{"id":811,"date":"1999-03-24T10:42:30","date_gmt":"1999-03-24T13:42:30","guid":{"rendered":"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/?p=811"},"modified":"2022-10-27T00:18:50","modified_gmt":"2022-10-27T03:18:50","slug":"a-linguagem-humana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/revistas-conteudo\/folha-60\/a-linguagem-humana\/","title":{"rendered":"A LINGUAGEM HUMANA"},"content":{"rendered":"<p>Ainda a respeito de assuntos ligados ao &#8220;mist\u00e9rio&#8221; da linguagem humana, a publica\u00e7\u00e3o &#8220;Perspectives on Science and Christian Faith&#8221;, peri\u00f3dico da &#8220;American Scientific Affiliation&#8221;, publicou em seu volume 51, n\u00famero 2, de junho de 1999, interessante artigo de Glenn R. Morton intitulado &#8220;Dating Adam&#8221;, no qual destaca v\u00e1rios aspectos caracter\u00edsticos que diferenciam o ser humano dos animais, dentre os quais especificamente a linguagem. Embora a conota\u00e7\u00e3o do artigo seja evolucionista-te\u00edsta, s\u00e3o bastante ilustrativos os coment\u00e1rios feitos sobre a linguagem, transcritos a seguir.<\/p>\n<p>O ser humano \u00e9 a \u00fanica criatura sobre a terra que possui a linguagem. Poder-se-ia conceber o ato de adora\u00e7\u00e3o sem a exist\u00eancia da linguagem simb\u00f3lica com a qual se transmitem os conceitos religiosos? Como o ritual exige simbolismo, meu gato, por exemplo, incapaz de usar s\u00edmbolos, seria incapaz de qualquer ato de adora\u00e7\u00e3o. Sem a linguagem, n\u00e3o pode existir adora\u00e7\u00e3o, nem ora\u00e7\u00e3o, e nem comunh\u00e3o com Deus. Sem a linguagem, n\u00e3o teria sido poss\u00edvel transmitir a Ad\u00e3o a ordem para n\u00e3o comer do fruto da \u00e1rvore, e sem essa ordem n\u00e3o teria havido nem o pecado e nem a queda. &#8230; A linguagem \u00e9 crucial a tudo que nos torna seres verdadeiramente humanos.<\/p>\n<p>&#8230; A B\u00edblia parece nos indicar que Deus ensinou Ad\u00e3o a falar, o que implica que \u00e9 esta a raz\u00e3o da sua singularidade. Dar nomes aos animais \u00e9 algo que nos relembra a repentina sede de saber o nome dos objetos que Helen Keller experimentou quando finalmente entendeu o que sua professora estava tentando transmitir-lhe.<\/p>\n<p>A linguagem humana difere de todas as outras formas de comunica\u00e7\u00e3o animal por quatro raz\u00f5es.<\/p>\n<p>Primeiro, a linguagem humana pode produzir uma quase infinita variedade de pensamentos, contrariamente aos sistemas de comunica\u00e7\u00e3o dos animais, que na natureza raramente excedem quarenta diferentes manifesta\u00e7\u00f5es ou chamados. Quando s\u00e3o feitas tentativas de ensinar uma linguagem a chimpanz\u00e9s, imediatamente torna-se aparente a sua limita\u00e7\u00e3o de vocabul\u00e1rio. Mesmo ap\u00f3s seis anos de treinamento, o chimpanz\u00e9 Kanzi dominava apenas 150 palavras, em contraste com uma crian\u00e7a de seis anos de idade, que j\u00e1 domina cerca de 13.000 palavras, e um estudante egresso do segundo grau que domina 60.000 palavras.<\/p>\n<p>Em segundo lugar, a comunica\u00e7\u00e3o entre os animais \u00e9 destitu\u00edda de gram\u00e1tica e de complexidade, o que se observa at\u00e9 mesmo em s\u00edmios treinados especificamente para dominar a linguagem. Eles n\u00e3o usam artigos, nem preposi\u00e7\u00f5es nem categorias gramaticais auxiliares em sua quase-linguagem de comunica\u00e7\u00e3o. Pinker observou que a extens\u00e3o m\u00e9dia de uma &#8220;senten\u00e7a&#8221; pronunciada por um chimpanz\u00e9 permanece constante mesmo ap\u00f3s anos de treinamento. Uma crian\u00e7a rapidamente manifesta sua capacidade de, partindo de senten\u00e7as de uma ou duas palavras, atingir express\u00f5es complexas com muitas palavras.<\/p>\n<p>Em terceiro lugar, Deacon destaca que a singularidade da linguagem humana baseia-se no seu referencial simb\u00f3lico; toda a comunica\u00e7\u00e3o n\u00e3o-humana \u00e9 n\u00e3o-simb\u00f3lica. A linguagem humana \u00e9 um sistema de comunica\u00e7\u00e3o baseado em s\u00edmbolos. A palavra exprime um conceito, e n\u00e3o realmente um objeto. Por exemplo, o conceito expresso pela palavra agricultor na linguagem usada nos Estados Unidos \u00e9 bastante diferente do conceito expresso pela palavra nong ming em Chin\u00eas. Embora ambas as palavras se refiram \u00e0quele que produz alimentos a partir do cultivo do solo, nos Estados Unidos o agricultor \u00e9 um homem de neg\u00f3cios independente, enquanto que na China ele cont\u00e9m uma forte id\u00e9ia pol\u00edtica como representante do proletariado. H\u00e1 pessoas que tentaram afirmar que alguns animais manifestam simbolismo em seus gritos, citando como exemplo os tr\u00eas tipos diferentes de alarme feitos por uma determinada esp\u00e9cie de macacos para alertar seus companheiros quanto ao perigo proveniente da presen\u00e7a de leopardos, serpentes ou \u00e1guias. Cada grito corresponde somente a um dos perigos espec\u00edficos, e induz uma s\u00f3 resposta coletiva. Entretanto, isso n\u00e3o constitui um sistema simb\u00f3lico. Deacon observou a invarian\u00e7a da resposta produzida por cada um dos gritos, e mostrou que o comportamento correspondente era instintivo. Dentre todos os exemplos de comunica\u00e7\u00e3o n\u00e3o-humana, somente dois s\u00edmios, ap\u00f3s anos de intenso treinamento, mostraram algum ind\u00edcio do uso de s\u00edmbolos.<\/p>\n<p>Finalmente, o c\u00e9rebro dos seres humanos \u00e9 estruturado de forma diferente do dos animais, em termos de produ\u00e7\u00e3o da linguagem. Os seres humanos utilizam para a comunica\u00e7\u00e3o uma parte do c\u00e9rebro distinta da que usam os animais. A comunica\u00e7\u00e3o animal \u00e9 controlada pela base do c\u00e9rebro e pelo sistema l\u00edmbico, enquanto que a linguagem humana \u00e9 controlada pelo c\u00f3rtex cerebral esquerdo. &#8230; Outra diferen\u00e7a entre as estruturas do c\u00e9rebro do ser humano e dos animais diz respeito \u00e0 &#8220;\u00e1rea de Broca&#8221;. Somente o c\u00e9rebro humano possui essa \u00e1rea aumentada no lobo temporal esquerdo. De h\u00e1 muito a \u00e1rea de Broca tem sido associada com a fala, pois les\u00f5es nessa \u00e1rea produzem uma curiosa incapacidade de comunica\u00e7\u00e3o que foi denominada de &#8220;afasia de Broca&#8221;. Outra diferen\u00e7a entre o c\u00e9rebro dos seres humanos e dos s\u00edmios relaciona-se tamb\u00e9m com a fala. Os diferentes hemisf\u00e9rios do c\u00e9rebro humano controlam fun\u00e7\u00f5es diferentes. O hemisf\u00e9rio esquerdo tem maior relacionamento com o controle da linguagem do que o direito. Essa lateraliza\u00e7\u00e3o de fun\u00e7\u00f5es produz ligeiras diferen\u00e7as de forma entre os dois hemisf\u00e9rios, e o pesquisador Clive Gamble concluiu que a lateraliza\u00e7\u00e3o do c\u00e9rebro \u00e9 um requisito para a exist\u00eancia da linguagem.<\/p>\n<p>Essas informa\u00e7\u00f5es levam a tr\u00eas crit\u00e9rios objetivos que podem ser aplicados a restos f\u00f3sseis para lan\u00e7ar luz sobre a capacidade ling\u00fc\u00edstica dos chamados homin\u00f3ides.<\/p>\n<p>Primeiro, podemos examinar o interior da calota craniana procurando evid\u00eancias de lateraliza\u00e7\u00e3o do c\u00e9rebro.<\/p>\n<p>Em segundo lugar, podemos examinar cr\u00e2neos f\u00f3sseis procurando evid\u00eancias de uma \u00e1rea de Broca aumentada. A sua exist\u00eancia em cr\u00e2nios de homin\u00eddeos sugeriria o dom\u00ednio da fala.<\/p>\n<p>Em terceiro lugar, a rela\u00e7\u00e3o entre a lateraliza\u00e7\u00e3o do c\u00e9rebro e o uso da m\u00e3o direita ou esquerda leva a outras possibilidades para a busca da capacidade de linguagem. Existe clara correla\u00e7\u00e3o estat\u00edstica entre ter um maior lobo ocipital no hemisf\u00e9rio esquerdo, e ter um maior lobo frontal no hemisf\u00e9rio direito, e o uso da m\u00e3o direita. A maioria dos animais apresenta uma propor\u00e7\u00e3o de 50% \/ 50% entre indiv\u00edduos dextros e canhotos, enquanto para os seres humanos essa propor\u00e7\u00e3o \u00e9 de 90% \/ 10% . Devido \u00e0 maneira pela qual um instrumento de pedra foi feito, pode-se determinar se foi feito por um indiv\u00edduo dextro ou canhoto. Assim, instrumentos de pedra podem ser estudados para se descobrir se foram feitos por indiv\u00edduos dextros ou canhotos, e poder\u00e3o indicar a exist\u00eancia de lateraliza\u00e7\u00e3o do c\u00e9rebro e portanto tamb\u00e9m da fala.<\/p>\n<p>O artigo em quest\u00e3o tece outras considera\u00e7\u00f5es sobre a quest\u00e3o da linguagem, e apresenta ainda uma observa\u00e7\u00e3o espec\u00edfica sobre os Neandertais, que (embora constando deste artigo<\/p>\n<p>escrito sob o prisma do evolucionismo te\u00edsta) leva a importante conclus\u00e3o dentro da conceitua\u00e7\u00e3o criacionista. De fato, o t\u00f3pico do artigo referente \u00e0 linguagem encerra-se com a declara\u00e7\u00e3o de que &#8220;&#8230; a suposta incapacidade dos Neandertais para falar &#8230; baseou-se na reconstru\u00e7\u00e3o hipot\u00e9tica da sua laringe em uma posi\u00e7\u00e3o que inibiria a forma\u00e7\u00e3o de certas vogais. Este ponto de vista foi refutado pela descoberta de um osso hi\u00f3ide que demonstrou que a laringe dos Neandertais era id\u00eantica \u00e0 dos atuais seres humanos, e que portanto eles poderiam falar. Deacon conclui que os Neandertais foram provavelmente ling\u00fcisticamente e intelectualmente nossos iguais.&#8221;<\/p>\n<p>Dentre a bibliografia citada por Glenn R. Morton encontram-se os seguintes t\u00edtulos:<\/p>\n<p>Terrence W. Deacon, The Symbolic Species (New York: W. W. Norton, 1997).<\/p>\n<p>E. S. Savage-Rumbaugh, Language Training of Apes, in S. Jones et al., eds., The Cambridge Encyclopaedia of Human Evolution (Cambridge: Cambridge University Press, 1992).<\/p>\n<p>B. Arensburg, et al., A Reappraisal of the Anatomical Basis for Speech in Middle Paleolithic Hominids, American Journal of Physical Anthropology 83: 137-46.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ainda a respeito de assuntos ligados ao &#8220;mist\u00e9rio&#8221; da linguagem humana, a publica\u00e7\u00e3o &#8220;Perspectives on Science and Christian Faith&#8221;, peri\u00f3dico da &#8220;American Scientific Affiliation&#8221;, publicou em seu volume 51, n\u00famero 2, de junho de 1999, interessante artigo de Glenn R. Morton intitulado &#8220;Dating Adam&#8221;, no qual destaca v\u00e1rios aspectos caracter\u00edsticos que diferenciam o ser humano [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"om_disable_all_campaigns":false,"footnotes":""},"categories":[65,69],"tags":[],"ppma_author":[48],"class_list":["post-811","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-folha-60","category-noticias"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.3 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>A LINGUAGEM HUMANA - Revista Criacionista - SCB<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/revistas-conteudo\/folha-60\/a-linguagem-humana\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"A LINGUAGEM HUMANA - Revista Criacionista - SCB\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Ainda a respeito de assuntos ligados ao &#8220;mist\u00e9rio&#8221; da linguagem humana, a publica\u00e7\u00e3o &#8220;Perspectives on Science and Christian Faith&#8221;, peri\u00f3dico da &#8220;American Scientific Affiliation&#8221;, publicou em seu volume 51, n\u00famero 2, de junho de 1999, interessante artigo de Glenn R. Morton intitulado &#8220;Dating Adam&#8221;, no qual destaca v\u00e1rios aspectos caracter\u00edsticos que diferenciam o ser humano [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/revistas-conteudo\/folha-60\/a-linguagem-humana\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Revista Criacionista - SCB\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"1999-03-24T13:42:30+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2022-10-27T03:18:50+00:00\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"SCB - Sociedade Criacionista Brasileira\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Anderson Grudtner Martins\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"7 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/revistas-conteudo\\\/folha-60\\\/a-linguagem-humana\\\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/revistas-conteudo\\\/folha-60\\\/a-linguagem-humana\\\/\"},\"author\":{\"name\":\"Anderson Martins\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/4d6deddebdde79d0d806a51ce7b3a7d3\"},\"headline\":\"A LINGUAGEM HUMANA\",\"datePublished\":\"1999-03-24T13:42:30+00:00\",\"dateModified\":\"2022-10-27T03:18:50+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/revistas-conteudo\\\/folha-60\\\/a-linguagem-humana\\\/\"},\"wordCount\":1377,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/#organization\"},\"articleSection\":[\"Folha 60\",\"Not\u00edcias\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/revistas-conteudo\\\/folha-60\\\/a-linguagem-humana\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/revistas-conteudo\\\/folha-60\\\/a-linguagem-humana\\\/\",\"name\":\"A LINGUAGEM HUMANA - Revista Criacionista - SCB\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/#website\"},\"datePublished\":\"1999-03-24T13:42:30+00:00\",\"dateModified\":\"2022-10-27T03:18:50+00:00\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/revistas-conteudo\\\/folha-60\\\/a-linguagem-humana\\\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/revistas-conteudo\\\/folha-60\\\/a-linguagem-humana\\\/\"]}]},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/revistas-conteudo\\\/folha-60\\\/a-linguagem-humana\\\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"A LINGUAGEM HUMANA\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/\",\"name\":\"Revista Criacionista - SCB\",\"description\":\"Um site da Sociedade Criacionista Brasileira\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/#organization\",\"name\":\"Revista Criacionista - SCB\",\"url\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/#\\\/schema\\\/logo\\\/image\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/wp-content\\\/uploads\\\/sites\\\/11\\\/2019\\\/10\\\/revista-criacionista-globe-full.png\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/wp-content\\\/uploads\\\/sites\\\/11\\\/2019\\\/10\\\/revista-criacionista-globe-full.png\",\"width\":685,\"height\":189,\"caption\":\"Revista Criacionista - SCB\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/#\\\/schema\\\/logo\\\/image\\\/\"}},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/4d6deddebdde79d0d806a51ce7b3a7d3\",\"name\":\"Anderson Martins\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/9afbb652eeef3c42b50c32bb6162c12b7b7fcfb316ebef0bc91a8f26355f7506?s=96&d=mm&r=g3a8555afde80b05f493114bef764b5a5\",\"url\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/9afbb652eeef3c42b50c32bb6162c12b7b7fcfb316ebef0bc91a8f26355f7506?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/9afbb652eeef3c42b50c32bb6162c12b7b7fcfb316ebef0bc91a8f26355f7506?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"Anderson Martins\"},\"url\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/author\\\/scb_nla68\\\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"A LINGUAGEM HUMANA - Revista Criacionista - SCB","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/revistas-conteudo\/folha-60\/a-linguagem-humana\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"A LINGUAGEM HUMANA - Revista Criacionista - SCB","og_description":"Ainda a respeito de assuntos ligados ao &#8220;mist\u00e9rio&#8221; da linguagem humana, a publica\u00e7\u00e3o &#8220;Perspectives on Science and Christian Faith&#8221;, peri\u00f3dico da &#8220;American Scientific Affiliation&#8221;, publicou em seu volume 51, n\u00famero 2, de junho de 1999, interessante artigo de Glenn R. Morton intitulado &#8220;Dating Adam&#8221;, no qual destaca v\u00e1rios aspectos caracter\u00edsticos que diferenciam o ser humano [&hellip;]","og_url":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/revistas-conteudo\/folha-60\/a-linguagem-humana\/","og_site_name":"Revista Criacionista - SCB","article_published_time":"1999-03-24T13:42:30+00:00","article_modified_time":"2022-10-27T03:18:50+00:00","author":"SCB - Sociedade Criacionista Brasileira","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"Anderson Grudtner Martins","Est. tempo de leitura":"7 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/revistas-conteudo\/folha-60\/a-linguagem-humana\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/revistas-conteudo\/folha-60\/a-linguagem-humana\/"},"author":{"name":"Anderson Martins","@id":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/#\/schema\/person\/4d6deddebdde79d0d806a51ce7b3a7d3"},"headline":"A LINGUAGEM HUMANA","datePublished":"1999-03-24T13:42:30+00:00","dateModified":"2022-10-27T03:18:50+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/revistas-conteudo\/folha-60\/a-linguagem-humana\/"},"wordCount":1377,"publisher":{"@id":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/#organization"},"articleSection":["Folha 60","Not\u00edcias"],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/revistas-conteudo\/folha-60\/a-linguagem-humana\/","url":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/revistas-conteudo\/folha-60\/a-linguagem-humana\/","name":"A LINGUAGEM HUMANA - Revista Criacionista - SCB","isPartOf":{"@id":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/#website"},"datePublished":"1999-03-24T13:42:30+00:00","dateModified":"2022-10-27T03:18:50+00:00","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/revistas-conteudo\/folha-60\/a-linguagem-humana\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/revistas-conteudo\/folha-60\/a-linguagem-humana\/"]}]},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/revistas-conteudo\/folha-60\/a-linguagem-humana\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"A LINGUAGEM HUMANA"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/#website","url":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/","name":"Revista Criacionista - SCB","description":"Um site da Sociedade Criacionista Brasileira","publisher":{"@id":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/#organization","name":"Revista Criacionista - SCB","url":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/revista-criacionista-globe-full.png","contentUrl":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/revista-criacionista-globe-full.png","width":685,"height":189,"caption":"Revista Criacionista - SCB"},"image":{"@id":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/#\/schema\/logo\/image\/"}},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/#\/schema\/person\/4d6deddebdde79d0d806a51ce7b3a7d3","name":"Anderson Martins","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/9afbb652eeef3c42b50c32bb6162c12b7b7fcfb316ebef0bc91a8f26355f7506?s=96&d=mm&r=g3a8555afde80b05f493114bef764b5a5","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/9afbb652eeef3c42b50c32bb6162c12b7b7fcfb316ebef0bc91a8f26355f7506?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/9afbb652eeef3c42b50c32bb6162c12b7b7fcfb316ebef0bc91a8f26355f7506?s=96&d=mm&r=g","caption":"Anderson Martins"},"url":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/author\/scb_nla68\/"}]}},"mb":[],"authors":[{"term_id":48,"user_id":0,"is_guest":1,"slug":"scb-sociedade-criacionista-brasileira","display_name":"SCB - Sociedade Criacionista Brasileira","avatar_url":{"url":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/nova-logo-512-512.png","url2x":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/nova-logo-512-512.png"},"0":null,"1":"","2":"","3":"","4":"","5":"","6":"","7":"","8":"","9":"","10":"","11":"","12":""}],"mfb_rest_fields":["title","yoast_head","yoast_head_json","authors"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/811","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=811"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/811\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":812,"href":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/811\/revisions\/812"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=811"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=811"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=811"},{"taxonomy":"author","embeddable":true,"href":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-json\/wp\/v2\/ppma_author?post=811"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}