{"id":236,"date":"1973-05-01T09:32:17","date_gmt":"1973-05-01T12:32:17","guid":{"rendered":"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/?p=236"},"modified":"2022-10-27T00:22:05","modified_gmt":"2022-10-27T03:22:05","slug":"uniformismo-probabilidade-e-evolucao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/artigos\/uniformismo-probabilidade-e-evolucao\/","title":{"rendered":"Uniformismo, Probabilidade e Evolu\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>O autor tenta mostrar que a Hip\u00f3tese do Uniformismo de Lyell \u00e9 a filosofia que n\u00e3o somente dirige o estudo da Geologia, como tamb\u00e9m da Cosmologia e da Evolu\u00e7\u00e3o Qu\u00edmica.<br \/>\nConsidera, ent\u00e3o, a forma\u00e7\u00e3o ao acaso de uma pequena prote\u00edna de cem amino\u00e1cidos contendo vinte amino\u00e1cidos diferentes numa seq\u00fc\u00eancia definida, a partir de um \u201ccaldo primordial\u201d, em que todas as mol\u00e9culas de \u00e1gua da hidrosfera terrestre tenham sido substitu\u00eddas por esses vinte diferentes amino\u00e1cidos. O autor usa o C\u00e1lculo das Probabilidades para mostrar que a probabilidade de forma\u00e7\u00e3o de tal pequena prote\u00edna por acaso, no decorrer dos \u00faltimos 1010 anos, \u00e9 de 1 para 1067. \u00c0 luz dessa conclus\u00e3o, a complexa natureza do DNA \u00e9 ent\u00e3o discutida brevemente, com refer\u00eancia ao c\u00f3digo gen\u00e9tico. Finalmente o autor conclui que, para evitar confus\u00e3o, a Ci\u00eancia deveria ser estudada somente \u00e0 luz da Revela\u00e7\u00e3o de Deus ao homem.<\/p>\n<p>Estudantes de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o obt\u00eam o t\u00edtulo de Doutor mediante a apresenta\u00e7\u00e3o de uma tese sobre assunto de pesquisa original em determinada \u00e1rea acad\u00eamica. \u00c0s mais das vezes, a tese apresentada n\u00e3o cont\u00e9m disserta\u00e7\u00f5es filos\u00f3ficas, sendo um mero relato do programa de pesquisas do candidato, tendo em vista indicar como resultados da pesquisa se integraram no quadro geral da \u00e1rea acad\u00eamica escolhida pelo estudante.<\/p>\n<p>De fato, como estudante de gradua\u00e7\u00e3o em Qu\u00edmica, verifiquei que eram desencorajadas as disserta\u00e7\u00f5es filos\u00f3ficas, sendo mesmo quase que totalmente exclu\u00eddas em confer\u00eancias e semin\u00e1rios. A t\u00edtulo de ilustra\u00e7\u00e3o, lembro-me de um conferencista de Termodin\u00e2mica que foi arg\u00fcido por um estudante a respeito de como ele e os demais estudantes responderiam \u00e0 pergunta: \u201cN\u00e3o \u00e9 a Teoria da Evolu\u00e7\u00e3o uma contradi\u00e7\u00e3o do Segundo Princ\u00edpio da Termodin\u00e2mica?\u201d O conferencista recusou-se a responder \u00e0 pergunta e n\u00e3o permitiu que ningu\u00e9m mais discutisse essa pergunta vital.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, tem sido minha experi\u00eancia, tanto como aluno de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o quanto como pesquisador p\u00f3s-doutorado na \u00e1rea de F\u00edsico-Qu\u00edmica, que n\u00e3o t\u00eam sido encorajadas discuss\u00f5es filos\u00f3ficas em confer\u00eancias, semin\u00e1rios e simp\u00f3sios, e que na maior parte do ensino das ci\u00eancias s\u00e3o totalmente desprezados o m\u00e9todo cient\u00edfico e a filosofia da ci\u00eancia. O resultado de ensinar Qu\u00edmica dessa maneira, isto \u00e9, como uma disciplina exata, \u00e9 uma pletora de detentores do t\u00edtulo de Doutor em Qu\u00edmica que, \u00e0s mais das vezes, s\u00e3o incapazes de racioc\u00ednio filos\u00f3fico, e que n\u00e3o d\u00e3o considera\u00e7\u00e3o alguma \u00e0s implica\u00e7\u00f5es das v\u00e1rias hip\u00f3teses e teorias em que foram doutrinados.<\/p>\n<h2><strong>Uniformismo<\/strong><\/h2>\n<p>As leis f\u00edsicas da natureza, como por exemplo as leis da gravidade, da termodin\u00e2mica, e do movimento, s\u00e3o ensinadas com a infer\u00eancia de que elas sempre estiveram e sempre continuar\u00e3o a estar em a\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Semelhantemente, com as grandezas f\u00edsicas (tais como a velocidade da luz, a intensidade das liga\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas, as propriedades f\u00edsicas e qu\u00edmicas das subst\u00e2ncias), h\u00e1 de novo essa infer\u00eancia de que os valores e as propriedades determinados atualmente s\u00e3o os mesmos que teriam sido determinados em qualquer tempo, quer no passado, quer no futuro.<\/p>\n<p>Essa infer\u00eancia, contudo, \u00e9 verdadeira somente para o per\u00edodo de tempo que decorre desde a Cria\u00e7\u00e3o pelo onipotente Criador at\u00e9 o dia em que \u201cos c\u00e9us passar\u00e3o com estrepitoso estrondo e os elementos se desfar\u00e3o abrasados e a Terra e as obras que nela existem ser\u00e3o atingidas\u201d (1). Al\u00e9m disso, a palavra de Deus relata que Deus \u201c\u00e9 antes de todas as coisas, nEle tudo subsiste\u201d (2).<\/p>\n<p>De fato, porque Deus \u00e9 imut\u00e1vel (3), n\u00e3o \u00e9 irrazo\u00e1vel deduzir que a maioria das leis que regem a Ci\u00eancia, bem como as propriedades f\u00edsicas e qu\u00edmicas da mat\u00e9ria, n\u00e3o se t\u00eam alterado desde a Cria\u00e7\u00e3o, e n\u00e3o se alterar\u00e3o at\u00e9 a \u201cdestrui\u00e7\u00e3o\u201d. Deve, entretanto, ser notado que certas propriedades mensur\u00e1veis n\u00e3o s\u00e3o constantes, o seu valor variando de ano a ano, como por exemplo a posi\u00e7\u00e3o na esfera celeste para a qual aponta o Polo norte (4) e o valor do momento magn\u00e9tico terrestre (5).<\/p>\n<p>\u00c9 dada pouca considera\u00e7\u00e3o, pelos estudantes das Ci\u00eancias, \u00e0 veracidade e\/ou \u00e0s implica\u00e7\u00f5es da infer\u00eancia anterior, porque, de maneira geral, a Hip\u00f3tese Uniformista est\u00e1 integrada no todo da Ci\u00eancia, e \u00e9 aceita consciente ou inconscientemente como verdade sem contesta\u00e7\u00e3o. Essa hip\u00f3tese, que foi divulgada por Charles Lyell (1797-1875) no seu famoso livro \u201cPrinc\u00edpios de Geologia\u201d, pode ser expressa resumidamente como \u201co presente \u00e9 a chave para o passado\u201d.<\/p>\n<p>Pensa-se comumente que essa hip\u00f3tese \u00e9 aplicada somente ao campo da Geologia, onde se ensina que todos os processos geol\u00f3gicos ora em opera\u00e7\u00e3o na Terra, estiveram em a\u00e7\u00e3o da mesma maneira no passado, ao longo de per\u00edodos de tempo extremamente longos, e que tais processos graduais s\u00e3o os respons\u00e1veis pelo mundo tal qual o vemos hoje, com os seus continentes de montanhas, vales e estratos fossil\u00edferos. Pode-se ver, entretanto, que a hip\u00f3tese do Uniformismo de Lyell est\u00e1 em a\u00e7\u00e3o n\u00e3o s\u00f3 no campo da Geologia, como tamb\u00e9m em todas as \u00e1reas da Ci\u00eancia.<\/p>\n<h2><strong>Cosmologia<\/strong><\/h2>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-238 aligncenter\" src=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/09\/sistsolar.jpg\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"167\" srcset=\"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/09\/sistsolar.jpg 400w, https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/09\/sistsolar-300x125.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/p>\n<p>No campo da Cosmologia, esse tipo de racioc\u00ednio levou a duas diferentes hip\u00f3teses evolucionistas relativas \u00e0 natureza do Universo &#8211; a hip\u00f3tese do \u201cRegime Permanente\u201d de Hoyle (tamb\u00e9m chamada de hip\u00f3tese da \u201ccria\u00e7\u00e3o cont\u00ednua\u201d, embora envolva uma evolu\u00e7\u00e3o cont\u00ednua, e n\u00e3o cria\u00e7\u00e3o, de mat\u00e9ria a partir do nada), e a hip\u00f3tese de Gamow, da \u201cOscila\u00e7\u00e3o Eterna\u201d (tamb\u00e9m chamada de hip\u00f3tese do \u201cbig-bang\u201d, isto \u00e9, da explos\u00e3o inicial).A hip\u00f3tese de Hoyle pode ser expressa mediante uma de suas pr\u00f3prias frases:<\/p>\n<p>\u201cEssa id\u00e9ia requer que os \u00e1tomos permane\u00e7am continuamente no Universo, ao inv\u00e9s de serem criados explosivamente em algum instante definido no passado\u201d (6).<\/p>\n<p>A teoria de Gamow, por outro lado, expressa-se na conclus\u00e3o de que<\/p>\n<p>\u201c&#8230; nosso Universo existiu desde a eternidade, e que at\u00e9 cerca de cinco bilh\u00f5es de anos atr\u00e1s ele estava contraindo-se uniformemente a partir de um estado de rarefa\u00e7\u00e3o infinita; que h\u00e1 cinco bilh\u00f5es de anos ele atingiu um estado de m\u00e1xima compress\u00e3o, no qual a densidade de toda a sua mat\u00e9ria pode ter sido t\u00e3o grande quanto a das part\u00edculas armazenadas no n\u00facleo at\u00f4mico (isto \u00e9, cem bilh\u00f5es de vezes a densidade da \u00e1gua), e que o Universo atualmente est\u00e1 em expans\u00e3o, tendendo irreversivelmente a um estado de rarefa\u00e7\u00e3o infinita\u201d (7).<\/p>\n<p>Ambas as teorias s\u00e3o evolucionistas e uniformistas em seu contexto, e ambas envolvem a hip\u00f3tese de que o Universo n\u00e3o teve um princ\u00edpio e n\u00e3o ter\u00e1 um fim. A diferen\u00e7a entre elas pode ser resumida da seguinte maneira:<\/p>\n<p>\u201cA teoria do regime permanente sugere que o Universo seja mais ou menos o mesmo em qualquer posi\u00e7\u00e3o ou instante, no passado, no presente, ou no futuro, enquanto que, de acordo com a cosmologia da explos\u00e3o inicial, o Universo (que divisamos atualmente) teve seu in\u00edcio num estado altamente comprimido, como um \u00e1tomo primordial, que explodiu e desenvolveu-se no sistema de gal\u00e1xias atualmente observ\u00e1veis\u201d (8).<\/p>\n<p>Como os defensores de ambas essas teorias sup\u00f5em que as leis que regem as Ci\u00eancias e as propriedades f\u00edsicas e qu\u00edmicas da mat\u00e9ria t\u00eam permanecido as mesmas no decorrer do tempo, conclui-se que o estudo das transforma\u00e7\u00f5es que ocorrem atualmente no Universo, bem como as observa\u00e7\u00f5es de estrelas e gal\u00e1xias remotas, \u00e9 a chave da compreens\u00e3o de como evoluiu o Universo, isto \u00e9, o presente \u00e9 a chave para o passado. E essa \u00e9 a defini\u00e7\u00e3o da Hip\u00f3tese do Uniformismo!<br \/>\nEvolu\u00e7\u00e3o Qu\u00edmica<\/p>\n<p>Evidentemente, \u00e9 essa hip\u00f3tese a filosofia que norteia o estudo da Evolu\u00e7\u00e3o Qu\u00edmica &#8211; um termo que \u201cpassou a indicar os acontecimentos qu\u00edmicos que tiveram lugar na primitiva Terra prebi\u00f3tica (cerca de 4,5 a 3,5 bilh\u00f5es de anos atr\u00e1s), levando ao aparecimento da primeira c\u00e9lula viva\u201d (9).<\/p>\n<p>Novamente usando o seu princ\u00edpio de f\u00e9, de que \u201co presente \u00e9 a chave para o passado\u201d, os cientistas reproduziram nos seus laborat\u00f3rios condi\u00e7\u00f5es atmosf\u00e9ricas semelhantes \u00e0s que supuseram ter existido na primitiva Terra prebi\u00f3tica, e impuseram descargas el\u00e9tricas e radia\u00e7\u00f5es eletromagn\u00e9ticas nessa atmosfera inorg\u00e2nica, tentando produzir compostos org\u00e2nicos.<\/p>\n<p>Exemplificando, Miller em 1953 (10) produziu glicina, alanina a e b, \u00e1cido asp\u00e1rtico e \u00e1cido but\u00edrico a-amino, a partir de uma mistura de metana, am\u00f4nia, vapor d\u2019\u00e1gua e Hidrog\u00eanio, utilizando radia\u00e7\u00e3o de alta energia (Figura 1). Lemmon resume o resultado de todas as experi\u00eancias sobre evolu\u00e7\u00e3o qu\u00edmica realizadas at\u00e9 mar\u00e7o de 1969, da seguinte maneira:<\/p>\n<p>\u201cAs mol\u00e9culas org\u00e2nicas mais importantes (biomon\u00f4meros) dos sistemas vivos foram enumeradas como os vinte amino\u00e1cidos das prote\u00ednas naturais, as cinco bases do \u00e1cido nucleico, a glucose, a ribose e a desoxirribose. As experi\u00eancias de laborat\u00f3rio efetuadas sob condi\u00e7\u00f5es claramente condizentes com as condi\u00e7\u00f5es prov\u00e1veis existentes na Terra primitiva resultaram no aparecimento de pelo menos 15 dos 20 amino\u00e1cidos, 4 das 5 bases de \u00e1cido nucleico, e 2 dos 3 a\u00e7\u00facares. Adicionalmente, foram observados representantes de nucleos\u00eddeos, nucleot\u00eddeos, \u00e1cidos graxos e porfirinas biologicamente importantes. Essa pesquisa tornou claro que esses compostos ter-se-iam acumulado na Terra primitiva (prebi\u00f3tica), e que a sua forma\u00e7\u00e3o \u00e9 o resultado inevit\u00e1vel da a\u00e7\u00e3o das altas energias dispon\u00edveis na primitiva atmosfera terrestre.\u201d (Refer\u00eancia 9).<\/p>\n<p>Com os resultados de tais experi\u00eancias em mente, os cientistas afirmam que no decorrer do tempo tais mol\u00e9culas org\u00e2nicas sem vida tornaram-se associadas num organismo vivo, por obra do acaso (11).<\/p>\n<figure id=\"attachment_239\" aria-describedby=\"caption-attachment-239\" style=\"width: 480px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-239\" src=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/09\/dna2.jpg\" alt=\"\" width=\"480\" height=\"161\" srcset=\"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/09\/dna2.jpg 480w, https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/09\/dna2-300x101.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 480px) 100vw, 480px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-239\" class=\"wp-caption-text\">Figura 1 (Acima)<br \/>Produtos obtidos na experi\u00eancia de Miller<br \/>Figura 2 (Acima)<br \/>Blocos de constru\u00e7\u00e3o do DNA<\/figcaption><\/figure>\n<h2><strong>Probabilidade<\/strong><\/h2>\n<p>Examinemos essa hip\u00f3tese da origem da vida por acaso, a partir de mol\u00e9culas org\u00e2nicas inanimadas. Suponhamos que temos 20 amino\u00e1cidos distintos, e que desejamos construir aleatoriamente uma pequena prote\u00edna de 100 amino\u00e1cidos distribu\u00eddos numa determinada seq\u00fc\u00eancia. Nesse caso, h\u00e1 um total de 20100 ou 10130 configura\u00e7\u00f5es poss\u00edveis para essa prote\u00edna. A hidrosfera terrestre (12) tem a dimens\u00e3o de 1,37.109 quil\u00f4metros c\u00fabicos, contendo cerca de 1047 mol\u00e9culas (13).<\/p>\n<p>Vamos supor agora que o oceano terrestre prebi\u00f3tico fosse das mesmas dimens\u00f5es que a atual hidrosfera, mas que ao inv\u00e9s de conter 1047 mol\u00e9culas de \u00e1gua, contivesse l047 mol\u00e9culas dos amino\u00e1cidos considerados, o que n\u00e3o deixaria de ser um caldo primordial bastante concentrado, considerando-se que, de acordo com os evolucionistas qu\u00edmicos, teriam sido necess\u00e1rios 3.108 anos para que os oceanos terrestres abiog\u00eanicos desenvolvessem uma solu\u00e7\u00e3o de 1% de mat\u00e9ria org\u00e2nica (14).<\/p>\n<p>Suponhamos, ent\u00e3o, que todos esses amino\u00e1cidos se combinassem para formar uma mol\u00e9cula de prote\u00edna de 100 amino\u00e1cidos em cada segundo. Isso produziria l045 prote\u00ednas por segundo. Um ano tem cerca de 3.107 segundos, ou, arredondando-se, 108 segundos. Assim, seriam formadas cada ano 1053 prote\u00ednas com 100 amino\u00e1cidos.<\/p>\n<p>Embora variem as cosmologias, muitos evolucionistas sustentam que a Terra se condensou de uma nuvem de poeira h\u00e1 cerca de 4,5 a 4,8.109 anos (15). Mesmo supondo que fosse h\u00e1 1010 anos, isso significaria que, durante todo esse per\u00edodo de tempo, ter-se-iam formado 1063 prote\u00ednas de 100 amino\u00e1cidos.<\/p>\n<p>Isso, entretanto, ainda seria 1067 vezes menor do que as 10130 configura\u00e7\u00f5es poss\u00edveis, o que significa que \u00e9 de 1 para 1067 a probabilidade de formar-se por acaso, durante 1010 anos, uma simples prote\u00edna de 100 amino\u00e1cidos, com 20 amino\u00e1cidos distintos, a partir dos oceanos da Terra compostos de t\u00e3o somente aqueles 20 amino\u00e1cidos!<\/p>\n<p>Os evolucionistas qu\u00edmicos, como Lemmon, j\u00e1 citado, insistem entretanto que mol\u00e9culas org\u00e2nicas inanimadas compuseram-se por acaso para formar organismos vivos, no intervalo de cerca de 109 anos. Para que no exemplo anterior pudesse ser produzida a prote\u00edna de 100 amino\u00e1cidos no per\u00edodo de 109 anos, os amino\u00e1cidos deveriam combinar-se diferentemente cerca de 1068 vezes por segundo!<\/p>\n<h2><strong>Considerando o DNA<\/strong><\/h2>\n<p>Quanto tempo seria necess\u00e1rio para formar por acaso, no exemplo anterior, uma mol\u00e9cula de DNA (\u00e1cido desoxirribonucleico)? Essa mol\u00e9cula comp\u00f5e-se das quatro bases &#8211; Adenina, Citosina, Guanina e Timina, normalmente indicadas somente pelas respectivas iniciais A, C, G e T &#8211; que s\u00e3o mantidas unidas como degraus de uma escada espiral, por liga\u00e7\u00f5es de a\u00e7\u00facar e fosfato, formando uma cadeia (Figuras 2 e 3).<\/p>\n<figure id=\"attachment_240\" aria-describedby=\"caption-attachment-240\" style=\"width: 495px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-240 size-full\" src=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/09\/dna.jpg\" alt=\"\" width=\"495\" height=\"353\" srcset=\"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/09\/dna.jpg 495w, https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/09\/dna-300x214.jpg 300w, https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/09\/dna-400x284.jpg 400w\" sizes=\"auto, (max-width: 495px) 100vw, 495px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-240\" class=\"wp-caption-text\">Figura 3 \u2013 Estrutura do DNA<\/figcaption><\/figure>\n<p>\u00c9 exatamente a estrutura dessa longa mol\u00e9cula espiralada que determina que ratos dar\u00e3o origem somente a ratos, cravos somente a cravos, e seres humanos somente a seres humanos. O DNA existente no \u00c6X174, um pequeno v\u00edrus que ataca o bacilo Escherichia coli, \u00e9 uma mol\u00e9cula circular monofilamentar composta n\u00e3o de 100 amino\u00e1cidos como a simples prote\u00edna hipot\u00e9tica do exemplo anterior, mas de 5500 desoxinucleot\u00eddeos (16), enquanto que nas bact\u00e9rias essa quantidade \u00e9 1000 vezes maior, e nas c\u00e9lulas humanas 1.000.000 de vezes maior.<\/p>\n<p>O DNA \u00e9 uma mol\u00e9cula das mais complexas, constituindo realmente um c\u00f3digo gen\u00e9tico semelhante a um arquivo ou computador de controle. A sua receita gen\u00e9tica \u00e9 t\u00e3o complexa que o detentor do Pr\u00eamio Nobel F. H. C. Crick chegou a afirmar que se essa linguagem da vida pudesse ser traduzida para o Ingl\u00eas, ocuparia 1000 livros de 500 p\u00e1ginas. N\u00e3o se conhece livro algum com semelhante extens\u00e3o. Tal c\u00f3digo seria cerca de 300 vezes mais extenso que as obras completas de Shakeaspeare e cerca de 20 vezes mais extenso que a Enciclop\u00e9dia Brit\u00e2nica. Mesmo em face de toda essa complexidade, os evolucionistas querem que se acredite que o c\u00f3digo gen\u00e9tico surgiu por acaso.<\/p>\n<h2 class=\"titulopretoneg\"><strong>Abordagem il\u00f3gica<\/strong><\/h2>\n<p>Para ressaltar o racioc\u00ednio e a filosofia dos evolucionistas qu\u00edmicos, Victor Pearce (17) utiliza a seguinte ilustra\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p>Um abor\u00edgine se posta diante de um avi\u00e3o &#8211; um abor\u00edgine que s\u00f3 recentemente tomou conhecimento da exist\u00eancia de metais e de processos de fundi\u00e7\u00e3o. O homem civilizado, impaciente com a recusa do abor\u00edgine em acreditar nas f\u00e1bricas de avi\u00e3o existentes no mundo civilizado, ironicamente satisfaz a curiosidade do abor\u00edgine dizendo que o avi\u00e3o surgiu da seguinte maneira.<br \/>\nHouve um dia uma terr\u00edvel tempestade. Rel\u00e2mpagos atingiram rochas ricas em min\u00e9rios e derreteram os v\u00e1rios min\u00e9rios formando montes de ferro, cobre e alum\u00ednio.<br \/>\nNovamente rel\u00e2mpagos atingiram os metais antes do seu resfriamento, conformando-os sob diversas configura\u00e7\u00f5es inerentes \u00e0 sua pr\u00f3pria constitui\u00e7\u00e3o at\u00f4mica. Resultou, assim, a forma\u00e7\u00e3o de componentes simples &#8211; porcas, parafusos, chapas de alum\u00ednio, etc.<br \/>\nNovamente atuaram os rel\u00e2mpagos, formando-se ent\u00e3o componentes mais complexos &#8211; cabe\u00e7otes, pist\u00f5es, an\u00e9is, fios de cobre (imediatamente isolados), turbinas, p\u00e1s, componentes das h\u00e9lices propulsoras, rotores &#8211; ao mesmo tempo em que se fundiram algumas seringueiras dando origem aos pneus, e tudo ficando amontoado em um canto.<br \/>\nNovamente agem os rel\u00e2mpagos atingindo o monte de pe\u00e7as e fazendo-as voar pelo ar. Algumas das porcas ficaram suficientemente pr\u00f3ximas dos parafusos para poderem satisfazer a uma atra\u00e7\u00e3o inerente, rosqueando-se mutuamente e prendendo outros componentes nesse processo, sendo assim naturalmente selecionadas para a constru\u00e7\u00e3o do avi\u00e3o. Outras pe\u00e7as ca\u00edram inutilizadas, como restos indesej\u00e1veis, sendo ent\u00e3o rejeitadas.<br \/>\nAp\u00f3s sucessivas descargas el\u00e9tricas, formaram-se as unidades maiores &#8211; motores, painel de instrumentos, estruturas, fuselagem, tanques de combust\u00edvel, assentos e pias do lavat\u00f3rio.<br \/>\nPor coincid\u00eancia um terremoto rompeu os estratos e liberou \u00f3leo de uma anticlinal. O \u00f3leo escorreu e foi encher os tanques, ap\u00f3s ser destilado e classificado em tipos de diversas viscosidades, no trajeto.<br \/>\nUma descarga final fez com que tudo fosse para o ar. Havia muito mais pe\u00e7as do que as necess\u00e1rias para a constru\u00e7\u00e3o de um avi\u00e3o, mas as que por sorte ficaram numa posi\u00e7\u00e3o vi\u00e1vel, constitu\u00edram um aparelho completo que em seguida conseguiu realizar com seguran\u00e7a a sua aterrissagem.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 esse exatamente o tipo de f\u00e1bula em que os evolucionistas querem que acreditemos?<\/p>\n<h2 class=\"titulopretoneg\"><strong>Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 confus\u00e3o<\/strong><\/h2>\n<p>Finalmente, voltando \u00e0 pergunta inicial feita ao conferencista de Termodin\u00e2mica: \u201cN\u00e3o \u00e9 a Teoria da Evolu\u00e7\u00e3o uma contradi\u00e7\u00e3o ao Segundo Princ\u00edpio?\u201d A resposta \u00e9 \u201cSim\u201d! De acordo com a Teoria da Evolu\u00e7\u00e3o, com o decorrer do tempo o caos e a confus\u00e3o evoluir\u00e3o no sentido da ordem, enquanto que, de acordo com o Segundo Princ\u00edpio da Termodin\u00e2mica, com o decorrer do tempo a ordem dar\u00e1 origem ao caos e \u00e0 confus\u00e3o.<\/p>\n<p>Parece que o Segundo Princ\u00edpio aplica-se aos evolucionistas, pois, no decorrer do tempo, tendo eles deixado de lado o racioc\u00ednio ordenado apresentado pela B\u00edblia, o seu pr\u00f3prio racioc\u00ednio tornou-se ca\u00f3tico e confuso.<\/p>\n<p>A B\u00edblia nos diz que \u201cDeus n\u00e3o \u00e9 o autor da confus\u00e3o\u201d (18) e que Ele criou plantas e animais com o seu pr\u00f3prio DNA particular, de tal modo que se reproduzissem somente \u201cconforme a sua esp\u00e9cie\u201d (19).<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-241 aligncenter\" src=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/09\/medusa.jpg\" alt=\"\" width=\"240\" height=\"363\" srcset=\"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/09\/medusa.jpg 240w, https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/09\/medusa-198x300.jpg 198w\" sizes=\"auto, (max-width: 240px) 100vw, 240px\" \/><\/p>\n<h2><strong>Bibliografia<\/strong><\/h2>\n<h3>Refer\u00eancias<\/h3>\n<p>(l) II Pedro 3:10 (Tradu\u00e7\u00e3o da \u201cAuthorized Version\u201d).<br \/>\n(2) Colossenses 1:17 (Tradu\u00e7\u00e3o da \u201cThe Amplified Bible\u201d).<br \/>\n(3) Malaquias 3:6.<br \/>\n(4) Moore, Patrick. 1961. Astronomy. Oldbourne, London, p. 22.<br \/>\n(5) Barnes, Thomas G. 1971. Decay of the earth&#8217;s magnetic moment and the geochronological implications, Creation Research Society Quarterly, 8(1): 24 &#8211; 29. June.<br \/>\n(6) Hoyle, Fred. 1955. Frontiers of astronomy. Harper&#8217;s, New York, p. 317.<\/p>\n<p>(7) Gamow, George. 1955. Modern cosmology. (in) The new astronomy. Editors of The Scientific American. Simon and Schuster, New York, p. 23.<br \/>\n(8) Nature Science Report on 1968. Macmillan, London, p. 2.<br \/>\n(9) Lemmon, Richard M. 1970. Chemical evolution, Chemical Reviews, 70:95-109.<br \/>\n(10) Miller, S.L. 1953. A production of aminoacids under possible primitive earth conditions. Science, 117:528-529.<br \/>\n(11) Barghoorn, Elso S. 1971. The oldest fossils, Scientific American, 224 (5):30-42.<br \/>\n(12) Water (in) Van Nostrand&#8217;s Scientific Encyclopedia. 1947. D. Van Nostrand Company, Inc. New York.<br \/>\n(13) Com a hip\u00f3tese de que a densidade da \u00e1gua seja 1 g\/cm3, e que 1 mol\u00e9cula de \u00e1gua pese 3.10-23 g.<br \/>\n(14) Shklovskii, I. S. and C. Sagan. 1966. Intelligent life in the universe. Holden-Day, Inc., San Francisco, Calif., p. 233.<br \/>\n(15) Tilton, G.R. and R.H. Steiger. 1965. Lead isotopes and the age of the earth, Science, 150:1805-1808.<br \/>\n(16) Goulian. M. 1969. Synthesis of vital DNA, Science Journal, 5 (3):35-42.<br \/>\n(17) Pearce, E. K. V. 1969. Who was Adam? The Patter-noster Press, Exeter, Devon, United Kingdom, p. 104.<br \/>\n(18) I Cor\u00edntios 14:33 (Tradu\u00e7\u00e3o da Vers\u00e3o Autorizada Americana).<br \/>\n(19) G\u00eanesis 1:11-12, 20-21, e 24-25.<\/p>\n<hr \/>\n<h2>EVID\u00caNCIAS DE UM CRIADOR<\/h2>\n<p>(Esta Nota foi acrescentada \u00e0 primeira edi\u00e7\u00e3o deste n\u00famero da Folha Criacionista)<\/p>\n<p>A multiplica\u00e7\u00e3o do conhecimento ocorrida no \u00faltimo s\u00e9culo, cumprindo a pr\u00f3pria profecia b\u00edblica (Daniel 12:4), mostrou que os intrincados processos que ocorrem nas mais simples estruturas vivas jamais poderiam ter surgido mediante uma seq\u00fc\u00eancia de acontecimentos ao acaso. As instru\u00e7\u00f5es que especificam a complexa organiza\u00e7\u00e3o dos seres vivos n\u00e3o se encontra nas pr\u00f3prias mol\u00e9culas envolvidas (como na organiza\u00e7\u00e3o de um cristal inanimado), mas procedem de algo mais transcendental. Elas imp\u00f5em o reconhecimento de um Criador inteligente cuja atua\u00e7\u00e3o extrapola nossa limitada possibilidade de compreens\u00e3o das coisas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O autor tenta mostrar que a Hip\u00f3tese do Uniformismo de Lyell \u00e9 a filosofia que n\u00e3o somente dirige o estudo da Geologia, como tamb\u00e9m da Cosmologia e da Evolu\u00e7\u00e3o Qu\u00edmica. 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