{"id":1177,"date":"2004-03-24T22:46:56","date_gmt":"2004-03-25T01:46:56","guid":{"rendered":"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/?p=1177"},"modified":"2022-10-27T00:08:55","modified_gmt":"2022-10-27T03:08:55","slug":"a-recente-reforma-educacional-italiana-e-o-criacionismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/revistas-conteudo\/folha-70\/a-recente-reforma-educacional-italiana-e-o-criacionismo\/","title":{"rendered":"A RECENTE REFORMA EDUCACIONAL ITALIANA E O CRIACIONISMO"},"content":{"rendered":"<p>A Sociedade Criacionista Brasileira tem-se mantido atenta ao desenvolvimento da pol\u00eamica em torno da quest\u00e3o do ensino das doutrinas evolucionistas nas escolas, em v\u00e1rios pa\u00edses do mundo em que cada vez mais est\u00e1 sendo questionado o propalado aspecto cient\u00edfico dessas doutrinas.<\/p>\n<p>Recentemente este assunto foi trazido \u00e0 baila no contexto da reforma educacional ocorrida na It\u00e1lia, e temos a satisfa\u00e7\u00e3o de apresentar a seguir o coment\u00e1rio feito a respeito, pelo nosso amigo Professor Fernando De Angelis, que, como criacionista italiano, nos apresenta importantes esclarecimentos sobre o que est\u00e1 acontecendo naquele pa\u00eds.<\/p>\n<p>Desejamos expressar aqui nossos sinceros agradecimentos ao Professor Fernando De Angelis por mais esta colabora\u00e7\u00e3o prestada \u00e0 nossa Sociedade.<\/p>\n<p><b>OBSOLESC\u00caNCIA DO EVOLUCIONISMO NA ESCOLA ITALIANA<\/b><\/p>\n<p><i>Fernando De Angelis<\/i><\/p>\n<p>Nos novos programas para os oito primeiros anos escolares, a Ministra da Educa\u00e7\u00e3o Letizia Moratti eliminou o Evolucionismo dos curr\u00edculos de Ci\u00eancias Naturais. Resultou disso uma conseq\u00fc\u00eancia indireta nos curr\u00edculos de Hist\u00f3ria, nos quais, sem d\u00favida, o Evolucionismo foi tamb\u00e9m relegado aos mitos e lendas da Pr\u00e9-Hist\u00f3ria. Trata-se de um procedimento in\u00e9dito que, entretanto, \u00e9 conseq\u00fc\u00eancia de um crescente anti-darwinismo iniciado na It\u00e1lia h\u00e1 pouco menos de vinte anos.<\/p>\n<p><b>1. COMPARA\u00c7\u00c3O ENTRE OS PROGRAMAS ANTIGOS E NOVOS<\/b><\/p>\n<p>Com a Circular n\u00ba 29 de 5 de fevereiro de 2004, a Ministra da Educa\u00e7\u00e3o Letizia Moratti deu as necess\u00e1rias diretrizes para que j\u00e1 no pr\u00f3ximo ano letivo de 2004\/2005 comecem a ser adotados os novos programas para as oito primeiras s\u00e9ries do ensino fundamental (cobrindo a faixa et\u00e1ria de 6 a 14 anos).<\/p>\n<p>A reforma mant\u00e9m a distin\u00e7\u00e3o entre as primeiras cinco s\u00e9ries e as tr\u00eas subseq\u00fcentes, por\u00e9m agora vendo esses oito anos iniciais como um sistema \u00fanico denominado \u201cPrimeiro Ciclo\u201d, no qual os primeiros cinco anos receberam o novo nome de \u201cEscola Prim\u00e1ria\u201d (ex \u201cEscola Elementar\u201d), enquanto os seguintes tr\u00eas anos receberam a nova denomina\u00e7\u00e3o de \u201cEscola Secund\u00e1ria de 1\u00ba Grau\u201d (ex \u201cEscola M\u00e9dia Inferior\u201d).<\/p>\n<p>Nos programas antigos, nas cinco primeiras s\u00e9ries n\u00e3o se falava explicitamente da Evolu\u00e7\u00e3o, que era mencionada somente nas tr\u00eas \u00faltimas s\u00e9ries (\u201cEscola M\u00e9dia Inferior\u201d), em que, no programa de \u201cCi\u00eancias Matem\u00e1ticas, Qu\u00edmicas, F\u00edsicas e Naturais\u201d era previso tratar da \u201cEvolu\u00e7\u00e3o da Terra\u201d no t\u00f3pico que abrangia a \u201cOrigem da Vida na Terra\u201d Em outra parte era previsto tratar do tema \u201cEstrutura, Fun\u00e7\u00f5es e Evolu\u00e7\u00e3o dos Seres Vivos\u201d no t\u00f3pico que abrangia a \u201cOrigem e Evolu\u00e7\u00e3o Biol\u00f3gica e Cultural da Esp\u00e9cie Humana\u201d, o que fazia vir \u00e0 mente imediatamente os supostos ancestrais simiescos do Homem.<\/p>\n<p>Nos novos programas n\u00e3o restam sequer tra\u00e7os de tudo isso, e o t\u00f3pico das origens \u00e9 abordado somente de passagem nos programas da segunda e terceira s\u00e9ries da \u201cEscola Prim\u00e1ria\u201d, como introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 abordagem posterior da Hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>A formula\u00e7\u00e3o correspondente passou a ser a seguinte:<\/p>\n<p>\u00b7 A Terra antes do Homem e a experi\u00eancia humana pr\u00e9-hist\u00f3rica: o surgimento do Homem, os ca\u00e7adores da \u00e9poca glacial, a revolu\u00e7\u00e3o neol\u00edtica e a agricultura, o desenvolvimento do artesanato e das primeiras trocas comerciais.<br \/>\n\u00b7 Passagem do Homem Pr\u00e9-hist\u00f3rico ao Homem Hist\u00f3rico nas civiliza\u00e7\u00f5es antigas.<br \/>\n\u00b7 Mitos e lendas das origens.<\/p>\n<p>\u00c9 claro que estes t\u00f3picos poder\u00e3o ainda ser tratados sob o prisma evolucionista, mas n\u00e3o de maneira obrigat\u00f3ria porque, por exemplo, fala-se de \u201cSurgimento do Homem\u201d, e n\u00e3o de \u201cEvolu\u00e7\u00e3o do Homem\u201d.<\/p>\n<p>O programa encerra-se ent\u00e3o com o t\u00f3pico \u201cMitos e Lendas das Origens\u201d, que (embora n\u00e3o creiamos que o relato b\u00edblico se enquadre nessa categoria) permite entretanto que se possa expor o conte\u00fado do livro de G\u00eanesis.<\/p>\n<p>A restri\u00e7\u00e3o, finalmente, do assunto das origens a um contexto pr\u00e9-hist\u00f3rico e pr\u00e9-cient\u00edfico, de qualquer modo contempla a tese criacionista que considera o Darwinismo (e de maneira mais geral o Evolucionismo) como uma f\u00e9 n\u00e3o demonstrada, semelhantemente ao relato b\u00edblico, que tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 pass\u00edvel de demonstra\u00e7\u00e3o cient\u00edfica.<\/p>\n<p><b>2. RETROSPECTO SOBRE A NOMEA\u00c7\u00c3O DA MINISTRA<\/b><\/p>\n<p>Para alguns, a decis\u00e3o da Ministra Moratti apresenta-se como \u201cum rel\u00e2mpago em c\u00e9u sereno\u201d, e de fato ningu\u00e9m a esperava, embora existissem sinais que permitiriam prev\u00ea-la, e agora podemos enumerar alguns deles, relembrando que Moratti faz parte de um governo de centro-direita, \u00e9 de orienta\u00e7\u00e3o cat\u00f3lica e \u00e9 de Mil\u00e3o.<\/p>\n<p>Certamente a Ministra Moratti n\u00e3o \u00e9 \u201ccriacionista\u201d, se por Criacionismo entendermos o movimento que se originou nos Estados Unidos, mas certamente \u00e9 dela que partiu a contesta\u00e7\u00e3o ao Evolucionismo e \u00e0 sua formula\u00e7\u00e3o espec\u00edfica feita por Darwin. Nos Estados Unidos, o primeiro livro criacionista de grande sucesso data de 1961 (H. Morris, e John Whitcomb, \u201cThe Genesis Flood\u201d) e um destaque do Criacionismo americano \u00e9 o de ter conduzido suas argumenta\u00e7\u00f5es cr\u00edticas sobre bases racionais e cient\u00edficas. \u00c9 por isso que a sua influ\u00eancia p\u00f4de alcan\u00e7ar tamb\u00e9m pessoas que n\u00e3o t\u00eam id\u00eantico perfil religioso. Este Criacionismo penetrou na It\u00e1lia atrav\u00e9s de mission\u00e1rios evang\u00e9licos e encontrou eco sobretudo nessa esfera.<\/p>\n<p>O Catolicismo, ao contr\u00e1rio, h\u00e1 tempos e repetidamente tem afirmado a aceitabilidade do Evolucionismo e do Darwinismo, porque n\u00e3o deu a eles uma interpreta\u00e7\u00e3o que excluisse a interven\u00e7\u00e3o de Deus. Apesar disso, dois cientistas italianos de forma\u00e7\u00e3o cat\u00f3lica, e de prest\u00edgio internacional (Sermonti e Zichichi) tomaram posi\u00e7\u00e3o p\u00fablica contra o Darwinismo (isto \u00e9, contra essa concep\u00e7\u00e3o espec\u00edfica do Evolucionismo), por\u00e9m, como o Darwinismo e o Evolucionismo s\u00e3o percebidos como estreitamente ligados entre si, a sua cr\u00edtica acabou atingindo tamb\u00e9m o Evolucionismo. Sermonti e Zichichi, por\u00e9m, n\u00e3o s\u00e3o preconcebidamente contr\u00e1rios ao Evolucionismo, e certamente n\u00e3o prop\u00f5em uma interpreta\u00e7\u00e3o literal do livro de G\u00eanesis.<\/p>\n<p>Giuseppe Sermonti trabalha em Gen\u00e9tica, e tornou-se c\u00e9lebre em 1980 quando, juntamente com o paleont\u00f3logo Roberto Fondi, publicou o livro \u201cDepois de Darwin\u201d. Sermonti colabora com a Academia Pontif\u00edcia de Ci\u00eancias, e recentemente renovou sua oposi\u00e7\u00e3o ao Darwinismo com a publica\u00e7\u00e3o de outro livro com o t\u00edtulo inequ\u00edvoco \u201cEsquecer-se de Darwin\u201d.<\/p>\n<p>Antonino Zichichi \u00e9 um dos maiores f\u00edsicos vivos, e preside a Federa\u00e7\u00e3o Mundial dos Cientistas (\u201cWorld Federation of Scientists\u201d). Em dois de seus livros mais recentes, sustenta que o Darwinismo n\u00e3o tem qualquer base cient\u00edfica (\u201cPorque creio nAquele que fez o mundo\u201d, 1999, e \u201cGalileo, Homem Completo\u201d, 2001). Creio que a sua tomada de posi\u00e7\u00e3o bastante n\u00edtida sobre o assunto, e a estima que tamb\u00e9m goza na It\u00e1lia, tenham sido determinantes na orienta\u00e7\u00e3o tomada pela Ministra Moratti.<\/p>\n<p>Entretanto, h\u00e1 ainda uma outra influ\u00eancia, especificamente milanesa, que n\u00e3o deve ser descurada. Ela tem a ver com a publica\u00e7\u00e3o do livro de Maurizio Blondet \u201cO Passarossauro e Outros Animais\u201d, em 2002. Blondet \u00e9 um dos mais respeitados jornalistas do \u201cL\u2019Avvenire\u201d, o jornal dos bispos italianos, que em seu livro n\u00e3o s\u00f3 defende o Criacionismo e os criacionistas, mas realmente mant\u00e9m-se distante da posi\u00e7\u00e3o oficial do Vaticano.<\/p>\n<p>Este livro mostrou-se muito convincente para um jovem expoente da direita milanesa, Fabrizio Fratus, que se interessou pelo assunto, e manteve contato com os criacionistas italianos (particularmente com o \u201csite\u201d www.creazionismo.org, presidido por Romano Ricci), estimulando importantes setores da centro-direita milanesa at\u00e9 a organizar uma \u201csemana antievolucionista\u201d realizada em Mil\u00e3o em fevereiro de 2003.<\/p>\n<p>Letizia Moratti destaca-se por ser uma administradora, n\u00e3o sendo por isso sujeita a f\u00e1ceis entusiasmos, mas uma demonstra\u00e7\u00e3o desse tipo, realizada em sua cidade, e organizada por expoentes pol\u00edticos de suas pr\u00f3prias fileiras, inevitavelmente constituiu para ela mais um um elemento de reflex\u00e3o.<\/p>\n<p>Em conclus\u00e3o, a decis\u00e3o da Ministra italiana de dar um passo contra o Evolucionismo, por constituir um fato inesperado, enquadra-se principalmente na crise geral do Darwinismo, que em todo o mundo est\u00e1 sendo posto em discuss\u00e3o.<\/p>\n<p><b>ADENDO<\/b><\/p>\n<p>Ap\u00f3s termos recebido em primeira m\u00e3o do Prof. De Angelis a not\u00edcia veiculada acima, recebemos uma complementa\u00e7\u00e3o enviada por ele dando ci\u00eancia do desenvolvimento da reforma do ensino na It\u00e1lia a partir das rea\u00e7\u00f5es orquestradas contra a supress\u00e3o da explicita\u00e7\u00e3o de Darwin nos curr\u00edculos de ci\u00eancias. Podemos ter uma p\u00e1lida id\u00e9ia da como\u00e7\u00e3o que a reforma iniciada pela Ministra Moratti suscitou nos meios tradicionais, pela imensa onda que se levantou, comandada especialmente pelos meios de comunica\u00e7\u00e3o, como resumido a seguir a partir de not\u00edcias da imprensa italiana.<\/p>\n<p>A not\u00edcia geral enviada pelo Prof. De Angelis tem o t\u00edtulo \u201cO Ensino de Darwin nos Primeiros Oito Anos Escolares\u201d, e \u00e9 de autoria de Mihael Giorgiev, redator-chefe do \u201csite\u201d www.creazionismo.org. Nela, o articulista faz men\u00e7\u00e3o inicialmente \u00e0 composi\u00e7\u00e3o de uma comiss\u00e3o de alto n\u00edvel, pela Ministra da Educa\u00e7\u00e3o, para se manifestar a respeito do ensino do evolucionismo nas escolas. A comiss\u00e3o \u00e9 presidida por Rita Levi Montalcini, laureada com o Pr\u00eamio Nobel de Medicina, e tem mais tr\u00eas membros: Carlo Rubia, Pr\u00eamio Nobel de F\u00edsica; Roberto Clombo, docente de Neurobiologia e Gen\u00e9tica na Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica; e Vittorio Sgaramella, professor de Biologia Molecular na Universidade da Cal\u00e1bria.<\/p>\n<p>A movimenta\u00e7\u00e3o em torno da defesa do ensino do evolucionismo nas escolas partiu do jornal La Repubblica, que n\u00e3o s\u00f3 acionou grande n\u00famero de expressivos nomes da ci\u00eancia italiana (incluindo outro laureado com o Pr\u00eamio Nobel em Medicina, Renato Dulbecco), como tamb\u00e9m colheu em poucos dias mais de 47 mil assinaturas apelando a favor do ensino de Darwin nas escolas. Dados sobre essa manifesta\u00e7\u00e3o podem ser assessados no \u201csite\u201d http:\/\/www.repubblica.it\/2004\/appelli\/scuola2\/index.html. Do apelo resume-se o seguinte:<\/p>\n<p>\u201cA exclus\u00e3o do ensino da teoria da evolu\u00e7\u00e3o para jovens de 13 a 14 anos representa uma limita\u00e7\u00e3o cultural e o desprezo pelo desenvolvimento da curiosidade cient\u00edfica e pela abertura mental. Por outro lado, \u00e9 justo explicar que o Darwinismo e as teorias que dele derivaram apresentam lacunas e apresentam problemas insol\u00faveis, mas n\u00e3o se pode passar por cima do elo que liga o passado ao presente de nossa esp\u00e9cie. Solicitamos, assim, ao Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o, que reveja os programas da Escola M\u00e9dia para evitar um esquecimento danoso para a cultura cient\u00edfica das novas gera\u00e7\u00f5es.\u201d<\/p>\n<p>Paralelamente, o jornal La Repubblica apresenta a entrevista concedida por Renato Dulbecco \u00e0 reporter Elena Dusi, da qual ressaltamos alguns trechos:<\/p>\n<p>\u00b7 Pode-se estudar Darwin nos Liceus e nas Universidades. Por que, ent\u00e3o, conforme o Sr., \u00e9 grave elimin\u00e1-lo dos programas do ensino m\u00e9dio?<br \/>\n\u201cPorque os jovens que est\u00e3o em fase de crescimento deveriam conquistar a abertura mental mais ampla poss\u00edvel. \u00c9 muito triste que uma das hip\u00f3teses sobre o surgimento da vida na Terra simplesmente seja eliminada dos programas escolares. Ela pode ser criticada por quem n\u00e3o estiver de acordo: a teoria da evolu\u00e7\u00e3o de Darwin e as id\u00e9ias que dela derivaram formam um sistema que sem d\u00favida n\u00e3o \u00e9 perfeito. Existem pontos obscuros sobre as fases intermedi\u00e1rias, n\u00e3o facilmente decifr\u00e1veis. Entretanto, trata-se de limita\u00e7\u00f5es que superaremos provavelmente no futuro, \u00e0 medida que ampliarmos nosso conhecimento.\u201d<br \/>\n\u00b7 \u00c9 justo apresentar a teoria do Criacionismo aos jovens estudantes?<br \/>\n\u201cCertamente. Nenhuma hip\u00f3tese deve ser descartada a priori. Nem mesmo a hip\u00f3tese Criacionista, a qual, por\u00e9m, \u00e9 completamente estranha aos crit\u00e9rios do pensamento cient\u00edfico. Para poder ter sua concep\u00e7\u00e3o pr\u00f3pria, os jovens necessitam examinar todas as op\u00e7\u00f5es. Posteriormente ser\u00e1 a vida que lhes far\u00e1 decidir a adotar a racionalidade da teoria da evolu\u00e7\u00e3o ou outro \u00e2mbito como o das hip\u00f3teses religiosas sobre a origem do mundo.\u201d<br \/>\n\u00b7 Podem existir hoje bons bi\u00f3logos e bons m\u00e9dicos sem o estudo da teoria da evolu\u00e7\u00e3o?<br \/>\n\u201c&#8230; Certamente, pode-se aprender todos os elementos para o conhecimento do homem e dos outros seres viventes tamb\u00e9m sem estudar Darwin. Mas seria mais problem\u00e1tica a explica\u00e7\u00e3o de quais s\u00e3o as conex\u00f5es entre as v\u00e1rias esp\u00e9cies&#8230;\u201d<\/p>\n<p>O peri\u00f3dico La Repubblica de 29 de abril anunciou em sua primeira p\u00e1gina a \u201cEvolu\u00e7\u00e3o da Ministra\u201d, com o t\u00edtulo \u201cMoratti muda de id\u00e9ia sobre Darwin: ser\u00e1 estudado na Escola Elementar\u201d. Entretanto, para saber mais sobre a \u201cEvolu\u00e7\u00e3o da Ministra\u201d (que j\u00e1 havia respondido ao apelo de La Repubblica em 24 de abril, conv\u00e9m consultar outro peri\u00f3dico tamb\u00e9m de 29 de abril \u2013 Il Giornale:<\/p>\n<p>A discuss\u00e3o da teoria darwinista, fundamento da moderna ci\u00eancia biol\u00f3gica, est\u00e1 assegurada na forma\u00e7\u00e3o de todos os jovens dos 6 aos 18 anos, segundo crit\u00e9rios did\u00e1ticos graduais.O objetivo primeiro da reforma \u00e9 exatamente o de criar consci\u00eancia livre, desenvolvendo o senso cr\u00edtico dos alunos, desde os primeiros anos dos curr\u00edculos escolares. Desejamos assegurar aos nossos jovens, sob a guia dos docentes, uma pluralidade de fontes e de opini\u00f5es, de maneira que, atrav\u00e9s do di\u00e1logo possam formar uma consci\u00eancia cr\u00edtica pr\u00f3pria. Desejamos estimular todos os alunos na busca pelo conhecimento, desde os menores at\u00e9 os das escolas superiores, de modo que possam formar sua personalidade respons\u00e1vel baseada em princ\u00edpios, valores, estilos de vida e comportamentos conscientes, fundados sobre o respeito aos outros, e abertos ao di\u00e1logo.<\/p>\n<p>Neste \u00ednterim, \u201cevoluiu\u201d n\u00e3o s\u00f3 a posi\u00e7\u00e3o da Ministra, mas tamb\u00e9m a dos defensores de Darwin. Ap\u00f3s a manifesta\u00e7\u00e3o de Dulbecco, foi divulgada a opini\u00e3o de Umberto Veronesi, segundo o qual \u201co Darwinismo \u00e9 um h\u00e1bito mental que deve ser adquirido o mais precocemente poss\u00edvel, porque entre os 13 e 14 anos os jovens est\u00e3o desenvolvendo, ou j\u00e1 desenvolveram, um modo pr\u00f3prio de pensar e de viver\u201d.<\/p>\n<p>De fato, estamos de acordo com Veronese, de que o Darwinismo n\u00e3o \u00e9 ci\u00eancia, mas um h\u00e1bito mental. E a\u00ed est\u00e1 todo o problema! Exatamente por isso, desejamos que nas aulas de ci\u00eancias se ensine ci\u00eancias a nossos filhos, dentro dos seus limites, da maneira como formulado no apelo dos cientistas. Entendemos que o papel da escola \u00e9 o de preparar os jovens para a escolha cr\u00edtica e para a consci\u00eancia do h\u00e1bito mental, e n\u00e3o o de impor-lhes o h\u00e1bito escolhido pela cultura dominante.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Sociedade Criacionista Brasileira tem-se mantido atenta ao desenvolvimento da pol\u00eamica em torno da quest\u00e3o do ensino das doutrinas evolucionistas nas escolas, em v\u00e1rios pa\u00edses do mundo em que cada vez mais est\u00e1 sendo questionado o propalado aspecto cient\u00edfico dessas doutrinas. 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