superiores.<sup>(12)<\/sup><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Assim, Darwin n\u00e3o s\u00f3 inventou o seu &#8220;inferno particular&#8221; da luta alucinante pela vida, cujo motor \u00e9 a fome e a morte, mas contratou para dirig\u00ed-lo um &#8220;poderoso agente&#8221;. Depois culpou a Deus por isto!<\/span><\/p>\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Brincadeira&#8230;?<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Darwin tinha uma t\u00e9cnica singular:<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><u><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Primeiro<\/span><\/u><span style=\"font-family: verdana,arial;\">\u00a0\u2013 Atribui \u00e0 sele\u00e7\u00e3o natural poderes extraordin\u00e1rios.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><u><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Segundo<\/span><\/u><span style=\"font-family: verdana,arial;\">\u00a0\u2013 Faz a brincadeira da &#8220;urleia&#8221;, do &#8220;lecego&#8221;, e do &#8220;bexim\u00e3o&#8221;, que jamais ocorreram, observa\u00e7\u00f5es err\u00f4neas por completo. N\u00e3o observa, n\u00e3o v\u00ea, n\u00e3o demonstra absolutamente nada.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><u><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Terceiro<\/span><\/u><span style=\"font-family: verdana,arial;\">\u00a0\u2013 Neste ponto um cientista teria que rejeitar a teoria. E o que Darwin faz?\u00a0<u>Sem<\/u>\u00a0os fatos, teima na sua teoria!<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><u><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Quarto<\/span><\/u><span style=\"font-family: verdana,arial;\">\u00a0\u2013 Passo triunfal dos erros de Darwin \u2013 a teoria est\u00e1 certa, n\u00e3o importando a comprova\u00e7\u00e3o dos fatos!<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">3.\u00a0<u>As esp\u00e9cies surgiram em meio ambiente adequado, adultas, completas, superiores, foram planejadas previamente, com des\u00edgnio e finalidade. No decorrer do tempo se degeneraram, involu\u00edram. O meio ambiente foi preparado para receber a vida.<\/u><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Novamente, como evid\u00eancias, os f\u00f3sseis analisados, esp\u00e9cie a esp\u00e9cie, mostram que elas s\u00e3o completas, superiores e &#8220;perfeitas&#8221;.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Os primeiros f\u00f3sseis n\u00e3o s\u00e3o primitivos unicelulares &#8230;\u00a0<i>&#8220;mas formas complexas multicelulares&#8221;\u00a0<sup>(15)<\/sup>.\u00a0<\/i>H\u00e1 \u00f3rg\u00e3os e sistemas que podem ter sido degenerados.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><u><span style=\"font-family: verdana,arial;\">O processo de modifica\u00e7\u00e3o da variabilidade<\/span><\/u><span style=\"font-family: verdana,arial;\">\u00a0proposto pela\u00a0<i>Teoria da Origem Superior das Esp\u00e9cies<\/i>, na realidade \u00e9 muito mais acelerado do que a proposta evolucionista. Esta declara\u00e7\u00e3o pode causar surpresa, mas, dentro do conceito criacionista,\u00a0<u>o potencial de variabilidade<\/u>\u00a0dentro das &#8220;esp\u00e9cies-tronco&#8221; \u00e9 muito amplo, e at\u00e9 radical.<\/span><\/p>\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Evolucionismo<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">O meio ambiente primordial n\u00e3o foi planejado, era inadequado para receber os seres vivos, ca\u00f3tico e pior que o atual.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">As esp\u00e9cies, patrim\u00f4nio gen\u00e9tico, \u00f3rg\u00e3os, fun\u00e7\u00f5es, sistemas e instintos foram surgindo de modo incompleto, desordenado, aos peda\u00e7os, atrav\u00e9s de um acaso cego, sem plano, des\u00edgnio ou finalidade! No decorrer do tempo, melhoraram e evolu\u00edram.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Os evolucionistas atacaram um Criador inteligente, e no seu lugar inventaram uma crendice fantasiosa, que lent\u00edssimamente, aos trope\u00e7\u00f5es, caoticamente, foi originando as esp\u00e9cies. Uma dose de &#8220;f\u00e9&#8221; e &#8220;presun\u00e7\u00e3o&#8221; incomensur\u00e1vel &#8230;<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">1.\u00a0<u>Angiospermas<\/u><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Quanto ao &#8220;mist\u00e9rio abomin\u00e1vel&#8221; do surgimento das angiospermas (vegetais com flores, mais complexos), n\u00e3o se diz nada. Surgiram em bloco, simultaneamente e j\u00e1 especializadas, mais exuberantes que as atuais. Um tormento!<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">2.\u00a0<u>Abiog\u00eanese<\/u><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Pior ainda \u00e9 a quest\u00e3o da abiog\u00eanese. Os evolucionistas teimam, sem evid\u00eancia cient\u00edfica alguma, que a vida proveio da\u00a0<u>n\u00e3o-vida<\/u>, de simples elementos qu\u00edmicos.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Em 1972 enviamos nosso protesto \u00e0 revista Ci\u00eancia e Cultura.\u00a0<sup>(16)<\/sup>\u00a0As folcl\u00f3ricas explica\u00e7\u00f5es s\u00e3o conjecturas, improbabilidades, impossibilidades, nenhum evento as demonstrou &#8230; Apesar disto, e insultuosamente, est\u00e3o em qualquer livro de evolu\u00e7\u00e3o,\u00a0<u>contradizendo<\/u>\u00a0Pasteur, que demonstrou claramente, e elegantemente, que a vida prov\u00e9m de vida, o que, ali\u00e1s, desde 1864 \u00e9 rejeitado pelos evolucionistas.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Hoje, 135 anos depois, a farsa continua. Desde quando isto \u00e9 ci\u00eancia? O m\u00e9todo cient\u00edfico exige observa\u00e7\u00e3o acurada, demonstra\u00e7\u00e3o inequ\u00edvoca, baseada em fatos comprovados. Para alguns evolucionistas, a abiog\u00eanese \u00e9 apenas uma suposi\u00e7\u00e3o. O que seria ent\u00e3o abiog\u00eanese?<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">3.\u00a0<u>Os \u00f3rg\u00e3os vestigiais<\/u><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">E o que dizer dos\u00a0<u>\u00f3rg\u00e3os vestigiais<\/u>?<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Os &#8220;cientistas&#8221; evolucionistas depois de um s\u00e9culo conseguiram identificar uma centena de \u00f3rg\u00e3os vestigiais. Desde as am\u00edgdalas, ap\u00eandice, tire\u00f3ide, timo, gl\u00e2ndula pituit\u00e1ria, gl\u00e2ndula pineal, todos eram considerados \u00f3rg\u00e3os vestigiais. Seriam vest\u00edgios de \u00f3rg\u00e3os completos existentes nos ancestrais.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">A cegueira permaneceu at\u00e9 a d\u00e9cada de 60, e ainda hoje aparece em certos livros evolucionistas! N\u00e3o h\u00e1 \u00f3rg\u00e3os vestigiais, h\u00e1 apenas ignor\u00e2ncia completa a respeito de suas fun\u00e7\u00f5es &#8230;<\/span><\/p>\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Anatomia do calote da gera\u00e7\u00e3o espont\u00e2nea \u2013 abiog\u00eanese<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><u><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Primeiro<\/span><\/u><span style=\"font-family: verdana,arial;\">\u00a0\u2013 inventa-se o mito da gera\u00e7\u00e3o espont\u00e2nea molecular.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><u><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Depois, durante 135 anos<\/span><\/u><span style=\"font-family: verdana,arial;\">\u00a0se realizam milhares de pesquisas, tentando provar que a vida surgiu da n\u00e3o-vida.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">N\u00e3o encontrando\u00a0<u>NENHUMA<\/u>\u00a0evid\u00eancia, a teoria deveria ser rejeitada, se fossem\u00a0<u>cientistas<\/u>. Passam ent\u00e3o a aceitar um absurdo.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><u><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Terceira fase<\/span><\/u><span style=\"font-family: verdana,arial;\">\u00a0\u2013 rejei\u00e7\u00e3o autom\u00e1tica deste &#8220;pseudo-cientista crente&#8221; chamado Lu\u00eds Pasteur!<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><u><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Quarta fase<\/span><\/u><span style=\"font-family: verdana,arial;\">\u00a0\u2013 \u00c9 a triunfal declara\u00e7\u00e3o de que a teoria da gera\u00e7\u00e3o espont\u00e2nea molecular \u00e9 uma verdade estabelecida, e a abiog\u00eanese apenas uma suposi\u00e7\u00e3o!<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">N\u00e3o satisfeitos, declaram: &#8220;<i>a teoria da gera\u00e7\u00e3o espont\u00e2nea foi experimentalmente refutada por Pasteur, mas de alguma forma\u00a0<u>teria que ter acontecido uma vez<\/u>&#8221;\u00a0<sup>(17)<\/sup><\/i>\u00a0E passam a insultar o cientista que raciocina da causa para o efeito!<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">4.\u00a0<u>Conceito de esp\u00e9cie &#8211; As esp\u00e9cies s\u00e3o troncos b\u00e1sicos que cont\u00eam o patrim\u00f4nio gen\u00e9tico completo e singular, com ampla possibilidade de variabilidade, que produzem descendentes semelhantes a si<\/u><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Por isto \u00e9 poss\u00edvel caracterizar e classificar tanto as esp\u00e9cies f\u00f3sseis como as atuais.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Sugerimos a seguinte\u00a0<u>tentativa experimental<\/u>\u00a0de defini\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cie: Duas variedades pertencem \u00e0 mesma esp\u00e9cie se:<\/span><\/p>\n<ol>\n<li><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Podem se cruzar entre si, e produzir descendentes.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Os descendentes podem se cruzar entre si.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-family: verdana,arial;\">As duas variedades iniciais podem se cruzar com estes descendentes (resultantes do cruzamento anterior) e produzir descendentes.<\/span><\/li>\n<\/ol>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">H\u00e1 uma &#8220;Floresta Viva&#8221; de esp\u00e9cies.<\/span><\/p>\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Evolucionismo<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Para Darwin, n\u00e3o h\u00e1 esp\u00e9cie, mas &#8220;forma&#8221; ou &#8220;ser organizado&#8221;, os quais est\u00e3o todos ligados geneticamente entre si. As caracter\u00edsticas dos ancestrais s\u00e3o diferentes das atuais. A conseq\u00fc\u00eancia \u00e9 a\u00a0<u>introdu\u00e7\u00e3o da confus\u00e3o<\/u>\u00a0na sistem\u00e1tica. H\u00e1 uma &#8220;\u00e1rvore geneal\u00f3gica&#8221; da vida.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">N\u00e3o\u00a0<u>h\u00e1 evid\u00eancias<\/u>\u00a0para esta teoria, pois os f\u00f3sseis equivalentes \u00e0s esp\u00e9cies atuais s\u00e3o semelhantes entre si, e \u00e9\u00a0<u>poss\u00edvel<\/u>\u00a0classific\u00e1-los.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Variedades s\u00e3o confundidas com esp\u00e9cies. Por exemplo, para o trigo os evolucionistas apresentam 14 &#8220;esp\u00e9cies&#8221;, sendo pelo menos 12 do g\u00eanero Triticum e 2 do g\u00eanero Aegilops.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">No caso do algod\u00e3o, haveria no m\u00ednimo 14 esp\u00e9cies. E o c\u00e3o? Darwin imaginava que seriam 2 esp\u00e9cies, sem contar o lobo.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Portanto\u00a0<u>instalou-se a confus\u00e3o na taxonomia\u00a0<\/u>(ci\u00eancia que estuda a classifica\u00e7\u00e3o dos seres vivos)\u00a0<u>vegetal e animal, a partir de Darwin<\/u>.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Partindo da nossa sugest\u00e3o de esp\u00e9cie, ter\u00edamos n\u00e3o 30 esp\u00e9cies de trigo algod\u00e3o e c\u00e3o, mas apenas 3 troncos e 30 variedades. Se considerarmos a &#8220;especia\u00e7\u00e3o&#8221; como uma &#8220;nova&#8221; esp\u00e9cie&#8221;, a qual derivou de uma &#8220;esp\u00e9cie tronco&#8221;, mesmo que seja por isolamento geogr\u00e1fico ou reprodutivo, ela continuar\u00e1 como descendente desta esp\u00e9cie original.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Ali\u00e1s, \u00e9 sintom\u00e1tica a &#8220;multiplica\u00e7\u00e3o inflacion\u00e1ria&#8221; de esp\u00e9cies nos \u00faltimos anos. Falavam em 1,5 milh\u00f5es de esp\u00e9cies atuais, n\u00famero que se aproxima agora de 5 milh\u00f5es. H\u00e1 evolucionistas falando agora em 30 a 50 milh\u00f5es de esp\u00e9cies!<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">O t\u00edtulo do Livro de Darwin deveria ser &#8220;A N\u00c3O Origem das N\u00c3O Esp\u00e9cies&#8221;&#8230; ou &#8220;A O<u>rigem da Confus\u00e3o<\/u>.&#8221;<\/span><\/p>\n<p align=\"CENTER\"><u><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Corrigindo Darwin<\/span><\/u><span style=\"font-family: verdana,arial;\">\u00a0\u2013 n\u00e3o \u00e9\u00a0<u>forma<\/u>,<\/span><\/p>\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">ou\u00a0<u>ser organizado<\/u>; \u00e9\u00a0<u>esp\u00e9cie<\/u>.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">5.\u00a0<u>As esp\u00e9cies f\u00f3sseis surgiram de modo repentino, s\u00fabito<\/u><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><u><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Evid\u00eancias<\/span><\/u><span style=\"font-family: verdana,arial;\">\u00a0\u2013 Os f\u00f3sseis comprovam n\u00e3o somente o surgimento repentino, mas surgimento com todas suas caracter\u00edsticas funcionais. Conforme Mc Alester, &#8220;<i>verifica-se um r\u00e1pido e dr\u00e1stico aparecimento dos primeiros animais&#8221;.\u00a0<sup>(21)\u00a0<\/sup><\/i>Para o evolucionismo, o processo foi lent\u00edssimo, demorado, o que n\u00e3o tem comprova\u00e7\u00e3o nos fatos.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Darwin diz que\u00a0<i>&#8220;parecia ter surgido de maneira abrupta&#8221;,<\/i>\u00a0para depois dizer que a apar\u00eancia era\u00a0<i><u>falsa<\/u>.<sup>(22)<\/sup><\/i><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Os fatos desmentem a id\u00e9ia de processos demorados e lentos, e isto \u00e9 fatal \u00e0 teoria de Darwin. A partir do momento em que os ge\u00f3logos perceberam a falha do uniformismo, o conceito foi mudado para o &#8220;neocatastrofismo&#8221;. V\u00e1rios bi\u00f3logos renomados perceberam a falha e houve um ajuste nos conceitos evolucionistas. Stephen Jay Gould \u00e9 possivelmente aquele que percebeu mais rapidamente a situa\u00e7\u00e3o, e foi ent\u00e3o iniciada uma reavalia\u00e7\u00e3o na teoria evolucionista.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">6.\u00a0<u>O patrim\u00f4nio gen\u00e9tico das esp\u00e9cies perpetua e mant\u00e9m as caracter\u00edsticas da esp\u00e9cie<\/u><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">A lei geral \u00e9 da MANUTEN\u00c7\u00c3O e perpetua\u00e7\u00e3o das caracter\u00edsticas na esp\u00e9cie e nas popula\u00e7\u00f5es. As mudan\u00e7as s\u00e3o exce\u00e7\u00e3o. E s\u00e3o em geral delet\u00e9rias e prejudiciais, n\u00e3o levam \u00e0 perfei\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Tudo isto s\u00e3o evid\u00eancias fort\u00edssimas, observ\u00e1veis por qualquer cientista, e corroboram Pasteur e Mendel.<\/span><\/p>\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Pasteur \u2013 Vida prov\u00e9m da MESMA vida<\/span><\/p>\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">que lhe deu origem<\/span><\/p>\n<p><dir><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Mendel \u2013 As caracter\u00edsticas heredit\u00e1rias s\u00e3o transmitidas DE ACORDO, CONFORME,<\/span><\/dir><dir><span style=\"font-family: verdana,arial;\">as caracter\u00edsticas ancestrais.<\/span><\/dir>&nbsp;<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Estes dois cientistas s\u00e3o criacionistas, mas s\u00e3o rejeitados pela evolu\u00e7\u00e3o. Nos dois casos, corroboram e apontam a MANUTEN\u00c7\u00c3O das caracter\u00edsticas da esp\u00e9cie e dos ancestrais, e n\u00e3o sua mudan\u00e7a.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">A\u00a0<u>abiogenese<\/u>\u00a0\u00e9 uma\u00a0<u>farsa<\/u>, nunca foi demonstrada e \u00e9 anticient\u00edfica.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">A postura de Darwin quanto a Pasteur (que em 1864 apresentou os seus trabalhos), e Mendel (dois anos depois), \u00e9 imperdo\u00e1vel.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Por isto, Mc Alester com raz\u00e3o afirmou:\u00a0<i>&#8220;Infelizmente a obra de Mendel foi ignorada, n\u00e3o somente por Darwin, como por parte dos cientistas da \u00e9poca.&#8221;\u00a0<sup>(23)<\/sup><\/i><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Se Darwin teve acesso aos dois trabalhos, e com possibilidade assim ocorreu, novamente surge o questionamento: era t\u00e3o s\u00e1bio que n\u00e3o entendeu, ou realmente percebeu, mas para evitar o desprest\u00edgio que causaria \u00e0 sua obra, ignorou a ambos? Darwin pode assim ter contribu\u00eddo para retardar o surgimento da gen\u00e9tica moderna por 40 anos!<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Insistir que a reprodu\u00e7\u00e3o e o patrim\u00f4nio gen\u00e9tico surgiram casualmente, aleatoriamente, cegamente, sem nenhuma correla\u00e7\u00e3o inter- espec\u00edfica, e em mudan\u00e7a permanente, \u00e9 ignorar os fatos!<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">7.\u00a0<u>As esp\u00e9cies surgiram com o potencial de se multiplicarem<\/u><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">8.\u00a0<u>O material gen\u00e9tico f\u00f3ssil \u00e9 semelhante \u00e0s esp\u00e9cies equivalentes atuais, e \u00e9 poss\u00edvel encontrar f\u00f3sseis vivos<\/u><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Rel\u00f3gio Biol\u00f3gico<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<table border=\"1\" width=\"207\" cellspacing=\"1\" cellpadding=\"4\">\n<tbody>\n<tr>\n<td valign=\"TOP\" width=\"23%\">\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Anos<\/span><\/p>\n<\/td>\n<td valign=\"TOP\" width=\"27%\">\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">% DNA<\/span><\/p>\n<\/td>\n<td valign=\"TOP\" width=\"23%\">\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Anos<\/span><\/p>\n<\/td>\n<td valign=\"TOP\" width=\"27%\">\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">%<\/span><\/p>\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">DNA<\/span><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"TOP\" width=\"23%\">\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">562<\/span><\/p>\n<\/td>\n<td valign=\"TOP\" width=\"27%\">\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">50%<\/span><\/p>\n<\/td>\n<td valign=\"TOP\" width=\"23%\">\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">2.810<\/span><\/p>\n<\/td>\n<td valign=\"TOP\" width=\"27%\">\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">3,12%<\/span><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"TOP\" width=\"23%\">\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">1.224<\/span><\/p>\n<\/td>\n<td valign=\"TOP\" width=\"27%\">\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">25%<\/span><\/p>\n<\/td>\n<td valign=\"TOP\" width=\"23%\">\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">3.372<\/span><\/p>\n<\/td>\n<td valign=\"TOP\" width=\"27%\">\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">1,56%<\/span><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"TOP\" width=\"23%\">\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">1.686<\/span><\/p>\n<\/td>\n<td valign=\"TOP\" width=\"27%\">\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">12,5%<\/span><\/p>\n<\/td>\n<td valign=\"TOP\" width=\"23%\">\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">3.934<\/span><\/p>\n<\/td>\n<td valign=\"TOP\" width=\"27%\">\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">0,78%<\/span><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"TOP\" width=\"23%\">\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">2.248<\/span><\/p>\n<\/td>\n<td valign=\"TOP\" width=\"27%\">\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">6,25%<\/span><\/p>\n<\/td>\n<td valign=\"TOP\" width=\"23%\">\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">4.496<\/span><\/p>\n<\/td>\n<td valign=\"TOP\" width=\"27%\">\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">0,39%<\/span><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"TOP\" width=\"23%\">\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">2.430<\/span><\/p>\n<\/td>\n<td valign=\"TOP\" width=\"27%\">\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">5%*<\/span><\/p>\n<\/td>\n<td valign=\"TOP\" width=\"23%\">\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">5.048<\/span><\/p>\n<\/td>\n<td valign=\"TOP\" width=\"27%\">\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">0,19%<\/span><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">*Idade da m\u00famia eg\u00edpcia<\/span><\/p>\n<p align=\"CENTER\"><u><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Fonte<\/span><\/u><span style=\"font-family: verdana,arial;\">: Brown, Robert H.\u00a0<u>Pan Fresco. Fosiles Antiguos<\/u><\/span><\/p>\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Ciencia de los Origenes (jan-ago 1995) n\u00ba 40-41, p. 7.\u00a0<i>Geoscience Research Institute<\/i>, EUA, 1995<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Atualmente est\u00e1 sendo poss\u00edvel a an\u00e1lise de DNA f\u00f3ssil, o que\u00a0<u>seria imposs\u00edvel<\/u>\u00a0se imaginarmos estas enormes idades atribu\u00eddas aos f\u00f3sseis. Foi poss\u00edvel recuperar, tamb\u00e9m, DNA de magn\u00f3lia f\u00f3ssil que teria 20 milh\u00f5es de anos, sendo o material praticamente id\u00eantico \u00e0 esp\u00e9cie atual. Nada de evolu\u00e7\u00e3o!\u00a0<sup>(27)<\/sup><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Completando estas informa\u00e7\u00f5es, est\u00e1 aumentando o n\u00famero de &#8220;f\u00f3sseis vivos&#8221;, o que por si j\u00e1 coloca em d\u00favida o conceito Darwiniano. Existe na Alemanha um Museu de F\u00f3sseis Vivos, o\u00a0<i>Lebendig Vorwelt<\/i>, criado e mantido pelo Dr. Joachim Scheven.<\/span><\/p>\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">PREVIS\u00d5ES DA<\/span><\/p>\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">TEORIA DA ORIGEM SUPERIOR DAS ESP\u00c9CIES:<\/span><\/p>\n<ol type=\"a\">\n<li><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Cada vez mais haver\u00e1 a comprova\u00e7\u00e3o de que, atrav\u00e9s da an\u00e1lise do material gen\u00e9tico f\u00f3ssil, ser\u00e1 estabelecida a\u00a0<u>semelhan\u00e7a<\/u>\u00a0entre o patrim\u00f4nio gen\u00e9tico das esp\u00e9cies f\u00f3sseis e o das equivalentes atuais.<\/span><\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">b. Cada vez mais ser\u00e1 poss\u00edvel analisar material gen\u00e9tico f\u00f3ssil que guardar\u00e1 similaridade com o equivalente ser vivo atual e diminuir\u00e1 drasticamente a idade de milh\u00f5es de anos atribu\u00edda pela evolu\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">c. Ser\u00e1 poss\u00edvel encontrar ossos e dentes de f\u00f3sseis que n\u00e3o foram mineralizados. Se analisarmos o Carbono 14 de tais ossos, a idade do f\u00f3ssil ser\u00e1 reduzida, e se o DNA for detectado, n\u00e3o poder\u00e1 ser superior a milhares de anos.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">d. No futuro, novos f\u00f3sseis vivos de diferentes esp\u00e9cies poder\u00e3o ser encontrados, como por exemplo, paleo-f\u00f3sseis marinhos, e outros, corroborando a\u00a0<i>Teoria da Origem Superior das Esp\u00e9cies.<\/i><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">9.\u00a0<u>A variabilidade natural \u00e9 inata, \u00e9 ampla a capacidade de varia\u00e7\u00e3o, mas limitada pelo patrim\u00f4nio gen\u00e9tico dentro de cada<\/u><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">esp\u00e9cie tronco<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Darwin come\u00e7a o seu livro tratando da\u00a0<i>&#8220;Varia\u00e7\u00e3o do Estado Dom\u00e9stico&#8221;<\/i>, como uma pedra angular no seu af\u00e3 de demonstrar o surgimento de novas esp\u00e9cies. Segundo imaginava, ocorreria a seguinte seq\u00fc\u00eancia:<\/span><\/p>\n<table border=\"1\" width=\"274\" cellspacing=\"1\" cellpadding=\"4\">\n<tbody>\n<tr>\n<td valign=\"TOP\" height=\"4\">\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Esp\u00e9cie \u00ae diferen\u00e7as individuais \u00ae variedade incipiente \u00ae variedade caracter\u00edstica (fixa) \u00ae esp\u00e9cie incipiente \u00ae nova esp\u00e9cie<\/span><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"TOP\" height=\"9\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"TOP\" height=\"5\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Mas Darwin come\u00e7a mal. Ao tentar encontrar evid\u00eancias no cruzamento de pombos a favor da sua teoria, trope\u00e7a na realidade oposta, obtendo inesperadamente o padr\u00e3o selvagem das pombas-das-rochas.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Considerou\u00a0<i>&#8220;surpreendente&#8221;<\/i>, e deu o nome de\u00a0<i>&#8220;<u>regress\u00e3o<\/u>&#8220;<\/i>\u00a0(de regredir), que \u00e9 um termo incorreto. \u00c9 apenas\u00a0<u>retorno ao padr\u00e3o selvagem<\/u>\u00a0(pombos n\u00e3o domesticados, que se reproduzem sem a interfer\u00eancia do homem).<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Tamb\u00e9m confundiu duas\u00a0<u>variedades<\/u>, as quais chamou de\u00a0<u>esp\u00e9cies<\/u>\u00a0distintas, a zebra e o quaga.\u00a0<sup>(28)<\/sup>\u00a0Este foi outro trope\u00e7\u00e3o de Darwin. Classificadas como duas esp\u00e9cies diferentes, o \u00faltimo quaga morreu em 1883, portanto h\u00e1 115 anos. Reinold Ran comparou o DNA das duas &#8220;esp\u00e9cies&#8221;, e para seu espanto, eram id\u00eanticos! Conclus\u00e3o: o quaga era da mesma esp\u00e9cie, ou apenas uma\u00a0<u>variedade<\/u>\u00a0de zebra. Se isto \u00e9 verdade, ent\u00e3o seria poss\u00edvel, a partir da zebra selvagem, criar novamente a variedade quaga.\u00a0<sup>(28)<\/sup>\u00a0Assim, do mesmo modo que ocorreu a varia\u00e7\u00e3o dirigida dos pombos, retornando ao padr\u00e3o selvagem, agora, uma varia\u00e7\u00e3o natural, casual, tamb\u00e9m fez retornar ao padr\u00e3o selvagem (zebra)! \u00c9 uma &#8220;<i>zebra<\/i>&#8221; completa na sele\u00e7\u00e3o natural como respons\u00e1vel pela produ\u00e7\u00e3o de novas esp\u00e9cies!<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Corroborando este fato, retornemos ao morcego. Se examinarmos os f\u00f3sseis, descobrimos que, desde os mais antigos, as asas eram completas. Nada de &#8220;lecego&#8221;!<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Glenn L. Jepsen, da Princenton University, encontrou em Wyoming, EUA, um morcego f\u00f3ssil que teria 60 milh\u00f5es de anos, praticamente id\u00eantico aos existentes hoje, com todo o moderno equipamento de auto-localiza\u00e7\u00e3o, e isto ANTES que a classe dos mam\u00edferos surgisse segundo as id\u00e9ias evolucionistas)&#8230;\u00a0<sup>(29)\u00a0<\/sup>Jepson demorou trinta e tr\u00eas anos para publicar o achado, com medo das retalia\u00e7\u00f5es das patrulhas evolucionistas &#8230;<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Completando a discuss\u00e3o, n\u00e3o vamos nem<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">falar da &#8220;lei&#8221; do uso e desuso proposta por Darwin, pois \u00e9 totalmente falsa, e rejeitada completamente. \u00c9 um conceito anticient\u00edfico, sustentado pelo autor da Origem das Esp\u00e9cies.<\/span><\/p>\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Corrigindo Darwin<\/span><\/p>\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">N\u00e3o \u00e9 uma &#8220;\u00e1rvore da vida&#8221;; \u00e9 uma &#8220;floresta da vida&#8221;<\/span><\/p>\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">N\u00e3o \u00e9 regress\u00e3o; \u00e9 retorno ao padr\u00e3o selvagem.<\/span><\/p>\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">N\u00e3o \u00e9 nova esp\u00e9cie; \u00e9 variedade.<\/span><\/p>\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">A &#8220;lei&#8221; do uso e desuso \u00e9 falsa e totalmente anticient\u00edfica.<\/span><\/p>\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">&#8220;ENCOLHI O REBANHO&#8221;<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">S\u00e3o comuns os relatos de experi\u00eancias gen\u00e9ticas visando a aumentar ou diminuir o tamanho de animais ou plantas. Curiosamente, sempre nessas experi\u00eancias n\u00e3o se alega que s\u00e3o assim criadas &#8220;novas esp\u00e9cies&#8221;. De fato, pela sele\u00e7\u00e3o artificial, pesquisadores t\u00eam efetuado manipula\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas utilizando sempre material gen\u00e9tico previamente dispon\u00edvel, sem &#8220;criar&#8221; algo mais que venha a constituir uma &#8220;nova esp\u00e9cie&#8221;.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">\u00c9 bastante conhecido o caso das plantas-miniaturas que jardineiros japoneses t\u00eam conseguido para decorar ambientes, e tamb\u00e9m de vegetais-gigantes, como rabanetes e repolhos, estes obtidos com a utiliza\u00e7\u00e3o da\u00a0<i>giberelina<\/i>, horm\u00f4nio vegetal isolado por bot\u00e2nicos tamb\u00e9m no Jap\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">H\u00e1 algum tempo atr\u00e1s, a imprensa noticiou experi\u00eancias conduzidas no Brasil com vistas \u00e0 redu\u00e7\u00e3o do tamanho de animais dom\u00e9sticos, feitas pelo fazendeiro Dario Fagundes Filho, juntamente com o veterin\u00e1rio Raul Nolasque, em Uberl\u00e2ndia. A revista ISTO\u00c9, de 7 de maio de 1997 destacou este fato, em artigo com o t\u00edtulo em ep\u00edgrafe. Dele transcrevemos alguns trechos ilustrativos, a seguir:<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">&#8220;Iniciamos os trabalhos fazendo cruzamentos entre vacas de porte pequeno e que tinham um grande potencial leiteiro&#8221;, conta o pecuarista. Primeiro, misturaram esp\u00e9cies de um gado antigo do cerrado mineiro que j\u00e1 apresentava tamanho reduzido. Depois, recorreram a uma ra\u00e7a indiana, a Buganor, com incr\u00edvel capacidade leiteira. O resultado foi excepcional. Os animaizinhos consomem em ra\u00e7\u00e3o somente 30% do necess\u00e1rio a uma vaca normal (que mede 1,50 m) e produzem oito litros de leite por dia, contra os 2,5 litros da m\u00e9dia nacional. &#8230; Com o conhecimento adquirido, Fagundes partiu para os p\u00f4neis. Aproveitou trabalhos preliminares de criadores argentinos e americanos e concebeu um minip\u00f4nei de 70 cm. Depois, foi a vez de um jumento. Sua equipe adquiriu uma ra\u00e7a antiga do sert\u00e3o baiano conhecida como cabe\u00e7a-de-martelo. Cruzaram os menores esp\u00e9cimes e criaram o jumentinho. &#8220;A\u00ed, pegamos o jumentinho e misturamos com o minip\u00f4nei. Surgiu o miniburro, de 50 cm, que \u00e9 usado para tra\u00e7\u00e3o&#8221;, conta o inventor. Para completar a minifazenda, faltavam os porcos, as cabras e as galinhas. Ap\u00f3s muita procura, Fagundes conseguiu um porquinho caipira de Goi\u00e1s e cruzou com um animal pequeno da pr\u00f3pria fazenda. Nasceu o porco-udi, de 15 cm. As cabras e as galinhas obedeceram ao mesmo processo de redu\u00e7\u00e3o.&#8221;<\/span><\/p>\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Fagundes e suas miniaturas s\u00e3o mostrados na figura abaixo.<\/span><\/p>\n<p align=\"CENTER\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-840\" src=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/Fc61_p32.jpg\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"117\" \/><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">As experi\u00eancias de Fagundes refor\u00e7am a suposi\u00e7\u00e3o do t\u00f3pico 3 do artigo do Prof. Roberto C. Azevedo, de que, partindo de esp\u00e9cies b\u00e1sicas com maior complexidade, padr\u00e3o gen\u00e9tico pleno, potencial vital e tamanho maior que as esp\u00e9cies atuais, elas poderiam perder parte dos mesmos num per\u00edodo de tempo de milhares de anos, de forma que este processo acelerado e desgastante \u00e9 uma evid\u00eancia indireta de que o patrim\u00f4nio gen\u00e9tico era mais complexo, pleno e amplo para suportar o processo.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Esta \u00e9 a primeira parte de um artigo que continua com mais duas partes \u2013 &#8220;A Origem Diluviana dos F\u00f3sseis&#8221; e a &#8220;Origem Superior do Homem&#8221;. A Folha Criacionista espera continuar a publicar nos seus pr\u00f3ximos n\u00fameros as outras partes deste artigo.\u00a0Seguem trechos selecionados do referido artigo. 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