{"id":869,"date":"2017-03-14T12:04:33","date_gmt":"2017-03-14T15:04:33","guid":{"rendered":"http:\/\/numar.scb.org.br\/?p=869"},"modified":"2017-03-14T12:04:33","modified_gmt":"2017-03-14T15:04:33","slug":"como-os-fosseis-se-formam-partir-da-madeira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/scb.org.br\/numar\/artigos\/como-os-fosseis-se-formam-partir-da-madeira\/","title":{"rendered":"Como os f\u00f3sseis se formam a partir da madeira"},"content":{"rendered":"<div>\n<div id=\"attachment_870\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-870\" class=\"wp-image-870 size-medium\" src=\"http:\/\/numar.scb.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/madeira-300x168.jpg\" width=\"300\" height=\"168\" \/><p id=\"caption-attachment-870\" class=\"wp-caption-text\">Madeira fossilizada (Imagem por: Darwin Pucha Cofrep)<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify\">Como um tronco de \u00e1rvore se transforma em madeira petrificada? Isso pode ocorrer por diversas formas e envolver subst\u00e2ncias qu\u00edmicas diferentes. Para que ocorra a petrifica\u00e7\u00e3o, \u00e9 necess\u00e1rio que a madeira seja capaz de interagir com a subst\u00e2ncia petrificante, fazendo-a precipitar a partir da solu\u00e7\u00e3o aquosa. Entre as subst\u00e2ncias que possuem essa caracter\u00edstica est\u00e1 a s\u00edlica (SiO2). Na verdade, n\u00e3o h\u00e1 uma mol\u00e9cula de SiO2. A s\u00edlica forma s\u00f3lidos covalentes. Trata-se uma cadeia ou rede de \u00e1tomos de oxig\u00eanio e sil\u00edcio, unidos por liga\u00e7\u00f5es covalentes, na propor\u00e7\u00e3o de 1 \u00e1tomo de sil\u00edcio para 2 \u00e1tomos de oxig\u00eanio. O SiO2 \u00e9 um dos principais constituintes da areia e pode formar s\u00f3lidos como o quartzo, a calced\u00f4nia e as opalas [1]. A s\u00edlica \u00e9 um s\u00f3lido insol\u00favel em \u00e1gua com pH nas vizinhan\u00e7as de 7 e em temperaturas brandas. Ao bem da verdade, se pulverizarmos vidro (que \u00e9 em grande parte SiO2) e aquecermos at\u00e9 a ebuli\u00e7\u00e3o com \u00e1gua por cerca de uma hora, mais ou menos 1% da s\u00edlica do vidro ser\u00e1 hidrolisada (reagir\u00e1 com \u00e1gua) e passar\u00e1 para a solu\u00e7\u00e3o aquosa. Isso faz parte de um dos experimentos de laborat\u00f3rios dos cursos de gradua\u00e7\u00e3o para os quais leciono. Todavia, em solu\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas (pH elevado) a s\u00edlica pode ser hidrolisada com mais facilidade e liberar quantidades razo\u00e1veis de \u00edons silicato. De forma similar, em solu\u00e7\u00f5es \u00e1cidas a hidr\u00f3lise da s\u00edlica libera o \u00e1cido sil\u00edcico, Si(OH)4.<\/p>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">Chamamos de silicifica\u00e7\u00e3o a penetra\u00e7\u00e3o e a fixa\u00e7\u00e3o de s\u00edlica no material org\u00e2nico que servir\u00e1 de base para a forma\u00e7\u00e3o do f\u00f3ssil. A silicifica\u00e7\u00e3o \u00e9 considerada por alguns autores como o processo individual mais importante na preserva\u00e7\u00e3o de plantas no registro f\u00f3ssil [3]. Embora alguns autores prefiram manter uma distin\u00e7\u00e3o entre silicifica\u00e7\u00e3o e petrifica\u00e7\u00e3o, neste artigo vamos usar os dois termos como sin\u00f4nimos, como tem sido pr\u00e1tica comum na literatura da \u00e1rea. Acredita-se que o \u00e1cido sil\u00edcico seja o principal respons\u00e1vel pela silicifica\u00e7\u00e3o [2]. Os tecidos vasculares das plantas s\u00e3o compostos principalmente por holoceluloses (um grupo de sacar\u00eddeos que inclui a celulose) e por ligninas (pol\u00edmeros complexos compostos de unidades de fenilpropano) [2]. Tanto as holoceluloses quanto as ligninas possuem grupos hidroxila que podem formar liga\u00e7\u00f5es de hidrog\u00eanio com o \u00e1cido sil\u00edcico.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">No processo de petrifica\u00e7\u00e3o, as mol\u00e9culas de \u00e1cido sil\u00edcico passam da solu\u00e7\u00e3o aquosa para a superf\u00edcie dos constituintes moleculares do tecido vascular da madeira (holoceluloses e ligninas). Na medida em que o \u00e1cido sil\u00edcico vai se acumulando dentro da madeira, suas mol\u00e9culas come\u00e7am a se fundir. A continua\u00e7\u00e3o desse processo leva \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de um filme de s\u00edlica ao redor das superf\u00edcies celulares, reproduzindo as caracter\u00edsticas histol\u00f3gicas da madeira. Por causa disso, a petrifica\u00e7\u00e3o por meio de s\u00edlica \u00e9 capaz de preservar uma riqueza impressionante de detalhes n\u00e3o observ\u00e1veis em outros tipos de fossiliza\u00e7\u00e3o.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">Por que um peda\u00e7o de madeira n\u00e3o se fossiliza se for simplesmente enterrado no solo, pois a areia \u00e9 formada principalmente por SiO2? A petrifica\u00e7\u00e3o da madeira depende da exist\u00eancia de uma quantidade razo\u00e1vel de \u00e1cido sil\u00edcico em solu\u00e7\u00e3o. O \u00e1cido sil\u00edcico, como vimos, \u00e9 gerado a partir da s\u00edlica em meio \u00e1cido, e a maioria dos reservat\u00f3rios naturais de \u00e1gua n\u00e3o \u00e9 suficientemente \u00e1cida para hidrolisar uma quantidade apreci\u00e1vel de s\u00edlica.<\/div>\n<div><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\u00c9 muito comum que madeira petrificada seja encontrada em regi\u00f5es vulc\u00e2nicas [4], particularmente se uma erup\u00e7\u00e3o ocorreu na \u00e9poca em que a madeira foi soterrada [5]. Os vulc\u00f5es fornecem tr\u00eas elementos fundamentais para o processo de petrifica\u00e7\u00e3o. Primeiramente, em um ambiente catastr\u00f3fico as chances de que a madeira seja soterrada rapidamente antes de se decompor s\u00e3o muito elevadas. A madeira precisa ser protegida contra a degrada\u00e7\u00e3o para que as mol\u00e9culas de \u00e1cido sil\u00edcico tenham tempo o bastante para se infiltrar e se depositar em seu interior. Em segundo lugar, as cinzas vulc\u00e2nicas s\u00e3o constitu\u00eddas em sua maioria por SiO2 [6]. Por fim, os vulc\u00f5es s\u00e3o respons\u00e1veis pela produ\u00e7\u00e3o de gases como o SO2 que, quando dissolvido\u00a0em \u00e1gua, deixa\u00a0o meio \u00e1cido\u00a0gerando \u00e1cido sulfuroso (H2SO3)\u00a0ou mesmo \u00e1cido sulf\u00farico (H2SO4).<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">Ent\u00e3o os eventos s\u00e3o os seguintes. Durante a\u00a0erup\u00e7\u00e3o de um vulc\u00e3o nas proximidades de fontes de \u00e1gua, plantas podem ser soterradas catastroficamente, sendo encobertas por sedimentos com grande quantidade de cinzas vulc\u00e2nicas (fonte rica em SiO2). A \u00e1gua misturada aos sedimentos \u00e9 \u00e1cida, sendo capaz de promover a libera\u00e7\u00e3o de \u00e1cido sil\u00edcico para a solu\u00e7\u00e3o. O \u00e1cido sil\u00edcico, por sua vez, se fixa \u00e0s holoceluloses e \u00e0s ligninas da madeira por meio de liga\u00e7\u00f5es de hidrog\u00eanio. O ac\u00famulo de \u00e1cido sil\u00edcio leva ent\u00e3o \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de um filme de s\u00edlica, como dissemos acima.<\/div>\n<div><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">Mas o qu\u00e3o r\u00e1pido \u00e9 esse processo? Fragmentos de madeira recuperados de cinzas vulc\u00e2nicas de uma erup\u00e7\u00e3o em 1886 na Nova Zel\u00e2ndia estavam parcialmente petrificados apenas 90 anos ap\u00f3s o soterramento [2]. Madeira de con\u00edferas soterradas por cinzas vulc\u00e2nicas na erup\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica de 1885 do Monte Santa Helena apresentava petrifica\u00e7\u00e3o incipiente ap\u00f3s 102 do soterramento [5]. Mas o resultado mais impressionante vem de um grupo de pesquisadores do Jap\u00e3o [4]. Esses pesquisadores observaram que em um certo lago de \u00e1guas quentes, nas vizinhan\u00e7as de um vulc\u00e3o, eram frequentemente encontrados peda\u00e7os de madeira impregnadas com s\u00edlica. Esses peda\u00e7os de madeira caiam naturalmente das plantas nas vizinhan\u00e7as do lago. Os pesquisadores notaram que a textura desse material era a mesma de madeira silicificada encontrada em regi\u00f5es vulc\u00e2nicas no registro geol\u00f3gico. Eles decidiram, ent\u00e3o, conduzir um experimento muito interessante. Peda\u00e7os de madeira foram colocados no lago e monitorados ao longo de sete anos. O resultado foi surpreendente. Os peda\u00e7os que permaneceram por mais tempo imersos no lago tiveram pr\u00f3ximo de 40% de sua massa silicificada. A conclus\u00e3o dos autores \u00e9 bastante significativa para a compreens\u00e3o de como os f\u00f3sseis se formam. Segundo eles, \u201cmadeira silicificada pode se formar, sob condi\u00e7\u00f5es apropriadas, em per\u00edodos de tempo t\u00e3o curtos quanto dezenas a centenas de anos\u201d [4]. Um detalhe muito interessante desse trabalho \u00e9 o fato dos autores citarem um artigo do Ge\u00f3logo australiano Andrew Snelling publicado na revista criacionista Creation [7].<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">Vamos agora relacionar essas descobertas com a proposta criacionista do Dil\u00favio b\u00edblico. Citando John D. Morris,<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\"><\/div>\n<blockquote>\n<div style=\"text-align: justify\">\u201cO per\u00edodo imediatamente anterior e pouco depois do Dil\u00favio foi um tempo de imenso vulcanismo, marcado por extensivas erup\u00e7\u00f5es na medida em que os continentes se afastavam, as cadeias de montanha eram elevadas, e o fundo do oceano era rebaixado\u201d.<\/div>\n<\/blockquote>\n<blockquote>\n<div>\u201cConsidere os Basaltos do Rio Col\u00fambia, onde os dep\u00f3sitos vulc\u00e2nicos cobrem mais de 100.000 milhas quadradas no estado de Washington e Oregon, com o basalto tendo at\u00e9 uma milha de espessura!\u201d [8].<\/div>\n<\/blockquote>\n<div><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">Vulcanismo intenso prov\u00ea as condi\u00e7\u00f5es perfeitas para a fossiliza\u00e7\u00e3o de plantas. \u00c9 not\u00e1vel o fato de que encontramos florestas inteiras preservadas desta maneira ao longo do registro f\u00f3ssil [3]. Em outras palavras, a proposta catastrofista criacionista encontra-se completamente em acordo com o melhor conhecimento experimental de que dispomos. Al\u00e9m disso, a quest\u00e3o do tempo de fossiliza\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m apoia a proposta criacionista. Nas palavras de Alkahane et al. [4], madeira silicificada pode se formar em \u201cper\u00edodos de tempo t\u00e3o curtos quanto dezenas a centenas de anos\u201d. Portanto, quando falamos de madeira petrificada, um modelo que apela para uma grande cat\u00e1strofe ocorrida h\u00e1\u00a0poucos milhares de anos est\u00e1 em pleno acordo com os dados de que dispomos. Mais do que isso, a proposta catastrofista criacionista tem se mostrado capaz de explicar aspectos de diversas \u00e1reas do conhecimento que s\u00e3o passados por alto ou atribu\u00eddos a causas improv\u00e1veis na vis\u00e3o evolucionista.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">Se o processo de fossiliza\u00e7\u00e3o da madeira ocorreu h\u00e1 poucos milhares de anos, poderia ter restado alguma mat\u00e9ria org\u00e2nica residual? Essa mat\u00e9ria org\u00e2nica poderia ser datada por carbono-14? Esse ser\u00e1 o assunto de um outro artigo.<\/div>\n<div><\/div>\n<div><strong>Refer\u00eancias:<\/strong><\/div>\n<div><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">[1]\u00a0G. Scurfield, E.R. Segnit, Petrifaction of wood by silica minerals, Sediment. Geol. 39 (1984) 149\u2013167. doi:10.1016\/0037-0738(84)90048-4.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">[2]\u00a0R.F. Leo, E.S. Barghoorn, Silicification of wood, Harvard Univ. Bot. Mus. Leafl. 25 (1976) 1\u201347. http:\/\/www.biodiversitylibrary.org\/item\/31874 (accessed February 12, 2016).<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">[3]\u00a0C. Ballhaus, C.T. Gee, C. Bockrath, K. Greef, T. Mansfeldt, D. Rhede, The silicification of trees in volcanic ash - An experimental study, Geochim. Cosmochim. Acta. 84 (2012) 62\u201374. doi:10.1016\/j.gca.2012.01.018.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">[4]\u00a0H. Akahane, T. Furuno, H. Miyajima, T. Yoshikawa, S. Yamamoto, Rapid wood silicification in hot spring water: an explanation of silicification of wood during the Earth\u2019s history, Sediment. Geol. 169 (2004) 219\u2013228. doi:10.1016\/j.sedgeo.2004.06.003.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">[5]\u00a0A.L. Karowe, T.H. Jefferson, Burial of trees by eruptions of Mount St Helens, Washington:implications for the interpretation of fossil forests, Geol. Mag. 124 (2009) 191. doi:10.1017\/S001675680001623X.<\/div>\n<div><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">[6]\u00a0A.C. Sigleo, Geochemistry of silicified wood and associated sediments, Petrified Forest National Park, Arizona, Chem. Geol. 26 (1979) 151\u2013163. doi:10.1016\/0009-2541(79)90036-6.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">[7]\u00a0A. Snelling, \u201cInstant\u201d petrified wood, Creation. 17 (1995) 38\u201340.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">[8]\u00a0J.D. Morris, The Global Flood: Unlocking Earth\u2019s Geology Hystory (Edi\u00e7\u00e3o para Kindle), Institute for Creation Research, Dallas, 2012.<\/div>\n<div><\/div>\n<div><a href=\"http:\/\/www.origemevida.com.br\/2017\/01\/como-os-fosseis-se-formam-partir-da.html\"><em>(Origem e Vida)<\/em><\/a><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Como um tronco de \u00e1rvore se transforma em madeira petrificada? Isso pode ocorrer por diversas formas e envolver subst\u00e2ncias qu\u00edmicas diferentes. Para que ocorra a petrifica\u00e7\u00e3o, \u00e9 necess\u00e1rio que a madeira seja capaz de interagir com a subst\u00e2ncia petrificante, fazendo-a precipitar a partir da solu\u00e7\u00e3o aquosa. 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