{"id":1168,"date":"2004-03-24T22:25:30","date_gmt":"2004-03-25T01:25:30","guid":{"rendered":"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/?p=1168"},"modified":"2022-10-27T00:09:11","modified_gmt":"2022-10-27T03:09:11","slug":"o-granizo-catastrofe-meteorologica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/revistas-conteudo\/folha-70\/o-granizo-catastrofe-meteorologica\/","title":{"rendered":"O GRANIZO &#8211; CAT\u00c1STROFE METEOROL\u00d3GICA"},"content":{"rendered":"\n<p>Freq\u00fcentemente a imprensa noticia eventos meteorol\u00f3gicos que ocorrem no mundo todo, e tamb\u00e9m em nosso pa\u00eds, ocasionando estragos a propriedades urbanas e a lavouras, \u00e0s vezes com conseq\u00fc\u00eancias tr\u00e1gicas devido a enormes perdas materiais e de vidas. Tais eventos s\u00e3o fen\u00f4menos aleat\u00f3rios, cujo estudo, entretanto, tem sido efetuado atrav\u00e9s de modelos matem\u00e1ticos baseados na Teoria do Caos e na Teoria das Cat\u00e1strofes.<\/p>\n\n\n\n<p>Dentre esses eventos, tem sido estudado o fen\u00f4meno do granizo, ou \u201cchuva de pedras\u201d, embora ainda de forma incipiente. Trata-se de um tipo de turbul\u00eancia meteorol\u00f3gica que constitui amea\u00e7a principalmente \u00e0s lavouras quando ocorre em intervalos muitos curtos ou com excepcional intensidade.<\/p>\n\n\n\n<p>O granizo \u00e9 mencionado no texto b\u00edblico como uma das pragas destruidoras por ocasi\u00e3o do \u00eaxodo do Egito (\u00caxodo 9:12-35), e tamb\u00e9m como algo que ocorrer\u00e1 de forma devastadora e impressionante nos tempos finais da hist\u00f3ria (Apocalipse 8:7 e 16:21). A complexidade da origem do fen\u00f4meno sempre intrigou o homem, e fez parte da argumenta\u00e7\u00e3o desenvolvida na conversa entre Deus e J\u00f3 (J\u00f3 38:22-23).<\/p>\n\n\n\n<p>Faz-se a seguir a transcri\u00e7\u00e3o de trechos do artigo intitulado \u201cO Granizo no Territ\u00f3rio Paulista\u201d, apresentado no n\u00famero 183 do Suplemento Cultural de \u201cO Estado de S. Paulo\u201d, prestigioso matutino paulista. O artigo, de autoria de Jos\u00e9 Bueno Conti, descreve os resultados preliminares de um estudo sobre a ocorr\u00eancia do fen\u00f4meno no Estado de S\u00e3o Paulo, e apresenta exemplos interessantes do seu efeito devastador.<\/p>\n\n\n\n<p><b>Introdu\u00e7\u00e3o<\/b><\/p>\n\n\n\n<p>Nos \u00faltimos anos o Sul e o Sudeste do Brasil t\u00eam sido particularmente afetados por anormalidades clim\u00e1ticas, cujas conseq\u00fc\u00eancias se t\u00eam feito sentir nas atividades econ\u00f4micas e na vida da popula\u00e7\u00e3o. Um exame retrospectivos permite destacar alguns desses desvios.<\/p>\n\n\n\n<p>No primeiro semestre de 1978, extensas \u00e1reas do Brasil Meridional, habitualmente bem providas de chuvas, foram flageladas pela estiagem, especialmente o vale do rio Uruguai, o Oeste catarinense e a maior parte do Estado do Paran\u00e1. Importantes regi\u00f5es agr\u00edcolas e pastoris sofreram preju\u00edzos consider\u00e1veis exigindo uma mobiliza\u00e7\u00e3o geral de esfor\u00e7os para atenuar os efeitos da inesperada seca.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1975, houve excessos de frio, e em julho daquele ano a geada devastou os cafezais paranaenses e paulistas, comprometendo seriamente o resultado das safras. Em 17\/07\/75 sobreveio, em Curitiba, a maior nevada registrada desde 1928. A inclem\u00eancia do tempo manifestou-se, tamb\u00e9m, atrav\u00e9s de turbul\u00eancias e quedas de granizo em v\u00e1rios pontos do Sudeste, sobretudo nas regi\u00f5es serranas e de planalto.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar do interesse que representa o conhecimento de qualquer tipo de irregularidade clim\u00e1tica e seus reflexos na vida econ\u00f4mica, nossa aten\u00e7\u00e3o concentrou-se no estudo da queda de granizo, pela sua indiscut\u00edvel especialidade.<br>\nO granizo ou saraiva, denomina\u00e7\u00f5es que variam conforme o tamanho dos gr\u00e3os de gelo, verifica-se notadamente em zonas montanhosas, afetando \u00e1reas onde, em geral, se praticam culturas de clima temperado, que exigem t\u00e9cnicas apuradas e alto investimento. Tais \u00e1reas, ao mesmo tempo que s\u00e3o recomendadas para esse tipo de produto, em virtude de suas m\u00e9dias t\u00e9rmicas relativamente baixas, apresentam-se, por outro lado, muito vulner\u00e1veis \u00e0s granizadas, cujos efeitos s\u00e3o desastrosos principalmente quando se verificam na fase inicial do crescimento das plantas ou durante a matura\u00e7\u00e3o dos frutos. Apesar do grande interesse em se encontrar uma defesa contra esse flagelo atmosf\u00e9rico, as medidas que t\u00eam sido sugeridas ainda s\u00e3o de efici\u00eancia discut\u00edvel. Trata-se, portanto, de mais de um desafio a ser vencido pelo homem na sua antiga luta contra os elementos.<\/p>\n\n\n\n<p><b>O Fen\u00f4meno Meteorol\u00f3gico<\/b><\/p>\n\n\n\n<p>O granizo \u00e9 uma ocorr\u00eancia associada a condi\u00e7\u00f5es de forte instabilidade atmosf\u00e9rica e bruscos movimentos convectivos, respons\u00e1veis pela forma\u00e7\u00e3o de c\u00famulos-nimbos com grande concentra\u00e7\u00e3o de cristais de gelo. O estudo da distribui\u00e7\u00e3o espacial desse fen\u00f4meno j\u00e1 permitiu obter conclus\u00f5es bem conhecidas, tais como a de que \u00e9 mais freq\u00fcente nas \u00e1reas de montanha e altos planaltos, onde a temperatura m\u00e9dia \u00e9 mais baixa que ao n\u00edvel do mar, diminuindo sua ocorr\u00eancia \u00e0 medida que nos afastamos das regi\u00f5es tropicais.<\/p>\n\n\n\n<p>Procurando explic\u00e1-lo simplificadamente, o esquema seria o seguinte: nuvens do tipo c\u00famulo-nimbo cont\u00eam em seu interior um complexo mecanismo de correntes ascendentes que se elevam at\u00e9 seu limite superior. Pesquisas efetuadas em \u00e1reas temperadas demonstram que as got\u00edculas de \u00e1gua de um c\u00famulo-nimbo, formadas em conseq\u00fc\u00eancia da condensa\u00e7\u00e3o, continuaram a se elevar impulsionadas pelas correntes ascendentes, permanecendo em estado l\u00edquido at\u00e9 aproximadamente a altitude de 8,5 quil\u00f4metros, onde a temperatura \u00e9 da ordem de -35\u00baC, verificando-se, portanto, o fen\u00f4meno da superfus\u00e3o. A partir desse n\u00edvel, transformam-se em cristais de gelo. Ao precipitarem-se, afluem para o n\u00edvel de condensa\u00e7\u00e3o onde tendem a aumentar por \u201cdeposi\u00e7\u00e3o\u201d (isto \u00e9, fixa\u00e7\u00e3o do vapor d\u2019\u00e1gua diretamente no estado s\u00f3lido ou sublima\u00e7\u00e3o inversa), processo bem estudado pelos meteorologistas escandinavos Bergeron e Findeisen, al\u00e9m de outros. Tem in\u00edcio assim a forma\u00e7\u00e3o do granizo. A a\u00e7\u00e3o continua \u2013 os cristais aumentam de tamanho gra\u00e7as \u00e0 coalesc\u00eancia, podendo ser novamente elevados pelas correntes ascendentes e, mais uma vez, retornarem ao n\u00edvel de condensa\u00e7\u00e3o onde sofrer\u00e3o nova \u201cdeposi\u00e7\u00e3o\u201d, raz\u00e3o pela qual o granizo, examinado ao microsc\u00f3pio, e, mesmo a olho nu, mostra, freq\u00fcentemente, v\u00e1rias camadas de \u00e1gua solidificada. Atingindo um peso superior \u00e0 for\u00e7a de arrasto provocada pelas correntes ascendentes, precipita-se ao solo, indo atingi-lo ainda em estado s\u00f3lido, ocasionando o que popularmente se denomina de \u201cchuva de pedra\u201d, cujas conseq\u00fc\u00eancias podem ser graves conforme o grau de intensidade que o fen\u00f4meno assume (Ver Fig. 1 na RC).<\/p>\n\n\n\n<p><b>Exemplos de Granizo no Territ\u00f3rio Paulista<\/b><\/p>\n\n\n\n<p>A queda de granizo no Estado de S\u00e3o Paulo foi estudada pelo meteorologista Sylvio O. Dorta, do 7\u00ba Distrito de Meteorologia, na monografia \u201cSubs\u00eddios ao Estudo do Granizo\u201d (edi\u00e7\u00e3o mimeografada), onde o autor focaliza a d\u00e9cada de 61 a 70, mencionando a regi\u00e3o de Franca, no nordeste do Estado, como a de maior incid\u00eancia. H\u00e1 tamb\u00e9m um bom acervo de informa\u00e7\u00f5es levantadas pela Secretaria da Agricultura do Estado de S\u00e3o Paulo, por meio de suas \u201cCarteiras de Seguro Contra Granizo\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>As ocorr\u00eancias dos \u00faltimos anos estimularam-nos a ampliar a investiga\u00e7\u00e3o desse fen\u00f4meno t\u00e3o temido pelas lavouras de montanha. Tomamos uma s\u00e9rie de 31 anos (1944-74) referentes a 28 esta\u00e7\u00f5es meteorol\u00f3gicas operadas pelo 7\u00ba Distrito de Meteorologia \u2013 Ara\u00e7atuba, Bananal, Bauru, Campinas, Catanduva, Colina, Campos do Jord\u00e3o, Franca, Iguape, Limeira, Lins, Mococa, Monte Alegre do Sul, Paraibuna, Pindamonhangaba, Pira\u00e7ununga, Presidente Prudente, Ribeir\u00e3o Preto, S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos, Santa Rita do Passa Quatro, Santos, S\u00e3o Paulo (Mirante de Santana), S\u00e3o Paulo (Horto Florestal), S\u00e3o Sim\u00e3o, Sorocaba, Taubat\u00e9, Tiet\u00ea e Ubatuba \u2013 e procedemos \u00e0 contagem dos dias de granizo na s\u00e9rie referida, em cada um desses pontos de observa\u00e7\u00e3o. Verificamos, de forma muito clara, a concentra\u00e7\u00e3o do fen\u00f4meno nas \u00e1reas serranas e altos planaltos, aparecendo as regi\u00f5es de Franca e de Campos do Jord\u00e3o como as mais sujeitas, constata\u00e7\u00e3o que veio confirmar o fato de que na faixa intertropical a queda de granizo coincide com os trechos elevados em rela\u00e7\u00e3o ao n\u00edvel do mar.<\/p>\n\n\n\n<p>A an\u00e1lise demostrou, tamb\u00e9m, de forma inequ\u00edvoca, a exist\u00eancia de correla\u00e7\u00e3o linear positiva entre altitude e queda de granizo, podendo apontar-se como exemplos os dois casos extremos: Campos do Jord\u00e3o, a 1.593 metros de altitude, registrou 71 ocorr\u00eancias, ao passo que Santos, ao n\u00edvel do mar, apenas 3. \u00c8 de se admitir que, nas \u00e1reas serranas, a rugosidade do terreno ative a turbul\u00eancia, estimulando situa\u00e7\u00f5es locais de instabilidade, tornando, portanto, mais repetidos os epis\u00f3dios de granizo.<\/p>\n\n\n\n<p>A observa\u00e7\u00e3o da freq\u00fc\u00eancia mensal indicou n\u00edtida concentra\u00e7\u00e3o nos meses de primavera (40,4% dos casos, dos quais metade no m\u00eas de outubro), corroborando resultados obtidos em outros pontos do Globo. Temos conhecimento de estudos realizados em Denver, Colorado (EUA) por W. B. Beckwith, os quais assinalaram o m\u00eas de maio (primavera no Hemisf\u00e9rio Norte) como o de maior incid\u00eancia de granizadas.<\/p>\n\n\n\n<p><b>O epis\u00f3dio de Atibaia<\/b><\/p>\n\n\n\n<p>No dia 7 de outubro de 1975, entre 15h30min e 16 horas, verificou-se uma tempestade de granizo de inusitada intensidade no munic\u00edpio de Atibaia, a 60 quil\u00f4metros da capital paulista, afetando cerca de 120 quil\u00f4metros quadrados, numa faixa de altitude entre 740 e 1.000 metros sobre o n\u00edvel do mar. O fen\u00f4meno, embora tivesse durado apenas 20 minutos, foi de uma viol\u00eancia excepcional, destruindo significativas \u00e1reas de culturas de p\u00eassegos, uva It\u00e1lia, morangos, legumes, flores e alguns milhares de cafeeiros. Levantamentos efetuados pela Cooperativa Agr\u00edcola Sul-Brasil, Sindicato Rural de Atibaia, Associa\u00e7\u00e3o Rural de Atibaia e Casa da Agricultura da mesma localidade estimaram em cerca de 1.300.000 p\u00e9s de frutas prejudicados, al\u00e9m de 115.000 cafeeiros, ocasionando elevadas perdas financeiras.<\/p>\n\n\n\n<p>O posto pluviom\u00e9trico da Cooperativa Agr\u00edcola Sul Brasil, localizado na \u00e1rea afetada, acusou, naquele dia, um total de 92 mil\u00edmetros de chuva, valor que deve revelar, em grande parte, \u00e1gua de fus\u00e3o do granizo recolhido pelo respectivo pluvi\u00f4metro. Durante a granizada, o vento era procedente do quadrante sudeste e soprava com grande for\u00e7a como se constatou pelo enorme n\u00famero de vidra\u00e7as danificadas, voltadas nessa dire\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Pode-se esbo\u00e7ar uma explica\u00e7\u00e3o para esse fen\u00f4meno, se examinarmos a situa\u00e7\u00e3o sin\u00f3ptica atrav\u00e9s das cartas elaboradas pelo 7\u00ba Distrito de Meteorologia e das imagens do sat\u00e9lite NOAA-3. Nos dias 6 e 7 de outubro de 1975, a regi\u00e3o esteve sujeita a uma linha de instabilidade muito pronunciada, e os valores barom\u00e9tricos baixaram para cerca de 1.000 milibares. O processo foi ativado pela alta temperatura reinante (28,8\u00baC), da\u00ed resultando o extraordin\u00e1rio desenvolvimento de nuvens de grande espessura e a violenta queda de granizo que se seguiu.<\/p>\n\n\n\n<p><b>A melhor defesa<\/b><\/p>\n\n\n\n<p>Muitos processos t\u00eam sido ensaiados para combater artificialmente o granizo. Um destes \u00e9 o da nuclea\u00e7\u00e3o artificial do c\u00famulo-nimbo no n\u00edvel adequado, a fim de provocar precipita\u00e7\u00e3o antes da forma\u00e7\u00e3o dos cristais de gelo que constituem o embri\u00e3o dos gr\u00e3os de granizo. Tem sido tentado, ainda, o bombardeio das nuvens por meio de explosivos transportados por foguetes, com base no princ\u00edpio de desagrega\u00e7\u00e3o do granizo gra\u00e7as \u00e0s ondas de choque produzidas pela explos\u00e3o. Este m\u00e9todo foi abandonado ao constatar-se que a energia liberada pela explos\u00e3o era muito pouco significativa em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 energia contida na nuvem.<\/p>\n\n\n\n<p>O \u00fanico processo que parece ter alguma efic\u00e1cia, segundo experi\u00eancias feitas, seria a nuclea\u00e7\u00e3o artificial da nuvem, a partir do solo, no momento adequado da evolu\u00e7\u00e3o do c\u00famulo-nimbo, por\u00e9m isso exigiria uma rede de observa\u00e7\u00e3o em permanente vigil\u00e2ncia, com equipamentos distribu\u00eddos na \u00e1rea a ser defendida e preparados para entrar em funcionamento, o que, nas condi\u00e7\u00f5es atuais da maioria dos pa\u00edses, \u00e9 economicamente invi\u00e1vel. A prote\u00e7\u00e3o contra o granizo limita-se, portanto, a uma previs\u00e3o bem-feita e a uma imediata advert\u00eancia dos servi\u00e7os meteorol\u00f3gicos \u00e0s \u00e1reas amea\u00e7adas, a fim de as planta\u00e7\u00f5es serem convenientemente resguardadas, na medida do poss\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p>Um fen\u00f4meno como o que castigou o munic\u00edpio de Atibaia em 1975 teria sido menos ruinoso para a economia local se a \u00e1rea pudesse ter sido previamente alertada. O meteorologista Rubens Junqueira Vilela, professor do Instituto Astron\u00f4mico e Geof\u00edsico da USP, no artigo \u201cGranizo pode ser evitado\u201d, publicado na revista \u201cCopercotia\u201d de setembro de 1969, enumera algumas regras de previs\u00e3o e orienta\u00e7\u00e3o ao agricultor. S\u00e3o elas basicamente as duas seguintes:<\/p>\n\n\n\n<p>1\u00aa) Em dias de sol forte, quando os c\u00famulos-nimbos come\u00e7am a se formar, depois das 10 horas, em menor n\u00famero, cobrindo menos da metade do c\u00e9u, e com bases acima de 1.000 metros, atingindo grande extens\u00e3o vertical, s\u00e3o prov\u00e1veis as granizadas entre 14 e 17 horas.<\/p>\n\n\n\n<p>2\u00aa) Ap\u00f3s dois ou tr\u00eas dias de calor intenso, se a dire\u00e7\u00e3o do vento sofrer um giro anti-hor\u00e1rio, passando de noroeste para sudoeste, isso indicaria entrada de frente fria, geralmente precedida por turbul\u00eancia atmosf\u00e9rica e poss\u00edveis saraivadas.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m dessas normas pr\u00e1ticas e das informa\u00e7\u00f5es de que dispomos apontando as \u00e1reas mais elevadas e os meses de primavera como mais sujeitos ao granizo, ainda n\u00e3o contamos com indicadores mais seguros para orientar um procedimento sistem\u00e1tico de defesa. Recomenda-se, pois, um tratamento estat\u00edstico minucioso, a fim de se obterem \u00edndices confi\u00e1veis que auxiliem os trabalhos de previs\u00e3o.<br>\n<span class=\"tituloVermelho\"><br>\n(Leia toda a not\u00edcia na Revista Criacionista impressa)<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Freq\u00fcentemente a imprensa noticia eventos meteorol\u00f3gicos que ocorrem no mundo todo, e tamb\u00e9m em nosso pa\u00eds, ocasionando estragos a propriedades urbanas e a lavouras, \u00e0s vezes com conseq\u00fc\u00eancias tr\u00e1gicas devido a enormes perdas materiais e de vidas. 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