{"id":325,"date":"1973-06-01T14:39:28","date_gmt":"1973-06-01T17:39:28","guid":{"rendered":"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/?p=325"},"modified":"2022-10-27T00:24:50","modified_gmt":"2022-10-27T03:24:50","slug":"o-criacionismo-no-seculo-xx","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/artigos\/o-criacionismo-no-seculo-xx\/","title":{"rendered":"O Criacionismo no S\u00e9culo XX"},"content":{"rendered":"<p>Pode ser \u00fatil que algu\u00e9m que tenha vivido at\u00e9 o presente neste s\u00e9culo vinte, recorde suas pr\u00f3prias experi\u00eancias e observa\u00e7\u00f5es, juntamente com algumas not\u00e1veis descobertas realizadas no decurso de sua vida.<\/p>\n<p>No in\u00edcio do s\u00e9culo vinte, o autor deste artigo era um jovem estudante. Nos Estados Unidos a evolu\u00e7\u00e3o era assunto para professores universit\u00e1rios e te\u00f3logos, e poucas pessoas mais. Era ela de grande utilidade para os &#8220;infi\u00e9is&#8221;, como os ateus eram ent\u00e3o designados, os quais faziam grande estardalha\u00e7o. A doutrina, na \u00e9poca com cerca de quarenta anos, contados a partir da publica\u00e7\u00e3o de &#8220;A Origem das Esp\u00e9cies&#8221; de Darwin, n\u00e3o tinha ainda ca\u00eddo no dom\u00ednio do homem comum.<\/p>\n<p>Os livros escolares n\u00e3o discutiam a origem da Terra, ou a origem dos seres viventes. Os autores n\u00e3o mencionavam a cria\u00e7\u00e3o divina nem as teorias materialistas das origens, mas ignoravam a ambas, assumindo uma posi\u00e7\u00e3o agn\u00f3stica. Os textos comuns nos tempos em que meu pai havia estudado n\u00e3o mais eram adotados em Indiana, tendo sido substitu\u00eddos por outros bastante ecl\u00e9ticos que inclu\u00edam hist\u00f3rias b\u00edblicas, juntamente com sele\u00e7\u00f5es liter\u00e1rias e hist\u00f3ricas. Os livros de Geografia e de Hist\u00f3ria calavam-se acerca das origens.<\/p>\n<p>Olhando para tr\u00e1s agora, conven\u00e7o-me de que as &#8220;evid\u00eancias&#8221; das origens ao acaso, bem como do desenvolvimento mecanicista, eram ent\u00e3o mais fortes do que hoje, porque n\u00e3o haviam ainda aparecido \u00e0s dificuldades que hoje existem para a sua explica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h3><b>Id\u00e9ias mantidas<\/b><\/h3>\n<p>Volvendo agora \u00e0s cren\u00e7as dos cientistas por volta da passagem do s\u00e9culo, observam-se certas cren\u00e7as do s\u00e9culo dezenove ainda em voga. Dentre elas destacam-se a heran\u00e7a dos caracteres adquiridos e a recapitula\u00e7\u00e3o nos embri\u00f5es.<\/p>\n<p>Reconhecia-se ent\u00e3o que os caracteres dos seres vivos eram adquiridos sob a\u00e7\u00e3o do ambiente, ou pelo uso ou desuso; entretanto j\u00e1 na pr\u00f3xima gera\u00e7\u00e3o isso n\u00e3o era mais aceito (1). Isso se deu inclusive na R\u00fassia, onde, h\u00e1 poucas d\u00e9cadas, um grupo com apoio pol\u00edtico sustentou a teoria.<\/p>\n<p>Quanto aos embri\u00f5es passando pelos est\u00e1gios dos seus supostos ancestrais, a id\u00e9ia foi afastada tanto pelos criacionistas como pelos evolucionistas (2). O abandono da heran\u00e7a dos caracteres adquiridos, e da recapitula\u00e7\u00e3o, tornou a evolu\u00e7\u00e3o muito mais dif\u00edcil de ser crida.<\/p>\n<h3>Culto dos her\u00f3is<\/h3>\n<p>A evolu\u00e7\u00e3o, doutrina de que a vida surgiu por acaso, tornando-se mais complexa pela a\u00e7\u00e3o de for\u00e7as materiais, n\u00e3o \u00e9 ci\u00eancia, mas sim um tipo de filosofia natural. A ci\u00eancia consiste de fatos, mas a filosofia natural persiste apesar dos fatos, se satisfizer os desejos populares acerca da natureza do mundo. O homem que se op\u00f4s aos s\u00e1bios e te\u00f3logos, e alterou o ponto de vista da maioria a respeito do universo, aliviando a sua responsabilidade para com Deus, tornou-se, e ainda \u00e9, um her\u00f3i. Esse her\u00f3i do s\u00e9culo dezenove foi Charles Darwin. Ainda no presente os erros de Darwin s\u00e3o esquecidos, e as suas escassas id\u00e9ias sobre Gen\u00e9tica s\u00e3o elogiadas.<\/p>\n<p>As id\u00e9ias de Charles Darwin eram dominantes na \u00faltima metade do s\u00e9culo dezenove. O resultado foi que a influ\u00eancia do verdadeiro cientista, Gregor Mendel, foi retardada at\u00e9 o s\u00e9culo vinte, 35 anos ap\u00f3s ter completado suas pesquisas b\u00e1sicas.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-327\" src=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/ervilhaMendel.jpg\" alt=\"\" width=\"494\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/ervilhaMendel.jpg 494w, https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/ervilhaMendel-300x121.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 494px) 100vw, 494px\" \/><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-328\" src=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/mendel.jpg\" alt=\"\" width=\"157\" height=\"200\" \/><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Quando Mendel apresentou sua contribui\u00e7\u00e3o sobre a heran\u00e7a das ervilhas perante a Sociedade de Ci\u00eancias Naturais de Brunn, em 1865, registrou-se nos anais que n\u00e3o houve discuss\u00e3o. Registrou-se tamb\u00e9m que, \u00e0 tarde, Alexander Makowsky mencionou &#8220;com o m\u00e1ximo entusiasmo&#8221; um livro escrito por um ingl\u00eas chamado Darwin, seis anos antes, e intitulado &#8220;A Origem das Esp\u00e9cies&#8221; (3). Os cientistas discutiram o livro aquela tarde, e toda a Europa fez o mesmo no restante do s\u00e9culo. Entretanto, desde 1900 a influ\u00eancia de Mendel tornou-se enorme.<\/p>\n<p>\u00c9 verdade que o artigo de Mendel foi publicado em um obscuro peri\u00f3dico, e que pouco tempo lhe restava para pesquisa no mosteiro do qual foi eleito administrador e onde vivia. Mas a real frustra\u00e7\u00e3o foi terem os s\u00e1bios aceito a hip\u00f3tese de que a vida surgiu e se desenvolveu por meios naturais, e estarem procurando os poss\u00edveis m\u00e9todos envolvidos.<\/p>\n<h3><b>Gen\u00e9tica versus evolu\u00e7\u00e3o<\/b><\/h3>\n<p>A primeira d\u00e9cada do s\u00e9culo vinte foi um tempo de grande progresso em gen\u00e9tica e citologia. Grande n\u00famero de cientistas pode perceber claramente que a sua ci\u00eancia apontava para o oposto da evolu\u00e7\u00e3o embora a maioria deles hesitasse em romper abertamente com os demais. Alfred Russel Wallace, \u00edntimo amigo e colaborador de Darwin, disse<\/p>\n<p>&#8220;A respeito da rela\u00e7\u00e3o geral entre o Mendelismo e a evolu\u00e7\u00e3o, cheguei a uma conclus\u00e3o bastante definida. \u00c9 que ele \u00e9 realmente antag\u00f4nico \u00e0 evolu\u00e7\u00e3o&#8221; (4).<\/p>\n<p>William Bateson (1861 &#8211; 1926) declarou numa reuni\u00e3o da Associa\u00e7\u00e3o Americana para o Progresso da Ci\u00eancia em Toronto:<\/p>\n<p>&#8220;\u00c9 imposs\u00edvel para os cientistas concordar por mais tempo com a teoria de Darwin da origem das esp\u00e9cies. Ap\u00f3s quarenta anos nenhuma explica\u00e7\u00e3o nem evid\u00eancia alguma foram descobertas para comprovar a sua origem das esp\u00e9cies. &#8230; N\u00e3o mais sentimos, como anteriormente, que o processo de varia\u00e7\u00e3o, ocorrendo agora contemporaneamente, \u00e9 o in\u00edcio de um trabalho que necessita meramente do elemento tempo para a sua efetiva\u00e7\u00e3o; pois mesmo o tempo n\u00e3o pode completar aquilo que ainda n\u00e3o se iniciou&#8221; (5).<\/p>\n<p>N\u00e3o obstante, ao lado dessa declara\u00e7\u00e3o franca, Bateson dava raz\u00e3o para se acreditar que ele ainda tinha f\u00e9 na evolu\u00e7\u00e3o e que esperava que fosse achada alguma comprova\u00e7\u00e3o de sua ocorr\u00eancia.<\/p>\n<h3><b>Uma grande d\u00e9cada<\/b><\/h3>\n<p>Realmente, a declara\u00e7\u00e3o anterior daquele grande e honesto geneticista em 21 de dezembro de 1921, juntamente com outras declara\u00e7\u00f5es semelhantes, deu um grande impulso ao movimento criacionista na Am\u00e9rica. A d\u00e9cada de 1920 &#8211; 1930 foi uma \u00e9poca de protesto ruidoso e marcante dos cidad\u00e3os comuns contra a evolu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Foi algo semelhante ao atual movimento, embora com diferentes porta-vozes. Os l\u00edderes eram na maior parte ministros evang\u00e9licos n\u00e3o muito aprofundados em Teologia. Faziam bem em dar cr\u00e9dito completamente \u00e0 B\u00edblia, mas ao criticar a evolu\u00e7\u00e3o desfaziam tamb\u00e9m da Ci\u00eancia. Um slogan comum era &#8220;\u00c9 melhor conhecer a Rocha dos S\u00e9culos do que os s\u00e9culos das rochas&#8221;. Atualmente os porta-vozes do criacionismo, muitos dos quais s\u00e3o cientistas, d\u00e3o o devido cr\u00e9dito aos cuidadosos estudos dos cientistas, mas enfatizam a real dissocia\u00e7\u00e3o entre a Ci\u00eancia e a evolu\u00e7\u00e3o, chamando esta \u00faltima de filosofia natural.<\/p>\n<p>Embora minha mem\u00f3ria possa falhar, lembro-me de dois l\u00edderes proeminentes daquela d\u00e9cada: William Jennings Bryan e George McCready Price. O primeiro era muito culto, embora n\u00e3o no campo da ci\u00eancia, tendo sido designado por tr\u00eas vezes para a Presid\u00eancia dos Estados Unidos pelo Partido Democr\u00e1tico, e servido como Secret\u00e1rio de Estado do Presidente Woodrow Wilson. Como orador raramente foi igualado.<\/p>\n<p>G. M. Price nasceu no Canad\u00e1, era muito instru\u00eddo em l\u00ednguas e filosofia, e ensinou em v\u00e1rias faculdades. No decorrer de sua longa vida estudou hist\u00f3ria da ci\u00eancia e relat\u00f3rios de explora\u00e7\u00f5es geol\u00f3gicas, escreveu um bom n\u00famero de livros e contribuiu bastante para o movimento criacionista. Embora acusado de n\u00e3o pertencer a nenhuma sociedade cient\u00edfica, era membro da Associa\u00e7\u00e3o Americana para o Progresso da Ci\u00eancia e da Academia de Ci\u00eancias da Calif\u00f3rnia. Price foi duramente criticado, do mesmo modo que qualquer pessoa que descobrisse defeitos numa &#8220;vaca sagrada&#8221;.<\/p>\n<p>O protesto da d\u00e9cada de 1920 foi dirigido contra os que ensinavam a evolu\u00e7\u00e3o, sendo que no Tennessee os legisladores promulgaram uma lei contra tais professores nas escolas p\u00fablicas. A\u00e7\u00e3o semelhante foi movida no Arkansas e no Mississippi.<\/p>\n<p>A a\u00e7\u00e3o movida em Dayton, Tennessee, em 1925 para fazer cumprir a lei naquele estado, recebeu grande publicidade e n\u00e3o necessita ser mencionada a n\u00e3o ser para trazer \u00e0 luz alguns fatos que de outra maneira n\u00e3o seriam conhecidos. Quando W. J. Bryan decidiu ir auxiliar a causa, solicitou a Price que fosse junto, mas este declinou do convite devido a uma viagem \u00e0 Europa (6). Bryan n\u00e3o tinha defendido nenhuma causa h\u00e1 cerca de 20 anos, e estava com a sa\u00fade abalada, como evidenciado pelo fato de ter morrido poucos dias ap\u00f3s o julgamento.<\/p>\n<p>Estive na loja em que o professor John T. Scopes foi for\u00e7ado pelo membro da Uni\u00e3o das Liberdades Civis, George Rappleyea, a dizer que havia ensinado a teoria da evolu\u00e7\u00e3o, muito embora n\u00e3o se lembrasse de t\u00ea-lo feito(7). Nas minhas tr\u00eas visitas a Dayton verifiquei que os moradores daquela pequena cidade t\u00edpica ainda cr\u00eaem que Deus criou o homem \u00e0 sua pr\u00f3pria imagem.<\/p>\n<p>As tr\u00eas leis estaduais mencionadas acima foram revogadas. Um esfor\u00e7o mais moderno \u00e9 a legisla\u00e7\u00e3o do Conselho de Educa\u00e7\u00e3o da Calif\u00f3rnia, que exige que, onde se ensine a evolu\u00e7\u00e3o, tamb\u00e9m se apresente a cria\u00e7\u00e3o como uma teoria alternativa. Cidad\u00e3os de outros estados, principalmente do Texas, est\u00e3o lutando por uma legisla\u00e7\u00e3o an\u00e1loga.<\/p>\n<p><b>Grandes homens ajudam os criacionistas<\/b><\/p>\n<p>No decorrer de todo o s\u00e9culo XX, os evolucionistas t\u00eam declarado que nenhum cientista acredita na cria\u00e7\u00e3o divina, mas essa acusa\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 verdade. Henri Fabre (1825-1915), entomologista franc\u00eas, falou muito claramente contra a evolu\u00e7\u00e3o. Era ele muito instru\u00eddo, mas preferia viver de maneira simples, dedicando-se \u00e0s suas pesquisas e publica\u00e7\u00f5es. Esse interessante escritor destacou a import\u00e2ncia do planejamento inteligente nos seres vivos, observando que uma adapta\u00e7\u00e3o deveria realizar-se completamente e ser capaz de funcionar bem desde o in\u00edcio, ao inv\u00e9s de realizar-se gradualmente (8).<\/p>\n<p>Outro biologista, bastante not\u00e1vel foi Wilhelm Johannsen, da Dinamarca. (1857-1927). Embora seja dif\u00edcil de saber quais as suas cren\u00e7as, as suas descobertas permitiram vislumbrar os limites da sele\u00e7\u00e3o. Johannsen descobriu que, como era de esperar, feij\u00f5es grandes produziam feij\u00f5es grandes. Por\u00e9m, aprofundando sua pesquisa, plantando separadamente feij\u00f5es grandes e pequenos descendentes da mesma planta, n\u00e3o havia diferen\u00e7a significativa no tamanho do produto (9). A sele\u00e7\u00e3o, m\u00e9todo proposto por Darwin para explica\u00e7\u00e3o da suposta altera\u00e7\u00e3o evolutiva, n\u00e3o se mostrava eficaz. Essas experi\u00eancias, feitas em torno de 1909, foram repetidas por outros pesquisadores com outras esp\u00e9cies, levando aos mesmos resultados.<\/p>\n<p>Como eu havia sido levado a crer, pelos meus estudos, que quanto mais intensa a sele\u00e7\u00e3o, maior o melhoramento, tais resultados me deixaram bastante surpreso. Johannsen mostrou que a sele\u00e7\u00e3o simplesmente classifica os genes, tornando-se ineficaz quando os genes s\u00e3o todos iguais, mesmo que existam diferen\u00e7as devidas ao ambiente.<\/p>\n<p>James D. Watson e F. H. C. Crick, com o seu trabalho que mostrou a grande complexidade do gene, bem como que a heran\u00e7a a ser transmitida depende de um c\u00f3digo, tornaram dif\u00edcil acreditar na evolu\u00e7\u00e3o ao acaso (10). Esse c\u00f3digo assemelha-se a uma palavra, e a sua forma\u00e7\u00e3o se d\u00e1 pela a\u00e7\u00e3o de unidades de \u00e1tomos, da mesma maneira que uma palavra \u00e9 formada por uma seq\u00fc\u00eancia apropriada de letras. \u00c9 digno de nota que c\u00f3digos nunca se formaram sem o aux\u00edlio de uma intelig\u00eancia.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Reconhece-se que a prova ou a rejei\u00e7\u00e3o da evolu\u00e7\u00e3o est\u00e1 a cargo dos geneticistas e geologistas. Os desenvolvimentos na Geologia foram desapontadores para os evolucionistas, no sentido de n\u00e3o terem sido preenchidos os vazios existentes entre as categorias de f\u00f3sseis. Da mesma maneira que nos seres vivos, n\u00e3o se descobriram formas f\u00f3sseis vegetais ou animais para preencher os vazios existentes entre as ordens, classes e fila. Igualmente, ap\u00f3s muita paciente pesquisa, n\u00e3o foram descobertos f\u00f3sseis inquestion\u00e1veis abaixo das rochas do Cambriano. Esses resultados negativos tornam mais f\u00e1cil volver ao relato b\u00edblico de uma cria\u00e7\u00e3o geral no in\u00edcio.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-329\" src=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/montanha.jpg\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"141\" srcset=\"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/montanha.jpg 450w, https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/montanha-300x94.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><\/p>\n<h3><b>Os criacionistas organizam-se<\/b><\/h3>\n<p>Observando as discrep\u00e2ncias entre as pretens\u00f5es dos evolucionistas e os fatos cient\u00edficos estabelecidos, os modernos cientistas, bem como n\u00e3o cientistas, criacionistas, juntaram-se para tornar p\u00fablico seus pontos de vista. Atualmente muitas organiza\u00e7\u00f5es existem, das quais algumas poucas ser\u00e3o mencionadas.<\/p>\n<p>O Movimento de Protesto contra a Evolu\u00e7\u00e3o (Evolution Protest Movement) fundado na Inglaterra em 1932 foi a primeira organiza\u00e7\u00e3o, e contou com diversos bons cientistas como dirigentes e membros. Um deles foi Douglas Dewar, not\u00e1vel ornitologista que viveu muito tempo na \u00cdndia. Essa organiza\u00e7\u00e3o tem permanecido fiel ao seu prop\u00f3sito original.<\/p>\n<p>A Comunh\u00e3o Cient\u00edfica Americana (American Scientific Affiliation) formou-se em 1941 mediante o convite feito por um cidad\u00e3o a cinco cientistas para reunirem-se a suas expensas. Esses cinco cientistas constitu\u00edram o primeiro Conselho de Diretores, e muitos criacionistas com bagagem cient\u00edfica tornaram-se membros. Ap\u00f3s alguns anos a declara\u00e7\u00e3o de f\u00e9 foi tornada mais liberal para atrair mais membros, e a carga contra a evolu\u00e7\u00e3o foi diminu\u00edda. Os assuntos escolhidos para discuss\u00e3o a partir de ent\u00e3o constitu\u00edram os atuais objetivos da sociedade.<\/p>\n<p>A Liga de Evid\u00eancia Crist\u00e3 (Christian Evidence League) de Malverne, Nova York, surgiu em 1946 ap\u00f3s a dissolu\u00e7\u00e3o da Associa\u00e7\u00e3o Religi\u00e3o e Ci\u00eancia (Religion and Science Association) devido a desacordo surgido entre os membros quanto \u00e0 exist\u00eancia de um poss\u00edvel intervalo entre o relato de G\u00eanesis 1:1 e 1:2. A Liga publica &#8220;O Criacionista&#8221;, que cobre t\u00f3picos mais amplos do que meramente os referentes \u00e0 cria\u00e7\u00e3o e \u00e0 evolu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s v\u00e1rios anos, o apoio ao criacionismo parecia diminuir. Mais ou menos em 1960 escrevi ao Dr. Walter Lammerts perguntando-lhe se n\u00e3o poder\u00edamos fazer algo para aumentar o volume de contribui\u00e7\u00f5es cient\u00edficas a favor da causa. Respondeu-me ent\u00e3o: &#8220;D\u00ea-me dez homens de a\u00e7\u00e3o e faremos mais do que todos os outros est\u00e3o fazendo no momento&#8221;.<\/p>\n<p>Minha resposta foi que poder\u00edamos achar esses homens; assim, escrevi para oito pessoas e estabelecemos o &#8220;grupo dos dez&#8221;. Come\u00e7amos a publicar auxiliando-nos mutuamente, at\u00e9 que o Dr. Lammerts vislumbrou a possibilidade de uma organiza\u00e7\u00e3o de maior porte. Em 1963, em uma conven\u00e7\u00e3o conjunta da American Scientific Affiliation e da Evangelical Theological Society (Sociedade Teol\u00f3gica Evang\u00e9lica) realizada em Wilmore, no Estado de Kentucky, um grupo de pessoas interessadas colaborou na reda\u00e7\u00e3o preliminar da Declara\u00e7\u00e3o de Princ\u00edpios de uma nova organiza\u00e7\u00e3o, a Sociedade de Pesquisas Criacionistas (Creation Research Society). O crescimento da Sociedade tem sido muito maior do que esper\u00e1vamos, e at\u00e9 agora n\u00e3o achamos necess\u00e1rio alterar a Declara\u00e7\u00e3o de Princ\u00edpios.<\/p>\n<p>A Associa\u00e7\u00e3o B\u00edblia-Ci\u00eancia (Bible-Science Association), com sede em Caldwell, Estado de Idaho, foi formada em 1963. Essa organiza\u00e7\u00e3o publica um boletim informativo e financia a venda de uma grande variedade de literatura criacionista. Financiou tamb\u00e9m uma reuni\u00e3o durante quatro dias com a participa\u00e7\u00e3o de todos os grupos criacionistas dos Estados Unidos, em Milwaukee, Estado de Wisconsin, de 10 a 13 de outubro de 1972, com boa participa\u00e7\u00e3o, estabelecendo um marco de progresso.<\/p>\n<p>Concluindo, consideremos as caracter\u00edsticas singulares da presente d\u00e9cada &#8211; 1963 a 1973. A discuss\u00e3o mantida h\u00e1 cem anos entre cria\u00e7\u00e3o e evolu\u00e7\u00e3o centralizava-se no desacordo existente entre cientistas e religionistas. Por\u00e9m, como certo jornalista bem destacou, a discuss\u00e3o atual \u00e9 entre dois grupos de cientistas. Embora na d\u00e9cada de 1920 tivessem sido escassos nas institui\u00e7\u00f5es educacionais os porta-vozes do criacionismo, existem hoje centenas deles.<\/p>\n<p>Embora as atuais organiza\u00e7\u00f5es criacionistas tenham o endosso de muitos te\u00f3logos, os criacionistas eminentes de hoje s\u00e3o cientistas. Muitos deles s\u00e3o mo\u00e7os a mo\u00e7as que descobriram por si s\u00f3s os erros do evolucionismo, e perceberam que a cria\u00e7\u00e3o divina do Universo \u00e9 um ponto de vista mais defens\u00e1vel.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-330\" src=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/margarida.jpg\" alt=\"\" width=\"340\" height=\"273\" srcset=\"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/margarida.jpg 340w, https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/margarida-300x241.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 340px) 100vw, 340px\" \/><\/p>\n<h3><b>Refer\u00eancias<\/b><\/h3>\n<p>(1) Snyder, L. H., and P. R. David. 1957. Principles of heredity. Health, New York, p. 348.<br \/>\n(2) Moment, G. 1958. General zoology. Houghton Mifflin, Boston, p. 20.<br \/>\n(3) Iltis, Hugo. 1932. Life of Mendel. Norton, N. Y., p 178.<br \/>\n(4) Nelson Byron. 1952. After its kind. Augsburg Publishing House, Minneapolis, MN, p. 106.<br \/>\n(5) Price, G. M. 1971. Report on Evolution. C. Wm. Anderson, Editor. Christian Evidence League, Malverne, N. Y., p. 124.<br \/>\n(6) Afirma\u00e7\u00e3o pessoal de Price ao autor.<br \/>\n(7) Scopes, J. T., and J. Presley. 1967. Center of the storm. Holt, Rinehart &amp; Winston, N. Y., pp. 33 e 67. Scopes lecionava \u00e1lgebra, f\u00edsica e qu\u00edmica, e era treinador de futebol. Por um pequeno per\u00edodo foi professor de biologia.<br \/>\n(8) Para um relato mais completo: Tinkle, W. J. Proceedings of Indiana Academy of Science, 65:200 e seguintes.<br \/>\n(9) Sturtevant, A. H. 1965. History of genetics. Harper &amp; Row, N. Y., p. 59.<br \/>\n(10) Smith, A. E. W. 1970. The creation of life. Harold Shaw Publisher, Wheaton, III., pp. 17 e 74 e seguintes.<\/p>\n<hr \/>\n<div align=\"center\">FILMES RECOMENDADOS<\/div>\n<p align=\"center\">(Esta Nota foi acrescentada \u00e0 primeira edi\u00e7\u00e3o deste n\u00famero da Folha Criacionista)<\/p>\n<p>Recomendamos aos nossos leitores, a prop\u00f3sito do famoso &#8220;Processo Scopes&#8221; tratado neste artigo, o v\u00eddeo que tem sido exibido nos \u00faltimos anos pelas emissoras de TV por assinatura, e que est\u00e1 dispon\u00edvel no acervo da Sociedade Criacionista Brasileira, com dublagem ou legendas em Portugu\u00eas, a saber, &#8220;Herdeiros do Vento&#8221;, reproduzindo (embora de maneira tendenciosa) o julgamento efetuado em 1925, em Dayton, no Tennessee, com William Jennings Bryan como promotor.<\/p>\n<p>Recomendamos tamb\u00e9m o v\u00eddeo-tape e DVD das palestras efetuadas em 2005 pelo Dr. S\u00e9rgio Paulo Fernandes no Centro Cultural da SCB, destacando aspectos importantes do &#8220;Processo Scopes&#8221;, que neste ano est\u00e1 completando seu octog\u00e9simo anivers\u00e1rio.<\/p>\n<p>Os pedidos desses document\u00e1rios podem ser efetuados diretamente \u00e0 Sociedade Criacionista Brasileira, no seguinte endere\u00e7o eletr\u00f4nico: scb@scb.org.br.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pode ser \u00fatil que algu\u00e9m que tenha vivido at\u00e9 o presente neste s\u00e9culo vinte, recorde suas pr\u00f3prias experi\u00eancias e observa\u00e7\u00f5es, juntamente com algumas not\u00e1veis descobertas realizadas no decurso de sua vida. 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