{"id":346,"date":"1973-06-06T18:55:45","date_gmt":"1973-06-06T21:55:45","guid":{"rendered":"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/?p=346"},"modified":"2022-10-27T00:24:47","modified_gmt":"2022-10-27T03:24:47","slug":"o-criacionismo-e-a-glaciacao-continental","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/artigos\/o-criacionismo-e-a-glaciacao-continental\/","title":{"rendered":"O Criacionismo e a Glacia\u00e7\u00e3o Continental"},"content":{"rendered":"<h3>Introdu\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>O criacionista de orienta\u00e7\u00e3o b\u00edblica esposa o catastrofismo. Aceitando as atuais taxas de transforma\u00e7\u00e3o em sua rela\u00e7\u00e3o com a parte da hist\u00f3ria terrestre antiga, convence-se tamb\u00e9m de que h\u00e1 evid\u00eancias de cat\u00e1strofes globais no passado. Sendo um literalista b\u00edblico, mant\u00e9m que um dil\u00favio devastador de propor\u00e7\u00f5es globais produziu altera\u00e7\u00f5es radicais na vida bi\u00f3tica e na crosta da Terra. Semelhantemente, aceita que tamb\u00e9m ocorreu uma glacia\u00e7\u00e3o produzida por fatores catastr\u00f3ficos, alterando drasticamente partes da Terra.<\/p>\n<p>Cr\u00edticas freq\u00fcentes ao uniformismo doutrin\u00e1rio t\u00eam sido publicadas nos \u00faltimos anos. T\u00eam surgido, artigos em peri\u00f3dicos abalizados, da pena de competentes cientistas, reclamando defini\u00e7\u00f5es novas e modifica\u00e7\u00f5es (1). Surgiu uma nova escola de pensamento na Geologia, denominada Neo-catastrofismo. Seus adeptos reconhecem a evid\u00eancia de taxas de transforma\u00e7\u00e3o sem precedentes, no passado (2). Pode-se predizer que os adeptos dessa escola aumentar\u00e3o em n\u00famero \u00e0 medida que as pesquisas continuarem a revelar novas evid\u00eancias do catastrofismo.<\/p>\n<p>Ao apreciar os pontos de vista criacionistas sobre a glacia\u00e7\u00e3o continental, infelizmente ser\u00e3o deixadas de lado numerosas opini\u00f5es. Somente os tratados seculares a respeito do assunto constituem um respeit\u00e1vel volume. Talvez tenham sido escritos mais artigos sobre a Geologia da Idade do Gelo, do que sobre todas as demais idades geol\u00f3gicas reunidas. O autor desta revis\u00e3o confia em que os criacionistas, portanto, assumir\u00e3o uma posi\u00e7\u00e3o simp\u00e1tica quanto \u00e0 tarefa assumida. Cr\u00ea, ainda, que os leitores anotar\u00e3o quaisquer artigos n\u00e3o levados em conta, e os far\u00e3o conhecidos do autor e do editor, por correspond\u00eancia.<\/p>\n<p>Uma das maiores diferen\u00e7as entre os criacionistas a os cientistas seculares consiste na interpreta\u00e7\u00e3o da extens\u00e3o, \u00e9poca e dura\u00e7\u00e3o da Idade do Gelo. Muitos criacionistas aceitam somente uma glacia\u00e7\u00e3o principal, em vez do ponto do vista cl\u00e1ssico de quatro glacia\u00e7\u00f5es. Associam, assim, a \u00e9poca da glacia\u00e7\u00e3o continental como concomitante ou subseq\u00fcente \u00e0 \u00e9poca do dil\u00favio global.<\/p>\n<p>Os pr\u00f3prios criacionistas diferem entre si quanto \u00e0s causas, extens\u00e3o e efeito das calotas de gelo. Alguns aderem \u00e0 teoria de que o gelo foi introduzido ou por um derramamento de origem astral, ou pelo rompimento de uma camada de gelo que teria envolvido a Terra na alta atmosfera. Outros, ainda, aceitam que a glacia\u00e7\u00e3o foi produzida pelo frio resultante do colapso de uma camada de vapor d&#8217;\u00e1gua que teria envolvido a Terra. Outros criacionistas cr\u00eaem que as causas podem ser encontradas no estudo dos fen\u00f4menos climatol\u00f3gicos e geol\u00f3gicos. Os glaciologistas j\u00e1 apresentaram cerca de sessenta explica\u00e7\u00f5es para o aparecimento das calotas de gelo. Nenhuma dessas explica\u00e7\u00f5es at\u00e9 hoje recebeu aceita\u00e7\u00e3o geral. \u00c9 opini\u00e3o do revisor que os criacionistas deveriam, portanto, ser cautelosos e n\u00e3o dogm\u00e1ticos com respeito ao assunto. Nem as Escrituras, nem a pesquisa cient\u00edfica t\u00eam revelado a causa exata desse not\u00e1vel per\u00edodo.<\/p>\n<p>Muitos criacionistas cr\u00eaem que a glacia\u00e7\u00e3o continental seguiu-se ao dil\u00favio. Whitcomb e Morris, Harold Armstrong (3) e o revisor, est\u00e3o entre os que assim cr\u00eaem. Donald Patten \u00e9 uma exce\u00e7\u00e3o. Escreve ele: &#8220;Prop\u00f5e?se aqui que a causa ou causas da \u00c9poca do Gelo n\u00e3o se seguiram ao Dil\u00favio. Constitu\u00edram ambas uma \u00fanica cat\u00e1strofe&#8221; (4). Aqueles que esposam a teoria de una camada de gelo circundando a Terra, cr\u00eaem tamb\u00e9m que o seu rompimento ocorreu simultaneamente com o Dil\u00favio.<\/p>\n<h3><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-large wp-image-348\" src=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/pinguim2.jpg\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"137\" \/><\/h3>\n<h3><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-large wp-image-349\" src=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/urso.jpg\" alt=\"\" width=\"205\" height=\"137\" \/><\/h3>\n<h3>a. Hist\u00f3ria da glaciologia moderna<\/h3>\n<p>Em resultado do seu estudo dos movimentos das geleiras nos Alpes, o cientista su\u00ed\u00e7o Lu\u00eds Agassiz escreveu dois livros em que introduziu um surpreendente conceito novo no pensamento geol\u00f3gico ent\u00e3o corrente. Os livros intitulavam-se &#8220;Estudos das Geleiras&#8221; e &#8220;O Sistema Glacial&#8221;. Nessas obras, publicadas em meados do s\u00e9culo XIX, Agassiz propunha a teoria das calotas de gelo continentais, no qual supunha que &#8220;grandes camadas de gelo, semelhantes \u00e0s que hoje existem na Groenl\u00e2ndia, outrora cobriam todos os pa\u00edses em que se acham leitos estratificados de pedregulhos&#8221; (5).<\/p>\n<p>O pr\u00f3prio Agassiz tinha sido anteriormente partid\u00e1rio da teoria de Lyell sobre o transporte mediante &#8220;icebergs&#8221; e placas de gelo. Quando Agassiz visitou as Ilhas Brit\u00e2nicas em 1840, em conjunto com William Buckland &#8220;estendeu a doutrina glacial at\u00e9 a Esc\u00f3cia, Norte da Inglaterra e Irlanda&#8221; (6).<\/p>\n<p>As calotas de gelo postuladas por Agassiz eram realmente vastas. Escrevendo sobre a Europa, disse ele: &#8220;Temos de lidar com camadas de gelo de mil e quinhentos a mil e oitocentos metros de espessura, cobrindo todo o continente&#8221;(7). Escrevendo a respeito do gelo, disse que &#8220;se estendia pelo menos desde o P\u00f3lo Norte at\u00e9 os Mares Mediterr\u00e2neo e C\u00e1spio&#8221; (8). Em outro lugar afirmou &#8220;estendia-se al\u00e9m da orla litor\u00e2nea do Mediterr\u00e2neo e do Oceano Atl\u00e2ntico, cobrindo mesmo completamente a Am\u00e9rica do Norte e a R\u00fassia Asi\u00e1tica&#8221; (9). Cinq\u00fcenta anos depois, Dawson apreciava esse conceito: &#8220;Pode-se dizer que a teoria das geleiras de Agassiz e outros, cresceu at\u00e9 se espalhar sobre toda a Terra, como pr\u00f3prias geleiras imagin\u00e1rias&#8221; (10).<\/p>\n<p>A glacia\u00e7\u00e3o m\u00faltipla n\u00e3o recebeu aceita\u00e7\u00e3o geral at\u00e9 aproximadamente o in\u00edcio do s\u00e9culo XX. Penck e Bruckner, ap\u00f3s estudar as formas e sedimentos da glacia\u00e7\u00e3o nos Alpes B\u00e1varos, escreveram uma obra em tr\u00eas volumes intitulada &#8220;Os Alpes na Idade do Gelo&#8221;. Nesse trabalho, popularizaram o conceito de quatro fases de glacia\u00e7\u00e3o, qualificando-as como Gunz, Mindel, Riss e Wurm. O trabalho tornou-se cl\u00e1ssico para os adeptos da poliglaciologia.<\/p>\n<p>A monoglaciologia foi o ponto de vista geralmente mantido pelos ge\u00f3logos por cerca de meio s\u00e9culo. Um dos seus mais h\u00e1beis defensores foi J. W. Dawson, do Canad\u00e1. Clark escreveu o seguinte elogio para esse grande cientista: &#8220;Pelo preceito e pela palavra escrita e falada, fez ele para o progresso da Geologia e da educa\u00e7\u00e3o no Canad\u00e1, durante aquele per\u00edodo, mais do que qualquer outra pessoa&#8221; (11). Flint ressaltou o ponto de vista de Dawson em oposi\u00e7\u00e3o \u00e0 poliglaciologia: &#8220;A \u00faltima oposi\u00e7\u00e3o cient\u00edfica a ela na Am\u00e9rica do Norte extinguiu-se em 1899 com J. W. Dawson&#8221; (12).<\/p>\n<p>A oposi\u00e7\u00e3o cient\u00edfica \u00e0 poliglaciologia, contudo, n\u00e3o morreu com Dawson. O renomado, embora controvertido, antrop\u00f3logo norte-americano Ales Hrdlicka recusou-se a aceitar as indica\u00e7\u00f5es geol\u00f3gicas de uma sucess\u00e3o de quatro glacia\u00e7\u00f5es na Europa. Alimen escreveu acerca de paleontologistas franceses &#8220;que admitem somente uma glacia\u00e7\u00e3o no Quatern\u00e1rio, a saber, a designada per Wurm&#8221; (13). O extinto Richard Lougee argumentava: &#8220;A redu\u00e7\u00e3o da idade do gelo \u00e0 &#8216;unidade&#8217; encurta a hist\u00f3ria geol\u00f3gica e anula o significado dos qualificativos referentes a Nebraska, Kansas, Illinois, Wisconsin, e dos diversos Interglaciais&#8221;. Escreveu Lougee: &#8220;Sedimentos anteriormente atribu\u00eddos a quatro ou cinco glacia\u00e7\u00f5es distintas, do Pleistoceno, s\u00e3o sedimentos de uma \u00fanica glacia\u00e7\u00e3o&#8221; (14).A monoglaciologia ainda persiste hoje. O pr\u00f3prio n\u00famero de glacia\u00e7\u00f5es n\u00e3o encontra acordo entre os que esposam a poliglaciologia.<\/p>\n<h3>b. A extens\u00e3o da glacia\u00e7\u00e3o continental<\/h3>\n<p>Aceita-se hoje, geralmente, a evid\u00eancia de calotas de gelo no hemisf\u00e9rio norte. Cornwall resumiu: &#8220;Embora haja ainda in\u00fameros campos de desacordo e controv\u00e9rsia em quest\u00f5es de Geologia do Pleistoceno, est\u00e1 hoje plenamente comprovada a origem glacial do material rochoso nas latitudes m\u00e9dias&#8221; (15). H\u00e1, entretanto, ampla gama de opini\u00f5es quanto \u00e0 extens\u00e3o da glacia\u00e7\u00e3o. Agassiz bem teria profetizado a respeito de outros ao escrever &#8220;Estou certamente longe de ter dito a \u00faltima palavra sobre geleiras&#8221; (16).<\/p>\n<p>Aceita-se comumente que cerca de 30% da superf\u00edcie da Terra estava inicialmente coberta de gelo, na maior parte sobre a Am\u00e9rica do Norte. Afirma Woodbury: &#8220;Na Europa, a extens\u00e3o do gelo n\u00e3o correspondia a mais de um ter\u00e7o da sua extens\u00e3o no Canad\u00e1 e nos Estados Unidos&#8221; (17). Diz Patten: &#8220;A massa de gelo estendia-se do Alasca oriental at\u00e9 a Europa Central, e das franjas da Sib\u00e9ria at\u00e9 o centro dos Estados Unidos&#8221; (18). Um livro escolar secund\u00e1rio especifica: &#8220;Na Europa as camadas de gelo cobriam a maior parte da Escandin\u00e1via, as Ilhas Brit\u00e2nicas, a Dinamarca, a B\u00e9lgica, o norte da Fran\u00e7a e os pa\u00edses b\u00e1lticos, estendendo-se pela Alemanha e R\u00fassia&#8221; (19).<\/p>\n<p>Todavia, devem os criacionistas alertar-se contra afirma\u00e7\u00f5es qualificativas. Escreveu Loy: &#8220;No \u00c1rtico, as \u00faltimas grandes camadas da Idade do Gelo jamais cobriram o P\u00f3lo Norte, mas espalharam-se a partir de centros localizados centenas de quil\u00f4metros ao sul&#8221; (20). Escreve Lindroth: &#8220;O Alasca, foi pouco afetado pelo gelo, a sua maior parte tendo permanecido isenta de gelo atrav\u00e9s de todo o per\u00edodo Pleistoceno (Flint, 1952) como tamb\u00e9m a parte oposta da Sib\u00e9ria oriental&#8221; (21). Farb inclui o Canad\u00e1 ocidental, juntamente com a maior parte do Alasca e grande parte da Sib\u00e9ria, como tendo permanecido isento do gelo durante a \u00faltima parte do \u00faltimo avan\u00e7o glacial (22). Ewing e Donn postulam que: &#8220;Os fatos sobre o homem primitivo nas Am\u00e9ricas ap\u00f3iam a id\u00e9ia de um \u00c1rtico isento de gelo durante o per\u00edodo de Wisconsin, e portanto durante os est\u00e1gios glaciais anteriores&#8221; (23).<\/p>\n<p>A extens\u00e3o da glacia\u00e7\u00e3o na Europa tamb\u00e9m \u00e9 controvertida. West escreve nesse sentido: &#8220;A evid\u00eancia sugere a sobreviv\u00eancia da vegeta\u00e7\u00e3o aberta, com a flora constitu\u00edda por muitas plantas da montanha e do norte, no sul da Inglaterra durante as glacia\u00e7\u00f5es&#8221; (24). Afirma Hibben: &#8220;Existiu uma ponte terrestre entre a Gr\u00e3-Bretanha e o continente europeu, durante todo o per\u00edodo Pleistoceno&#8221; (25).<\/p>\n<p>Voltando ao continente europeu, afirma Alimen: &#8220;A Fran\u00e7a escapou da glacia\u00e7\u00e3o continental do Pleistoceno&#8221;(26). Flint especifica: &#8220;Parte alguma da B\u00e9lgica sofreu glacia\u00e7\u00e3o em \u00e9poca alguma&#8221; (27). Rankama escreveu sobre &#8220;a sedimenta\u00e7\u00e3o marinha cont\u00ednua no oeste dos Pa\u00edses Baixos&#8221; (28). Alguns estudiosos das glacia\u00e7\u00f5es colocaram a extremidade sul da glacia\u00e7\u00e3o m\u00e1xima em Londres e Leipzig. Poder-se-ia demonstrar que a glacia\u00e7\u00e3o nos Alpes Su\u00ed\u00e7os foi mais extensiva e n\u00e3o somente da natureza local? Uma coisa \u00e9 hoje bastante certa, isto \u00e9, as calotas de gelo jamais se aproximaram da extens\u00e3o postulada por Agassiz e outros de sua \u00e9poca. Os criacionistas devem permanecer alerta quanto \u00e0 aceita\u00e7\u00e3o imediata de quaisquer estimativas referentes \u00e0 glacia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-350\" src=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/everest.jpg\" alt=\"\" width=\"315\" height=\"252\" srcset=\"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/everest.jpg 315w, https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/everest-300x240.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 315px) 100vw, 315px\" \/><\/p>\n<h3>c. A natureza catastr\u00f3fica da glacia\u00e7\u00e3o continental<\/h3>\n<p>Numerosos criacionistas est\u00e3o convictos de que a glacia\u00e7\u00e3o ocorreu repentinamente, devido a agentes catastr\u00f3ficos. Agassiz havia defendido esse ponto de vista ao escrever: &#8220;As terras da Europa, anteriormente cobertas de vegeta\u00e7\u00e3o tropical, habitadas por manadas de grandes elefantes, enormes hipop\u00f3tamos, e gigantescos carn\u00edvoros, subitamente foram soterradas por uma vasta extens\u00e3o de gelo que cobriu plan\u00edcies, lagos, mares e planaltos&#8221; (29). Rejeitando os conceitos uniformistas, disse ainda: &#8220;Portanto, todas as hip\u00f3teses de um resfriamento gradual da Terra, ou de uma lenta varia\u00e7\u00e3o quer da inclina\u00e7\u00e3o quer da posi\u00e7\u00e3o do eixo terrestre, n\u00e3o s\u00e3o v\u00e1lidas&#8221; (30).<\/p>\n<p>Dawson sustentava que a rapidez do derretimento do gelo, ap\u00f3s a glacia\u00e7\u00e3o, foi respons\u00e1vel pela vasta e extensa destrui\u00e7\u00e3o da vida. Escreveu ele: &#8220;aquele dil\u00favio p\u00f3s-glacial, que deve ter varrido a maior parte da humanidade, bem como muitas esp\u00e9cies de grandes animais, deixou somente poucos sobreviventes para repovoar o mundo&#8221; (31). Talvez as extensas jazidas de f\u00f3sseis no solo das plataformas continentais sejam argumento a favor da rapidez da eleva\u00e7\u00e3o das \u00e1guas devido ao r\u00e1pido derretimento do gelo.<\/p>\n<p>Pode-se notar que alguns poucos uniformistas est\u00e3o usando, eles pr\u00f3prios, o qualificativo catastr\u00f3fico, ou seu equivalente, para a glacia\u00e7\u00e3o. Escreve Smith: &#8220;O advento de um per\u00edodo glacial deve, portanto, ter constitu\u00eddo um acontecimento catacl\u00edsmico&#8221; (32). Eiseley escreve sobre a \u00e9poca do gelo: &#8220;Foi uma enorme extravag\u00e2ncia dos elementos, atribu\u00edda pelas autoridades a quando muito um por cento da hist\u00f3ria da Terra, e classificada como &#8216;geo-catastr\u00f3fica&#8221;(33). Observa Asimov: &#8220;Apesar de tudo, houve cat\u00e1strofes&#8221; (34).<\/p>\n<h3>d. A vasta extin\u00e7\u00e3o dos animais do norte<\/h3>\n<p>A dram\u00e1tica extin\u00e7\u00e3o de incont\u00e1veis milh\u00f5es de animais nas camadas de turfa congelada do Alasca e da Sib\u00e9ria, tem intrigado e pedido explica\u00e7\u00f5es de cientistas desde Agassiz at\u00e9 nossos dias. Hapgood escreve a respeito da sua quantidade: &#8220;Sabemos, todavia, que juntamente com os milh\u00f5es de mamutes, as plan\u00edcies do norte da Sib\u00e9ria sustentavam vastas quantidades de rinocerontes, ant\u00edlopes, cavalos, bis\u00f5es e outras criaturas herb\u00edvoras, ao mesmo tempo em que grande variedade de carn\u00edvoros predadores, inclusive o tigre de dente de sabre&#8221; (35). Apelando a uma explica\u00e7\u00e3o neocatastr\u00f3fica, Hapgood postula a seguinte causa para a sua extin\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p>&#8220;Em conclus\u00e3o, parece-me que toda a massa de evid\u00eancia relativa aos restos de animais e plantas na tundra siberiana, interpretada \u00e0 luz da evid\u00eancia encontrada na Am\u00e9rica do Norte, confirma, suficientemente a conclus\u00e3o de que houve um deslocamento da Sib\u00e9ria para o sul, coincidindo com o deslocamento da Am\u00e9rica do Norte tamb\u00e9m para o sul, no fim da \u00faltima Idade do Gelo norte-americana&#8221; (36).<\/p>\n<p>Patten (criacionista) defende como causa da extin\u00e7\u00e3o um fenomenal derramamento de gelo de origem astral. Afirma ele: &#8220;um grande derramamento de gelo de origem astral, possivelmente cerca de quarenta e oito milh\u00f5es de quil\u00f4metros c\u00fabicos, fluindo sobre os p\u00f3los magn\u00e9ticos, simultaneamente com o Dil\u00favio, envolvendo gelo em temperaturas pr\u00f3ximas de zero&#8221; (37). Observa ent\u00e3o: &#8220;As carca\u00e7as dos mamutes congelaram-se rapidamente, talvez em temperaturas abaixo de -100 \u00baC&#8221; (38).<\/p>\n<p>O principal problema para a aceita\u00e7\u00e3o do ponto de vista de Patten e de outros semelhantes, \u00e9 que as \u00e1reas das extin\u00e7\u00f5es em massa no norte nunca sofreram glacia\u00e7\u00e3o. Os restos f\u00f3sseis s\u00e3o encontrados em turfa congelada ou em permafrost. Permafrost \u00e9 o nome para os solos e subsolos profundamente congelados. Nesse sentido escreve Sanderson: &#8220;A coisa realmente enigm\u00e1tica \u00e9 o fato do que esse permafrost, no Alasca e na Sib\u00e9ria, cont\u00e9m enormes quantidades de ossos e carne animal, vegeta\u00e7\u00e3o semidecomposta, madeira e outros restos de seres vivos que, em algumas \u00e1reas constituem, em conjunto, apreci\u00e1vel percentagem do todo&#8221; (39). O Permafrost em sua composi\u00e7\u00e3o \u00e9 muito diferente tanto do gelo terrestre quanto do encontrado no mar.<\/p>\n<p>A sugest\u00e3o da migra\u00e7\u00e3o dos p\u00f3los feita por Hapgood traz dificuldades. Tais extin\u00e7\u00f5es teriam de ocorrer repentina e dramaticamente. Teria de haver um recobrimento r\u00e1pido juntamente com repentino congelamento profundo. O deslocamento dos p\u00f3los, ocorrendo ao longo de v\u00e1rios s\u00e9culos, dificilmente teria sido causa suficiente.<\/p>\n<p>H\u00e1 uma solu\u00e7\u00e3o poss\u00edvel para a intrigante situa\u00e7\u00e3o? Recorda-se de um excelente coment\u00e1rio feito por Morris. Afirmou ele: &#8220;De fato, parece n\u00e3o haver meio de explicar a maior parte das grandes jazidas de f\u00f3sseis do mundo, especialmente dos f\u00f3sseis vertebrados, a n\u00e3o ser em termos de sepultamento extremamente r\u00e1pido e litifica\u00e7\u00e3o, da maneira descrita pelo dil\u00favio b\u00edblico, juntamente com a atividade vulc\u00e2nica e tect\u00f4nica paralela, e seus induzidos fen\u00f4menos glaciol\u00f3gicos subseq\u00fcentes&#8221; (40). A maior causa da extin\u00e7\u00e3o foi o Dil\u00favio relatado em G\u00eanesis. Aquele livro, cap\u00edtulo 7, verso 21, assim registra: &#8220;Pereceu toda carne, tanto de ave como de animais dom\u00e9sticos e animais selv\u00e1ticos, de todos os enxames de criaturas que povoam a terra, e todo homem&#8221;.<\/p>\n<p>Mas, se toda vida tivesse perecido por afogamento, como explicar o congelamento profundo dos mamutes e outros animais no Alasca e na Sib\u00e9ria? Daly oferece a seguinte explica\u00e7\u00e3o: &#8220;T\u00e3o logo se rompeu a camada protetora do vapor d&#8217;\u00e1gua, perdeu-se calor por irradia\u00e7\u00e3o para o espa\u00e7o e os mamutes congelaram-se &#8216;repentinamente&#8230; como em uma simples noite de inverno&#8217; no dizer de Dana&#8221; (41). Em outro local ele afirma: &#8220;Que a queda de temperatura ocorreu, e a idade do gelo come\u00e7ou, exatamente ao tempo do dil\u00favio, quando a camada protetora do vapor d&#8217;\u00e1gua se rompeu, prova-se pela exist\u00eancia dos mamutes congelados&#8221; (42). Daly ent\u00e3o postula a extin\u00e7\u00e3o em massa pelo congelamento simult\u00e2neo com o Dil\u00favio.<\/p>\n<p>O ponto de vista de Patten \u00e9 que houve um derramamento de gelo de origem astral devido \u00e0 aproxima\u00e7\u00e3o de outro planeta suficientemente perto da Terra para esvaziar a sua carga. Sup\u00f5e ele que &#8220;os mamutes foram subitamente enjaulados no gelo&#8221;. Sustenta tamb\u00e9m que a sua condi\u00e7\u00e3o de congelamento &#8220;ap\u00f3ia a proposi\u00e7\u00e3o de que o Dil\u00favio e a \u00c9poca do Gelo foram cat\u00e1strofes globais simult\u00e2neas (ou melhor, fases diferentes da mesma cat\u00e1strofe)&#8221; (43).<\/p>\n<p>H\u00e1 alguma alternativa para o ponto de vista de Daly e Patten quanto \u00e0 morte dos mamutes pelas causas por eles postuladas?<\/p>\n<p>Em primeiro lugar, seria muito errado pensar que os grandes animais s\u00e3o usualmente achados intactos e em condi\u00e7\u00f5es de boa preserva\u00e7\u00e3o. Freq\u00fcentemente os restos est\u00e3o dilacerados e misturados com madeira e detritos vegetais. Ao serem achados expostos, os restos apresentam-se quase sempre em condi\u00e7\u00e3o de semidecomposi\u00e7\u00e3o. Ainda mais, metade dos restos ocorrem na Sib\u00e9ria, onde o permafrost encontra-se &#8220;semeado de restos de plantas e animais somando incont\u00e1veis milh\u00f5es de toneladas&#8221; (44).<\/p>\n<p>O ponto mais frio da Terra hoje est\u00e1 na Sib\u00e9ria. A temperatura cai a menos de 70 \u00baC abaixo de zero. As temperaturas de ver\u00e3o na mesma \u00e1rea podem atingir at\u00e9 15 \u00baC acima de zero. Podem ent\u00e3o resultar diferen\u00e7as de temperatura de 85 \u00baC entre ver\u00e3o e inverno. Al\u00e9m dessa queda de temperatura, h\u00e1 o fator de congelamento resultante da a\u00e7\u00e3o do vento. O autor de um artigo recente sobre o Alasca observa.que: &#8220;os ventos de oitenta quil\u00f4metros por hora, soprando sobre os duzentos mil quil\u00f4metros quadrados de encostas, a 30 \u00baC abaixo de zero criariam um fator de congelamento igual a 75 \u00baC abaixo de zero. Nesse ambiente sem prote\u00e7\u00e3o, a carne congela em menos de trinta segundos&#8221; (45). Um fator de congelamento de 100 \u00baC abaixo de zero n\u00e3o \u00e9 improv\u00e1vel ainda hoje, tanto no Alasca, como na Sib\u00e9ria.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s o Dil\u00favio, informa-nos o livro de G\u00eanesis, cap\u00edtulo 8, verso 1, que &#8220;Deus fez soprar um vento sobre a Terra, e baixaram as \u00e1guas&#8221;. Entende-se que a natureza e a dura\u00e7\u00e3o deste vento tenham sido fator determinante para causar o abaixamento das \u00e1guas do dil\u00favio. Seria poss\u00edvel que este vento fosse acompanhado de uma queda de temperatura em locais como o Alasca e a Sib\u00e9ria?<\/p>\n<p>O autor pediria indulg\u00eancia ao sugerir a seguinte causa para as vastas jazidas dos restos congelados naquelas regi\u00f5es boreais. O pr\u00f3prio Dil\u00favio foi acompanhado de escoamentos de lama que tanto afogaram como soterraram os mamutes e outros animais no norte. Isso logo foi seguido por uma extrema queda da temperatura a fortes ventos. Os ventos causaram a abaixamento das \u00e1guas e em seguida o r\u00e1pido congelamento profundo da lama com as vastas jazidas de restos dos animais. O congelamento foi resultante do efeito produzido pelos ventos. A conseq\u00fc\u00eancia foi a forma\u00e7\u00e3o de uma vasta \u00e1rea de permafrost que em alguns locais atingiu a profundidade de cerca de 1.500 metros. O permafrost tornou-se o grande cemit\u00e9rio de incont\u00e1veis milh\u00f5es de animais afogados.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-351\" src=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/iceberg.jpg\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"141\" \/><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-large wp-image-352\" src=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/pinguim3.jpg\" alt=\"\" width=\"168\" height=\"141\" \/><\/p>\n<h3>e. A teoria dos detritos levados pelo gelo<\/h3>\n<p>Sir Charles Lyell contava-se entre os primeiros cientistas que aceitaram a teoria da placa de gelo em vez do movimento glacial para explicar o transporte dos sedimentos rochosos encontrados na Inglaterra e nas plan\u00edcies da Alemanha. Agassiz observou a respeito do ponto de vista de Lyell: &#8220;Ele sup\u00f5e que o transporte de pedregulhos angulosos se tivesse dado sobre placas de gelo levadas pelas correntes marinhas, da mesma maneira pela qual o gelo \u00e1rtico transporta pedras que finalmente s\u00e3o depositadas ao longo das praias do norte da Europa&#8221; (46). Dawson comentou posteriormente: &#8220;Os seus pontos de vista, quanto \u00e0 a\u00e7\u00e3o combinada do gelo terrestre em geleiras, de fragmentos flutuantes de geleiras ou &#8216;icebergs&#8217; e de gelo do campo, s\u00e3o, ou deviam ser conhecidos; devo dizer, por\u00e9m, que eles n\u00e3o foram expostos claramente&#8221; (47).<\/p>\n<p>Agassiz, confessou falta de familiaridade com os efeitos do gelo flutuante: &#8220;At\u00e9 agora n\u00e3o tive tamb\u00e9m oportunidade do examinar a influ\u00eancia do gelo flutuante nas linhas litor\u00e2neas dos grandes corpos d&#8217;\u00e1gua; entretanto, duvido que a sua influ\u00eancia fosse distinta da influ\u00eancia da \u00e1gua normal&#8221; (48). Por\u00e9m Flint, um especialista glacial de nossos dias, escreve: &#8220;Nem todas as estrias em rochas s\u00e3o de origem glacial; outros agentes al\u00e9m das geleiras produzem estrias. Um agente glacial comum nas altas latitudes \u00e9 o gelo flutuante nos rios, nos lagos e no mar&#8221; (49).<\/p>\n<p>Daly assinala: &#8220;A idade do gelo foi uma idade de &#8216;icebergs&#8217;. O n\u00edvel dos oceanos n\u00e3o tinha ainda descido, e eles cobriam os continentes&#8221; (50).<\/p>\n<p>H\u00e1 evid\u00eancia acumulada de ampla interpreta\u00e7\u00e3o falha a respeito da a\u00e7\u00e3o efetuada pelo movimento das geleiras. Rochas com dimens\u00f5es de toneladas foram deixadas no Missouri por meio de &#8220;icebergs&#8221; flutuantes. Afirma Lougee: &#8220;Pedras e seixos err\u00e1ticos trazidos por &#8216;icebergs&#8217; ficaram enterrados na topografia subterr\u00e2nea do norte do Kentucky, no sudoeste do Missouri e no leste de Iowa&#8221; (51). Esses gelos flutuantes ocasionariam sem d\u00favida estrias como mencionado por Flint.<\/p>\n<p>Gansser assinala, a partir de observa\u00e7\u00f5es pessoais, que &#8220;O autor tem visto muitos fanglomerados no deserto, os quais, exceto pela aus\u00eancia dos pedregulhos claramente estriados, dificilmente poderiam distinguir-se de camadas de pedregulhos provenientes de geleiras, e certos escoamentos de lama podem conter seixos estriados n\u00e3o relacionados com a glacia\u00e7\u00e3o&#8221; (52). Fairbridge tamb\u00e9m assinalou: &#8220;O reexame cuidadoso da evid\u00eancia encontrada nos anos recentes, portanto, rejeitou muitas dessas idades do gelo; forma\u00e7\u00f5es anteriormente identificadas como morenas glaciais, foram reinterpretadas como jazidas depositadas por escoamentos de lama, escorregamentos submarinos, e correntes t\u00farbidas&#8221; (53).<\/p>\n<h3>f. Dura\u00e7\u00e3o da Idade do Gelo<\/h3>\n<p>Os estudiosos da hist\u00f3ria da Idade do Gelo sabem da varia\u00e7\u00e3o e do desacordo generalizado existentes relativamente \u00e0 dura\u00e7\u00e3o da idade glacial. Cornwall fala por um grupo ao dizer: &#8220;O per\u00edodo Pleistoceno \u00e9 agora reconhecido como tendo durado cerca de dois a tr\u00eas milh\u00f5es de anos, incluindo uma parte mais antiga conhecida como a Villafranchiana&#8221; (54). Tal ponto de vista n\u00e3o \u00e9 de maneira alguma uniforme, e n\u00e3o tem aceita\u00e7\u00e3o geral. Gilluly destaca: &#8220;Um dos itens mais controvertidos em geocronologia \u00e9 o da dura\u00e7\u00e3o da \u00e9poca Pleistoc\u00eanica&#8221; (55).<\/p>\n<p>Haldane representa outro grupo bastante proeminente ao afirmar: &#8220;De fato, trabalhos recentes sugerem que o per\u00edodo Pleistoceno durou somente cerca de 300.000 anos&#8221; (56). O leitor deveria notar que essa estimativa \u00e9 meramente um d\u00e9cimo da estimativa de Cornwall. Springstead cita estimativas feitas por alguns poucos ge\u00f3logos com a dura\u00e7\u00e3o de somente 10.000, 30.000, e 100 a 150 mil anos (57).<\/p>\n<p>O principal m\u00e9todo de data\u00e7\u00e3o da \u00e9poca do gelo tem-se relacionado com a postula\u00e7\u00e3o de glacia\u00e7\u00f5es m\u00faltiplas e extensos intervalos. Krober observou que o principal m\u00e9todo de data\u00e7\u00e3o do Pleistoceno \u00e9 fun\u00e7\u00e3o das idades glaciais associadas (58). Springstead ressaltou, entretanto, que o ponto de vista poliglacial \u00e9 defeituoso devido \u00e0 falta de evid\u00eancia de campo (59).<\/p>\n<p>Somente tr\u00eas cadeias de montanhas nos Estados Unidos fornecem evid\u00eancia de mais de uma glacia\u00e7\u00e3o. Evid\u00eancia de uma glacia\u00e7\u00e3o, somente, tem sido encontrada em \u00e1reas montanhosas tais como os Apeninos, Sierra Nevada, Montes Atlas, Anat\u00f3lia e B\u00e1lc\u00e3s. Conhece-se um s\u00f3 est\u00e1gio glacial para a Austr\u00e1lia, a Tasm\u00e2nia e partes da Turquia oriental e ao lado do mar Negro. Finalmente, a poliglacia\u00e7\u00e3o n\u00e3o pode ser demonstrada em muitas \u00e1reas de terra glaciada.<\/p>\n<p>Deve ser mantido em mente que todas as geleiras su\u00ed\u00e7as s\u00e3o &#8220;geleiras de vales&#8221;, em contraste com as extensas geleiras continentais, mais est\u00e1veis, encontradas na Groenl\u00e2ndia e na Ant\u00e1rtida. A f\u00f3rmula de Penck?Bruccner, que usa glacia\u00e7\u00f5es na Su\u00ed\u00e7a para postular glacia\u00e7\u00f5es em outras partes, \u00e9 eivada de erro. Kurten observou: &#8220;Muitos autores sugerem que a nomenclatura alpina n\u00e3o devesse ser usada exceto nos Alpes&#8221; (60).<\/p>\n<h3>g. O t\u00e9rmino da Idade do Gelo<\/h3>\n<p>Produziu-se um abalo not\u00e1vel nas estimativas da dura\u00e7\u00e3o da Idade do Gelo quando se descobriu que o seu t\u00e9rmino era muito mais recente do que se tinha estimado anteriormente. Muitos autores sugerem que o seu t\u00e9rmino tenha-se dado dentro dos \u00faltimos dez mil anos.<\/p>\n<p>De acordo com Bryan a Gruhn &#8220;alguns ge\u00f3logos afirmam que o per\u00edodo Wisconsin terminou quando se derreteu o \u00faltimo Laurenciano, h\u00e1 cerca de 6 a 5 mil anos; isso se baseava no fato de que o n\u00edvel do mar aparentemente parou de subir, abruptamente, em torno daquela \u00e9poca (Frye e Willman 1960)&#8221; (61). Hapgood, apesar de poliglacialista, escreve a respeito: &#8220;A \u00faltima delas, que terminou h\u00e1 cerca de somente 8.000 anos&#8221; (62). Watson e Sisson escrevem: &#8220;O principal levantamento eust\u00e1tico do n\u00edvel do oceano, que terminou h\u00e1 cerca de 5.500 anos (Godwin e Willis, 1961, 1962) restaurou o Mar do Norte a aproximadamente seu est\u00e1gio atual. &#8230;&#8221; (63). Embora tais estimativas n\u00e3o possam ser nada mais do que relativas, elas ressaltam o recente derretimento do gelo no hemisf\u00e9rio norte. N\u00e3o est\u00e3o muito distantes de algumas estimativas feitas para a \u00e9poca do Dil\u00favio.<\/p>\n<p>Pelo estudo efetuado sobre os mapas dos antigos reis navegadores, e atrav\u00e9s das datas obtidas com is\u00f3topos pelo Dr. W. D. Urry, Hapgood defende um per\u00edodo de clima quente na Ant\u00e1rtida, somente h\u00e1 pouco mais de 6.000 anos (64). Artefatos descobertos por arque\u00f3logos no litoral congelado do \u00c1rtico argumentam a favor de um gelo \u00e1rtico recente. Ambos estes fatores sugerem glacia\u00e7\u00e3o r\u00e1pida e recente naquelas \u00e1reas. Observando a rapidez da extin\u00e7\u00e3o glacial recente no Alasca, Sanderson comenta significativamente: &#8220;Talvez bastassem quarenta dias e quarenta noites de neve ou chuva para o in\u00edcio de uma &#8216;idade glacial&#8217; ou de um dil\u00favio&#8221; (65).<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-353\" src=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/pinguim.jpg\" alt=\"\" width=\"284\" height=\"191\" \/><\/p>\n<h3>Conclus\u00e3o<\/h3>\n<p>Em conclus\u00e3o, este autor manteria o ponto de vista defendido pelos criacionistas que est\u00e3o convencidos de que a glacia\u00e7\u00e3o continental seguiu-se ao Dil\u00favio b\u00edblico. Ao assim fazer, estaria aderindo \u00e0 convic\u00e7\u00e3o de Dawson de que as glacia\u00e7\u00f5es foram menores do que popularmente t\u00eam sido concebidas (66).<\/p>\n<p>Apesar deste ponto de vista reduzir dramaticamente a dura\u00e7\u00e3o da Idade do Gelo, e tamb\u00e9m postular a sua ocorr\u00eancia dentro do per\u00edodo hist\u00f3rico, o autor nada v\u00ea de incongruente em manter tal conceito. Ocorr\u00eancias catastr\u00f3ficas podem ser demonstradas razoavelmente para diversos acontecimentos significativos. Somente uma cat\u00e1strofe, cobrindo cerca da quinta parte da terra seca do mundo, poderia explicar as enormes extin\u00e7\u00f5es de animais no Alasca a na Sib\u00e9ria. \u00c9 digno de registro ter sido recente tal extin\u00e7\u00e3o. A rapidez da glacia\u00e7\u00e3o no \u00c1rtico e na Ant\u00e1rtida, dentro dos \u00faltimos dez mil anos, prov\u00ea base tamb\u00e9m para a postula\u00e7\u00e3o de processos glaciais catastr\u00f3ficos em outros locais.<\/p>\n<p>Ao ser cuidadosamente estudado o extensivo trabalho de campo que visa apoiar a poliglaciologia, torna-se mais forte o apoio \u00e0 monoglaciologia. Verifica-se tamb\u00e9m que a dura\u00e7\u00e3o da Idade do Gelo \u00e9 bastante mais curta. O Dil\u00favio b\u00edblico supre a \u00e1gua necess\u00e1ria para a conseq\u00fcente glacia\u00e7\u00e3o continental. O dil\u00favio, e n\u00e3o a glacia\u00e7\u00e3o, foi o principal fator das extin\u00e7\u00f5es da Idade do Gelo.<\/p>\n<p>As inunda\u00e7\u00f5es tiveram um lugar muito mais proeminente, mesmo durante a Idade do Gelo, do que os estudiosos do assunto imaginavam. De fato, seria muito mais apropriado designar todo o per\u00edodo de tempo como Idade Pluvial em vez de Idade Glacial. As glacia\u00e7\u00f5es foram muito mais localizadas do que geralmente se tem postulado.<\/p>\n<h3>Refer\u00eancias<\/h3>\n<p>(1) Valentine, Janes W. 1966. The present is the key to the past, Journal of Geological Education, XIV (2):59 ? April; and Krynine, Paul D. 1956. Uniformitarianism is a dangerous doctrine, Journal of Paleontology, 30 (2):1003?1004.<br \/>\n(2) Corliss, Wm. R. 1970. Mysteries beneath the sea. Thos. Y. Crowell Co., N. Y, pp. 135, 156, 157.<br \/>\n(3) Armstrong, Harold. 1972. Comments on scientific news and views, Creation Research Society Quarterly, 8(4):275. March.<br \/>\n(4) Patten, Donald Wesley. 1966. The Biblical flood and the ice epoch, Pacific Meridian Publ. Co., Seattle, WN9, p. 99.<br \/>\n(5) Encyclopaedia Brittanica. 1970. Agassiz, Jean Louis Rodolphe, Vol. 1. Encyclopaedia Brittanica, Inc., Chicago, p. 320.<br \/>\n(6) Agassiz, Louis. 1967. Studies on glaciers. (Translated and edited by Albert V. Carozzi), Hafner Publishing Co., N. Y. e London, p. XXVII.<br \/>\n(7) Ibid., p. XXXV.<br \/>\n(8) Ibid., pp. XVII?XVIII.<br \/>\n(9) Ibid., p. 195.<br \/>\n(10) Dawson, J. Wm. 1893. The Canadian ice age. W. V. Dawsonv, Montreal, p. 289.<br \/>\n(11) Clark, T. H. 1964. Pioneers of Canadian science. R?69, Society of University of Toronto Press, p. 101.<br \/>\n(12) Flint, Richard Foster. 1957. Glacial and Pleistocene geology, John Wiley and Sons, Inc., N. Y., p. 5.<br \/>\n(13) Alimen, Marie Henrietta, 1967. The Quaternary of France. (in) The geologic systems: the quaternary, 2, Rankama, Kalervo, John Wiley, N. Y., p. 207.<br \/>\n(14) Daly, Reginald. 1972. Earth&#8217;s most challenging mysteries. The Craig Press, Nutley, N. J., pp. 166, 149.<br \/>\n(15) Cornwall, Ian. 1970. Ice ages. Humanities Press, Inc., N. Y., John Baker, Ltd., London, p. 14.<br \/>\n(16) Agassiz, Op. cit., p. LXXI.<br \/>\n(17) Woodbury, David O. 1962. The great white mantle. The Viking Press, N. Y., p. 100.<br \/>\n(18) Patten, Op. cit., p. 114.<br \/>\n(19) Namovitz, Samuel N.; Donald Stone. 1972, Earth science, 4th ed. American Book Co., N.Y., Cincinnati, p. 114.<br \/>\n(20) Ley, Willy. 1962, 1971. The poles, Life Nature Library, Time?Life Books, Time. Inc., N. Y., p. 11.<br \/>\n(21) Lindroth, Carl H. 1957. The faunal connections between Europe and North America. John Wiley and Sons, Inc., N. Y., Almquist &amp; Wiksell, Stockholm, p. 293.<br \/>\n(22) Farb, Peter, 1968. Man&#8217;s rise to civilization. E. P. Dutton &amp; Co., Inc., N. Y., pp. 193?194.<br \/>\n(23) Ewing, Maurice and William L. Donn. 1956. A theory of the ice ages, Science, 123(3207):1064. June 15.<br \/>\n(24) West, R. G. 1967. The quaternary of the British Isles. The Quaternary, Vol. 2, Kalervo Rankama, Interscience Publishing Div., John Wiley &amp; Sons, N. Y., p. 66.<br \/>\n(25) Hibben, Frank C. 1958. Prehistoric man in Europe. University of Oklahoma Press, Norman, Oklahoma, p. 19.<br \/>\n(26) Alimen, Marie Henrietta. 1967. Op. cit., p. 205.<br \/>\n(27) Flint, Richard F. Op. cit., p. 406.<br \/>\n(28) deJong, Jan D. 1967. The geologic systems. The Quaternary 2, Ranksma, Kalervo, John Wiley, N. Y., p. 317.<br \/>\n(29) Agassiz, Op. cit., p. 169.<br \/>\n(30) Ibid., p. 168.<br \/>\n(31) Dawson, J. Wm. 1894. Some salient points in the science of the Earth, Harper and Brothers, N. Y., p. 465.<br \/>\n(32) Smith, Anthony, 1970. The seasons. Harcourt Brace Janovich, Inc., N. Y., p. 79.<br \/>\n(33) Eiseley, Loren. 1969. The unexpected universe. Harcourt, Brace &amp; World, Inc., p. 98.<\/p>\n<p>(34) Asimov, Isaac. 1964. A short history of biology. Natural History Press, Doubleday, p. 67.<br \/>\n(35) Hapgood, Charles H. 1970. The path of the pole. Chilton Book Co., Philadelphia &amp; N. Y. &amp; London. (Edi\u00e7\u00e3o revista de Earth&#8217;s Shifting Crust, 1958), p. 255.<br \/>\n(36) Ibid., p. 279.<br \/>\n(37) Patten, Donald Wesley, Op. cit., p. 141.<br \/>\n(38) Patten, Donald Wesley. 1966. The ice age phenomena, and a possible explanation, Creation Research Society Quarterly (Annual Issue), 3(1):64. May.<br \/>\n(39) Sanderson, Ivan. 1961. The continent we live on. Random House, Inc., N. Y., p. 52.<br \/>\n(40) Morris, Henry M. 1971. Proposals for science framework guidelines, Creation Research Society Quarterly, 8(2):150 September.<br \/>\n(41) Daly, Reginald. 1972. Earth&#8217;s most challenging mysteries. The Craig Press, Nutley, N, J., p. 236.<br \/>\n(42) Ibid., p. 37 (Ver tamb\u00e9m p. 142: &#8220;N\u00e3o poderia ter havido um dil\u00favio universal sem uma idade glacial subseq\u00fcente.&#8221;).<br \/>\n(43) Patten, Donald. 1966. Op. cit., p. 63.<br \/>\n(44) Sanderson, Op. cit. p. 53.<br \/>\n(45) Hawkins, Robert. 1972. The invisible cities. The American West, American West Publishing Co., Palo Alto, Calif., p.40.<br \/>\n(46) Agassiz. Op. cit., p. 155.<br \/>\n(47) Dawson, J. William, Op. cit., p. 3.<br \/>\n(48) Agassiz. Op. cit., p. 161.<br \/>\n(49) Flint, Richard Foster. 1957. Op. cit., p. 57.<br \/>\n(50) Daly, Reginald. Op. cit., p. 165.<br \/>\n(5l) Ibid., pp. 165?166.<br \/>\n(52) Gansser, Augusto. 1964. Geology of the Himalayas. John Wiley &amp; Sons, N. Y., p. 50.<br \/>\n(53) Fairbridge, Rhodes W. 1960. The changing level of the sea, Scientific American, 202(5):70. May.<br \/>\n(54) Cornwal, Ian. 1970. Ice ages, their nature and effects. Humanities Press Inc., N. Y., p. 57.<br \/>\n(55) Gilluly, Jas., Aaron C. Waters, e A. O. Woodford. 1968. Principles of geology, Third Fdition. W. H. Freeman and Co., San Francisco, Calif., p. 284.<br \/>\n(56) Haldane, J. B. S. 1967. Cita\u00e7\u00e3o (in) Culture and the evolution of man. Ed. M. F. Ashley Montagu, Third Printing. Oxford University Press, p. 71.<br \/>\n(57) Springstead, Wm. A. 1971. The dying of the giants, Journal of The American Scientific Affiliation, 23(l):23. March,<br \/>\n(58) Kroeber, Alfred Louis. 1923. Anthropology. Harcourt Brace &amp; Co., N. Y., p. 648.<br \/>\n(59) Springstead, William A. 1971. Monoglaciology and the global flood, Creation Research Society Quarterly, 8(3):177. December.<br \/>\n(60) Kurten, Bjorn. 1968. Pleistocene mammals of Europe. Aldine Publishing Co., Chicago, Ill., p. 19.<br \/>\n(6l) Bryan, Alan Lyle e Ruth Gruhn. 1963. American Antiquity, 29:307.<br \/>\n(62) Hapgood, Charles H. 1966. Maps of the ancient sea kings. Chilton Books Publ., Philadelphia &amp; N.Y., p. 98.<br \/>\n(63) Watson, J. Wreyford e J. B. Sissons. 1964. The British Islas ? A systematic geography. Nelson, University of Edinburgh, p. 149.<br \/>\n(64) Hapgoodq Charles H. Op. cit., p. 98.<br \/>\n(65) Sanderson, Ivan. Op. cit., p. 64.<br \/>\n(66) Springstead, William A. 1971. Op. cit., p. 177. (Refer\u00eancia N\u00ba 59).<br \/>\nDonald W. Patten, em seu livro &#8220;The Biblical Flood and the Ice Epoch&#8221; apresenta interessante modelo ilustrativo de como poderiam ter-se formado as camadas de gelo polares e conseq\u00fcentemente as glacia\u00e7\u00f5es, mediante gelo trazido por algum corpo celeste vindo do espa\u00e7o sideral.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Introdu\u00e7\u00e3o O criacionista de orienta\u00e7\u00e3o b\u00edblica esposa o catastrofismo. Aceitando as atuais taxas de transforma\u00e7\u00e3o em sua rela\u00e7\u00e3o com a parte da hist\u00f3ria terrestre antiga, convence-se tamb\u00e9m de que h\u00e1 evid\u00eancias de cat\u00e1strofes globais no passado. 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