{"id":756,"date":"1998-09-22T20:39:42","date_gmt":"1998-09-22T23:39:42","guid":{"rendered":"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/?p=756"},"modified":"2022-10-27T00:20:55","modified_gmt":"2022-10-27T03:20:55","slug":"folha-criacionista-no-59-setembro-de-1998-ano-28","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/revistas\/folha-criacionista-no-59-setembro-de-1998-ano-28\/","title":{"rendered":"Folha Criacionista N\u00ba. 59 \u2013 Setembro de 1998 \u2013 Ano 28"},"content":{"rendered":"<h3>Nossa Capa<\/h3>\n<p>Em nossa capa apresentam-se as 36 combina\u00e7\u00f5es poss\u00edveis de dois dados individualizados pela sua c\u00f4r. Na linha superior est\u00e3o os 6 eventos poss\u00edveis no lan\u00e7amento do dado vermelho. Na coluna da esquerda, idem, para o dado verde. No cruzamento das linhas com as colunas t\u00eam-se as 36 combina\u00e7\u00f5es poss\u00edveis. Nas diagonais tra\u00e7adas de baixo \u00e0 esquerda, para cima \u00e0 direita, encontram-se as combina\u00e7\u00f5es cuja soma corresponde ao mesmo valor. Por exemplo, todas as combina\u00e7\u00f5es que levam \u00e0 soma igual a 7 est\u00e3o localizadas ao longo da diagonal principal. Embora somente existam tr\u00eas combina\u00e7\u00f5es poss\u00edveis de n\u00fameros que somem o valor 7 (6 e 1, 5 e 2, 4 e 3), existem seis combina\u00e7\u00f5es de dados que levam ao mesmo valor, levando-se em conta que eles est\u00e3o individualizados pela sua c\u00f4r.<\/p>\n<p>A figura \u00e9 ilustrativa das probabilidades existentes ao se lan\u00e7arem os dois dados. A probabilidade de se obter a combina\u00e7\u00e3o dos dois n\u00fameros 1 (caso do cruzamento da primeira linha com a primeira coluna) \u00e9 de 1 em 36.<\/p>\n<p>Entretanto, a teoria das probabilidades lida sempre com o geral (grande n\u00famero de eventos), e nunca com o particular (um evento espec\u00edfico). Assim, se um jogador tirasse 100 vezes em seguida a combina\u00e7\u00e3o dos dois n\u00fameros 1, isso n\u00e3o afetaria a probabilidade, que permaneceria 1 em 36. O conceito de probabilidade \u00e9 te\u00f3rico, e curiosamente tem ela sido comparada com a f\u00e9: &#8220;se por um lado \u00e9 improv\u00e1vel, por outro \u00e9 imut\u00e1vel&#8221;.<\/p>\n<p>A teoria das probabilidades foi elaborada por tr\u00eas franceses em meados do s\u00e9culo XVII: um nobre de vida faustosa, o Cavaleiro De M\u00e9r\u00e9, e dois matem\u00e1ticos de horas vagas, Blaise Pascal e Pierre de Fermat. Os interesses principais de Pascal eram a filosofia e a religi\u00e3o, e tamb\u00e9m a Geometria Projetiva. Fermet era jurista e foi um dos fundadores da teoria dos n\u00fameros.<\/p>\n<p>Na d\u00e9cada de 1650, um encontro casual entre De M\u00e9r\u00e9 e Pascal despertou o interesse deste na solu\u00e7\u00e3o de um problema que de h\u00e1 muito fascinara os jogadores: como dividir os lucros em um jogo de dados que precisa ser interrompido. A partir da correspond\u00eancia trocada entre Pascal e Fermat desenvolveu-se a teoria das probabilidades \u2013 as &#8220;leis do acaso&#8221;.<\/p>\n<p>Embora a teoria das probabilidades ainda guarde a estigma de sua origem, n\u00e3o se restringe hoje a jogos de dados e cartas, sorteios e lances. \u00c9 ela a principal ferramenta da estat\u00edstica com todas as suas aplica\u00e7\u00f5es importantes e \u00fateis.<\/p>\n<p>H\u00e1 uma diferen\u00e7a fundamental entre os jogos de azar e a maioria dessas outras aplica\u00e7\u00f5es. No jogo, \u00e9 sempre poss\u00edvel, embora \u00e0s vezes dif\u00edcil, enumerar todos os eventos poss\u00edveis. Na probabilidade estat\u00edstica, ou seja, nas aplica\u00e7\u00f5es em que se busca descobrir o que poder\u00e1 acontecer em situa\u00e7\u00f5es da vida real, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel enumerar todos os eventos que poderiam ser previstos. Desta forma, o problema \u00e9 conseguir uma amostra experimental bem ponderada e ent\u00e3o finalmente avaliar a probabilidade de estar ela representando eficazmente todos os eventos poss\u00edveis.<\/p>\n<h4>MOL\u00c9CULAS ENANTIOMORFAS<\/h4>\n<p>A Qu\u00edmica Org\u00e2nica ou Qu\u00edmica do Carbono \u00e9 um dos mais fascinantes campos da ci\u00eancia. As v\u00e1rias subst\u00e2ncias org\u00e2nicas podem ser classificadas de forma l\u00f3gica, segundo fun\u00e7\u00f5es caracter\u00edsticas, como Hidrocarbonetos, \u00c1lcoois, \u00c9teres, \u00c1cidos, Alde\u00eddos, etc.<\/p>\n<p>A disposi\u00e7\u00e3o dos \u00e1tomos nas mol\u00e9culas org\u00e2nicas pode ser estudada de forma racional, partindo-se das possibilidades de combina\u00e7\u00f5es dos seus \u00e1tomos constituintes. Analisando-se essas possibilidades, conclui-se que \u00e9 freq\u00fcente a possibilidade de se encontrarem mol\u00e9culas &#8220;enantiomorfas&#8221;, isto \u00e9, mol\u00e9culas que sejam imagens especulares uma da outra, de tal forma que, mesmo sendo id\u00eanticas do ponto de vista quantitativo, isto \u00e9, contendo igual n\u00famero dos diversos \u00e1tomos que as comp\u00f5em, s\u00e3o distintas na sua estrutura espacial. Uma ilustra\u00e7\u00e3o desse &#8220;enantiomorfismo&#8221; s\u00e3o as nossas duas m\u00e3os. Elas s\u00e3o basicamente imagens especulares uma da outra. N\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel superpormos a nossa m\u00e3o direita \u00e0 nossa m\u00e3o esquerda, da mesma forma como n\u00e3o podemos vestir na m\u00e3o direita uma luva da m\u00e3o esquerda.<\/p>\n<p>Para diferen\u00e7ar duas mol\u00e9culas enantiomorfas entre si, utilizam-se t\u00e9cnicas que envolvem luz polarizada, que permitem a sua distin\u00e7\u00e3o em fun\u00e7\u00e3o do desvio da luz para a direita ou para a esquerda. As mol\u00e9culas que desviam a luz para a direita s\u00e3o chamadas de &#8220;dextr\u00f3giras&#8221;, e as que a desviam para a esquerda, s\u00e3o as &#8220;lev\u00f3giras&#8221;.<\/p>\n<p>Na realidade, o fato mais surpreendente relacionado com o enantiomorfismo \u00e9 que todas as subst\u00e2ncias org\u00e2nicas incorporadas nos seres vivos s\u00e3o lev\u00f3giras! E ainda mais, sobrevindo a morte, inicia-se imediatamente a &#8220;racemiza\u00e7\u00e3o&#8221; das mol\u00e9culas, isto \u00e9, a sua transforma\u00e7\u00e3o gradativa de lev\u00f3giras em dextr\u00f3giras, de tal forma que, com o decorrer do tempo, se chega a propor\u00e7\u00f5es iguais desses dois tipos de mol\u00e9culas. Este fato tem sido utilizado em medicina legal para determinar o tempo ocorrido desde a morte de uma pessoa, atrav\u00e9s de m\u00e9todos e t\u00e9cnicas especialmente desenvolvidos para essa data\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em conex\u00e3o com estas considera\u00e7\u00f5es, tem sido feita uma reavalia\u00e7\u00e3o dos resultados da c\u00e9lebre experi\u00eancia de Stanley-Miller que tentou produzir mol\u00e9culas org\u00e2nicas \u2013 amiono\u00e1cidos, no caso \u2013 em dispositivo especialmente planejado para essa finalidade (Ver Folha Criacionista n\u00famero 50). O fato de terem sido sintetizadas nessa experi\u00eancia simultaneamente mol\u00e9culas dextr\u00f3giras e lev\u00f3giras, na propor\u00e7\u00e3o de 50% cada, \u00e9 bastante significativo! Na realidade, essa experi\u00eancia que ficou t\u00e3o famosa, e conhecida como tendo realizado a &#8220;s\u00edntese da vida&#8221; em laborat\u00f3rio, \u00e0 luz do que acaba de ser exposto nada mais fez do que &#8220;sintetizar a morte&#8221;!<\/p>\n<p>A aplica\u00e7\u00e3o da teoria das probabilidades ao estudo da evolu\u00e7\u00e3o qu\u00edmica (forma\u00e7\u00e3o de amino\u00e1cidos ou prote\u00ednas ao acaso) e biol\u00f3gica (forma\u00e7\u00e3o de uma c\u00e9lula viva original) leva a conclus\u00f5es que dep\u00f5em fortemente contra as pressuposi\u00e7\u00f5es do evolucionismo \u2013 \u00e9 uma impossiblidade estat\u00edstica a origem ao acaso de uma c\u00e9lula viva, de prote\u00ednas, ou sequer de um amino\u00e1cido!<\/p>\n<p>Recomendamos aos nossos leitores o livro do Prof. Fernando De Angelis, &#8220;A Origem da Vida&#8221;, que em seu Ap\u00eandices n\u00ba 3 considera de maneira bastante acess\u00edvel as probabilidades de origem de uma prote\u00edna simples, ao acaso.<\/p>\n<h3>Editorial<\/h3>\n<p>Completando o seu vig\u00e9simo oitavo ano, a Sociedade Criacionista Brasileira traz \u00e0 luz este n\u00famero 59 de seu peri\u00f3dico, a Folha Criacionista, com o seu respectivo encarte, a &#8220;Folhinha Criacionista N\u00famero 4&#8221;.<\/p>\n<p>Este ano de 1998 foi um ano repleto de atividades, que exigiram not\u00e1vel esfor\u00e7o da parte dos editores e de seus colaboradores volunt\u00e1rios mais pr\u00f3ximos, que nunca negaram apoio para o desenvolvimento dos trabalhos da Sociedade.<\/p>\n<p>Assim, foi poss\u00edvel inaugurar a nossa Home-page na Internet, que at\u00e9 o final do ano j\u00e1 havia sido visitada por quase duas mil pessoas. N\u00e3o se poderia deixar de apresentar aqui, de p\u00fablico, os nossos agradecimentos \u00e0 pessoa de nosso colaborador volunt\u00e1rio Marcus Vin\u00edcius de Paula Moreira que despendeu parcela ponder\u00e1vel de seu precioso tempo para tornar realidade esse sonho acalentado h\u00e1 tanto tempo.<\/p>\n<p>Foi poss\u00edvel, tamb\u00e9m, iniciar uma parceria prof\u00edcua com a Universidade de Santo Amaro, que, atrav\u00e9s do seu Programa Editorial deu apoio para a publica\u00e7\u00e3o da tradu\u00e7\u00e3o do livro &#8220;A Origem da Vida&#8221;, de autoria do Professor Fernando De Angelis, e que dever\u00e1 ainda apoiar a publica\u00e7\u00e3o da tradu\u00e7\u00e3o do livro &#8220;Inventando a Terra Plana&#8221;, de autoria de Jeffrey Burton Russell.<\/p>\n<p>Mediante apoio espec\u00edfico do Instituto Adventista de Ensino, foi poss\u00edvel tamb\u00e9m publicar a reimpress\u00e3o da segunda edi\u00e7\u00e3o do livro &#8220;O S\u00e1bado&#8221;, de autoria de Guilherme Stein Jr., cuja primeira impress\u00e3o esgotou-se rapidamente.<\/p>\n<p>Foi poss\u00edvel, tamb\u00e9m, realizar outro sonho de h\u00e1 muito acalentado \u2013 a publica\u00e7\u00e3o de dois volumes de autoria de Guilherme Stein Jr., e o preparo do terceiro volume para a publica\u00e7\u00e3o ainda no primeiro semestre de 1999. Os dois volumes publicados intitulam-se &#8220;A Torre de Babel e seus Mist\u00e9rios \u2013 Interpreta\u00e7\u00e3o Crist\u00e3 de Vinte S\u00e9culos de Mitologia&#8221;, e &#8220;A Origem Comum das L\u00ednguas e das Religi\u00f5es \u2013 Primeira Parte&#8221;. O terceiro volume corresponder\u00e1 \u00e0 Segunda Parte.<\/p>\n<p>Como contribui\u00e7\u00e3o espec\u00edfica a ser apresentada ao I Encontro Internacional de Criacionistas, em S\u00e3o Paulo, em janeiro de 1999, puderam tamb\u00e9m ser publicados dois outros trabalhos sob os ausp\u00edcios da Sociedade. O primeiro, intitulado &#8220;Um Tronco Comum para os Idiomas&#8221;, d\u00e1 uma vis\u00e3o geral das obras de Guilherme Stein Jr. sobre a origem comum das l\u00ednguas e das religi\u00f5es, com o objetivo de divulgar esse trabalho pioneiro de uma forma sucinta. O segundo, intitulado &#8220;Dicion\u00e1rio de Ra\u00edzes Primitivas&#8221;, \u00e9 de autoria de Luiz Caldas Tibiri\u00e7\u00e1, e tem interessantes pontos de converg\u00eancia com o trabalho de Guilherme Stein Jr., embora sob uma focaliza\u00e7\u00e3o inteiramente distinta. A leitura e a compara\u00e7\u00e3o de ambos os trabalhos poder\u00e1 ser bastante \u00fatil para os interessados nas origens da linguagem humana.<\/p>\n<p>Neste n\u00famero da Folha Criacionista, temos a satisfa\u00e7\u00e3o de apresentar a tradu\u00e7\u00e3o de mais um interessante artigo de Jerry Bergman, a quem poder\u00edamos chamar tamb\u00e9m de nosso colaborador volunt\u00e1rio, em face do constante est\u00edmulo que nos tem dado, na correspond\u00eancia que temos mantido. Al\u00e9m de outro interessante artigo originalmente publicado no &#8220;Quarterly&#8221; da Creation Research Society, de autoria de Steve W. Deckard, est\u00e3o tamb\u00e9m sendo publicadas duas colabora\u00e7\u00f5es de autores brasileiros \u2013 um breve e interessante apanhado sobre &#8220;A Verdade Contida em um Gr\u00e3o de Mostarda&#8221;, e um excelente gr\u00e1fico ilustrativo da &#8220;Geocronologia B\u00edblica&#8221;, de autoria de Nahor Neves de Souza Jr.<\/p>\n<p>Ao olharmos para tr\u00e1s, e vermos que cada vez mais as nossas atividades est\u00e3o encontrando receptividade por parte de numerosas pessoas e entidades, alegramo-nos por termos podido completar nossos vinte e oito anos, esperando chegar aos trinta anos por ocasi\u00e3o da passagem do s\u00e9culo, que t\u00e3o celeremente se aproxima.<\/p>\n<p>Renovamos os nossos agradecimentos a todos que nos t\u00eam apoiado de qualquer forma, e especialmente aos nossos leitores, com quem tamb\u00e9m temos trocado correspond\u00eancia que bastante nos tem incentivado.<\/p>\n<h3>ARTIGOS<\/h3>\n<p><a href=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/artigos\/nota-editorial\/o-que-a-biblia-fala-sobre-a-ciencia\/\">O QUE A B\u00cdBLIA FALA SOBRE CI\u00caNCIA?<\/a><\/p>\n<p>Nota Editorial da S. C. B.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/artigos\/principios-basicos-da-ciencia-evolucionismo-e-criacionismo\/\">PRINC\u00cdPIOS B\u00c1SICOS DA CI\u00caNCIA, EVOLUCIONISMO E CRIACIONISMO<\/a><\/p>\n<p>Ruy Carlos de Camargo Vieira<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/artigos\/teria-a-ciencia-capacidade-para-formar-uma-moderna-concepcao-de-mundo\/\">TERIA A CI\u00caNCIA CAPACIDADE PARA FORMAR UMA MODERNA VIS\u00c3O DE MUNDO?<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2022\/04\/FC059_004_Teria-a-Ciencia-Capacidade-para-Formar-uma-Moderna-Concepcao-de-Mundo.pdf\">(baixar PDF)<\/a><\/p>\n<p>Steve W. Deckard<br \/>\nCreation Research Society Quarterly, mar\u00e7o de 1997<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/revistas\/folha-59\/o-mecanismo-de-ajuste-fino-revelado-no-delicado-equilibrio-das-forcas-que-atuam-sobre-a-terra\/\">O MECANISMO DE AJUSTE FINO REVELADO NO DELICADO EQUIL\u00cdBRIO DAS FOR\u00c7AS QUE ATUAM SOBRE A TERRA<\/a><\/p>\n<p>Jerry Bergman<br \/>\nCreation Research Society Quarterly, setembro de 1996<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/artigos\/nota-editorial\/alguns-fatos-basicos-sobre-o-ouvido-e-a-audicao\/\">ALGUNS FATOS SOBRE O OUVIDO E A AUDI\u00c7\u00c3O<\/a><\/p>\n<p>Nota Editorial da S. C. B.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/artigos\/nota-editorial\/a-verdade-contida-em-um-grao-de-mostarda\/\">A VERDADE CONTIDA EM UM GR\u00c3O DE MOSTARDA<\/a><\/p>\n<p>Os Editores<\/p>\n<h3>NOT\u00cdCIAS<\/h3>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/artigos\/nota-editorial\/a-recente-enciclica-papal-sobre-fe-e-razao\/\">A RECENTE ENC\u00cdCLICA PAPAL SOBRE F\u00c9 E RAZ\u00c3O<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/artigos\/declaracoes-sensatas-cientifica-e-teologicamente\/\">DECLARA\u00c7\u00d5ES SENSATAS CIENT\u00cdFICA E TEOLOGICAMENTE<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/artigos\/laureado-com-o-premio-nobel-de-fisica-testifica-da-benignidade-divina-em-congresso-criacionista\/\">LAUREADO COM PR\u00caMIO NOBEL DE F\u00cdSICA TESTIFICA DA BENIGNIDADE DIVINA EM CONGRESSO CRIACIONISTA<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/artigos\/i-encontro-unisa-de-criacionismo\/\">I ENCONTRO UNISA DE CRIACIONISMO<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/artigos\/notavel-expansao-das-atividades-das-sociedades-criacionistas\/\">NOT\u00c1VEL EXPANS\u00c3O DAS ATIVIDADES DAS SOCIEDADES CRIACIONISTAS<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/artigos\/geocronologia-biblica\/\">GEOCRONOLOGIA B\u00cdBLICA<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/artigos\/nota-editorial\/a-proposito-da-relacao-aurea\/\">A PROP\u00d3SITO DA RELA\u00c7\u00c3O \u00c1UREA<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/artigos\/testemunho-pessoal-enc-internacional-e-iii-enc-nacional-de-criacionistas-sp\/\">TESTEMUNHO PESSOAL<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<h3>CAPA ORIGINAL<\/h3>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-785\" src=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/CapaFC59.jpeg\" alt=\"\" width=\"357\" height=\"456\" srcset=\"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/CapaFC59.jpeg 357w, https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/CapaFC59-235x300.jpeg 235w\" sizes=\"auto, (max-width: 357px) 100vw, 357px\" \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nossa Capa Em nossa capa apresentam-se as 36 combina\u00e7\u00f5es poss\u00edveis de dois dados individualizados pela sua c\u00f4r. 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