{"id":579,"date":"1982-06-21T23:42:18","date_gmt":"1982-06-22T02:42:18","guid":{"rendered":"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/?p=579"},"modified":"2022-10-27T00:22:48","modified_gmt":"2022-10-27T03:22:48","slug":"o-espaco-cosmico-e-o-tempo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/artigos\/o-espaco-cosmico-e-o-tempo\/","title":{"rendered":"O Espa\u00e7o C\u00f3smico e o Tempo"},"content":{"rendered":"<table class=\"textopreto\" border=\"0\" width=\"100%\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"3\">\n<tbody>\n<tr>\n<td class=\"texto\" valign=\"TOP\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-full wp-image-580\" src=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/bigbang.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"210\" \/>Neste artigo a teoria da grande explos\u00e3o inicial \u00e9 apreciada criticamente. Os pontos considerados incluem problemas que t\u00eam a ver com as condi\u00e7\u00f5es iniciais, a entropia, a taxa de expans\u00e3o inicial, a abund\u00e2ncia relativa de mat\u00e9ria e anti-mat\u00e9ria, a forma\u00e7\u00e3o das estrelas e gal\u00e1xias, a interpreta\u00e7\u00e3o do desvio para o vermelho em escala c\u00f3smica, a massa ausente, as incertezas que pesam sobre a rela\u00e7\u00e3o de Hubble e sobre a constante de Hubble, a distribui\u00e7\u00e3o dos quasars, a s\u00edntese dos elementos e o raio Schwarzhild do universo. Conclui-se que a teoria do \u201cbig bang\u201d n\u00e3o prov\u00ea explica\u00e7\u00e3o satisfat\u00f3ria para o universo.Escolha-se ao acaso um artigo contempor\u00e2neo escrito por qualquer autor evolucionista versando sobre o assunto da cosmologia, para ficar-se impressionado com a certeza demonstrada quando ao conhecimento das transforma\u00e7\u00f5es sofridas pelo universo e seus constituintes, bem como das suas idades. Entretanto, por baixo dessa apar\u00eancia exposta ao p\u00fablico, esconde-se uma hist\u00f3ria bastante diferente. H\u00e1 um consider\u00e1vel n\u00famero de problemas que as modernas teorias cosmog\u00f4nicas n\u00e3o t\u00eam sido capazes de resolver, a despeito de seu grande grau de sofistica\u00e7\u00e3o. Certamente n\u00e3o existir\u00e1 nenhuma vis\u00e3o evolucionista abrangente do universo que possa escapar de elementos super-miraculosos que estar\u00e3o apontando para o Criador.<\/p>\n<p>Hoje em dia o modelo cosmol\u00f3gico mais aceito \u00e9 o da grande explos\u00e3o inicial, a teoria do \u201cbig bang\u201d. Como teoria, ela resultou da observa\u00e7\u00e3o de que quase todas as gal\u00e1xias t\u00eanues, e presumivelmente distantes, parecem estar se afastando da Terra com velocidades que aumentam com a sua dist\u00e2ncia at\u00e9 n\u00f3s. Partindo das paralaxes trigonom\u00e9tricas e passando pelas estrelas Cef\u00eaidas vari\u00e1veis, e indo at\u00e9 os membros mais brilhantes dos grupamentos de gal\u00e1xias, foi constru\u00edda uma escala de dist\u00e2ncias c\u00f3smicas. Esta escala envolveu bilh\u00f5es de anos-luz e permitiu tra\u00e7ar uma relac\u00e3o mais ou menos linear (Ver em seguida) entre o desvio para o vermelho observado na luz emitida pelas gal\u00e1xias (presumivelmente uma medida da velocidade da gal\u00e1xia na dire\u00e7\u00e3o da sua linha de visada) e a dist\u00e2ncia delas at\u00e9 n\u00f3s. A inclina\u00e7\u00e3o da reta resultante dessa rela\u00e7\u00e3o corresponde \u00e0 constante de Hubble, e o seu inverso, que tem a dimens\u00e3o de tempo, \u00e9 considerado como a medida da idade do universo. Tal interpreta\u00e7\u00e3o da rela\u00e7\u00e3o acima implica que todo o universo, com tudo que nele existe, esteve uma vez compactado em um \u00fanico ponto. Como a interpreta\u00e7\u00e3o do efeito Hubble \u00e9 que a mat\u00e9ria que constitui o universo est\u00e1 atualmente em expans\u00e3o centr\u00edfuga a partir daquele ponto, os evolucionistas especulam que toda a mat\u00e9ria explodiu violentamente a partir daquele ponto, esta grande explos\u00e3o inicial recebendo o nome de \u201cbig bang\u201d.<\/p>\n<p>Para o evolucionismo, o maior dos problemas, embora n\u00e3o mencion\u00e1vel, em associa\u00e7\u00e3o com o \u201cbig bang\u201d, \u00e9 a sua origem final\u00edstica. De onde teria vindo todo o material que constitui o universo? Qualquer teoria sobre as origens, quaisquer que tenham sido elas, necessariamente envolver\u00e1 termos matem\u00e1ticos que por sua vez depender\u00e3o de coordenadas. Tais termos acabar\u00e3o sendo indeterminados na origem do sistema de coordenadas, ou, em outras palavras, o matem\u00e1tico ou o f\u00edsico acabar\u00e1 dividindo por zero os termos na origem. Tomemos a densidade do universo como um exemplo. A densidade nada mais \u00e9 do que a massa total dividida pelo volume. Ora, a massa do universo presumivelmente permanece constante (resultado da primeira Lei da Termodin\u00e2mica), mas ao se extrapolar o \u201cbig bang\u201d no sentido do tempo passado, o volume do universo tende a zero. Isto faz com que a densidade tenda a ser igual a algum n\u00famero finito dividido por zero, o que leva a uma solu\u00e7\u00e3o indeterminada.<\/p>\n<p>Para evitar tais solu\u00e7\u00f5es indeterminadas, os f\u00edsicos e astrof\u00edsicos realmente n\u00e3o consideram o in\u00edcio do universo no instante zero, mas sim numa fra\u00e7\u00e3o de segundos (10<sup>-34<\/sup>\u00a0segundos) imediatamente ap\u00f3s o instante zero. Da mesma forma n\u00e3o partem do tamanho zero, mas sim de uma esfera com raio igual \u00e0 velocidade da luz multiplicada por aquele intervalo de tempo, que vem a ser 10<sup>-34<\/sup>\u00a0cm, o que simplesmente contorna a quest\u00e3o da indetermina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O princ\u00edpio da incerteza de Heisenberg (que simultaneamente a posi\u00e7\u00e3o de um objetivo e sua quantidade de movimento, ou sua energia e o seu tempo n\u00e3o podem ser conhecidos com precis\u00e3o absoluta) \u00e9 invocado como uma desculpa para tal procedimento. Isso significa, por\u00e9m, que o princ\u00edpio da incerteza de Heisenberg deveria independer da mat\u00e9ria, pois os evolucionistas sup\u00f5em que esse princ\u00edpio existisse antes do universo, e que o universo tenha resultado desse princ\u00edpio. N\u00e3o obstante, o princ\u00edpio da incerteza \u00e9 defin\u00edvel somente em termos de subst\u00e2ncias materiais como, por exemplo, na express\u00e3o<\/p>\n<div class=\"delta\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-581\" src=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/FC38_1.gif\" alt=\"\" width=\"182\" height=\"43\" \/><\/div>\n<p>onde\u00a0<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.revistacriacionista.org.br\/artigos\/imagens\/delta.gif\" width=\"9\" height=\"10\" \/>E indica qualquer altera\u00e7\u00e3o ou incerteza na energia,\u00a0<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.revistacriacionista.org.br\/artigos\/imagens\/delta.gif\" width=\"9\" height=\"10\" \/>t \u00e9 a incerteza no tempo (isto \u00e9, quando o objeto tem energia, E) e h \u00e9 a constante de Planck. Ou tamb\u00e9m \u00e9 definido em termos da posi\u00e7\u00e3o x e da quantidade de movimento p como na express\u00e3o:<\/p>\n<div align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-582\" src=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/FC38_2.gif\" alt=\"\" width=\"184\" height=\"42\" \/><\/div>\n<p>Invocar o princ\u00edpio da incerteza de Heisenberg para explicar a origem do universo \u00e9 portanto retornar \u00e0 velha quest\u00e3o do que teria vindo primeiro &#8211; o ovo ou a galinha &#8211; e n\u00e3o resolver nada.Junto com a quest\u00e3o da origem final\u00edstica do movimento no contexto de uma grande explos\u00e3o inicial, existe o problema da entropia. Existe aqui um problema real quanto a como teria evolu\u00eddo uma massa ca\u00f3tica, como a que se sup\u00f5e ter existido no \u201cbig bang\u201d, de tal forma a produzir um universo ordenado como o conhecemos hoje. Os evolucionistas normalmente tendem a contornar esse problema da entropia destacando que a entropia total do universo permanece constante desde que se suponha que o universo se expanda adiabaticamente. \u00c9, por\u00e9m, trivial esta afirma\u00e7\u00e3o, pois supor que o universo se expande adiabaticamente \u00e9 supor que a entropia permanece constante, o que constitui um c\u00edrculo vicioso.<\/p>\n<p>Os evolucionistas desdenham o miraculoso quando ele \u00e9 trazido para explicar a natureza e a cria\u00e7\u00e3o. Por\u00e9m o \u201cbig bang\u201d \u00e9 ainda mais dependente de milagres do que o relato da cria\u00e7\u00e3o do cap\u00edtulo 1 do livro de G\u00eanesis. Suponhamos, a t\u00edtulo de argumenta\u00e7\u00e3o, que o modelo do \u201cbig bang\u201d esteja correto. Nesse caso, o universo teria vindo \u00e0 exist\u00eancia mediante a explos\u00e3o que deve ter acontecido h\u00e1 alguns 10 ou 20 bilh\u00f5es (10<sup>9<\/sup>) de anos. Descobrimos ent\u00e3o, que o miraculoso ainda est\u00e1 presente, pois como escreveu Robert Dicke:<\/p>\n<p>\u201cSe a bola de fogo tivesse se expandido somente 0,1% mais r\u00e1pidamente, a atual taxa de expans\u00e3o seria 3.10<sup>3<\/sup>\u00a0vezes maior. Tivesse a taxa de expans\u00e3o inicial sido 0,1% menor e o universo ter-se-ia expandido somente at\u00e9 cerca de 3.10<sup>-6<\/sup>\u00a0do seu raio atual antes de entrar em colapso. Com esse raio m\u00e1ximo, a densidade da mat\u00e9ria teria sido igual a 10<sup>-12<\/sup>\u00a0g\/cm<sup>3<\/sup>, mais do que 10<sup>16<\/sup>\u00a0vezes maior que a atual densidade. Nenhuma estrela ter-se-ia formado em tal universo, pois n\u00e3o teria havido tempo suficiente para a forma\u00e7\u00e3o de estrelas\u201d. (1)<\/p>\n<p>Para uma flutua\u00e7\u00e3o ao acaso do princ\u00edpio da incerteza de Heisenberg, aquela teria assumido o valor exato! H\u00e1 por\u00e9m evolucionistas que manteriam o ponto de vista de que, se tudo n\u00e3o tivesse acontecido assim t\u00e3o precisamente, n\u00f3s n\u00e3o estar\u00edamos aqui para o observar. Hipocritamente essas mesmas pessoas n\u00e3o permitem que os criacionistas discutam o anti-paralelo do argumento, isto \u00e9, que a presen\u00e7a de tal planejamento no universo por si s\u00f3 defende a exist\u00eancia do Planejador.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-583\" src=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/big_bang1.jpg\" alt=\"\" width=\"226\" height=\"400\" srcset=\"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/big_bang1.jpg 226w, https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/big_bang1-170x300.jpg 170w\" sizes=\"auto, (max-width: 226px) 100vw, 226px\" \/>A maioria dos modelos do \u201cbig bang\u201d, e h\u00e1 diversos, predizem que quantidades iguais de mat\u00e9ria normal, e de anti-mat\u00e9ria, surgiram a partir dos est\u00e1gios iniciais do \u201cbig bang\u201d. N\u00e3o obstante, o universo aparenta ser constitu\u00eddo primariamente de mat\u00e9ria normal; pelo menos s\u00e3o essas as evid\u00eancias a partir das observa\u00e7\u00f5es da radioastronomia.<\/p>\n<p>Se uma onda de r\u00e1dio percorre um campo magn\u00e9tico, ent\u00e3o seu plano de polariza\u00e7\u00e3o sofre uma rota\u00e7\u00e3o provocada pelo campo. Este efeito \u00e9 chamado de \u201crota\u00e7\u00e3o de Faraday\u201d, e ocorre de tal maneira que o plano de polariza\u00e7\u00e3o gira num sentido se o campo for devido a mat\u00e9ria normal, e no sentido oposto se o campo magn\u00e9tico for devido a anti-mat\u00e9ria. Reinhardt (2) observou que a rota\u00e7\u00e3o do plano de polariza\u00e7\u00e3o de ondas de r\u00e1dio provenientes de fontes astron\u00f4micas dava-se prepoderantemente no mesmo sentido. Isso indica que o universo \u00e9 preponderantemente formado de um s\u00f3 tipo de mat\u00e9ria, presumivelmente mat\u00e9ria normal. H\u00e1 algumas teorias, entretanto, que t\u00eam sido propostas para explicar a aparente aus\u00eancia de anti-mat\u00e9ria no universo observ\u00e1vel. A melhor destas teorias exige que o universo esteja em expans\u00e3o com taxas iguais ao longo de duas dire\u00e7\u00f5es, e com taxa diferente na terceira dire\u00e7\u00e3o (ou seja, dimens\u00e3o) (3). Entretanto, tamb\u00e9m isto \u00e9 n\u00e3o \u00e9 observado (4).<\/p>\n<p>O \u201cbig bang\u201d tem tamb\u00e9m outros problemas. Os modelos evolutivos jamais foram bem sucedidos para explicar a forma\u00e7\u00e3o de uma \u00fanica estrela, quanto mais de uma gal\u00e1xia toda, ou de um aglomerado de gal\u00e1xias (5). Virtualmente todos os modelos de forma\u00e7\u00e3o de estrelas invocados atualmente sup\u00f5em que tanto as estrelas como as gal\u00e1xias iniciaram-se como irregularidades de densidade nos est\u00e1gios bem primitivos do \u201cbig bang\u201d. Sem tal hip\u00f3tese a f\u00edsica do colapso das nuvens de g\u00e1s n\u00e3o permitiria a forma\u00e7\u00e3o de objetos nem remotamente semelhante aos principais constituintes do universo.<\/p>\n<p>Para que tais irregularidades de densidade estivessem presentes nos est\u00e1gios primitivos da grande explos\u00e3o inicial, t\u00eam sido propostas certas explica\u00e7\u00f5es. Incluem elas efeitos de \u201ccontra\u00e7\u00e3o\u201d magneto-hidrodin\u00e2micos (como garrafas de plasma ou magneto-estric\u00e7\u00f5es) (6). Contudo, a exist\u00eancia de tais efeitos nos est\u00e1gios primitivos do universo exige que ent\u00e3o j\u00e1 existisse um campo magn\u00e9tico c\u00f3smico, cuja exist\u00eancia \u00e9 posta em d\u00favida, existindo evid\u00eancias conflitantes tanto a seu favor como contr\u00e1rias (7). Al\u00e9m do mais, o campo de radia\u00e7\u00e3o do corpo negro, de 3\u00baK, n\u00e3o mostra evid\u00eancias a favor de quaisquer por\u00e7\u00f5es significativas de mat\u00e9ria num instante que se acredita corresponder a cerca de um milh\u00e3o de anos ap\u00f3s a grande explos\u00e3o inicial (8).<\/p>\n<p>Em todas as especula\u00e7\u00f5es evolucionistas mencionadas at\u00e9 agora, foi sempre suposto que a constante de Hubble \u00e9 indicativa de uma real expans\u00e3o do universo. Por\u00e9m, j\u00e1 h\u00e1 uma d\u00e9cada Halton Arp (9) tem apontado casos que contradizem a interpreta\u00e7\u00e3o dada por Hubble para o desvio para o vermelho. Primeiramente Arp descobriu uma correla\u00e7\u00e3o estat\u00edstica entre as posi\u00e7\u00f5es dos quasars no c\u00e9u e as gal\u00e1xias brilhantes pr\u00f3ximas. Al\u00e9m disso, ele destacou que, se os quasars fossem locais, eles ent\u00e3o n\u00e3o poderiam provir da expuls\u00e3o dos n\u00facleos das gal\u00e1xias \u2013 a teoria \u201clocal\u201d mais popular \u2013 pois ent\u00e3o dever\u00edamos observar tanto desvios para o azul como desvios para o vermelho, mas s\u00f3 s\u00e3o observados desvios para o vermelho.<\/p>\n<p>Arp descobriu tamb\u00e9m casos como os da NGC 1199 em que um objeto com um desvio para o vermelho atingindo 13.300 km\/s foi achado posicinado na frente de uma gal\u00e1xia local em um desvio para o vermelho de 2.600 km\/s (10). Recentemente a hip\u00f3tese local para os quasars sofreu outro rev\u00e9s quando as pontes luminosas mencionadas por Arp foram descartadas, por serem meros efeitos \u00f3ticos devidos \u00e0 curvatura da luz em campos gravitacionais, ou efeitos de difra\u00e7\u00e3o semelhantes aos que s\u00e3o observados quando, juntos os dedos polegar e indicador, projetamos sua silhueta a partir de um foco de luz. Como observaremos brevemente, se os objetos quase-estelares est\u00e3o a dist\u00e2ncias cosmol\u00f3gicas da terra, ent\u00e3o o resultado \u00e9 desastroso para os evolucionistas.<\/p>\n<p>Outra hip\u00f3tese que se encontra embutida na rela\u00e7\u00e3o de Hubble \u00e9 a suposi\u00e7\u00e3o de que conhe\u00e7a a escala de dist\u00e2ncias c\u00f3smicas. Como fundamento seu est\u00e1 a suposi\u00e7\u00e3o adicional de que todas as partes do universo t\u00eam o mesmo aspecto (princ\u00edpio cosmol\u00f3gico). Por\u00e9m, se a escala das dist\u00e2ncias, como atualmente aceita, estiver mesmo que remotamente correta, surge ent\u00e3o o problema da massa ausente. A rota\u00e7\u00e3o das gal\u00e1xias parece ser n\u00e3o-Kepleriana, indicando que existe de 10 a 30 vezes mais mat\u00e9ria nas gal\u00e1xias do que poderia resultar a partir de sua luminosidade (produ\u00e7\u00e3o de luz). Para um aglomerado de gal\u00e1xias a discrep\u00e2ncia entre as estimativas da luz e da massa din\u00e2mica atinge fatores de 100 at\u00e9 500 ou mais ainda (11).<\/p>\n<p>Se a detec\u00e7\u00e3o da rota\u00e7\u00e3o do argumentos de gal\u00e1xia da Virgem estiver correta, (12) ent\u00e3o, a julgar pela forma da curva de rota\u00e7\u00e3o, ou a lei da gravita\u00e7\u00e3o de Newton parece n\u00e3o vigorar para grandes dist\u00e2ncias, ou existir\u00e1 uma tremenda distribui\u00e7\u00e3o de massa nos agrupamentos de gal\u00e1xias. Se isto acontecer, ent\u00e3o, mais cedo ou mais tarde isto tamb\u00e9m ter\u00e1 de ser levado em conta pelos modelos evolutivos do \u201cbig bang\u201d.<\/p>\n<p>Existe ainda o problema de que, embora se suponha que a rela\u00e7\u00e3o envolvendo a constante de Hubble seja linear, na realidade os dados n\u00e3o correspondem de maneira nenhuma a uma linha reta. Os evolucionistas s\u00f3 podem ajustar uma linha reta atrav\u00e9s dos dados desde que suponham que os afastamentos da linearidade s\u00e3o definidos a efeitos evolutivos. Tais afastamentos subseq\u00fcentemente s\u00e3o definidos como evolutivos e passam a estabelecer padr\u00f5es para a evolu\u00e7\u00e3o das gal\u00e1xias como um todo. A verdadeira forma da curva que corresponde \u00e0 rela\u00e7\u00e3o de Hubble est\u00e1 muito mais pr\u00f3xima da quadr\u00e1tica do que da linear.<\/p>\n<p>Mesmo que se aceite a constante de Hubble e a rela\u00e7\u00e3o linear, os evolucionistas ainda n\u00e3o estar\u00e3o em paz com o modelo do \u201cbig bang\u201d. O valor real da constante de Hubble \u00e9 tremendamente incerto. Estimativas modernas variam de 20 km\/s\/Mpc at\u00e9 120 km\/s\/Mpc. Nos \u00faltimos anos esse valor foi fixado arbitrariamente como sendo 50 km\/s\/Mpc desde que \u00e9 este o valor mais alto consistente com a idade geol\u00f3gica da Terra, e o mais baixo ainda remotamente consistente com as observa\u00e7\u00f5es. Em outras palavras, as evid\u00eancias s\u00e3o de que o universo, de acordo com a constante de Hubble, \u00e9 muito jovem para ter permitido a evolu\u00e7\u00e3o da Terra. Isso se verifica especialmente \u00e0 luz de evid\u00eancias recentes que levam ao valor da constante de Hubble ao valor de 95 km\/s\/Mpc, valor este que corresponde somente a 10 bilh\u00f5es de anos para a idade do universo (13). Isso acarreta outros problemas adicionais porque, se supusermos que o Ur\u00e2nio e o T\u00f3rio tenham sido produzidos por algum processo desconhecido na \u00e9poca da forma\u00e7\u00e3o da gal\u00e1xia, ent\u00e3o, utilizando os mesmos argumentos que se aplicam \u00e0 data\u00e7\u00e3o das rochas terrestres e dos meteoritos extra-terrestres, parece que a Via L\u00e1ctea deve ter pelo menos 12 bilh\u00f5es de anos, idade superior \u00e0 calculada de acordo com a constante de Hubble (14). Mesmos algumas estrelas e grupamentos de gal\u00e1xias s\u00e3o supostamente mais velhas do que 10 bilh\u00f5es de anos.<\/p>\n<p>Browner e Berman, (15) aplicaram a l\u00f3gica evolucionista usual para determina\u00e7\u00e3o das idades, \u00e0s rela\u00e7\u00f5es de abund\u00e2ncia entre o R\u00eanio-187 e o \u00d3smio-187, e chegaram \u00e0 idade do universo de pelo menos 20 bilh\u00f5es de anos, e mais confortavelmente a 29 bilh\u00f5es. Este n\u00famero excede de muito qualquer idade Hubble \u201cconfort\u00e1vel\u201d.<\/p>\n<p>Tudo isto serve para lan\u00e7ar d\u00favida sobre a constante de Hubble como um indicador da idade. Como sugeriu Akridge (16), a constante de Hubble pode constituir uma medida efetiva da densidade inicial do universo no instante da cria\u00e7\u00e3o e portanto n\u00e3o pode ser extrapolada legitimamente para intervalos de tempos passados, para indicar qualquer idade que possa ser realmente significativa.<\/p>\n<p>Como se n\u00e3o bastassem os problemas radiom\u00e9tricos anteriormente citados, a hip\u00f3tese de que os desvios para o vermelho observados nos quasars s\u00e3o da natureza cosmol\u00f3gica, levam a uma conclus\u00e3o bastante interessante, ressaltada por Varshni com as seguintes palavras:<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 mostrado que a interpreta\u00e7\u00e3o cosmol\u00f3gica dos desvios para o vermelho observados nos espectros dos quasars leva ainda a um outro resultado paradoxal, a saber, que a terra \u00e9 o centro do universo\u201d (17).<\/p>\n<p>Varshni descobriu cerca de 57 grupamentos entre uma amostra de 384 quasars. Estes grupamentos foram caracterizados puramente em termos de semelhan\u00e7as espectrais, n\u00e3o em termos de valores dos desvios para o vermelho, nem de \u00e1reas de agrupamentos no c\u00e9u. Pelo contr\u00e1rio, esses seus objetos n\u00e3o se emcontram necessariamente perto uns dos outros quando projetados sobre o c\u00e9u, entretanto ele descobriu que o valor de seus desvios para o vermelho era bastante coincidente. Ele concluiu, ent\u00e3o, que se a hip\u00f3tese do desvio cosmol\u00f3gico para o vermelho for verdadeira, os 57 grupos ficam dispostos em cascas esf\u00e9ricas todas elas tendo a Terra como centro. (Ver Figura).<\/p>\n<div align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-584\" src=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/varshn.gif\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"286\" \/><br \/>\n<span class=\"textopeq\">Figura \u2013 Representa\u00e7\u00e3o bidimensional do resultado obtido por Varshni<br \/>\n<\/span><\/div>\n<p>Os quasars s\u00e3o representados distribu\u00eddos em circunfer\u00eancias conc\u00eantricas com a Terra. Observe-se que, deslocando o ponto de observa\u00e7\u00e3o para fora do centro (da Terra), por exemplo, colocando-o em um dos quasars, ser\u00e1 destruido o princ\u00edpio cosmol\u00f3gico porque os outros quasars n\u00e3o estar\u00e3o em circunfer\u00eancias conc\u00eantricas com esse quasar escolhido como centro. Evidentemente este desenho n\u00e3o est\u00e1 em escala.<br \/>\nDepois de considerar e descartar duas outras alternativas, Varshni achou que era for\u00e7oso concluir que, se a hip\u00f3tese do desvio para o vermelho for aceita para os quasars, e da mesma maneira se o modelo do \u201cbig bang\u201d for aceito para eles, ent\u00e3o:<\/p>\n<p>\u201cA Terra \u00e9 realmente o centro do universo. A disposi\u00e7\u00e3o dos quasars ao longo de certas cascas esf\u00e9ricas se d\u00e1 somente com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 Terra como centro. Essas cascas desapareceriam se vistas de um outra gal\u00e1xia ou quasar. Isto significa que o princ\u00edpio cosmol\u00f3gico ter\u00e1 de ser abandonado. Implica tamb\u00e9m que um sistema de coordenadas fixo \u00e0 Terra constituir\u00e1 uma estrutura preferencial de refer\u00eancia do Universo. Conseq\u00fcentemente, dever\u00e3o ser abandonadas para finalidades cosmol\u00f3gicas tanto a Teoria Especial quanto a Teoria Geral da Relatividade\u201d (18).<\/p>\n<p>Poderia haver a tend\u00eancia de descartar esse fato como sendo uma ocorr\u00eancia aleat\u00f3ria. Varshni, entretanto, considera as probabilidades e conclui que a probabilidade contra a ocorr\u00eancia aleat\u00f3ria \u00e9 de 3.10<sup>86<\/sup>\u00a0para 1 (19).<\/p>\n<p>A remo\u00e7\u00e3o da hip\u00f3tese cosmol\u00f3gica do desvio para o vermelho n\u00e3o ajuda necessariamente os evolucionistas, pois como foi destacado por Arp e outros (20), existem s\u00e9rios problemas com qualquer explica\u00e7\u00e3o local para os quasars, n\u00e3o sendo a menor delas a explica\u00e7\u00e3o dos desvios para o vermelho, j\u00e1 que todos os outros desvios se tornariam, assim, tamb\u00e9m, suspeitos. A alternativa de Varshni \u00e9 que os quasars s\u00e3o locais mais ent\u00e3o deveriamos questionar quanto ao por que n\u00e3o haver uma maior dispers\u00e3o nos desvios para o vermelho daqueles 57 grupamentos. Eles ainda pareceriam estar centrados concentricamente em redor da Terra.<\/p>\n<p>O grande baluarte das evid\u00eancias evolucionistas a favor do \u201cbig bang\u201d \u00e9 a radia\u00e7\u00e3o de corpo negro de 3\u00baK. Acredita-se que essa radia\u00e7\u00e3o seja devida \u00e0 luz liberada quando el\u00e9trons e pr\u00f3tons combinaram-se pela primeira vez para formar Hidrog\u00eanio, alguns milh\u00f5es de anos ap\u00f3s a grande explos\u00e3o inicial. A temperatura do universo naquela \u00e9poca \u00e9 calculada como tendo atingido cerca de 3.000\u00baK, e o que constitui hoje o campo de radia\u00e7\u00e3o de 3\u00baK \u00e9 aquele campo de 3.000\u00baK desviado para o vermelho por um fator z=1.000.<\/p>\n<p>Aqui, tamb\u00e9m surge uma situa\u00e7\u00e3o curiosa. O desvio para o vermelho daquele jato de luz de Hidrog\u00eanio \u00e9 portanto tomado como sendo igual a 1.000, mas o valor mais elevado do deslocamento para o vermelho de qualquer objeto observado \u00e9 menos do que 4, e esse valor \u00e9 obtido para um quasar! Onde, ent\u00e3o, est\u00e3o os objetos com desvios para o vermelho intermedi\u00e1rios? Onde est\u00e3o os objetos com desvios para o vermelho entre z=4 e z=1.000? Esteve o universo desprovido de objetos durante todos os bilh\u00f5es de anos intermedi\u00e1rios?<\/p>\n<p>Existe uma interpreta\u00e7\u00e3o criacionista poss\u00edvel para o campo de radia\u00e7\u00e3o cosmol\u00f3gica de 3oK, que n\u00e3o envolve absolutamente nenhuma evolu\u00e7\u00e3o. Existe uma \u201ccuriosa coincid\u00eancia\u201d que foi primeiramente mencionada por Hoyle e outros em 1968 (21) e retomada por Clayton em 1969 (22). Se supusermos que todos elementos do universo foram criados \u201cin situ\u201d pela fus\u00e3o nuclear a partir do Hidrog\u00eanio, e se os f\u00f3tons resultantes fossem ent\u00e3o termalizados (de forma n\u00e3o permanecerem potencialmente perigosos \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o da vida), o campo de radia\u00e7\u00e3o resultante teria a temperatura de 3\u00baK e apresentaria um espectro de corpo negro. Na realidade, Hoyle e colaboradores consideraram somente a convers\u00e3o do Hidrog\u00eanio em H\u00e9lio, e n\u00e3o necessariamente \u201cin situ\u201d. Mas a sua estimativa da densidade m\u00e9dia do universo \u00e9 provavelmente baixa, de forma que o efeito permanece quando consideramos todos os elementos.<\/p>\n<p>Os evolucionistas, portanto, se deparam com um \u201cbig bang\u201d miraculosamente controlado; que de alguma forma foi programada para iniciar-se alguns instantes depois do in\u00edcio da contagem do tempo, para assim evitar dificuldades intranspon\u00edveis que jamais seriam superadas no instante zero; um posicionamento miraculoso da Terra no cento aparente da expans\u00e3o; e valores contradit\u00f3rio das idades da Terra, da gal\u00e1xia e do universo. Por\u00e9m os seus problemas n\u00e3o se encerram aqui. Hoyle (23) chamou a aten\u00e7\u00e3o para ainda outra \u201ccoincid\u00eancia\u201d, que parece ser uma de suas predile\u00e7\u00f5es. Os n\u00facleos dos \u00e1tomos exibem n\u00edveis de energia praticamente da maneira como os el\u00e9trons exibem n\u00edveis de energia em torno do n\u00facleo. Ora, acontece que o Carbono-12 tem um n\u00edvel de energia nuclear de 7,655 Mev, e o Oxig\u00eanio-16 tem um n\u00edvel de 7,119 Mev. Se aceitamos a fus\u00e3o nuclear como respons\u00e1vel pela forma\u00e7\u00e3o dos elementos (mesmo forma\u00e7\u00e3o \u201cin situ\u201d a cerca de 6 mil anos), ent\u00e3o a disposi\u00e7\u00e3o relativa desses dois n\u00edveis de energia n\u00e3o deixa de ser algo miraculoso.<\/p>\n<p>Os n\u00edveis de energia s\u00e3o devidos a propriedades da for\u00e7a nuclear forte e da repuls\u00e3o eletromagn\u00e9tica entre os pr\u00f3tons. Se essas duas propriedades fossem alteradas mesmo muito ligeiramente, resultaria uma mudan\u00e7a dr\u00e1stica nos dois n\u00edveis de energia anteriormente mencionados. A mudan\u00e7a seria de tal ordem que quase todos os \u00e1tomos que hoje s\u00e3o Carbono-12 ter-se-iam tornado \u00e1tomos de Oxig\u00eanio-16. A implica\u00e7\u00e3o disso \u00e9 clara: sem Carbono, n\u00e3o haveria vida tal qual a conhecemos.<\/p>\n<p>Finalmente, h\u00e1 um outro fator que n\u00e3o tem sido considerado tanto quanto saiba o autor, nem na literatura evolucionista, nem na criacionista. A literatura astron\u00f4mica nos \u00faltimos dez anos tem sido sacudida com rumores e especula\u00e7\u00f5es sobre os buracos negros. Um buraco negro \u00e9 definido como um bloco de mat\u00e9ria que foi t\u00e3o compactada que seu campo gravitacional excede a velocidade da luz. Nada poder\u00e1 escapar de um buraco negro, nem mesmo a radia\u00e7\u00e3o luminosa.<\/p>\n<p>Para uma dada massa M, o raior R dentro do qual a massa dever\u00e1 estar compactada para se tornar um buraco negro, denominado raio Schwarzshild, \u00e9 dado por<\/p>\n<p align=\"center\">R = 2G M \/ cv<sup>2<\/sup>2<\/p>\n<p>onde G \u00e9 a constante gravitacional e c \u00e9 a velocidade da luz.<\/p>\n<p>De acordo com a cosmologia de grandes n\u00fameros de Dirac, existem cerca de 2.10<sup>78<\/sup>\u00a0n\u00facleons no universo (24). Com uma massa de 1,67.10<sup>-24<\/sup>g por n\u00facleon, isso leva \u00e0 massa total de 3.10<sup>54<\/sup>g para o universo. O raio Schwarzshild do universo com essa massa \u00e9 igual a cerca de 500 milh\u00f5es de anos-luz, muito menor do que o raio aceito para o universo. Para salvarmos a cosmologia do \u201cbig bang\u201d, deveremos crer que o universo escapou para fora de seu pr\u00f3prio raio Schwarzshild ou que a f\u00edsica dos buracos negros n\u00e3o funciona para o universo?<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, se aceitarmos a massa ausente como estando acima e al\u00e9m da massa da cosmologia de Dirac, dando-nos assim um fator de 500 para jogarmos com ele, poder\u00edamos concluir algo sobre a idade do universo?<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-585\" src=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/quasars.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"234\" \/>Em conex\u00e3o com nossa discuss\u00e3o sobre os buracos negros, dever\u00edamos fazer men\u00e7\u00e3o a alguns desenvolvimentos recentes no campo. H\u00e1 evid\u00eancias crescentes de que quasars, n\u00facleos Seyfert e os n\u00facleos das gal\u00e1xias normais est\u00e3o todos relaciondos entre si, e representam mais ou menos um cont\u00ednuo de estados ou caracter\u00edsticas. Os n\u00facleos s\u00e3o considerados como sendo objetos super-maci\u00e7os. Objetos com massa superior a 6 massas solares s\u00e3o definidos como super-maci\u00e7os, mas no caso trata-se de n\u00facleos com massas centenas de milhares, at\u00e9 milh\u00f5es, de vezes superiores \u00e0 do Sol. Se for demonstrado ser esse o caso, ent\u00e3o a observa\u00e7\u00e3o de Varshni causar\u00e1 um impacto violento, pois a centralidade da Terra n\u00e3o poder\u00e1 ser removida por qualquer desenvolvimento futuro, como por exemplo a demosntra\u00e7\u00e3o de uma liga\u00e7\u00e3o aparente entre os n\u00facleos das gal\u00e1xias normais e os quasars (25).<\/p>\n<p>Consideramos somente uns poucos dos problemas fundamentais que os evolucionistas modernamente enfrentam em sua luta para se manter dentro de seu naturalismo ate\u00edsta \u2013 seu modelo \u201cbang! Voc\u00ea est\u00e1 vivo!\u201d Muito do que foi considerado aqui ficar\u00e1 superado dentro dos pr\u00f3ximos anos, pois essa \u00e9 a natureza da ci\u00eancia. Apesar de tudo, historicamente, a ci\u00eancia de hoje \u00e9 a supersti\u00e7\u00e3o de amanh\u00e3, especialmente numa \u00e9poca em que uma teoria \u00e9 considerada \u201cfrut\u00edfera\u201d se levantar mais quest\u00f5es do que respostas. \u00c0 luz de nosso estudo, pareceria que o \u201cbig bang\u201d \u00e9 uma supersti\u00e7\u00e3o, e est\u00e1 destitu\u00eddo de qualquer base factual. Na realidade ele se baseia em algumas das hip\u00f3teses menos compreendidas, mais especulativas, e menos examinadas jamais adotadas pelo ser humano. Sem d\u00favida, ele constitui uma \u201cfalsamente chamada ci\u00eancia\u201d. (I Tim\u00f3teo 6:20)<\/p>\n<p><span class=\"txtazulneg\">Refer\u00eancias<\/span><\/p>\n<p class=\"textoCinza\">(1) Dicke, R. H. 1969. Gravitation and the universe. Philadelphia: American Philosophical Society, p. 62.<br \/>\n(2) Reinhardt, M. 1971, \u201cThe primaeval magnetic field and antimatter\u201d. Astrophysical Letters, 8(4):181-182.<br \/>\n(3) Zel-dovich, Ya. B., 1970. \u201cParticle production in cosmology\u201d, JETP Lett. 12(9):307-311.<br \/>\n(4) Muller, R. A., 1978. \u201cThe cosmic background radiation and the new aether drift\u201d. Scientific American, 238(5):64-74.<br \/>\n(5) Jones, B. J. T., 1976. \u201cThe origin of galaxies: a review of recent theoretical developments and their confrontation with observation\u201d. Reviews of Modern Physics, 48(1):107-149.<br \/>\n(6) Fenelly, A. J., 1980. \u201cMagnetohydrodynamic solution to the problem of the origin of the galaxies in an expanding universe\u201d. Physical Review Letters, 44(14):955-958.<br \/>\n(7) Soufe. Y., M. Fujimoto, e K. Kawabata, 1968. \u201cFaraday rotation by metagalactic field\u201d. Astronomical Society of Japan, 20(4):388-394. Ver tamb\u00e9m Reinhardt, M., 1972. \u201cInterpretation of rotation measures of radio sources\u201d. Astronomy and Astrophysics, 19(1):104-108.<br \/>\n(8) Muller, Op. cit.<br \/>\n(9) Arp. H., 1970. \u201cDistribution of quasistellar radio sourcers on the sky\u201d. Astronomical Journal, 75(1):1-12. Tamb\u00e9m em 1971. \u201cObservational paradoxes in extragalactic astronomy\u201d. Science, 174(4015):1189-1200.<br \/>\n(10) Arp. H., 1978. \u201cNGC 1199\u201d. Astronomy 6(1):15.<br \/>\n(11) Bouw, G. D., 1977. \u201cGalaxie clusters and the mass anomaly\u201d. Creation Research Society Quarterly, 14(2):108-112.<br \/>\n(12) Bouw, G. D., 1977. \u201cThe rotation-curve of the Virgo cluster of galaxies\u201d. Creation Research Society Quarterly, 14(1):17-24. O Dr. Bouw n\u00e3o conseguiu evid\u00eancias favor\u00e1veis \u00e0 ota\u00e7\u00e3o no enorme grupamento de gal\u00e1cias.<br \/>\n(13) Hanes, D. A., 1979. \u201cA new determination of the Hubble constant\u201d. Monthly Notices of the Royal Astronomical Society. 188(3):901-909.<br \/>\n(14) Hoyle, F., 1975. Astronomy and cosmology. San Francisco, W. H. Freeman and Co., pp. 574-577.<br \/>\n(15) Browne, J. C., and B. L. Berman, 1976. \u201cNeutron-capture cross sections for 186 Os and 187 Os and age of the universe\u201d. Nature, 262(5565):197-199.<br \/>\n(16) Akridge. G. R., 1979. \u201cThe expansion of the universe: a study of the initial conditions\u201d. Creation Research Society Quartely, 16(3):176-181.<br \/>\n(17) Varshni, Y. P., 1976. \u201cThe red shift hypothesis for quasars: is the Earth the center of the universe?\u201d Astrophysics and Space Science, 43(1):3-8.<br \/>\n(18) Ibid., p. 8.<br \/>\n(19) Ibid., p. 4. \u201cVarshni\u2019s figure of the 3.10<sup>-85<\/sup>\u00a0for the probability is in error and should be 3.10<sup>-87<\/sup>.<br \/>\n(20) Burbidge, G., 1971. \u201cWas there really a big bang?\u201d Nature, 233(5314):36-40.<br \/>\n(21) Hoyle, F., N. E. Wichramasinghe, and N. C. Reddish, 1968. \u201cSolid hydrogen and the microwave background.\u201d Nature, 218(5147):1124-1126.<br \/>\n(22) Clayton, D. D., 1969. \u201cThe origin of the elements\u201d. Physics Today, 22(5):28-36.<br \/>\n(23) Hoyle. F., 1975. Op. cit., pp. 401-402.<br \/>\n(24) Roxburgh, I. W., 1977. (in) The encyclopedia of ignorance, R. Duncan and M. Weston-Smith, eds., New York, Pergamon Press, p. 39.<br \/>\n(25) De acordo com a teoria atual, massas de objetos estelares superiores a 60 massa solares, e at\u00e9 5.4 10<sup>5<\/sup>\u00a0massas solares, atingindo ent\u00e3o um total de cerca de mais de 75.10<sup>5<\/sup>\u00a0s\u00f3is, todos eles terminar\u00e3o como buracos negros. Essa teoria ignora um \u201cfato\u201d te\u00f3rico bem conhecido, a saber, que as estrelas acima de 6 massas solares n\u00e3o se contraem homologamente. Pelo contr\u00e1rio, essas estrelas (deixando de lado o problema do in\u00edcio do colapso em primeiro lugar) entram em colapso somente at\u00e9 um certo ponto al\u00e9m do qual elas n\u00e3o podem se contrair, fase durante a qual mat\u00e9ria deveria estar sendo atra\u00edda pela estrela que assim tem sua massa aumentada. Em seguida a estrela \u201cexplode\u201d ou \u201cregorgita\u201d, perdendo massa. Esse regorgitamento \u00e9 seguido por um per\u00edodo de nova atra\u00e7\u00e3o de mat\u00e9ria pela estrela, repetindo-se novamente o ciclo. Dentre todas as teorias evolucionistas existentes, esta \u00e9 a melhor para explicar a aparente continuidade desde o n\u00facleo da gal\u00e1xia at\u00e9 o quasar. Do ponto de vista criacionista isso tem duas conseq\u00fc\u00eancias: primeiro, diminui o problema da energia necess\u00e1ria para a manuten\u00e7\u00e3o dos quasars durante 10<sup>7<\/sup>\u00a0anos, pois a nova teoria os torna apenas fen\u00f4menos peri\u00f3dicos; e segundo, fornece aos criacionistas um espectro completo em um s\u00f3 modelo, j\u00e1 que o modelo n\u00e3o necessita ter nada a ver com o tempo, e portanto com a evolu\u00e7\u00e3o. Esse comportamento por parte dos n\u00facleos gal\u00e1cticos \u00e9 independente deles terem evolu\u00eddo ou n\u00e3o. Existem problemas com essa nova teoria, que s\u00e3o os mesmos enfrentados pelos entusiastas dos buracos negros com os modelos dos discos de acre\u00e7\u00e3o. H\u00e1 tamb\u00e9m algum questionamento quanto ao fato de qualquer mat\u00e9ria regorgitada pela estrela supermaci\u00e7a poder ou n\u00e3o voltar \u00e0 sua superf\u00edcie em uma escala de tempo curto em face de 10<sup>7<\/sup>\u00a0anos. Entretanto a maioria desses problemas existe tamb\u00e9m para os evolucionistas. Finalmente, essa teoria evita os buracos negros, pois ela indica que estrelas supermaci\u00e7as n\u00e3o entrar\u00e3o em colapso final formando buracos negros. Os buracos negros, se na realidade existirem, dever\u00e3o ser originados de outra forma.<\/p>\n<p><span class=\"txtazulneg\">BURACOS NEGROS<\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-full wp-image-586\" src=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/buraco.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"240\" \/>Em 1783, o astr\u00f4nomo John Michell sugeriu que a gravidade tamb\u00e9m poder\u00e1 atuar sobre a luz. Nessa \u00e9poca, estava em vigor a teoria de que a luz era formada de part\u00edculas ou corp\u00fasculos e aceitou-se que algumas estrelas poderiam ser t\u00e3o grandes que a \u201cvelocidade da luz\u201d, o que impediria que aquelas part\u00edculas escapassem para o espa\u00e7o. Para um observador na Terra, essa estrela seria invis\u00edvel contra o fundo escuro do espa\u00e7o, e portanto seria \u201cvista\u201d como um \u201cburaco negro\u201d.<\/p>\n<p>Essa concep\u00e7\u00e3o foi considerada muito improv\u00e1vel quando passou a ser aceita a teoria ondulat\u00f3ria da luz, em substitui\u00e7\u00e3o \u00e0 teoria corpuscular.<\/p>\n<p>Entretanto, com o surgimento da teoria da relatividade geral, de Einstein, foi aceita a possibilidade do encurvamento dos raios luminosos nas imedia\u00e7\u00f5es de objetos de grande massa, pelo efeito da gravidade. Essa possibilidade tornou-se uma certeza pelas observa\u00e7\u00f5es feitas por ocasi\u00e3o do eclipse total do Sol em 1919, inclusive por uma equipe de pesquisadores que esteve no Brasil, em Sobral, no Cear\u00e1.<\/p>\n<p>Assim, o que hoje se designa como \u201cburaco negro\u201d \u00e9 um corpo com massa suficiente para atrair toda a mat\u00e9ria ao seu redor, acelerando-a a velocidades enormes, de maneira a formar um \u201cdisco de acre\u00e7\u00e3o\u201d constitu\u00edda por mat\u00e9ria em rota\u00e7\u00e3o ao redor do seu n\u00facleo, \u201caspirando-a\u201d com enorme velocidade at\u00e9 seu desaparecimento, o que ocasionaria simultaneamente a emiss\u00e3o de enorme quantidade de Raios-X.<\/p>\n<p>A densidade extrema de um corpo como esse criaria um intenso Campo gravitacional, de tal forma que o espa\u00e7o ao seu redor seria t\u00e3o curvo que o seu interior ficaria isolado do espa\u00e7o exterior, n\u00e3o deixando nada escapar para fora.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"textopreto\" align=\"center\" valign=\"TOP\">Artigo publicado na<a href=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/revistas\/folha-criacionista-no-38-1o-semestre-de-1988-ano-17\/\">Folha Criacionista 38<\/a><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Neste artigo a teoria da grande explos\u00e3o inicial \u00e9 apreciada criticamente. Os pontos considerados incluem problemas que t\u00eam a ver com as condi\u00e7\u00f5es iniciais, a entropia, a taxa de expans\u00e3o inicial, a abund\u00e2ncia relativa de mat\u00e9ria e anti-mat\u00e9ria, a forma\u00e7\u00e3o das estrelas e gal\u00e1xias, a interpreta\u00e7\u00e3o do desvio para o vermelho em escala c\u00f3smica, a [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":583,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"om_disable_all_campaigns":false,"footnotes":""},"categories":[29],"tags":[],"ppma_author":[48],"class_list":["post-579","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.3 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>O Espa\u00e7o C\u00f3smico e o Tempo - Revista Criacionista - SCB<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/artigos\/o-espaco-cosmico-e-o-tempo\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"O Espa\u00e7o C\u00f3smico e o Tempo - Revista Criacionista - SCB\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Neste artigo a teoria da grande explos\u00e3o inicial \u00e9 apreciada criticamente. Os pontos considerados incluem problemas que t\u00eam a ver com as condi\u00e7\u00f5es iniciais, a entropia, a taxa de expans\u00e3o inicial, a abund\u00e2ncia relativa de mat\u00e9ria e anti-mat\u00e9ria, a forma\u00e7\u00e3o das estrelas e gal\u00e1xias, a interpreta\u00e7\u00e3o do desvio para o vermelho em escala c\u00f3smica, a [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/artigos\/o-espaco-cosmico-e-o-tempo\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Revista Criacionista - SCB\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"1982-06-22T02:42:18+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2022-10-27T03:22:48+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/big_bang1.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"226\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"400\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"SCB - Sociedade Criacionista Brasileira\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Anderson Grudtner Martins\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"27 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/artigos\\\/o-espaco-cosmico-e-o-tempo\\\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/artigos\\\/o-espaco-cosmico-e-o-tempo\\\/\"},\"author\":{\"name\":\"Anderson Martins\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/4d6deddebdde79d0d806a51ce7b3a7d3\"},\"headline\":\"O Espa\u00e7o C\u00f3smico e o Tempo\",\"datePublished\":\"1982-06-22T02:42:18+00:00\",\"dateModified\":\"2022-10-27T03:22:48+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/artigos\\\/o-espaco-cosmico-e-o-tempo\\\/\"},\"wordCount\":5489,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/#organization\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/artigos\\\/o-espaco-cosmico-e-o-tempo\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/wp-content\\\/uploads\\\/sites\\\/11\\\/2019\\\/10\\\/big_bang1.jpg\",\"articleSection\":[\"Artigos\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/artigos\\\/o-espaco-cosmico-e-o-tempo\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/artigos\\\/o-espaco-cosmico-e-o-tempo\\\/\",\"name\":\"O Espa\u00e7o C\u00f3smico e o Tempo - Revista Criacionista - SCB\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/artigos\\\/o-espaco-cosmico-e-o-tempo\\\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/artigos\\\/o-espaco-cosmico-e-o-tempo\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/wp-content\\\/uploads\\\/sites\\\/11\\\/2019\\\/10\\\/big_bang1.jpg\",\"datePublished\":\"1982-06-22T02:42:18+00:00\",\"dateModified\":\"2022-10-27T03:22:48+00:00\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/artigos\\\/o-espaco-cosmico-e-o-tempo\\\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/artigos\\\/o-espaco-cosmico-e-o-tempo\\\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/artigos\\\/o-espaco-cosmico-e-o-tempo\\\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/wp-content\\\/uploads\\\/sites\\\/11\\\/2019\\\/10\\\/big_bang1.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/wp-content\\\/uploads\\\/sites\\\/11\\\/2019\\\/10\\\/big_bang1.jpg\",\"width\":226,\"height\":400},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/artigos\\\/o-espaco-cosmico-e-o-tempo\\\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"O Espa\u00e7o C\u00f3smico e o Tempo\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/\",\"name\":\"Revista Criacionista - SCB\",\"description\":\"Um site da Sociedade Criacionista Brasileira\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/#organization\",\"name\":\"Revista Criacionista - SCB\",\"url\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/#\\\/schema\\\/logo\\\/image\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/wp-content\\\/uploads\\\/sites\\\/11\\\/2019\\\/10\\\/revista-criacionista-globe-full.png\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/wp-content\\\/uploads\\\/sites\\\/11\\\/2019\\\/10\\\/revista-criacionista-globe-full.png\",\"width\":685,\"height\":189,\"caption\":\"Revista Criacionista - SCB\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/#\\\/schema\\\/logo\\\/image\\\/\"}},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/4d6deddebdde79d0d806a51ce7b3a7d3\",\"name\":\"Anderson Martins\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/9afbb652eeef3c42b50c32bb6162c12b7b7fcfb316ebef0bc91a8f26355f7506?s=96&d=mm&r=g3a8555afde80b05f493114bef764b5a5\",\"url\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/9afbb652eeef3c42b50c32bb6162c12b7b7fcfb316ebef0bc91a8f26355f7506?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/9afbb652eeef3c42b50c32bb6162c12b7b7fcfb316ebef0bc91a8f26355f7506?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"Anderson Martins\"},\"url\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/author\\\/scb_nla68\\\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"O Espa\u00e7o C\u00f3smico e o Tempo - Revista Criacionista - SCB","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/artigos\/o-espaco-cosmico-e-o-tempo\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"O Espa\u00e7o C\u00f3smico e o Tempo - Revista Criacionista - SCB","og_description":"Neste artigo a teoria da grande explos\u00e3o inicial \u00e9 apreciada criticamente. Os pontos considerados incluem problemas que t\u00eam a ver com as condi\u00e7\u00f5es iniciais, a entropia, a taxa de expans\u00e3o inicial, a abund\u00e2ncia relativa de mat\u00e9ria e anti-mat\u00e9ria, a forma\u00e7\u00e3o das estrelas e gal\u00e1xias, a interpreta\u00e7\u00e3o do desvio para o vermelho em escala c\u00f3smica, a [&hellip;]","og_url":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/artigos\/o-espaco-cosmico-e-o-tempo\/","og_site_name":"Revista Criacionista - SCB","article_published_time":"1982-06-22T02:42:18+00:00","article_modified_time":"2022-10-27T03:22:48+00:00","og_image":[{"width":226,"height":400,"url":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/big_bang1.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"SCB - Sociedade Criacionista Brasileira","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"Anderson Grudtner Martins","Est. tempo de leitura":"27 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/artigos\/o-espaco-cosmico-e-o-tempo\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/artigos\/o-espaco-cosmico-e-o-tempo\/"},"author":{"name":"Anderson Martins","@id":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/#\/schema\/person\/4d6deddebdde79d0d806a51ce7b3a7d3"},"headline":"O Espa\u00e7o C\u00f3smico e o Tempo","datePublished":"1982-06-22T02:42:18+00:00","dateModified":"2022-10-27T03:22:48+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/artigos\/o-espaco-cosmico-e-o-tempo\/"},"wordCount":5489,"publisher":{"@id":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/#organization"},"image":{"@id":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/artigos\/o-espaco-cosmico-e-o-tempo\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/big_bang1.jpg","articleSection":["Artigos"],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/artigos\/o-espaco-cosmico-e-o-tempo\/","url":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/artigos\/o-espaco-cosmico-e-o-tempo\/","name":"O Espa\u00e7o C\u00f3smico e o Tempo - Revista Criacionista - SCB","isPartOf":{"@id":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/artigos\/o-espaco-cosmico-e-o-tempo\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/artigos\/o-espaco-cosmico-e-o-tempo\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/big_bang1.jpg","datePublished":"1982-06-22T02:42:18+00:00","dateModified":"2022-10-27T03:22:48+00:00","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/artigos\/o-espaco-cosmico-e-o-tempo\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/artigos\/o-espaco-cosmico-e-o-tempo\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/artigos\/o-espaco-cosmico-e-o-tempo\/#primaryimage","url":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/big_bang1.jpg","contentUrl":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/big_bang1.jpg","width":226,"height":400},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/artigos\/o-espaco-cosmico-e-o-tempo\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"O Espa\u00e7o C\u00f3smico e o Tempo"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/#website","url":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/","name":"Revista Criacionista - SCB","description":"Um site da Sociedade Criacionista Brasileira","publisher":{"@id":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/#organization","name":"Revista Criacionista - SCB","url":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/revista-criacionista-globe-full.png","contentUrl":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/revista-criacionista-globe-full.png","width":685,"height":189,"caption":"Revista Criacionista - SCB"},"image":{"@id":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/#\/schema\/logo\/image\/"}},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/#\/schema\/person\/4d6deddebdde79d0d806a51ce7b3a7d3","name":"Anderson Martins","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/9afbb652eeef3c42b50c32bb6162c12b7b7fcfb316ebef0bc91a8f26355f7506?s=96&d=mm&r=g3a8555afde80b05f493114bef764b5a5","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/9afbb652eeef3c42b50c32bb6162c12b7b7fcfb316ebef0bc91a8f26355f7506?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/9afbb652eeef3c42b50c32bb6162c12b7b7fcfb316ebef0bc91a8f26355f7506?s=96&d=mm&r=g","caption":"Anderson Martins"},"url":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/author\/scb_nla68\/"}]}},"mb":[],"authors":[{"term_id":48,"user_id":0,"is_guest":1,"slug":"scb-sociedade-criacionista-brasileira","display_name":"SCB - Sociedade Criacionista Brasileira","avatar_url":{"url":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/nova-logo-512-512.png","url2x":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/nova-logo-512-512.png"},"0":null,"1":"","2":"","3":"","4":"","5":"","6":"","7":"","8":"","9":"","10":"","11":"","12":""}],"mfb_rest_fields":["title","yoast_head","yoast_head_json","authors"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/579","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=579"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/579\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":588,"href":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/579\/revisions\/588"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-json\/wp\/v2\/media\/583"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=579"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=579"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=579"},{"taxonomy":"author","embeddable":true,"href":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-json\/wp\/v2\/ppma_author?post=579"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}