{"id":1351,"date":"1972-03-25T15:40:44","date_gmt":"1972-03-25T18:40:44","guid":{"rendered":"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/?p=1351"},"modified":"2022-10-27T00:22:25","modified_gmt":"2022-10-27T03:22:25","slug":"tres-niveis-de-objecoes-antropologicas-a-evolucao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/revistas-conteudo\/folha-7\/tres-niveis-de-objecoes-antropologicas-a-evolucao\/","title":{"rendered":"TR\u00caS N\u00cdVEIS DE OBJE\u00c7\u00d5ES ANTROPOL\u00d3GICAS \u00c0 EVOLU\u00c7\u00c3O"},"content":{"rendered":"<table class=\"textopreto\" border=\"0\" width=\"770\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"3\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td class=\"texto\"><em>Os antropologistas discordam entre si quanto a qualquer aplica\u00e7\u00e3o particular das explica\u00e7\u00f5es evolucionistas. Apesar disto, tendem a aceitar a id\u00e9ia geral da evolu\u00e7\u00e3o, sem questionar. Pode-se mostrar que os dados acerca da evolu\u00e7\u00e3o ou s\u00e3o emprestados ou s\u00e3o gerados pelas hip\u00f3teses. As hip\u00f3teses uniformistas de uma ordem existente mostram-se inconsistentes com a tentativa de explica\u00e7\u00e3o das origens daquela ordem. A evolu\u00e7\u00e3o torna-se bem sucedida somente pela deifica\u00e7\u00e3o da natureza, introduzindo nela o mist\u00e9rio inescrut\u00e1vel que se situa al\u00e9m da ci\u00eancia e da mente humana. O seu tratamento deificante da natureza material constitui um valor e n\u00e3o uma teoria cient\u00edfica.<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"texto\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/fc07_00.jpg\" width=\"300\" height=\"400\" align=\"left\" border=\"1\" hspace=\"5\" vspace=\"5\" \/>Com boa raz\u00e3o, muitas pessoas, leigos e profissionais, t\u00eam identificado a Antropologia com a evolu\u00e7\u00e3o. Falar de obje\u00e7\u00f5es antropol\u00f3gicas \u00e0 evolu\u00e7\u00e3o, a muitas pessoas assemelhar-se-\u00e1 a fazer obje\u00e7\u00f5es cient\u00edficas \u00e0 ci\u00eancia. O que se pode esperar mais comumente s\u00e3o obje\u00e7\u00f5es b\u00edblicas \u00e0 evolu\u00e7\u00e3o. Infelizmente, a grande maioria das obje\u00e7\u00f5es religiosas \u00e0 evolu\u00e7\u00e3o t\u00eam sido baseadas mais em emo\u00e7\u00f5es humanas e tradi\u00e7\u00f5es do que nas Escrituras, e em conseq\u00fc\u00eancia t\u00eam gerado mais calor do que luz.Se porventura pare\u00e7o incongruente ou presun\u00e7oso a alguns leitores ao apresentar obje\u00e7\u00f5es antropol\u00f3gicas \u00e0 evolu\u00e7\u00e3o, desejaria que fossem considerados os dois fatos seguintes a respeito da Antropologia e dos antropologistas.<\/p>\n<p>Primeiramente, que, embora nenhum antropologista ponha em d\u00favida a evolu\u00e7\u00e3o, n\u00e3o h\u00e1 nenhuma explica\u00e7\u00e3o evolucionista particular oferecida por um antropologista, que n\u00e3o tenha a oposi\u00e7\u00e3o de alguns outros. Isso \u00e9 verdade tanto na Antropologia F\u00edsica quanto na Cultural.<\/p>\n<p>A segunda observa\u00e7\u00e3o \u00e9 que, nas tr\u00eas primeiras d\u00e9cadas do s\u00e9culo XX, muitos antropologistas culturais dos Estados Unidos, e muitos antropologistas sociais da Gr\u00e3 Bretanha, ou se opuseram \u00e0 evolu\u00e7\u00e3o, ou n\u00e3o a consideraram como estrutura \u00fatil para explica\u00e7\u00e3o. Leslie White (1) diz a respeito desse per\u00edodo \u201c&#8230; uma importante revers\u00e3o de acontecimentos teve lugar nos c\u00edrculos antropol\u00f3gicos; uma rea\u00e7\u00e3o vigorosa contra a teoria da evolu\u00e7\u00e3o teve in\u00edcio. Nos Estados Unidos esse movimento foi dirigido por Franz Boas\u201d. Vemos, pois, que obje\u00e7\u00f5es \u00e0 evolu\u00e7\u00e3o em geral, e a quaisquer explica\u00e7\u00f5es evolucionistas especificas, s\u00e3o e foram registradas dentro da Antropologia.<\/p>\n<p>Deve ser reconhecido, entretanto, que a estrutura evolucionista hoje em dia est\u00e1 crescentemente em voga na Antropologia. O trabalho de White \u00e9 uma forte \u201crea\u00e7\u00e3o contra a rea\u00e7\u00e3o\u201d anti-evolucionista da primeira parte deste s\u00e9culo. O seu trabalho, num contexto de muitos outros fatores, grandemente, minimizou, se n\u00e3o eliminou, a tend\u00eancia anti-evolucionista da Antropologia. De fato, oposi\u00e7\u00e3o expl\u00edcita \u00e0 evolu\u00e7\u00e3o \u00e9 mais f\u00e1cil de ser encontrada supondo-se ignor\u00e2ncia dos dados pelos indiv\u00edduos, racioc\u00ednio preconcebido ou n\u00e3o educado, ou oposi\u00e7\u00e3o supersticiosa \u00e0 ci\u00eancia.<\/p>\n<p>Ainda assim, \u00e9 nesses tr\u00eas n\u00edveis que desejo destacar o que espero mostrar serem obje\u00e7\u00f5es antropol\u00f3gicas \u00e0 evolu\u00e7\u00e3o. Essas obje\u00e7\u00f5es s\u00e3o antropol\u00f3gicas porque:<\/p>\n<p>(1) relacionam-se abertamente com o problema dos dados;<\/p>\n<p>(2) relacionam-se conscientemente com o exerc\u00edcio da raz\u00e3o;<\/p>\n<p>(3) ligam-se com os crit\u00e9rios cient\u00edficos da teoria.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"texto\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/fc07_01.jpg\" width=\"300\" height=\"297\" align=\"right\" \/>Usarei uma defini\u00e7\u00e3o de evolu\u00e7\u00e3o dada por um antropologista cultural, aplic\u00e1vel tamb\u00e9m a fen\u00f4menos biol\u00f3gicos: \u201cA evolu\u00e7\u00e3o pode ser definida como uma seq\u00fc\u00eancia temporal de formas, uma forma derivando de outra, a cultura progredindo de um est\u00e1gio para outro\u201d (2). A evolu\u00e7\u00e3o tenta tamb\u00e9m ligar os est\u00e1gios dos inanimados aos est\u00e1gios da vida. Os est\u00e1gios da vida ligam-se tamb\u00e9m aos est\u00e1gios da cultura. Todo o processo \u00e9 utilizado para supostamente explicar a ordem existente na natureza e no homem.Dois outros conceitos que s\u00e3o b\u00e1sicos para a compreens\u00e3o de minhas obje\u00e7\u00f5es encontram-se nos adjetivos: sincr\u00f4nico e diacr\u00f4nico.<\/p>\n<p>Sincr\u00f4nico tem rela\u00e7\u00e3o com uma ordem cont\u00ednua de fen\u00f4menos. \u00c9 a abordagem dos cientistas naturais pela qual as mesmas regularidades que s\u00e3o observadas hoje provavelmente ocorreram ontem e ocorrer\u00e3o amanh\u00e3. Pode-se esperar que a rea\u00e7\u00e3o qu\u00edmica HCl + NaOH ? H2O + NaCl, verdadeira h\u00e1 cem anos, continuar\u00e1 verdadeira nos pr\u00f3ximos cem anos. O tempo, observamos, n\u00e3o \u00e9 um fator, embora esteja envolvido no processo. A abordagem sincr\u00f4nica \u00e9 portanto uma abordagem que sup\u00f5e uma ordem existente prediz\u00edvel.<\/p>\n<p>Diacr\u00f4nico tem rela\u00e7\u00e3o com as transforma\u00e7\u00f5es temporais. \u00c9 a abordagem dos historiadores para mudar o estado ou a organiza\u00e7\u00e3o das ordens. Observa-se que a quantidade de sal ou sais dissolvidos nos oceanos muda em fun\u00e7\u00e3o do tempo. A hist\u00f3ria dessa altera\u00e7\u00e3o \u00e9 uma abordagem diacr\u00f4nica e relaciona-se com o passado do atual estado da ordem existente, mas n\u00e3o necessariamente com uma altera\u00e7\u00e3o na pr\u00f3pria ordem subjacente.<\/p>\n<p><strong><br \/>\n1 \u2013 Dados<\/strong><\/p>\n<p>Minha obje\u00e7\u00e3o \u00e0 evolu\u00e7\u00e3o no n\u00edvel de observa\u00e7\u00e3o cient\u00edfica \u00e9 a inexist\u00eancia de dados. Isso, estou ciente, constitui uma afirma\u00e7\u00e3o extrema. Talvez eu recebesse aten\u00e7\u00e3o mais cr\u00edvel se dissesse, como T. A. Goudge (3) em \u201cThe Ascent of Life\u201d, que \u201ca evid\u00eancia \u00e9 fragment\u00e1ria\u201d. Mas se assim eu fizesse, estaria t\u00e3o somente seguindo uma tend\u00eancia comum do pensamento n\u00e3o cr\u00edtico. Entretanto, ao tomar a posi\u00e7\u00e3o mais radical, desejo ser compreendido somente em termos de apoio que desenvolverei a favor da mesma.<\/p>\n<p>Primeiramente, os dados fragment\u00e1rios que t\u00eam sido utilizados nas obras evolucionistas s\u00e3o dados de uma ordem sincr\u00f4nica e n\u00e3o de um processo diacr\u00f4nico. Tomar as categorias da ordem de vida sincr\u00f4nica existentes e introduzi-las num modelo de processo de altera\u00e7\u00e3o de cada uma delas, e ent\u00e3o distribuir os restos f\u00f3sseis fragment\u00e1rios nessas categorias, de maneira nenhuma transformar\u00e1 esses f\u00f3sseis em dados diacr\u00f4nicos.<\/p>\n<p>Um eminente paleontologista da Calif\u00f3rnia State College em Long Beach falou-me de uma escarpa na qual camadas supostamente continham milh\u00f5es de anos de seq\u00fc\u00eancia evolutiva da vida. Entretanto, afirmou ele n\u00e3o existir absolutamente evid\u00eancia alguma de transi\u00e7\u00e3o entre uma camada e a seguinte, o que o intrigava bastante. Sua explica\u00e7\u00e3o era que cada forma deveria ter entrado nas camadas provindo de algum outro lugar. Em outras palavras, a evolu\u00e7\u00e3o deveria ter ocorrido em algum outro lugar.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/FC07_02.jpg\" width=\"300\" height=\"265\" align=\"left\" \/>Algu\u00e9m poderia perguntar: \u201cComo sabe voc\u00ea que ela n\u00e3o ocorreu?\u201d Entretanto o problema \u00e9: \u201cComo sabe voc\u00ea que ela ocorreu, na aus\u00eancia dos dados?\u201d Os dados comprovadores da evolu\u00e7\u00e3o devem ser dados transicionais, entretanto existem somente dados de uma ordem existente, ou seja, uma ordem sincr\u00f4nica.<\/p>\n<p>Isso leva a uma segunda observa\u00e7\u00e3o com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 aus\u00eancia de dados, a saber, que os dados s\u00e3o gerados atrav\u00e9s do modelo evolutivo ao inv\u00e9s de serem generalizados a partir de outros dados. Na sua imagina\u00e7\u00e3o, os homens sup\u00f5em e preenchem o que o modelo requer, em vez de usar o modelo para explicar o que \u00e9 observado. A gera\u00e7\u00e3o de dados ocorre de muitas maneiras. Por exemplo, em duas senten\u00e7as White (4) salta de hip\u00f3tese para fato:<\/p>\n<p>Se, supusermos, como muitas autoridades, que a cultura teve in\u00edcio h\u00e1 um milh\u00e3o de anos, e se datarmos o in\u00edcio da agricultura a cerca de 10.000 anos atr\u00e1s, ent\u00e3o o est\u00e1gio de desenvolvimento cultural baseado na energia muscular do homem compreender\u00e1 cerca de noventa e nove por cento da hist\u00f3ria da cultura. Esse fato \u00e9 t\u00e3o significante, quanto not\u00e1vel.<\/p>\n<p>As probabilidades tamb\u00e9m constituem outra t\u00e9cnica para a gera\u00e7\u00e3o de dados hist\u00f3ricos ou diacr\u00f4nicos. Ap\u00f3s observar as posi\u00e7\u00f5es te\u00f3ricas nos dados sincr\u00f4nicos relativos a endogamia e exogamia, White (5) declara que \u201cPodemos agora proceder ao esquema da prov\u00e1vel fonte de desenvolvimento da sociedade humana nos seus primitivos est\u00e1gios, sob o ponto de vista da endogamia\u201d.<\/p>\n<p>Ainda al\u00e9m, dados \u201ccondicionais\u201d s\u00e3o apresentados em substitui\u00e7\u00e3o \u00e0 aus\u00eancia de dados observados. Afirma\u00e7\u00f5es como as seguintes s\u00e3o feitas freq\u00fcentemente no decurso de tentativas para explicar as supostas origens evolutivas da sociedade humana:<\/p>\n<p>Podemos supor, portanto, que a tend\u00eancia de se unirem sexualmente m\u00e3e e filho deveria ser maior do que a tend\u00eancia entre pai e filha. &#8230; Uma uni\u00e3o m\u00e3e-filho deveria ser menos efetiva do que uma uni\u00e3o pai-filha, como organiza\u00e7\u00e3o para defesa pr\u00f3pria, obten\u00e7\u00e3o de alimento, e reprodu\u00e7\u00e3o (6).<\/p>\n<p>Por melhor que fosse esse racioc\u00ednio, utiliz\u00e1-lo para suprir a falta de dados \u00e9 somente um testemunho da sua aus\u00eancia.<\/p>\n<p>Os antropologistas f\u00edsicos evolucionistas podem divisar como os antropologistas de h\u00e1 meio s\u00e9culo usaram o modelo para criar os seus dados. Brace e Montague ressaltam que foram atribu\u00eddas ao \u201cHomem de Neanderthal\u201d muitas caracter\u00edsticas simiescas porque isso se prestava a ilustrar um est\u00e1gio da evolu\u00e7\u00e3o. Sabe-se hoje que ele tinha bra\u00e7os mais curtos, em vez de compridos bra\u00e7os como os macacos, e que ele n\u00e3o andava encurvado. Al\u00e9m disso, o temperamento feroz animalesco que se supunha ele ter tido como um \u201chomem da caverna\u201d \u00e9 o oposto do gorila, o qual veio posteriormente suprir um dos supostos elos da seq\u00fc\u00eancia evolutiva. Brace e Montague afirmam com rela\u00e7\u00e3o a esse dado fict\u00edcio:<\/p>\n<p>Mais do que somente res\u00edduos deste libelo permanecem hoje na conversa\u00e7\u00e3o casual, nas charges corriqueiras da impressa, em numerosos livros populares de divulga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica e mesmo nos c\u00edrculos profissionais, onde j\u00e1 h\u00e1 muito deveriam ter desaparecido (7).<\/p>\n<p>Erros de uma ou duas gera\u00e7\u00f5es atr\u00e1s s\u00e3o facilmente reconhec\u00edveis; apesar disso, repetem-se sob a luz mais sofisticada de nossos dias.<\/p>\n<p>Algumas poucas afirma\u00e7\u00f5es de Ross, n\u00e3o consideradas fora do contexto, destacam claramente o \u201cpoder gerador\u201d do modelo evolucionista quando limitado a dados sincr\u00f4nicos (a \u00eanfase foi adicionada):<\/p>\n<p>Ao se compreender que toda a mat\u00e9ria do universo &#8230; iniciou-se como simples g\u00e1s hidrog\u00eanio, e que a vida na Terra \u00e9 o mais complexo sistema conhecido composto de mol\u00e9culas qu\u00edmicas extremamente complexas, torna-se \u00f3bvio que em algum lugar e em alguma ocasi\u00e3o no passado houve transi\u00e7\u00e3o partindo da simples organiza\u00e7\u00e3o qu\u00edmica do universo primitivo, em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 complexa organiza\u00e7\u00e3o qu\u00edmica que constitui a vida. Sabemos que a vida teve uma origem, porque a Terra hoje \u00e9 povoada por seres vivos. &#8230; Parece haver pouca d\u00favida que esses ingredientes elementares da pr\u00e9-vida tenham se juntado de alguma maneira em esf\u00e9rulas semelhantes a c\u00e9lulas e formado alguma esp\u00e9cie de sistema do tipo \u00e1cido prote\u00edno-nucl\u00eaico. &#8230; \u00c9 razo\u00e1vel supor que eventualmente uma dessas esf\u00e9rulas altamente avan\u00e7adas alterou-se de tal maneira que sucederam duas coisas: (1) ao ter ela atingido uma certa composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica, dividiu-se em duas esf\u00e9rulas filhas; e (2) cada esf\u00e9rula filha manteve as mesmas propriedades qu\u00edmicas da \u201cjovem\u201d esf\u00e9rula m\u00e3e, e repetiu-se o processo. Neste ponto uma esf\u00e9rula havia se tornado quase imperceptivelmente em organismo. Vida verdadeira tinha vindo \u00e0 exist\u00eancia (8).<\/p>\n<p>Assim os dados sincr\u00f4nicos de uma ordem existente, adicionados \u00e0 imagina\u00e7\u00e3o humana, produziram os dados diacr\u00f4nicos faltantes. Aquilo que se n\u00e3o observa como dados, torna-se \u00f3bvio do ponto de vista do modelo evolucionista.<\/p>\n<p>Um terceiro ponto apoiando a obje\u00e7\u00e3o de que a evolu\u00e7\u00e3o n\u00e3o se baseia em dados, \u00e9 que existem antropologistas evolucionistas que reconhecem esse fato, de uma maneira quer limitada, quer indireta. William Howells admite a aus\u00eancia de dados em qualquer linha que leve ao homem moderno.<\/p>\n<p>Para onde foi o Homo erectus? Os caminhos simplesmente n\u00e3o est\u00e3o tra\u00e7ados. &#8230; \u00c9 esse um per\u00edodo em que falta evid\u00eancia \u00fatil. Al\u00e9m do mais, a natureza da linha que leva ao homem moderno &#8211; Homo sapiens nesse sentido dado por Lineu &#8211; permanece objeto de pura teoria (9).<\/p>\n<p>A admiss\u00e3o de Leslie White, de que a evolu\u00e7\u00e3o n\u00e3o se apoia em dados emp\u00edricos, \u00e9 mais indireta e talvez n\u00e3o intencional. \u00c9 o que se acha na maneira pela qual faz ele diferen\u00e7a entre evolu\u00e7\u00e3o e ci\u00eancia estrutural-funcional sincr\u00f4nica, e tamb\u00e9m fen\u00f4menos diacr\u00f4nicos da hist\u00f3ria. Afirma White que a abordagem estrutural-funcional dos cientistas naturais \u00e9 uma generaliza\u00e7\u00e3o dos dados de uma ordem sincr\u00f4nica. Os historiadores, entretanto, tratam dos acontecimentos particulares, ou dados dos fen\u00f4menos diacr\u00f4nicos, e n\u00e3o fazem generaliza\u00e7\u00f5es. Os evolucionistas generalizam em termos da ordem temporal, ou diacr\u00f4nica. Entretanto, n\u00e3o generalizam a partir de culturas particulares, nem de acontecimentos particulares de culturas particulares.<\/p>\n<p>Os evolucionistas s\u00e3o deixados ent\u00e3o sem os dados da ordem sincr\u00f4nica das Ci\u00eancias Naturais, e sem os dados temporais da Hist\u00f3ria. O resultado \u00e9 uma filosofia que n\u00e3o tem ra\u00edzes no mundo emp\u00edrico.<\/p>\n<p>Um testemunho final quanto \u00e0 aus\u00eancia de dados prov\u00e9m de um esfor\u00e7o para suprir essa defici\u00eancia. Francis J. Ryan, escrevendo no \u201cScientific American\u201d declara que \u201ch\u00e1 abundante evid\u00eancia da evolu\u00e7\u00e3o, mas tem sido extremamente dif\u00edcil estudar o processo em laborat\u00f3rio\u201d (10). \u201cA raz\u00e3o\u201d, afirma Ryan, \u201c\u00e9 que a evolu\u00e7\u00e3o \u00e9 exasperadamente lenta. O homem atual difere biologicamente pouco do homem de Ur, de 5000 anos atr\u00e1s. Quase em nenhum lugar na natureza pode-se ver a evolu\u00e7\u00e3o em a\u00e7\u00e3o\u201d (11).<\/p>\n<p>Mas, ent\u00e3o, onde est\u00e1 a evid\u00eancia, ou onde est\u00e3o os dados? A afirma\u00e7\u00e3o inicial de Ryan fornece a chave: \u201cNossas id\u00e9ias sobre a evolu\u00e7\u00e3o hoje, aproximadamente 100 anos ap\u00f3s ter Charles Darwin lan\u00e7ado o seu conceito imensamente frut\u00edfero, ainda est\u00e3o grandemente baseadas em observa\u00e7\u00e3o e dedu\u00e7\u00e3o, em vez de na experi\u00eancia\u201d (12). Em outras palavras, na aus\u00eancia de dados processuais ou diacr\u00f4nicos, os dados de uma ordem sincr\u00f4nica provenientes de diferentes pontos no tempo s\u00e3o dispostos por dedu\u00e7\u00e3o na moldura diacr\u00f4nica da evolu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ryan sugere que o processo de evolu\u00e7\u00e3o possa ser estudado em bact\u00e9rias que levam somente vinte minutos para produzir uma gera\u00e7\u00e3o, enquanto que nos seres humanos esse tempo atinge vinte anos. Assim, em dois anos as bact\u00e9rias podem passar por mais gera\u00e7\u00f5es do que o homem em 1.000.000 de anos.<\/p>\n<p>Um caso \u00e9 levantado com a observa\u00e7\u00e3o de que, devido a muta\u00e7\u00f5es aleat\u00f3rias, produziram-se bact\u00e9rias resistentes \u00e0 penicilina ap\u00f3s a divulga\u00e7\u00e3o da penicilina. \u00c9 esse, de fato, um caso de muta\u00e7\u00e3o em caracteres herdados e de sele\u00e7\u00e3o natural, mas o produto final n\u00e3o \u00e9 evolu\u00e7\u00e3o. As bact\u00e9rias permanecem bact\u00e9rias ainda, e as gera\u00e7\u00f5es de centenas de anos nada mais produziram al\u00e9m das mesmas bact\u00e9rias.<\/p>\n<p><strong>2 \u2013 Raz\u00e3o e L\u00f3gica<\/strong><\/p>\n<p>Minha segunda obje\u00e7\u00e3o antropol\u00f3gica \u00e0 evolu\u00e7\u00e3o \u00e9 ser ela intrinsecamente irracional. Os evolucionistas freq\u00fcentemente atribuem a pecha de irracionais aos que a eles se op\u00f5em. \u00c9 o que fez Goudge, por implica\u00e7\u00e3o, quando afirma:\u00a0<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/FC07_03.jpg\" width=\"300\" height=\"225\" align=\"right\" border=\"1\" hspace=\"5\" vspace=\"5\" \/>\u201cNenhuma pessoa razo\u00e1vel familiarizada com a evid\u00eancia, pode duvidar de que o homem \u00e9 um produto da evolu\u00e7\u00e3o\u201d (13). Mostrei que n\u00e3o h\u00e1 evid\u00eancia para o processo diacr\u00f4nico de evolu\u00e7\u00e3o, e tentarei agora mostrar que a id\u00e9ia da evolu\u00e7\u00e3o transgride as exig\u00eancias da raz\u00e3o.<\/p>\n<p>Primeiramente, a ess\u00eancia da caracter\u00edstica irracional encontra-se na tentativa de aplicar o princ\u00edpio do uniformismo, da abordagem sincr\u00f4nica da ci\u00eancia, \u00e0 explica\u00e7\u00e3o evolucionista dos fen\u00f4menos diacr\u00f4nicos ou temporais. Acha-se uma clara afirmativa sobre o princ\u00edpio do uniformismo no trabalho de Berry \u201cGrowth of a Prehistoric Time Scale\u201d (Crescimento de uma escala de tempo pr\u00e9 hist\u00f3rica): &#8230; \u201cProcessos e fun\u00e7\u00f5es naturais observ\u00e1veis hoje t\u00eam estado a ocorrer da mesma maneira b\u00e1sica que nos tempos passados\u201d (14). Goudge descreve essa aplica\u00e7\u00e3o sem reconhecer o problema irracional:<\/p>\n<p>Um outro exemplo &#8230; \u00e9 o \u201cprinc\u00edpio uniformista\u201d &#8230; A sua fun\u00e7\u00e3o \u00e9 tornar poss\u00edvel a extrapola\u00e7\u00e3o regressiva no tempo, de resultados obtidos a partir da pesquisa dos organismos existentes hoje. O princ\u00edpio afirma, em linhas gerais, que fatores e leis descobertos agora como sendo operativos no dom\u00ednio biol\u00f3gico, foram operativos atrav\u00e9s de toda, ou da maior parte da hist\u00f3ria da vida. Um evolucionista tem de esposar esse princ\u00edpio, se tiver de empregar as descobertas de ci\u00eancias como a Gen\u00e9tica, para construir explica\u00e7\u00f5es sistem\u00e1ticas dos fen\u00f4menos do passado remoto. Se n\u00e3o o esposar, a sua teoria n\u00e3o funcionaria. Mas novamente, a situa\u00e7\u00e3o tem de ser entendida em termos mais do que instrumentais, pois a doutrina da evolu\u00e7\u00e3o deixaria de ser intelig\u00edvel n\u00e3o fosse o princ\u00edpio do uniformismo descrever o caso. Deve ser verdadeiro que os fatores e leis biol\u00f3gicas que se reconhecem hoje como operativos, estiveram em a\u00e7\u00e3o no passado. \u00c9 essa uma afirma\u00e7\u00e3o incapaz de ser demonstrada dentro da teoria evolucionista, porque ela funciona como uma pressuposi\u00e7\u00e3o metaf\u00edsica daquela teoria(15).<\/p>\n<p>Hip\u00f3teses e pressuposi\u00e7\u00f5es metaf\u00edsicas n\u00e3o devem ser desacreditadas como tais. Constituem elas uma parte necess\u00e1ria do desenvolvimento de todo o conhecimento cientifico. O fator irracional \u00e9 encontrado quando a necess\u00e1ria pressuposi\u00e7\u00e3o metaf\u00edsica se acha incongruente com a pr\u00f3pria teoria.<\/p>\n<p>O princ\u00edpio sincr\u00f4nico de uniformismo envolve o conceito de que acontecimentos ocorridos na natureza, no passado, presente e futuro, t\u00eam lugar uniformemente. Sem essa hip\u00f3tese, o universo seria caprichoso e os cientistas n\u00e3o poderiam fazer generaliza\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Entretanto, quando essa hip\u00f3tese \u00e9 utilizada numa explica\u00e7\u00e3o diacr\u00f4nica de como as coisas vieram a existir, ela se torna inerentemente inconsistente, pois fazer isto implica a hip\u00f3tese de que as coisas no passado ocorreram como as coisas hoje observadas, embora as coisas observadas ainda n\u00e3o fossem existentes. Os evolucionistas sup\u00f5em que pelo menos algumas das regularidades do presente n\u00e3o existiam no passado, ao mesmo tempo em que utilizam o princ\u00edpio uniformista como se todas as coisas no passado ocorressem de conformidade com as regularidades hoje observadas.<\/p>\n<p>Para tornar nosso racioc\u00ednio mais espec\u00edfico os evolucionistas sup\u00f5em que em certa \u00e9poca n\u00e3o existia o fen\u00f4meno homem; portanto, as coisas no passado n\u00e3o estavam ocorrendo em termos deste fen\u00f4meno. Por outro lado, fen\u00f4menos que hoje existem estavam em opera\u00e7\u00e3o para trazer o homem \u00e0 exist\u00eancia, muito embora n\u00e3o se observem hoje tais fen\u00f4menos operando para produzir o mesmo resultado.<\/p>\n<p>Indo mais al\u00e9m na escala evolutiva, os evolucionistas suporiam que as regularidades biol\u00f3gicas, hoje em opera\u00e7\u00e3o, em certa \u00e9poca n\u00e3o estiveram operando porque ainda n\u00e3o tinham vindo \u00e0 exist\u00eancia. Assim novamente todas as coisas no passado n\u00e3o estiveram ocorrendo de conformidade com as regularidades observadas hoje, exceto naturalmente as regularidades de natureza inorg\u00e2nica. Entretanto, estas \u00faltimas estiveram em opera\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o de conformidade com processos atualmente observados, pois estavam em opera\u00e7\u00e3o, para produzir vida.<\/p>\n<p>Suponhamos, contudo, que forcemos a escala evolutiva para uma conclus\u00e3o l\u00f3gica e razo\u00e1vel, e procuremos as origens do inorg\u00e2nico. Nesse ponto, nenhum dos processos que n\u00f3s observamos hoje estaria em opera\u00e7\u00e3o. Nesse ponto, as hip\u00f3teses do uniformismo, de que os evolucionistas t\u00eam-se apossado como pressuposi\u00e7\u00e3o metaf\u00edsica, estariam totalmente eliminadas pelas hip\u00f3teses diacr\u00f4nicas da pr\u00f3pria evolu\u00e7\u00e3o. Os evolucionistas, portanto, para utilizar o princ\u00edpio b\u00e1sico do uniformismo, devem tomar duas decis\u00f5es racionalmente insustent\u00e1veis:<\/p>\n<p>(1) Decidir que parte das regularidades da natureza hoje observ\u00e1veis operaram no passado para trazer \u00e0 exist\u00eancia todas as demais regularidades. Essas regularidades deveriam ter feito ent\u00e3o o que hoje n\u00e3o mais fazem, constituindo assim uma viola\u00e7\u00e3o do princ\u00edpio do uniformismo.<\/p>\n<p>(2) Decidir at\u00e9 que ponto a hip\u00f3tese uniformista retroagir\u00e1 antes de ser totalmente negada.<\/p>\n<p>A incongru\u00eancia entre o principio do uniformismo e a evolu\u00e7\u00e3o leva-nos a focalizar nossa aten\u00e7\u00e3o na transi\u00e7\u00e3o entre as tr\u00eas grandes categorias: (a) mat\u00e9ria; (b) vida; e (c) cultura. Kroeber, e muitos antropologistas desde ent\u00e3o, tem-se referido a essas categorias como o inorg\u00e2nico, o org\u00e2nico, e o superorg\u00e2nico. Temos mostrado que est\u00e3o ausentes os dados de transi\u00e7\u00e3o dentro das subdivis\u00f5es destas categorias.<\/p>\n<p>A suposta transi\u00e7\u00e3o de uma categoria para outra tem exigido um tremendo esfor\u00e7o de imagina\u00e7\u00e3o. Como afirmado anteriormente, n\u00e3o se deve desconfiar da imagina\u00e7\u00e3o e da especula\u00e7\u00e3o meramente devido ao fato de se constitu\u00edrem em especula\u00e7\u00f5es. \u00c9 o car\u00e1ter irracional da especula\u00e7\u00e3o que constitui a base para obje\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>(a) \u2013 Mat\u00e9ria<\/strong><\/p>\n<p>O problema da origem da primeira categoria, a de mat\u00e9ria, produziu uma ampla gama de respostas que n\u00e3o podem preencher os crit\u00e9rios da racionalidade. Exemplificarei com tr\u00eas delas somente para ilustrar:<\/p>\n<p><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/FC07_04.jpg\" width=\"300\" height=\"243\" align=\"right\" border=\"1\" hspace=\"5\" vspace=\"5\" \/><\/strong>(1) A teoria da explos\u00e3o inicial na qual uma mol\u00e9cula grandemente concentrada de mat\u00e9ria pre-universo explode para produzir o atual universo material ordenado.<\/p>\n<p>(2) O universo material como produto de uma nuvem de poeira primordial que presumivelmente era mat\u00e9ria.<\/p>\n<p>(3) A posi\u00e7\u00e3o mais racional das tr\u00eas, em que os te\u00f3ricos racionalmente desistem de tratar deste problema, considerando-o al\u00e9m do poder de racioc\u00ednio do homem.<\/p>\n<p>Todas estas, bem como as teorias do regime permanente e do regime c\u00edclico, apresentam-nos mat\u00e9ria existente eternamente, e negam portanto as origens que tentam explicar. O deus do materialismo \u00e9 obviamente inerente a elas.<\/p>\n<p>Como se pode, por\u00e9m, racionalmente explicar o in\u00edcio da vida ou do homem numa certa \u00e9poca, a partir de mat\u00e9ria existente eternamente? Como poderia ela existir eternamente sem produzir vida, e ent\u00e3o, em certa \u00e9poca, produzir o que n\u00e3o houvesse produzido durante toda a eternidade? Talvez uma eternidade de ciclos em que universos e humanidade surgissem a desaparecessem fosse a \u00fanica resposta consistente.<\/p>\n<p><strong>(b) \u2013 Vida<\/strong><\/p>\n<p>O problema da evolu\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria para a vida pode n\u00e3o ser t\u00e3o frustrante para a mente especulativa, embora n\u00e3o se apresente sem caracter\u00edsticas irracionais. Num programa document\u00e1rio do \u201cNational Geographic\u201d recentemente televisionado, falou-se para os espectadores sem a m\u00ednima sombra de d\u00favida, que em alguma \u00e9poca do obscuro e distante passado duas mol\u00e9culas gigantes se uniram tornando-se reprodutivas. A vida, que depende de um c\u00f3digo gen\u00e9tico para sua reprodu\u00e7\u00e3o, e que, unicamente ela, produz o c\u00f3digo gen\u00e9tico, \u00e9 apresentada como vinda \u00e0 exist\u00eancia por uma congru\u00eancia fortuita dos constituintes materiais da vida. N\u00e3o sou biologista, mas os argumentos apresentados contra isso pelo Dr. Duane Gish t\u00eam sido racionalmente convincentes para mim (16).<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/margarida.jpg\" width=\"340\" height=\"273\" align=\"left\" border=\"1\" hspace=\"5\" vspace=\"5\" \/>Entretanto, gostaria de ilustrar a irracionalidade da evolu\u00e7\u00e3o neste ponto referindo-me a outro biologista, George Wald. No n\u00famero de agosto de 1954 do \u201cScientific American\u201d, Wald apresenta o seu racioc\u00ednio em um artigo intitulado \u201cA Origem da Vida\u201d. A\u00ed Wald apresenta a moderna evid\u00eancia cient\u00edfica, como estabelecida por Pasteur e outros, contra a gera\u00e7\u00e3o espont\u00e2nea da vida.<\/p>\n<p>Ele mostra ent\u00e3o como a complexidade dos fen\u00f4menos da vida fazem ficar al\u00e9m da imagina\u00e7\u00e3o pensar que pudesse ter surgido a vida por acaso a partir do inanimado. Sobre isso diz ent\u00e3o: \u201cApesar disso, aqui estamos &#8211; como resultado, creio, da gera\u00e7\u00e3o, espont\u00e2nea\u201d (17). Sua raz\u00e3o para essa cren\u00e7a \u00e9 o fato de recusar-se a aceitar a \u00fanica alternativa. Wald exp\u00f5e seus motivos:<\/p>\n<p>O ponto de vista razo\u00e1vel foi crer na gera\u00e7\u00e3o espont\u00e2nea; a \u00fanica alternativa era crer num ato inicial \u00fanico de cria\u00e7\u00e3o sobrenatural. N\u00e3o h\u00e1 uma terceira posi\u00e7\u00e3o. Por esta raz\u00e3o h\u00e1 um s\u00e9culo muitos cientistas escolheram encarar a cren\u00e7a na gera\u00e7\u00e3o espont\u00e2nea como uma necessidade filos\u00f3fica. &#8230; A maior parte dos modernos biologistas, tendo visto com satisfa\u00e7\u00e3o a queda da hip\u00f3tese da gera\u00e7\u00e3o espont\u00e2nea, e n\u00e3o desejando aceitar a cren\u00e7a alternativa na cria\u00e7\u00e3o especial, fica sem nada (18).<\/p>\n<p>Embora a racionalidade dessa escolha de uma f\u00e9 n\u00e3o seja demonstrada, o seu car\u00e1ter irracional \u00e9 vis\u00edvel na sua defesa.<\/p>\n<p>Wald inicia supondo que \u201ca cada acontecimento pode-se associar uma probabilidade\u201d (19). Usa ele como modelo de acontecimento a queda de uma moeda. \u00c9 esse, entretanto, um acontecimento observ\u00e1vel, repetit\u00edvel. A gera\u00e7\u00e3o espont\u00e2nea da vida n\u00e3o \u00e9 dessa natureza; de fato, n\u00e3o foi sequer estabelecido por Wald nesse ponto de argumenta\u00e7\u00e3o, como constituindo ela um acontecimento.<\/p>\n<p>Apesar disso, continua ele raciocinando que, n\u00e3o importa qu\u00e3o pequena a probabilidade de ocorrer um acontecimento, \u00e9 ela aumentada pelo n\u00famero de tentativas ou do tempo envolvido. Se a probabilidade \u00e9 de somente uma em um bilh\u00e3o para um acontecimento ocorrer em um ano, seria quase uma certeza a sua ocorr\u00eancia em um bilh\u00e3o de anos. Entretanto, Wald assim procede sem estabelecer a probabilidade da gera\u00e7\u00e3o espont\u00e2nea ocorrer em um ano ou em bilh\u00f5es de anos. A chave para essa posi\u00e7\u00e3o irracional \u00e9 que n\u00e3o h\u00e1 probabilidade poss\u00edvel de ser estabelecida para esse acontecimento, em qualquer per\u00edodo de tempo. E zero multiplicado por qualquer n\u00famero de anos permanece ainda zero.<\/p>\n<p><strong>(c) \u2013 Cultura<\/strong><\/p>\n<p>Finalmente, a tentativa de especular a respeito da transi\u00e7\u00e3o da vida precultural para a cultural, ou dos animais inferiores para o homem, est\u00e1 repleta do mesmo car\u00e1ter irracional. White diz sobre a origem da cultura:<\/p>\n<p>Podemos supor que a cultura veio \u00e0 exist\u00eancia da seguinte maneira: a evolu\u00e7\u00e3o neurol\u00f3gica em uma certa linha, ou linhas, dos antrop\u00f3ides, culminou finalmente na habilidade para simbolizar. O exerc\u00edcio dessa habilidade trouxe \u00e0 exist\u00eancia a cultura, perpetuando-a em seguida (20).<\/p>\n<p>N\u00e3o obstante, o homem hoje, com tais faculdades, depende da associa\u00e7\u00e3o com outros que possuam linguagem e cultura, n\u00e3o somente para sobreviver, mas para aprender uma linguagem e a cultura a ela associada. White quis dizer que o homem, possuindo a faculdade de simbolizar, sem cultura, criou a cultura, e ent\u00e3o passa a afirmar que \u00e9 a cultura que determina o homem, e que o homem n\u00e3o pode sequer modificar a cultura, e muito menos cri\u00e1-la.<\/p>\n<p>\u00c9 nessa esp\u00e9cie de c\u00edrculo vicioso que os pensadores especulativos caem sempre que tentam usar o princ\u00edpio sincr\u00f4nico do uniformismo em um esfor\u00e7o evolucionista para ligar as tr\u00eas grandes categorias de mat\u00e9ria, vida e cultura.<\/p>\n<p><strong>3 \u2013 Teoria<\/strong><\/p>\n<p>Minha terceira obje\u00e7\u00e3o antropol\u00f3gica \u00e0 evolu\u00e7\u00e3o \u00e9 n\u00e3o ser ela uma teoria cient\u00edfica. Isso parcialmente \u00e9 conseq\u00fc\u00eancia das duas primeiras obje\u00e7\u00f5es registradas. Se n\u00e3o h\u00e1 dados para explicar, dificilmente pode constituir uma teoria cient\u00edfica. Se a evolu\u00e7\u00e3o \u00e9 utilizada para gerar dados, ao inv\u00e9s de explic\u00e1-los, dificilmente pode ser-lhe atribu\u00eddo o status de ci\u00eancia. Porque os dados s\u00e3o gerados, em vez de explicados, por meio da evolu\u00e7\u00e3o, ent\u00e3o a evolu\u00e7\u00e3o se sujeita \u00e0 prova cient\u00edfica, ou prova de falsifica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>As id\u00e9ias de Darwin n\u00e3o constitu\u00edram verifica\u00e7\u00e3o de uma hip\u00f3tese cient\u00edfica. Nem tampouco foi jamais a evolu\u00e7\u00e3o posta \u00e0 prova, pois n\u00e3o se assemelha a teorias cient\u00edficas que s\u00e3o apoiadas, modificadas ou descartadas no processo de desenvolvimento da investiga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica. O fato de se submeter a evolu\u00e7\u00e3o \u00e0 prova \u00e9 encarado mais como heresia, do que como um procedimento heur\u00edstico da ci\u00eancia.<\/p>\n<p>Finalmente, desejo apoiar a posi\u00e7\u00e3o de que a evolu\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 uma teoria cient\u00edfica, porque, ao contr\u00e1rio, \u00e9 uma estrutura de valores. Primeiramente, a evolu\u00e7\u00e3o \u00e9 uma estrutura de valores porque \u00e9 uma perspectiva no tempo. A maneira pela qual os homens de todas as culturas ordenam a sua vida, est\u00e1 de acordo com a maneira em que olham ao passado e ao futuro e os focalizam tendo em vista as alternativas do presente. Atrav\u00e9s da evolu\u00e7\u00e3o os homens supostamente ganham um passado que ultrapassa sua imagina\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica, indo at\u00e9 o dom\u00ednio n\u00e3o racional amoral dos animais inferiores. Os evolucionistas t\u00eam pouco mais al\u00e9m de incerteza a oferecer para o futuro da ra\u00e7a; e para os indiv\u00edduos \u2013 nada mais do que a morte. Constitui mais do que uma correla\u00e7\u00e3o o fato de que as ordens morais das sociedades modernas est\u00e3o desmoronando \u00e0 medida em que a perspectiva da evolu\u00e7\u00e3o mais e mais \u00e9 introduzida nas mentes dos homens na posi\u00e7\u00e3o de dom\u00ednio inquestion\u00e1vel.<\/p>\n<p>Em segundo lugar, a evolu\u00e7\u00e3o \u00e9 um valor porque seus adeptos localizam o absoluto na natureza material. A divindade materialista da evolu\u00e7\u00e3o, embora desconhecida, \u00e9 ressaltada em uma afirma\u00e7\u00e3o de George G. Simpson:<\/p>\n<p>O mist\u00e9rio fundamental est\u00e1 al\u00e9m do alcance da investiga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, e provavelmente da mente humana. N\u00e3o h\u00e1 nem necessidade nem desculpa para a postula\u00e7\u00e3o de interven\u00e7\u00e3o n\u00e3o material na origem da vida, no aparecimento do homem, ou em qualquer outra parte da longa hist\u00f3ria do cosmos material. N\u00e3o obstante, a origem desse cosmos e os princ\u00edpios causais de sua hist\u00f3ria permanecem inexplicados e inacess\u00edveis \u00e0 ci\u00eancia. A\u00ed se esconde a causa primeira buscada pela teologia e pela filosofia. A causa primeira n\u00e3o \u00e9 conhecida, e suspeito que jamais o ser\u00e1, pelo homem vivente. Poderemos, se assim desejarmos, ador\u00e1-la em nossa maneira pr\u00f3pria, mas certamente n\u00e3o a compreendemos (21).<\/p>\n<p>Esse absoluto inescrut\u00e1vel, escondido na exist\u00eancia da mat\u00e9ria, al\u00e9m do alcance da ci\u00eancia, \u00e9 a posi\u00e7\u00e3o de uma divindade, e portanto de valores absolutos.<\/p>\n<p>Finalmente, a evolu\u00e7\u00e3o \u00e9 um sistema de valores porque seus proponentes fazem assertivas de valores relativamente ao homem. Simpson compreende que a evolu\u00e7\u00e3o deixa o homem com necessidade de uma \u00e9tica, bem como que o mecanismo evolutivo da sobreviv\u00eancia do mais apto dificilmente constitui uma base adequada para a \u00e9tica humana. Chega ele finalmente \u00e0 conclus\u00e3o que, desde que o processo amoral da evolu\u00e7\u00e3o tenha produzido a criatura racional e moral chamada homem, o homem \u00e9 obrigado a obter esse conhecimento e faz\u00ea-lo conhecido a outros. O objeto dessa obriga\u00e7\u00e3o moral \u00e9 necessariamente limitado aos seres humanos, pois torna-se dif\u00edcil vislumbrar a base de uma obriga\u00e7\u00e3o moral em um processo amoral.<\/p>\n<p>O que quer que isso signifique, o que temos n\u00e3o \u00e9 uma teoria cient\u00edfica, mas um aspecto de relacionamentos sociais tentando dar algum sentido de dire\u00e7\u00e3o moral para o homem. Necessita-se desesperadamente de dire\u00e7\u00e3o. Por\u00e9m, n\u00e3o est\u00e1 convincentemente claro como \u00e9 que o conhecimento de que minha exist\u00eancia como um ser moral constitui um produto de um processo amoral chamado evolu\u00e7\u00e3o, pode dar-me um senso de dire\u00e7\u00e3o moral. Nem tampouco est\u00e1 claro como o testemunhar daquele processo constitui dire\u00e7\u00e3o moral. Essa \u00faltima afirma\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9, entretanto, apresentada como obje\u00e7\u00e3o antropol\u00f3gica. Deveria, por\u00e9m, ser catalogada como uma obje\u00e7\u00e3o de antropologia aplicada, porque sua inefic\u00e1cia \u00e9 \u00f3bvia.<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong><\/p>\n<p>Em resumo, como antropologista, fa\u00e7o obje\u00e7\u00f5es \u00e0 evolu\u00e7\u00e3o com apoio nas bases antropol\u00f3gicas que apresentei. N\u00e3o h\u00e1 dados relativos \u00e0 evolu\u00e7\u00e3o. Seus defensores usam a id\u00e9ia da evolu\u00e7\u00e3o para criar ou gerar dados pela apropria\u00e7\u00e3o de dados sincr\u00f4nicos da ci\u00eancia, em um esfor\u00e7o para usar aquela pr\u00f3pria ordem sincr\u00f4nica para explicar como veio ela \u00e0 exist\u00eancia. O processo de utilizar categorias sincr\u00f4nicas da natureza como modelo do desenvolvimento diacr\u00f4nico daquela ordem, \u00e9 um processo intrinsecamente irracional.<\/p>\n<p>Todas as categorias referentes a mat\u00e9ria, vida e cultura, t\u00eam, de fato, um passado, e sua hist\u00f3ria, sendo reconhec\u00edvel, leva-nos \u00e0quele passado, Entretanto, nem os dados nem a raz\u00e3o justificam a disposi\u00e7\u00e3o de macacos f\u00f3sseis e do homem f\u00f3ssil em uma seq\u00fc\u00eancia de desenvolvimento do macaco ao homem.<\/p>\n<p>E finalmente, a tentativa de atingir as origens atrav\u00e9s de processos temporais n\u00e3o observados, produz somente uma estrutura de valores e n\u00e3o uma teoria cient\u00edfica. Como tal, as origens \u00faltimas jamais s\u00e3o atingidas. De fato, os adeptos tentam achar o absoluto escondido em uma exist\u00eancia material eterna e amoral.<\/p>\n<p>A deifica\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria n\u00e3o deve ser confundida com os fundamentos metaf\u00edsicos da investiga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica da mat\u00e9ria. O estudo cient\u00edfico da ordem existente da cria\u00e7\u00e3o deve ser necessariamente mantido distinto de qualquer considera\u00e7\u00e3o a respeito de como essa ordem veio a existir. Ao tentar ignorar essa distin\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria, os evolucionistas seguem uma abordagem irracional dos dados que s\u00e3o produtos de sua pr\u00f3pria especula\u00e7\u00e3o, resultando em uma estrutura do valores ao inv\u00e9s de uma teoria cient\u00edfica.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"texto\">\n<table class=\"tabela\" border=\"0\" width=\"75%\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"10\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td class=\"textopreto\"><strong>Refer\u00eancias<\/strong>(1) White, Leslie A. 1959. The evolution of culture. McGraw Hill Book Company, Inc., New York, pp. 70, 71.<br \/>\n(2) Ibid., pp. 29, 30.<br \/>\n(3) Goudge, T. A. 1961. The ascent of life, The University of Toronto Press, Toronto, p. 133.<br \/>\n(4) White, Leslie A. Op. cit., pp. 44, 45.<br \/>\n(5) Ibid., p. 67.<br \/>\n(6) Ibid., pp. 91, 92.<br \/>\n(7) Braces C. L. and M. F. Ashley Montague. 1965. Man\u2019s evolution, an introduction to physical anthropology. The Macmillan Company, New York, p. 130.<br \/>\n(8) Ross, Herbert H. 1966. Understanding evolution. Prentice-Hall, Inc., Englewood Cliffs, pp. 35, 36, 41, 43.<br \/>\n(9) Howells, William. 1966. Homo erectus, Scientific American, 215:53.<br \/>\n(10) Ryan, Francis J. 1953. Evolution observed, Scientific American, 189:78.<br \/>\n(1l) Loc. cit.<br \/>\n(12) Loc. cit.<br \/>\n(13) Goudge, T. A., Op. cit., p. 133.<br \/>\n(14) Barry, William B. N. 1968. Growth of a prehistoric time scale. W. H. Freeman and Company, San Francisco.<br \/>\n(15) Goudge, T. A., Op. cit., p. 157.<br \/>\n(16) Gish, Duane T. 1965. Critique of biochemical evolution. Creation Research Society Quarterly, 1(2):10-12.<br \/>\n1970. The nature of speculations concerning the origin of life. Creation Research Society Quarterly, 7(1):42ff. 1971. Book Review of Biochemical Predestination. Creation Research Society Quarterly, 8(4):277-280.<br \/>\n(17) Wald, George. 1954. The origin of life, Scientific American, 191:46.<br \/>\n(18) Wald, George. Op. cit.<br \/>\n(19) Ibid., p. 47.<br \/>\n(20) White, Leslie A., Op. cit., p. 6.<br \/>\n(2l) Simpson, G. G. 1951. The meaning of evolution. Mentor Books, New York. pp. 134, 135.<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"textopreto\" align=\"center\" valign=\"TOP\">Artigo publicado na<a class=\"tituloAzulClaroGR\" href=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/revistas\/folha-criacionista-no-07-2o-quadrimestre-de-1974-ano-3\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Folha Criacionista 07<\/a><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os antropologistas discordam entre si quanto a qualquer aplica\u00e7\u00e3o particular das explica\u00e7\u00f5es evolucionistas. Apesar disto, tendem a aceitar a id\u00e9ia geral da evolu\u00e7\u00e3o, sem questionar. Pode-se mostrar que os dados acerca da evolu\u00e7\u00e3o ou s\u00e3o emprestados ou s\u00e3o gerados pelas hip\u00f3teses. 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