{"id":1261,"date":"1972-09-25T01:33:34","date_gmt":"1972-09-25T04:33:34","guid":{"rendered":"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/?p=1261"},"modified":"2022-10-27T00:22:13","modified_gmt":"2022-10-27T03:22:13","slug":"a-estrutura-e-a-essencia-da-geologia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/revistas-conteudo\/folha-2\/a-estrutura-e-a-essencia-da-geologia\/","title":{"rendered":"A ESTRUTURA E A ESS\u00caNCIA DA GEOLOGIA"},"content":{"rendered":"<p class=\"textopreto\" align=\"center\"><strong>Resumo<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/fc02_03.jpg\" width=\"300\" height=\"400\" align=\"left\" border=\"1\" hspace=\"5\" \/>Este artigo n\u00e3o pretende ser um resumo completo da Geologia Diluvionista, mas principalmente uma resposta a algumas das cr\u00edticas mais comuns apresentadas por autores tais como Dr. J. R. van de Fliert, da Holanda. Este autor publicou uma critica \u00e0 Geologia Diluvionista no n\u00famero de setembro de 1969 do \u201cJournal of the American Scientific Affiliation\u201d, sob o t\u00edtulo \u201cFundamentalismo e os Fundamentos da Geologia\u201d.<\/p>\n<p>O presente artigo foi escrito para mostrar que as supostas diferen\u00e7as entre a Geologia Uniformista e a Geologia Diluvionista baseiam-se mais na sem\u00e2ntica do que em evid\u00eancias reais. O abismo da separa\u00e7\u00e3o era maior h\u00e1 um s\u00e9culo, quando Lyell era considerado muito seriamente. Hoje em dia os ge\u00f3logos uniformistas admitem per\u00edodos de catastrofismo no passado, enquanto que os ge\u00f3logos diluvionistas sempre reconheceram eventos tect\u00f4nicos catacl\u00edsmicos na crosta da Terra, inclusive o dil\u00favio b\u00edblico; reconhecem tamb\u00e9m que a maior por\u00e7\u00e3o do tempo geol\u00f3gico n\u00e3o foi muito diferente do presente. Por isso os ge\u00f3logos diluvionistas argumentam que o sepultamento da vida f\u00f3ssil exigiu catastrofismo.<\/p>\n<p>Ao mesmo tempo em que os biologistas procuram na Geologia evid\u00eancias da evolu\u00e7\u00e3o org\u00e2nica, de acordo com a lei da superposi\u00e7\u00e3o, alguns ge\u00f3logos diluvionistas raciocinam em um c\u00edrculo vicioso, pois quando se verificam ocorr\u00eancias de exce\u00e7\u00f5es \u00e0 ordem evolutiva dos f\u00f3sseis nas rochas, s\u00e3o levados a duvidar da evid\u00eancia f\u00edsica, em vez de ajustar as hip\u00f3teses para condizerem com os fatos.<\/p>\n<p>Tentativas para data\u00e7\u00f5es da Lua esbarram nas mesmas dificuldades que s\u00e3o encontradas na radiometria das rochas da crosta terrestre.<\/p>\n<p align=\"center\"><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Uma cr\u00edtica \u00e0 Geologia Diluvionista, por J. R. Van de Fliert (1) publicada no n\u00famero de setembro de 1969 do \u201cJournal of the American Scientific Affiliation\u201d continha a seguinte afirmativa: \u201cSe alguns anos atr\u00e1s me fosse dito que uma tentativa aparentemente s\u00e9ria seria feita para reintroduzir a teoria diluvionista em bases b\u00edblicas como a \u00fanica hip\u00f3tese aceit\u00e1vel para a maior parte das ci\u00eancias geol\u00f3gicas, eu n\u00e3o teria acreditado\u201d.<\/p>\n<p>A hip\u00f3tese b\u00e1sica de Van de Fliert aparentemente \u00e9 que o Dil\u00favio relatado na B\u00edblia \u00e9 puro folclore, talvez baseado em alguma enchente local no vale do Rio Eufrates, como outros \u201cEvolucionistas Te\u00edstas\u201d t\u00eam alegado. O Dr. Van de Fliert parece crer que a teoria geol\u00f3gica diluvionista caiu por terra cerca de 150 anos atr\u00e1s, tendo sido desaprovada cientificamente. Parece tamb\u00e9m surpreso com a aud\u00e1cia de competentes cientistas de nossa \u00e9poca em reintroduzir aquela teoria, em que pese o avan\u00e7o da ci\u00eancia.<\/p>\n<p>Ao ver fotografias de pegadas de dinossauros juntamente com pegadas humanas gigantescas no leito do rio Paluxy, no Texas, publicadas no livro de Whitcomb e Morris \u201cThe Genesis Flood\u201d (2), Van de Fliert p\u00f4s de lado tal evid\u00eancia considerando-a como \u201csupostas pegadas, mas de maneira nenhuma pegadas humanas\u201d.<\/p>\n<p>N\u00e3o se torna claro como Van de Fliert pode ser t\u00e3o positivo quanto a n\u00e3o serem humanas as pegadas, sem um exame in loco dessas forma\u00e7\u00f5es cret\u00e1ceas do Texas. O Dr. A. E. Wilder Smith da Faculdade de Medicina da Universidade de Illinois dedicou algum tempo ao exame dessas pegadas e voltou convencido, como pode ser visto em seu livro \u201cMan\u2019s Origin, Man\u2019s Destiny\u201d.<\/p>\n<p>O Dr. Van de Fliert compara esse achado com os ossos de elefantes encontrados h\u00e1 algumas gera\u00e7\u00f5es, e ent\u00e3o julgados como sendo ossos de seres humanos destru\u00eddos no Dil\u00favio, concluindo que os ge\u00f3logos diluvionistas de nossos dias est\u00e3o voltando \u00e0 Idade Escura. Tal insinua\u00e7\u00e3o obscurece as verdadeiras quest\u00f5es em discuss\u00e3o, e n\u00e3o deveria encontrar lugar em literatura cient\u00edfica.<\/p>\n<p class=\"textopeq\">Nas cr\u00edticas \u00e0 Geologia Diluvionista, surge o argumento de que a B\u00edblia n\u00e3o \u00e9 um comp\u00eandio cient\u00edfico, concluindo-se n\u00e3o ser portanto digna de f\u00e9 ao tratar de quest\u00f5es cient\u00edficas. Naturalmente, se fosse um comp\u00eandio cient\u00edfico, deveria ela atingir propor\u00e7\u00f5es enciclop\u00e9dicas. Entretanto, o fato de n\u00e3o o ser, n\u00e3o prejudica a sua autenticidade ao fazer uma afirma\u00e7\u00e3o cient\u00edfica.<\/p>\n<p>N\u00e3o se deveria concluir que a f\u00e9 total ou parcial na Palavra de Deus deva se basear no estado atual da ci\u00eancia. A aceita\u00e7\u00e3o de Jesus, o Messias, como Aquele que Ele declarou ser, d\u00e1 autenticidade aos relatos mosaicos da Cria\u00e7\u00e3o e do Dil\u00favio, pois Cristo os corroborou. A despeito de tudo isto, muitos s\u00e3o levados a duvidar, devido \u00e0 influ\u00eancia solapante da ci\u00eancia materialista. Ao acharem tamb\u00e9m os cientistas evid\u00eancias corroboradoras em novas descobertas cient\u00edficas, prestar\u00e3o um duplo servi\u00e7o ao public\u00e1-las &#8211; \u00e0 ci\u00eancia, e \u00e0 f\u00e9 na veracidade da B\u00edblia.<\/p>\n<p align=\"center\"><strong>Catastrofismo<\/strong><\/p>\n<p>A Geologia Diluvionista implica certamente o Catastrofismo, o que entretanto n\u00e3o significa que o nosso mundo tenha permanecido em um cont\u00ednuo estado de cat\u00e1strofe. As interpreta\u00e7\u00f5es diferentes freq\u00fcentemente se polarizam devido \u00e0 \u00eanfase exagerada dada \u00e0 sem\u00e2ntica. Novas descobertas demonstram que na disciplina da Geologia h\u00e1 lugar tanto para o catastrofismo quanto para o uniformismo.<\/p>\n<p>Norman Newell, do Museu Americano de Hist\u00f3ria Natural (3), admite que as id\u00e9ias mais recentes sobre acontecimentos catacl\u00edsmicos, tais como a teoria da Grande Explos\u00e3o Inicial, terremotos e enchentes calamitosos, for\u00e7am-nos a readmitir o catastrofismo como um processo tect\u00f4nico, juntamente com o uniformismo.<\/p>\n<p>Ensina-se aos estudantes de Geologia que o \u201cpresente \u00e9 a chave para o passado\u201d, e freq\u00fcentemente interpreta-se essa afirma\u00e7\u00e3o como significando que jamais aconteceu algo que n\u00e3o esteja acontecendo agora. Mas desde o final da Segunda Guerra Mundial, ap\u00f3s o surgimento de uma nova gera\u00e7\u00e3o, juntamos mais dados e come\u00e7amos a compreender que houve muitos acontecimentos catastr\u00f3ficos no passado, alguns dos quais se deram somente uma \u00fanica vez.<\/p>\n<p>Novamente citando o artigo de Van de Fliert (4), aquele autor exp\u00f5e (talvez inconscientemente) a harmonia essencial da Geologia de nossos dias com o conceito da Geologia Diluvionista. Admite ele que o pensamento geol\u00f3gico alterou-se desde o tempo de Lyell.<\/p>\n<p>A maior parte dos ge\u00f3logos atuais n\u00e3o aceita esse princ\u00edpio (uniformismo) exatamente da maneira como compreendida por Lyell, mas sim no sentido de uma perman\u00eancia das leis f\u00edsicas e biol\u00f3gicas, o que n\u00e3o exclui, por exemplo, per\u00edodos com climas diferentes do conhecido hoje em dia, ou tamb\u00e9m altern\u00e2ncias de per\u00edodos est\u00e1veis mais prolongados com epis\u00f3dios catastr\u00f3ficos ou paroxismos mais curtos.<\/p>\n<p>Os ge\u00f3logos diluvionistas e os criacionistas poderiam concordar com quase 100% desse conceito moderno de uni\u00e3o do uniformismo com o catastrofismo. Como j\u00e1 mencionado, muitas supostas diferen\u00e7as relacionam-se grandemente com quest\u00f5es sem\u00e2nticas. Uma defini\u00e7\u00e3o cuidadosa dos termos freq\u00fcentemente elimina muitas diferen\u00e7as aparentes.<\/p>\n<p>Os ge\u00f3logos diluvionistas s\u00e3o freq\u00fcentemente acusados de tentar abolir leis f\u00edsicas e qu\u00edmicas bem estabelecidas. Nenhum cientista ou meteorologista poderia ser culpado da aboli\u00e7\u00e3o das leis naturais quando o tempo mudasse de uma suave brisa para um furac\u00e3o de 300 km\/h, ou de uma garoa para 300mm de precipita\u00e7\u00e3o em 24 horas.<\/p>\n<p>De igual maneira, n\u00e3o \u00e9 compreens\u00edvel por que uma chuva prolongada em escala mundial poderia ser respons\u00e1vel pela aboli\u00e7\u00e3o das leis da natureza. Sabe-se que todo o vapor d\u2019\u00e1gua hoje contido na atmosfera n\u00e3o poderia elevar o n\u00edvel do oceano mais do que alguns poucos cent\u00edmetros. Neste ponto, a Geologia Diluvionista sozinha n\u00e3o esclarece a discrep\u00e2ncia cient\u00edfica, mas apela ao Criacionismo para a resposta.<\/p>\n<p>O historiador inspirado Mois\u00e9s explicou no livro de G\u00eanesis que, quando Deus criou o mundo, separou as \u00e1guas em duas partes principais, a parte inferior compreendendo os mares, e a parte superior acima do firmamento. Com o apoio ou n\u00e3o do Dr. Newell, os crentes na B\u00edblia compreendem que o Dil\u00favio foi um acontecimento miraculoso, n\u00e3o sujeito a an\u00e1lise repetida.<\/p>\n<p>Essa cobertura superior de vapor bem poderia ter proporcionado uma camada de isolante t\u00e9rmico respons\u00e1vel por um clima relativamente uniforme em toda a Terra. Antes da precipita\u00e7\u00e3o da cobertura de vapor sobre a Terra, durante o Dil\u00favio B\u00edblico, muito possivelmente a cobertura de vapor propiciava rico revestimento vegetal mesmo nas zonas terrestres hoje cobertas de gelo. O Onipotente n\u00e3o est\u00e1 limitado ao uso de algumas poucas leis naturais que o homem tem sido bem sucedido em descobrir.<\/p>\n<p>Extensas jazidas de carv\u00e3o na Ant\u00e1rtida evidenciam a exist\u00eancia anterior de um clima temperado, em escala mundial, que explica a presen\u00e7a de grandes manadas de mamutes, mastodontes, rinocerontes, megat\u00e9rios, e outras criaturas encontradas em cemit\u00e9rios de f\u00f3sseis. A extin\u00e7\u00e3o repentina de tanta vida biol\u00f3gica sempre foi um enigma para os cientistas, e a melhor explica\u00e7\u00e3o que pode ser dada para esse caso parece ser a da altera\u00e7\u00e3o do clima.<\/p>\n<p>Como essa explica\u00e7\u00e3o casualmente coincide com o relato b\u00edblico, os cientistas e estudiosos do assunto podem portanto ter mais confian\u00e7a na precis\u00e3o cient\u00edfica das Escrituras. A mudan\u00e7a repentina do clima \u00e9 evidenciada pelos mamutes perfeitamente preservados, bem como por outros animais que t\u00eam sido desenterrados do gelo \u00e1rtico.<\/p>\n<p>Se em 1845 algu\u00e9m tivesse predito que a guerra mundial de 1940 seria decidida pela explos\u00e3o de bombas at\u00f4micas, sem d\u00favida alguns cientistas o teriam ridicularizado. Seguindo as id\u00e9ias de Dalton, a cr\u00edtica teria afirmado ser a divis\u00e3o do \u00e1tomo uma viola\u00e7\u00e3o das leis da F\u00edsica, pois o \u00e1tomo era considerado como a menor part\u00edcula da mat\u00e9ria. A partir daquela data, o homem descobriu leis da natureza anteriormente desconhecidas . Esse mesmo princ\u00edpio pode ser aplicado \u00e0 atitude de Deus no passado. Durante o dil\u00favio, Deus pode ter liberado for\u00e7as e fatores que presentemente n\u00e3o s\u00e3o observ\u00e1veis ou compreendidos claramente.<\/p>\n<p align=\"center\"><strong>As Scablands de Montana (*)<\/strong><\/p>\n<p>Norman Newell iniciou o processo de rea\u00e7\u00e3o ao uniformismo ortodoxo de Charles Lyell, e provocou uma volta ao catastrofismo. J. Harlen Bretz (5) do Departamento de Ci\u00eancias Geof\u00edsicas da Universidade de Chicago, adicionou evid\u00eancias \u00e0 causa do catastrofismo com o seu not\u00e1vel artigo referente \u00e0s scablands de Montana, publicado no Journal of Geology em setembro de 1969. Bretz \u00e9 uma reconhecida autoridade em scablands, tendo dedicado anos ao estudo e a publica\u00e7\u00f5es referentes \u00e0 geologia da regi\u00e3o. Outros ge\u00f3logos t\u00eam seguido a linha uniformista cl\u00e1ssica para a explica\u00e7\u00e3o das gargantas fluviais f\u00f3sseis cavadas no basalto.<\/p>\n<p>Em 1938, Flint considerava que as scablands foram formadas por correntes lentas durante a remo\u00e7\u00e3o dos enchimentos. O termo \u201cenchentes\u201d era-lhe repugnante. Por outro lado, Bretz declarou que<\/p>\n<p>Somente enchentes extraordin\u00e1rias poderiam ter cruzado os divisores de \u00e1gua pr\u00e9-glaciais, e somente velocidades extraordin\u00e1rias (devido a grandes volumes) poderiam erodir os leitos rochosos t\u00e3o tremendamente (6).<\/p>\n<p>Os sobrecenhos franziram-se com essa interpreta\u00e7\u00e3o. Surgiu uma tempestade de protestos. Mas Bretz n\u00e3o arredou p\u00e9, pois estava armado com fatos. Bretz (1969) descreveu o rompimento da barreira glacial do Lago Missoula da seguinte maneira:<\/p>\n<p>Quando ela se rompeu, a \u00e1gua armazenada com quase 600 metros de profundidade ficou livre para escoar desde a bacia do rio Clark Fork, no oeste de Montana, at\u00e9 ao norte de Idaho. A \u00e1gua invadiu catastroficamente o Planalto de Col\u00fambia no sudoeste de Washington e atingiu o Oceano Pac\u00edfico pelo Rio Col\u00fambia, a 700 quil\u00f4metros de dist\u00e2ncia da barreira glacial. Enchente de t\u00e3o grandes propor\u00e7\u00f5es \u00e9 desconhecida atualmente em qualquer outra parte do mundo.<\/p>\n<p>Calcula-se que tenha durado duas semanas. Atingiu 240 metros no Passo Wallula, na divisa de Oregon e Washington.<\/p>\n<p><span class=\"textopeq\"><em><strong>(*) O termo \u201cscablands\u201d tem sua origem nas grandes escaras (em ingl\u00eas \u201cscabs\u201d) que desfiguram o plat\u00f4 bas\u00e1ltico da parte leste do estado de Washington, nos Estados Unidos da Am\u00e9rica do Norte, desfazendo-o num intrincado de testemunhos, mesas e canh\u00f5es.<\/strong><\/em><\/span><\/p>\n<p>Bretz estava descrevendo uma como\u00e7\u00e3o catacl\u00edsmica na natureza, muito semelhante em conseq\u00fc\u00eancias ao dil\u00favio, embora em escala muito menor. Menciona ele que o trecho superior do Grand Coulee tinha 40 quil\u00f4metros de comprimento, enquanto que o maior salto tinha 15 quil\u00f4metros de largura.<\/p>\n<table class=\"tabela\" border=\"0\" width=\"75%\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"10\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td class=\"textopreto\"><strong>NOTA DO TRADUTOR<\/strong>Transcreve-se a seguir, a t\u00edtulo de informa\u00e7\u00e3o ao leitor, pequeno trecho (p\u00e1ginas 400 e 401) do livro \u201cPrinciples of Geomorphology\u201d de William D. Thornbury, editado pela John Wiley &amp; Sons, Inc., New York &#8211; London, 1954, que permite localizar o problema tratado neste artigo.<\/p>\n<p>\u201cBretz concluiu que as \u00e1guas originadas do degelo ocuparam os vales preexistentes ao norte da regi\u00e3o das \u2018scablands\u2019 em tamanha quantidade que se derramaram sobre o divisor de \u00e1guas, constituindo uma imensa inunda\u00e7\u00e3o com car\u00e1ter catastr\u00f3fico, apesar de curta dura\u00e7\u00e3o, \u00e0 qual denominou ele de inunda\u00e7\u00e3o de Spokane.<\/p>\n<p>As grandes torrentes que constitu\u00edram a \u2018inunda\u00e7\u00e3o\u2019 presumivelmente deram origem a grandes barras que se projetaram acima do fundo das gargantas, sendo depois rapidamente destru\u00eddas, nesse processo modelando as gargantas e as outras impressionantes evid\u00eancias de eros\u00e3o.<\/p>\n<p>A teoria representa um retorno ao catastrofismo, que muitos ge\u00f3logos t\u00eam relutado em aceitar.\u201d<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/fc02_02.jpg\" width=\"700\" height=\"582\" \/><\/p>\n<p>A enchente levou de rold\u00e3o pedras de alguns metros de di\u00e2metro ao longo de quil\u00f4metros, e ao baixar deixou faixas de eleva\u00e7\u00f5es com mais de 30 metros de altura no meio do leito da torrente. Ondula\u00e7\u00f5es de 3 metros de altura, e maiores ainda, caracterizam algumas superf\u00edcies das faixas. Um delta de pedregulhos com 500 quil\u00f4metros quadrados de \u00e1rea surgiu na conflu\u00eancia dos vales dos rios Willamette e Columbia.<\/p>\n<p>Em 1963, Trimble (7) havia feito refer\u00eancia a \u201c\u00e1guas de enchentes de propor\u00e7\u00f5es quase inacredit\u00e1veis\u201d ao longo do vale do rio Columbia.<\/p>\n<p>Bretz refere-se tamb\u00e9m ao tempo em que o primitivo lago Bonneville, em Utah, rompeu-se atrav\u00e9s de uma fissura de forma\u00e7\u00e3o recente, e 2000 quil\u00f4metros c\u00fabicos de \u00e1gua precipitaram-se para o vale do rio Snake. \u201cComo no caso das scablands\u201d diz ele, \u201ca passagem de uma enchente catastr\u00f3fica, pode dar a explica\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>A Associa\u00e7\u00e3o Internacional de Pesquisas do Quatern\u00e1rio teve sua reuni\u00e3o de 1965 nos Estados Unidos. Dentre as v\u00e1rias excurs\u00f5es de campo, foi feita uma \u00e0s Montanhas Rochosas do Norte, e ao Planalto de Col\u00fambia em Washington, para o estudo dos fen\u00f4menos relacionados com as scablands. Bretz, que n\u00e3o p\u00f4de comparecer, recebeu logo depois um telegrama de \u201ccumprimentos e parab\u00e9ns\u201d que terminava com a senten\u00e7a: \u201cN\u00f3s todos somos agora catastrofistas\u201d.<\/p>\n<p align=\"center\"><strong>Geologia Diluvionista e o Registro F\u00f3ssil<\/strong><\/p>\n<p>Van de Fliert refere-se a R. H. Rastall (8) da Universidade de Cambridge, que admitiu que, de um ponto de vista filos\u00f3fico, os ge\u00f3logos t\u00eam raciocinado num ciclo vicioso:<\/p>\n<p>A seq\u00fc\u00eancia dos organismos tem sido determinada por um estudo dos seus remanescentes depositados nas rochas, e as idades relativas das rochas t\u00eam sido determinadas pelos remanescentes dos organismos que elas cont\u00eam.<\/p>\n<p>Nesse sentido, Van de Fliert escreveu que Rastall est\u00e1 completamente errado. Para melhor esclarecer esse fato deve ser dito que a Biologia por si pr\u00f3pria n\u00e3o apresenta nenhuma evid\u00eancia decisiva em favor da evolu\u00e7\u00e3o org\u00e2nica; nem a Anatomia Comparada e nem a Recapitula\u00e7\u00e3o nada provam. Ent\u00e3o apela-se \u00e0 Geologia. Numa coluna geol\u00f3gica n\u00e3o perturbada, raciocina-se, se houve uma progress\u00e3o evolutiva atrav\u00e9s dos s\u00e9culos, ent\u00e3o &#8211; supondo prolongados intervalos de tempo para a deposi\u00e7\u00e3o dos sedimentos &#8211; as formas biol\u00f3gicas simples deveriam ser encontradas na base da coluna, e as formas de vida mais avan\u00e7adas deveriam achar-se junto ao topo da coluna.<\/p>\n<p>Se o registro f\u00f3ssil sempre fosse coerente com essa generaliza\u00e7\u00e3o, os evolucionistas teriam um bom argumento, mas em in\u00fameros lugares do mundo existe uma ordem inversa, como no Parque Nacional Glacier, em Banff, Canad\u00e1, em Wyoming, no Arizona e nos Alpes. Essas ordens an\u00f4malas de f\u00f3sseis deveriam ser suficientes para arrasar com a hip\u00f3tese, mas n\u00e3o se permite tal coisa, apelando-se a um racioc\u00ednio em c\u00edrculo vicioso, dizendo que deve ser mantida a ordem f\u00f3ssil evolutiva nas rochas, mesmo a expensas de virar as rochas de ponta cabe\u00e7a, ou de supor que um grande fen\u00f4meno tect\u00f4nico na natureza previamente virou-as de ponta cabe\u00e7a, ou mesmo deslizou estratos \u201cmais velhos\u201d sobre outros \u201cmais novos\u201d. O autor deste artigo recorda-se do Dr. Leith, da Universidade de Wisconsin, perguntando qual foi a gigantesca almotolia que engraxou as camadas de rocha de tal maneira que milhares de quil\u00f4metros quadrados de estratos rochosos pudessem deslizar uns sobre os outros sem se rachar!<\/p>\n<p>Van de Fliert responde argumentando que, em todos os casos em que os f\u00f3sseis se encontram na seq\u00fc\u00eancia errada, h\u00e1 evid\u00eancias f\u00edsicas de falhas inversas. \u00c9 certo que onde se acham falhas inversas dever-se-iam achar tamb\u00e9m evid\u00eancias f\u00edsicas tais como brechas tect\u00f4nicas, estrias, espelhos de falha, etc. O espa\u00e7o n\u00e3o permite descer aos detalhes referentes \u00e0s falhas normais, mas faz-se refer\u00eancia a n\u00fameros anteriores do Creation Research Society Quarterly (9) nos quais o autor deste artigo mostra que algumas estruturas consideradas como falhas apresentam de fato sinais f\u00edsicos t\u00edpicos de falhas, enquanto que outras estruturas, tamb\u00e9m consideradas como falhas normais n\u00e3o apresentam tais evid\u00eancias f\u00edsicas.<\/p>\n<p>Pesquisas realizadas em 1968 na falha normal de Lewis mostraram uma assombrosa falta de evid\u00eancias f\u00edsicas de falhamentos, como tamb\u00e9m foi descoberto em estudos feitos no Arizona (9). Se estudos de outros casos conduzirem a resultados semelhantes aos do estudo da falha de Lewis, os ge\u00f3logos evolucionistas ficar\u00e3o em grandes dificuldades. No passado, os ge\u00f3logos superestimaram a ordem das rochas, baseados nas evid\u00eancias de f\u00f3sseis. Tanto foi assim, que se negligenciaram grandemente as confirma\u00e7\u00f5es de evid\u00eancias f\u00edsicas.<\/p>\n<p>Referindo-se mais uma vez ao Uniformismo e ao registro f\u00f3ssil, Van de Fliert assevera que \u201co Uniformismo est\u00e1 expresso nos pr\u00f3prios registros f\u00f3sseis\u201d. Isso deve ser negado em alta voz. Charles Shuchert (10) de Yale, admitiu que, para a completa preserva\u00e7\u00e3o dos f\u00f3sseis, eles devem ser enterrados rapidamente, e n\u00e3o mediante a lenta acumula\u00e7\u00e3o de sedimentos no mar.<\/p>\n<p>Rodgers e Dunbar (11) mencionam as \u00e1rvores enterradas ainda encontradas em p\u00e9 na Nova Esc\u00f3cia. Se elas tivessem sido enterradas gradualmente, suas pontas teriam desaparecido muito antes de haver tempo para serem soterradas.<\/p>\n<p>Referindo-se novamente ao sepultamento s\u00fabito de grandes manadas de mamutes e outros animais no Alasca e na Sib\u00e9ria, J. D. Dana (12), um dos grandes ge\u00f3logos do s\u00e9culo passado, disse:<\/p>\n<p>O encerramento de grandes elefantes no gelo, e a perfeita conserva\u00e7\u00e3o de sua carne, mostra que o frio chegou ao extremo repentinamente, como uma \u00fanica noite de inverno, e n\u00e3o cedeu em seguida.<\/p>\n<p>Whilley acrescenta que<\/p>\n<p>Na ilha Kotelnoi, nem \u00e1rvores nem arbustos existem, e apesar disso, encontram-se naquele deserto gelado ossos de elefantes, rinocerontes, b\u00fafalos e cavalos, em tal quantidade que desafiam qualquer estimativa.<\/p>\n<p>Como se pode harmonizar a extin\u00e7\u00e3o de tais manadas de animais com o Uniformismo? Parece que a maioria dos f\u00f3sseis apontam para o Catastrofismo e n\u00e3o para o Uniformismo.<\/p>\n<p align=\"center\"><strong>Data\u00e7\u00e3o da Idade da Terra<\/strong><\/p>\n<p>Esse assunto tem rela\u00e7\u00e3o direta com a Geologia Diluvionista e com o Criacionismo. Como a disciplina da data\u00e7\u00e3o est\u00e1 ainda em sua inf\u00e2ncia, devem ser adiadas conclus\u00f5es dogm\u00e1ticas.<\/p>\n<p>Foi Arthur Holmes (13) eminente ge\u00f3logo brit\u00e2nico, que lembrou que, apesar de a Radiometria ter apar\u00eancia de precis\u00e3o matem\u00e1tica, um passo no equacionamento era uma pura hip\u00f3tese (uma estimativa de alto n\u00edvel) que a vida m\u00e9dia dos elementos radioativos tem permanecido a mesma no decorrer do tempo geol\u00f3gico. Em outras palavras, sup\u00f5e-se que a taxa de decaimento radioativo tem permanecido constante em fun\u00e7\u00e3o do tempo. Isso, de fato, n\u00e3o \u00e9 pass\u00edvel de verifica\u00e7\u00e3o cient\u00edfica.<\/p>\n<p>Um empecilho para a atribui\u00e7\u00e3o de bilh\u00f5es de anos \u00e0 idade da Terra \u00e9 a impossibilidade de determina\u00e7\u00e3o de todo o H\u00e9lio radiog\u00eanico que deveria estar presente na atmosfera e na litosfera, como resultado de tantos anos de desintegra\u00e7\u00e3o radioativa. Somente um cent\u00e9simo mil\u00e9simo da suposta produ\u00e7\u00e3o de H\u00e9lio pode ser determinada. N\u00e3o h\u00e1 evid\u00eancias de que quantidades apreci\u00e1veis de H\u00e9lio pudessem ter escapado da Terra, especialmente ao se encontrar H\u00e9lio na Lua, que tem massa muito menor do que a Terra. A \u00fanica explica\u00e7\u00e3o plaus\u00edvel parece ser que a Terra e a Lua s\u00e3o muito mais jovens do que consideradas atualmente.<\/p>\n<p>Devido \u00e0 falta de atmosfera e blindagem, a Lua \u00e9 constantemente bombardeada com \u201cvento solar\u201d consistindo de concentra\u00e7\u00f5es de gases raros, tais como Hidrog\u00eanio, H\u00e9lio, Ne\u00f4nio, Arg\u00f4nio, Cript\u00f4nio, Xen\u00f4nio, etc. De fato, a contamina\u00e7\u00e3o com Arg\u00f4nio proveniente do Sol resultou num grave problema para o uso do m\u00e9todo de data\u00e7\u00e3o com o Pot\u00e1ssio-Arg\u00f4nio, em muitas amostras de solo lunar.<\/p>\n<p>A contamina\u00e7\u00e3o com Arg\u00f4nio em algumas amostras tem atingido a ordem de um milh\u00e3o de vezes. A contamina\u00e7\u00e3o com Chumbo constitui um outro problema na data\u00e7\u00e3o, e cientistas de diferentes laborat\u00f3rios t\u00eam usado diferentes fatores corretivos dessa contamina\u00e7\u00e3o, ao testarem amostras de solo lunar (14).<\/p>\n<p>A presen\u00e7a de gases na superf\u00edcie da Lua pareceria indicar a origem de uma atmosfera embrion\u00e1ria, observa\u00e7\u00e3o essa que por si pr\u00f3pria pareceria indicar uma Lua recente.<\/p>\n<p>O Dr. Melvin Cook relatou ao autor recentemente, em correspond\u00eancia pessoal, que um estudo de todos os dados obtidos das amostras de rochas lunares parece indicar somente alguns poucos milhares de anos desde que a Lua atingiu sua atual condi\u00e7\u00e3o superficial.<\/p>\n<p align=\"center\"><strong>Radia\u00e7\u00e3o C\u00f3smica<\/strong><\/p>\n<p>A radia\u00e7\u00e3o c\u00f3smica consiste de n\u00facleos at\u00f4micos deslocando-se com velocidades da ordem de grandeza da velocidade da luz. As energias correspondentes s\u00e3o enormes, variando de um bilh\u00e3o a um quatrilh\u00e3o de eletron-volts. Samuel Glasstone (15) descreve a energia dos raios c\u00f3smicos:<\/p>\n<p>Verifica-se o extraordin\u00e1rio poder de penetra\u00e7\u00e3o dos raios c\u00f3smicos, em primeiro lugar pela sua capacidade de penetrar na atmosfera terrestre, cujo poder de absor\u00e7\u00e3o para as radia\u00e7\u00f5es ionizantes \u00e9 equivalente a aproximadamente um metro de espessura de Chumbo. Mas n\u00e3o \u00e9 somente isso. Os raios t\u00eam sido detectados sob o solo e sob a \u00e1gua, em dist\u00e2ncias equivalentes a 1400 metros de profundidade. Somente part\u00edculas com muitos bilh\u00f5es de eletron-volts de energia poderiam ter penetrado em tais profundidades.<\/p>\n<p>O Dr. James Van Allen (16) foi um dos principais respons\u00e1veis pela descoberta dos cintur\u00f5es de radia\u00e7\u00e3o. Ele encontrou taxas de contagem de radia\u00e7\u00e3o superiores a 1000 vezes \u00e0 esperada teoricamente para os raios c\u00f3smicos. Diz ele o seguinte:<\/p>\n<p>Em altitudes mais elevadas &#8230; at\u00e9 ser atingido o ponto de satura\u00e7\u00e3o do contador, obtinham-se taxas superiores a l000 vezes a expectativa te\u00f3rica para os raios c\u00f3smicos. A partir da taxa de crescimento e da dura\u00e7\u00e3o dos per\u00edodos de satura\u00e7\u00e3o, supusemos que a contagem m\u00e1xima provavelmente atingiu diversas vezes esse n\u00edvel.<\/p>\n<p>H\u00e1 evid\u00eancias de que o campo magn\u00e9tico terrestre tem mudado de polaridade mais do que uma vez; e como o Dr. John Grebe ressaltou numa comunica\u00e7\u00e3o pessoal, durante a invers\u00e3o da polaridade h\u00e1 um per\u00edodo sem magnetismo, durante o qual a radia\u00e7\u00e3o c\u00f3smica bombardearia a Terra com maior intensidade. A radia\u00e7\u00e3o de alta energia, ent\u00e3o, \u00e9 uma causa poss\u00edvel para a acelera\u00e7\u00e3o da taxa de desintegra\u00e7\u00e3o do Ur\u00e2nio, T\u00f3rio, e talvez outros elementos radioativos. Essa possibilidade lan\u00e7a d\u00favidas sobre todos os m\u00e9todos de data\u00e7\u00e3o que envolvem radioatividade.<\/p>\n<p>Certos meteoritos de Ferro t\u00eam aparentado idades de centenas de milh\u00f5es de anos, enquanto que meteoritos de rocha s\u00e3o considerados como tendo somente dezenas de milh\u00f5es de anos. Por que tal diferen\u00e7a? O Dr. Harold Urey (17) explica esse fato dizendo que os meteoritos de pedra estavam enterrados mais profundamente sob a superf\u00edcie do astro-m\u00e3e, sendo assim blindados relativamente aos raios c\u00f3smicos de alta energia. Logo, parecem mais jovens. Os meteoritos de Ferro originaram-se na superf\u00edcie, onde a intensa radia\u00e7\u00e3o \u201cenvelheceu-os\u201d mais rapidamente. Pode-se pensar nesta altura, se, ao computar-se a idade da Terra em bilh\u00f5es de anos n\u00e3o se est\u00e1 meramente observando uma apar\u00eancia de idade?<\/p>\n<p>Talvez Curt Teichert (18) melhor resumisse a situa\u00e7\u00e3o ao dizer \u201cAtualmente n\u00e3o se pode construir nenhuma imagem coerente da hist\u00f3ria da Terra, com base na data\u00e7\u00e3o com Radiocarbono\u201d. O Dr. James B. Conant (19) &#8211; presidente em\u00e9rito de Harvard, teve este coment\u00e1rio a acrescentar:<\/p>\n<p>N\u00e3o poucos f\u00edsicos t\u00eam expresso grandes d\u00favidas quanto a se poder supor uniformidade no comportamento da mat\u00e9ria ao longo de t\u00e3o enormes per\u00edodos de tempo. O que significa o conceito de tempo quando lidamos com milhares de milh\u00f5es de anos? Da mesma maneira como os f\u00edsicos acharam necess\u00e1rio reformular algumas id\u00e9ias sobre o espa\u00e7o e o tempo ao lidar com velocidades muito altas e dist\u00e2ncias muito pequenas, \u00e9 poss\u00edvel tamb\u00e9m que as no\u00e7\u00f5es comuns sobre o tempo n\u00e3o possam ser extrapoladas \u00e0 cosmologia.<\/p>\n<p>O laborat\u00f3rio de an\u00e9is de crescimento de \u00e1rvores da Universidade do Arizona recebeu um aux\u00edlio de US$ 45.000,00 da National Science Foundation, para continua\u00e7\u00e3o da pesquisa do Dr. Charles W. Ferguson sobre a discrep\u00e2ncia entre a idade-radioativa e a idade calculada a partir dos an\u00e9is de crescimento, para o pinheiro California bristlecone. Os seguintes notici\u00e1rios d\u00e3o os detalhes:<\/p>\n<p>\u201cOs cientistas t\u00eam especulado que a escala de data\u00e7\u00e3o do Radiocarbono desvia-se da cronologia baseada nos an\u00e9is de crescimento devido ao intenso bombardeio c\u00f3smico da atmosfera, que decresceu atingindo o n\u00edvel atual h\u00e1 cerca de 2000 anos. Os mais antigos pinheiros bristlecone vivos s\u00e3o encontrados nas White Mountains da Calif\u00f3rnia oriental. Descobertos em 1956 pelo falecido Dr. Edward Schulman e pelo Dr. Ferguson, esses pinheiros estavam crescendo nas \u00e1ridas \u201cWhite Mountains\u201d da Calif\u00f3rnia centro-oriental mil\u00eanios antes dos eg\u00edpcios come\u00e7arem a constru\u00e7\u00e3o das pir\u00e2mides. Isso se deu na \u00e9poca em que o famoso Hammurabi reinava no reino sem\u00edtico ocidental de Babil\u00f4nia, e compilava o seu grande c\u00f3digo de leis\u201d (20).<\/p>\n<p>A suposta causa da incerteza do Carbono-14 \u00e9 a varia\u00e7\u00e3o da radia\u00e7\u00e3o c\u00f3smica e a conseq\u00fcente varia\u00e7\u00e3o da forma\u00e7\u00e3o de Carbono-14. Essa flutua\u00e7\u00e3o naturalmente \u00e9 conflitante com o conceito da uniformidade, e \u00e9 equivalente \u00e0 aceita\u00e7\u00e3o de que a propor\u00e7\u00e3o de Carbono-14 existente na atmosfera n\u00e3o permaneceu constante durante o passado. Tal aceita\u00e7\u00e3o p\u00f5e por terra a precis\u00e3o de tais datas, de maneira geral.<\/p>\n<p align=\"center\"><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>As opini\u00f5es arraigadas dos cientistas alteram-se muito vagarosamente quando confrontadas com vis\u00edveis evid\u00eancias que exigem uma reformula\u00e7\u00e3o da teoria. Fatos revolucion\u00e1rios e impressionantes t\u00eam vindo \u00e0 luz nos anos recentes, exigindo uma revis\u00e3o da teoria evolucionista no campo da Geologia como, por exemplo, a descoberta de pegadas humanas f\u00f3sseis juntamente com dinossauros, no Cret\u00e1ceo, e tamb\u00e9m junto com trilobitas no Cambriano de Utah, a descoberta de p\u00f3len de con\u00edferas e gimnospermas nas forma\u00e7\u00f5es cambrianas e pr\u00e9-cambrianas do Grande Canyon.<\/p>\n<p>No seu artigo \u201cThe Case for Hierarchical Cosmology\u201d, G. de Vaucouleurs escreveu:<\/p>\n<p>A hist\u00f3ria da Ci\u00eancia, certamente, est\u00e1 repleta de exemplos de pequenos fatos obstinadamente \u201cfeios\u201d, que destroem \u201cbelas\u201d teorias &#8230; acima de tudo estou me referindo a uma aparente perda de contato com a evid\u00eancia emp\u00edrica e com os fatos observ\u00e1veis, e pior do que isto, a uma recusa deliberada da parte de alguns te\u00f3ricos em aceitar tais resultados quando eles se mostram em desacordo com algumas das teorias atuais do Universo, supersimplificadas e portanto intelectualmente atrativas (21).<\/p>\n<p>Se novas evid\u00eancias de campo fossem incorporadas \u00e0 teoria cient\u00edfica, isso seria um grande passo em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 demonstra\u00e7\u00e3o da exist\u00eancia contempor\u00e2nea dos principais tipos de vida biol\u00f3gica desde os dias da Cria\u00e7\u00e3o. A extin\u00e7\u00e3o em massa da vida antiga devido a alguma calamidade catastr\u00f3fica viria em apoio ao Dil\u00favio B\u00edblico como um dos maiores acontecimentos tect\u00f4nicos de todas as \u00e9pocas geol\u00f3gicas.<\/p>\n<p align=\"center\"><strong>Bibliografia<\/strong><\/p>\n<p>(1) van de Fliert, J. R. 1969. Fundamentalism and the fundamentais of geology, Journal of The American Scientific Affiliation, September, pp. 69-81.<br \/>\n(2) Whitcomb, John C. and Henry M. Morris. 1961. The Genesis flood. &#8211; Presbyterian and Reformed Publishing Co., Philadelphia, Penn.<br \/>\n(3) Newell, Norman. 1965. Speech to American Geological Institute, New York. American Museum of Natural History. Reported address.<br \/>\n(4) van de Fliert, J. R. Op. cit., p. 70.<br \/>\n(5) Bretz, J. Harlan. 1969. The Lake Missoula floods and the channeled scablands, The Journal of Geology, 77(5):505-543: September.<br \/>\n(6) Ibid., p. 507.<br \/>\n(7) Trimble, D. E. 1963. Geology of Portland, Oregon, and adjacent areas. U. S. Geol. Survey Bulletin 1119:119.<br \/>\n(8) Rastall, R. H. 1956. Geology, Encyclopedia Brittanica, 10:168.<br \/>\n(9) Burdick, C. L. 1969. The Lewis overthrust, Creation Research Society Quarterly, 6(2):96-106. September. Ver tamb\u00e9m, do mesmo autor juntamente com Harold Slusher: The Empire Mountain &#8211; a thrust fault?, Creation Research Society Quarterly, 6(1):49-54. June<br \/>\n(10) Schuchert, Charles. 1931. Physics of the earth. National Research Council Bulletin 80:14.<br \/>\n(11) Rogers, John and Carl Dunbar. 1957. Principles of stratigraphy. John Wiley and Sons, New York, p. 128.<br \/>\n(12) Dana, J. D. 1894. Manual of geology. Fourth Edition. American Book Co., New York, N. Y., p. 1007.<br \/>\n(13) Holmes, Arthur. 1931. Physics of the earth. National Research Council Bulletin 80, p. 18.<br \/>\n(14) Summary of Apollo II Lunar Science Conference. 1970. Science, 167 (3918):449. January 30.<br \/>\n(15) Glasstone, Samuel. 1958. Source book of atomic energy, Second Edition. Van Nostrand, N. Y., p. 562.<br \/>\n(16) Van Allen, J.A. 1959. Radiation belts around the earth, Scientific American, 200:44. Match.<br \/>\n(17) Urey, Harold C. 1960. Citado por I. M. Levitt, Director: Fels Planetarium, The Franklin Institute. August 7.<br \/>\n(18) Teichert, Curt. 1958. Some biostratigraphical concepts. Bulletin of the Geological Society of America, 69(1):102. January.<br \/>\n(19) Conant, James B. 1951. Science and common sense. Yale University Press, New Haven, Conn., p. 282.<br \/>\n(20) Radiocarbon dating of the bristlecone pine deviates from tree-ring dating by about 1000 years, Arizona Daily Star, Phoenix, July 8, 1970, p. 2, Section A.<br \/>\n(21) Vancouleurs, G. de. 1970. The case for a hierarchical cosmology , Science, 167(3922):1204. February 27.<\/p>\n<table class=\"tabela\" border=\"0\" width=\"75%\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"10\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td class=\"textopreto\">\n<div align=\"center\">\n<p><strong>OS ANCESTRAIS DO HOMEM<\/strong>(Esta Nota foi acrescentada \u00e0 primeira edi\u00e7\u00e3o deste n\u00famero da Folha Criacionista)<\/p>\n<\/div>\n<p>No terceiro n\u00famero da Folha Criacionista tivemos a oportunidade de publicar um artigo sobre o famoso \u201cHomem de Piltdown\u201d, que acabou se constituindo em uma das maiores fraudes no \u00e2mbito da antropologia, e que por muito tempo foi divulgado como o \u201celo perdido\u201d que havia faltado para \u201ccomprovar cientificamente\u201d a evolu\u00e7\u00e3o do homem a partir dos s\u00edmios. Em v\u00e1rios outros artigos publicados pela Folha Criacionista foi tratado tamb\u00e9m o assunto referente ao \u201cHomem de Piltdown\u201d, como por exemplo, no artigo que se inicia na p\u00e1gina seguinte. Mais recentemente (com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 data em que est\u00e1 agora sendo feita a reedi\u00e7\u00e3o das Folhas Criacionistas que se encontravam esgotadas j\u00e1 h\u00e1 anos), na \u201cFolhinha Criacionista\u201d n\u00famero 6, de setembro de 1999, foram trazidas tamb\u00e9m fotografias ilustrativas da \u201cdescoberta\u201d do \u201cHomem de Piltdown.<\/p>\n<p>Nosso Editor s\u00eanior teve a oportunidade de, em seus dias de Gin\u00e1sio (hoje segundo grau, ou ensino m\u00e9dio), nos idos de 1940, receber o impacto daquilo que era ent\u00e3o mostrado pelos comp\u00eandios escolares como a prova indiscut\u00edvel da evolu\u00e7\u00e3o do ser humano. Reproduzimos abaixo a figura da \u201creconstru\u00e7\u00e3o\u201d do busto do \u201cHomem de Piltdown\u201d, que se encontrava em um dos livros de divulga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica publicado na \u00e9poca, a \u201cHist\u00f3ria da Ci\u00eancia\u201d, de David Dietz, editado pela Livraria Jos\u00e9 Olympio Editora, na p\u00e1gina 328.<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p class=\"textopeq\">\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Resumo Este artigo n\u00e3o pretende ser um resumo completo da Geologia Diluvionista, mas principalmente uma resposta a algumas das cr\u00edticas mais comuns apresentadas por autores tais como Dr. J. R. van de Fliert, da Holanda. Este autor publicou uma critica \u00e0 Geologia Diluvionista no n\u00famero de setembro de 1969 do \u201cJournal of the American Scientific [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":1274,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"om_disable_all_campaigns":false,"footnotes":""},"categories":[29,100],"tags":[],"ppma_author":[48],"class_list":["post-1261","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos","category-folha-2"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.3 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>A ESTRUTURA E A ESS\u00caNCIA DA GEOLOGIA - Revista Criacionista - SCB<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/revistas-conteudo\/folha-2\/a-estrutura-e-a-essencia-da-geologia\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"A ESTRUTURA E A ESS\u00caNCIA DA GEOLOGIA - Revista Criacionista - SCB\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Resumo Este artigo n\u00e3o pretende ser um resumo completo da Geologia Diluvionista, mas principalmente uma resposta a algumas das cr\u00edticas mais comuns apresentadas por autores tais como Dr. J. R. van de Fliert, da Holanda. Este autor publicou uma critica \u00e0 Geologia Diluvionista no n\u00famero de setembro de 1969 do \u201cJournal of the American Scientific [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/revistas-conteudo\/folha-2\/a-estrutura-e-a-essencia-da-geologia\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Revista Criacionista - SCB\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"1972-09-25T04:33:34+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2022-10-27T03:22:13+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/1972\/09\/gert-boers-qQC8tyG_JVA-unsplash.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"1024\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"683\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"SCB - Sociedade Criacionista Brasileira\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Anderson Grudtner Martins\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"27 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/revistas-conteudo\\\/folha-2\\\/a-estrutura-e-a-essencia-da-geologia\\\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/revistas-conteudo\\\/folha-2\\\/a-estrutura-e-a-essencia-da-geologia\\\/\"},\"author\":{\"name\":\"Anderson Martins\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/4d6deddebdde79d0d806a51ce7b3a7d3\"},\"headline\":\"A ESTRUTURA E A ESS\u00caNCIA DA GEOLOGIA\",\"datePublished\":\"1972-09-25T04:33:34+00:00\",\"dateModified\":\"2022-10-27T03:22:13+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/revistas-conteudo\\\/folha-2\\\/a-estrutura-e-a-essencia-da-geologia\\\/\"},\"wordCount\":5386,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/#organization\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/revistas-conteudo\\\/folha-2\\\/a-estrutura-e-a-essencia-da-geologia\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/wp-content\\\/uploads\\\/sites\\\/11\\\/1972\\\/09\\\/gert-boers-qQC8tyG_JVA-unsplash.jpg\",\"articleSection\":[\"Artigos\",\"Folha 2\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/revistas-conteudo\\\/folha-2\\\/a-estrutura-e-a-essencia-da-geologia\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/revistas-conteudo\\\/folha-2\\\/a-estrutura-e-a-essencia-da-geologia\\\/\",\"name\":\"A ESTRUTURA E A ESS\u00caNCIA DA GEOLOGIA - Revista Criacionista - SCB\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/revistas-conteudo\\\/folha-2\\\/a-estrutura-e-a-essencia-da-geologia\\\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/revistas-conteudo\\\/folha-2\\\/a-estrutura-e-a-essencia-da-geologia\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/wp-content\\\/uploads\\\/sites\\\/11\\\/1972\\\/09\\\/gert-boers-qQC8tyG_JVA-unsplash.jpg\",\"datePublished\":\"1972-09-25T04:33:34+00:00\",\"dateModified\":\"2022-10-27T03:22:13+00:00\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/revistas-conteudo\\\/folha-2\\\/a-estrutura-e-a-essencia-da-geologia\\\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/revistas-conteudo\\\/folha-2\\\/a-estrutura-e-a-essencia-da-geologia\\\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/revistas-conteudo\\\/folha-2\\\/a-estrutura-e-a-essencia-da-geologia\\\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/wp-content\\\/uploads\\\/sites\\\/11\\\/1972\\\/09\\\/gert-boers-qQC8tyG_JVA-unsplash.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/wp-content\\\/uploads\\\/sites\\\/11\\\/1972\\\/09\\\/gert-boers-qQC8tyG_JVA-unsplash.jpg\",\"width\":1024,\"height\":683,\"caption\":\"Photo by Gert Boers on Unsplash\"},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/revistas-conteudo\\\/folha-2\\\/a-estrutura-e-a-essencia-da-geologia\\\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"A ESTRUTURA E A ESS\u00caNCIA DA GEOLOGIA\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/\",\"name\":\"Revista Criacionista - SCB\",\"description\":\"Um site da Sociedade Criacionista Brasileira\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/#organization\",\"name\":\"Revista Criacionista - SCB\",\"url\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/#\\\/schema\\\/logo\\\/image\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/wp-content\\\/uploads\\\/sites\\\/11\\\/2019\\\/10\\\/revista-criacionista-globe-full.png\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/wp-content\\\/uploads\\\/sites\\\/11\\\/2019\\\/10\\\/revista-criacionista-globe-full.png\",\"width\":685,\"height\":189,\"caption\":\"Revista Criacionista - SCB\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/#\\\/schema\\\/logo\\\/image\\\/\"}},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/4d6deddebdde79d0d806a51ce7b3a7d3\",\"name\":\"Anderson Martins\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/9afbb652eeef3c42b50c32bb6162c12b7b7fcfb316ebef0bc91a8f26355f7506?s=96&d=mm&r=g3a8555afde80b05f493114bef764b5a5\",\"url\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/9afbb652eeef3c42b50c32bb6162c12b7b7fcfb316ebef0bc91a8f26355f7506?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/9afbb652eeef3c42b50c32bb6162c12b7b7fcfb316ebef0bc91a8f26355f7506?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"Anderson Martins\"},\"url\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/revistacriacionista\\\/author\\\/scb_nla68\\\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"A ESTRUTURA E A ESS\u00caNCIA DA GEOLOGIA - Revista Criacionista - SCB","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/revistas-conteudo\/folha-2\/a-estrutura-e-a-essencia-da-geologia\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"A ESTRUTURA E A ESS\u00caNCIA DA GEOLOGIA - Revista Criacionista - SCB","og_description":"Resumo Este artigo n\u00e3o pretende ser um resumo completo da Geologia Diluvionista, mas principalmente uma resposta a algumas das cr\u00edticas mais comuns apresentadas por autores tais como Dr. J. R. van de Fliert, da Holanda. Este autor publicou uma critica \u00e0 Geologia Diluvionista no n\u00famero de setembro de 1969 do \u201cJournal of the American Scientific [&hellip;]","og_url":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/revistas-conteudo\/folha-2\/a-estrutura-e-a-essencia-da-geologia\/","og_site_name":"Revista Criacionista - SCB","article_published_time":"1972-09-25T04:33:34+00:00","article_modified_time":"2022-10-27T03:22:13+00:00","og_image":[{"width":1024,"height":683,"url":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/1972\/09\/gert-boers-qQC8tyG_JVA-unsplash.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"SCB - Sociedade Criacionista Brasileira","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"Anderson Grudtner Martins","Est. tempo de leitura":"27 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/revistas-conteudo\/folha-2\/a-estrutura-e-a-essencia-da-geologia\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/revistas-conteudo\/folha-2\/a-estrutura-e-a-essencia-da-geologia\/"},"author":{"name":"Anderson Martins","@id":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/#\/schema\/person\/4d6deddebdde79d0d806a51ce7b3a7d3"},"headline":"A ESTRUTURA E A ESS\u00caNCIA DA GEOLOGIA","datePublished":"1972-09-25T04:33:34+00:00","dateModified":"2022-10-27T03:22:13+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/revistas-conteudo\/folha-2\/a-estrutura-e-a-essencia-da-geologia\/"},"wordCount":5386,"publisher":{"@id":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/#organization"},"image":{"@id":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/revistas-conteudo\/folha-2\/a-estrutura-e-a-essencia-da-geologia\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/1972\/09\/gert-boers-qQC8tyG_JVA-unsplash.jpg","articleSection":["Artigos","Folha 2"],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/revistas-conteudo\/folha-2\/a-estrutura-e-a-essencia-da-geologia\/","url":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/revistas-conteudo\/folha-2\/a-estrutura-e-a-essencia-da-geologia\/","name":"A ESTRUTURA E A ESS\u00caNCIA DA GEOLOGIA - Revista Criacionista - SCB","isPartOf":{"@id":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/revistas-conteudo\/folha-2\/a-estrutura-e-a-essencia-da-geologia\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/revistas-conteudo\/folha-2\/a-estrutura-e-a-essencia-da-geologia\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/1972\/09\/gert-boers-qQC8tyG_JVA-unsplash.jpg","datePublished":"1972-09-25T04:33:34+00:00","dateModified":"2022-10-27T03:22:13+00:00","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/revistas-conteudo\/folha-2\/a-estrutura-e-a-essencia-da-geologia\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/revistas-conteudo\/folha-2\/a-estrutura-e-a-essencia-da-geologia\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/revistas-conteudo\/folha-2\/a-estrutura-e-a-essencia-da-geologia\/#primaryimage","url":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/1972\/09\/gert-boers-qQC8tyG_JVA-unsplash.jpg","contentUrl":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/1972\/09\/gert-boers-qQC8tyG_JVA-unsplash.jpg","width":1024,"height":683,"caption":"Photo by Gert Boers on Unsplash"},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/revistas-conteudo\/folha-2\/a-estrutura-e-a-essencia-da-geologia\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"A ESTRUTURA E A ESS\u00caNCIA DA GEOLOGIA"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/#website","url":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/","name":"Revista Criacionista - SCB","description":"Um site da Sociedade Criacionista Brasileira","publisher":{"@id":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/#organization","name":"Revista Criacionista - SCB","url":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/revista-criacionista-globe-full.png","contentUrl":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/revista-criacionista-globe-full.png","width":685,"height":189,"caption":"Revista Criacionista - SCB"},"image":{"@id":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/#\/schema\/logo\/image\/"}},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/#\/schema\/person\/4d6deddebdde79d0d806a51ce7b3a7d3","name":"Anderson Martins","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/9afbb652eeef3c42b50c32bb6162c12b7b7fcfb316ebef0bc91a8f26355f7506?s=96&d=mm&r=g3a8555afde80b05f493114bef764b5a5","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/9afbb652eeef3c42b50c32bb6162c12b7b7fcfb316ebef0bc91a8f26355f7506?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/9afbb652eeef3c42b50c32bb6162c12b7b7fcfb316ebef0bc91a8f26355f7506?s=96&d=mm&r=g","caption":"Anderson Martins"},"url":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/author\/scb_nla68\/"}]}},"mb":[],"authors":[{"term_id":48,"user_id":0,"is_guest":1,"slug":"scb-sociedade-criacionista-brasileira","display_name":"SCB - Sociedade Criacionista Brasileira","avatar_url":{"url":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/nova-logo-512-512.png","url2x":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/nova-logo-512-512.png"},"0":null,"1":"","2":"","3":"","4":"","5":"","6":"","7":"","8":"","9":"","10":"","11":"","12":""}],"mfb_rest_fields":["title","yoast_head","yoast_head_json","authors"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1261","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1261"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1261\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1265,"href":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1261\/revisions\/1265"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1274"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1261"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1261"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1261"},{"taxonomy":"author","embeddable":true,"href":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/wp-json\/wp\/v2\/ppma_author?post=1261"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}