{"id":448,"date":"1974-06-21T21:13:24","date_gmt":"1974-06-22T00:13:24","guid":{"rendered":"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/?p=448"},"modified":"2022-10-27T00:24:22","modified_gmt":"2022-10-27T03:24:22","slug":"o-tempo-de-ponta-cabeca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/artigos\/o-tempo-de-ponta-cabeca\/","title":{"rendered":"O Tempo de Ponta Cabe\u00e7a"},"content":{"rendered":"<table class=\"textopreto\" border=\"0\" width=\"100%\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"3\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td colspan=\"4\" valign=\"top\">Apresenta-se a pr\u00e9-hist\u00f3ria sob novo prisma. Enumeram-se exaustivamente fatos que ap\u00f3iam o ponto de vista do autor de que grande soma de evid\u00eancias t\u00eam sido ignoradas por muito tempo pelos autores de livros tradicionais.<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-full wp-image-449\" src=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/Relogio.jpg\" alt=\"\" width=\"237\" height=\"300\" \/><\/p>\n<p>Forma\u00e7\u00f5es invertidas, coisas singulares em lugares errados, desafios variados dos m\u00e9todos de data\u00e7\u00e3o, o campo magn\u00e9tico terrestre decrescente, a forma\u00e7\u00e3o de estalagmites, pegadas petrificadas, madeira petrificada, o reexame do Sahara, o homem de Neanderthal, e outras singularidades encontradas sob a superf\u00edcie terrestre.<\/p>\n<p>Discutem-se tamb\u00e9m chaves para decifrar os mist\u00e9rios da hist\u00f3ria antiga.<\/p>\n<p><b>Introdu\u00e7\u00e3o<\/b><\/p>\n<p>De acordo com muitos livros did\u00e1ticos a calota de gelo da Ant\u00e1rtida tem 60.000.000 de anos. Pensava-se que o homem mais antigo tivesse emergido na hist\u00f3ria h\u00e1 cerca de 1.000.000 de anos (1),(2).<\/p>\n<p>No Museu Nacional da Turquia est\u00e3o expostos dois fragmentos de mapas datados de 1513 e 1528. Os mapas foram compilados de numerosos originais antigos ora perdidos, e que existiram em \u00e9poca muito anterior \u00e0 Gr\u00e9cia. Na parte inferior de um desses fragmentos mostra-se o litoral da Ant\u00e1rtida, incluindo rios e montanhas.<\/p>\n<p>O mapa original, que apresenta extraordin\u00e1ria precis\u00e3o e conhecimento, foi feito quando a Ant\u00e1rtida estava livre de gelo. (3) As montanhas e trechos do litoral da Ant\u00e1rtida, desenhados no mapa, foram confirmados em 1952 e novamente mais recentemente, por estudos cient\u00edficos.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"4\">A autenticidade dos mapas n\u00e3o pode ser questionada, de conformidade com cr\u00edticos respons\u00e1veis que os estudaram. Evid\u00eancia independente da forma\u00e7\u00e3o recente da calota de gelo ant\u00e1rtica veio \u00e0 luz com a descoberta de 81 focas mumificadas em algumas cavernas nas montanhas, a cerca de 750 metros acima do atual n\u00edvel do mar (4).<\/p>\n<p>A hist\u00f3ria da Terra, de conformidade com as Escrituras, e o testemunho dos cientistas nos livros did\u00e1ticos e nos meios de divulga\u00e7\u00e3o, s\u00e3o bastante divergentes. H\u00e1 cerca de cem anos T. H. Huxley comentou esse assunto muito bem:<\/p>\n<p>Voc\u00eas, cl\u00e9rigos, dizem a suas congrega\u00e7\u00f5es que o mundo foi feito h\u00e1 6000 anos, em seis dias, e que todos os seres viventes foram feitos naquele intervalo. &#8230; Obrigo-me a dizer que n\u00e3o creio nessas afirma\u00e7\u00f5es que voc\u00eas fazem; obrigo-me mais ainda a dizer que n\u00e3o me vem \u00e0 mem\u00f3ria sequer um homem de ci\u00eancia e de pesquisa, um homem veraz, que creia nessas coisas, mas sim ao contr\u00e1rio, que creia exatamente o oposto (5).<\/p>\n<p>Muitos fatos que conflitam com as id\u00e9ias comumente aceitas a respeito do mundo s\u00e3o relatados em jornais e livros. Se esses dados chegam a ser usados em textos did\u00e1ticos, s\u00e3o referidos como anomalias ou mist\u00e9rios, sem nenhuma inten\u00e7\u00e3o de alterar as id\u00e9ias que eles venham a abalar.<\/p>\n<p>Certamente h\u00e1 sempre algum risco envolvido na aceita\u00e7\u00e3o de dados relatados em jornais e revistas. &#8220;Fatos&#8221; relatados anteriormente podem ser retratados em uma nova edi\u00e7\u00e3o, ou nos n\u00fameros subseq\u00fcentes do jornal ou revista. Nesse sentido os leitores prestar\u00e3o um genu\u00edno servi\u00e7o ao apontar tais erros ao autor.<\/p>\n<p>A maioria dos cientistas sup\u00f5em uma Terra bastante antiga, que evoluiu, e usam evid\u00eancias que parecem apoiar essa hip\u00f3tese. N\u00e3o levam em conta, ou rejeitam, ou ainda rotulam de anomalia, o que quer que n\u00e3o ap\u00f3ie esse ponto de vista. Ningu\u00e9m se inclina a ser infiel a suas hip\u00f3teses, mesmo quando as hip\u00f3teses sejam falsas. Um professor de Biologia em certa faculdade estadual declarou em 1972:<\/p>\n<p>Por muitos anos tenho estado bastante desencantado com as teorias da evolu\u00e7\u00e3o em voga, bem como com as que tratam de fossiliza\u00e7\u00e3o, extin\u00e7\u00e3o, transforma\u00e7\u00f5es geol\u00f3gicas, etc. Outros biologistas t\u00eam discutido amplamente comigo, defendendo sua posi\u00e7\u00e3o com o argumento de que n\u00e3o existe outra alternativa poss\u00edvel (6).<\/p>\n<p>O autor de um recente livro de Geologia fala a respeito da necessidade de estudar um universo paciente, sem pressa. (7) Por mais de um s\u00e9culo tem sido an\u00e1tema qualquer altera\u00e7\u00e3o brusca, ou qualquer esp\u00e9cie de interven\u00e7\u00e3o divina no processo.<\/p>\n<p>\u00c9 interessante notar, entretanto, que na d\u00e9cada passada, essa velha linha dura do uniformismo esteve sendo alterada para o que hoje se chama de uniformidade. Os ge\u00f3logos admitem que de fato algumas cat\u00e1strofes tiveram efeito em algumas forma\u00e7\u00f5es. Longas pausas, entretanto, s\u00e3o colocadas entre os acontecimentos catastr\u00f3ficos para manter o mesmo n\u00famero total de anos para a idade da Terra. Menciona um honesto historiador:<\/p>\n<p>Nesta \u00e9poca, em princ\u00edpio, estamos inclinados a preferir mesmo a mais irrazo\u00e1vel das explica\u00e7\u00f5es materialistas, em lugar da possibilidade de qualquer esp\u00e9cie de dire\u00e7\u00e3o ou interven\u00e7\u00e3o divina, ou a realiza\u00e7\u00e3o de qualquer prop\u00f3sito divino. O acaso e a probabilidade parecem-nos muito mais cient\u00edficos, e portanto, com mais credibilidade (8).<\/p>\n<p>Com base em trabalho anterior do Bispo Usher (1654), Light foot popularizou a afirma\u00e7\u00e3o de que a cria\u00e7\u00e3o teve lugar \u00e0s nove horas do dia 26 de outubro de 4004 a.C. Outras fontes t\u00eam apresentado essa data como sendo 3761 a.C. (hebreus) e 5509 a.C. (ortodoxos russos). As vers\u00f5es hebraica, samaritana e da septuaginta, apresentam varia\u00e7\u00f5es na cronologia antiga (9), (10), (11).<\/p>\n<p>Em flagrante contraste, Darwin, examinando cuidadosamente as regi\u00f5es montanhosas da Inglaterra, anunciou sua idade como sendo de 306.662.400 anos (12). Todas essas estimativas foram baseadas em certas hip\u00f3teses, e certos resultados l\u00f3gicos seguiram-se como conseq\u00fc\u00eancia das hip\u00f3teses feitas.<\/p>\n<p>Existem de fato muitas quest\u00f5es, problemas e enigmas interessantes, sobre os quais as Escrituras silenciam. Nem os cientistas nem os estudiosos da B\u00edblia podem satisfazer muito da curiosidade humana. H\u00e1 muito lugar para a humildade em ambos os lados.<\/p>\n<p>Este artigo focaliza principalmente a cren\u00e7a popular a respeito do tempo &#8211; o tempo como apresentado a partir de fontes cientificas, em face do tempo como indicado nas Escrituras. E vulner\u00e1vel o tempo dos comp\u00eandios escolares, ou o tempo da Ci\u00eancia? Pode-se modificar o tempo dos comp\u00eandios? Se a resposta for positiva, ter-se-\u00e1 conseguido muito. (Nota do Autor: As refer\u00eancias ao \u201crel\u00f3gio\u201d geol\u00f3gico convencional na Tabela I, s\u00e3o indicadas por letras do alfabeto, cada letra referindo-se a uma divis\u00e3o do tempo especifica).<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"4\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-450\" src=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/montanha-3.jpg\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"141\" srcset=\"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/montanha-3.jpg 450w, https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/montanha-3-300x94.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"4\"><b><br \/>\nII. Evid\u00eancias relativas ao tempo dos comp\u00eandios<\/b><i>1. A ilha de Surtsey n\u00e3o existiria!<\/i><\/p>\n<p>Em 1963 formou-se uma nova ilha a setenta quil\u00f4metros do sul da Isl\u00e2ndia. N\u00e3o foi essa uma ocorr\u00eancia incomum. No ano seguinte o c\u00e9lebre geof\u00edsico island\u00eas Sigurdur Thorarinsson escreveu um pequeno livro sobre a ilha. Eis parte da sua descri\u00e7\u00e3o da ilha:<\/p>\n<p>Foram suficientes somente alguns meses para que se criasse uma paisagem t\u00e3o variada e adulta, quase inacredit\u00e1vel. &#8230; V\u00eaem-se extensas praias de areia branca e pontiagudas pedras batidas pelas ondas do mar. L\u00e1 est\u00e3o bancos de cascalho, lagoas, e impressionantes montanhas semelhantes aos White Cliffs do Canal Ingl\u00eas. Surgiram vales e terras ligeiramente onduladas, t\u00eam como fraturas e falhas, canais e detritos rochosos. L\u00e1 est\u00e3o tamb\u00e9m pedregulhos erodidos pelas ondas, alguns praticamente redondos, e uma praia arenosa na qual se pode andar na mar\u00e9 baixa sem se molhar.<\/p>\n<p>Um island\u00eas que tivesse estudado Geologia e Geomorfologia em universidades estrangeiras, passa a ser ensinado pela experi\u00eancia em sua pr\u00f3pria p\u00e1tria, que a escala de tempo que tinha sido treinado a ligar aos desenvolvimentos geol\u00f3gicos e enganosa. &#8230; O que em outros lugares poderia ter levado milhares de anos pode aqui ter-se completado em um s\u00e9culo. Ao ir a Surtsey fica-se surpreendido porque l\u00e1 o mesmo desenvolvimento pode ter levado somente poucas semanas, ou mesmo alguns dias (13).<\/p>\n<p>H\u00e1 outras surpresas. Foram apresentadas evid\u00eancias por autoridades de Harvard e do Carnegie Institute, de que os imensos Himalaias, mediante violentas como\u00e7\u00f5es atingiram sua forma e altura atual nos tempos hist\u00f3ricos. Evid\u00eancias do mesmo fen\u00f4meno foram observadas com rela\u00e7\u00e3o aos Andes, que teriam se elevado milhares de metros nos tempos hist\u00f3ricos (14).<\/p>\n<p>Se pelo menos algumas montanhas s\u00e3o bastante recentes, que raz\u00f5es h\u00e1 para crer que outras montanhas tenham incont\u00e1veis milh\u00f5es de anos de idade?<\/p>\n<p><i>2. Forma\u00e7\u00f5es invertidas que n\u00e3o podem existir<\/i><\/p>\n<p>Quando estratos precambrianos parecem ter sido depositados pela \u00e1gua sobre forma\u00e7\u00f5es cret\u00e1ceas, bilh\u00f5es de anos de rocha est\u00e3o repousando em forma err\u00f4nea (ver R e H). Trabalho de campo realizado em 1968 levou \u00e0 conclus\u00e3o anterior. Esse enigma geol\u00f3gico e a carrea\u00e7\u00e3o (overthrusting) Lewis, que se estende desde o Parque Nacional das Geleiras at\u00e9 Alberta, no Canad\u00e1, em uma faixa de mais de 500 quil\u00f4metros de extens\u00e3o e de 20 a 45 quil\u00f4metros de largura.<\/p>\n<p>Esse fen\u00f4meno \u00e9 citado nos comp\u00eandios como o exemplo cl\u00e1ssico de uma grande carrea\u00e7\u00e3o, isto \u00e9, de rochas mais velhas superpostas a mais recentes. O problema do conceito de carrea\u00e7\u00e3o aqui e a aus\u00eancia das evid\u00eancias usuais deixadas pelas carrea\u00e7\u00f5es reais &#8211; sulcos, rochas e poeira superficial, brechas, e pedras estriadas. Os f\u00f3sseis, tamb\u00e9m, encontram-se em seq\u00fc\u00eancia errada (15).<\/p>\n<p>Outro mist\u00e9rio encontra-se nos Montes Franklin, perto de El Paso, no Texas, em um local conhecido como West Crazy Cat Canyon. Aqui, maci\u00e7os calc\u00e1rios do Ordoviciano Superior s\u00e3o encontrados imediatamente sobre uma forma\u00e7\u00e3o do Cret\u00e1ceo Superior (Ver P e H). Um ge\u00f3logo que realizou uma excurs\u00e3o \u00e0quele local h\u00e1 poucos anos, explicou que n\u00e3o se tinha ainda descoberto evid\u00eancia f\u00edsica real de carrea\u00e7\u00e3o, por\u00e9m, como os f\u00f3sseis estavam completamente fora de ordem, os ge\u00f3logos supuseram a exist\u00eancia de carrea\u00e7\u00e3o (16).<\/p>\n<p>Em 1948 foi feita uma impressionante observa\u00e7\u00e3o no Ves\u00favio. Pesquisadores descobriram que blocos de calc\u00e1rio envolvidos por lava derretida do Ves\u00favio, desenvolveram por absor\u00e7\u00e3o de silicatos formas semelhantes a rochas pr\u00e9-cambrianas, como por exemplo as encontradas por Dawson no Canad\u00e1 (17).<\/p>\n<p>Outro local famoso e a carrea\u00e7\u00e3o existente em Glarus, perto de Schwanden, na Su\u00ed\u00e7a. Ao inv\u00e9s da ordem did\u00e1tica de Permiano, Jur\u00e1ssico e Eoceno (Ver K, I e F), sup\u00f5e-se uma carrea\u00e7\u00e3o de 30 quil\u00f4metros porqu\u00ea a ordem das forma\u00e7\u00f5es e Eoceno em baixo, Jur\u00e1ssico em seguida, e Permiano em cima (Ver F, I, K). Uma camada que se sup\u00f5e estriada n\u00e3o apresenta estrias, e as irregularidades na base de cada forma\u00e7\u00e3o nem mesmo chegaram a se desgastar. Os f\u00f3sseis est\u00e3o novamente em posi\u00e7\u00f5es erradas (18).<\/p>\n<p>Nas Empire Mountains, no sul do Arizona, calc\u00e1rio do Permiano repousa sobre o Cret\u00e1ceo (Ver K e H). O contacto assemelha-se ao acoplamento de dentes de engrenagens. N\u00e3o poderia ter havido escorregamento sem que as proje\u00e7\u00f5es das forma\u00e7\u00f5es inferiores tivessem sido cisalhadas. E mesmo assim a forma\u00e7\u00e3o \u00e9 considerada como sendo uma carrea\u00e7\u00e3o (19).<\/p>\n<p>Encontram-se f\u00f3sseis em ordem errada na Heart Mountain, em Wyoming, e nas Sheep Mountains, em suas proximidades. Essas montanhas est\u00e3o cobertas com calc\u00e1rio do Paleoz\u00f3ico. Mais abaixo est\u00e3o sedimentos Jur\u00e1ssicos e Terci\u00e1rios (Ver K, I e C) (20).<\/p>\n<p>Em 1970 foi relatada uma combina\u00e7\u00e3o imposs\u00edvel de f\u00f3sseis em Guryul Ravine, no Cashmir. Foram encontrados braqui\u00f3podos do Permiano misturados com pelec\u00edpodos do Tri\u00e1ssico Inferior. Como o primeiro supostamente foi extinto muito antes do segundo ter surgido na escala evolutiva, nenhuma explica\u00e7\u00e3o do enigma pode ser dada (Ver K e J) (21).<\/p>\n<p>Certo autor declarou que dificilmente se poderia supor que alguns dos estratos superiores tivessem sido invertidos, n\u00e3o fora pelo estudo dos f\u00f3sseis neles contidos. Afirmou, ainda, que &#8220;tivessem essas sec\u00e7\u00f5es sido planejadas com a finalidade de iludir, n\u00e3o poderiam ter sido melhor arranjadas&#8221; (22).<\/p>\n<p><i>3. Coisas singulares em locais errados<\/i><\/p>\n<p>De acordo com a data\u00e7\u00e3o convencional, o carv\u00e3o foi formado h\u00e1 cerca de 300.000.000 de anos (Ver L e M). Outras forma\u00e7\u00f5es carbon\u00edferas tiveram lugar na \u00e9poca Terci\u00e1ria (Ver C). O homem, certamente, n\u00e3o surgiu sen\u00e3o h\u00e1 cerca de 1.000.000 de anos. De tempos em tempos algumas coisas bastante singulares tem sido encontradas junto a jazidas de carv\u00e3o. Os modernos m\u00e9todos de minera\u00e7\u00e3o de carv\u00e3o tornam muito improv\u00e1veis outros achados semelhantes hoje em dia. Os seguintes relatos agitaram consider\u00e1veis debates e quest\u00f5es:<\/p>\n<p>(a) Em 1885, em uma fundi\u00e7\u00e3o pertencente a Isidor Braun, de V\u00f6cklabruck, \u00c1ustria, ao ser quebrado um bloco de carv\u00e3o, surgiu de dentro dele um pequeno cubo de a\u00e7o, com uma profunda incis\u00e3o ao seu redor, e com os cantos arredondados em duas de suas faces. Alguns dos que o examinaram, conclu\u00edram que somente seres humanos poderiam ter feito aquele objeto. O filho do dono da funda\u00e7\u00e3o levou-o para o Museu de Linz na \u00c1ustria, por\u00e9m mais tarde ele foi perdido. Um molde do cubo, entretanto, ainda \u00e9 guardado pelo Museu. Os debates acerca do objeto jamais se encerraram, algumas autoridades tendo sustentado tratar-se de um meteorito (23).<\/p>\n<p>(b) Em 1912, continuou sendo um mist\u00e9rio insol\u00favel um peda\u00e7o de carv\u00e3o obtido nas minas existentes nas proximidades de Wilburton, em Oklahoma. Dois empregados da Usina El\u00e9trica Municipal Thomas, de Oklahoma, depararam-se com um bloco s\u00f3lido de carv\u00e3o muito grande para a fornalha. Quebraram-no com uma marreta, e dele se desprendeu um vaso de ferro, deixando sua impress\u00e3o ou molde nos peda\u00e7os de carv\u00e3o. Foi feito um relat\u00f3rio do fato, pelas duas testemunhas, e o vaso foi fotografado. Milhares de pessoas examinaram esse estranho objeto (24).<\/p>\n<p>(c) Os anais de uma sociedade de antig\u00fcidades da Esc\u00f3cia cont\u00e9m um relato sobre um instrumento de ferro que foi encontrado no interior de um peda\u00e7o de carv\u00e3o proveniente de uma mina escocesa. O instrumento foi considerado como sendo moderno, e n\u00e3o havia sinal que indicasse sua inser\u00e7\u00e3o for\u00e7ada no peda\u00e7o de carv\u00e3o(25).<\/p>\n<p>(d) Outros casos tem sido relatados em outras esp\u00e9cies de rochas. Por exemplo, relatou-se que um prego foi encontrado num bloco Cret\u00e1ceo da Era Mesoz\u00f3ica, por David Brewster. Em um documento da &#8220;British Association&#8221;, de 1845-51 afirmou-se que um prego foi descoberto em um bloco de pedra em Kinggodie Quarry, na Bretanha do Norte. O bloco tinha vinte cent\u00edmetros de espessura e proveio do subsolo. A ponta do prego projetava-se em uma forma\u00e7\u00e3o de till, e estava bastante enferrujada, por\u00e9m a sua outra extremidade, incluindo a cabe\u00e7a, estava encaixada na pedra (26), (27).<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"4\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-full wp-image-451\" src=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/formacao-1.jpg\" alt=\"\" width=\"327\" height=\"268\" srcset=\"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/formacao-1.jpg 327w, https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/formacao-1-300x246.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 327px) 100vw, 327px\" \/>(e) Trabalhadores de uma pedreira nas proximidades de Tweed, abaixo de Rutherford Mills, descobriram um cord\u00e3o de ouro encaixado em pedra a uma profundidade de dois metros e meio. Um peda\u00e7o desse objeto foi enviado a reda\u00e7\u00e3o do peri\u00f3dico local Kelso Chronicle (28).<\/p>\n<p>(f) O Scientific American noticiou que em junho de 1851 trabalhadores estavam dinamitando nas proximidades de Dorchester, em Massachussetts, quando um vaso met\u00e1lico em forma de sino foi expelido de um leito rochoso. O vaso continha desenhos florais em relevo de prata, e indicava um grau notavelmente elevado de artesanato (29).<\/p>\n<p>(g) No s\u00e9culo XVI os conquistadores espanh\u00f3is se depararam com um prego de ferro de cerca de sete cent\u00edmetros de comprimento, solidamente incrustado na rocha de uma mina peruana. Considera-se que a rocha tenha dezenas de milhares de anos. O ferro era desconhecido dos \u00edndios da regi\u00e3o. O Vice-rei espanhol guardou o misterioso prego em seu quarto de estudos como uma lembran\u00e7a, e o relato de seu achado foi registrado por carta nos Arquivos de Madri, em 1572 (30).<\/p>\n<p>(h) O London Times em 1851 noticiava que Hiram de Witt havia encontrado um peda\u00e7o de quartzo aur\u00edfero na Calif\u00f3rnia. Ao cair ele casualmente, achou-se um prego de ferro em seu interior com sua cabe\u00e7a em perfeito estado.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"4\"><i>4. Um maxilar dentro de carv\u00e3o<\/i><\/p>\n<p>O maxilar de uma crian\u00e7a de cerca de seis anos, achatado como uma l\u00e2mina met\u00e1lica, foi descoberto encaixado numa massa carbon\u00edfera na Tosc\u00e2nia, em 1958. 0 carv\u00e3o datava do Mioceno (Ver D). O descobridor foi o Prof. Johannes Hurzeler do Museu de Hist\u00f3ria Natural de Basil\u00e9ia, Su\u00ed\u00e7a. De acordo com a data\u00e7\u00e3o convencional, o homem ainda n\u00e3o havia surgido naquela era. Chamar este achado de &#8220;o homem mais velho do mundo&#8221; levanta mais problemas do que solu\u00e7\u00f5es (31) .<\/p>\n<p>Na cole\u00e7\u00e3o da Academia de Minas de Freiberg, Alemanha Ocidental, havia um objeto que se supunha ser um cr\u00e2nio humano, considerado como fossilizado no linhito; foi ele descrito pela primeira vez em 1842 anteriormente \u00e0 publica\u00e7\u00e3o do livro de Darwin sobre a origem das esp\u00e9cies. Desconhece-se a fonte espec\u00edfica do &#8220;cr\u00e2nio&#8221;. Embora o objeto seja freq\u00fcentemente rotulado como sendo uma farsa, \u00e9 importante a data de sua descri\u00e7\u00e3o. Na Alemanha, h\u00e1 apenas algumas d\u00e9cadas, um especialista referiu-se a ele como um cr\u00e2nio humano enigm\u00e1tico. O assunto ainda \u00e9 uma quest\u00e3o aberta, contudo o problema \u00e9 que foi ele achado em uma forma\u00e7\u00e3o muito antiga para concordar com as hip\u00f3teses convencionais de data\u00e7\u00e3o (32).<\/p>\n<p>Na mina de carv\u00e3o Eagle n\u00famero tr\u00eas, em Bear Creek, Montana, os mineiros encontraram dois grandes molares humanos em estratos datados de pelo menos trinta milh\u00f5es de anos. A descoberta foi feita em 1926. Entretanto, novamente n\u00e3o se sup\u00f5e que nessa \u00e9poca o homem tivesse existido (33).<\/p>\n<p>Nos idos de 1870 o Dr. Schenermann descobriu em linhito grande numero de palitos aparentemente artificialmente apontados por m\u00e3os humanas. O linhito, entretanto, \u00e9 considerado como anterior \u00e0 exist\u00eancia do homem (34).<\/p>\n<p>H\u00e1 poucos anos, o Dr. Henry Morris relatou que havia entrevistado um mineiro de carv\u00e3o na Virg\u00ednia Ocidental, que tinha escavado uma perna humana perfeitamente individualizada, que tinha se transformado em carv\u00e3o. Anos antes, na mesma \u00e1rea, outra turma de mineiros desenterrou uma bem constru\u00edda edifica\u00e7\u00e3o. N\u00e3o existem suficientes evid\u00eancias para que se avaliem essas supostas descobertas (35).<\/p>\n<p>Cientistas eminentes t\u00eam ensinado que a turfa se forma \u00e0 raz\u00e3o de cerca de cinco mil\u00edmetros por s\u00e9culo, ou trinta cent\u00edmetros em seis mil anos. H\u00e1 mais de um s\u00e9culo, entretanto, lavradores t\u00eam dito que essa taxa \u00e9 de cerca de 6,5 cm por ano. Grande n\u00famero de embara\u00e7osas descobertas apoiam a experi\u00eancia dos lavradores.<\/p>\n<p>Entretanto, ossos de elefantes encontrados sob alguns cent\u00edmetros ou dec\u00edmetros de turfa nos Estados Unidos, ainda s\u00e3o datados em termos de muitos milhares de anos. Em alguns locais na Esc\u00f3cia, velhas estradas romanas foram cobertas com turfa que em alguns pontos atingiu a espessura de dois metros e meio, n\u00e3o se podendo entretanto defender a idade de 48000 anos para a constru\u00e7\u00e3o dessas estradas por seres humanos (36).<\/p>\n<p>Outros achados incluem objetos de metal poss\u00edveis de serem datados, encontrados a grandes profundidades na turfa. Em Abbeville, na Fran\u00e7a, descobriu-se um barco carregado com tijolos romanos na ultima camada de turfa. No vale do Somme, troncos de faia de at\u00e9 um metro e vinte cent\u00edmetros de altura foram encontrados cobertos de turfa, antes de se decomporem (37).<\/p>\n<p><i>5. Pinheiros falam do C-14<\/i><\/p>\n<p>Certas verdades descobertas s\u00e3o tidos como inquestion\u00e1veis ou fora de d\u00favida. Entre elas est\u00e3o, certamente, as indesafi\u00e1veis constantes do zero absoluto, da velocidade da luz, e da taxa de degrada\u00e7\u00e3o dos materiais radioativos. De fato, n\u00e3o h\u00e1 nada nas revistas contempor\u00e2neas e nos livros did\u00e1ticos que sequer acene contra o fato de que s\u00e3o essas verdades sagradas que devem ser completamente aceitas.<\/p>\n<p>Uma das primeiras sugest\u00f5es de que a taxa de degrada\u00e7\u00e3o constante dos materiais radioativos poderia ser questionada apareceu em uma revista em 1964, quando um grupo de f\u00edsicos declarou que haviam provado que poderiam influenci\u00e1-la. N\u00e3o obstante, os m\u00e9todos de data\u00e7\u00e3o radioativa permanecem fundados na hip\u00f3tese de que aquela taxa \u00e9 constante (38).<\/p>\n<p>Outras dificuldades surgiram h\u00e1 alguns anos com os estudos realizados mediante perfura\u00e7\u00f5es feitas em certas con\u00edferas. Os pinheiros conhecidos como &#8220;bristlecone pines&#8221; constituem a mais velha mat\u00e9ria viva da Terra. Ensaios feitos pelo m\u00e9todo do C-14 com madeira desses pinheiros, de idade conhecida, resultaram em idades que diferiam de alguns s\u00e9culos at\u00e9 mil anos. Esse resultado surpreendente lan\u00e7a d\u00favida quanto \u00e0s hip\u00f3teses do m\u00e9todo (39).<\/p>\n<p>O autor de um comp\u00eandio de Geologia nuclear admite que a maioria das escalas de tempo usadas em Geologia baseiam-se na compila\u00e7\u00e3o de ampla variedade de dados, de tal maneira que os n\u00fameros globais constituem necessariamente aproxima\u00e7\u00f5es grosseiras. O grau dessas aproxima\u00e7\u00f5es \u00e9 o principal ponto deste artigo. O autor observa, ainda, que alguns ge\u00f3logos questionam o uso do Carbono-14 com amostras armazenadas sob condi\u00e7\u00f5es \u00famidas. E essa uma limita\u00e7\u00e3o bastante s\u00e9ria, pois quem pode ter certeza de que dada amostra n\u00e3o tenha se umedecido? (40)<\/p>\n<p>O Dr. Libby, descobridor do m\u00e9todo do C-14, o que lhe valeu o pr\u00eamio Nobel, expressou sua surpresa pelo fato de que a Hist\u00f3ria s\u00f3 se estendesse a 5000 anos, resultado totalmente conflitante com qualquer conceito evolucionista. Datas anteriores s\u00e3o totalmente n\u00e3o confi\u00e1veis (41).<\/p>\n<p>Outros m\u00e9todos de data\u00e7\u00e3o, como o do Ur\u00e2nio-Chumbo, e do T\u00f3rio-Chumbo, resultaram em evid\u00eancias contradit\u00f3rias. Um exemplo cl\u00e1ssico \u00e9 o das amostras de poeira lunar, que parecem ser mais velhas do que as rochas existentes abaixo (42).<\/p>\n<p>Outro not\u00e1vel exemplo aparece em um livro publicado pela Stanford University Press. Foram determinadas seis idades r\u00e1dio-carbono ao longo de um furo estratigr\u00e1fico, na tentativa de datar a forma\u00e7\u00e3o da &#8220;ponte&#8221; do estreito de Bering. As datas variaram de 4390 a 15500 anos A. P.<\/p>\n<p>O primeiro problema foi que os resultados estavam t\u00e3o desordenados de baixo para cima do furo, que n\u00e3o havia duas amostras na mesma ordem. A data mais antiga foi ent\u00e3o desprezada porque estava inconsistente com outras medidas feitas em outro local.<\/p>\n<p>Sup\u00f4s-se ent\u00e3o que as datas restantes estavam eivadas de erro constante, e finalmente os autores conclu\u00edram que o delta em estudo havia se formado h\u00e1 12000 anos. Isso \u00e9 o que acontece com pessoas que trabalham sem alternativa (43).<\/p>\n<p>Mais surpreendente ainda \u00e9 a afirma\u00e7\u00e3o feita em um simp\u00f3sio de detentores do Pr\u00eamio Nobel, realizado em Uppsala, na Su\u00e9cia em 1969: \u201cSe uma data radiocarbono ap\u00f3ia nossas teorias, introduzimo-la no texto principal. Se n\u00e3o as contradiz inteiramente, colocamo-la no rodap\u00e9. E se ela est\u00e1 completamente destoante, simplesmente a ignoramos\u201d (44).<\/p>\n<p><i>6. Datas imposs\u00edveis de se lembrar<\/i><\/p>\n<p>Dezenas de milhares de datas radiocarbono t\u00eam sido publicadas em resultado de ensaios realizados em v\u00e1rios laborat\u00f3rios do mundo todo. Nas publica\u00e7\u00f5es anuais em que essas datas s\u00e3o publicadas t\u00eam sido expressa preocupa\u00e7\u00e3o com rela\u00e7\u00e3o a muitas data\u00e7\u00f5es &#8220;jovens&#8221; que violam no\u00e7\u00f5es de idade geol\u00f3gica estabelecidas. Um exemplo \u00e9 a data\u00e7\u00e3o de materiais da idade glacial dentro da era Crist\u00e3, mediante m\u00e9todos que utilizam o C-14 (45).<\/p>\n<p>Em seu livro sobre a Am\u00e9rica pr\u00e9-hist\u00f3rica, Ceram apresenta um caso cl\u00e1ssico das dificuldades que ocorrem com a data\u00e7\u00e3o radiocarb\u00f4nica. Ossos datados de 30000 anos foram encontrados em cima de lenha, a qual foi datada de 16000 anos (46).<\/p>\n<p>Outro problema cl\u00e1ssico com o C-14 \u00e9 o de Jarmo, vila pr\u00e9-hist\u00f3rica do norte do Iraque. Foram datadas onze amostras dos v\u00e1rios estratos, resultando um espalhamento de 6000 anos entre as mais velhas e as mais recentes. Com base em todas as evid\u00eancias arqueol\u00f3gicas, entretanto, os analistas conclu\u00edram que a vila esteve ocupada n\u00e3o mais de 500 anos antes de ser finalmente abandonada (47).<\/p>\n<p>Amostras de argamassa podem ser ensaiadas com os processos usuais do C-14, porqu\u00ea a argamassa absorve o bi\u00f3xido de carbono do ar. Foi calculado, portanto, que a argamassa do Castelo de Oxford, na Inglaterra, tinha a idade de 7370 anos. O castelo foi constru\u00eddo h\u00e1 785 anos! N\u00e3o ficou claro qual foi a esp\u00e9cie de contamina\u00e7\u00e3o (48).<\/p>\n<p>\u00c1rvores existentes nas proximidades de um aeroporto foram datadas pelo radiocarbono como tendo 10000 anos, por causa da contamina\u00e7\u00e3o pelos gases do escapamento dos avi\u00f5es (49).<\/p>\n<p>An\u00e1lises radiocarb\u00f4nicas de petr\u00f3leo do Golfo do M\u00e9xico resultaram em idades de milhares de anos, e n\u00e3o de milh\u00f5es (50).<\/p>\n<p>Dados obtidos pelo Instituto de Petr\u00f3leo de Vit\u00f3ria, Nova Zel\u00e2ndia, indicaram que as jazidas petrol\u00edferas formaram-se entre seis a sete mil anos (51) (Ver A, L).<\/p>\n<p>Uma revista de pesquisas geof\u00edsicas relata que lava formada nos anos 1800-1801 teve idade calculada de 160 milh\u00f5es a tr\u00eas bilh\u00f5es de anos pelo m\u00e9todo de data\u00e7\u00e3o do pot\u00e1ssio-arg\u00f4nio. Datas semelhantes foram obtidas para rochas recentes na Noruega, Alemanha, Fran\u00e7a e Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica, em outras publica\u00e7\u00f5es (52).<\/p>\n<p>Em uma forma\u00e7\u00e3o rochosa no \u00c1rtico canadense, na ilha Vit\u00f3ria, os pesquisadores encontraram numerosos braqui\u00f3podos e rastros deixados em um dep\u00f3sito quase certamente Pr\u00e9-cambriano. N\u00e3o se conhecia o aparecimento dessa esp\u00e9cie de vida, entretanto, at\u00e9 o per\u00edodo Cambriano. Foi obtida por data\u00e7\u00e3o em laborat\u00f3rio a data recente, imposs\u00edvel, de 445 milh\u00f5es de anos (per\u00edodo Ordoviciano). Provavelmente os ensaios de laborat\u00f3rio continuar\u00e3o ate que uma data mais &#8220;plaus\u00edvel&#8221;, de mais do que 600 milh\u00f5es de anos, seja obtida) (53) (Ver P, Q, R).<\/p>\n<p>Foi encontrada madeira f\u00f3ssil em uma mina de ferro em Shefferville, Ont\u00e1rio, que constitu\u00eda um dep\u00f3sito Pre-cambriano. Posteriormente a madeira foi descrita como proveniente de detritos do Cret\u00e1ceo posterior, o que reduziu a sua idade para cerca de 100 milh\u00f5es de anos, em vez de mais de 600 milh\u00f5es. Dois ensaios distintos com o Radiocarbono indicaram uma idade de cerca de 4000 anos (54) (Ver A, H. R).<\/p>\n<p>O \u00faltimo grande avan\u00e7o glacial na Am\u00e9rica do Norte de longa data tem sido considerado como ocorrido aproximadamente h\u00e1 25.000 anos. Entretanto, foi necess\u00e1ria sua redu\u00e7\u00e3o para 11.400 anos, para concordar com a data\u00e7\u00e3o radiocarb\u00f4nica. Cientistas do U. S. Geological Survey procederam a estudos que levaram a uma idade radiocarbono de 3300 anos, contudo nenhum autor de livro texto trata dessa intrigante descoberta, que cai bem dentro dos tempos hist\u00f3ricos (55), (56).<\/p>\n<p>Na d\u00e9cada passada foram realizados estudos sobre esporos de plantas nas forma\u00e7\u00f5es do Grand Canyon. Foram encontrados esporos de con\u00edferas no Permiano, Mississipiano, Cambriano e Precambriano, e tamb\u00e9m p\u00f3len de plantas de flor no Pr\u00e9-Cambriano. Nenhum te\u00f3rico da evolu\u00e7\u00e3o p\u00f4de enquadrar essas descobertas (57), (58), (59) (Ver K, M, Q. R).<\/p>\n<p>Ossos com incis\u00f5es feitas por m\u00e3os humanas em sua superf\u00edcie foram encontrados em v\u00e1rias forma\u00e7\u00f5es do Plioceno e anteriores. Alguns deles, preservados no museu de Floren\u00e7a, na It\u00e1lia, juntamente com outros implementos, s\u00e3o de tipo t\u00e3o recente que constituem um mist\u00e9rio evidente, ou ent\u00e3o deve-se supor ter havido alguma esp\u00e9cie de contamina\u00e7\u00e3o (60), (61) (Ver A e C).<\/p>\n<p>A idade das rochas lunares publicada na imprensa n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o fidedigna quanto deveria ser. T\u00eam sido publicadas geralmente datas aceit\u00e1veis dentro de no\u00e7\u00f5es preconcebidas. Quase nada e publicado sobre datas inaceit\u00e1veis, obtidas pela data\u00e7\u00e3o com Pot\u00e1ssio-Arg\u00f4nio, que tem levado a idades de sete a vinte bilh\u00f5es de anos. Ao inv\u00e9s de questionar o m\u00e9todo e as hip\u00f3teses sobre as quais ele se baseia, os cientistas parecem considerar as amostras com datas vari\u00e1veis como estando contaminadas (62), (63), (64).<\/td>\n<\/tr>\n<tr valign=\"top\">\n<td colspan=\"4\"><i><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-full wp-image-452\" src=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/Fossil-1.jpg\" alt=\"\" width=\"341\" height=\"328\" srcset=\"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/Fossil-1.jpg 341w, https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/Fossil-1-300x289.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 341px) 100vw, 341px\" \/>7. Campo Magn\u00e9tico Terrestre &#8211; amortecimento r\u00e1pido<\/i><\/p>\n<p>De conformidade com uma not\u00edcia do Time em 1968, o campo magn\u00e9tico terrestre poder\u00e1 ter desaparecido em torno de 3991 A.D. Eis o que poder\u00e1 ent\u00e3o acontecer (e esses acontecimentos se deram anteriormente na Terra): muta\u00e7\u00e3o catastr\u00f3fica da vida vegetal e animal, amplas altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas, vales f\u00e9rteis tornando-se desertos est\u00e9reis, desertos florescendo, calotas de gelo crescendo e cobrindo a terra, ou fundindo-se e inundando as cidades costeiras (65).<\/p>\n<p>Medidas cuidadosas do campo magn\u00e9tico terrestre foram realizadas nos \u00faltimos 130 anos. O r\u00e1pido amortecimento do campo \u00e9 impressionante, e a proje\u00e7\u00e3o da taxa de varia\u00e7\u00e3o para os 20000 anos anteriores leva a condi\u00e7\u00f5es imposs\u00edveis. Esses dados podem ser usados como forte evid\u00eancia de uma Terra jovem (66). Os autores dos livros did\u00e1ticos usuais alegam que ocorreram 171 altern\u00e2ncias do campo magn\u00e9tico terrestre nos \u00faltimos 76 milh\u00f5es de anos, isto \u00e9, desde a \u00e9poca do Cret\u00e1ceo (Ver H). A \u00faltima altern\u00e2ncia e considerada como tendo ocorrido h\u00e1 700.000 anos, e a pr\u00f3xima est\u00e1 muito distante (67).<\/p>\n<p>Por outro lado, algumas autoridades afirmam que as 171 altern\u00e2ncias nada mais s\u00e3o do que interpreta\u00e7\u00f5es arbitr\u00e1rias de amostras escolhidas viciadamente (68).<\/p>\n<p>Por\u00e9m, enquanto os ge\u00f3logos proclamam e debatem essas id\u00e9ias, pesquisas bastante elaboradas feitas por arque\u00f3logos indicam que houve uma altern\u00e2ncia magn\u00e9tica recente, no s\u00e9culo oitavo a.C. Esses estudos foram realizados com cer\u00e2mica etrusca. Os autores alegam tamb\u00e9m que as altera\u00e7\u00f5es de polaridade trariam extin\u00e7\u00f5es de fauna, altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas, impressionante aumento de atividade vulc\u00e2nica, terremotos, maremotos e outros aterradores fen\u00f4menos (69).<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"4\"><i>8. Estalagmites em acelera\u00e7\u00e3o<\/i><\/p>\n<p>Nas excurs\u00f5es feitas a grutas ouve-se freq\u00fcentemente que as estalagmites e as estalactites levaram muitos milh\u00f5es de anos para sua forma\u00e7\u00e3o. Especificamente, parece que pouco se conhece sobre a sue taxa de crescimento, exceto que se trata de um processo vagamente lento.<\/p>\n<p>Acredita-se que algumas forma\u00e7\u00f5es tenham cerca de 100.000 anos, pois est\u00e3o sobre sedimentos e f\u00f3sseis datados com essa idade. O ponto de vista ortodoxo usual e que somente em casos muito raros ser\u00e1 depositado mais do que um cent\u00e9simo de polegada por dez anos, ou uma polegada (2,54 cm) por mil anos (70), (71).<\/p>\n<p>H\u00e1 cerca de vinte anos foi encontrado um corpo de morcego internamente a uma estalagmite nas grutas de Carlsbad, no Novo M\u00e9xico. Ele foi cimentado e consolidado antes que pudesse ser destru\u00eddo por bact\u00e9rias, putrefa\u00e7\u00e3o ou predadores. Sugeriu-se que, sob condi\u00e7\u00f5es pr\u00f3prias, poderia ser extraordinariamente r\u00e1pido o crescimento das estalagmites (72).<\/p>\n<p>Encontrou-se numa gruta do Vale de Tehuacan, no M\u00e9xico, uma ampla c\u00e2mara conhecida como Sal\u00e3o dos Mortos. Ocorreu nela um sepultamento em massa, podendo-se ver ainda esqueletos humanos do per\u00edodo Olmec, todos cobertos com estalagmites. Ao inv\u00e9s de milh\u00f5es de anos, os esqueletos foram datados como n\u00e3o anteriores a 1200 a.C. (73)<\/p>\n<p>H\u00e1 alguns anos um articulista na revista &#8220;Nature&#8221; conseguiu mostrar que uma estalagmite de cerca de 15 anos retirada de uma mina de chumbo era uma r\u00e9plica exata, em forma e altura, de outra que tinha sido achada em associa\u00e7\u00e3o com restos humanos, cuja idade havia sido estimada em 220.800 anos. Algumas autoridades t\u00eam sugerido que a associa\u00e7\u00e3o de ossos humanos com animais extintos h\u00e1 muito tempo, pode n\u00e3o ser prova da antig\u00fcidade do homem, mas, pelo contr\u00e1rio, de que esses animais viveram em tempos bastante recentes (74).<\/p>\n<p>No Museu Brit\u00e2nico h\u00e1 um esqueleto inserido em rocha firme, proveniente da ilha de Guadalupe, nas \u00cdndia Ocidentais. A rocha \u00e9 calc\u00e1rio duro, e cont\u00e9m fragmentos de conchas e coral. O esqueleto \u00e9 de um \u00edndio morto em batalha com os ingleses, h\u00e1 somente dois s\u00e9culos (75).<\/p>\n<p>Em uma caverna na Inglaterra, canalizou-se \u00e1gua que passa vapor uma jazida de calc\u00e1rio, num auto de 10 cent\u00edmetros. Em oito semanas o di\u00e2metro \u00fatil do auto estava reduzido a somente 2,5 cent\u00edmetros, e a crosta cristalizada que tinha se formado em camadas semelhantes aos an\u00e9is de crescimento das \u00e1rvores, dava a impress\u00e3o de ter milhares de anos (76).<\/p>\n<p>H\u00e1 numerosos relatos de outras estalagmites de crescimento r\u00e1pido:<\/p>\n<p>a) No distrito de Carrara, na It\u00e1lia, forma\u00e7\u00f5es estalagm\u00edticas constituem uma fonte de renda local. A \u00e1gua e t\u00e3o impregnada, que qualquer objeto nela colocado fica recoberto de uma crosta espessa, em apenas duas semanas.<br \/>\nb) Na Nova Inglaterra autos de \u00e1gua de exaust\u00e3o das minas tornam-se entupidos com as crostas internas formadas em dois ou tr\u00eas anos &#8230;<br \/>\nc) Uma estalactite de 30 cent\u00edmetros foi encontrada sob uma ponte ferrovi\u00e1ria, em Alliance, Ohio.<br \/>\nd) Evid\u00eancias irrefut\u00e1veis foram acumuladas indicando que uma deposi\u00e7\u00e3o de dezoito mil\u00edmetros de espessura foi formada em quinze anos em uma mina de chumbo na Inglaterra.<br \/>\ne) Foram encontradas estalactites que cresceram um ano ap\u00f3s a explos\u00e3o at\u00f4mica realizada na Caverna dos Gnomos, no Novo M\u00e9xico.<br \/>\nf) Uma estalactite de treze cent\u00edmetros foi encontrada no t\u00fanel HetchHetchy constru\u00eddo na Calif\u00f3rnia, menos de vinte anos ap\u00f3s sua constru\u00e7\u00e3o.<br \/>\ng) Outra estalactite de vinte cent\u00edmetros foi encontrada sob uma calha condutora de \u00e1gua, na Ge\u00f3rgia, formada em menos de um s\u00e9culo.<br \/>\nh) \u00c0 dist\u00e2ncia de cerca de cento e cinq\u00fcenta quil\u00f4metros de Zagreb, na Iugosl\u00e1via, os lagos alimentados pelas \u00e1guas que escoam atrav\u00e9s das camadas calc\u00e1rias subterr\u00e2neas s\u00e3o t\u00e3o carregados que as deposi\u00e7\u00f5es se d\u00e3o na ordem das horas e n\u00e3o de s\u00e9culos. Objetos postos nessas \u00e1guas s\u00e3o logo revestidos de deposi\u00e7\u00f5es calc\u00e1rias (77), (78), (79), (80), (81), (82).<\/p>\n<p><i>9. As pegadas contam hist\u00f3rias<\/i><\/p>\n<p>Marcas de m\u00e3os e p\u00e9s t\u00eam exercido certo fasc\u00ednio desde os tempos antigos. Pinturas e esculturas na rocha, representativas de pegadas, s\u00e3o encontradas em muitas partes do mundo. Em raras ocasi\u00f5es encontram-se pegadas em estratos rochosos. Tais marcas devem ter sido cobertas rapidamente, sen\u00e3o teriam sido desfeitas pela a\u00e7\u00e3o do vento e da \u00e1gua.<\/p>\n<p>De tempos em tempos t\u00eam surgido relatos de pegadas humanas em lugares estranhos. Compreensivelmente os paleont\u00f3logos n\u00e3o se interessam por considerar a possibilidade de pegadas humanas em forma\u00e7\u00f5es que cr\u00eaem serem mais antigas do que o aparecimento do homem.<\/p>\n<p>Um paleont\u00f3logo alertou seus colegas sobre as extraordin\u00e1rias formas de que podem se revestir falsas pegadas. Descreveu ele uma pegada descoberta em rocha Tri\u00e1ssica (Ver J). Ela aparentava ser a sola fossilizada de um sapato, que mostrava uma dupla linha de costuras, uma pr\u00f3xima da extremidade externa, e a outra, paralela, a uma dist\u00e2ncia de cerca de oito mil\u00edmetros. As beiradas da sola estavam ligeiramente arredondadas, como se tivessem sido cortadas, e o lado direito do calcanhar parecia mais gasto do que o esquerdo (83).<\/p>\n<p>Uma impressionante descoberta foi relatada pelos jornais em 1968, por\u00e9m os ge\u00f3logos n\u00e3o fizeram coment\u00e1rio algum sobre ela. Pegadas das sand\u00e1lias de um adulto e pegadas de uma crian\u00e7a foram descobertas inseridas em estratos imediatamente acima de trilobitas f\u00f3sseis. Tratava-se de um dep\u00f3sito Cambriano pr\u00f3ximo de Ant\u00edlope Springs, Utah (Ver Q). Foram publicadas fotografias desses achados, por\u00e9m \u00e9 necess\u00e1ria ainda uma avalia\u00e7\u00e3o sua mais profunda (84).<\/p>\n<p>As seguintes refer\u00eancias a pegadas em estratos rochosos foram discutidas e reproduzidas no &#8220;American Journal of Science&#8221;:<\/p>\n<p>a) Foram relatadas impress\u00f5es produzidas por seres humanos em v\u00e1rias localidades da Am\u00e9rica do Sul, embora estejam faltando detalhes sobre elas.<br \/>\nb) Pegadas humanas em uma laje calc\u00e1ria numa \u00e1rea pavimentada entre a casa e o jardim, em New Harmony, Indiana.<br \/>\nc) Observou-se um afloramento rochoso na \u00e9poca das secas, estendendo-se por quase cinco quil\u00f4metros, defronte de St. Louis, Missouri, com largura de trinta cent\u00edmetros a sessenta metros. O grande n\u00famero de pegadas humanas l\u00e1 existentes \u00e0 havia sido observado pelos primeiros exploradores franceses. As pegadas encontram-se em calc\u00e1rio crinoidal, e foram descritas como sendo de um homem em p\u00e9, com os dedos espalhados. Sua apar\u00eancia era extraordinariamente natural, com toda impress\u00e3o muscular e o delineamento do calcanhar e dos dedos. A pegada descrita tinha cerca de trinta e dois cent\u00edmetros. O observador contrastou essas pegadas com outras que ele havia observado algures.<br \/>\nd) Outras impress\u00f5es foram relatadas em uma pedreira em Herculaneum, Missouri, e em rochas perto de Kingston, Nova Iorque (85).<\/p>\n<p>Foram encontradas pegadas em arenito, pr\u00f3ximo de Carson City, Nevada. As marcas s\u00e3o bem claras e bem definidas, e foram reproduzidas no &#8220;American Journal of Science&#8221;. O descobridor mais tarde sup\u00f5e serem pegadas de pregui\u00e7a gigante (86), (87).<\/p>\n<p>Pesquisas extensivas sobre pegadas descobertas nas proximidades de Berea, em Kentucky, foram conduzidas por um ge\u00f3logo do Estado. As marcas foram descobertas ao ser removido o material da superf\u00edcie em uma opera\u00e7\u00e3o de desmatamento, numa forma\u00e7\u00e3o aren\u00edtica, em torno de 1930. A s\u00e9rie de pegadas encontradas inclu\u00eda algumas dispostas em forma de rastos de algu\u00e9m andando.<\/p>\n<p>Estudos microsc\u00f3picos mostraram que a concentra\u00e7\u00e3o granulom\u00e9trica era maior sob as pegadas do que no terreno adjacente, indicando maior compress\u00e3o nas \u00e1reas sob as pegadas. Foram descobertas diferentes impress\u00f5es, correspondendo aos p\u00e9s direito e esquerdo, cada uma com os cinco dedos e o arqueamento respectivo.<\/p>\n<p>As marcas n\u00e3o poderiam ter sido entalhadas artificialmente, pois algumas ainda se encontravam parcialmente cobertas por estratos aren\u00edticos superiores. Outras pegadas foram observadas em \u00e1reas vizinhas, porem h\u00e1 falta de informa\u00e7\u00f5es adicionais (88).<\/p>\n<p>Foi descoberta uma marca deixada por um sapato numa mina de carv\u00e3o, em Fisher Canyon, no distrito de Pershing, Nevada. A impress\u00e3o da sola \u00e9 t\u00e3o clara que os tra\u00e7os das costuras s\u00e3o vis\u00edveis. A idade do carv\u00e3o foi estimada em mais de 15.000.000 de anos (89) (Ver D).<\/p>\n<p>Talvez as mais famosas pegadas do mundo sejam as que foram achadas perto de um lago em Man\u00e1gua, na Nicar\u00e1gua, sob onze estratos de rocha firme, entre 5 e 7 metros abaixo da superf\u00edcie do solo.<\/p>\n<p>Acalorados debates sobre a idade das pegadas desenrolaram-se por quase um s\u00e9culo. Inicialmente foram elas datadas de 200.000 anos, por\u00e9m como os p\u00e9s eram perfeitamente modernos, a idade foi reduzida a cerca de 50.000 anos.<\/p>\n<p>O \u00fanico ge\u00f3logo que visitou o local na \u00e9poca da descoberta, encontrou tamb\u00e9m rastos de cavalos e c\u00e3es domesticados, juntamente com as pegadas uma situa\u00e7\u00e3o imposs\u00edvel de se resolver. Foram tamb\u00e9m achados artefatos de pedra polida e pontas de proj\u00e9teis.<\/p>\n<p>Hoje, com base em ensaios de Carbono-14, as pegadas foram datadas em torno de 3000 a.C., o que portanto significa que um n\u00famero consider\u00e1vel de acontecimentos catastr\u00f3ficos ocorreu em um curto intervalo de tempo. Como f\u00f3sseis e restos de mastodontes foram achados em estratos acima das pegadas humanas, a conclus\u00e3o l\u00f3gica \u00e9 que os mastodontes viveram em \u00e9poca bastante recente.<\/p>\n<p>Pr\u00f3ximo \u00e0 cidade de San Raphael foram encontradas outras pegadas humanas e de animais, inclusive uma marca de sand\u00e1lia que hoje est\u00e1 no museu de Harvard (90),(91).<\/p>\n<p>Perto de Glen Rose, no Texas, no leito do rio Paluxy, podem ser vistas pegadas humanas juntamente com pegadas de dinossauros, em rocha. A forma\u00e7\u00e3o rochosa e do Cret\u00e1ceo (Ver H).<\/p>\n<p>Em 1970 foi entrevistado James Ryals, que desde 1930 cortava e vendia aquelas pegadas. Ele declarou que as pegadas humanas eram produzidas em sua maior parte por p\u00e9s descal\u00e7os, mas \u00e0s vezes aparentemente por p\u00e9s envolvidos por alguma forma de cal\u00e7ado. Os rastos variavam de meio metro a dois metros.<\/p>\n<p>H\u00e1 rastos humanos cruzando rastos de dinossauros, e rastos de dinossauros que destru\u00edram a seq\u00fc\u00eancia de rastos humanos. A escava\u00e7\u00e3o das pegadas indicou uma camada inferior comprimida, como seria de se esperar.<\/p>\n<p>Um cientista que n\u00e3o examinou as evid\u00eancias postulou a possibilidade de que os rastos tivessem sido feitos de prop\u00f3sito. Um professor de medicina da Universidade de Illinois examinou as pegadas e convenceu-se de que eram genu\u00ednas (92), (93), (94).<\/p>\n<p><i>10. Lhamas e elefantes &#8211; animais dom\u00e9sticos das vilas<\/i><\/p>\n<p>De acordo com as formula\u00e7\u00f5es convencionais, a fam\u00edlia do camelo surgiu em cena nos tempos do Eoceno, sofrendo ent\u00e3o r\u00e1pidas altera\u00e7\u00f5es. Nos tempos do Oligoceno (h\u00e1 26 &#8211; 38 milh\u00f5es de anos), seus p\u00e9s ficaram bipartidos, os outros tr\u00eas dedos tendo desaparecido completamente. A fam\u00edlia do camelo inclui tamb\u00e9m os lhamas que t\u00eam dois dedos, mas que em um est\u00e1gio bastante anterior supostamente tinham cinco (95) (Ver F e E).<\/p>\n<p>O imp\u00e9rio de Tiahuanaco na Bol\u00edvia e anterior aos incas. Em torno de 1920 um arque\u00f3logo estava cavando as ru\u00ednas de duas localidades costeiras que pertenceram a esse imp\u00e9rio, deparando-se com jarros de cer\u00e2mica contendo a representa\u00e7\u00e3o de lhamas. Esses lhamas tinham cinco dedos, o que pareceu muito estranho, pois por nenhum rasgo de imagina\u00e7\u00e3o a civiliza\u00e7\u00e3o de Tiahuanaco poderia ser considerada t\u00e3o antiga.<\/p>\n<p>De acordo com o pensamento evolucionista, o homem &#8220;evoluiu&#8221; muitos milh\u00f5es de anos ap\u00f3s ter vivido o lhama de cinco dedos. O mist\u00e9rio ficou mais complexo quando o mesmo arque\u00f3logo descobriu esqueletos de lhamas, todos com cinco dedos (96).<\/p>\n<p>De conformidade com os autores de livros did\u00e1ticos, o mastodonte chegou \u00e0 Am\u00e9rica durante a \u00e9poca do Mioceno (Ver D), multiplicando-se extraordinariamente, e ent\u00e3o extinguindo-se, por alguma raz\u00e3o desconhecida. V\u00e1rias datas foram propostas para o desaparecimento do \u00faltimo elefante na Am\u00e9rica, como por exemplo 4500 a.C.<\/p>\n<p>Perto de Conc\u00f3rdia, na Col\u00fambia, foi encontrado um esqueleto completo de mastodonte numa lagoa salgada artificial constru\u00edda pelos \u00edndios. A lagoa, com o fundo ladrilhado de pedras, juntamente com o animal, foi soterrada por um repentino deslizamento de terra (97).<\/p>\n<p>Esculturas representando mastodontes foram achadas no Canyon Hava Supai, no Arizona, acreditando-se datarem de 10.000 a.C. No mesmo local, entretanto, foram encontrados utens\u00edlios feitos de marfim recente, n\u00e3o fossilizado, o que significa que aquela data deve ser consideravelmente antecipada (98).<\/p>\n<p>Em 1929 encontrou-se o esqueleto de um mastodonte no Equador tendo sido morto evidentemente pelos \u00edndios, havia em torno dele um c\u00edrculo de fogueiras, para convenientemente assarem sua carne. Um deslizamento de terra cobriu o local, que tamb\u00e9m apresentava cacos de cer\u00e2mica pintada e artefatos. Esse not\u00e1vel achado foi datado do in\u00edcio da era crist\u00e3 (99).<\/p>\n<p>Desenterrou-se em 1928 na Am\u00e9rica Central uma oficina maia. O arque\u00f3logo concluiu que o dono da oficina, datada entre o segundo e o quarto s\u00e9culo A.D., devia possuir um mastodonte, pois ossos do animal foram encontrados entre ta\u00e7as e jarras estra\u00e7alhadas (100).<\/p>\n<p>Certo paleont\u00f3logo cria que os mamutes ainda viviam no interior do continente americano na \u00e9poca dos primeiros exploradores espanh\u00f3is. Baseava sua cren\u00e7a no fato de que ossos desses animais s\u00e3o achados sob alguns cent\u00edmetros de turfa. Foram colecionadas muitas descri\u00e7\u00f5es precisas do elefante, em v\u00e1rias tribos ind\u00edgenas dos Estados Unidos e do Canad\u00e1 (101).<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"4\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-full wp-image-453\" src=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/elefante.jpg\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"265\" srcset=\"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/elefante.jpg 400w, https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/elefante-300x199.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/>David Ingram, um aventureiro ingl\u00eas, desembarcou em 1568 com mais 113 homens entre o M\u00e9xico e a Fl\u00f3rida, e vagueou muitos anos pelo interior antes de dirigir-se para as col\u00f4nias americanas da costa oriental. Em seu relato ao Secret\u00e1rio de Estado da Rainha Elizabeth descreveu e desenhou de maneira precisa imagens de elefantes, bem como de bis\u00f5es e outros animais que tinha observado durante sua viagem.<\/p>\n<p>Esse relato n\u00e3o foi levado a s\u00e9rio, por\u00e9m \u00e9 um fato curioso que 200 anos depois o Presidente Jefferson foi informado por uma delega\u00e7\u00e3o de chefes \u00edndios de que a ca\u00e7a nas terras do interior inclu\u00eda animais descritos como elefantes. \u00c9 digno de registro que o Presidente Jefferson pediu a Lewis e Clark que se mantivessem alerta contra manadas de elefantes durante sua explora\u00e7\u00e3o do Oeste (102).<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"4\"><i>11. Madeira petrificada e f\u00f3sseis, para quem esperar<\/i><\/p>\n<p>Gota a gota escorreu \u00e1gua contendo tra\u00e7os de minerais sobre madeira que havia sido enterrada em uma tempestade. Milh\u00f5es de anos se passaram. Hoje os turistas olham admirados a Floresta Petrificada no Arizona. Quem pode duvidar da imensa idade da Terra?<\/p>\n<p>Ha mais de um s\u00e9culo, em 1867, certo cientista perguntava como se poderia explicar o fato de que a madeira tivesse se tornado em pedra sem que fossem afetadas as mais delicadas fibras vegetais. Se grandes per\u00edodos de tempo decorressem durante o processo de petrifica\u00e7\u00e3o, a decomposi\u00e7\u00e3o destruiria muito antes a maior parte da estrutura.<\/p>\n<p>O mesmo problema foi notado no caso de esponjas fossilizadas. As mais delicadas estruturas est\u00e3o perfeitamente preservadas em s\u00edlex. Por outro lado, essas mesmas estruturas s\u00e3o usualmente destru\u00eddas devido \u00e0 decomposi\u00e7\u00e3o, somente poucas horas ap\u00f3s a morte da esponja. Se a petrifica\u00e7\u00e3o ocorrer sob condi\u00e7\u00f5es adequadas, dever\u00e1 processar-se bastante rapidamente (103).<\/p>\n<p>Contrariamente \u00e0 cren\u00e7a mantida comumente, e ao que rezam os livros textos populares, em 1947 um cientista observava que havia sido petrificada madeira em menos de um ano (104).<\/p>\n<p>H\u00e1 v\u00e1rios anos descobriu-se algo surpreendente na \u00cdndia pequenas pe\u00e7as de madeira que haviam sido trabalhadas pelo homem antes de se tornarem fossilizadas (105).<\/p>\n<p>Numerosos peda\u00e7os de ossos f\u00f3sseis entalhados foram descobertos em v\u00e1rias partes da Lombardia, It\u00e1lia. Cientistas que os examinaram conclu\u00edram que eles haviam sido trabalhados por um instrumento cortante antes de se tornarem mineralizados. Os f\u00f3sseis foram datados da \u00e9poca Plioc\u00eanica, isto \u00e9, anteriores \u00e0 idade do homem (106). (Ver C)<\/p>\n<p>Muito mais surpreendente foi o relato de dois ossos de s\u00e1urios distintamente marcados por cortes em intervalos regulares que pareciam ter sido feitos por uma faca de s\u00edlex. Se os ossos fossem de uma esp\u00e9cie moderna que utilizasse ferramentas, n\u00e3o haveria d\u00favida de que eles seriam produto de artesanato humano. Entretanto, os ossos eram de uma jazida Jur\u00e1ssica, e portanto a evid\u00eancia n\u00e3o p\u00f4de ser aceita (107) (Ver I).<\/p>\n<p>A revista &#8220;Popular Science News&#8221; publicou um relato da descoberta de cristais de quartzo em uma mina de Nevada, os quais poderiam ter-se formado no m\u00e1ximo em quinze anos. Na mesma \u00e1rea tinha sido desmontado um britador, e descobriu-se ali que foi formado arenito num per\u00edodo de doze anos. Um peda\u00e7o de madeira com um prego foi achado no arenito (108).<\/p>\n<p>As camadas de diatomita f\u00f3ssil no distrito de Santa B\u00e1rbara, Calif\u00f3rnia, cont\u00eam impressionantes evid\u00eancias de uma cat\u00e1strofe s\u00fabita. Peixes f\u00f3sseis est\u00e3o densamente entremeados com as camadas de cerca de trinta cent\u00edmetros de espessura, e preservados de tal maneira que ainda desprendem seu odor caracter\u00edstico ao ser quebrado um peda\u00e7o.<\/p>\n<p>H\u00e1 muitas indica\u00e7\u00f5es de que os peixes foram apanhados de surpresa. Os f\u00f3sseis mostram bocas amplamente abertas, com sinais de sufocamento, barbatanas abertas, dorso violentamente curvado, corpo retorcido, e cabe\u00e7a para tr\u00e1s. Muitos peixes f\u00f3sseis est\u00e3o atravessando camadas consecutivas de rocha, o que levaria \u00e0 conclus\u00e3o de que as cabe\u00e7as e os rabos distam entre si milh\u00f5es de anos, de conformidade com a cronologia convencional (109).<\/p>\n<p><i>12. A est\u00e2ncia Sahara, luxuriantemente verde<\/i><\/p>\n<p>Os antigos contavam algumas hist\u00f3rias &#8220;fant\u00e1sticas&#8221;. Uma delas e o relato das viagens dos Argonautas, que velejaram, partindo do Mediterr\u00e2neo, pelo Sahara (incluindo o transporte por terra) at\u00e9 chegar \u00e0 costa ocidental da \u00c1frica. Para n\u00e3o dizer coisa pior, a hist\u00f3ria absolutamente n\u00e3o faz sentido (110).<\/p>\n<p>Entretanto, os fragmentos de mapas referidos no in\u00edcio deste artigo incluem tamb\u00e9m uma grande parte do Sahara, que se apresenta com uma rede de lagos e rios que bem poderiam ter sido naveg\u00e1veis nos tempos hist\u00f3ricos. Algum dia, portanto, a viagem dos Argonautas merecer\u00e1 ser reexaminada (111).<\/p>\n<p>Recentemente pesquisadores descobriram que abundante \u00e1gua doce encontra-se sob a enorme \u00e1rea do deserto, provavelmente em quantidade suficiente para suprir muitas vezes todas as necessidades humanas e animais. At\u00e9 agora esse potencial pouco foi aproveitado. H\u00e1 abundante evid\u00eancia de que o deserto n\u00e3o existia nos tempos hist\u00f3ricos (112).<\/p>\n<p>Devido \u00e0 localiza\u00e7\u00e3o da esfinge, e bastante l\u00f3gica a conclus\u00e3o de que o Sahara n\u00e3o era um deserto na \u00e9poca da sua constru\u00e7\u00e3o. Sua base tem sido desimpedida repetidas vezes, embora as tempestades de areia venham novamente a cobrir (113).<\/p>\n<p>Em \u00e1reas das quais at\u00e9 mesmo os camelos se desviam, crescia luxuriante vegeta\u00e7\u00e3o, em tempos hist\u00f3ricos. A maior parte do Sahara era uma terra de lagos e rios cheios de peixes. Havia regatos, florestas e f\u00e9rteis vales, oferecendo sustento a uma grande popula\u00e7\u00e3o humana e a animais.<\/p>\n<p>Em locais remotos existem esculturas e pinturas na rocha, \u00e0s dezenas de milhares. O gado usava discos entre os chifres, como nos desenhos eg\u00edpcios. Alguns desenhos na rocha indicam influ\u00eancia ou arte fen\u00edcia. Cer\u00e2mica, ferramentas e armas de pedra polida foram encontradas em abund\u00e2ncia. O deserto n\u00e3o se formou gradualmente ao longo de &#8220;eons&#8221; de tempo, mas surgiu repentinamente nos tempos hist\u00f3ricos (114),(115).<\/p>\n<p>(Nota do Editor &#8211; leitura adicional sobre a forma\u00e7\u00e3o do deserto pode ser encontrada no artigo de W. E. Lammerts &#8220;Sobre a origem recente do Deserto do Sudoeste do Pac\u00edfico&#8221;, &#8220;Creation Research Society Quarterly\u201d, 8(1):50-54).<\/p>\n<p><i>13. O que havia com o velho homem de Neanderthal?<\/i><\/p>\n<p>A fraude de Piltdown \u00e9 bastante conhecida, n\u00e3o merecendo qualquer discuss\u00e3o aqui. Mas pelo menos ela bem ilustra a \u00e2nsia de se acreditar em qualquer coisa que possa apoiar id\u00e9ias pr\u00e9-concebidas.<\/p>\n<p>Pode-se imaginar nos museus do mundo todo pintores com seus pinc\u00e9is e tinta apressando-se a pintar aquele ramo imagin\u00e1rio da \u00e1rvore geneal\u00f3gica humana, no dia em que foi exposta aquela &#8220;pe\u00e7a&#8221;. No dia seguinte n\u00e3o mais existia o Homem de Piltdown.<\/p>\n<p>Nenhum evolucionista ortodoxo ousaria propor uma origem recente para o homem, que viesse a corresponder ao relato b\u00edblico. Embora diversas autoridades tenham assinalado que a variabilidade encontrada entre os f\u00f3sseis humanos realmente n\u00e3o difere da surpreendente variabilidade encontrada hoje no g\u00eanero humano, pouco ou nada se diz desse fato nos livros textos de hoje. Cientistas brancos, da classe m\u00e9dia, n\u00e3o deveriam necessariamente tornar-se o modelo pelo qual os ossos f\u00f3sseis fossem julgados (116).<\/p>\n<p>Do mesmo fragmento de cr\u00e2nio, t\u00eam sido feitas reconstru\u00e7\u00f5es impressionantemente diferentes. Como observou algu\u00e9m, as fei\u00e7\u00f5es do s\u00edmio ou do fil\u00f3sofo, ambas podem ser constru\u00eddas sobre os mesmos ossos (117).<\/p>\n<p>Mais do que de interesse passageiro e a considera\u00e7\u00e3o feita recentemente por um antrop\u00f3logo de que h\u00e1bitos de vida, clima e dieta alimentar podem influenciar as caracter\u00edsticas anat\u00f4micas do cr\u00e2nio ao ponto de os peritos classificarem uma mesma esp\u00e9cie em diferentes g\u00eaneros. Um fator adicional de grande significado \u00e9 a degeneresc\u00eancia f\u00edsica e a extraordin\u00e1ria variabilidade f\u00edsica que ocorre entre popula\u00e7\u00f5es isoladas endog\u00e2micas (118).<\/p>\n<p>\u00c9 bem conhecido o fato de que quando foi descoberto em 1891 o &#8220;primitivo&#8221; homem de Java, dois outros cr\u00e2nios foram encontrados na mesma forma\u00e7\u00e3o, e com a mesma idade, os quais n\u00e3o eram diferentes de cr\u00e2nios de abor\u00edgenes australianos que vivem hoje. As not\u00edcias dos cr\u00e2nios modernos encontrados com o homem de Java n\u00e3o foram publicadas por vinte anos, porque n\u00e3o se ajustavam \u00e0s id\u00e9ias preconcebidas do pesquisador (119).<\/p>\n<p>Em 1963 o Dr. Leakey descobriu o f\u00f3ssil humano que denominou de &#8220;Homo habilis&#8221;, no mais baixo n\u00edvel dos estratos, em flagrante contradi\u00e7\u00e3o com os conceitos evolucionistas, pois o Homo habilis era semelhante ao homem moderno. Muitos aspectos dessa descoberta s\u00e3o altamente controvertidos. Embora o Dr. Leakey sugira que todos os trabalhos de antropologia sejam reescritos, n\u00e3o h\u00e1 maneira em que se possa fazer isso enquanto os antrop\u00f3logos se agarrarem ao ponto de vista convencional de como o homem supostamente evoluiu (120).<\/p>\n<p>O homem de Neanderthal constitui uma hist\u00f3ria \u00e0 parte. Ao ser feita a primeira descoberta em 1856, os cientistas pensaram que tinham afinal conseguido a suprema evid\u00eancia de que necessitavam para demonstrar o est\u00e1gio intermedi\u00e1rio entre o homem e o macaco. Os livros did\u00e1ticos ainda hoje fielmente ilustram esse famoso &#8220;abobalhado&#8221; sub-humano, carrancudo e recurvado. Havia somente um ligeiro inconveniente. A capacidade craniana media era mais de 13% superior \u00e0 do homem moderno. Apesar disso, os esqueletos de Neander continuaram a ser considerados como perfeita ilustra\u00e7\u00e3o de um importante passo na presum\u00edvel seq\u00fc\u00eancia evolutiva do homem (121).<\/p>\n<p>Famosos evolucionistas de antanho tiraram muito proveito do homem de Neanderthal, e comp\u00eandios publicados em 1973 ainda refletem seus pontos de vista. Haeckel sup\u00f4s resolver todos os problemas do mundo de uma vez por todas, com o homem de Neanderthal. Lyell e Huxley confiantemente apontaram para o cr\u00e2nio de Neanderthal como evid\u00eancia de ter existido uma criatura inferior, semi-humana, intermedi\u00e1ria entre o homem e o macaco (122), (123).<\/p>\n<p>Mais interessante \u00e9 o fato de que o &#8220;Time&#8221; de 17 de Maio de 1971 continha a declara\u00e7\u00e3o de que o primitivismo do Neanderthal n\u00e3o era garantido. Aparentemente, a n\u00e3o ser devido a enfermidade f\u00edsica, ele poderia andar pelas ruas hoje e manter-se irreconhec\u00edvel. \u00c9 bem poss\u00edvel que os historiadores nos pr\u00f3ximos s\u00e9culos indaguem por que esse incr\u00edvel erro n\u00e3o foi detectado imediatamente, e n\u00e3o foi refutado com adequada determina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Embora constituindo um tr\u00e1gico coment\u00e1rio com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 comunidade cientifica, deve ser feita a seguinte considera\u00e7\u00e3o. J\u00e1 em 1872 Virchow, provavelmente o maior biologista da \u00e9poca, sustentava que as peculiaridades do homem de Neanderthal n\u00e3o se deviam a qualquer posi\u00e7\u00e3o especial na linhagem humana, mas sim a um caso grave de raquitismo. Certa autoridade declarou na revista &#8220;Nature&#8221;, em 1970, que cada cr\u00e2nio infantil Neanderthal at\u00e9 ent\u00e3o examinado mostrava sinais compat\u00edveis com profundo raquitismo. Da mesma maneira, em 1872 outra autoridade m\u00e9dica declarou que os cr\u00e2nios Neanderthal apresentavam problemas m\u00e9dicos, e que poderiam ser achados cr\u00e2nios semelhantes do homem moderno em qualquer escola de medicina (l24), (l25), (l26), (l27).<\/p>\n<p>14. Achados interessantes sob a terra<\/p>\n<p>Talvez o mais prodigioso derrame de lava da hist\u00f3ria tenha ocorrido na costa noroeste do Pacifico. A lava espalhou-se por uma \u00e1rea aproximada de 500.000 quil\u00f4metros quadrados, em profundidades que atingiram at\u00e9 1500 metros. Foi coberta grande parte dos estados de Washington, Oregon, Idaho, e parte dos estados vizinhos.<\/p>\n<p>Em 1972 um abalizado ge\u00f3logo afirmou que as erup\u00e7\u00f5es tiveram lugar h\u00e1 cerca de quinze milh\u00f5es de anos. A enorme idade da forma\u00e7\u00e3o poderia ser facilmente imaginada pelo fato de que o &#8220;Snake River&#8221; esteve a cavar &#8220;canyons&#8221; na rocha at\u00e9 a profundidade de 900 metros (128), (l29), (l30).<\/p>\n<p>H\u00e1 ainda v\u00e1rias coisas curiosas relacionadas com esse derrame de lava. Muitos observadores abalizados teceram coment\u00e1rios sobre a not\u00e1vel &#8220;juventude&#8221; da forma\u00e7\u00e3o, a qual sugere que a erup\u00e7\u00e3o tenha acontecido em \u00e9poca bem recente.<\/p>\n<p>Uma extraordin\u00e1ria descoberta foi feita em 1889, perto de Nampa, Idaho. Enquanto trabalhadores perfuravam um po\u00e7o artesiano, foi extra\u00edda uma pequena estatueta de argila cozida, \u00e0 profundidade de 100 metros. Acima da estatueta a broca havia perfurado cinco metros de lava bas\u00e1ltica.<\/p>\n<p>O achado jamais foi adequadamente questionado. A conclus\u00e3o \u00e9 insofism\u00e1vel &#8211; antes do derramamento bas\u00e1ltico viviam na \u00e1rea &#8220;evolu\u00eddos&#8221; seres humanos (131).<\/p>\n<p>Antes da Idade Glacial, quando grande parte da flora Terci\u00e1ria foi destru\u00edda (Ver B, C), existia na Calif\u00f3rnia uma avan\u00e7ada civiliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Trabalhavam as mais duras pedras, fabricavam perfeitos pil\u00f5es e pratos de granito, usavam vasos feitos de lava t\u00e3o fortes como ferro, com forma circular, bico e trip\u00e9, faziam machados de pedra polida com furos perfeitos para a fixa\u00e7\u00e3o de cabo, e outros artefatos.<\/p>\n<p>Eram capazes de perfurar as montanhas em busca de ouro e prata. Uma velha mina foi perfurada em rocha dura, com 60 metros de profundidade. Encontrou-se um altar para adora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Plantas e animais f\u00f3sseis encontrados em associa\u00e7\u00e3o com artefatos e restos humanos foram descritos como sendo do Mioceno (Ver D), muito antes do homem surgir sobre a Terra, de acordo com os comp\u00eandios escolares.<\/p>\n<p>Outros achados incluem o seguinte: um pil\u00e3o para moer min\u00e9rio de ouro, \u00e0 profundidade de 90 metros em um t\u00fanel de minera\u00e7\u00e3o; um pil\u00e3o com a m\u00e3o pesando 15 quilos, colares, pedras perfuradas, um disco oval de granito de 20 quilos. Foi achado um cr\u00e2nio humano \u00e0 profundidade de 25 metros, sob cinco camadas de lava e tufo vulc\u00e2nico, separadas por camadas de pedregulhos. Evidentemente o homem surgiu antes dos derrames de lava, e os profundos canyons foram erodidos pelos rios ap\u00f3s os derrames de lava.<\/p>\n<p>Um impressionante n\u00famero de rel\u00edquias de pedra foi encontrado juntamente com ossos de camelos, rinocerontes, hipop\u00f3tamos, cavalos e outros animais. Os achados est\u00e3o quase sempre juntos com cascalho ou rochas aur\u00edferas (132), (133).<\/p>\n<p>Nada descreve t\u00e3o bem o que foi descoberto na Calif\u00f3rnia quanto o cap\u00edtulo 28 do livro de J\u00f3. Outros locais semelhantes t\u00eam sido estudados em muitas partes do mundo (134).<\/p>\n<p>Em 1871 perto de Chillicothe, Illinois, perfuradores de po\u00e7os descobriram uma moeda de bronze em uma profundidade de 35 metros. Essa not\u00e1vel descoberta foi descrita nos &#8220;Proceedings&#8221; da &#8220;American Philosophic Society&#8221;. \u00c9 essa uma evid\u00eancia adicional de que o homem esteve presente l\u00e1. Pode tamb\u00e9m ser deduzida r\u00e1pida altera\u00e7\u00e3o do terreno (135).<\/p>\n<p>Um Jornal da Calif\u00f3rnia publicou a not\u00edcia de que foram achadas em trabalhos hidrol\u00f3gicos efetuados a dezenas de metros sob o solo, uma rocha primorosamente esculpida e outras pedras trabalhadas pesando at\u00e9 400 quilos. O local de origem era um antigo leito de rio, de idade considerada muito anterior \u00e0 \u00faltima \u00e9poca glacia1 (136).<\/p>\n<p>Algumas ferramentas bastante rudimentares, que foram encontradas sob uma morena glacial, est\u00e3o expostas no Museu em Moses Lake, Washington. Isso parece deslocar a presen\u00e7a do homem em Washington para uma \u00e9poca anterior ao Pleistoceno, o que os cientistas relutam em aceitar (137) (Ver B e C).<\/p>\n<p>Descoberta semelhante foi feita nas proximidades de Sudbury, Ont\u00e1rio. Encontraram-se machadinhas e outras ferramentas de quartzito, enterradas profundamente. Evidentemente haviam sido levadas de rold\u00e3o e misturadas com &#8220;till&#8221; glacial. \u00c9 essa outra evid\u00eancia de que o homem estava presente no Canad\u00e1 anteriormente ao avan\u00e7o glacial. Apesar disso, alguns cientistas recusam-se a pensar na presen\u00e7a do homem no continente americano t\u00e3o precocemente (138).<\/p>\n<p>Um estranho relato prov\u00e9m da pequena vila de Plateau City, no Colorado, situada um pouco a leste de Grand Junction. Um morador estava abrindo o solo para a constru\u00e7\u00e3o de uma adega em 1936. A uma profundidade de tr\u00eas metros encontrou um ch\u00e3o com ladrilhos assentados sobre uma esp\u00e9cie de argamassa, diferente de qualquer outra constru\u00e7\u00e3o existente no vale. Embora os ladrilhos tenham sido datados entre 20.000 e 80.000 anos, est\u00e3o repousando sobre uma forma\u00e7\u00e3o do Mioceno, o que poderia lhes dar a idade de at\u00e9 25 milh\u00f5es de anos, pela cronologia convencional (139).<\/p>\n<p>Heizer anotou numerosas impossibilidades, de acordo com a cronologia geol\u00f3gica comumente aceita: (1) um dente de hiena serrado com s\u00edlex, (2) incis\u00f5es em osso fossilizado de um rinoceronte extinto, e em outros animais, em local pr\u00f3ximo a Paris, e (3) evid\u00eancia do uso de uma ferramenta pontiaguda no chifre de um rinoceronte na Irlanda. No Mar do Norte foi removido de uma grande floresta submersa o tronco de um carvalho, mostrando marcas de machado (140).<\/p>\n<p>De acordo com a opini\u00e3o majorit\u00e1ria convencional, ca\u00e7adores primitivos migraram da \u00c1sia para a Am\u00e9rica. Uma das mais bem conhecidas pontas de armas de arremesso e a ponta Folsom, encontrada tamb\u00e9m na China e em grande parte da Am\u00e9rica. Entretanto, essa ponta e datada de 10.000 a.C. na Am\u00e9rica, mas n\u00e3o mais de 2000 a.C. na China (141).<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"4\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-full wp-image-455\" src=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/egito.jpg\" alt=\"\" width=\"334\" height=\"177\" srcset=\"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/egito.jpg 334w, https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/egito-300x159.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 334px) 100vw, 334px\" \/><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft\" src=\"http:\/\/www.revistacriacionista.org.br\/imagens\/i_artigos\/egito.jpg\" width=\"284\" height=\"150\" align=\"right\" hspace=\"5\" \/><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"4\">&nbsp;<\/p>\n<p>III. Algumas chaves para desvendar os mist\u00e9rios da hist\u00f3ria antiga<\/p>\n<p>Neste ponto o leitor deveria estar convicto de que a cronologia convencional, que aparece nos ve\u00edculos de divulga\u00e7\u00e3o e nos livros textos, est\u00e1 radicalmente errada, pois est\u00e1 baseada em hip\u00f3teses que n\u00e3o se sustentam em face das evid\u00eancias em contr\u00e1rio. E facilmente se reconheceria o fato de que os cientistas realmente n\u00e3o est\u00e3o equipados para reconstruir o passado, nem para prever o futuro. Como ent\u00e3o procederiam os criacionistas para desenvolver uma estrutura adequada para a hist\u00f3ria antiga? Embora n\u00e3o se achem respostas para muitas das perguntas, existe, entretanto, muito material de valor e interesse, dispon\u00edvel para estudo e conclus\u00f5es.<\/p>\n<p><i>A. Fontes para a reconstru\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria antiga<\/i><\/p>\n<p>Apesar dos mais fervorosos esfor\u00e7os feitos para minar a historicidade das Escrituras, a B\u00edblia permanece como uma chave fiel e indispens\u00e1vel em qualquer tentativa de reconstru\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria antiga. Dentre os eventos descritos na B\u00edblia (embora n\u00e3o explorados neste artigo) que necessitam de pesquisa, est\u00e3o os seguintes: (a) as implica\u00e7\u00f5es geol\u00f3gicas das maldi\u00e7\u00f5es sobre a Terra ap\u00f3s a queda do homem; (b) a fixa\u00e7\u00e3o do ponto correspondente ao dil\u00favio na escala de tempo geol\u00f3gico; (c) a curiosa passagem sobre Pelegue e a divis\u00e3o da Terra; (d) as conseq\u00fc\u00eancias da torre de Babel, quando os homens foram espalhados pela superf\u00edcie da Terra; (e) as pragas e o \u00eaxodo do Egito; (f) os acontecimentos registrados na B\u00edblia na \u00e9poca do rei Ezequias; (g) o impressionante n\u00famero de passagens do Velho Testamento que cont\u00eam refer\u00eancias a acontecimentos catastr\u00f3ficos.<\/p>\n<p>Em anos recentes, numerosos estudiosos tem insistido que mitos universais e outros escritos da antig\u00fcidade precisam ser de codificados para que se recuperem as verdades que eles cont\u00eam sobre o passado da humanidade. Como um dentre os muitos exemplos que podem ser citados, Stahiman insistiu em uma nova abordagem do estudo da pr\u00e9-hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>Observou ele que o homem moderno deleita-se na nega\u00e7\u00e3o do valor real dos mitos antigos, que os historiadores cegaram-se a si mesmos rejeitando pistas essenciais que est\u00e3o diante de seus olhos, e que fazem mau uso da &#8220;sementeira&#8221; biol\u00f3gica da evolu\u00e7\u00e3o ao tentar aplicar esse conceito \u00e0 hist\u00f3ria. Criticou a no\u00e7\u00e3o simplista de que todos os campos do conhecimento s\u00e3o bastante modernos e que simplesmente &#8220;evolu\u00edram&#8221; (142).<\/p>\n<p>\u00c9 \u00f3bvio o valor da pesquisa na Geologia, Paleontologia e Arqueologia, como se deduz do pr\u00f3prio conte\u00fado deste artigo. Muito da preocupa\u00e7\u00e3o desses campos resume-se entretanto s\u00f3 a cuidadosa an\u00e1lise. As descobertas das pesquisas deveriam constituir a mat\u00e9ria prima para s\u00ednteses que se baseassem em novas hip\u00f3teses, bem como em um modelo apropriado da pr\u00e9-hist\u00f3ria com base nas Escrituras.<\/p>\n<p>Outros estudiosos ressaltaram o valor dos estudos sobre a palavra e a linguagem, incluindo nomes antigos de locais, muitos dos quais chegaram aos tempos modernos, como importantes pistas da pr\u00e9-hist\u00f3ria.<\/p>\n<p><i>B. Assuntos envolvidos em um modelo de pr\u00e9-hist\u00f3ria<\/i><\/p>\n<p>1. O desastre que existe atualmente nos esfor\u00e7os para escrever a pr\u00e9-hist\u00f3ria resulta do fato de que as evid\u00eancias s\u00e3o completamente contr\u00e1rias \u00e0s hip\u00f3teses evolucionistas. Os historiadores sabem que h\u00e1 algo errado, por\u00e9m se frustram pela falta de qualquer alternativa que possam julgar aceit\u00e1vel. Os criacionistas dificilmente podem avaliar qu\u00e3o prec\u00e1ria \u00e9 a situa\u00e7\u00e3o, a menos que se detenham a ouvir os estudiosos a repreender os pr\u00f3prios estudiosos.<\/p>\n<p>Easton, um historiador mais imparcial, admitiu que de fato muito pouco se conhece sobre o homem pr\u00e9-hist\u00f3rico. N\u00e3o h\u00e1 mesmo dois especialistas que concordem entre si a respeito do que se conhece. Embora Easton aceite a evolu\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica, n\u00e3o deseja v\u00ea-la aplicada \u00e0 hist\u00f3ria:<\/p>\n<p>H\u00e1 ainda muitos fatos embara\u00e7osos que parecem dif\u00edceis de explicar com base na sele\u00e7\u00e3o natural; e a pr\u00f3pria teoria (da evolu\u00e7\u00e3o), quando olhada desapaixonadamente, \u00e0s mais das vezes parece a um leigo t\u00e3o extraordinariamente improv\u00e1vel como explica\u00e7\u00e3o de como o presente &#8230; inclusive o homem evoluiu, que passa a sugerir uma perversidade intencional no homem atual(143).<\/p>\n<p>Von Dechend e de Santillana declararam que a palavra &#8220;evolu\u00e7\u00e3o&#8221; cegou os cientistas modernos com rela\u00e7\u00e3o \u00e0s reais complexidades do passado. O conceito simples de evolu\u00e7\u00e3o, aceito sem discuss\u00e3o, \u00e9 lan\u00e7ado como um manto sobre todas as eras que, partindo do primitivismo chegam \u00e0 civiliza\u00e7\u00e3o. Somos informados de que gradualmente, passo a passo, o homem produziu as artes e os of\u00edcios, isso e aquilo, at\u00e9 emergir na luz da hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>Essas palavras hipnotizadoras &#8220;gradualmente&#8221; e &#8220;passo a passo&#8221;, repetidas incessantemente, visam a cobrir ignor\u00e2ncia ao mesmo tempo vasta e surpreendente. Algu\u00e9m gostaria de perguntar que passos? E seria acalmado, desarmado e assombrado pelo gradualismo de tudo, que na melhor das hip\u00f3teses constitui um chav\u00e3o que se presta somente para acalmar a consci\u00eancia, pois ningu\u00e9m deseja imaginar que a civiliza\u00e7\u00e3o surgiu num rel\u00e2mpago (144).<\/p>\n<p>Apesar disso, a aceita\u00e7\u00e3o da palavra &#8220;gradualmente&#8221; leva a toda sorte de dificuldades, e ent\u00e3o a palavra &#8220;subitamente&#8221; \u00e9 introduzida para explicar o que n\u00e3o pode ser explicado. Marshack preocupou-se com o uso freq\u00fcente dessa palavra no campo da Hist\u00f3ria, como por exemplo, a ci\u00eancia iniciou-se subitamente na Gr\u00e9cia, outros campos do conhecimento surgiram subitamente na Mesopot\u00e2mia e no Egito, a pr\u00f3pria civiliza\u00e7\u00e3o teria come\u00e7ado subitamente no Crescente F\u00e9rtil, a escrita surgiu subitamente, a agricultura apareceu subitamente, e o calend\u00e1rio subitamente apareceu plenamente desenvolvido (145).<\/p>\n<p>Como o falecido cientista franc\u00eas Bounoure (146) disse t\u00e3o elegantemente, &#8220;o evolucionismo \u00e9 um conto de fadas para adultos; essa teoria nada ajudou para o progresso da ci\u00eancia, ela \u00e9 in\u00fatil&#8221;.<\/p>\n<p>Com uma \u00fanica op\u00e7\u00e3o aceit\u00e1vel \u00e0 maioria dos estudiosos hoje, isto \u00e9, a evolu\u00e7\u00e3o, simplesmente n\u00e3o resta maneira alguma intelectualmente honesta de escrever a pr\u00e9-hist\u00f3ria, exceto a repeti\u00e7\u00e3o do que outros escreveram. Assim, cada vez mais surgem autores de livros de hist\u00f3ria antiga que s\u00e3o meros compiladores.<\/p>\n<p>Ao inv\u00e9s de escrever o costumeiro cap\u00edtulo primeiro sobre o homem das cavernas, seguido pelo cap\u00edtulo segundo sobre os gregos, com talvez uma incurs\u00e3o pelo Egito e pela Mesopot\u00e2mia, muitos autores est\u00e3o hoje iniciando seus comp\u00eandios com os gregos. Evidentemente eles se sentem constrangidos em continuar a escrever o mesmo velho primeiro capitulo, gera\u00e7\u00e3o ap\u00f3s gera\u00e7\u00e3o, sem nenhuma rela\u00e7\u00e3o com os cap\u00edtulos seguintes.<\/p>\n<p>2. Aqueles que tentam reconstruir a hist\u00f3ria antiga devem deparar se com a realidade de uma Idade de Ouro, antes da \u00e9poca de Abra\u00e3o, da qual os gregos foram herdeiros.<\/p>\n<p>H\u00e1 mais de um s\u00e9culo, certo estudioso observava que o homem n\u00e3o se originou de um estado de barb\u00e1rie, para depois atingir a civiliza\u00e7\u00e3o, mas que, onde quer que o homem tenha sido encontra do em estado de barb\u00e1rie, foi isso conseq\u00fc\u00eancia da degenera\u00e7\u00e3o da civiliza\u00e7\u00e3o. Todos os povos conhecidos, que t\u00eam no\u00e7\u00e3o de seu passado, guardam alguma tradi\u00e7\u00e3o de terem sido levantados da barb\u00e1rie por um povo mais civilizado do que eles pr\u00f3prios(147).<\/p>\n<p>O grande explorador Stefansson declarou que os eruditos que aprenderam hist\u00f3ria da maneira tradicional, por exemplo que a navega\u00e7\u00e3o em alto mar deveria ter-se iniciado com os fen\u00edcios, n\u00e3o podem crer que em \u00e9pocas remotas o homem navegasse pelo menos em tr\u00eas dos oceanos, o Atl\u00e2ntico, o Pac\u00edfico e o Indico.<\/p>\n<p>Apesar disso, n\u00e3o houve emo\u00e7\u00e3o alguma em um congresso internacional de arque\u00f3logos realizado em Oslo em 1936, quando o presidente, falando sobre uma Idade de Ouro da navega\u00e7\u00e3o em alto mar, considerou o seu apogeu muito anterior ao tempo de Abra\u00e3o, e seu decl\u00ednio antes mesmo de 1500 a.C. Assim, o pr\u00f3prio per\u00edodo que os estudiosos escolhem para o in\u00edcio da verdadeira arte n\u00e1utica, reflete somente uma p\u00e1lida imagem do que teria havido anteriormente (148).<\/p>\n<p>\u00c9 convincente e fascinante a evid\u00eancia apresentada em livros tais como &#8220;Hamlet&#8217;s Mill&#8221;, &#8220;Maps of the Ancient Sea Kings&#8221;, e &#8220;Children of the Sun&#8221; (149).<\/p>\n<p>3. Devido \u00e0 total obsess\u00e3o, e mesmo terror, do homem antigo, com rela\u00e7\u00e3o aos planetas, s\u00e3o necess\u00e1rias considera\u00e7\u00f5es radicalmente distintas quanto ao papel da astronomia no mundo amigo, em compara\u00e7\u00e3o com o que \u00e9 costumeiro hoje. Estranhos acontecimentos ocorreram em tempos hist\u00f3ricos, com conseq\u00fc\u00eancias terr\u00edveis para a Terra.<\/p>\n<p>De Santillana observou que os modernos pesquisadores da arqueologia t\u00eam sido singularmente prejudicados pela sua ignor\u00e2ncia do pensamento astron\u00f4mico, o que tem ocasionado por sua vez um impacto crucial nas reconstru\u00e7\u00f5es da hist\u00f3ria antiga. \u00c0 parte o fator terror, os amigos sabiam muito precisamente em que lugar se achavam na Terra, pelas posi\u00e7\u00f5es das estrelas. Sabiam tamb\u00e9m quando cruzavam o equador, e podiam navegar at\u00e9 atingir ilhas remotas, distantes milhares de quil\u00f4metros em pleno oceano (l50), (15l).<\/p>\n<p>Von Dechend, autoridade em hist\u00f3ria antiga, decidiu jamais envolver-se em assuntos de astronomia, sob quaisquer condi\u00e7\u00f5es, at\u00e9 ter descoberto dois santu\u00e1rios pr\u00e9-hist\u00f3ricos em duas pequenas ilhas do Pac\u00edfico, um exatamente no tr\u00f3pico de C\u00e2ncer, e o outro exatamente no tr\u00f3pico de Capric\u00f3rnio. Esses fatos atingiram-na com impacto tal que, de acordo com suas pr\u00f3prias palavras, ela passou a reconhecer que a astronomia n\u00e3o podia ser ignorada (152).<\/p>\n<p>4. Nenhuma reconstru\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria antiga pode ser v\u00e1lida sem a considera\u00e7\u00e3o dos acontecimentos catastr\u00f3ficos. Darwin examinou pessoalmente a evid\u00eancia de acontecimentos catastr\u00f3ficos, e deixou-os de lado por constitu\u00edrem problemas insol\u00faveis, n\u00e3o lhes dando lugar na sua estrutura conceitual. Ele estava pronto a aceitar, entretanto, a partir de seu estudo do evidente levantamento recente e repentino dos Andes, que a cat\u00e1strofe resultante poderia ter ocasionado as tradi\u00e7\u00f5es universais do dil\u00favio (l53), (l54).<\/p>\n<p>Acontecimentos semelhantes ocorrem ainda hoje em uma escala menor. H\u00e1 poucos anos observadores relataram o deslocamento de uma montanha no C\u00e1ucaso, ao longo de dois quil\u00f4metros, bloqueando um rio no seu percurso. Campos, planta\u00e7\u00f5es e cabanas, entretanto, permaneceram intactos em suas encostas (155).<\/p>\n<p>N\u00famero cada vez maior de cientistas det\u00eam-se seriamente no exame de documenta\u00e7\u00e3o referente \u00e0s seguintes descri\u00e7\u00f5es de cat\u00e1strofes nos tempos hist\u00f3ricos:<\/p>\n<p>Furac\u00f5es de amplitude mundial; queima e destrui\u00e7\u00e3o de florestas; poeira, pedras, fogo e cinzas caindo do c\u00e9u; montanhas derretendo-se como cera; lava escoando do solo fendido; mar em ebuli\u00e7\u00e3o; chuva betuminosa; terremotos e destrui\u00e7\u00e3o de cidades; pessoas procurando ref\u00fagio em cavernas e fendas das rochas em montanhas; oceanos erguendo-se e caindo sobre a terra; ondas de mares deslocando-se at\u00e9 os polos e voltando; terras inundadas pelo mar, e a vastid\u00e3o do mar tornando-se em deserto; ilhas surgidas e engolidas pelo mar; cadeias de montanhas niveladas, e outras ascendendo; multid\u00f5es de rios a procura de novos leitos; fontes que desapareceram e outras que se tornaram salobras; destrui\u00e7\u00f5es em massa de animais; dizima\u00e7\u00e3o da humanidade; migra\u00e7\u00f5es; grossas nuvens de poeira cobrindo a face da Terra durante d\u00e9cadas; perturba\u00e7\u00f5es magn\u00e9ticas; altera\u00e7\u00e3o dos climas; deslocamento dos pontos cardiais e altera\u00e7\u00e3o das latitudes; calend\u00e1rios interrompidos, rel\u00f3gios de sol e clepsidras que indicam altera\u00e7\u00f5es na dura\u00e7\u00e3o do dia, m\u00eas e ano; montanhas brotando de plan\u00edcies e outras montanhas sendo niveladas; estratos dobrados e comprimidos, invertidos e deslocados, e colocados em cima de outras forma\u00e7\u00f5es; rocha em fus\u00e3o inundando enormes \u00e1reas de terra com camadas de espessura quilom\u00e9trica; praias do mar e de lagos subindo ou descendo centenas de metros; baleias deslocadas do mar para as montanhas; deslocamento dos Alpes e das Montanhas Rochosas ao longo de centenas de quil\u00f4metros (l56).<\/p>\n<p>5. Como a pr\u00e9-hist\u00f3ria se desenvolve em conex\u00e3o com o registro hist\u00f3rico, qualquer problema de cronologia antiga reflete-se tanto no estudo do Velho Testamento como no da hist\u00f3ria antiga em geral. Est\u00e1 sendo acumulada rapidamente evid\u00eancia de que a cronologia eg\u00edpcia est\u00e1 defasada entre cerca de 500 a 600 anos. Como a maior parte das autoridades calibram os acontecimentos do Velho Testamento e a hist\u00f3ria de outras culturas antigas pelas datas eg\u00edpcias, o resultado \u00e9 desanimador.<\/p>\n<p><i>C. Novos horizontes no estudo da Pr\u00e9-hist\u00f3ria<\/i><\/p>\n<p>1. Pense\u00e9<br \/>\nP. O. Box 414<br \/>\nPortland, Oregon 97207 &#8211; U.S.A.<\/p>\n<p>2. Immanuel Velikovsky<br \/>\n&#8220;Worlds in Collision&#8221;<br \/>\nDoubleday, 1950<br \/>\nGarden City, New York<br \/>\nU.S.A.<br \/>\n&#8220;Ages in Chaos&#8221;<br \/>\nDoubleday, 1952<br \/>\nGarden City, New York U.S.A.<br \/>\n&#8220;Earth in Upheaval&#8221;<br \/>\nDell, 1955<br \/>\nNew York &#8211; U.S.A.<\/p>\n<p>3. Arthur C. Custance<br \/>\n&#8220;Doorway Papers&#8221; (Serie de panfletos)<br \/>\nBox 291, Brockville, Ontario &#8211; Canada<\/p>\n<p>Sem endossar todo o conte\u00fado dessas fontes, os leitores encontrar\u00e3o nelas um grande e refrescante est\u00edmulo. Os autores s\u00e3o peculiares no seu tratamento das evid\u00eancias, que tem sido ignoradas por tanto tempo nos livros textos costumeiros.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\"><b>Bibliografia<\/b><\/p>\n<p>AND Andrews, Henry H. Ancient plants. Ithaca: Cornell, 1947.<br \/>\nAAN Ann Arbor News, Michigan<br \/>\nANT Anthropos.<br \/>\nARC Archaeology.<br \/>\nBIB Bible.<br \/>\nBRI Briggs, Peter, 200.000.000 years beneath sea. New York: Holt, 1971.<br \/>\nBRO Brown, Howard and others. Introduction to geology. Boston : Ginn, 1958.<br \/>\nCER Ceram, C. W. The first American. New York: Harcourt, 1971.<br \/>\nCHA Charroux, One hundred thousand years of man&#8217;s unknown history. New York: Berkley, 1970.<br \/>\nCOL Colbert, Edwin H. Evolution of the vertebrates. New York : Wiley, 1955.<br \/>\nCRE Creation Research Society Quarterly, Ann Arbor, MI 48104 2717 Cranbrook Road.<br \/>\nCUS Custance, Arthur C. Fossil remains of early man and the records of Genesis. Doorway Paper = 45. Ottawa, 1968.<br \/>\nDES de Santillana, Giorgio and Hertha von Dechend. Hamlet&#8217;s mill. Boston: Gambit, 1969.<br \/>\nEAS Easton, Stewart C. The western heritage. New York: Holt,1966.<br \/>\nED2 Edwards, Frank. Strangest of all. New York: Ace, 1962.<br \/>\nED4 . ____________. Strange world. New York: Ace, 1964.<br \/>\nED7 ____________. Stranger than science. New York: Bantam, 1967.<br \/>\nFAU Faul, Tenry (ed.). Nuclear geology. New York: Wiley, 1954.<br \/>\nFOL Folsom, Franklin. America&#8217;s ancient treasures. New York: Rand McNally, 1971.<br \/>\nFOR Fort, Charles. The book of the damned. New York: Ace, 1941.<br \/>\nHAP Hapgood, Charles. Maps of the ancient sea kings. Philadelphia: Chilton, 1966.<br \/>\nHEI Heizer, Robert F. Man&#8217;s discovery of his past. Englewood Cliffs, N. J.: Prentice-Hall, 1962.<br \/>\nHON Honore, Pierre. In quest of the white god. New York:Putnam&#8217;s, 1964.<br \/>\nHOP Hopkins, David M. (ed.). The Bering land bridge. Palo Alto: Stanford, 1967.<\/td>\n<td colspan=\"2\">JOU Journal of Geophysical Research.<br \/>\nMAR Marshack, Alexander. The roots of civilization. New York : McGrawHill, 1972.<br \/>\nMER Mertz, Henriette. Pale Ink. Chicago: Swallow, 1972.<br \/>\nNAT Nature.<br \/>\nNOR Norwich, John J. Sahara. New York: Weybright and Talley,1968.<br \/>\nPEN Pensee.<br \/>\nPER Perry, William J. The children of the sun. London: Methuen , 1923.<br \/>\nREA Reader&#8217;s Digest.<br \/>\nRYA Ryals, James and Cecil, Unpublished interview by George W. Westcott.<br \/>\nSAN Santesson, Hans S. Understanding Mu. New York: Paperback Library, 1970.<br \/>\nSAT Saturday Review.<br \/>\nSCA Scientific American.<br \/>\nSCM Scientific Monthly.<br \/>\nSCO Scott, William B. A history of land mammals in the western hemisphere. New York. Hafner, 962.<br \/>\nSEN Sendy, Jean. Those gods who made heaven and earth. New York: Berkley, 1972.<br \/>\nSTE Stefansson, Vilhjalmur. Greenland. New York: Doubleday, 1942.<br \/>\nTHO Thorarinsson, Sigurdur. Surtsey. ReykJavik: Almenna, 1964.<br \/>\nTIM Time.<br \/>\nTOA Tomas, Andrew. We are not the first. New York: Bantam, 1971.<br \/>\nTOP Tompkins, Peter. Secrets of the Great Pyramid. New York: Harper, 1971.<br \/>\nTRA Journal of the Transactions of the Victoria Institute.<br \/>\nTUT Tuttle, Hudson. Physical man. Boston: Colby &amp; Rich, 1865.<br \/>\nVEL Velikovsky, Immanuel. Earth in upheaval. New York: Dell,1955.<br \/>\nWEN Wendt, Herbert, In search of Adam. Boston: Houghton Mifflin, 1956.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\" width=\"25%\"><b>Refer\u00eancias<\/b><\/p>\n<p>(1) CRE, 9(4):210.<br \/>\n(2) BRI, p. 208.<br \/>\n(3) HAP .<br \/>\n(4) ED4, p. 160.<br \/>\n(5) TRA, 2:304.<br \/>\n(6) PEN, 2(3):49.<br \/>\n(7) BRO, p. 384-5.<br \/>\n(8) EAS, p. 11-2.<br \/>\n(9) SEN, p. 17.<br \/>\n(10) TRA, 2:304.<br \/>\n(11) VEL, p. 209.<br \/>\n(12) TUT.<br \/>\n(13) THO.<br \/>\n(14) VEL, p. 286.<br \/>\n(15) CRE, 6(2):96.<br \/>\n(16) CRE, 3(1):59.<br \/>\n(17) TRA, 80:25.<br \/>\n(18) CRE, 8(4):251-5.<br \/>\n(19) CRE, 1(4):45.<br \/>\n(20) CRE, 1(4):44.<br \/>\n(21) CRE, 7(2):122.<br \/>\n(22) CRE, 1(4):44.<br \/>\n(23) TOA, p. 28-9.<br \/>\n(24) CRE, 7(4):201.<br \/>\n(25) FOR, p. 127-8.<br \/>\n(26) CHA, p. 181.<br \/>\n(27) FOR, p. 131.<br \/>\n(28) FOR, p. 130.<br \/>\n(29) FOR, p. 128.<br \/>\n(30) TOA, p. 28-9.<br \/>\n(31) CHA, p. 29.<br \/>\n(32) CRE, 5 (4):147.<br \/>\n(33) ED7, p. 77.<br \/>\n(34) TRA, 11:27.<br \/>\n(35) CRE, 5(4):147.<br \/>\n(36) TRA, 13:111-2.<br \/>\n(37) TRA, 1311:2.<br \/>\n(38) TIM, 6\/19\/64, p.74.<br \/>\n(39) REA, 12\/72, p.86-90.<br \/>\n(40) FAU, p. 258,352.<\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"25%\">(41) CRE, 9(3):157.<br \/>\n(42) CRE, 8(3):203.<br \/>\n(43) HOP, p. 11-1.<br \/>\n(44) PEN, 3(1):44.<br \/>\n(45) CRE, 6(2):114.<br \/>\n(46) CER, p. 257-9.<br \/>\n(47) CUS, p. 19.<br \/>\n(48) CRE, 7(2):126.<br \/>\n(49) CRE, 2(4):31.<br \/>\n(50) VEL, p. 287.<br \/>\n(51) CRE, 2(4):10.<br \/>\n(52) JOU, 7\/15\/68.<br \/>\n(53) TIM, 11\/12\/65, p. 100 &amp; 11\/19 letter.<br \/>\n(54) PEN, 2(3):43.<br \/>\n(55) VEL, p. 158-9.<br \/>\n(56) CRE, 5(2):67.<br \/>\n(57) CRE, 9(1):25.<br \/>\n(58) CRE, 3(1):49.<br \/>\n(59) CRE, 9(4):238.<br \/>\n(60) TRA, 20:89.<br \/>\n(61) TRA, 30:237.<br \/>\n(62) JOU, 7\/15\/68.<br \/>\n(63) CRE, 7(3):145.<br \/>\n(64) TIM, 10\/3\/69, p. 72-4.<br \/>\n(65) TIM, 3\/15\/68, p. 36-8.<br \/>\n(66) CRE, (9)1:47.<br \/>\n(67) BRI, p. 10.<br \/>\n(68) CRE, 9(1):47.<br \/>\n(69) NAT, 227:930.<br \/>\n(70) CRE, 8(2):144.<br \/>\n(71) PEN, 3(1):48.<br \/>\n(72) CRE, 8(2):144.<br \/>\n(73) PEN, 3(1):48.<br \/>\n(74) CUS, p. 20.<br \/>\n(75) TRA, 13:36.<br \/>\n(76) TRA, 15:235.<br \/>\n(77) TRA, 8:226-8.<br \/>\n(78) CRE, 7(4):243.<br \/>\n(79) TRA, 19:200.<br \/>\n(80) PEN, 2(3):18.<br \/>\n(81) CRE, 9(3):197.<\/td>\n<td width=\"25%\">(82) CRE, 8(4):249.<br \/>\n(83) TRA, 80:21-2.<br \/>\n(84) CRE, 5(3):97.<br \/>\n(85) CRE, 7(4):205.<br \/>\n(86) FOR, p, 159.<br \/>\n(87) WEN, p. 519-20.<br \/>\n(88) CRE, 7(4):207.<br \/>\n(89) TOA, p. 24.<br \/>\n(90) TRA, 22:148-52.<br \/>\n(91) ARC, 26 (April, 1973):146-7.<br \/>\n(92) CRE, 7(3):142.<br \/>\n(93) CRE, 7(4):246.<br \/>\n(94) RYA.<br \/>\n(95) COL, p. 386.<br \/>\n(96) HON, p. 164-5.<br \/>\n(97) TRA, 22:151.<br \/>\n(98) SAN, p. 39.<br \/>\n(99) SCO, p. 261.<br \/>\n(100) WEN, p. 524-5.<br \/>\n(101) SCM, 75 (October, 1952):215-21.<br \/>\n(102) WEN, p. 525-6.<br \/>\n(103) TRA, 1:327.<br \/>\n(104) AND, p. 19.<br \/>\n(105) ANT, 1963-64; 1969, 921-40.<br \/>\n(106) TRA, 13:343.<br \/>\n(107) TRA, 23:211-3.<br \/>\n(108) FOR, p. 131.<br \/>\n(109) CRE, 6(3):129-35.<br \/>\n(110) DES, p. 255.<br \/>\n(111) HAP.<br \/>\n(112) NOR, p. 231.<br \/>\n(113) TOP, p.142.<br \/>\n(114) VEL, p. 93.<br \/>\n(115) SCA, 214 (May, 1966):21.<br \/>\n(116) CUS, p. 26-31.<br \/>\n(117) TIM, 5\/17\/71, p. 75-6.<br \/>\n(118) CRE, 5(1):5-7.<br \/>\n(119) CRE, 1(2):9.<\/td>\n<td valign=\"top\">(120) CRE, 3(1):14.<br \/>\n(121) TIM, 6\/21\/68, p. 34.<br \/>\n(122) DES, p. 71.<br \/>\n(123) TIM, 5\/17\/71, p. 75-6.<br \/>\n(124) TIM, 5\/17\/73, p. 75-6.<br \/>\n(125) CRE, 5(1):5-7.<br \/>\n(126) CRE, 7(4):232-3.<br \/>\n(127) CRE, 1(2):9.<br \/>\n(128) VEL, p. 87.<br \/>\n(129) PEN, 2(2):18.<br \/>\n(130) VEL, p. 87.<br \/>\n(131) VEL, p. 87.<br \/>\n(132) TRA, 15:196-8.<br \/>\n(133) TRA, 15:193-5.<br \/>\n(134) JOB, 28.<br \/>\n(135) ED2, p. 101.<br \/>\n(136) ED4, p. 109.<br \/>\n(137) FOL, p. 70.<br \/>\n(138) FOL, p. 184.<br \/>\n(139) ED2, p. 100-1.<br \/>\n(140) HEI, p. 107-14.<br \/>\n(141) MER, p. 99.<br \/>\n(142) SAT, 1\/10\/70, p. 100.<br \/>\n(143) EAS, p. 11.<br \/>\n(144) DES, p. 65-6.<br \/>\n(145) MAR, p. 11.<br \/>\n(146) CRE, 3(1):4.<br \/>\n(147) TRA, 3:21-2.<br \/>\n(148) STE.<br \/>\n(149) DES, HAP e PER.<br \/>\n(150) DES, P. 65-6.<br \/>\n(151) TRA, 33:274.<br \/>\n(152) DES, p. IX.<br \/>\n(153) TRA, 4:255.<br \/>\n(154) TRA, 23:214.<br \/>\n(155) AAN, 7\/5\/72.<br \/>\n(156) VEL, p. 261.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"4\" align=\"center\" valign=\"top\"><b><br \/>\nTabela I &#8211; O Rel\u00f3gio Geol\u00f3gico Convencional<\/b><\/p>\n<table border=\"1\" width=\"390\" cellspacing=\"1\" cellpadding=\"3\">\n<tbody>\n<tr>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"top\" width=\"28\"><b>\u00a0<\/b><\/td>\n<td class=\"textopeq\" align=\"left\" valign=\"middle\" width=\"71\"><b>Milh\u00f5es de anos atr\u00e1s<\/b><\/td>\n<td class=\"textopeq\" align=\"left\" valign=\"middle\" width=\"109\"><b>Dura\u00e7\u00e3o em Milh\u00f5es de anos<\/b><\/td>\n<td class=\"textopeq\" align=\"left\" valign=\"middle\" width=\"102\"><b>\u00a0Eras<\/b><\/td>\n<td class=\"textopeq\" colspan=\"2\" align=\"left\" valign=\"middle\"><b>\u00a0Per\u00edodos<\/b><\/td>\n<td class=\"textopeq\" align=\"left\" valign=\"middle\" width=\"91\"><b>\u00a0\u00c9pocas<\/b><\/td>\n<td class=\"textopeq\" align=\"left\" valign=\"middle\" width=\"140\"><b>\u00a0<\/b><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"28\"><b>A<\/b><\/td>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"71\">&#8211;<\/td>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"109\">&#8211;<\/td>\n<td class=\"textopeq\" valign=\"top\" width=\"102\">Cenoz\u00f3ica<\/td>\n<td class=\"textopeq\" colspan=\"2\" rowspan=\"2\" valign=\"top\">\u00a0Quatern\u00e1rio<\/td>\n<td class=\"textopeq\" valign=\"top\" width=\"91\">Recente<\/td>\n<td class=\"textopeq\" rowspan=\"6\" valign=\"top\" width=\"140\">(Extin\u00e7\u00e3o em massa)Homem<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"28\"><b>B<\/b><\/td>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"71\">&#8211;<\/td>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"109\">\u00a01<\/td>\n<td class=\"textopeq\" valign=\"top\" width=\"102\"><\/td>\n<td class=\"textopeq\" valign=\"top\" width=\"91\">(Holoceno) Pleistoceno<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"28\"><b>C<\/b><\/td>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"71\"><\/td>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"109\">12<\/td>\n<td class=\"textopeq\" valign=\"top\" width=\"102\"><\/td>\n<td class=\"textopeq\" colspan=\"2\" rowspan=\"5\" valign=\"top\">\u00a0\u00a0Terci\u00e1rio<\/td>\n<td class=\"textopeq\" valign=\"top\" width=\"91\">Plioceno<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"28\"><b>D<\/b><\/td>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"71\"><\/td>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"109\">12<\/td>\n<td class=\"textopeq\" valign=\"top\" width=\"102\"><\/td>\n<td class=\"textopeq\" valign=\"top\" width=\"91\">Mioceno<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"28\"><b>E<\/b><\/td>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"71\"><\/td>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"109\">11<\/td>\n<td class=\"textopeq\" valign=\"top\" width=\"102\"><\/td>\n<td class=\"textopeq\" valign=\"top\" width=\"91\">Oligoceno<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"28\"><b>F<\/b><\/td>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"71\"><\/td>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"109\">22<\/td>\n<td class=\"textopeq\" valign=\"top\" width=\"102\"><\/td>\n<td class=\"textopeq\" valign=\"top\" width=\"91\">Eoceno<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"28\"><b>G<\/b><\/td>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"71\"><\/td>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"109\">5<\/td>\n<td class=\"textopeq\" valign=\"top\" width=\"102\"><\/td>\n<td class=\"textopeq\" valign=\"top\" width=\"91\">Paleoceno<\/td>\n<td class=\"textopeq\" rowspan=\"5\" valign=\"top\" width=\"140\">Mam\u00edferos, p\u00e1ssaros(Extin\u00e7\u00e3o em massa)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"28\"><b>\u00a0<\/b><\/td>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"71\">63<\/td>\n<td class=\"textopeq\" colspan=\"4\" align=\"center\" valign=\"middle\">XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX<\/td>\n<td class=\"textopeq\" rowspan=\"15\" valign=\"top\" width=\"91\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"28\"><b>H<\/b><\/td>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"71\"><\/td>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"109\">72<\/td>\n<td class=\"textopeq\" rowspan=\"3\" valign=\"top\" width=\"102\">\u00a0Mesoz\u00f3ica<\/td>\n<td class=\"textopeq\" colspan=\"2\" valign=\"top\">Cret\u00e1ceo<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"28\"><b>I<\/b><\/td>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"71\"><\/td>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"109\">46<\/td>\n<td class=\"textopeq\" colspan=\"2\" valign=\"top\">Jur\u00e1ssico<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"28\"><b>J<\/b><\/td>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"71\"><\/td>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"109\">49<\/td>\n<td class=\"textopeq\" colspan=\"2\" valign=\"top\">Tri\u00e1ssico<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"28\"><b>\u00a0<\/b><\/td>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"71\">230<\/td>\n<td class=\"textopeq\" colspan=\"4\" align=\"center\" valign=\"middle\">XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX<\/td>\n<td class=\"textopeq\" rowspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"140\">(Extin\u00e7\u00e3o em massa)R\u00e9pteis<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"28\"><b>K<\/b><\/td>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"71\"><\/td>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"109\">50<\/td>\n<td class=\"textopeq\" rowspan=\"7\" valign=\"top\" width=\"102\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Paleoz\u00f3ica<\/td>\n<td class=\"textopeq\" colspan=\"2\" valign=\"top\">Permiano<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"28\"><b>L<\/b><\/td>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"71\"><\/td>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"109\">30<\/td>\n<td class=\"textopeq\" rowspan=\"2\" valign=\"top\" width=\"82\">Carbon\u00edfero<\/td>\n<td class=\"textopeq\" valign=\"top\" width=\"124\">Pensilvaniano<\/td>\n<td class=\"textopeq\" valign=\"top\" width=\"140\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"28\"><b>M<\/b><\/td>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"71\"><\/td>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"109\">35<\/td>\n<td class=\"textopeq\" valign=\"top\" width=\"124\">Mississipiano<\/td>\n<td class=\"textopeq\" valign=\"top\" width=\"140\">Anf\u00edbios<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"28\"><b>N<\/b><\/td>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"71\"><\/td>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"109\">60<\/td>\n<td class=\"textopeq\" colspan=\"2\" valign=\"top\">Devoniano<\/td>\n<td class=\"textopeq\" valign=\"top\" width=\"140\">Peixes<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"28\"><b>O<\/b><\/td>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"71\"><\/td>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"109\">20<\/td>\n<td class=\"textopeq\" colspan=\"2\" valign=\"top\">Siluriano<\/td>\n<td class=\"textopeq\" valign=\"top\" width=\"140\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"28\"><b>P<\/b><\/td>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"71\"><\/td>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"109\">75<\/td>\n<td class=\"textopeq\" colspan=\"2\" valign=\"top\">Ordoviciano<\/td>\n<td class=\"textopeq\" valign=\"top\" width=\"140\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"28\"><b>Q<\/b><\/td>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"71\"><\/td>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"109\">100<\/td>\n<td class=\"textopeq\" colspan=\"2\" valign=\"top\">Cambriano<\/td>\n<td class=\"textopeq\" valign=\"top\" width=\"140\">Trilobitas<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"28\"><b>\u00a0<\/b><\/td>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"71\">600<\/td>\n<td class=\"textopeq\" colspan=\"4\" align=\"center\" valign=\"middle\">XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX<\/td>\n<td class=\"textopeq\" rowspan=\"3\" valign=\"top\" width=\"140\">\u00a0Invertebrados<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"28\"><b>R<\/b><\/td>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"71\"><\/td>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"109\">3900<\/td>\n<td class=\"textopeq\" colspan=\"3\" rowspan=\"2\" valign=\"top\">Pr\u00e9-Cambriano<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"28\"><b>\u00a0<\/b><\/td>\n<td class=\"textopeq\" align=\"center\" valign=\"middle\" width=\"71\">4500<\/td>\n<td class=\"textopeq\" valign=\"middle\" width=\"109\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Apresenta-se a pr\u00e9-hist\u00f3ria sob novo prisma. Enumeram-se exaustivamente fatos que ap\u00f3iam o ponto de vista do autor de que grande soma de evid\u00eancias t\u00eam sido ignoradas por muito tempo pelos autores de livros tradicionais. 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