{"id":1027,"date":"2001-09-24T16:10:52","date_gmt":"2001-09-24T19:10:52","guid":{"rendered":"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/?p=1027"},"modified":"2022-10-27T00:11:52","modified_gmt":"2022-10-27T03:11:52","slug":"fe-razao-e-a-historia-da-terra-um-paradigma-das-origens-da-terra-e-da-vida-mediante-projeto-inteligente","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/revistas-conteudo\/folha-65\/fe-razao-e-a-historia-da-terra-um-paradigma-das-origens-da-terra-e-da-vida-mediante-projeto-inteligente\/","title":{"rendered":"F\u00c9, RAZ\u00c3O E A HIST\u00d3RIA DA TERRA: UM PARADIGMA DAS ORIGENS DA TERRA E DA VIDA MEDIANTE PROJETO INTELIGENTE"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\">A revista &#8220;Origins and Design&#8221; publicada pela Access Research Network, em seu n\u00famero 38 (vol. 20, n\u00ba 1), publicou a revis\u00e3o cr\u00edtica do livro de autoria de Leonard R. Brand, intitulado &#8220;Faith, Reason, and Earth History: A Paradigm of Earth and Biological Origins by Intelligent Design&#8221;, feita por Kurt P. Wise.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\">O livro em quest\u00e3o est\u00e1 em fase final de tradu\u00e7\u00e3o para o Portugu\u00eas, como iniciativa da Universidade de Santo Amaro, e dever\u00e1 ser lan\u00e7ado por ocasi\u00e3o do Encontro Criacionista a ser realizado no m\u00eas de janeiro de 2002 no Centro Universit\u00e1rio Adventista, campus de S\u00e3o Paulo, a respeito do qual s\u00e3o dadas not\u00edcias neste mesmo n\u00famero da Folha Criacionista..<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\">A Sociedade Criacionista Brasileira, com a inten\u00e7\u00e3o de contribuir para a divulga\u00e7\u00e3o do livro do Dr. Leonard R. Brand, tomou a iniciativa de publicar, neste n\u00famero de setembro de 2001 da sua Folha Criacionista, aquela revis\u00e3o cr\u00edtica efetuada por Kurt P. Wise, que sem d\u00favida \u00e9 altamente elogiosa \u00e0 obra, e servir\u00e1 para incentivar a sua aquisi\u00e7\u00e3o pelos interessados no assunto.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\">Deve ser reconhecido, mesmo pelos defensores, como eu, do ponto de vista criacionista que prop\u00f5e uma cria\u00e7\u00e3o recente para a Terra, que obras com esta perspectiva, tipicamente, s\u00e3o marcadas por uma filosofia da ci\u00eancia antiquada, um fraco entendimento da teoria da evolu\u00e7\u00e3o e uma infeliz fixa\u00e7\u00e3o destrutiva. O livro de Brand, entretanto, \u00e9 salutarmente diferente. Ele se posiciona dentro de uma filosofia da ci\u00eancia razo\u00e1vel, mostra um bom entendimento da teoria da evolu\u00e7\u00e3o, e humildemente inicia a constru\u00e7\u00e3o de um modelo da hist\u00f3ria da Terra consistente com a sua compreens\u00e3o da B\u00edblia. O livro demonstra um novo e mais sofisticado est\u00e1gio do pensamento criacionista.<\/span><\/p>\n<p align=\"center\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\"><br \/>\n<b>Filosofia da Ci\u00eancia<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\">Brand dedica os primeiros seis cap\u00edtulos de seu livro a quest\u00f5es relativas \u00e0 filosofia da ci\u00eancia. A maioria das obras criacionistas, especialmente em n\u00edvel de divulga\u00e7\u00e3o, define ci\u00eancia como o estudo do que \u00e9 diretamente observ\u00e1vel e repetit\u00edvel. O ponto fraco dessa defini\u00e7\u00e3o \u00e9 que ela nega o status de ci\u00eancia a qualquer ci\u00eancia hist\u00f3rica, como a paleontologia, e grande parte da astronomia. (Ela nega mesmo o status cient\u00edfico \u00e0 arqueologia, retirando virtualmente qualquer apoio cient\u00edfico para o relato b\u00edblico). Mais perturbador, ainda, essa defini\u00e7\u00e3o estigmatiza as pr\u00f3prias teorias da cria\u00e7\u00e3o como sendo n\u00e3o cient\u00edficas. Os criacionistas que defendem uma cria\u00e7\u00e3o recente para a Terra tamb\u00e9m tendem a defender as defini\u00e7\u00f5es positivistas l\u00f3gicas de ci\u00eancia encontradas comumente nos livros textos Muitos apelam para o crit\u00e9rio da falseabilidade de Karl Popper para negar que a evolu\u00e7\u00e3o seja genuinamente cient\u00edfica.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\">Brand n\u00e3o se torna presa de qualquer dessas defini\u00e7\u00f5es incorretas de ci\u00eancia. De fato, ele despende um tempo consider\u00e1vel para mostrar como a defini\u00e7\u00e3o positivista l\u00f3gica de ci\u00eancia \u00e9 inadequada para descrever a maneira pela qual atualmente a ci\u00eancia \u00e9 desenvolvida. Entre outras coisas, repetidamente ele indica a import\u00e2ncia da componente humana na investiga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica. Ele argumenta tamb\u00e9m que a dimens\u00e3o sociol\u00f3gica advogada por Thomas Kuhn (1) \u00e9 parte importante da ci\u00eancia. Brand usa o crit\u00e9rio da falseabilidade de Popper para identificar somente o que deveria caracterizar uma boa teoria cient\u00edfica, e nunca o que deve caracterizar obrigatoriamente uma teoria para qualific\u00e1-la como ci\u00eancia. Embora eu possa discordar de Brand por colocar menor import\u00e2ncia na falseabilidade (ela n\u00e3o constitui um padr\u00e3o absoluto; na pr\u00e1tica ela somente pode funcionar na escolha da melhor entre duas teorias), Brand deve ser cumprimentado por preocupar-se para corrigir um erro comum nos escritos criacionistas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\">A despeito da sofistica\u00e7\u00e3o filos\u00f3fica, de maneira nenhuma Brand sepulta o leitor sob o jarg\u00e3o da filosofia. De uma maneira agrad\u00e1vel, paciente e consistentemente intelig\u00edvel, ele guia o leitor atrav\u00e9s da \u00e1rdua tarefa de dar significado \u00e0 discuss\u00e3o, freq\u00fcentemente confusa, girando em torno da filosofia da ci\u00eancia. Al\u00e9m do mais, os seus exemplos gr\u00e1ficos atraem o leitor com o simples prazer de estar fazendo ci\u00eancia. (Brand \u00e9 um profissional dedicado ao estudo dos mam\u00edferos, tendo desenvolvido a maior parte de suas atividades de pesquisa com os esquilos listados americanos; desta forma, muitos exemplos em todo o livro giram em torno dessa pequena criatura t\u00e3o fortemente atraente).<\/span><\/p>\n<p align=\"center\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\"><br \/>\n<b>A rela\u00e7\u00e3o entre a Ci\u00eancia e a B\u00edblia<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\">O Cap\u00edtulo 6 apresenta uma breve vista da receita de Brand para a adequada intera\u00e7\u00e3o entre a Ci\u00eancia e a B\u00edblia. Ele n\u00e3o prop\u00f5e nem a abordagem das &#8220;\u00e1reas distintas&#8221; dos criacionistas mais antigos, na qual as duas \u00e1reas n\u00e3o se sobrep\u00f5em, nem a abordagem t\u00edpica dos criacionistas mais recentes, de &#8220;A B\u00edblia acima da Ci\u00eancia&#8221;, na qual o entendimento do int\u00e9rprete das Escrituras sempre supera a Ci\u00eancia. De fato, Brand descreve uma intera\u00e7\u00e3o estudada e cuidadosa, na qual a B\u00edblia aduz informa\u00e7\u00f5es \u00e0 Ci\u00eancia, e esta traz informa\u00e7\u00f5es para a nossa compreens\u00e3o da B\u00edblia. Infelizmente, este cap\u00edtulo pode induzir alguns leitores a entend\u00ea-lo erradamente, como se estivesse dizendo que a Ci\u00eancia assume uma posi\u00e7\u00e3o mais elevada do que a B\u00edblia; por\u00e9m, ao ler o restante do livro, o leitor honesto concluir\u00e1 que n\u00e3o \u00e9 esta a posi\u00e7\u00e3o de Brand. Pelo contr\u00e1rio, a sua posi\u00e7\u00e3o \u00e9 a de que sempre que a B\u00edblia alegue autoridade sobre um assunto, a B\u00edblia supera a Ci\u00eancia. Isto \u00e9, se depois de ter examinado cuidadosamente nosso entendimento da B\u00edblia, acreditarmos que ela faz uma alega\u00e7\u00e3o que contrarie a Ci\u00eancia, ent\u00e3o \u00e9 nossa interpreta\u00e7\u00e3o da Ci\u00eancia que deve ser alterada, e n\u00e3o a nossa interpreta\u00e7\u00e3o da B\u00edblia.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\">Em assuntos sobre os quais a B\u00edblia n\u00e3o alegue tal autoridade (por exemplo, casos em que o relato b\u00edblico n\u00e3o seja claro, ou que talvez permita v\u00e1rias possibilidades), a Ci\u00eancia poderia ser chamada para definir o assunto, validamente. De acordo com Gary Phillips, professor de teologia no Bryan College, evid\u00eancias extrab\u00edblicas (como por exemplo, cient\u00edficas) podem nos permitir a escolha entre leituras naturais da B\u00edblia, mas n\u00e3o nos podem for\u00e7ar a reinterpretar a B\u00edblia, ou a adotar uma leitura n\u00e3o natural.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\">O modelo de Brand para a intera\u00e7\u00e3o entre a B\u00edblia e a Ci\u00eancia \u00e9 exemplificado no Cap\u00edtulo 8, na sua discuss\u00e3o sobre as &#8220;esp\u00e9cies criadas&#8221;. Embora alguns possam ler G\u00eanesis como indicando que Deus criou todas as esp\u00e9cies (no sentido biol\u00f3gico atual) separadamente, um reexame do texto \u00e0 luz da hibridiza\u00e7\u00e3o e de outros dados microevolutivos apoia a alega\u00e7\u00e3o de que Deus criou todas as esp\u00e9cies separadamente &#8211; n\u00e3o necessariamente as esp\u00e9cies no sentido biol\u00f3gico atual. A B\u00edblia permite que as esp\u00e9cies criadas possam constituir uma categoria superior \u00e0 das esp\u00e9cies no sentido biol\u00f3gico atual. Nesse caso, os dados f\u00edsicos permitem a escolha de uma alternativa, dentro ainda da leitura natural do texto b\u00edblico. Por outro lado, como a B\u00edblia claramente alega que existem esp\u00e9cies criadas separadamente, Brand rejeita a tese evolucionista de que todos os organismos s\u00e3o relacionados geneticamente, apesar das evid\u00eancias que poderiam ser trazidas a favor dessa tese.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\">Brand tamb\u00e9m prov\u00ea valiosas sugest\u00f5es sobre o que deveria ser uma \u00e9tica crist\u00e3 da Ci\u00eancia. &#8220;Devemos ser honestos quanto \u00e0s incertezas dos dados&#8221;, escreve ele, &#8220;e cuidadosos para distinguir entre dados e sua interpreta\u00e7\u00e3o. Devemos abordar a quest\u00e3o com humildade e sem pr\u00e9-julgamento, mesmo que os dados apontem para dimens\u00f5es da realidade al\u00e9m de nosso entendimento usual. Acima de tudo, \u00e9 essencial que tratemos com respeito uns aos outros&#8221;. Brand observa sua \u00e9tica pr\u00f3pria ao longo de todo o livro, discutindo consistentemente a debilidade e o car\u00e1ter de tentativa de cada teoria por ele proposta, com humildade e sem pr\u00e9-julgamento. A frase &#8220;mais pesquisa \u00e9 necess\u00e1ria quanto a este ponto&#8221; \u00e9 repetida freq\u00fcentemente em todo o livro. Brand tamb\u00e9m \u00e9 honesto na avalia\u00e7\u00e3o de modelos alternativos e na verifica\u00e7\u00e3o de sua for\u00e7a. &#8220;Sugiro que, no momento, o naturalismo tem melhor resposta para alguns dados&#8221;, \u00e9 o que ele declara (p. 74).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\">Brand trata tamb\u00e9m com respeito os evolucionistas, observando que &#8220;\u00e0s vezes os cientistas s\u00e3o pintados como sendo muito burros por crerem na evolu\u00e7\u00e3o. Esta abordagem n\u00e3o \u00e9 nem verdadeira, nem construtiva. A evolu\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 uma teoria para ser ridicularizada. Quem tiver dom\u00ednio sobre os dados deve fazer bom uso deles&#8221; (p. 149). Brand incita os criacionistas a se absterem de tentar destruir o evolucionismo, e a &#8220;comportarem-se eles mesmos como cientistas genu\u00ednos, envolvendo-se ativamente na pesquisa. \u00c9 melhor desenvolver um paradigma alternativo do que meramente ridicularizar a teoria dos outros&#8221; (p. 76). E termina afirmando que &#8220;Vejo raz\u00f5es para crer que, se confiarmos n&#8217;Ele, essa cren\u00e7a nos ajudar\u00e1 a sermos bons cientistas&#8221; (p. 318).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\">Em todos os \u00e2mbitos do debate sobre as origens, a frase mais dif\u00edcil para ser dita \u00e9 Eu n\u00e3o sei. &#8220;Gostamos de ter respostas para tudo&#8221;, observa Brand (pp. 317-318), &#8220;por\u00e9m n\u00e3o temos respostas para todas as quest\u00f5es relacionadas com a Hist\u00f3ria da Terra. Seria muito melhor reconhecer que a limita\u00e7\u00e3o das evid\u00eancias dispon\u00edveis e do tempo que temos para pesquisar essas quest\u00f5es torna irreal esperar respostas cient\u00edficas para todas as nossas perguntas no futuro&#8221;. Infelizmente, a exig\u00eancia do p\u00fablico crist\u00e3o para obter respostas, e o desejo dos divulgadores para prover as respostas, t\u00eam incentivado um trabalho pouco merit\u00f3rio por parte dos criacionistas. \u00c0s vezes id\u00e9ias t\u00eam sido aceitas e divulgadas antes de terem sido adequadamente submetidas \u00e0 cr\u00edtica dos editores de literatura cient\u00edfica. Ter\u00edamos uma literatura criacionista mais ex\u00edgua, por\u00e9m de melhor qualidade, se o p\u00fablico se recusasse a satisfazer-se com qualquer coisa que n\u00e3o fosse somente verdade solidamente fundamentada.<\/span><\/p>\n<p align=\"center\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\"><br \/>\n<b>Intervencionismo e Criacionismo<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\">O modelo de Brand (que ele espera tornar-se um paradigma para a pesquisa, \u00e0 la Thomas Kuhn) n\u00e3o \u00e9 referido como um modelo &#8220;da cria\u00e7\u00e3o&#8221;, mas como um modelo de &#8220;interven\u00e7\u00e3o informada&#8221;, frase esta emprestada de Thaxton (2). Ele evita o controvertido termo &#8220;cria\u00e7\u00e3o&#8221;, como Wendell Bird com o seu modelo de &#8220;aparecimento abrupto&#8221; (3), Walter ReMine com a sua &#8220;mensagem bi\u00f3tica&#8221; (4), e os advogados do Projeto Inteligente (por exemplo, Phillip Johnson (5) e Michael Behe). N\u00e3o obstante, Brand difere significativamente desses outros autores, por adotar um modelo de interven\u00e7\u00e3o informada que \u00e9 &#8220;constru\u00eddo sobre o relato b\u00edblico&#8221; (p. 84). Em contraste, os argumentos a favor do projeto oferecem pouco mais do que cr\u00edticas negativas \u00e0 evolu\u00e7\u00e3o ate\u00edsta, e podem ser conciliados com um vasto espectro de vis\u00f5es de mundo que de outra maneira seriam incompat\u00edveis (por exemplo, de\u00edsmo, pante\u00edsmo, polite\u00edsmo; ver Swanson, 1997 (6) para uma boa an\u00e1lise filos\u00f3fico-teol\u00f3gica da teoria do projeto). O modelo de Brand, por outro lado, \u00e9 positivo e espec\u00edfico, e com afinidades com o criacionismo que aceita a cria\u00e7\u00e3o recente da Terra.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\">Os Cap\u00edtulos 7-11 do livro discutem as teorias evolucionista e criacionista (intervencionista) da biologia. Brand destina os Cap\u00edtulos 7 a 10 para uma revis\u00e3o cr\u00edtica das evid\u00eancias a favor da abiog\u00eanese, da microevolu\u00e7\u00e3o, da especia\u00e7\u00e3o, e da megaevolu\u00e7\u00e3o, em cada caso reinterpretando as evid\u00eancias \u00e0 luz do seu modelo da cria\u00e7\u00e3o. O Cap\u00edtulo 7 cont\u00e9m um brev\u00edssimo resumo que ele faz das cr\u00edticas \u00e0 teoria convencional da origem da vida, feitas por Thaxton (7), e Bradley e Thaxton (8). Brand argumenta que as dificuldades da abiog\u00eanese, combinadas com a abrangente complexidade da vida, fortemente implicam a interven\u00e7\u00e3o informada na origem da vida. O Cap\u00edtulo 8 rev\u00ea as evid\u00eancias a favor da microevolu\u00e7\u00e3o e da especia\u00e7\u00e3o, concluindo que ambas ocorreram na hist\u00f3ria da Terra. &#8220;\u00c9 importante lembrar&#8221;, escreve ele mais adiante no texto (p. 161), &#8220;que mesmo um intervencionista reconhece que a microevolu\u00e7\u00e3o e uma certa dose de macroevolu\u00e7\u00e3o realmente ocorrem&#8221;. (Infelizmente, Brand n\u00e3o cita nenhuma pesquisa &#8220;baraminol\u00f3gica&#8221;, ou outra relacionada com ela, que tenha sido desenvolvida recentemente (9-13), e que teriam proporcionado a ele bons exemplos, e refor\u00e7ado as suas teses. Por exemplo, a ampla hibridiza\u00e7\u00e3o entre esp\u00e9cies biol\u00f3gicas, g\u00eaneros, e mesmo subfam\u00edlias dos anat\u00eddeos sugere que toda a fam\u00edlia dos Anatidas (pato, cisne, ganso) pode ter sido uma esp\u00e9cie criada (14). O resumo feito por Brand das evid\u00eancias a favor da megaevolu\u00e7\u00e3o (Cap\u00edtulo 9), embora breve, \u00e9 excelente, e oferece uma maneira para a interpreta\u00e7\u00e3o dessas evid\u00eancias (Cap\u00edtulo 10) sob uma perspectiva criacionista.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\">Os Cap\u00edtulos 11 e 12 apresentam infelizmente uma interrup\u00e7\u00e3o no fluxo que vinha sendo desenvolvido no livro, talvez em parte porque ambos resultaram de modifica\u00e7\u00f5es feitas em um artigo anterior de Brand, em co-autoria. N\u00e3o obstante, essa inconveni\u00eancia pode tamb\u00e9m ter resultado de problemas mais fundamentais de sua abordagem. No Cap\u00edtulo 12, ele resume o modelo criacionista (intervencionista) da biologia; apesar do fato de que j\u00e1 anteriormente ele tivesse elaborado as evid\u00eancias a favor da evolu\u00e7\u00e3o, isso significa que ele preferiu continuar reinterpretando aquelas evid\u00eancias consideradas e originalmente interpretadas dentro de um paradigma evolucionista (uma pr\u00e1tica problem\u00e1tica comum na literatura criacionista, incluindo mesmo alguns de meus pr\u00f3prios artigos (15)).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\">A seu cr\u00e9dito Brand tem a compreens\u00e3o do problema e a tentativa de reagrupamento e apresenta\u00e7\u00e3o de um modelo criacionista positivo para a biologia, embora tivesse sido melhor partir desse ponto.<\/span><\/p>\n<p align=\"center\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\"><br \/>\n<b>Criacionismo e Geologia<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\">Os Cap\u00edtulos 13-16 do livro tratam do confronto entre a geologia convencional e o catastrofismo. Embora n\u00e3o sendo ge\u00f3logo, Brand convive com um grupo de ge\u00f3logos bem experiente, na Universidade de Loma Linda e no &#8220;Geoscience Research Institute&#8221;. Ele tem participado das reuni\u00f5es anuais da &#8220;Geological Society of America&#8221; e apresentado trabalhos no campo da tafonomia e da ictiologia de Coconino. Sua discuss\u00e3o dos temas geol\u00f3gicos aprecia tanto a for\u00e7a como a debilidade do modelo da cria\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\">Por exemplo, a t\u00e3o discutida &#8220;Explos\u00e3o do Cambriano n\u00e3o \u00e9 um registro do primeiro aparecimento da vida &#8211; como muitos criacionistas incautamente sugerem a seus leitores ou ouvintes &#8211; mas sim dos primeiros soterramentos durante uma cat\u00e1strofe&#8221; (p. 172). Al\u00e9m disso, a data\u00e7\u00e3o radiom\u00e9trica, embora n\u00e3o sendo uma metodologia \u00e0 toda prova, ainda constitui a maior evid\u00eancia a favor da grande antig\u00fcidade das forma\u00e7\u00f5es fossil\u00edferas&#8221; (p. 265). Brand aceita um dil\u00favio universal no passado recente (isto \u00e9, h\u00e1 milhares de anos), mas considera tamb\u00e9m uma Terra ante-diulviana (talvez com bilh\u00f5es de anos &#8211; pp. 269-270). No entanto, ele n\u00e3o \u00e9 dogm\u00e1tico, reconhecendo n\u00e3o ter suficiente experi\u00eancia em Geologia para ponderar e escolher dentre milhares de interpreta\u00e7\u00f5es dos primeiros cap\u00edtulos de G\u00eanesis.<\/span><\/p>\n<p align=\"center\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\"><br \/>\n<b>Conclus\u00e3o<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\">O livro de Brand traz uma substancial contribui\u00e7\u00e3o \u00e0 literatura criacionista. Ele \u00e9 o livro mais sofisticado filosoficamente sobre o assunto, e uma leitura indispens\u00e1vel para qualquer pessoa interessada na controv\u00e9rsia sobre as origens e o criacionismo.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p align=\"center\"><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\">(Leia todo o artigo na Folha Criacionista impressa)<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A revista &#8220;Origins and Design&#8221; publicada pela Access Research Network, em seu n\u00famero 38 (vol. 20, n\u00ba 1), publicou a revis\u00e3o cr\u00edtica do livro de autoria de Leonard R. Brand, intitulado &#8220;Faith, Reason, and Earth History: A Paradigm of Earth and Biological Origins by Intelligent Design&#8221;, feita por Kurt P. Wise. 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