{"id":140,"date":"1970-03-02T01:12:25","date_gmt":"1970-03-02T04:12:25","guid":{"rendered":"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/?p=140"},"modified":"2022-10-27T00:22:57","modified_gmt":"2022-10-27T03:22:57","slug":"teoria-evolucao-limitacoes-conhecimento-humano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/artigos\/teoria-evolucao-limitacoes-conhecimento-humano\/","title":{"rendered":"A Teoria da Evolu\u00e7\u00e3o e as Limita\u00e7\u00f5es do Conhecimento Humano"},"content":{"rendered":"<p class=\"textopeq\"><b><i>Resumo<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"textopeq\"><i>Este pequeno artigo constitui uma tentativa para mostrar (atrav\u00e9s de um diagrama, acompanhado de uma justifica\u00e7\u00e3o escrita) que a teoria da evolu\u00e7\u00e3o se situa numa zona do conhecimento humano que na melhor das hip\u00f3teses \u00e9 mera conjectura. Como o relato b\u00edblico da cria\u00e7\u00e3o antes de mais nada \u00e9 um testemunho, ou um relato de acontecimentos reais, ele deve ser considerado como superior a quaisquer teorias humanas que se relacionem com as origens.<\/i><\/p>\n<p><b>M\u00e9todos de Estudo e Dimens\u00f5es no Espa\u00e7o e no Tempo<\/b><\/p>\n<p>O m\u00e9todo de estudo ao alcance do homem \u00e9 sempre determinado pelas dimens\u00f5es do espa\u00e7o e do tempo. Pode ele fazer uma an\u00e1lise direta dos objetos localizados nas suas imedia\u00e7\u00f5es, desde que estes mesmos objetos sejam de tal dimens\u00e3o que possam ser facilmente acess\u00edveis aos seus sentidos.<\/p>\n<p>Entretanto, quando o homem desejar relacionar-se com a estrutura ou as propriedades de objetos que diferem consideravelmente, em tamanho, das dimens\u00f5es do seu pr\u00f3prio corpo, dever\u00e1 lan\u00e7ar m\u00e3o de instrumentos tais como o telesc\u00f3pio ou o microsc\u00f3pio, projetados especialmente para tarefas espec\u00edficas.<\/p>\n<p>Quando as estruturas e os fen\u00f4menos se relacionam com dimens\u00f5es n\u00e3o diretamente ating\u00edveis pelos instrumentos, o nosso conhecimento pode ser conseguido atrav\u00e9s de dedu\u00e7\u00f5es. Essas dedu\u00e7\u00f5es se baseiam em dados obtidos pelos m\u00e9todos experimentais e avaliados pelas nossas faculdades racionais.<\/p>\n<p>No caso de estruturas com dimens\u00f5es que s\u00e3o grandemente diferentes daquelas do corpo humano (tais como os n\u00facleos at\u00f4micos ou as hiper-gal\u00e1xias) \u00e9 praticamente imposs\u00edvel conceber uma representa\u00e7\u00e3o espacial que possa ser aceit\u00e1vel aos sentidos humanos. Em tais casos, a realidade \u00e9 melhor representada por f\u00f3rmulas matem\u00e1ticas somente, por n\u00e3o existir uma imagem sensorial v\u00e1lida!<\/p>\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o ao tempo, tanto quanto ao espa\u00e7o, a capacidade de observa\u00e7\u00e3o do homem \u00e9 tamb\u00e9m limitada. Os fen\u00f4menos que ocorrem dentro de um intervalo de tempo adequado (nem muito longo, nem muito curto) podem ser descritos por estimativas com elevado grau de exatid\u00e3o. Quando as dimens\u00f5es do tempo n\u00e3o podem ser atingidas diretamente pelos seus sentidos, o Homem deve novamente empregar instrumentos ou apelar para m\u00e9todos dedutivos que ampliem o seu poder de observa\u00e7\u00e3o (Consulte a Figura 1). A imagem assim obtida pode uma vez mais ser somente uma representa\u00e7\u00e3o esquem\u00e1tica, melhor expressa atrav\u00e9s de uma equa\u00e7\u00e3o matem\u00e1tica.<\/p>\n<p>Tratando-se de dimens\u00f5es extremamente pequenas, ou intervalos de tempo extremamente curtos, a imagem produzida \u00e9 em geral uma m\u00e9dia que tem somente valor estat\u00edstico, n\u00e3o podendo os fen\u00f4menos individualmente ser medidos diretamente. O Princ\u00edpio da Indetermina\u00e7\u00e3o de Heisenberg estabelece que o pr\u00f3prio ato de observa\u00e7\u00e3o de tais min\u00fasculos fen\u00f4menos cria perturba\u00e7\u00f5es que podem ser maiores do que o fen\u00f4meno em estudo!<\/p>\n<p>No caso de fen\u00f4menos de longa dura\u00e7\u00e3o (al\u00e9m dos limites da observa\u00e7\u00e3o humana) o estudo pode ser feito somente assumindo perman\u00eancia das condi\u00e7\u00f5es sob as quais o fen\u00f4meno se desenvolve. Resultados de tais estudos est\u00e3o continuamente sujeitos a revis\u00e3o, e na melhor das hip\u00f3teses s\u00e3o conjecturas. Quando uma pessoa tenta estender o seu entendimento al\u00e9m das suas pr\u00f3prias dimens\u00f5es (tanto no tempo como no espa\u00e7o), o seu conhecimento cient\u00edfico torna-se limitado severamente! Essas rela\u00e7\u00f5es e limita\u00e7\u00f5es s\u00e3o resumidas graficamente na Figura 1.<\/p>\n<figure id=\"attachment_142\" aria-describedby=\"caption-attachment-142\" style=\"width: 700px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-142\" src=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/1970\/03\/fc02_01.jpg\" alt=\"\" width=\"700\" height=\"716\" srcset=\"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/1970\/03\/fc02_01.jpg 700w, https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/1970\/03\/fc02_01-293x300.jpg 293w\" sizes=\"auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-142\" class=\"wp-caption-text\">Esta figura representa as fontes de nosso conhecimento e compreens\u00e3o, com rela\u00e7\u00e3o \u00e0s estruturas e fen\u00f4menos e sua rela\u00e7\u00e3o com o tempo e o tamanho.<\/figcaption><\/figure>\n<p>A representa\u00e7\u00e3o envolve logaritmos na base l0 para o tempo em segundos no eixo dos X e logaritmos na base l0 para as dimens\u00f5es lineares em cent\u00edmetros no eixo dos Y. O plano assim definido pode ser dividido em cinco \u00e1reas, em correspond\u00eancia com os procedimentos utilizados na aquisi\u00e7\u00e3o do conhecimento.<br \/>\nA primeira regi\u00e3o corresponde ao conhecimento sensorial que inclui dimens\u00f5es de 0,1mm a alguns milhares de quil\u00f4metros, e intervalos de tempo de um segundo at\u00e9 o per\u00edodo da vida do observador.<br \/>\nNa segunda \u00e1rea, a capacidade sensorial \u00e9 aumentada com o uso de instrumentos tais como microsc\u00f3pios, telesc\u00f3pios, filmadoras ultra-r\u00e1pidas, etc. Os limites dessa \u00e1rea s\u00e3o m\u00f3veis e avan\u00e7am continuamente em conseq\u00fc\u00eancia do desenvolvimento tecnol\u00f3gico.<br \/>\nAl\u00e9m da \u00e1rea de observa\u00e7\u00e3o experimental, h\u00e1 outra \u00e1rea que pode ser atingida com a aplica\u00e7\u00e3o de m\u00e9todos dedutivos que s\u00e3o mais ou menos fidedignos.<br \/>\nNo caso de fen\u00f4menos de dura\u00e7\u00e3o maior do que o per\u00edodo de vida do observador tem-se de recorrer ao testemunho de pessoas dignas de f\u00e9. Portanto, fica definida uma nova zona, limitada obviamente ao per\u00edodo hist\u00f3rico.<br \/>\n\u00c0 direita desta zona, isto \u00e9, no caso de fen\u00f4menos de dura\u00e7\u00e3o maior do que a hist\u00f3ria escrita, pode-se somente conjecturar a respeito da maneira pela qual ocorreu o fen\u00f4meno. \u00c9 nessa \u201czona de conjectura\u201d que se coloca a pretensa evolu\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica.<\/p>\n<p><b>Limita\u00e7\u00f5es das Teorias Cient\u00edficas<\/b><\/p>\n<p>As teorias cient\u00edficas s\u00e3o propostas para atingir o objetivo de prover amplas bases ao conhecimento humano. Quanto mais abrangente seja uma teoria cient\u00edfica no seu escopo, tanto mais ela \u00e9 sujeita a uma poss\u00edvel revis\u00e3o. Conclus\u00f5es de cientistas tornam-se cada vez mais problem\u00e1ticas \u00e0 medida em que se deslocam al\u00e9m da descri\u00e7\u00e3o da realidade concreta.<\/p>\n<p>Ainda que teorias gerais tenham valor como base para novas experi\u00eancias e tamb\u00e9m para exposi\u00e7\u00e3o pedag\u00f3gica, a sua exist\u00eancia \u00e9 freq\u00fcentemente transit\u00f3ria. O m\u00e9todo cient\u00edfico d\u00e1 excelentes resultados para descri\u00e7\u00e3o e explica\u00e7\u00e3o de aspectos parciais da realidade, mas grande cuidado deve ser tomado ao se tentar com ele tirar conclus\u00f5es gerais.<\/p>\n<p><b>Teoria da Evolu\u00e7\u00e3o em Particular<\/b><\/p>\n<p>Diversas desvantagens fundamentais devem ser apresentadas com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 teoria da evolu\u00e7\u00e3o. Em primeiro lugar, ela \u00e9 uma teoria geral que abrange, dentro de uma id\u00e9ia simples e universal, um grande n\u00famero de acontecimentos. Por essa raz\u00e3o, a teoria da evolu\u00e7\u00e3o estende-se bastante al\u00e9m do dom\u00ednio usual da teoria cient\u00edfica, fato este que deveria exigir de seus defensores a necess\u00e1ria precau\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em segundo lugar, os defensores da teoria da evolu\u00e7\u00e3o usam-na para reduzir acontecimentos passados a esquemas que s\u00e3o baseados s\u00f3 em estimativas dos fen\u00f4menos atuais. Isto imediatamente coloca a Teoria da Evolu\u00e7\u00e3o na \u201czona de conjectura\u201d (Ver Figura 1). Usando a Teoria da Evolu\u00e7\u00e3o, os homens se aventuram a adivinhar a maneira sob a qual certos acontecimentos (por exemplo, a origem das esp\u00e9cies) podem ter ocorrido no passado.<\/p>\n<p>Esta conjectura \u00e9 supostamente baseada em \u201cprobabilidades\u201d. Entretanto, n\u00e3o repousa a nossa estimativa da \u201cprobabilidade\u201d, em \u00faltima an\u00e1lise, naquilo que ocorre mais freq\u00fcentemente perante os nossos olhos?<\/p>\n<p>Em An\u00e1lise Hist\u00f3rica \u00e9 infundado supor que acontecimentos que ocorram mais freq\u00fcentemente hoje em dia sejam necessariamente aqueles que se deram no passado. Al\u00e9m disso, ironicamente para a Teoria da Evolu\u00e7\u00e3o, se fosse tentada uma teoria da evolu\u00e7\u00e3o baseada sobre a no\u00e7\u00e3o de probabilidade, com surpresa se descobriria que os acontecimentos naturais demonstram a fixidez dos tipos biol\u00f3gicos e prov\u00eam pouca ou nenhuma base para o transformismo.<\/p>\n<p><b>Conhecimento do Passado<\/b><\/p>\n<p>Se o Homem deseja realmente compreender os aspectos do passado que n\u00e3o s\u00e3o iterativos, o \u00fanico sistema v\u00e1lido (como os historiadores sabem) \u00e9 atrav\u00e9s de testemunhas inteligentes e fi\u00e9is. \u00c9 somente desta maneira que se pode adquirir o conhecimento da hist\u00f3ria detalhada da humanidade.<\/p>\n<p>Tal conhecimento espec\u00edfico n\u00e3o pode ser atingido atrav\u00e9s de dedu\u00e7\u00f5es l\u00f3gicas, pois as dedu\u00e7\u00f5es s\u00e3o sujeitas sempre \u00e0 discuss\u00e3o e revis\u00e3o. Quanto mais extensiva se torna uma dedu\u00e7\u00e3o, tanto mais ela tende a ser inexata de maneira particular. No dom\u00ednio da hist\u00f3ria, portanto, a testemunha d\u00e1 a informa\u00e7\u00e3o por excel\u00eancia.<\/p>\n<p>Felizmente temos uma segura fonte de informa\u00e7\u00e3o para o estudo que diz respeito \u00e0 origem dos seres vivos. Esta fonte \u00e9 a revela\u00e7\u00e3o como ela aparece nas imut\u00e1veis Sagradas Escrituras. Essa revela\u00e7\u00e3o nos informa quanto \u00e0 origem dos seres vivos e da humanidade, de uma maneira esquem\u00e1tica, mas clara e precisa.<\/p>\n<p>Apesar disso, a teoria da evolu\u00e7\u00e3o est\u00e1 muito em moda no presente, e \u00e9 admitida como um dogma inquestion\u00e1vel por in\u00fameros cientistas. Alguns ousam dizer, contra o pr\u00f3prio racioc\u00ednio l\u00f3gico, que a evolu\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 uma teoria, mas um fato cient\u00edfico. A falsidade de tal asser\u00e7\u00e3o se torna clara quando se consideram as limita\u00e7\u00f5es do conhecimento humano relativamente aos acontecimentos passados.<\/p>\n<p>Os adeptos do naturalismo, que n\u00e3o aceitam nenhum ato de Deus no mundo e nem a id\u00e9ia da cria\u00e7\u00e3o do homem, lan\u00e7aram um n\u00famero bastante grande de suposi\u00e7\u00f5es e hip\u00f3teses mais ou menos fant\u00e1sticas. Algumas destas s\u00e3o rid\u00edculas, tais como as que foram propostas pelos est\u00f3icos, que pensavam que o primeiro homem tivesse surgido da terra espontaneamente, como um cogumelo! Os monistas, por outro lado, admitem que o homem \u00e9 o resultado da sorte, o que envolveria a possibilidade de que \u00e1tomos se combinassem para formar estruturas cada vez mais complexas. Afirmam eles que no final de muitos milh\u00f5es de anos o homem teria surgido de uma dessas combina\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>\u00c9 surpreendente verificar que os evolucionistas, que s\u00e3o usualmente agn\u00f3sticos com rela\u00e7\u00e3o a assuntos t\u00e3o importantes quanto \u00e0 imortalidade da alma, abandonem a sua posi\u00e7\u00e3o agn\u00f3stica ao se referirem \u00e0 origem dos seres vivos! No caso das origens seria mais prudente dizerem \u201cn\u00f3s n\u00e3o sabemos\u201d, do que postular hip\u00f3teses fr\u00e1geis, se n\u00e3o inacredit\u00e1veis.<\/p>\n<p><b>Evolucionismo Te\u00edsta<\/b><\/p>\n<p>Grande n\u00famero de evolucionistas professamente crist\u00e3os d\u00e1 o mesmo valor (em certos casos maior valor) para as suas teorias cient\u00edficas, em compara\u00e7\u00e3o com a Palavra de Deus; desta maneira desejam adaptar o significado do texto sagrado \u00e0s suas id\u00e9ias e conclus\u00f5es. Prop\u00f5em eles interpretar as claras narrativas da B\u00edblia de maneira a dizer \u201cDeus insuflou uma alma num ser animal pr\u00e9-existente e por este ato o primeiro homem veio a existir\u201d.<\/p>\n<p>Manter estas interpreta\u00e7\u00f5es do texto sagrado \u00e9 simples e claramente negar o seu valor. Se, em assunto de tal import\u00e2ncia, a B\u00edblia pode conter muitos erros grosseiros, qual ser\u00e1 ent\u00e3o o valor de todas as suas outras afirma\u00e7\u00f5es? Os evolucionistas crist\u00e3os virtualmente admitem que as suas teorias e conclus\u00f5es s\u00e3o mais fidedignas do que as Sagradas Escrituras. Isto \u00e9 compar\u00e1vel a uma situa\u00e7\u00e3o na qual um historiador desse mais import\u00e2ncia \u00e0s conclus\u00f5es por ele tiradas (destitu\u00eddas de evid\u00eancias), do que a um documento claro e fiel.<\/p>\n<p><b>A Origem do Homem<\/b><\/p>\n<p>As Escrituras Sagradas dizem que a humanidade se originou de um \u00fanico casal, Ad\u00e3o e Eva. A B\u00edblia diz que o primeiro homem foi criado, e que Deus, atrav\u00e9s de uma opera\u00e7\u00e3o misteriosa, formou a mulher de uma parte do corpo do homem. Esse fato acentua a unidade e a singularidade da cria\u00e7\u00e3o do homem, independentemente dos animais.<\/p>\n<p>O ponto de vista b\u00edblico que enfatiza a origem comum de toda a humanidade \u00e9 oposto ao poligenismo, que se baseia na id\u00e9ia de que a ra\u00e7a humana tenha se originado de numerosos casais sem nenhuma rela\u00e7\u00e3o entre si, e que em sua origem teriam sido animais simiescos, nos chamados \u201ccentros de hominiza\u00e7\u00e3o\u201d. \u00c9 importante ressaltar que a B\u00edblia, sendo monogenista para a esp\u00e9cie humana, \u00e9 poligenista para as esp\u00e9cies animais.<\/p>\n<p>Apesar disto, alguns cientistas com id\u00e9ias fixas evolucionistas advogam exatamente a tese oposta &#8211; que h\u00e1 basicamente uma origem monogenista de todas as esp\u00e9cies animais, incluindo a humanidade, e sobreposta a ela uma origem poligenista de todas as ra\u00e7as humanas. A n\u00e3o ser pela sua origem, proveniente da heran\u00e7a gen\u00e9tica comum da esp\u00e9cie animal, da qual essas ra\u00e7as humanas presumivelmente tenham evolu\u00eddo, elas n\u00e3o teriam nenhuma rela\u00e7\u00e3o entre si. Isto \u00e9 certamente muito diferente do parentesco resultante da origem de todas as ra\u00e7as a partir de Ad\u00e3o e Eva. Aqui, novamente, esta atitude d\u00e1 mais import\u00e2ncia \u00e0s teorias e conclus\u00f5es provis\u00f3rias de pensadores, do que as afirma\u00e7\u00f5es positivas das Escrituras Sagradas.<\/p>\n<hr \/>\n<p align=\"center\">(Esta Nota foi acrescentada \u00e0 primeira edi\u00e7\u00e3o deste n\u00famero da Folha Criacionista)<\/p>\n<p>Este artigo de Julio Garrido posteriormente foi ampliado em seu escopo, pelos Editores da Folha Criacionista, no artigo \u201cAs Limita\u00e7\u00f5es do Conhecimento Humano\u201d, publicado no n\u00famero 58 deste peri\u00f3dico, de mar\u00e7o de 1998, p\u00e1ginas 36 a 38.<\/p>\n<hr \/>\n<p><em>Artigo publicado na <a href=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/revistas\/folha-criacionista-2-1972\/\">Folha Criacionista 02<\/a>.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Este pequeno artigo constitui uma tentativa para mostrar (atrav\u00e9s de um diagrama, acompanhado de uma justifica\u00e7\u00e3o escrita) que a teoria da evolu\u00e7\u00e3o se situa numa zona do conhecimento humano que na melhor das hip\u00f3teses \u00e9 mera conjectura. 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