{"id":837,"date":"1999-09-24T11:17:52","date_gmt":"1999-09-24T14:17:52","guid":{"rendered":"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/?p=837"},"modified":"2022-10-27T00:18:09","modified_gmt":"2022-10-27T03:18:09","slug":"o-equilibrio-universal-e-o-criacionismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/revistas-conteudo\/folha-61\/o-equilibrio-universal-e-o-criacionismo\/","title":{"rendered":"O EQUIL\u00cdBRIO UNIVERSAL E O CRIACIONISMO"},"content":{"rendered":"<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Este artigo foi escrito pelo Dr. Ayalon a pedido dos Editores, dados os seus estudos sobre o assunto que permitiram torn\u00e1-lo um &#8220;expert&#8221; na cr\u00edtica dos esquemas evolucionistas utilizados na Cosmologia e na Cosmogonia. Seguem trechos selecionados do artigo em quest\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p align=\"CENTER\">\n<p align=\"CENTER\"><b><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Introdu\u00e7\u00e3o<\/span><\/b><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">G\u00eanesis registra que, pelo mais perfeito sistema de controle de qualidade, a obra da cria\u00e7\u00e3o foi certificada como sendo &#8220;<u>muito boa<\/u>&#8221; ( G\u00eanesis 1:31). Paulo usa a palavra grega\u00a0<u>kalos<\/u>\u00a0(Primeira Ep\u00edstola a Tim\u00f3teo, 4:4) para se referir \u00e0 qualidade dos objetos e seres criados, e que no Grego pode ser conceituada como &#8220;inerentemente boa sem necessariamente ser benevolente; balan\u00e7o, proposi\u00e7\u00e3o&#8221; (Spiros Zodhiates) \u2013 o\u00a0<u>bom<\/u>\u00a0ligado \u00e0 beleza e \u00e0 harmonia que se pode sentir no balanceamento, e alcan\u00e7a a id\u00e9ia de\u00a0<u>equil\u00edbrio<\/u>\u00a0&#8211; aspecto fundamental de um Universo muito bom. Como obra do Criador, nele Deus colocou Ordem e Harmonia num quadro de Grandeza, Energia e Beleza em graus extremos. Uma outra id\u00e9ia impl\u00edcita \u00e9 &#8220;<u>acabamento<\/u>&#8221; (<u>completeness<\/u>\u00a0em Ingl\u00eas) que pode ser entendida como &#8220;<u>perfei\u00e7\u00e3o<\/u>&#8220;, contrapondo-se a &#8220;<u>evolu\u00e7\u00e3o<\/u>&#8220;, que seria algo em constru\u00e7\u00e3o. Na verdade, observe-se que h\u00e1 certo grau de aparente<u>\u00a0entropia<\/u>, o que contraria tamb\u00e9m a hip\u00f3tese evolucionista, Resumindo, \u00e9 de se considerar a tese de Hermann Schneider (de Heidelberg) sobre &#8220;<u>uma origem j\u00e1 devidamente estruturada<\/u>&#8221; do Universo.<\/span><\/p>\n<p align=\"CENTER\">\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Tr\u00eas Conceitos Sobre a Situa\u00e7\u00e3o do Universo<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Os atuais conceitos b\u00e1sicos sobre o estado (e destino) do Universo s\u00e3o:<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol>\n<li style=\"list-style-type: none;\">\n<ol>\n<li style=\"list-style-type: none;\">\n<ol>\n<li><i><span style=\"font-family: verdana,arial;\">fechado<\/span><\/i><span style=\"font-family: verdana,arial;\">,<\/span><\/li>\n<\/ol>\n<\/li>\n<\/ol>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol>\n<li style=\"list-style-type: none;\">\n<ol>\n<li style=\"list-style-type: none;\">\n<ol>\n<li><i><span style=\"font-family: verdana,arial;\">aberto<\/span><\/i><span style=\"font-family: verdana,arial;\">, e<\/span><\/li>\n<\/ol>\n<\/li>\n<\/ol>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol>\n<li style=\"list-style-type: none;\">\n<ol>\n<li><i><span style=\"font-family: verdana,arial;\">plano<\/span><\/i><span style=\"font-family: verdana,arial;\">\u00a0ou em equil\u00edbrio.<\/span><\/li>\n<\/ol>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Fred C. Adams (Universidade de Michigan) e Gregory Laughlin (Universidade da Calif\u00f3rnia, em Berkeley) resumem: &#8220;<i>Um Universo fechado \u00e9 destinado ao colapso sobre si mesmo. Um Universo aberto se expandir\u00e1 sempre. Um Universo plano oscila entre aqueles<\/i>&#8221; embora com algumas variantes.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">As possibilidades dependem da densidade geral, um valor chamado de W\u00a0<sub>o<\/sub>\u00a0(\u00f4mega-zero). Um Universo plano \u00e9 aquele em\u00a0<u>perfeito equil\u00edbrio<\/u>\u00a0e define-se por W\u00a0<sub>o\u00a0<\/sub>= 1 (densidade igual a 1). Se W\u00a0<sub>o<\/sub>\u00a0fosse maior que 1, mesmo que por muito pouco, o Universo conteria tanta massa\/energia que sua auto-gravita\u00e7\u00e3o impediria a expans\u00e3o (residual do &#8220;Big-Bang&#8221;) e puxaria tudo de volta a um &#8220;<u>Big-Crunch<\/u>&#8220;. Se W\u00a0<sub>o<\/sub>\u00a0fosse menor que 1, o Universo se expandiria &#8220;<i>mais r\u00e1pido que sua velocidade de escape, e continuaria se afastando sempre<\/i>&#8221; em todas as suas partes.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Embora alguns estudos cheguem a apontar para W\u00a0<sub>o<\/sub>\u00a0o valor 0,2 ou 0,3, &#8220;<i>muitos te\u00f3ricos aceitam um valor exatamente igual a 1<\/i>&#8220;. Tal posi\u00e7\u00e3o parece combinar com a que emana das Escrituras Sagradas. Excluindo-se de considera\u00e7\u00e3o a hip\u00f3tese W\u00a0<sub>o<\/sub>\u00a0&gt; 1, que caracteriza um Universo fechado, lembre-se que a hip\u00f3tese de W\u00a0<sub>o<\/sub>\u00a0&lt; 1, um Universo aberto, est\u00e1 ligada ao &#8220;Big-Bang&#8221;, uma das suposi\u00e7\u00f5es evolucionistas, com todas as suas deriva\u00e7\u00f5es, como &#8220;infla\u00e7\u00e3o&#8221; (Guth), ou &#8220;<i>steady state<\/i>&#8221; (Burbidge), e dos par\u00e2metros derivados: a &#8220;Constante de Hubble&#8221; e a &#8220;Radia\u00e7\u00e3o C\u00f3smica de Fundo&#8221;, os dois\u00a0<i><u>fundamentos da chamada &#8220;grande explos\u00e3o<\/u>&#8220;<\/i>.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Portanto, s\u00f3 resta ao criacionista, W\u00a0<sub>o\u00a0<\/sub>= 1, o que est\u00e1 de acordo com as promessas do Criador &#8211; nossas esperan\u00e7as!<\/span><\/p>\n<p align=\"CENTER\">\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Mat\u00e9ria Faltante?<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Seria um problema real para o caso de W\u00a0<sub>o\u00a0<\/sub>= 1 a suposta falta de mat\u00e9ria? Aparentemente n\u00e3o! A densidade inferior a 1 estimada pelos partid\u00e1rios da expans\u00e3o, atingindo o valor 0,1 ou at\u00e9 mesmo menor, \u00e9 uma decorr\u00eancia da hip\u00f3tese do &#8220;Big-Bang&#8221;, pois as massas ent\u00e3o se estariam separando, em velocidades sempre maiores, quanto mais distantes estivessem: \u00e9 o valor H<sub>o<\/sub>\u00a0da Constante de Hubble. Mas essa &#8220;constante&#8221; tem-se demonstrado\u00a0<i>n\u00e3o efetiva<\/i>\u00a0no Universo, como se pode verificar na literatura especializada:<\/span><\/p>\n<p><dir><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">a) No emprego do &#8220;<i>princ\u00edpio variacional<\/i>&#8220;, R. Brendt Tully procura mostrar a enorme varia\u00e7\u00e3o de H<sub>o<\/sub>, evidenciando assim a\u00a0<i><u>inconst\u00e2ncia da constante de Hubble<\/u>,<\/i>\u00a0no espa\u00e7o;<\/span><\/p>\n<p><\/dir><\/p>\n<ol start=\"2\" type=\"a\">\n<li><span style=\"font-family: verdana,arial;\">A constante de Hubble relaciona-se ao\u00a0<i>problema do achatamento,<\/i>\u00a0que exige um controle estrito da densidade de massa nos instantes iniciais do &#8220;Big-Bang&#8221;, pois, se o desvio relativo da densidade da massa cr\u00edtica variasse de 10<sup>\u00a0-49<\/sup>\u00a0, nos 10\u00a0<sup>-35<\/sup>\u00a0segundos iniciais, isso: levaria ao\u00a0<u><i>recolapso<\/i><\/u>, ap\u00f3s curto intervalo de tempo, mesmo que a varia\u00e7\u00e3o fosse somente ligeiramente\u00a0<i>maior<\/i>; tornaria a forma\u00e7\u00e3o das gal\u00e1xias ainda mais\u00a0<u><i>improv\u00e1vel<\/i><\/u>, se a varia\u00e7\u00e3o fosse levemente\u00a0<i>menor<\/i>\u00a0(Schneider, j\u00e1 citado).<\/span><\/li>\n<\/ol>\n<p><dir><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">c) O conceito da\u00a0<i>constante cosmol\u00f3gica, que<\/i>\u00a0<i>n\u00e3o tem qualquer base experimental, remonta a Einstein, que a considerava &#8220;a maior\u00a0<u>asneira<\/u>\u00a0de sua vida&#8221;<\/i>\u00a0(idem);<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">d) Com a introdu\u00e7\u00e3o do &#8220;modelo inflacion\u00e1rio&#8221; (Guth), pareceu mais plaus\u00edvel o modelo padr\u00e3o do &#8220;Big Bang&#8221;, embora contendo mais de vinte par\u00e2metros independentes, resultado de intensas especula\u00e7\u00f5es denominadas &#8220;<i>grandes teorias unificadas<\/i>&#8220;, e que fazem predi\u00e7\u00f5es (nenhuma delas verificada) sobre:<\/span><\/p>\n<p><\/dir><\/p>\n<ul>\n<li style=\"list-style-type: none;\">\n<ul>\n<li><span style=\"font-family: verdana,arial;\">a\u00a0<i>degrada\u00e7\u00e3o do pr\u00f3ton;<\/i><\/span><\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li><span style=\"font-family: verdana,arial;\">a exist\u00eancia de\u00a0<i>monopolos magn\u00e9ticos<\/i>\u00a0com massas significativamente maiores que as do pr\u00f3ton; e<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li><i><span style=\"font-family: verdana,arial;\">neutrinos<\/span><\/i><span style=\"font-family: verdana,arial;\">\u00a0com massa em repouso n\u00e3o tendente a zero (ibidem);<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<p><dir><i><\/i><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><i><\/i><span style=\"font-family: verdana,arial;\">e) A &#8220;<i>gravidade qu\u00e2ntica&#8221;<\/i>, baseada em suposi\u00e7\u00f5es contradit\u00f3rias, \u00e9 assim &#8220;<i>uma teoria inexistente<\/i>&#8220;, n\u00e3o podendo portanto apoiar a constante de Hubble;<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">f) O abandono geral da\u00a0<i>constante de Hubble ideol\u00f3gica,<\/i>\u00a0uma das hip\u00f3teses b\u00e1sicas do &#8220;Big-Bang&#8221;, e at\u00e9 certo momento, das Origens, segundo o evolucionismo, trocada ultimamente por outros par\u00e2metros, estes sim\u00a0<i>f\u00edsicos\u00a0<\/i>(Cooray, Chincarini, Tully, etc.).<\/span><\/p>\n<p><\/dir><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">A procura intensa de outros par\u00e2metros e &#8220;<i>lanternas<\/i>&#8221; demonstra a inseguran\u00e7a geral dos cientistas com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 constante de Hubble. Conseq\u00fcentemente, a id\u00e9ia da expans\u00e3o do Universo e portanto da\u00a0<i>mat\u00e9ria faltante<\/i>, n\u00e3o subsiste. E a especula\u00e7\u00e3o sobre a &#8220;<i>mat\u00e9ria escura<\/i>&#8221; se n\u00e3o evidencia a exist\u00eancia de toda ou de parte da mat\u00e9ria faltante, pelo menos gera a desconfian\u00e7a na tal\u00a0<i>expans\u00e3o<\/i>.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">A Busca da Mat\u00e9ria Escura<\/span><\/p>\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">As Corre\u00e7\u00f5es de Massas e as Lentes Gravitacionais<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Universo em Equilibrio desde a Cria\u00e7\u00e3o<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">A tend\u00eancia das \u00faltimas observa\u00e7\u00f5es fazem ter-se seguran\u00e7a quanto ao Universo em equil\u00edbrio, e pesquisas mostram que a inseguran\u00e7a gerada pelas suposi\u00e7\u00f5es do &#8220;Big-Bang&#8221; logo se transformar\u00e3o em lembran\u00e7as apenas. Uma incurs\u00e3o pelas mais recentes pesquisas fundamentar\u00e1 as considera\u00e7\u00f5es.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Em estudo atual da evolu\u00e7\u00e3o qu\u00edmica de gal\u00e1xias an\u00e3s irregulares e de compactas azuis (BCGs), Fields &amp; Olive (Universidade de Minnesota) levantaram muitas d\u00favidas sobre a nucleoss\u00edntese do &#8220;Big-Bang&#8221;. Segundo eles, muitos modelos indicam que, nas BCGs, a forma\u00e7\u00e3o de estrelas deve ocorrer em explos\u00f5es estoc\u00e1sticas, &#8220;<i>a menos que os sistemas sejam muito jovens&#8221;<\/i>. Examinam a suposta interfer\u00eancia de supernovas (Lequeux et al., 1979; Matteucci &amp; Chiose, 1983; Carigi et al., 1985; Della Ceca, Griffiths &amp; Heckman, 1997; Skilman &amp; Beriger, 1996) e mais recentemente da\u00a0<i>mat\u00e9ria escura<\/i>\u00a0(Bradamante, Matteucci, D&#8217;Ercol, Olive, Steigman &amp; Walker, 1991), encontrando que a presen\u00e7a de H\u00e9lio primordial, &#8220;<i>difere consistentemente&#8221;,<\/i>\u00a0e assim &#8220;<i>sugerem a necessidade de reexaminar a propriedade dos ajustes lineares no contexto dos modelos detalhados de evolu\u00e7\u00e3o qu\u00edmica<\/i>&#8221; devido \u00e0s &#8220;<i>incertezas da nucleoss\u00edntese<\/i>&#8220;. Eles acham evid\u00eancia adicional de que<i>\u00a0&#8220;o cora\u00e7\u00e3o do problema do baixo n\u00edvel de H\u00e9lio jaz nas estrelas mesm<\/i>o&#8221;. (\u00canfase do Autor). Esta situa\u00e7\u00e3o \u00e9 t\u00e3o importante que p\u00f5e em d\u00favida toda a estrutura da Astronomia, infelizmente baseada em muitos pressupostos evolucionistas (Constante de Hubble + Radia\u00e7\u00e3o C\u00f3smica de Fundo = &#8220;Big &#8211; Bang&#8221;, e outros: Seq\u00fc\u00eancia de Hertzsprung-Russel, Buracos Negros, Forma\u00e7\u00e3o Estelar, etc.).<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">D\u00favidas sobre as intera\u00e7\u00f5es e conseq\u00fcentemente sobre altera\u00e7\u00f5es na morfologia ao n\u00edvel das gal\u00e1xias se encontram na literatura citada a seguir:<\/span><\/p>\n<ul>\n<li><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Zavatti, F. el al. (Bolonha) estudaram, a morfologia das gal\u00e1xias dos Grupos Compactos de Hickson e, ap\u00f3s idas e voltas, supresas e discrep\u00e2ncias, conclu\u00edram que a tend\u00eancia observada de haver mais el\u00edpticas no centro, &#8220;<i>contradiz o fato<\/i>\u00a0(\u00e9 mesmo real?)\u00a0<i>de que o pux\u00e3o gravitacional partindo do centro do grupo distorceria as gal\u00e1xias mais fortemente do que se estivesse na periferia ..&#8221;.<\/i>\u00a0o que, &#8220;<u><i>se verdadeiro, trar\u00e1 s\u00e9rias d\u00favidas sobre a possibilidade de estudar a evolu\u00e7\u00e3o gal\u00e1tica pelo comportamento de sua elipsidade<\/i><\/u>, &#8230; e ainda pior para os evolucionistas, &#8220;<i><u>esta d\u00favida \u00e9 fortalecida pelo fato que &#8230; &#8220;a elipsidade parece depender tamb\u00e9m da dist\u00e2ncia do grupo a n\u00f3s<\/u>\u00a0&#8230;<\/i>&#8221; na Terra. (\u00canfase do Autor).<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Kelm &amp; Palumbo (Bolonha), que trabalham sobre os mesmos Grupos Compactos de Hickson (HCGs) e gal\u00e1xias markarianas (Seyferts) observam que &#8220;<i>entretanto,\u00a0<u>se as fus\u00f5es produzem gal\u00e1xias E (el\u00edpticas)<\/u>\u00a0como geralmente afirmado (Toorme &amp; Toomre 1972, Barnes 1989)\u00a0<u>seria de esperar uma mais eIevada fra\u00e7\u00e3o de E sobre S<\/u>\u00a0(spirals = espirais) entre as gal\u00e1xias mais brilhantes e mais azuis nos HCGs.\u00a0<u>Tal evid\u00eancia n\u00e3o foi encontrada<\/u>. Pelo contr\u00e1rio, as el\u00edpticas mais azuis s\u00e3o as mais p\u00e1lidas (Zepf et al., 1991) e o n\u00famero de el\u00edpticas &#8220;caixa&#8221; (&#8220;boxy ellipticals&#8221;, cuja morfologia \u00e9 considerada uma prova de recentes fus\u00f5es), \u00e9 mais baixo nos HCGs que noutros ambientes (Dettoni &amp; Fasono, 1993). Mais ainda, mesmo que as mais luminosas gal\u00e1xias sejam el\u00edpticas, a fra\u00e7\u00e3o de espirais no primeiro escal\u00e3o \u00e9 t\u00e3o alta, quanto mais de 50%,\u00a0<u>indicando que as fus\u00f5es s\u00e3o raras e preservam o tipo morfol\u00f3gico<\/u>\u00a0(Mendes de Oliveira, 1992)<\/i>&#8220;. &#8220;<i>As espirais barradas s\u00e3o \u00e0s vezes associadas com intera\u00e7\u00f5es e fortalecimento da taxa de forma\u00e7\u00e3o de estrelas porque a barra \u00e9 um instrumento de transporte dos gases da regi\u00f5es externas para as internas duma gal\u00e1xia. Entretanto\u00a0<u>n\u00e3o se achou evid\u00eancia observacional de alguma diferen\u00e7a entre espirais com ou sem barra, pois as cores \u00f3ticas e espectros infra-vermelhos caracter\u00edsticos das espirais barradas e n\u00e3o barradas s\u00e3o similares &#8230;<\/u><\/i><u>\u00a0<i>e assim os dados atualmente dispon\u00edveis mostram que a presen\u00e7a ou aus\u00eancia da barra nas espirais dos HCGs n\u00e3o fazem diferen\u00e7a nos par\u00e2metros costumeiramente associados \u00e0 idade e \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de estrelas<\/i><\/u>&#8220;. (\u00canfase do Autor).<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<p><dir><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">&#8220;<i>O estudo da distribui\u00e7\u00e3o das gal\u00e1xias t\u00edpicas com 150 mil anos-luz de di\u00e2metro e massa de 100 bilh\u00f5es de s\u00f3is mostra que est\u00e3o situadas a dist\u00e2ncias m\u00e9dias de 10 milh\u00f5es de anos-luz. Com a velocidade de deslocamento de algumas centenas de km\/s,\u00a0<u>a probabilidade de um choque entre gal\u00e1xias \u00e9 de 1 em 10 bilh\u00f5es de anos<\/u>. No caso de gal\u00e1xias\u00a0<u>no interior de um aglomerado, por se encontrarem mais pr\u00f3ximas, com dist\u00e2ncias m\u00e9dias de 1,6 milh\u00f5es de anos-luz, a possibilidade de colis\u00e3o seria de 1 a cada 15 milh\u00f5es de anos<\/u><\/i>&#8221; (Mour\u00e3o).<\/span><\/p>\n<p><\/dir><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">A gal\u00e1xia Cartwheel foi alvo de pesquisa do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble (Goodwin, pp. 90-93) que n\u00e3o encontrou base para a suposi\u00e7\u00e3o de uma passagem ou colis\u00e3o:<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li><i><span style=\"font-family: verdana,arial;\">&#8220;H\u00e1 somenle duas gal\u00e1xias perto da Cartwheel e suficientemente pr\u00f3ximas para que pudessem recentemente t\u00ea-la atravessado e ocasionado uma onda de choque que viajasse atrav\u00e9s da gal\u00e1xia. Mas estas s\u00e3o de longe menores, e se apresentam algo misteriosas aos astr\u00f4nomos. Nenhuma tem a exata apar\u00eancia que se esperaria, se houvessem h\u00e1 pouco passado pelo meio de uma gal\u00e1xia muitas vezes maior.<\/span><\/i><\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li><span style=\"font-family: verdana,arial;\">&#8220;A Gal\u00e1xia de cima se apresenta normal e n\u00e3o perturbada. Se ela houvesse recentemente cruzado a Cartwheel, a expectativa seria de ter uma apar\u00eancia irregular devido ao material que lhe teria arrancado o pux\u00e3o gravitacional de uma gal\u00e1xia muito maior.<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li><span style=\"font-family: verdana,arial;\">&#8220;A Gal\u00e1xia inferior aparece como se tivesse sido perturbada por um cruzamento fechado. Mostrar-se-ia assim \u00f3bvia candidata, exceto que ela ainda possui g\u00e1s que se calcularia haver sido retirado por uma passagem pela Gal\u00e1xia Cartwheel. Este g\u00e1s n\u00e3o pode ser visto, mas a cor azul reinante na gal\u00e1xia mostra que h\u00e1 uma quantidade de jovens estrelas dentro dela, e que n\u00e3o se teriam formado se n\u00e3o houvesse g\u00e1s na mesma&#8221;.<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">S\u00e3o contradi\u00e7\u00f5es do determinismo na Astronomia. Quem vir a imagem da Cartwheel tomada pelo telesc\u00f3pio espacial exclamar\u00e1: &#8220;Que coisa linda!&#8221;.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">W. A. Harutyunian, da equipe de astrof\u00edsicos de Biuracan, Arm\u00eania, lembra que &#8220;<i>a possibilidade de interpretar o desvio para o vermelho dos quasares por um mecanismo n\u00e3o-Doppler foi discutida por bastante tempo. Uma grande parte desse trabalho tem visado justificar o conceito que afirma serem os quasares objetos locais, ligados fisicamente a gal\u00e1xias vizinhas&#8221;. &#8220;\u00c9 bem claro que a localiza\u00e7\u00e3o dos quasares no Universo \u00e9 excepcionalmente importante para a escolha de um modelo cosmol\u00f3gico para o Universo<\/i>&#8221; (seria cosmog\u00f4nico). &#8220;<i>Os modelos cosmol\u00f3gicos (<\/i>idem<i>) mais conhecidos, no presente, s\u00e3o aqueles associados de uma ou outra maneira \u00e0 id\u00e9ia do \u2018Big-Bang\u2019<\/i>.&#8221; Por outro lado, &#8220;<i>\u00e0 luz de dados observacionais novos,\u00a0<u>a id\u00e9ia fundametnal do \u2018Big-Bang\u2019 est\u00e1 se tornando cada vez mais vulner\u00e1vel<\/u><\/i>&#8220;.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Em seguida, o Autor se refere a Burbidge (Astron. Astrophysics, 309, 9, 1996) que \u00e9 favor\u00e1vel \u00e0 cria\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria, ainda que n\u00e3o por um Criador e que &#8220;<i>rejeita o conceito anterior de serem os quasares exclusivamente locais<\/i>&#8220;. Menciona o Autor a necessidade de mais pesquisa, e que &#8220;<i>a id\u00e9ia geral do \u2018Big-Bang\u2019 \u00e9 naturalmente, uma extrapola\u00e7\u00e3o trivial\u00edssima do fen\u00f4meno de recess\u00e3o das gal\u00e1xias<\/i>&#8221; (c\u00edrculo vicioso).<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Conclus\u00f5es<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Adam Reiss, hoje na Universidade da Calif\u00f3rnia, em Berkeley, citado por Ann Finkbeiner, diz que as suposi\u00e7\u00f5es diferentes de Universo em equil\u00edbrio s\u00e3o\u00a0<u>n\u00e3o-f\u00edsicas<\/u>.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Battaner &amp; Florido encontram\u00a0<u>ordem<\/u>\u00a0na imensid\u00e3o:<\/span><\/p>\n<ul>\n<li><span style=\"font-family: verdana,arial;\">&#8220;<i>Uma regularidade consider\u00e1vel est\u00e1 agora se tornando evidente<\/i>&#8220;. &#8220;<i>Assim, a distribui\u00e7\u00e3o dos superaglomerados na vizinhanqa do Superaglomerado Local apresenta t\u00e3o not\u00e1vel periodicidade que alguma esp\u00e9cie de rede poderia dar forma \u00e0 estrutura de grande escala que se observa<\/i>&#8220;;<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Na pr\u00e1tica,\u00a0<u>o plano do Aglomerado Local coincide com o Plano Fundamental<\/u>. &#8220;<i>H\u00e1 um\u00a0<u>not\u00e1vel alinhamento<\/u>\u00a0cruzando Draco, Ursa Maior, Leo, H\u00e9rcules e o Grande Atrator, e uma longa cadeia de aglomerados menores terminando em Tucana. Outra dire\u00e7\u00e3o fundamental perpendicular a essa, \u00e9 igualmente f\u00e1cil de identificar na linha que liga a alongada Concentra\u00e7\u00e3o de Shapley, H\u00e9rcules, o Grande Atrator e Perseus-Pegasus<\/i>&#8220;;<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li><span style=\"font-family: verdana,arial;\">E procuram mostrar que, apesar das grandes concentra\u00e7\u00f5es em Pisces-Cetus que podem deformar a rede, (bem identific\u00e1veis),\u00a0<u>as regularidades e periodicidades parecem estar de acordo com o plano tridimensional de uma &#8220;caixa de ovos<\/u>&#8220;.<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Chincarini, em estudo j\u00e1 citado (p. 291), refere-se a um &#8220;criador imagin\u00e1rio&#8221; (&#8220;imaginary maker&#8221;) que orientaria as decis\u00f5es e os atos sobre a morfologia das gal\u00e1xias, popula\u00e7\u00e3o, etc.( isto porque h\u00e1 sabedoria divina, na decis\u00e3o &#8220;<i>sobre cada gal\u00e1xia quanto a forma e densidade<\/i>&#8220;), e ent\u00e3o lembra que &#8220;<i>a morfologia \u00e9 um par\u00e2metro fundamental<\/i>\u00a0(Burstein 1994)\u00a0<i>na defini\u00e7\u00e3o do Plano Fundamental<\/i>&#8220;, sem indicar qualquer d\u00favida sobre sua aplica\u00e7\u00e3o no Universo.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">As cita\u00e7\u00f5es acima, entre outras, mostram que o Universo n\u00e3o somente est\u00e1 em equilibrio mas que h\u00e1 ordem e projeto no Universo. N\u00e3o se constatando as grandes altera\u00e7\u00f5es postuladas pelo castastrofismo evolucionista, tem-se um Universo que nasceu estruturado.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas<\/span><\/p>\n<ol>\n<li><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Adams F. C. &amp; G. Laughlin,\u00a0<i>Sky &amp; Telescope<\/i>, agosto, pp. 32-33.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Chincarini, Guido,\u00a0<i>Astro Lett and Communications<\/i>, 1995, vol. 31, pp. 285-297.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Cooray, Asantha R.,\u00a0<i>Astronomy &amp; Astrophysics,<\/i>\u00a0339,623-628. 1998.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Fields, B. &amp; Keith A. Olive,\u00a0<i>The Astrophysical Journal<\/i>. outubro 10, 1998, 506:177-190.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Finkbeiner, Ann K.\u00a0<i>Sky &amp; Telescope<\/i>, setembro 1998, pp. 38-45.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Goodwin, Simon.\u00a0<u>Hubble&#8217;s Universe, A Portrait of Our Cosmos<\/u>, 1996, Viking Penguin. N.Y.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Gross, A. K. et al.,\u00a0<i>MNRAS<\/i>\u00a0301: 81-94, (1998).<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Harutyunian, H. A.\u00a0<i>Astrophysics<\/i>, vol. 41, n\u00ba 2, 1998, abril-junho, pp. 139-149.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Hu, Wayne,\u00a0<i>The Astrophysical Journal<\/i>, 506, 485-494, outubro 20, 1998.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Kelm, B. &amp; G. C. Palumbo,\u00a0<i>Astro Lett and Communications,<\/i>\u00a01995. vol. 31, pp. 329-335.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Mechler, Gary,\u00a0<u>Galaxies &amp; Other Deep Sky Objects<\/u>, A Knopf, N.Y., 1996.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Mour\u00e3o, R. R. de F.,\u00a0<u>Buracos Negros &#8211; Universo em Colapso<\/u>. 6\u00aa ed., Vozes, Petr\u00f3polis, 1997, pp. 97-101.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Pizagno, J. &amp; H.W. Rix\u00a0<i>The Astronomical Journal<\/i>, 116:2191 &#8211; 2195, novembro, 1998.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Schneider, H.\u00a0<i>Folha Criacionista<\/i>, n\u00ba 38, mar\u00e7o, 1988.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Tully, R. Brendt et al.,\u00a0<i>Astro Lett and Communications,<\/i>\u00a01995, vol. 31, pp. 329-335.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-family: verdana,arial;\">White, Martin.\u00a0<i>The Astrophysical Journal<\/i>, outubro, 20, 1998, 506:495-501.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Wu, X. , et al.,\u00a0<i>MNRAS\u00a0<\/i>301:861-871, (1998).<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Zavatti, F. et .al.,\u00a0<i>Astro Lett and Communications<\/i>, 1995, vol. 31, pp. 317-319.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Zodhiates, Spiros.\u00a0<u>The Hebrew-Greek Key Study Bible<\/u>, NASB.<\/span><\/li>\n<\/ol>\n<p align=\"CENTER\">\n<p align=\"CENTER\">\n<p align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">QUEM INVENTOU O TELESC\u00d3PIO?<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Em nossa Nota Editorial sobre &#8220;O Microsc\u00f3pio e as C\u00e9lulas&#8221;, publicada na Folha Criacionista n\u00famero 58, de mar\u00e7o de 1998, destacamos que haviam sido encontrados em ru\u00ednas de cidades ass\u00edrias, como N\u00ednive, artefatos em forma de lente plano-convexa, de modo que, tamb\u00e9m pela extrema precis\u00e3o dos registros astron\u00f4micos encontrados nos tabletes de argila descobertos na Mesopot\u00e2mia, se poderia inferir que lunetas teriam sido utilizadas na mais remota antig\u00fcidade para a observa\u00e7\u00e3o astron\u00f4mica.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">A respeito deste assunto, o peri\u00f3dico &#8220;The Biblical Astronomer&#8221;, em seu n\u00famero 89, volume 9, do ver\u00e3o de 1999, trouxe importante not\u00edcia sobre a publica\u00e7\u00e3o de um livro intitulado &#8220;<i>La Scrittura Celeste<\/i>&#8220;, de autoria do Professor Giovanni Pettinato, docente de Assiriologia na Universidade italiana &#8220;La Sapienza&#8221;, em Roma. Neste livro, o Professor Pettinato declara que realmente foram os ass\u00edrios os inventores do telesc\u00f3pio. Esta sua declara\u00e7\u00e3o baseia-se em artefatos hoje guardados no Museu Brit\u00e2nico, e que incluem uma lente encontrada em 1850, em N\u00ednive, pelo arque\u00f3logo brit\u00e2nico Professor A. H. Layard.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">O Professor Layard foi talvez o maior arque\u00f3logo do s\u00e9culo XIX, se n\u00e3o de todos os tempos. Destacou-se ele por ter usado a B\u00edblia para a descoberta dos s\u00edtios arqueol\u00f3gicos que explorou. Este seu m\u00e9todo deixou embara\u00e7ados os ateus seus contempor\u00e2neos, que particularmente com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sua descoberta de N\u00ednive, n\u00e3o aceitavam a descri\u00e7\u00e3o b\u00edblica daquela grande cidade, achando ser ela um mito exagerado. As descobertas de Layard comprovaram que a atitude deles estava errada.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">O Professor Pettinato correlaciona a mencionada lente com textos cuneiformes dos arquivos reais de N\u00ednive, datados de 750 A. C., e que n\u00e3o se encontram no Museu Brit\u00e2nico. Esses textos foram traduzidos e publicados em 1992, e apresentam listas de bens que foram arrolados por v\u00e1rios setores da corte, e que inclu\u00edam &#8220;lentes&#8221; e &#8220;tubos de ouro&#8221;. Outros documentos mencionam que as &#8220;lentes&#8221; eram usadas pelos astr\u00f4nomos da corte, com o prop\u00f3sito de &#8220;alargar a vista&#8221;.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">O Professor Pettinato ressalta que as observa\u00e7\u00f5es feitas pelos astr\u00f4nomos da antig\u00fcidade n\u00e3o poderiam ter sido feitas a olho nu. De conformidade com declara\u00e7\u00f5es dele ao &#8220;Corriere de la Sera&#8221;, &#8220;<i>o primeiro verdadeiro Comp\u00eandio de Astronomia \u00e9 de origem babil\u00f4nica, e certamente data de antes de 1000 A. C.. Nesta obra est\u00e3o listadas 72 estrelas e constela\u00e7\u00f5es, bem como planetas<\/i>&#8220;<i>.<\/i><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Acrescenta ele, ainda, que existem mais de 4.000 textos cuneiformes sobre Astronomia, descobertos at\u00e9 agora. &#8220;<i>Dentre esses documentos, que apresentam listas de n\u00e3o menos do que 4.000 estrelas, encontram-se textos que mostram como calcular o movimento do Sol, da Lua, e dos cinco planetas ent\u00e3o conhecidos (Merc\u00fario, Venus, Marte, J\u00fapiter e Saturno)<\/i>&#8220;<i>.<\/i><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-family: verdana,arial;\">Paralelamente, deve ser considerado o fato de que o nome de Saturno, na l\u00edngua de Babil\u00f4nia, descreve a forma do planeta como sendo a de um arco com raios, o que coincide com a vista que se tem dele quando a vis\u00e3o de seus an\u00e9is est\u00e1 plenamente desenvolvida. Fica claro que na antig\u00fcidade se sabia que Saturno era mais do que um simples ponto luminoso, e que n\u00e3o se apresentava como esf\u00e9rico. Tal no\u00e7\u00e3o ou provinha de observa\u00e7\u00f5es feitas por pessoas de extrema acuidade visual, ou pelo uso de intrumenta\u00e7\u00e3o telesc\u00f3pica.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Este artigo foi escrito pelo Dr. Ayalon a pedido dos Editores, dados os seus estudos sobre o assunto que permitiram torn\u00e1-lo um &#8220;expert&#8221; na cr\u00edtica dos esquemas evolucionistas utilizados na Cosmologia e na Cosmogonia. Seguem trechos selecionados do artigo em quest\u00e3o. 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