{"id":1011,"date":"2001-09-24T16:03:33","date_gmt":"2001-09-24T19:03:33","guid":{"rendered":"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/?p=1011"},"modified":"2022-10-27T00:12:12","modified_gmt":"2022-10-27T03:12:12","slug":"revisao-critica-do-livro-origens-relacionando-a-ciencia-com-a-biblia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/scb.org.br\/revistacriacionista\/revistas-conteudo\/folha-65\/revisao-critica-do-livro-origens-relacionando-a-ciencia-com-a-biblia\/","title":{"rendered":"REVIS\u00c3O CR\u00cdTICA DO LIVRO &#8220;ORIGENS &#8211; RELACIONANDO A CI\u00caNCIA COM A B\u00cdBLIA&#8221;"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\">por Ariel A. Roth,<br \/>\neditado pela Casa Publicadora Brasileira, 2001<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\">Este livro, de autoria de Ariel A. Roth, foi publicado originalmente em 1998 pela &#8220;Review and Herald Publishing Association&#8221;, nos Estados Unidos da Am\u00e9rica do Norte, com o t\u00edtulo &#8220;Origins &#8211; linking Science and Scripture&#8221;. Neste ano de 2001 foi publicada a sua tradu\u00e7\u00e3o para o Portugu\u00eas, pela Casa Publicadora Brasileira. Apresenta-se a seguir, a revis\u00e3o cr\u00edtica do livro, de autoria de Ariel A. Roth, que foi publicado originalmente no &#8220;CEN Technical Journal&#8221; 13(1)1999:26-29.<\/span><\/p>\n<table border=\"0\" width=\"90%\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr align=\"center\" valign=\"middle\">\n<td><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/origens.jpg\" width=\"284\" height=\"411\" border=\"0\" \/><\/td>\n<td><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/arielaroth.jpg\" width=\"159\" height=\"201\" border=\"0\" \/><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\"><br \/>\n&#8220;Origens &#8211; Relacionando a Ci\u00eancia com a B\u00edblia&#8221; \u00e9 uma excelente contribui\u00e7\u00e3o feita \u00e0 desabrochante literatura criacionista, que dever\u00e1 fortalecer a f\u00e9 crist\u00e3 em uma cria\u00e7\u00e3o literal, no dil\u00favio universal, e na fidedignidade da B\u00edblia. O livro cobre t\u00f3picos bastante variados, em cinco grandes partes e mais uma parte com conclus\u00f5es. Cada um dos vinte-e-dois cap\u00edtulos encerra-se com um item resumindo as conclus\u00f5es, e mais uma apreci\u00e1vel lista de refer\u00eancias, bastante \u00fatil, quase todas de fontes exclusivamente n\u00e3o-criacionistas, o que garante a total atualidade do livro e sua abrang\u00eancia. O livro \u00e9 bem escrito, f\u00e1cil de ler e, de maneira not\u00e1vel, isento de erros tipogr\u00e1ficos (na edi\u00e7\u00e3o americana). Como vis\u00e3o geral do assunto, mas com abund\u00e2ncia de detalhes &#8211; alguns novos &#8211; o livro constituiria uma boa primeira aquisi\u00e7\u00e3o para quem soubesse apenas um pouco sobre as controv\u00e9rsias entre a cria\u00e7\u00e3o e a evolu\u00e7\u00e3o, e entre o dil\u00favio e o uniformismo. Seria tamb\u00e9m um livro com desafios aos c\u00e9pticos que se op\u00f5em ao criacionismo, ao cristianismo ou \u00e0 B\u00edblia. \u00c9 mesmo um livro adequado para o cientista ate\u00edsta ou agn\u00f3stico que deseje investigar seriamente as controv\u00e9rsias, pois o tom do livro n\u00e3o deprecia a sua posi\u00e7\u00e3o, e grande n\u00famero de itens n\u00e3o s\u00e3o abordados de forma dogm\u00e1tica, deixando espa\u00e7o para pesquisas posteriores &#8211; uma admir\u00e1vel posi\u00e7\u00e3o cient\u00edfica.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\">A primeira das cinco partes do livro mostra que a quest\u00e3o da controv\u00e9rsia entre cria\u00e7\u00e3o e evolu\u00e7\u00e3o ainda n\u00e3o est\u00e1 resolvida, e prepara o palco cient\u00edfico descrevendo as linhas gerais envolvidas na quest\u00e3o. No segundo cap\u00edtulo, Roth ilustra como o modismo filos\u00f3fico e sociol\u00f3gico influencia o empreendimento cient\u00edfico, e como os paradigmas geralmente aceitos amea\u00e7am a busca da verdade. Com base em uma perspectiva hist\u00f3rica, Ariel Roth conclui que a verdade pode ser dif\u00edcil de ser achada, e a nossa busca por ela freq\u00fcentemente deve situar-se al\u00e9m das opini\u00f5es prevalecentes. Concluindo a primeira parte, o terceiro cap\u00edtulo discute como a ci\u00eancia teve origem a partir de uma vis\u00e3o b\u00edblica do mundo, e que n\u00e3o h\u00e1 raz\u00e3o para qualquer antagonismo fundamental entre ci\u00eancia e cristianismo. Boa parte do aparente conflito entre ci\u00eancia e cristianismo deve-se mais \u00e0 defini\u00e7\u00e3o de termos, atitudes e interpreta\u00e7\u00f5es, do que a princ\u00edpios b\u00e1sicos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\">Deixando de lado os questionamentos filos\u00f3ficos, na segunda parte o autor relaciona a ci\u00eancia com a B\u00edblia (subt\u00edtulo do seu livro) no campo da biologia. Assim, \u00e9 analisada em primeiro lugar a mais importante pergunta: A vida evoluiu ou foi criada? A explica\u00e7\u00e3o da cria\u00e7\u00e3o para a origem da vida \u00e9 muito forte, enquanto que a explica\u00e7\u00e3o evolucionista \u00e9 bastante fraca. A nossa compreens\u00e3o da impressionante complexidade da c\u00e9lula cresce a cada dia, apontando para o fato de que \u00e9 imposs\u00edvel que uma c\u00e9lula viva pudesse evoluir ao acaso. \u00c9 dif\u00edcil conceber por que algum bi\u00f3logo permane\u00e7a ate\u00edsta ou agn\u00f3stico (\u00e0 parte de Romanos 1:18 e vers\u00edculos seguintes) em face da complica\u00e7\u00e3o e enorme complexidade &#8211; resultantes de um projeto inteligente &#8211; que existem abundantemente no mundo biol\u00f3gico. Parece que Deus est\u00e1 empenhado em chamar a aten\u00e7\u00e3o dos biologistas clamando: &#8220;Estou aqui&#8221;! Ariel Roth n\u00e3o s\u00f3 se aprofunda no exame da dificuldade que apresenta qualquer origem abiogen\u00e9tica da vida, como mostra tamb\u00e9m como algumas id\u00e9ias mais novas, como o modelo do RNA, assemelham-se ao primeiro m\u00edcron da escalada do Monte Evereste, na busca da origem da vida.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\">Embora os evolucionistas ainda creiam que os fr\u00e1geis mecanismos das muta\u00e7\u00f5es e da sele\u00e7\u00e3o natural possam realizar o imposs\u00edvel, Roth mostra no cap\u00edtulo 5 do livro qu\u00e3o fracos s\u00e3o esses mecanismos na realidade. E conclui:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\">&#8220;A falha geral deles (para encontrar um mecanismo vi\u00e1vel), portanto, levanta uma s\u00e9ria quest\u00e3o: O pensamento evolucionista \u00e9 mais objeto de opini\u00e3o do que de rigorosos dados cient\u00edficos?&#8221; (p. 91).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\">O t\u00edtulo do cap\u00edtulo 6 \u00e9 apropriado: &#8220;Do complexo ao mais complexo&#8221;. Aqui Roth explica detalhadamente o que a ci\u00eancia tem demonstrado: que a vida \u00e9 extremamente complicada, mesmo em seu n\u00edvel mais simples. Focalizando a quest\u00e3o do olho, ele conclui que os dados favorecem sobremaneira a tese de um projetista inteligente.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\">O assunto da origem do homem, constante do cap\u00edtulo 7, de fato \u00e9 importante em qualquer comp\u00eandio de biologia. Roth mostra como as evid\u00eancias a favor da explica\u00e7\u00e3o evolucionista da origem do homem s\u00e3o esparsas, controvertidas e contaminadas com os preconceitos pessoais dos cientistas &#8211; de tal forma que ele considera que n\u00e3o se pode ainda ter conclus\u00f5es firmes a respeito. Roth termina os questionamentos biol\u00f3gicos da segunda parte com um grande n\u00famero de controv\u00e9rsias atuais, tais como o rel\u00f3gio molecular. E encaminha um desafio quanto \u00e0 racionalidade por parte dos cientistas:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\">&#8220;A alternativa da cria\u00e7\u00e3o sugere que grande variedade de organismos com adaptabilidade limitada foram projetados propositadamente. Os criacionistas n\u00e3o t\u00eam todas as respostas, mas as diferentes opini\u00f5es e os numerosos problemas cient\u00edficos enfrentados pela evolu\u00e7\u00e3o podem sugerir que o modelo criacionista merece s\u00e9ria considera\u00e7\u00e3o&#8221;. (p. 142)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\">As partes 3 e 4, respectivamente sobre f\u00f3sseis e rochas interessaram-me de forma especial. Sempre estive \u00e1vido para explorar novas id\u00e9ias na \u00e1rea de geoci\u00eancias que expliquem o modelo do dil\u00favio. As explica\u00e7\u00f5es contrastantes para os f\u00f3sseis e para as rochas destacam a diferen\u00e7a entre os modelos da cria\u00e7\u00e3o e da evolu\u00e7\u00e3o, e concordo com a aprecia\u00e7\u00e3o do autor. Os uniformistas t\u00eam gasto muito tempo e dinheiro p\u00fablico proveniente da arrecada\u00e7\u00e3o de impostos para desenvolver o seu modelo, enquanto n\u00f3s, os criacionistas, estamos ainda somente nos est\u00e1gios iniciais do desenvolvimento de nossos modelos diluvialistas. J\u00e1 fizemos grandes progressos, mas ainda h\u00e1 muito por fazer, tanto no campo quanto nos gabinetes. Nestas duas partes h\u00e1 muita refuta\u00e7\u00e3o dos modelos geol\u00f3gicos baseados na filosofia evolucionista uniformista, e dados importantes que apontam para o dil\u00favio.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\">Os f\u00f3sseis s\u00e3o discutidos em tr\u00eas cap\u00edtulos da terceira parte. Os t\u00f3picos abrangem a dificuldade para a forma\u00e7\u00e3o de um f\u00f3ssil, o problema dos pseudo-f\u00f3sseis, os hiatos no registro geol\u00f3gico, os alegados elos perdidos, a explos\u00e3o do Cambriano, e as question\u00e1veis taxas de evolu\u00e7\u00e3o exigidas pela coluna geol\u00f3gica. Ariel Roth inclina-se a aceitar a coluna geol\u00f3gica como conseq\u00fc\u00eancia do dil\u00favio, e conseq\u00fcentemente usa parte do cap\u00edtulo 9 e todo o cap\u00edtulo 10 para explicar como o dil\u00favio poderia produzir a ordem dos f\u00f3sseis na coluna geol\u00f3gica. Esses mecanismos, que considero todos plaus\u00edveis, s\u00e3o: 1) a motilidade dos animais; 2) a flutuabilidade vari\u00e1vel na \u00e1gua, e 3) o zoneamento ecol\u00f3gico. Sem d\u00favida, outros fatores de ordenamento existiram durante o dil\u00favio, como reconhecido por Roth (p. 168).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\">A parte 4, sobre as rochas, que apresenta poderosas evid\u00eancias a favor de uma inunda\u00e7\u00e3o global, foi a minha favorita. A geologia uniformista, em contraste, somente sugere explica\u00e7\u00f5es question\u00e1veis para essas evid\u00eancias. Partindo da controv\u00e9rsia sobre a inunda\u00e7\u00e3o do Spokane, Roth mostra como a maior parte dos ge\u00f3logos depois de Hutton e Lyell relutou aceitar que as cat\u00e1strofes desempenham qualquer papel na hist\u00f3ria da Terra. A fotografia da praia formada na ilha de Surtsey (p. 202) vale por mil palavras. Tirada somente a cinco meses e dois dias depois da forma\u00e7\u00e3o da ilha por uma erup\u00e7\u00e3o vulc\u00e2nica em 1963, a fotografia documenta um impressionante exemplo de forma\u00e7\u00e3o geol\u00f3gica r\u00e1pida! Em seguida, no cap\u00edtulo 12, Roth examina os modelos existentes para o dil\u00favio, prefaciando essa se\u00e7\u00e3o com o s\u00e1bio conselho: &#8220;Entretanto, \u00e9 necess\u00e1rio muito mais trabalho, e a cautela nos induz a dizer que consideramos cada modelo como uma tentativa&#8221; (p. 205).<\/span><\/p>\n<table border=\"0\" width=\"70%\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/revistacriacionista.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/10\/arvore.jpg\" width=\"361\" height=\"547\" border=\"0\" \/><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\"><br \/>\nAs predi\u00e7\u00f5es evolucionistas sobre as configura\u00e7\u00f5es da diversidade e da disparidade ao longo do tempo n\u00e3o concordam com o registro f\u00f3ssil. Acima est\u00e3o as tr\u00eas configura\u00e7\u00f5es, sugeridas respectivamente: a) pelo gradualismo darwinista; b) pela teoria do equil\u00edbrio pontuado; e c) pelo registro f\u00f3ssil. (De Austin, S. A. 1994. Grand Canyon. Monument to catastrophe. ICR, p. 148).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\">O cap\u00edtulo 13 examina brevemente diversas poderosas evid\u00eancias geol\u00f3gicas a favor de um dil\u00favio global. Uma das melhores \u00e9 a ocorr\u00eancia generalizada das camadas sedimentares. Um exemplo que se destaca \u00e9 o conglomerado de Shinarump, com menos de 30 metros de espessura e estendendo-se por mais de 250.000 km2 do Plat\u00f4 do Colorado. Outro \u00e9 a total falta de qualquer sinal de eros\u00e3o entre as camadas sedimentares, negando assim os supostos intervalos de tempo que existiriam entre elas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\">Os cap\u00edtulos 14 e 15 tratam de quest\u00f5es cronol\u00f3gicas. O primeiro deles responde aos aparentes problemas quanto \u00e0 curta dura\u00e7\u00e3o da escala geol\u00f3gica do dil\u00favio, como o crescimento dos recifes, ninhos de dinossauros em rochas do dil\u00favio, &#8220;varves&#8221; e florestas f\u00f3sseis. A interpreta\u00e7\u00e3o criacionista da data\u00e7\u00e3o com o Carbono-14 (baseada principalmente nos trabalhos do Dr. Robert Brown) \u00e9 discutida tamb\u00e9m junto com o m\u00e9todo de data\u00e7\u00e3o do Pot\u00e1ssio-Arg\u00f4nio. Embora os criacionistas enfrentem problemas cronol\u00f3gicos, tamb\u00e9m os ge\u00f3logos uniformistas enfrentam. Esses problemas s\u00e3o objeto do cap\u00edtulo 15. Os grandes desafios para os ge\u00f3logos que aceitam as longas eras de bilh\u00f5es de anos s\u00e3o: 1) a eros\u00e3o muito r\u00e1pida dos continentes, que assim poderiam ter sido erodidos dezenas de vezes durante o Faneroz\u00f3ico; 2) superf\u00edcies planas consideradas como tendo mais de 100 milh\u00f5es de anos de idade, que mostram pouco sinal de eros\u00e3o ou mesmo nenhum; muito menor evid\u00eancia de atividade vulc\u00e2nica nas camadas sedimentares do que seria de esperar; e 4) sobreleva\u00e7\u00e3o das montanhas usualmente t\u00e3o r\u00e1pida que elas deveriam ter centenas de quil\u00f4metros de altura, ou n\u00e3o conter nenhuma rocha do in\u00edcio da coluna geol\u00f3gica.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\">A parte 5 \u00e9 uma avalia\u00e7\u00e3o geral da ci\u00eancia e da B\u00edblia, e mostra que embora a ci\u00eancia tenha feito maravilhosas, ela constitui apenas uma vis\u00e3o de mundo parcial. A ci\u00eancia e os cientistas est\u00e3o longe da perfei\u00e7\u00e3o, especialmente no \u00e2mbito hist\u00f3rico. As Escrituras, apesar de constantemente assediadas, sobreviveram ao teste do tempo, e t\u00eam sido validadas hist\u00f3rica, arqueol\u00f3gica e profeticamente. A exist\u00eancia de lendas do dil\u00favio, algumas bastante paralelas ao relato b\u00edblico, \u00e9 impressionante. Roth ataca tamb\u00e9m os dif\u00edceis desafios apresentados \u00e0 B\u00edblia, tais como a exist\u00eancia do mal, o sofrimento, os eventos da semana da cria\u00e7\u00e3o, e a hip\u00f3tese documental.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\">A parte 6 encerra o livro, mostrando como a filosofia do naturalismo tem-se apossado da ci\u00eancia, e como a evolu\u00e7\u00e3o \u00e9 uma teoria em apuros. Tudo aponta para a predomin\u00e2ncia de um paradigma com muito poucas evid\u00eancias a seu favor:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\">&#8220;A ci\u00eancia sempre se orgulhou de ser aberta e objetiva, mas a evolu\u00e7\u00e3o p\u00f5e em quest\u00e3o ambos esses atributos. Como a ci\u00eancia envolveu-se nessa confus\u00e3o de defender uma id\u00e9ia para a qual existe pouco apoio e que se depara com t\u00e3o grandes problemas cient\u00edficos?&#8221; (p. 333).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\">Para os que s\u00e3o tentados a procurar um compromisso entre a cria\u00e7\u00e3o e a evolu\u00e7\u00e3o, Roth demonstra no cap\u00edtulo 21 como nem a ci\u00eancia nem a B\u00edblia apoiam essa posi\u00e7\u00e3o. Tais compromissos s\u00e3o indefens\u00e1veis, e levam a um afastamento gradual do cristianismo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\">O cap\u00edtulo final nos desafia a procurarmos a verdade e a resistirmos a seguir o &#8220;clima da opini\u00e3o&#8221;.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\">O excelente livro de Ariel Roth \u00e9 altamente recomendado tanto para criacionistas, como para crist\u00e3os n\u00e3o-criacionistas e descrentes. Como acontece com qualquer livro que abra novos caminhos para as Geoci\u00eancias, todo revisor cr\u00edtico pode discordar com rela\u00e7\u00e3o a pelo menos um ponto. Realmente discordo de muito pouco. Eu gostaria de evid\u00eancias mais concretas para as posi\u00e7\u00f5es do autor com rela\u00e7\u00e3o aos assuntos controvertidos dentro do criacionismo, que foram diplomaticamente tratados por ele, como por exemplo a coluna geol\u00f3gica, o carreamento das camadas sedimentares, a tect\u00f4nica de placas, e as configura\u00e7\u00f5es continentais antes e ap\u00f3s o dil\u00favio. O criacionista tradicional, se n\u00e3o for c\u00e9ptico com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 coluna geol\u00f3gica, a tem aceitado somente de forma parcial. Embora a coluna geol\u00f3gica, como tamb\u00e9m a ordem f\u00f3ssil no dil\u00favio, possam ser um princ\u00edpio geral, isso precisa ser demonstrado com algo mais al\u00e9m do &#8220;grande palco&#8221; configurado no sudoeste dos Estados Unidos. Aqueles que desafiam os pontos de vista criacionistas tradicionais deveriam publicar seus argumentos em revistas t\u00e9cnicas criacionistas para a adequada discuss\u00e3o e revis\u00e3o cr\u00edtica.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\">Os carreamentos s\u00e3o outro assunto controvertido que os criacionistas tradicionalmente n\u00e3o t\u00eam aceito. Dezenas de alegados &#8220;carreamentos&#8221; (incluindo o famoso Carreamento Lewis) situam-se no oeste do local onde moro. &#8220;Carreamentos&#8221; representam f\u00f3sseis fora da ordem, s\u00e3o comuns em regi\u00f5es montanhosas, no mundo todo, e neles \u00e9 f\u00e1cil observar a seq\u00fc\u00eancia vertical dos f\u00f3sseis. Embora eu n\u00e3o tenha examinado os &#8220;carreamentos&#8221; do oeste de Montana como gostaria de ter feito [a maioria dos contatos entre as camadas est\u00e1 coberta pelos taludes (ou &#8220;talus&#8221;], at\u00e9 agora tenho visto poucas evid\u00eancias a favor de deslizamentos horizontais ou verticais de rochas sobre rochas ao longo de dezenas de quil\u00f4metros. Roth afirma ter visto evid\u00eancias pelo menos para algum carreamento no contato do Carreamento Lewis, sulcos e arranh\u00f5es (p. 163). Isso pressup\u00f5e que, de fato, a dire\u00e7\u00e3o do movimento pode ser verificada. Entretanto, \u00e9 necess\u00e1rio mais do que sulcos e arranh\u00f5es para demonstrar o movimento horizontal de longa dist\u00e2ncia dos supostos carreamentos. Sulcos e arranh\u00f5es s\u00e3o comuns no cintur\u00e3o de &#8220;carreamentos&#8221; das Montanhas Rochosas, e praticamente todos ocorrem nas juntas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\">Fiquei contente porque Ariel Roth recomendou que os criacionistas sejam cautelosos antes de aceitar a tect\u00f4nica de placas (p. 210). Em minha experi\u00eancia, a tect\u00f4nica de placas apresenta muitos problemas que, ou s\u00e3o ignorados e minimizados, ou racionalizados mediante hip\u00f3teses secund\u00e1rias. Tamb\u00e9m um n\u00famero substancial da comunidade geol\u00f3gica mais ampla ainda tem suas reservas quanto \u00e0 tect\u00f4nica de placas ou aspectos decorrentes desse paradigma. Os criacionistas precisam considerar criticamente a tect\u00f4nica de placas antes de incorpor\u00e1-la ao dil\u00favio ou mesmo a um modelo p\u00f3s-diluviano.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;\">Com isto encerro esta minha digress\u00e3o &#8211; adquiram o livro!<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>por Ariel A. Roth, editado pela Casa Publicadora Brasileira, 2001 Este livro, de autoria de Ariel A. Roth, foi publicado originalmente em 1998 pela &#8220;Review and Herald Publishing Association&#8221;, nos Estados Unidos da Am\u00e9rica do Norte, com o t\u00edtulo &#8220;Origins &#8211; linking Science and Scripture&#8221;. 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