{"id":1153,"date":"2004-03-24T22:18:26","date_gmt":"2004-03-25T01:18:26","guid":{"rendered":"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/?p=1153"},"modified":"2022-10-27T00:09:42","modified_gmt":"2022-10-27T03:09:42","slug":"contra-darwin-e-o-evolucionismo-mas-nao-em-tudo-catastrofes-conceituais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/revistas-conteudo\/folha-70\/contra-darwin-e-o-evolucionismo-mas-nao-em-tudo-catastrofes-conceituais\/","title":{"rendered":"CONTRA DARWIN E O EVOLUCIONISMO MAS N\u00c3O EM TUDO &#8211; CAT\u00c1STROFES CONCEITUAIS"},"content":{"rendered":"<p><span class=\"texto\"><i>INTRODU\u00c7\u00c3O<\/i><\/span><\/p>\n<p><b>Identidade e di\u00e1logo<\/b><\/p>\n<p>Segundo alguns, o di\u00e1logo consiste em temperar as pr\u00f3prias convic\u00e7\u00f5es, de maneira a ir ao encontro das convic\u00e7\u00f5es dos outros. Em resultado de ir ao encontro de todos, entretanto, acaba-se por diminuir a propria identidade, o que por\u00e9m n\u00e3o impede de dialogar tamb\u00e9m com quem n\u00e3o fosse semelhante quer doutrinariamente quer em comportamento.<\/p>\n<p>Jesus nasceu e viveu como hebreu, praticamente, mas dialogou e estabeleceu relacionamentos com uma grande variedade de pessoas muito diferentes dele: com uma mulher pag\u00e3, com os desprezados samaritanos, com um centuri\u00e3o romano, e com outros hebreus, independentemente de serem praticantes (fariseus, prostitutas e pecadores diversos). Simpatizou-se e fez amizade com eles, mas sem alterar seu pr\u00f3prio modo de ser e sem fazer concess\u00f5es particulares. A mulher pag\u00e3 teve de reconhecer a sua inferioridade com rela\u00e7\u00e3o aos que pertenciam ao povo eleito (Mateus 15:21-28); \u00e0 mulher samaritana, lembrou que a salva\u00e7\u00e3o n\u00e3o vinha deles, como cria, mas \u201cdos judeus\u201d (Jo\u00e3o 4:22); o leproso samaritano foi curado enquanto se dirigia n\u00e3o aos seus sacerdotes, mas aos dos hebreus (Lucas 17:11-19); o centuri\u00e3o romano teve de confessar que sua casa era indigna de receber Jesus, por ser impura conforme as normas hebraicas (Lucas 7:1-10); os pecadores diversos sentiam que Jesus estava pr\u00f3ximo deles no plano humano, mas no plano moral eram eles que deviam mover-se em dire\u00e7\u00e3o a Jesus e mudar de vida (Mateus 9:9-13, Lucas 7:36-50).<\/p>\n<p>Atenuar as pr\u00f3prias convic\u00e7\u00f5es freq\u00fcentemente n\u00e3o facilita o di\u00e1logo, mas sim o torna pouco interessante. Pode-se, ao contr\u00e1rio, manifestar abertamente o que se cr\u00ea, sem provocar restri\u00e7\u00f5es: ao se prestar aten\u00e7\u00e3o ao modo pelo qual nos exprimimos, ao termos uma atitude de escuta \u00e0s obje\u00e7\u00f5es e ao lev\u00e1-las em conta; ao n\u00e3o procurarmos impor nossas convic\u00e7\u00f5es pr\u00f3prias, mas nos limitarmos a esclarecer nosso ponto de vista; ao admitirmos os nossos pontos fracos e reconhecermos os pontos fortes do interlocutor. Tendo esta atitude, poder-se-\u00e1 constatar que n\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil ter escuta e di\u00e1logo at\u00e9 por parte de quem se encontra no extremo oposto. Forte identidade e amplo di\u00e1logo \u00e9 portanto a atitude que \u00e9 prefer\u00edvel ao se defrontar com um assunto n\u00e3o muito f\u00e1cil.<\/p>\n<p><b>Uma leitura respons\u00e1vel<\/b><\/p>\n<p>\u00c9 necess\u00e1rio que o leitor seja paciente e disposto a prestar aten\u00e7\u00e3o n\u00e3o superficial, tanto pela dificuldade do assunto tratado em si, como tamb\u00e9m pelo estilo sint\u00e9tico aqui adotado, e pela variedade das argumenta\u00e7\u00f5es trazidas a campo (hist\u00f3ricas, culturais, b\u00edblicas, cient\u00edficas). Precisaria tamb\u00e9m estar um pouco familiarizado com as v\u00e1rias quest\u00f5es, pois de outra maneira ser\u00e1 inevit\u00e1vel que alguma coisa possa n\u00e3o ser compreendida plenamente. Em compensa\u00e7\u00e3o, as argumenta\u00e7\u00f5es trazidas s\u00e3o, \u00e0s mais das vezes, originais, e podem de algum modo oferecer id\u00e9ias \u00fateis para um aprofundamento pessoal. N\u00e3o se exclui fazer-se no futuro uma vers\u00e3o mais facilmente compreens\u00edvel, mas agora se desejou apresentar \u201ca jato\u201d (isto \u00e9, em poucas horas) estes pensamentos, sobre os quais o autor j\u00e1 estava refletindo h\u00e1 alguns anos.<\/p>\n<p><b>Darwin como \u201cmoeda falsa\u201d<\/b><\/p>\n<p>Um exemplo. O governo dos Estados Unidos combate os d\u00f3lares falsos, e considera \u201cpiores\u201d aqueles que mais se parecem com os d\u00f3lares verdadeiros. Todo d\u00f3lar falso, de algum modo, tem em si muito do d\u00f3lar verdadeiro, e se algu\u00e9m passa a odiar tudo que existe em um d\u00f3lar falso, arrisca-se a rejeitar tamb\u00e9m os d\u00f3lares verdadeiros.<\/p>\n<p>Aplica\u00e7\u00e3o. Darwin havia terminado os estudos para pastor protestante e pertencia a uma classe social (burguesia) e \u00e0 na\u00e7\u00e3o (Gr\u00e3 Bretanha) que haviam sido fortemente influenciadas pela B\u00edblia. Darwin n\u00e3o se colocou abertamente contra a sociedade \u00e0 qual pertencia, e foi homenageado pelo ingleses tanto antes como depois de haver publicado a sua principal obra evolucionista (A Origem das Esp\u00e9cies, 1859). Ele procurou inserir a sua novidade no meio dos pressupostos da sociedade na qual vivia, e somente poucos se aperceberam (por exemplo, o bispo Wilberforce) que ele tinha substitu\u00eddo a verdade b\u00edblica por algo que, por assemelhar-se a ela, a destru\u00eda. Assim, para combater a \u201cmoeda verdadeira\u201d (a B\u00edblia), Darwin escolheu substitu\u00ed-la por algo o mais poss\u00edvel semelhante, mas de valor inteiramente diferente.<\/p>\n<p>O evolucionismo afirma oficialmente que os seus mecanismos atuam ainda hoje, mas lentamente, e mediante um modo n\u00e3o ainda claro, para originar a forma\u00e7\u00e3o das v\u00e1rias esp\u00e9cies (de fato), em um tempo remoto e fora de nosso controle. Uma express\u00e3o do tipo \u201ch\u00e1 milh\u00f5es de anos, de um modo que n\u00e3o compreendemos inteiramente\u201d posta habitualmente no in\u00edcio dos discursos evolucionistas, permite assim inserir de antem\u00e3o aquilo que se deseja demonstrar. O crente na B\u00edblia \u00e9 criticado porque coloca a quest\u00e3o das origens fora de sua possibilidade de indaga\u00e7\u00e3o, entretanto o evolucionista \u00e9 de fato constrangido a refugiar-se em remoto tempo \u201cm\u00e1gico\u201d, que vai al\u00e9m de sua capacidade de compreender. N\u00e3o se elimina o mist\u00e9rio substituindo o desconhecido pelos s\u00edmios (mesmo utilizando uma linguagem que parece cient\u00edfica): semelhan\u00e7a com o criacionismo e ambig\u00fcidade s\u00e3o duas caracter\u00edsticas do evolucionismo que encontraremos sempre.<\/p>\n<p>O darwinismo, sobre estas bases, apresenta-se ent\u00e3o como uma \u201cmoeda falsa\u201d, e por isso deve ser combatido, mas sem se repudiar o que nele existe de verdade. Quem na realidade combater todos os aspectos do darwinismo, acaba por desacreditar certas caracter\u00edsticas da pr\u00f3pria B\u00edblia (como ser\u00e1 visto melhor mais adiante). \u00c9 o habitual problema das \u201cheresias\u201d, as quais exageram algumas verdades, ou as corrompem, ou as colocam em um contexto diverso do b\u00edblico, mas conservam em si mesmas sempre muitas coisas corretas que devem ser salvaguardadas (e sempre certas \u201cheresias\u201d se desenvolvem porque o ambiente no qual nascem exagerou a parte oposta, e por este motivo representam em geral um sinal de alerta).<\/p>\n<p>Darwin como \u201cmoeda falsa\u201d, Darwin como her\u00e9tico, s\u00e3o estes os pontos de vista sob os quais pretendemos examin\u00e1-lo, desagradando um pouco a todos:<\/p>\n<p>1) Aos evolucionistas, os quais n\u00e3o renegam a Darwin mesmo quando n\u00e3o partilham de algo proveniente dele;<br \/>\n2) Aos criacionistas, entre os quais me incluo, que o havendo justamente indiciado como inimigo, em geral procuram dizer dele todo o mal poss\u00edvel;<br \/>\n3) E tamb\u00e9m aos assim chamados concordistas, os quais mesclam o evolucionismo e a B\u00edblia em percentuais diversos, como se fossem caf\u00e9 com leite, freq\u00fcentemente sem ter bem claro quais s\u00e3o os elementos poss\u00edveis de serem aceitos e as coisas que, pelo contr\u00e1rio, s\u00e3o radicalmente rejeitadas.<\/p>\n<p>Ser contra todos, por\u00e9m, paradoxalmente pode significar n\u00e3o ser contra ningu\u00e9m de maneira particular, e isso poderia favorecer uma escuta n\u00e3o setorial das argumenta\u00e7\u00f5es expostas.<\/p>\n<p><b>REALIDADE SIM, ATUALISMO N\u00c3O<\/b><\/p>\n<p><b>Realidade, sim<\/b><\/p>\n<p>Quem cr\u00ea na B\u00edblia n\u00e3o fecha os olhos diante da realidade. A B\u00edblia n\u00e3o \u00e9 um livro de divaga\u00e7\u00f5es fantasiosas sobre um mundo imagin\u00e1rio, mas \u00e9 essencialmente um relato de coisas realmente acontecidas. Deus \u00e9 inicialmente apresentado como o bom Criador de tudo, e depois do pecado de Ad\u00e3o se manifesta tamb\u00e9m como um sereno Juiz que condena o transgressor, mas com a finalidade de reeduc\u00e1-lo. Toda a realidade que circunda tudo isso, por essa raz\u00e3o, tamb\u00e9m nos seus aspectos desagrad\u00e1veis, revela algo sobre Deus, e esconder isso (ou, pior, negar isso) no fundo \u00e9 uma rejei\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio Deus.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a queda de Ad\u00e3o, a viol\u00eancia e o homic\u00eddio entraram no mundo, o qual se tornou cada vez mais corrompido, at\u00e9 ao ponto de rejeitar e crucificar Jesus Cristo. Jesus n\u00e3o se ilude sobre como ser\u00e1 a condi\u00e7\u00e3o humana depois dEle, e at\u00e9 o fim deste mundo: \u201cPorquanto na\u00e7\u00e3o se levantar\u00e1 contra na\u00e7\u00e3o e reino contra reino; e haver\u00e1 fomes e terremotos em v\u00e1rios lugares\u201d &#8230; \u201cE este evangelho do reino ser\u00e1 pregado por todo o mundo, para testemunho a todas as na\u00e7\u00f5es; e ent\u00e3o vir\u00e1 o fim\u201d (Mateus 24:7, 14).<\/p>\n<p>A B\u00edblia afasta o otimismo f\u00e1cil e n\u00e3o pensa que esta humanidade corrompida possa realizar a paz antes da volta de Jesus. A viol\u00eancia e a guerra, por isso, fazem parte deste mundo, como tamb\u00e9m a morte: devemos trabalhar para nos contrapormos a elas, embora sabendo que ser\u00e3o totalmente eliminadas somente quando Deus instaurar plenamente o Seu reino.<\/p>\n<p>Jesus deixou Pilatos permanecer no poder, pois as autoridades pol\u00edticas (mais ou menos daquele tipo) continuar\u00e3o a governar enquanto n\u00e3o se acabe de construir os fundamentos do \u201cnovo mundo\u201d, fundamentos representados pela forma\u00e7\u00e3o de grupos de crentes em Jesus de todas as l\u00ednguas, povos e tribos (Apocalipse 7:9). Nenhum Reino de Deus \u00e9 real e plenamente poss\u00edvel antes da volta do Rei Jesus a esta Terra.<\/p>\n<p>Darwin sabia destas coisas, e quando disse que este mundo \u00e9 regido pela \u201cluta pela exist\u00eancia\u201d e pela \u201csele\u00e7\u00e3o natural\u201d, isto \u00e9, pelo conflito mesmo entre os membros de uma mesma esp\u00e9cie, disse algo \u00f3bvio (embora o exagerasse). Mas se Darwin exagerou por um lado, outros podem exagerar pelo lado oposto. Alguns, por exemplo, tanto entre os religiosos quando entre os ateus, pensam que a guerra, a fome e todas as outras calamidades poderiam ser imediatamente eliminadas mediante a boa vontade humana, antes da volta de Cristo, e tamb\u00e9m sem uma clara convers\u00e3o do mundo (convers\u00e3o a Cristo, n\u00e3o a um deus ecum\u00eanico que, de t\u00e3o vago, cabe bem em todas as religi\u00f5es do mundo).<\/p>\n<p>Existem, ainda, aqueles que insistem em definir como \u201cnatureza incontaminada\u201d aquela onde o homem ainda n\u00e3o p\u00f4s os p\u00e9s, mas onde, entretanto, as v\u00e1rias esp\u00e9cies mant\u00eam-se em equil\u00edbrio atrav\u00e9s de uma desapiedada luta rec\u00edproca, esquecendo o fato de que a pr\u00f3pria degrada\u00e7\u00e3o foi produzida pelo primeiro pecado de Ad\u00e3o, ap\u00f3s o qual, creio eu, Deus teria tido que \u201cremodelar\u201d a natureza, fazendo-a de tal modo que tamb\u00e9m refletisse a pervers\u00e3o humana De fato, ap\u00f3s a queda do homem, a sua dieta muda: n\u00e3o mais s\u00f3 sementes e frutos, mas tamb\u00e9m a erva originalmente destinada aos animais (G\u00eanesis 1:29-30, 3:18), enquanto a indica\u00e7\u00e3o expl\u00edcita para comer carne encontramos somente depois do Dil\u00favio (G\u00eanesis 9:3-4). E quando, no t\u00e9rmino deste tempo, Deus atuar de novo sobre a cria\u00e7\u00e3o, far\u00e1 de maneira que o le\u00e3o voltar\u00e1 a comer palha, e que a v\u00edbora n\u00e3o mais seja perigosa (Isa\u00edas 11:7-8).<\/p>\n<p>Se \u00e9 somente Ele que pode fazer isto, ent\u00e3o significa que foi Deus mesmo que desejou que a natureza refletisse a perversidade do homem, tornando-se isso um sinal da intoler\u00e2ncia de Deus contra o pecado, com a inten\u00e7\u00e3o de produzir no homem o arrependimento. A Terra \u00e9 um dom de Deus ao homem (G\u00eanesis 1:28, Salmo 115:16) e quanto mais o homem se perverte, mais aquilo que est\u00e1 em sua posse se torna pervertido (G\u00eanesis 3:17-18, Romanos 8:20). A presa da v\u00edbora, por exemplo, com seu mecanismo perfeito para injetar veneno mortal na v\u00edtima, tem muito a dizer sobre n\u00f3s mesmos, sobre a natureza e sobre Deus: Darwin se concentra muito sobre isto, e n\u00f3s, criacionistas, devemos prestar aten\u00e7\u00e3o para n\u00e3o descuidar destes aspectos inquietantes. A cria\u00e7\u00e3o que dever\u00edamos exaltar \u00e9 aquela que existiu no fim dos primeiros seis dias (e que ser\u00e1 restaurada no fim dos tempos): daquele mundo perfeito e harmonioso existem tra\u00e7os muito amplos e claros, por\u00e9m mesclados tamb\u00e9m aos efeitos do pecado do homem.<\/p>\n<p>Concluindo, aquilo que uma postura neo-pag\u00e3 tende a chamar de \u201cnatureza incontaminada\u201d, pelo contr\u00e1rio, segundo a Palavra de Deus, \u00e9 uma natureza que \u201cgeme e est\u00e1 em trabalho de parto\u201d, esperando ser libertada da \u201cescravid\u00e3o da corrup\u00e7\u00e3o\u201d, quando tamb\u00e9m o homem ser\u00e1 libertado dela (Romanos 8:19-23).<\/p>\n<p><b>Atualismo, n\u00e3o<\/b><\/p>\n<p>O que, por\u00e9m, est\u00e1 na base do pensamento de Darwin n\u00e3o \u00e9 sobretudo a \u201csele\u00e7\u00e3o natural\u201d produzida pela \u201cluta pela sobreviv\u00eancia\u201d. O fundamento do seu trabalho, na realidade, \u00e9 o \u201catualismo\u201d (ou \u201cuniformismo\u201d, tomado do ge\u00f3logo escoc\u00eas Lyell), isto \u00e9, tomar a realidade de hoje e aplic\u00e1-la explicitamente a todo o passado (estendendo-a assim implicitamente tamb\u00e9m ao futuro). Hav\u00edamos visto que, quando Darwin descreve o mundo de hoje, n\u00e3o o distorce muito, mas quando disse que o mundo sempre foi assim, nega a \u201cdescontinuidade\u201d da cria\u00e7\u00e3o; e quando deixa entender que ser\u00e1 sempre assim, nega a volta de Cristo e a \u201cdescontinuidade\u201d do advento de Seu Reino.<\/p>\n<p>Darwin observa este mundo e, n\u00e3o sendo crente, n\u00e3o v\u00ea nele nenhuma obra sobrenatural (\u00e9 por isso que esta postura pode tamb\u00e9m ser definida como \u201cnaturalismo\u201d). Embora n\u00e3o explicitamente, de fato ele torna sup\u00e9rflua a presen\u00e7a de um Deus extremo e superior \u00e0 cria\u00e7\u00e3o. Nega, assim, a ess\u00eancia do relato b\u00edblico, que mostra continuamente n\u00e3o s\u00f3 quando e como Deus j\u00e1 interveio no mundo, mas tamb\u00e9m quando e como pode intervir hoje, e quando e como intervir\u00e1 no futuro.<\/p>\n<p>O atualismo \u00e9 um conceito basilar de Darwin, bem conhecido de quem se interessa por ele n\u00e3o superficialmente; por\u00e9m sempre acaba sendo posto em segundo plano, no m\u00e1ximo sendo citado como pressuposto e depois esquecido. O darwinismo, assim, torna-se uma esp\u00e9cie de \u201ccavalo de Tr\u00f3ia\u201d, porque faz concentrar a aten\u00e7\u00e3o sobre um conceito substancialmente partilhado (a presen\u00e7a da \u201csele\u00e7\u00e3o natural\u201d), sem que, freq\u00fcentemente, se d\u00ea conta ao mesmo tempo do verdadeiro objeto da controv\u00e9rsia, representado pelo pressuposto do atualismo, cuja aceita\u00e7\u00e3o substitui o Deus b\u00edblico por uma vaga \u201cEntidade\u201d que p\u00f4s o mundo em movimento para depois n\u00e3o mais se interessar por ele. Uma \u201cEntidade\u201d que qualquer pessoa pode tamb\u00e9m continuar a chamar de Deus, mas que \u00e9 exatamente o oposto do Deus b\u00edblico, o qual, para levar ao m\u00e1ximo a Sua atua\u00e7\u00e3o no mundo, finalmente, chegou a encarnar-se (em Cristo)!<\/p>\n<p><span class=\"tituloVermelho\">(Leia todo o artigo na Revista Criacionista impressa)<\/span><br \/>\n<a name=\"folha\"><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>INTRODU\u00c7\u00c3O Identidade e di\u00e1logo Segundo alguns, o di\u00e1logo consiste em temperar as pr\u00f3prias convic\u00e7\u00f5es, de maneira a ir ao encontro das convic\u00e7\u00f5es dos outros. 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