{"id":35,"date":"1970-06-01T01:26:49","date_gmt":"1970-06-01T04:26:49","guid":{"rendered":"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/?p=35"},"modified":"2022-10-27T00:22:53","modified_gmt":"2022-10-27T03:22:53","slug":"a-terra-no-espaco-e-no-tempo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/artigos\/a-terra-no-espaco-e-no-tempo\/","title":{"rendered":"A Terra no Espa\u00e7o e no Tempo"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-37 aligncenter\" src=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2018\/12\/terra3-300x251.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"251\" \/><\/p>\n<p>Desde o in\u00edcio dos registros hist\u00f3ricos o homem tem-se preocupado com os grandes mist\u00e9rios da exist\u00eancia: como se originaram a Terra e a vida, que rela\u00e7\u00e3o mant\u00e9m a Terra com o restante do Universo, e como foi estabelecida essa rela\u00e7\u00e3o? Duas filosofias foram desenvolvidas &#8211; a Cosmologia, que tenta descrever o Universo no espa\u00e7o e no tempo, e a Cosmogonia, que tenta resolver os problemas da origem, da natureza e do prop\u00f3sito do cosmos.<br \/>\nO prop\u00f3sito deste artigo \u00e9 discutir as quest\u00f5es acima \u00e0 luz das modernas descobertas cient\u00edficas e do relato do livro de G\u00eanesis, e ver que conclus\u00f5es podem ser atingidas, aceit\u00e1veis ao crist\u00e3o estudioso da Ci\u00eancia. Tanto tem sido escrito sobre Cosmologia e Cosmogonia da \u00e9poca medieval e da antig\u00fcidade, que dificilmente seria necess\u00e1rio abordar algo dessa fase, exceto para ressaltar rapidamente a influ\u00eancia que essas id\u00e9ias tiveram na moderna interpreta\u00e7\u00e3o cient\u00edfica.<\/p>\n<p>Ao se tornar o Cristianismo o fator dominante no pensamento do mundo ocidental, sua filosofia b\u00e1sica estava fundada sobre o relato de G\u00eanesis, que estabelecia tr\u00eas princ\u00edpios fundamentais: (1) que Jeov\u00e1 havia criado os c\u00e9us e a Terra, (2) que este mundo e as formas viventes foram feitos em seis dias, e (3) que a maior parte da Terra foi destru\u00edda por um dil\u00favio universal.<\/p>\n<p>Em oposi\u00e7\u00e3o a essa concep\u00e7\u00e3o, v\u00e1rias na\u00e7\u00f5es pag\u00e3s tinham suas cosmogonias, nenhuma das quais se mostrou de qualquer significado real na solu\u00e7\u00e3o dos grandes problemas da exist\u00eancia, tanto da Terra quanto da vida sobre ela.<\/p>\n<p>Tivessem os defensores do Cristianismo se apegado firmemente ao relato da cria\u00e7\u00e3o do livro de G\u00eanesis e teria havido um desenvolvimento da ci\u00eancia moderna com uma orienta\u00e7\u00e3o bem diferente da que realmente teve. Mas quando Agostinho e outros te\u00f3logos introduziram na teologia crist\u00e3 certas id\u00e9ias gregas a respeito da origem da Terra e da vida nos quarto e quinto s\u00e9culos a.D., resultou um dualismo que teve grande influ\u00eancia no desenvolvimento da moderna filosofia cient\u00edfica. De um lado ficou a doutrina da cria\u00e7\u00e3o baseada numa interpreta\u00e7\u00e3o literal do relato de G\u00eanesis, e do outro a id\u00e9ia de longas \u00e9pocas de progresso evolutivo.<\/p>\n<h3>In\u00edcio da Ci\u00eancia Moderna<\/h3>\n<p>Para compreender como esses dois pontos de vista conflitantes influenciaram a filosofia do s\u00e9culo XX, devemos abordar o que poderia ser considerado como o in\u00edcio do moderno pensamento cient\u00edfico &#8211; a obra de Isaac Newton. Os seus estudos sobre a gravita\u00e7\u00e3o estabeleceram os fundamentos da Mec\u00e2nica Celeste. Ao inv\u00e9s de se acreditar como anteriormente, que os movimentos dos corpos celestes se davam ao acaso, compreendeu-se depois de Newton que todos eles estavam sob o controle de leis, e que ordem e regularidade prevalecem no universo todo. O completo desenvolvimento da ci\u00eancia moderna \u00e9 considerado como tendo in\u00edcio com a publica\u00e7\u00e3o dos Princ\u00edpios de Newton, em 1687. Os seus princ\u00edpios matem\u00e1ticos, como estabelecidos nessa famosa obra, guiaram os homens de ci\u00eancia a partir daquela \u00e9poca, \u00e0 medida em que se ampliou a busca do conhecimento natural.<\/p>\n<p>O astr\u00f4nomo ingl\u00eas, William Herschel seguiu as pegadas de Newton, e tornou-se o fundador da Astronomia Sideral. Algumas das suas descobertas tiveram profunda influ\u00eancia na moderna Cosmologia. Seu trabalho foi feito entre 1780 e 1822, aproximadamente um s\u00e9culo ap\u00f3s Newton.<\/p>\n<p>O seu trabalho sobre a Via L\u00e1ctea levou \u00e0 conclus\u00e3o de que o Sol se situa perto do centro de um disco de estrelas achatado, com um raio de 2000 parsecs (um parsec equivale a 3,26 anos-luz, isto \u00e9, 3,26 vezes \u00e0 dist\u00e2ncia que a luz percorre em um ano) ao longo da sua menor dimens\u00e3o, e cerca de 30000 parsecs ao longo da sua maior dimens\u00e3o.<\/p>\n<p>Herschel descobriu nebulosas, compilando uma lista de 2500 delas. Sugeriu ele a id\u00e9ia de \u201cuniversos ilhas\u201d, mas as suas id\u00e9ias eram t\u00e3o avan\u00e7adas para o pensamento de sua \u00e9poca que somente cerca de 100 anos depois a sua interpreta\u00e7\u00e3o foi aceita. N\u00e3o foi antes de 1924 que as nebulosas foram reconhecidas como sendo gal\u00e1xias, o que se deveu muito ao trabalho de E. P. Hubble dos observat\u00f3rios de Monte Wilson e Palomar, que achou evid\u00eancias de estrelas muito al\u00e9m de nossa gal\u00e1xia e, fazendo levantamento das nebulosas achou-as distribu\u00eddas em todas as dire\u00e7\u00f5es. A partir de um estudo de muitos milhares de fotografias, derivou ele uma classifica\u00e7\u00e3o significativa de outras gal\u00e1xias al\u00e9m da Via L\u00e1ctea.<\/p>\n<p>O telesc\u00f3pio de 200 polegadas de Palomar com o qual Hubble trabalhou, atinge agora um bilh\u00e3o de gal\u00e1xias, algumas das quais distam da Terra um bilh\u00e3o de anos-luz. A busca de um centro para o Universo deslocou-se da Terra para o Sol; depois, quando o Sol se tornou somente um pequeno membro da gal\u00e1xia da Via L\u00e1ctea, a busca deslocou-se para o imenso Universo al\u00e9m, pois a pr\u00f3pria Via L\u00e1ctea mostrou-se como somente uma dentre um grande n\u00famero de enormes gal\u00e1xias. [Ver a Folhinha Criacionista n\u00ba 2, encarte da Folha Criacionista n\u00ba 57].<\/p>\n<h3>Origem do Universo<\/h3>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-39 aligncenter\" src=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2018\/12\/quasars-300x234.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"234\" \/><\/p>\n<p>Com todo esse surpreendente conjunto de informa\u00e7\u00f5es a respeito do Universo, onde permanecemos hoje filosoficamente? O problema agora se desloca da natureza do Universo para a pergunta sobre a maneira e a \u00e9poca de sua origem. O estudo dos elementos radioativos levou muitos cientistas a acreditar que o universo tenha cerca de cinco bilh\u00f5es de anos.<\/p>\n<p>Sugest\u00f5es t\u00eam sido feitas de que a mat\u00e9ria se originou sob a influ\u00eancia de um grande n\u00famero de fatores significativos, como por exemplo: (1) a presen\u00e7a de altas temperaturas, (2) a presen\u00e7a de n\u00eautrons, pr\u00f3tons e el\u00e9trons, (3) progressiva agrega\u00e7\u00e3o de part\u00edculas de mat\u00e9ria \u00e0 medida em que se deu sua forma\u00e7\u00e3o, e (4) forma\u00e7\u00e3o extremamente r\u00e1pida de elementos, provavelmente na sua primeira meia-hora de exist\u00eancia.<\/p>\n<p>Interessantes como possam ser, tais sugest\u00f5es falham na resposta a uma quest\u00e3o vital: a fonte desses v\u00e1rios fatores. De onde se originaram os n\u00eautrons, pr\u00f3tons e el\u00e9trons livres? Que for\u00e7as estiveram em a\u00e7\u00e3o para obrig\u00e1-los a unir-se para a forma\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria? At\u00e9 que essas quest\u00f5es possam ser respondidas, n\u00e3o estaremos mais perto de uma explica\u00e7\u00e3o da origem da mat\u00e9ria do que est\u00e1vamos antes.<\/p>\n<p>N\u00e3o somente isso \u00e9 verdade, mas para aumentar a dificuldade, muitas estrelas n\u00e3o se enquadram na seq\u00fc\u00eancia de acontecimentos posteriores que supostamente levaram \u00e0 atual composi\u00e7\u00e3o do Universo. Hoyle sugeriu que os elementos mais pesados se formaram em supernovas e depois se dispersaram. Mesmo assim h\u00e1 muito poucas dessas supernovas para explicar os elementos mais pesados de nossa gal\u00e1xia.<\/p>\n<p>Muitas hip\u00f3teses t\u00eam surgido para explicar a origem do Universo. A mais antiga delas, com certa import\u00e2ncia, foi proposta pelo matem\u00e1tico franc\u00eas Laplace. Mas a sua \u00fanica evid\u00eancia real \u00e9 a forma das nebulosas, exigindo mesmo assim muitas explica\u00e7\u00f5es, o que a torna sem nenhum valor real.<\/p>\n<p>Em 1904, o ge\u00f3logo T. C. Chamberlain e o astr\u00f4nomo F. R. Moulton apresentaram a hip\u00f3tese planetesimal. G\u00e1s incandescente emanado do Sol, sugeriam eles, resfriava-se e congelava-se no espa\u00e7o exterior para formar pequenas part\u00edculas ou planet\u00e9simos. No decorrer do tempo muitas dessas part\u00edculas supostamente se agregavam para formar os atuais planetas.<\/p>\n<p>Essa hip\u00f3tese esbarrou com tantas dificuldades que atualmente \u00e9 considerada de nenhum valor. Somente para mencionar uma dificuldade: ela falha na explica\u00e7\u00e3o da composi\u00e7\u00e3o da Terra, com o seu n\u00facleo de ferro e n\u00edquel e o seu manto e crosta de tipos completamente diferentes.<\/p>\n<p>Uma sugest\u00e3o mais recente \u00e9 que part\u00edculas de poeira espalhadas no espa\u00e7o deveriam ter sido submetidas \u00e0 a\u00e7\u00e3o da press\u00e3o da luz proveniente das estrelas e assim obrigadas a se agregar, em seguida formando o Sol. Mas isso n\u00e3o explica a origem das part\u00edculas de poeira, nem das estrelas.<\/p>\n<p>\u00c9 bastante \u00f3bvio, ao estudarmos essas v\u00e1rias hip\u00f3teses, que todas elas partem da suposi\u00e7\u00e3o de exist\u00eancia de alguma esp\u00e9cie de part\u00edculas, sejam de mat\u00e9ria ou de energia, mas nenhuma delas pode explicar como ou de onde essas part\u00edculas vieram \u00e0 exist\u00eancia. Esse \u00e9 um problema inescrut\u00e1vel!<\/p>\n<h3>Diferentes Origens para o Universo<\/h3>\n<p>Atualmente duas teorias (melhor chamadas de hip\u00f3teses, pois elas n\u00e3o atingiram realmente o padr\u00e3o exigido para uma verdadeira teoria) atraem consider\u00e1vel aten\u00e7\u00e3o. Uma hip\u00f3tese \u00e9 chamada de teoria do \u201cponto- fonte\u201d, ou mais comumente a teoria do \u201cbig-bang\u201d. Seus defensores sup\u00f5em a repentina forma\u00e7\u00e3o do Universo a partir de uma pequena massa. Aceita-se que essa massa tem estado em expans\u00e3o e que quando novos corpos se formam, eles de deslocam do centro do Universo com uma elevad\u00edssima velocidade. A outra hip\u00f3tese, a teoria do \u201cestado-permanente\u201d, sup\u00f5e que o Universo seja estacion\u00e1rio. O deslocamento para o vermelho sobre o qual se apoia a id\u00e9ia de um Universo em expans\u00e3o, n\u00e3o significa expans\u00e3o, dizem os advogados da teoria do estado-permanente. Pelo contr\u00e1rio, nova mat\u00e9ria est\u00e1 sendo criada no espa\u00e7o exterior, e \u00e9 essa nova mat\u00e9ria que d\u00e1 a apar\u00eancia de expans\u00e3o. Em 1948 Hoyle e outros propuseram que a taxa da suposta expans\u00e3o \u00e9 igual \u00e0 taxa da cria\u00e7\u00e3o de novas gal\u00e1xias.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 muito dif\u00edcil, mediante o exame dessas hip\u00f3teses, reconhecer que elas se baseiam em fundamentos que s\u00e3o igualmente t\u00e3o inst\u00e1veis quanto quaisquer outros que foram propostos anteriormente. Todo o conte\u00fado da Cosmologia \u00e9 simplesmente objeto de especula\u00e7\u00e3o, mas por enquanto todas essas especula\u00e7\u00f5es permanecem no est\u00e1gio de hip\u00f3teses.<\/p>\n<p>A Mec\u00e2nica Qu\u00e2ntica reduziu as propriedades dos \u00e1tomos a rela\u00e7\u00f5es de energia entre v\u00e1rios fatores, tais como gravita\u00e7\u00e3o, magnetismo etc. Dessa maneira a F\u00edsica Moderna ligou a exist\u00eancia da mat\u00e9ria com a energia. Trabalhos sobre desintegra\u00e7\u00e3o at\u00f4mica modificaram o velho conceito da mat\u00e9ria formada do nada, transformando-o em cria\u00e7\u00e3o de mat\u00e9ria a partir de energia.<\/p>\n<p>Isso deixa ainda sem resposta o problema da fonte de energia ter-se organizado em mat\u00e9ria. \u00c9 a mat\u00e9ria somente uma organiza\u00e7\u00e3o acidental, ou requereu ela a dire\u00e7\u00e3o de um Criador inteligente? Qualquer pessoa familiarizada com a complexidade e com a organiza\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica dos compostos qu\u00edmicos acha extremamente dif\u00edcil acreditar que tudo surgiu acidentalmente.<\/p>\n<p>E o que dizer sobre \u201cenergia livre\u201d? Pode ela existir sem fonte alguma? Tanto quanto saibamos, a energia deve provir de alguma fonte; ela n\u00e3o existe livre no espa\u00e7o. E se ela deve ter uma fonte, ou mesmo se ela puder existir livre, poderia ela ter constru\u00eddo este complicado Universo sem uma dire\u00e7\u00e3o inteligente? Essas s\u00e3o perguntas que os cientistas n\u00e3o puderam responder at\u00e9 o presente.<\/p>\n<p>Com todas essas hip\u00f3teses, qu\u00e3o mais pr\u00f3ximos estamos da solu\u00e7\u00e3o final da origem da Terra e dos corpos celestes? Temos duas abordagens para o problema &#8211; A B\u00edblia, e a especula\u00e7\u00e3o imaginosa dos cientistas.<\/p>\n<p>A B\u00edblia claramente declara a fonte final de toda a exist\u00eancia nas seguintes palavras:<\/p>\n<p>\u201cPela palavra de Deus os c\u00e9us foram feitos &#8230; pois Ele falou e logo tudo se fez\u201d (Salmo 33:6,9).<\/p>\n<p>\u201cPois por Ele todas as coisas foram criadas &#8230; e Nele todas as coisas subsistem\u201d (Colossenses 1:16, 17).<\/p>\n<p>\u201cSustentando todas as coisas pela palavra de Seu poder\u201d (Hebreus 1:3).<\/p>\n<p>Aqui, ao inv\u00e9s de vagas especula\u00e7\u00f5es, temos afirma\u00e7\u00f5es positivas, na realidade as \u00fanicas afirma\u00e7\u00f5es positivas sobre o assunto. A revela\u00e7\u00e3o fornece aquilo que os m\u00e9todos cient\u00edficos n\u00e3o podem possivelmente revelar.<\/p>\n<p>A declara\u00e7\u00e3o de G\u00eanesis 1:1 estabelece um profundo princ\u00edpio que os cientistas n\u00e3o t\u00eam conseguido abolir, nem substituir por algo melhor, a despeito de todo o novo conhecimento do Universo trazido \u00e0 luz nos \u00faltimos s\u00e9culos.<\/p>\n<h3>Considera\u00e7\u00e3o de Antigos Relatos sobre o Tempo<\/h3>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-40 aligncenter\" src=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2018\/12\/relogioSol-300x200.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"200\" \/><\/p>\n<p>At\u00e9 agora temos considerado o mundo no espa\u00e7o, mas volvamos em seguida \u00e0 quest\u00e3o do tempo. O que dizer com rela\u00e7\u00e3o ao elemento tempo na Cria\u00e7\u00e3o? Poderemos aprender algo da investiga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, ou deve o tempo, como o espa\u00e7o, ser compreendido somente pela aceita\u00e7\u00e3o da revela\u00e7\u00e3o da Palavra de Deus?<\/p>\n<p>Antigos relatos referentes ao tempo s\u00e3o vagos e dif\u00edceis de coordenar com as escalas de tempo cient\u00edficas. Poucos exemplos demonstrar\u00e3o esse fato.<\/p>\n<p>A legend\u00e1ria hist\u00f3ria chinesa volve a 2700 a.C., mas a cronologia aut\u00eantica data somente de 1300 a.C. Isso, portanto, n\u00e3o nos ajuda na determina\u00e7\u00e3o da idade da Terra.<\/p>\n<p>A hist\u00f3ria hindu iniciou-se no terceiro s\u00e9culo a.C. Os seus s\u00e1bios desenvolveram um sistema de ciclos dos corpos celestes que marcariam o come\u00e7o de todas as coisas. A data a que chegaram foi 4.320.000 antes de nossa \u00e9poca. Obviamente isso \u00e9 puramente te\u00f3rico, e de nenhum valor para resolver nosso problema.<\/p>\n<p>A tradi\u00e7\u00e3o e a mitologia eg\u00edpcia tornam imposs\u00edvel recobrar muito da pr\u00e9-hist\u00f3ria daquela na\u00e7\u00e3o. A primeira dinastia de Menes, um monarca tradicional, \u00e9 apresentada na edi\u00e7\u00e3o de 1966 da Enciclop\u00e9dia Brit\u00e2nica como datando de 3100 a.C. Isso \u00e9 muito mais recente do que as cronologias mais antigas de datas eg\u00edpcias, e n\u00e3o est\u00e1 muito longe das estimativas criacionistas aceit\u00e1veis.<\/p>\n<p>Antes da primeira dinastia, o \u201cper\u00edodo\u201d Paleol\u00edtico \u00e9 estimado como datando de cerca de 4500 a.C. Isso se baseia somente na hip\u00f3tese uniformista, que sup\u00f5e que o homem Paleol\u00edtico surgiu do primitivismo atrav\u00e9s de lentos est\u00e1gios. Aquele per\u00edodo de tempo pode entretanto ter sido muito menor. Da primeira at\u00e9 a d\u00e9cima segunda dinastia os registros s\u00e3o muito fragment\u00e1rios, e podem estar sujeitos a maiores altera\u00e7\u00f5es do que geralmente aceito pelos arque\u00f3logos.<\/p>\n<p>As primeiras dinastias eg\u00edpcias foram listadas por Manetho, um sacerdote eg\u00edpcio, por volta de 300 a.C., que escreveu uma Hist\u00f3ria Eg\u00edpcia para Ptolomeu I. Somente por\u00e7\u00f5es fragment\u00e1rias dos seus escritos s\u00e3o achadas em Josefo e outros escritores. Algumas das dinastias do Alto e Baixo Egito podem ter se superposto, e se isto aconteceu, o tempo deveria ser abreviado.<\/p>\n<p>Os registros babil\u00f4nicos iniciam-se em torno de 2000 a.C., o que est\u00e1 perfeitamente dentro dos tempos b\u00edblicos hist\u00f3ricos. Os registros gregos mais antigos datam de cerca de 1250 a.C., e os romanos de cerca de 750 a.C., n\u00e3o sendo portanto de nenhum valor para a solu\u00e7\u00e3o do problema da idade da Terra.<\/p>\n<h3>O Tempo baseado em G\u00eanesis<\/h3>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-41 aligncenter\" src=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2018\/12\/biblia-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2018\/12\/biblia-300x225.jpg 300w, https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2018\/12\/biblia.jpg 320w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p>Os \u00fanicos registros com os quais uma data\u00e7\u00e3o precisa pode ser estabelecidas s\u00e3o os encontrados em G\u00eanesis 5 e 11. O arcebispo Ussher seguiu o texto massor\u00e9tico, e as suas datas foram colocadas \u00e0 margem da vers\u00e3o King James da B\u00edblia, durante muitos anos. De acordo com os seus c\u00e1lculos, a cria\u00e7\u00e3o teve lugar em 4004 a.C. Muitos estudiosos conservadores duvidam hoje de que os c\u00e1lculos fossem completamente precisos, e deve mesmo ser admitido que eles constituem somente uma aproxima\u00e7\u00e3o. Uma outra tradu\u00e7\u00e3o, a Septuaginta, feita no terceiro s\u00e9culo a.C. d\u00e1 vida mais prolongada a muitos dos patriarcas. Isso sendo aceito, a data da cria\u00e7\u00e3o ficaria estabelecida em torno de 5000 a.C. Josefo apresenta uma lista dos patriarcas em concord\u00e2ncia com a Septuaginta. Qual das duas poss\u00edveis datas est\u00e1 correta \u00e9 uma quest\u00e3o aberta.<\/p>\n<p>Relativamente ao tempo anterior \u00e0 semana da cria\u00e7\u00e3o de G\u00eanesis Cap\u00edtulo 1, n\u00e3o h\u00e1 registros v\u00e1lidos da vida sobre a Terra \u2013 nada, a n\u00e3o ser especula\u00e7\u00e3o. Portanto, o \u00fanico tempo que os crist\u00e3os podem razoavelmente aceitar, na base de registros escritos, situa-se entre 4000 e 5000 a.C., se desejarmos permanecer fi\u00e9is ao relato de G\u00eanesis. Somente poucos s\u00e9culos seriam necess\u00e1rios para ajustar essas datas \u00e0 cronologia eg\u00edpcia.<\/p>\n<p>Os ge\u00f3logos, na realidade, n\u00e3o concordariam com essa conclus\u00e3o, pois eles acham que evid\u00eancias nas rochas mostram n\u00e3o ser defens\u00e1vel o relato de G\u00eanesis. Deve ser lembrado, por\u00e9m, que a teoria de prolongadas idades geol\u00f3gicas \u00e9 sujeita a s\u00e9rias obje\u00e7\u00f5es, o que entretanto n\u00e3o \u00e9 o escopo deste artigo.<\/p>\n<p>Um problema que devemos reconhecer \u00e9 o do surgimento dos grandes imp\u00e9rios da antig\u00fcidade antes da aurora da hist\u00f3ria escrita, na \u00e9poca de Abra\u00e3o. Muitos t\u00eam-se perguntado como poderiam tais grandes na\u00e7\u00f5es desenvolver-se em t\u00e3o curto intervalo de tempo? Na resposta a essa quest\u00e3o, devemos ressaltar que naquela \u00e9poca a ra\u00e7a humana era muito prol\u00edfica e a taxa de mortalidade natural baixa; n\u00e3o devemos raciocinar em termos da atual taxa de crescimento demogr\u00e1fico.<\/p>\n<p>Assim, ao considerar a r\u00e1pida multiplica\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o nos primeiros anos da hist\u00f3ria terrestre e ao olhar a popula\u00e7\u00e3o dos Estados Unidos dentro dos \u00faltimos 300 anos, come\u00e7amos a compreender que n\u00e3o s\u00e3o necess\u00e1rios tantos milhares de anos, como freq\u00fcentemente suposto, para se passar do dil\u00favio ao tempo de Abra\u00e3o. Na verdade, a Idade de Bronze \u00e9 colocada entre 2100 a.C. e 1500 a.C., e as Idades da Pedra s\u00e3o datadas por alguns arque\u00f3logos em torno de 10000 a.C. Entretanto, como j\u00e1 afirmado, os estudiosos crist\u00e3os n\u00e3o se obrigam a aceitar como v\u00e1lidas essas datas.<\/p>\n<h3>Outras quest\u00f5es relativas ao tempo, mudan\u00e7a uniforme<\/h3>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-42 aligncenter\" src=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2018\/12\/Relogio-237x300.jpg\" alt=\"\" width=\"237\" height=\"300\" \/><\/p>\n<p>Outra quest\u00e3o tem sido levantada pelos glaci\u00f3logos. Se, como parece evidente, o n\u00edvel dos oceanos foi elevado devido ao derretimento das grandes camadas de gelo, como poder\u00edamos correlacionar isso com a Hist\u00f3ria B\u00edblica? Se colocarmos o per\u00edodo glacial ap\u00f3s o dil\u00favio, n\u00e3o teria o derretimento do gelo inundado o litoral dentro do per\u00edodo hist\u00f3rico?<\/p>\n<p>Dois pontos devem ser mantidos em mente. Primeiro, a teoria das glacia\u00e7\u00f5es m\u00faltiplas est\u00e1 sendo desafiada por competentes autoridades, e especialistas t\u00eam sugerido seriamente que os primeiros tr\u00eas \u201cper\u00edodos\u201d glaciais s\u00e3o somente evid\u00eancias de v\u00e1rias fases da \u00fanica verdadeira \u00e9poca glacial, a Wisconsin. Ent\u00e3o, se considerarmos o dil\u00favio h\u00e1 2500 ou possivelmente h\u00e1 3000 anos antes de Cristo, teremos mil anos entre essa \u00e9poca e o primeiro porto mar\u00edtimo do qual se tem conhecimento, o da antiga Tiro. Esse problema \u00e9 um dos que necessita estudo, mas h\u00e1 solu\u00e7\u00f5es poss\u00edveis bem dentro dos limites de tempo permitidos pela atual compreens\u00e3o da narrativa b\u00edblica.<\/p>\n<p>Uma revis\u00e3o cuidadosa de todas as genealogias e cronologias dos tempos antigos indica que o mais velho e mais completo registro encontra-se na B\u00edblia. Ningu\u00e9m est\u00e1 apto a dar prova positiva contra o relato de G\u00eanesis e os seus elementos referentes ao tempo. \u00c9 verdade que n\u00e3o podemos reduzir o tempo exatamente, mas podemos confiar que o tempo da cria\u00e7\u00e3o pode ser localizado dentro de limites bastante estreitos.<\/p>\n<p>Compreendemos que alguns criacionistas, embora rejeitando totalmente a teoria evolucionista, mant\u00eam ainda que a cria\u00e7\u00e3o deve ter tido lugar h\u00e1 30.000 ou 100.000 anos atr\u00e1s, alguns mesmo sugerindo milh\u00f5es de anos. Mas esses pontos de vista n\u00e3o s\u00e3o mais defens\u00e1veis ao criacionista conservador do que aos evolucionistas, no que se refere ao tempo envolvido. O principal problema desses te\u00f3ricos \u00e9 que eles sentem que deve ter havido mais tempo do que o permitido no relato de G\u00eanesis para possibilitar todas as altera\u00e7\u00f5es geol\u00f3gicas que parecem ter tido lugar entre o dil\u00favio e o come\u00e7o da hist\u00f3ria escrita.<\/p>\n<p>Esses criacionistas confundem-se ao tentar explicar as idades geol\u00f3gicas na base de uma a\u00e7\u00e3o mais ou menos uniforme. Podem reconhecer que o dil\u00favio foi respons\u00e1vel por algumas altera\u00e7\u00f5es geol\u00f3gicas, mas falham em compreender as enormes propor\u00e7\u00f5es da viol\u00eancia, que devem ter perdurado por muitas centenas de anos. Essas pessoas poderiam ser designadas como criacionistas \u201cde tempo extenso\u201d ou \u201ccriacionistas uniformistas\u201d. O seu principal problema \u00e9 raciocinar demasiadamente em termos da atual taxa de modifica\u00e7\u00e3o. Cr\u00eaem na cria\u00e7\u00e3o, mas confundem-se na quest\u00e3o relativa ao tempo por n\u00e3o poderem conceber processos muito diferentes dos que observam agora.<\/p>\n<p>O problema da data\u00e7\u00e3o radioativa \u00e9 discutido por outras autoridades nestes \u201cAnais\u201d. Portanto simplesmente desejo lembrar que as alega\u00e7\u00f5es postas em jogo naquele campo n\u00e3o s\u00e3o muito convincentes, pois h\u00e1 muitas hip\u00f3teses n\u00e3o testadas e n\u00e3o test\u00e1veis, na base dos m\u00e9todos envolvidos.<\/p>\n<p>Em conclus\u00e3o, o que podemos realmente saber sobre a Terra no espa\u00e7o e no tempo? Com rela\u00e7\u00e3o ao espa\u00e7o, sabemos bastante, pois o nosso conhecimento do Universo expandiu-se tremendamente nos \u00faltimos quatrocentos anos. Mas com rela\u00e7\u00e3o ao tempo, n\u00e3o sabemos absolutamente nada sobre a origem do restante do Universo, pois o relato de G\u00eanesis trata somente da cria\u00e7\u00e3o desta Terra, e os cientistas n\u00e3o t\u00eam apresentado nada mais do que hip\u00f3teses vagas e imposs\u00edveis. Podemos, portanto, concluir que o relato b\u00edblico da cria\u00e7\u00e3o da Terra h\u00e1 somente alguns mil\u00eanios \u00e9 ainda v\u00e1lido, pois nada que a pesquisa cient\u00edfica tem trazido \u00e0 luz pode desaprovar aquele relato.<\/p>\n<hr \/>\n<p>A CRONOLOGIA DE USSHER<\/p>\n<p>(Esta Nota foi acrescentada \u00e0 primeira edi\u00e7\u00e3o deste n\u00famero da Folha Criacionista)<\/p>\n<p>O nome de James Ussher, Arcebispo de Armagh e Primaz de toda a Irlanda, chegou at\u00e9 n\u00f3s hoje quase sempre ridicularizado, como a pessoa que fixou como data da cria\u00e7\u00e3o o ano 4004 a.C., e que teve at\u00e9 a aud\u00e1cia de estabelecer o dia e a hora \u2013 23 de outubro ao meio-dia!<\/p>\n<p>N\u00e3o deixa de ser surpreendente, portanto, que Stephen Jay Gould, o famoso bi\u00f3logo evolucionista, tenha sa\u00eddo a campo em defesa de Ussher! Evidentemente Gould n\u00e3o abriu m\u00e3o de sua estrutura conceitual evolucionista que exige bilh\u00f5es de anos para a hist\u00f3ria de nosso planeta, mas \u00e9 muito significativa a sua postura de compreens\u00e3o relativamente a outras estruturas conceituais que aceitam apenas alguns poucos mil\u00eanios para essa hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>Nesta reedi\u00e7\u00e3o do primeiro n\u00famero da Folha Criacionista fazemos men\u00e7\u00e3o, nesse sentido, ao artigo de Stephen Jay Gould que constituiu not\u00edcia publicada no n\u00famero 49 da Folha Criacionista, intitulado \u201cFall in the House of Ussher\u201d, que constou originalmente do peri\u00f3dico Natural History, vol. 11\/91 de 1991, p\u00e1ginas 12 a 21.<\/p>\n<p>Em seu artigo, Gould se apresenta em defesa da cronologia de Ussher como tendo ela constitu\u00eddo um esfor\u00e7o digno de enc\u00f4mios para a \u00e9poca, e argumenta que \u201cnossa atitude atual de ridiculariz\u00e1-la somente registra uma lament\u00e1vel estreiteza de mente baseada no uso err\u00f4neo de crit\u00e9rios atuais para julgar um passado distante e distinto\u201d.<\/p>\n<p>Gould destaca tamb\u00e9m, com grande propriedade, que a imagem mental de Ussher que nos \u00e9 transmitida \u201crefor\u00e7a o pior paroquialismo que freq\u00fcentemente os cientistas invocam na interpreta\u00e7\u00e3o de sua hist\u00f3ria \u2013 a no\u00e7\u00e3o de que o progresso do conhecimento resulta das vit\u00f3rias conquistadas nas batalhas entre a ci\u00eancia e a religi\u00e3o, definida a religi\u00e3o como a fidelidade cega ao dogma e a obedi\u00eancia \u00e0 autoridade, e a ci\u00eancia como a busca objetiva da verdade\u201d.<\/p>\n<p>Termina Gould o seu artigo, com algumas considera\u00e7\u00f5es finais, das quais destacamos o seguinte trecho:<\/p>\n<p>\u201cEncerro com um apelo final a favor do julgamento das pessoas de conformidade com seus pr\u00f3prios crit\u00e9rios, e n\u00e3o por padr\u00f5es posteriores que possivelmente elas n\u00e3o possam vir a conhecer\u201d.<\/p>\n<p>Alegramo-nos por encontrarmos envolvidas no debate entre criacionismo e evolucionismo pessoas equilibradas como Stephen Jay Gould, tentando entender tamb\u00e9m o porque das argumenta\u00e7\u00f5es contr\u00e1rias \u00e0 sua pr\u00f3pria cren\u00e7a. Com um pouco mais de toler\u00e2ncia e compreens\u00e3o, o debate entre criacionistas e evolucionistas poderia contribuir efetivamente para o progresso da ci\u00eancia!<\/p>\n<hr \/>\n<p><em>Artigo publicado na <a href=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/revistas\/folha-criacionista-no-01-abril-de-1972-ano-1\/\">Folha Criacionista 01<\/a>.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Desde o in\u00edcio dos registros hist\u00f3ricos o homem tem-se preocupado com os grandes mist\u00e9rios da exist\u00eancia: como se originaram a Terra e a vida, que rela\u00e7\u00e3o mant\u00e9m a Terra com o restante do Universo, e como foi estabelecida essa rela\u00e7\u00e3o? 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