{"id":671,"date":"1981-10-22T00:43:26","date_gmt":"1981-10-22T03:43:26","guid":{"rendered":"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/?p=671"},"modified":"2022-10-27T00:22:56","modified_gmt":"2022-10-27T03:22:56","slug":"a-palavra-terra-em-genesis-11","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/artigos\/a-palavra-terra-em-genesis-11\/","title":{"rendered":"A Palavra &#8220;Terra&#8221; em G\u00eanesis 1:1"},"content":{"rendered":"<table class=\"textopreto\" border=\"0\" width=\"100%\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"3\">\n<tbody>\n<tr>\n<td class=\"texto\" valign=\"TOP\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-full wp-image-673\" src=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/terra-2-1.jpg\" alt=\"\" width=\"250\" height=\"166\" \/>Afirma G\u00eanesis 1:1 que tanto a vida como a mat\u00e9ria inorg\u00e2nica foram criadas simultaneamente, ou que, embora a vida seja bastante recente, a mat\u00e9ria inorg\u00e2nica poderia ter existido muito tempo antes da semana da cria\u00e7\u00e3o? O autor examina as dificuldades envolvidas na tradu\u00e7\u00e3o da palavra terra a partir do texto hebraico.A frase inicial do Velho Testamento \u00e9 bela em sua simplicidade &#8211; \u201cNo princ\u00edpio criou Deus os c\u00e9us e a terra\u201d. At\u00e9 mesmo uma crian\u00e7a pode entend\u00ea-la, mas apesar disso cada uma das palavras dessa frase tem sido objeto de interpreta\u00e7\u00e3o discordante (1). A palavra \u201cterra\u201d, ora em discuss\u00e3o, n\u00e3o constitui exce\u00e7\u00e3o. A quest\u00e3o consiste em saber se ela se refere:<\/p>\n<p>a &#8211; \u00c0 mat\u00e9ria que fisicamente comp\u00f5e a terra (2),<br \/>\nb &#8211; Ao planeta Terra como parte do sistema solar (3), ou<br \/>\nc &#8211; \u00c0 terra no sentido do solo sobre o qual a vida pode existir (4).<\/p>\n<p>Abordaremos a quest\u00e3o de forma sucinta, analisando quatro problemas. Primeiro, examinaremos o significado e o uso da palavra \u201cterra\u201d (em Hebraico \u2018erets). Em segundo lugar, consideraremos a palavra no contexto de G\u00eanesis 1:1. Em terceiro lugar, examinaremos o problema de G\u00eanesis 1:2. Finalmente, procuraremos verificar qual \u00e9 a concep\u00e7\u00e3o b\u00edblica do mundo f\u00edsico que este vers\u00edculo exprime.<\/p>\n<p><center><\/center><\/p>\n<p align=\"center\"><b>A Palavra \u201cterra\u201d<\/b><\/p>\n<p>A palavra hebraica da qual nossa palavra portuguesa \u201cterra\u201d \u00e9 traduzida em G\u00eanesis 1:1 (\u201cNo princ\u00edpio criou Deus os c\u00e9us e a terra\u201d) \u00e9 \u2018erets, entendida de maneira geral como terra no sentido de solo, mundo, ou algo semelhante. Poderemos ser mais espec\u00edficos quanto ao seu significado? Para responder uma quest\u00e3o como esta, o int\u00e9rprete comumente come\u00e7a a procurar o significado da ra\u00edz da palavra, examinando-a no seu contexto geogr\u00e1fico, no caso, o Oriente Pr\u00f3ximo.<\/p>\n<p>A palavra eg\u00edpcia mais comum para \u201cterra\u201d, no sentido de mundo ou terreno, tem v\u00e1rios significados, abrangendo desde \u201cmundo\u201d, \u201cpoeira\u201d, \u201csujeira\u201d, e \u201csolo\u201d, at\u00e9 \u201cterreno\u201d, \u201cna\u00e7\u00e3o\u201d, e \u201cpa\u00eds\u201d(5). Ela ocorre tamb\u00e9m com a palavra que designa \u201cc\u00e9u\u201d, formando assim um par de palavras que indica o cosmos deificado. Infelizmente n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel determinar qual dos significados \u00e9 o original (6).<\/p>\n<p>A l\u00edngua ac\u00e1dica da antiga Mesopot\u00e2mia empregava diversas palavras para \u201cterra\u201d, das quais uma, eresetu, claramente se relaciona com o hebraico \u2018erets (7). Ela \u00e9 usada em conjunto com a palavra samu (\u201cc\u00e9u\u201d) para formar a dupla usual \u201cc\u00e9u e terra\u201d significando o mundo todo, ou mesmo o universo. De maneira bastante interessante ela tamb\u00e9m se refere ao mundo inferior, a terra da qual n\u00e3o h\u00e1 retorno, e menos freq\u00fcentemente \u00e0 terra ou territ\u00f3rio de um governador. Finalmente, ela significa \u201csolo\u201d, a mat\u00e9ria que pode ser arada, encharcada de sangue, e usada para sepultura.<\/p>\n<p>Os dialetos sem\u00edticos de Canaan e da Fen\u00edcia relacionam-se intimamente com a l\u00edngua hebraica. Em ugar\u00edtico \u2018rs significa \u201cterra\u201d (8), e novamente se coloca em ant\u00edtese a c\u00e9u e n\u00favens, indicando a esfera da vida humana. Em diversas ocasi\u00f5es esta palavra especifica o ch\u00e3o sobre o qual se cai, sobre o qual chove, e do qual procedem as colheitas (9). Finalmente, a palavra aparece na inscri\u00e7\u00e3o de Mesa (a Pedra Moabita) significando \u201cterra\u201d (\u201cChemosh est\u00e1 irado com a sua terra\u201d) (10).<\/p>\n<p>Estas ilustra\u00e7\u00f5es poderiam multiplicar-se, sem que o quadro final se alterasse significativamente &#8211; a palavra \u201cterra\u201d, relacionada com o hebraico \u2018erets, era usada comumente no Oriente Pr\u00f3ximo com os significados de \u201cmundo\u201d, \u201csolo\u201d e \u201cterra\u201d. Somente o contexto indicar\u00e1 se a refer\u00eancia \u00e9 feita ao mundo todo (que chamamos de \u201cplaneta\u201d), \u00e0 superf\u00edcie do planeta, na qual se manifesta a vida, ou a uma por\u00e7\u00e3o de terreno nessa superf\u00edcie.<br \/>\nO hebraico \u2018erets (\u201cterra\u201d) ocorre mais de 2500 vezes em hebraico (ou aramaico) no Velho Testamento. O exame de todas essas passagens, ou mesmo de uma boa parte delas, foge ao escopo deste ensaio. N\u00e3o obstante, mesmo uma olhadela r\u00e1pida mostrar\u00e1 que o seu significado varia no Velho Testamento da mesma forma que fora dele, e que ela inclui a id\u00e9ia de \u201cplaneta terra\u201d, \u201csuperf\u00edcie da terra\u201d, e \u201cpor\u00e7\u00e3o de terra\u201d.<\/p>\n<p>Desta forma, \u2018erets refere-se a toda a terra (ou ao planeta, como dir\u00edamos), por exemplo em express\u00f5es tais como \u201co Deus do c\u00e9u e da terra\u201d (G\u00eanesis 24:3), \u201cCriador dos c\u00e9us e da terra\u201d (G\u00eanesis 14:19, 22, traduzido na vers\u00e3o Almeida nova como \u201cDeus alt\u00edssimo que possui os c\u00e9us e a terra\u201d ), e \u201co c\u00e9u \u00e9 Meu trono e a terra o estrado de Meus p\u00e9s\u201d (Isaias 66:1). Isto n\u00e3o significa que a terra sempre tenha sido entendida como sendo uma esfera, como hoje. Da mesma forma, ela \u00e9 descrita (poeticamente) como tendo quatro cantos (Isaias 11:12, na vers\u00e3o Almeida nova \u201cquatro confins da terra\u201d) e extremidades ou fins (Isaias 40:28). \u00c9 dito tamb\u00e9m que ela tem um centro, literalmente um umbigo (Ezequiel 38:12), e que ela pode tremer e abalar-se (Salmo 18:7), e cambalear como um b\u00eabedo (Isaias 24:19 e versos seguintes).<\/p>\n<p>Em segundo lugar, al\u00e9m da divis\u00e3o do mundo em duas partes, o c\u00e9u e a terra (planeta), aparece tamb\u00e9m na B\u00edblia uma divis\u00e3o em tr\u00eas partes. O c\u00e9u est\u00e1 acima, a terra abaixo, e entre eles a por\u00e7\u00e3o de terra seca (\u00caxodo 20:4, Salmo 135:6). Nestes casos \u2018erets (\u201cterra\u201d) refere-se somente \u00e0 superf\u00edcie seca, ou a terra onde vivem os seres (\u201cterra dos viventes\u201d &#8211; Salmo 52:5; Isaias 38:11). Na realidade ela prov\u00ea tamb\u00e9m a sepultura para os mortos (Isaias 26:19 &#8211; \u201ca terra dar\u00e1 \u00e0 luz os seus mortos\u201d; Ezequiel 31:14 &#8211; \u201c&#8230; est\u00e3o entregues \u00e0 morte, e se abismar\u00e3o \u00e0s profundezas da terra, no meio dos filhos dos homens, com os que descem \u00e0 cova\u201d). Al\u00e9m disso, o p\u00f3 e a cinza fazem parte dela, bem como as regi\u00f5es des\u00e9rticas (Deuteron\u00f4mio 28:23-24 &#8211; \u201ca terra debaixo de ti &#8230; p\u00f3 e cinza\u201d; 32:10 &#8211; \u201cterra deserta\u201d; Salmo 107:34 &#8211; \u201cdeserto salgado\u201d; Jeremias 2:6 &#8211; \u201cterra de ermos &#8230; e sequid\u00e3o\u201d). Desta forma, n\u00e3o s\u00f3 a superf\u00edcie da terra que mant\u00e9m a vida, mas v\u00e1rias partes espec\u00edficas suas s\u00e3o indicadas pela palavra \u2018erets. Uma pessoa pode ser encravada nela (I Samuel 26:8 &#8211; \u201cencrav\u00e1-lp com a lan\u00e7a ao ch\u00e3o\u201d), e o sangue pode ser nela derramado (I Samuel 26:20 &#8211; \u201cn\u00e3o se derrame o meu sangue longe desta terra\u201d). Neste ponto \u2018erets recebe uma acep\u00e7\u00e3o afim \u00e0 de \u2018adama (\u201cch\u00e3o\u201d, \u201csolo\u201d, \u201cterra\u201d) (11), sendo por\u00e9m precipuamente o ch\u00e3o sobre o qual pode se manifestar a vida (G\u00eanesis 1:11 e seguintes &#8211; \u201c&#8230;produza a terra relva &#8230; ervas que d\u00eaem semente &#8230; e \u00e1rvores &#8230;\u201d; 27:28 &#8211; \u201cDeus te d\u00ea da exuber\u00e2ncia da terra&#8230;\u201d; Deuteron\u00f4mio 1:25 &#8211; \u201ctomaram do fruto da terra &#8230; \u00c9 terra boa que nos d\u00e1 o Senhor&#8230;\u201d).<\/p>\n<p>Finalmente, \u2018erets significa \u201cterra\u201d no sentido de um territ\u00f3rio delimitado. Encontramos assim \u201ca terra do norte\u201d (Jeremias 3:18), a \u201cterra da campina\u201d (Jeremias 48:21), a \u201cterra de teus pais\u201d (G\u00eanesis 31:3), a \u201cterra do seu cativeiro\u201d (I Reis 8:47), a \u201cterra dos Cananeus\u201d (\u00caxodo 13:5), a \u201cterra de Israel\u201d (I Samuel 13:19), a \u201cterra de Benjamim\u201d (Jeremias 1:1), e a \u201cterra do Senhor\u201d (Os\u00e9ias 9:3).<\/p>\n<p>Permanecemos assim ainda sem uma defini\u00e7\u00e3o clara do termo. Terra, ch\u00e3o seco, solo, terreno ou territ\u00f3rio, todas estas palavras s\u00e3o tradu\u00e7\u00f5es adequadas e comuns da palavra \u2018erets do Velho Testamento. Somente o contexto pode nos guiar para a escolha de uma tradu\u00e7\u00e3o adequada.<\/p>\n<p align=\"center\">\n<b>Terra no contexto de G\u00eanesis 1:1<\/b><\/p>\n<p>Uma pesquisa contextual \u00e9 dif\u00edcil de ser considerada em um espa\u00e7o t\u00e3o limitado, pois o contexto de um vers\u00edculo ou de uma palavra pode bem ser comparado com as ondas conc\u00eantricas produzidas por uma pedra atirada em um lago. O problema se estende cada vez mais \u00e0 medida que nos aprofundamos nele. Conseq\u00fcentemente, podemos t\u00e3o somente fazer observa\u00e7\u00f5es sucintas.<\/p>\n<p>O contexto imediato encontramos no pr\u00f3prio vers\u00edculo 1, especialmente na express\u00e3o \u201cos c\u00e9us e a terra\u201d(12). \u00c9 esta uma express\u00e3o familiar (13) que em geral \u00e9 tomada como referindo-se a tudo &#8211; o mundo todo &#8211; com base em que os c\u00e9us e a terra constituem os limites extremos de tudo que entre eles existe, isto \u00e9, o mundo todo (14). Na realidade poder-se-ia tamb\u00e9m ler a express\u00e3o como fazendo refer\u00eancia aos locais de habita\u00e7\u00e3o de Deus e dos homens, ou os seus \u00e2mbitos respectivos (Eclesiastes 5:2 &#8211; \u201cDeus est\u00e1 nos c\u00e9us e tu na terra\u201d). Neste caso, a ab\u00f3boda celeste e a superf\u00edcie da terra exprimiriam o sentido desejado. Entretanto, no contexto da Cria\u00e7\u00e3o divina, existe no Velho Testamento algum apoio para entendermos esses termos como se referindo mais \u00e0 totalidade (de todas as coisas) do que \u00e0 especifica\u00e7\u00e3o daqueles \u00e2mbitos respectivos (Salmo 136:1-9, Isaias 40:21-23 e 45:11 e vers\u00edculos seguintes).<\/p>\n<p>A tradu\u00e7\u00e3o toda de G\u00eanesis 1:1 \u00e9 deveras dif\u00edcil, como recentes tradu\u00e7\u00f5es da B\u00edblia deixam claro (15). N\u00e3o h\u00e1 como aprofundarmos esse assunto aqui, a n\u00e3o ser dizermos que o vers\u00edculo 1 provavelmente \u00e9 uma introdu\u00e7\u00e3o geral a todo o relato da Cria\u00e7\u00e3o (G\u00eanesis 1:1 &#8211; \u201cNo princ\u00edpio criou Deus os c\u00e9us e a terra\u201d; 2:4 &#8211; \u201c Esta \u00e9 a g\u00eanese dos c\u00e9us e da terra quando foram criados, quando o Senhor Deus os criou\u201d) (16), e deveria ser traduzido como \u201cno princ\u00edpio criou Deus os c\u00e9us e a terra\u201d. C\u00e9u e terra, ent\u00e3o, \u00e9 tudo o que vem em seguida no relato, a partir do primeiro ato de Deus &#8211; a cria\u00e7\u00e3o da luz (vers\u00edculo 3). Subseq\u00fcentemente, o segundo dia testemunha a forma\u00e7\u00e3o do c\u00e9u (vers\u00edculo 8), e o terceiro dia fala do aparecimento da terra (vers\u00edculo 10), seguidos da cria\u00e7\u00e3o de seus respectivos conte\u00fados (do vers\u00edculo 11 at\u00e9 2:1).<\/p>\n<p>A terra emergente (vers\u00edculo 9), yabassa (\u201cpor\u00e7\u00e3o seca\u201d) \u00e9 chamada de \u2018erets (\u201cterra\u201d) em oposi\u00e7\u00e3o \u00e0s \u00e1guas que s\u00e3o chamadas de mares. Isso nos poderia levar a simplesmente identificar \u2018erets como a terra firme f\u00edsica (solo, rochas, etc.), n\u00e3o fosse o fato de que a palavra \u2018erets (\u201cterra\u201d) \u00e9 tamb\u00e9m usada no vers\u00edculo 2 para descrever aquilo que ainda n\u00e3o havia sido separado em terra seca e mar. Conseq\u00fcentemente, podem alguns concluir que \u2018erets (\u201cterra\u201d) no cap\u00edtulo inicial da B\u00edblia apresenta pelo menos dois significados distintos. Obviamente ela se refere \u00e0 terra seca (vers\u00edculo 10), mas tamb\u00e9m \u00e0quilo sem forma e vazio que a precedeu (vers\u00edculo 2).<\/p>\n<p>Parece claro que o primeiro desses dois significados, \u201cterra seca\u201d, \u00e9 dominante no resto do cap\u00edtulo (vers\u00edculos 11, 12, 20, 22, 24, 26, 29, 30). Em um caso (vers\u00edculo 25 &#8211; \u201c&#8230; r\u00e9pteis da terra\u201d), a terra (\u2018erets) \u00e9 identificada especificamente com o solo (\u2018adama), como para ressaltar esse ponto. Entretanto, em alguns outros lugares pode ser prefer\u00edvel um entendimento mais global para \u2018erets. Assim, os vers\u00edculos 14 a 19 falam do sol, da lua e das estrelas e sua rela\u00e7\u00e3o com a terra. S\u00e3o eles colocados no firmamento n\u00e3o somente para dar luz, mas tamb\u00e9m para medir esta\u00e7\u00f5es (festivais), dias e anos. Pareceria que o sistema solar e os seus movimentos (como ent\u00e3o concebidos) est\u00e3o a\u00ed em considera\u00e7\u00e3o. G\u00eanesis 2:1-4, de igual modo, fala dos c\u00e9us e da terra e seus ex\u00e9rcitos, indicando presumivelmente todo o sistema, e assim completando o relato iniciado no vers\u00edculo 1 (17).<\/p>\n<p>Podemos assim tirar as seguintes conclus\u00f5es preliminares. Em geral a palavra \u2018erets (\u201cterra\u201d) em G\u00eanesis 1:1 a 2:4 refere-se \u00e0 terra seca, em contraposi\u00e7\u00e3o ao ar e ao mar, na qual podem viver o homem, as plantas e os animais. Em outras palavras, \u2018erets significa a superf\u00edcie da terra. Em segundo lugar, o relato tamb\u00e9m implica que esta terra \u00e9 parte de um sistema maior, que inclui o sol, a lua e as estrelas (18), e portanto tem um significado mais amplo do que meramente o ch\u00e3o seco sobre o qual pisamos. Ela constitui, tamb\u00e9m, pelo menos uma regi\u00e3o, algo que caracterizamos pelo adjetivo \u201cterrestre\u201d. Desta forma ela inclui o mar para os peixes e o ar para as aves, ambos criados juntamente no quinto dia, antes dos animais terrestres. Em terceiro lugar, na express\u00e3o \u201cc\u00e9u e terra\u201d, \u2018erets \u00e9 parte de um todo que abrange tudo que Deus criou, desde o \u00e2mbito terrestre at\u00e9 o celeste. Portanto aqui \u2018erets \u00e9 menos significativo para nossas indaga\u00e7\u00f5es, pois n\u00e3o se relaciona nem com a mat\u00e9ria nem com o territ\u00f3rio terrestre, mas simplesmente com a extremidade inferior do espectro que descreve toda a Cria\u00e7\u00e3o divina. Portanto, ao indagarmos o que \u00e9 o c\u00e9u e a terra que Deus criou, no relato de G\u00eanesis 1:1 provavelmente a resposta seria que \u00e9 tudo que se segue em G\u00eanesis 1:2 a 2:4, dando-se, por\u00e9m, especial aten\u00e7\u00e3o \u00e0 superf\u00edcie frut\u00edfera que pode sustentar e manter a vida.<\/p>\n<p align=\"center\">\n<b>O problema de G\u00eanesis 1:2<\/b><\/p>\n<p>Isto nos deixa com o espinhoso problema de G\u00eanesis 1:2 (\u201cA terra, por\u00e9m, era sem forma e vazia; havia trevas sobre a face do abismo, e o Esp\u00edrito de Deus pairava sobre as \u00e1guas\u201d), um vers\u00edculo que freq\u00fcentemente \u00e9 usado para descrever a condi\u00e7\u00e3o da terra em seu estado primordial. Por\u00e9m, o que significa a palavra \u201cterra\u201d aqui? O globo, a mat\u00e9ria f\u00edsica, ou o solo coberto pela \u00e1gua? Poderemos, de alguma maneira, penetrar o v\u00e9u que vela a obra criativa de Deus, e saber como Ele operou realmente no in\u00edcio? Algumas propostas t\u00eam sido consideradas, nesse prop\u00f3sito:<\/p>\n<p>1) O vers\u00edculo descreve a exist\u00eancia da terra no intervalo entre a cria\u00e7\u00e3o original da mat\u00e9ria e a cria\u00e7\u00e3o da vida. A \u201cterra\u201d ou deveria ser vista como a mat\u00e9ria prima a ser modelada para dar origem a uma terra organizada (19), ou, de acordo com a chamada hip\u00f3tese da restitui\u00e7\u00e3o (20), descreveria um mundo ca\u00eddo de sua gl\u00f3ria anterior, \u00e0 semelhan\u00e7a de L\u00facifer (vers\u00edculo 1).<\/p>\n<p>2) O vers\u00edculo descreve a primeira obra criadora de Deus, uma terra escura e aquosa, no primeiro dia da semana da cria\u00e7\u00e3o. Este ponto de vista pode trazer alguma d\u00favida sobre a seq\u00fc\u00eancia das obras de Deus na cria\u00e7\u00e3o, come\u00e7ando com a luz e terminando com o homem, e poderia levar \u00e0 sugest\u00e3o imposs\u00edvel de que o primeiro ato criativo de Deus n\u00e3o tivesse sido bom (21). Young, entretanto, argumentou que essa primeira terra, criada por Deus, era de fato boa, embora ainda n\u00e3o apropriada para a vida (22). \u2018Erets, aqui, teria sentidos diferentes nos vers\u00edculos 2 e 10. O \u00faltimo vers\u00edculo indicaria um desenvolvimento posterior ao do primeiro.<\/p>\n<p>3) O vers\u00edculo descreve um caos que permanece n\u00e3o muito antes da cria\u00e7\u00e3o, em oposi\u00e7\u00e3o \u00e0 cria\u00e7\u00e3o, exprimindo uma sempre presente amea\u00e7adora possibilidade de julgamento divino (23). Aqui, ent\u00e3o, a \u201cterra\u201d do vers\u00edculo 2 \u00e9 a mesma \u201cterra\u201d do vers\u00edculo 10, como seria ou deveria ser sem o poder criativo de Deus.<\/p>\n<p>4) O vers\u00edculo descreve a terra antes da cria\u00e7\u00e3o, e a caracteriza como sendo um \u201cnada\u201d, isto \u00e9, como nada mais do que uma condi\u00e7\u00e3o na qual a cria\u00e7\u00e3o da terra poderia ocorrer. De acordo com esta sugest\u00e3o, bastante comum, \u2018erets (\u201cterra\u201d) no vers\u00edculo 2 n\u00e3o apresenta, em absoluto, qualquer significado especial (da mesma maneira que um aposento vazio n\u00e3o apresenta conte\u00fado) (24). Aqui, o vers\u00edculo 2 reitera o tema do vers\u00edculo 1, por\u00e9m em um sentido negativo, isto \u00e9, que Deus criou tudo no princ\u00edpio.<\/p>\n<p>Isto significa que \u2018erets (\u201cterra\u201d) no vers\u00edculo 2 n\u00e3o nos ajuda muito para a solu\u00e7\u00e3o de nosso problema, a menos que, de fato, aceitemos um hiato entre os vers\u00edculos 1 e 2, de tal forma que o vers\u00edculo 1 se torne uma cl\u00e1usula temporal e o vers\u00edculo 2 uma descri\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria pre-existente, o que, entretanto, se contrap\u00f5e a alguns estudos cuidadosos que t\u00eam sido feitos sobre o problema (25). Alternativamente, o vers\u00edculo 2 n\u00e3o contribui para a descri\u00e7\u00e3o de uma terra criada, a menos que aceitemos o ponto de vista de Young, o que, entretanto, acarreta s\u00e9rias dificuldades, em particular que a cria\u00e7\u00e3o divina da terra sugerida no vers\u00edculo 2 n\u00e3o segue o esquema das outras obras de Deus na cria\u00e7\u00e3o. Assim, se eliminarmos as proposi\u00e7\u00f5es 1 e 2, ficamos com as proposi\u00e7\u00f5es 3 e 4, nenhuma das quais traz qualquer outra contribui\u00e7\u00e3o para o nosso conceito da terra primordial a n\u00e3o ser que Deus a tenha criado.<\/p>\n<p>Conseq\u00fcentemente, somos de novo levados a G\u00eanesis 1:1, que anuncia de forma sucinta que Deus criou os c\u00e9us e a terra, seguindo-se uma descri\u00e7\u00e3o deste evento. Parece que a terra (\u2018erets) seria a terra seca sobre a qual pode existir a vida, embora se reconhe\u00e7a que ela fa\u00e7a parte de um sistema mais amplo (sol, lua, estrelas) que prov\u00ea luz e comanda as esta\u00e7\u00f5es em seu ciclo.<\/p>\n<p align=\"center\">\n<b>A terra no pensamento b\u00edblico (26)<\/b><\/p>\n<p>Disto resulta uma \u00faltima quest\u00e3o. Que conclus\u00f5es podemos tirar das considera\u00e7\u00f5es anteriores com rela\u00e7\u00e3o \u00e0s perguntas de ordem geof\u00edsica que fizemos no in\u00edcio? G\u00eanesis 1:1 refere-se \u00e0 cria\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria que fisicamente comp\u00f5e a terra, ao planeta terra, ou ao solo da superf\u00edcie da terra? Para responder essa quest\u00e3o devemos primeiramente investigar o sentido da palavra \u201cterra\u201d. Verificamos que geralmente esta palavra significa ch\u00e3o (certamente em G\u00eanesis, do cap\u00edtulo 1 ao cap\u00edtulo 2, vers\u00edculo 4), embora tenhamos de estar alertardos para o fato de que algo mais al\u00e9m do solo esteja associado a ela (vers\u00edculos 14-19). Entretanto, ao apresentarmos nossas quest\u00f5es contempor\u00e2neas perante o texto b\u00edblico, dever\u00edamos tamb\u00e9m investigar se o pr\u00f3prio texto permite a aceita\u00e7\u00e3o das distin\u00e7\u00f5es que fazemos, e das nossas raz\u00f5es para faz\u00ea-las.<\/p>\n<p>Por exemplo, fazemos distin\u00e7\u00e3o entre terra e o planeta terra porque a ci\u00eancia atual tem-nos apresentado uma cronologia de bilh\u00f5es de anos para o planeta, enquanto que o texto b\u00edblico apresenta uma cronologia curta para a terra. Entretanto, n\u00e3o existem evid\u00eancias de que o texto b\u00edblico tivesse manifestado qualquer preocupa\u00e7\u00e3o com rela\u00e7\u00e3o a esse tipo de problema. Pelo contr\u00e1rio, o texto b\u00edblico s\u00f3 faz distin\u00e7\u00e3o entre terra, entendida como ch\u00e3o ou terra seca, e mundo, no sentido de planeta, porque o primeiro significado tem a ver com o \u00e2mbito da vida humana e seu dom\u00ednio, enquanto que o segundo tem a ver com o \u00e2mbito mais amplo das obras de Deus. Assim, Deus criou os c\u00e9us e a terra (o mundo todo), enquanto que a terra (terra seca) foi feita para a vida e a humanidade. A distin\u00e7\u00e3o baseia-se numa perspectiva de fun\u00e7\u00e3o, e n\u00e3o de cronologia, e conseq\u00fcentemente n\u00e3o se pode esperar qualquer distin\u00e7\u00e3o temporal expl\u00edcita entre ambas, o que na realidade n\u00e3o existe.<\/p>\n<p>O melhor que podemos afirmar com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 cria\u00e7\u00e3o da terra em G\u00eanesis 1:1 \u00e9 que ela tem que ver com nosso mundo, a terra, e que ela envolve o sistema ecol\u00f3gico no qual vivemos. Muito mais precisaria ser dito sobre quest\u00f5es geof\u00edsicas levantadas em nossa \u00e9poca, por\u00e9m a B\u00edblia em geral silencia a seu respeito.<\/p>\n<p>Assim, nossa conclus\u00e3o de que a palavra \u2018erets (\u201cterra\u201d) refere-se precipuamente \u00e0 superf\u00edcie seca de nosso planeta e \u00e0 vida nela existente, n\u00e3o permite concluirmos que G\u00eanesis 1 retrate um segundo est\u00e1gio de uma cria\u00e7\u00e3o em dois est\u00e1gios, primeiro a mat\u00e9ria do planeta, e depois a terra, com um intervalo de tempo intercalado. Permite, sim, fazer uma distin\u00e7\u00e3o de perspectiva entre o mundo, como sistema c\u00e9u e terra, e a terra como a por\u00e7\u00e3o de terra seca, com seu solo e sua vida. Qualquer distin\u00e7\u00e3o temporal entre ambas as acep\u00e7\u00f5es correr\u00e1 por nossa conta, e n\u00e3o com o apoio do texto b\u00edblico.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 desprovido de significado, aparentemente, que a B\u00edblia e o relato da cria\u00e7\u00e3o iniciam-se com a simples palavra bere\u2019shit, significando \u201cno princ\u00edpio\u201d (e n\u00e3o com a palavra \u201cDeus\u201d, como se poderia pensar). Conclui-se que a B\u00edblia nos indica que quem quer que deseje compreender o seu relato da cria\u00e7\u00e3o n\u00e3o deve ser levado a inquirir sobre o que poderia ter acontecido antes desse princ\u00edpio, pois no in\u00edcio permanece somente Deus, e nada mais. Somos levados, pela B\u00edblia, a inquirir sobre o que aconteceu posteriormente ao in\u00edcio da obra criadora de Deus, por\u00e9m ela na verdade n\u00e3o responde a todas as nossas quest\u00f5es!<\/p>\n<p><b>Refer\u00eancias<\/b><\/p>\n<p><span class=\"textopeq\">(1) A literatura \u00e9 abrangente e variada. Ver por exemplo W. Eichrodt, 1962, In the Beginning, pp. 1-10, in \u201cIsrael\u2019s Prophetic Heritage\u201d (New York); G. F. Hasel, 1972, Recent Translations of Genesis 1:1 : A Critical Look, \u201cThe Bible Translator\u201d 22:154-167; E. J. Young, 1964, Studies in Genesis One (Philadelphia); N. H. Ridderbos, 1958, Genesis 1:1 und 2, \u201cOudtestamentische Studi\u00ebn\u201d 12:214-260; W. H. Schmidt, 1967, Die Sc\u00f6pfungsgeschichte (Neukirchen); C. Westermann, 1967, Genesis BK 1\/2 (Neukirchen), pp. 130-141.<br \/>\n(2) Esta posi\u00e7\u00e3o incomum \u00e9 considerada somente esporadicamente, e provavelmente \u00e9 influenciada pelas palavras tohu wabohu (\u201csem forma e vazia\u201d) no vers\u00edculo 2. Ver J. Calvin, 1847, Genesis (Edinburgh), p. 70; Clarke\u2019s Commentary, 1830, vol. 1 (New York), p. 30.<br \/>\n(3) Este \u00e9 o ponto de vista mais comum. Ele considera \u201co c\u00e9u e a terra\u201d (vers\u00edculo 1) como a express\u00e3o do mundo todo, o universo, ou algo semelhante. H. Gunkel, 1922, Genesis (5\u00aa Edi\u00e7\u00e3o, G\u00f6ttingen), p. 102; J. Skinner, 1910, Genesis (New York), p. 14; Westermann, Genesis, pp. 140s.<br \/>\n(4) Um ponto de vista menos freq\u00fcentemente expresso, que questiona ter o Velho Testamento uma perspectiva universal, e sim uma perspectiva limitada \u00e0 ab\u00f3boda celeste com a terra abaixo dela. Ver Young, Studies in Genesis One. pp. 9s; U. Cassuto, 1978, A Commentary on the Book of Genesis, vol. I (Jerusal\u00e9m), p. 26; B. Vawter, 1977, On Genesis : A New Reading (New York), p. 38.<br \/>\n(5) W. Helck e E. Otto, eds., 1975, Lexikon der \u00c4gyptologie (Wiesbaden), pp. 1263s.<br \/>\n(6) Ver S. Morenz, 1973, Egyptian Religion (Londres), pp. 29s.<br \/>\n(7) The Assyrian Dictionary, 1958, vol. IV (Chicago), pp. 311-313.<br \/>\n(8) Ugaritic Textbook (Roma, 1965), pp. 366s.<br \/>\n(9) Ver G. Johannes Botterweck e Helemer Ringgren, eds., 1978, Theological Dictionary of the Old Testament, vol. I (Grand Rapids), p. 392.<br \/>\n(10) J. C. L. Gibson, 1971, Textbook of Syrian Semitic Inscriptions, vol. I (Oxford), p. 74.<br \/>\n(11) Recentemente, P. D. Miller, 1978, Genesis 1-11, \u201cJournal for the Study of the Old Testament Supplement\u201d 8:37s.<br \/>\n(12) A palavra hebraica \u201cc\u00e9us\u201d (shamayim) \u00e9 dual (e n\u00e3o simplesmente plural), indicando talvez duas regi\u00f5es celestes. Ver L. I. J. Stadelmann, S. J., 1970, The Hebrew Conception of the World, \u201cAnalecta Biblica\u201d 39:37-41 (Roma).<br \/>\n(13) Ver N. C. Habel, 1972, Yaweh, Maker of Heaven and Earth; A Study in Tradition Criticisms, \u201cJournal of Biblical Literature\u201d 71:16.<br \/>\n(14) Ver A. M. Honeyman, 1952, Merismus in Biblical Hebrew, \u201cJournal of Biblical Literature\u201d 71:16.<br \/>\n(15) Ver The New English Bible, The New American Bible, The New Jewish Version, Anchor Bible, vers\u00f5es que abandonaram a tradu\u00e7\u00e3o tradicional \u201cNo princ\u00edpio criou Deus os c\u00e9us e a terra\u201d.<br \/>\n(16) Ver Hasel, Recent Translations of Genesis 1:1.<br \/>\n(17) Ver Schmidt, Die Sch\u00f6pfungsgeschichte, p. 76.<br \/>\n(18) O hebraico cocavim (estrelas) s\u00e3o corpos celestes outros que n\u00e3o o sol e a lua. Com base somente na palavra \u00e9 poss\u00edvel, mas n\u00e3o necess\u00e1ria, uma distin\u00e7\u00e3o entre estrelas fixas e planetas. A refer\u00eancia feita aqui \u00e0s estrelas \u00e9 incidental, quase parent\u00e9tica, para completar o quadro. Ver Westermann, Genesis, p. 182.<br \/>\n(19) Este ponto de vista pressup\u00f5e uma cria\u00e7\u00e3o anterior do universo material, e \u00e9 encarada favoravelmente por cientistas que aceitam uma cronologia extensa para a mat\u00e9ria e uma cronologia resumida para a vida na terra.<br \/>\n(20) Tamb\u00e9m designada como \u201cTeoria da Ru\u00edna e Reconstru\u00e7\u00e3o, de G\u00eanesis 1:2\u201d em W. E. Lammerts, ed., 1971, Scientific Studies in Special Creation (Philadelphia), pp. 32-40.<br \/>\n(21) B. Childs, 1962, Myth and Reality in the Old Testament (New York), pp. 31-43.<br \/>\n(22) C. D. Simpson, 1952, Genesis, \u201cInterpreter\u2019s Bible\u201d, vol. I (New York), p. 468.<br \/>\n(23) Young, Studies in Genesis One, p. 23.<br \/>\n(24) Os argumentos a favor desta interpreta\u00e7\u00e3o s\u00e3o tirados de relatos da cria\u00e7\u00e3o antigos do Oriente Pr\u00f3ximo, e de G\u00eanesis 2:5 que usa a express\u00e3o \u201cquando&#8230; n\u00e3o havia ainda nenhuma planta do campo &#8230;etc . na terra\u201d. Ver Westermann, Genesis, pp.141s; Ridderbos, Genesis 1:1 und 2, pp. 224-227, et al.<br \/>\n(25) Ver nota (1) acima.<br \/>\n(26) Para um acompanhamento mais completo deste assunto, ver Stadelmann, The Hebrew Conception of the World, pp. 126-154.<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"textoLaranja\" align=\"center\" valign=\"TOP\">\nArtigo publicado na<\/p>\n<p><a class=\"titulogrdazul\" href=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/revistas\/folha-criacionista-no-53-2o-semestre-de-1995-ano-24\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Folha Criacionista 53<\/a><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Afirma G\u00eanesis 1:1 que tanto a vida como a mat\u00e9ria inorg\u00e2nica foram criadas simultaneamente, ou que, embora a vida seja bastante recente, a mat\u00e9ria inorg\u00e2nica poderia ter existido muito tempo antes da semana da cria\u00e7\u00e3o? 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