{"id":449,"date":"2016-12-07T17:58:03","date_gmt":"2016-12-07T20:58:03","guid":{"rendered":"http:\/\/numar.scb.org.br\/?p=449"},"modified":"2016-12-07T17:58:03","modified_gmt":"2016-12-07T20:58:03","slug":"fosseis-de-galapagos-pedra-no-sapato-dos-evolucionistas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/scb.org.br\/numar\/artigos\/fosseis-de-galapagos-pedra-no-sapato-dos-evolucionistas\/","title":{"rendered":"F\u00f3sseis de Gal\u00e1pagos: pedra no sapato dos evolucionistas"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">Afloramentos vulc\u00e2nicos no arquip\u00e9lago de Gal\u00e1pagos n\u00e3o parecem fornecer a riqueza de exemplares encontrados em outras localidades ricas em f\u00f3sseis ao redor do mundo. No entanto, os f\u00f3sseis est\u00e3o, de fato, presentes nas Ilhas Gal\u00e1pagos. Esta breve revis\u00e3o aborda o onde, o que, quando e por que de haver f\u00f3sseis nas Ilhas Gal\u00e1pagos, e fecha com uma discuss\u00e3o sobre sua potencial contribui\u00e7\u00e3o para o desenvolvimento de modelos sobre as origens.<\/p>\n<p><strong>Onde est\u00e3o os f\u00f3sseis encontrados nas Ilhas Gal\u00e1pagos?<\/strong><\/p>\n<ol>\n<li style=\"text-align: justify\">Os sedimentos depositados em \u00e1guas rasas ao redor das ilhas e posteriormente levantados acima do n\u00edvel do mar, muitas vezes cont\u00eam f\u00f3sseis de organismos marinhos (tais como conchas de moluscos).[1]<\/li>\n<\/ol>\n<ol start=\"2\">\n<li style=\"text-align: justify\">Tubos de lava se formam durante as erup\u00e7\u00f5es vulc\u00e2nicas, quando o topo de um fluxo de lava resfria e solidifica, mas a lava continua a fluir por baixo. Quando drenos de lava se esvaem desses condutos tubulares, um espa\u00e7o vazio \u00e9 deixado no subsolo. Esses t\u00faneis e fissuras muitas vezes cont\u00eam sedimentos com restos f\u00f3sseis de vertebrados terrestres.[2]<\/li>\n<\/ol>\n<ol start=\"3\">\n<li style=\"text-align: justify\">O interior de algumas das ilhas \u00e9 caracterizado por um clima mais consistentemente \u00famido. Pequenos lagos e p\u00e2ntanos, formados dentro de crateras vulc\u00e2nicas inativas, podem ser encontrados. Os sedimentos que enchem o fundo dessas pequenas depress\u00f5es cont\u00eam material vegetal f\u00f3ssil.<\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>Que tipo de f\u00f3sseis s\u00e3o encontrados nas Ilhas Gal\u00e1pagos?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Os f\u00f3sseis encontrados nos dep\u00f3sitos marinhos emergidos rasos s\u00e3o dominados por invertebrados marinhos como moluscos bivalves, gastr\u00f3podes, briozo\u00e1rios, corais e cracas.[1, 5-7] N\u00e3o s\u00e3o vis\u00edveis a olho nu, mas muito abundantes nos sedimentos tamb\u00e9m s\u00e3o os microf\u00f3sseis planct\u00f4nicos, pequenos animais (2 mm) ex\u00f3ticos que habitam locais inferiores, como os ostracodes, al\u00e9m de grupos espec\u00edficos de protozo\u00e1rios, como os foramin\u00edferos.[5] Raros, mas \u00e0s vezes encontrados nesses sedimentos, s\u00e3o fragmentos de esqueletos de vertebrados marinhos e terrestres, como p\u00e1ssaros, lagartos e le\u00f5es-marinhos.[1, 5, 7]\n<p style=\"text-align: justify\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/1.bp.blogspot.com\/-LB2uHkNmtmk\/WEgAcMnOO2I\/AAAAAAAAoTY\/-AShGlT6RRAnBFD9y4kUKKAwyI_vtC6HwCLcB\/s1600\/galapagos1.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><span class=\"font-377884 font-762333 font-972041\"><i>A carca\u00e7a de um le\u00e3o-marinho parcialmente decomposto em uma praia, Ilha Norte Seymour, Gal\u00e1pagos. Escala em cent\u00edmetros. Elementos esquel\u00e9ticos de carca\u00e7as podem ser incorporados em dep\u00f3sitos de praia e, eventualmente, se tornar fossilizados.<\/i><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Os f\u00f3sseis coletados dos tubos de lava incluem dezenas de milhares de ossos e fragmentos de ossos de aves, r\u00e9pteis e mam\u00edferos, bem como conchas de carac\u00f3is terrestres.[2, 8, 9] Os restos de vertebrados incluem esp\u00e9cimes das esp\u00e9cies de Gal\u00e1pagos mais emblem\u00e1ticas, tais como a tartaruga gigante, iguana terrestre, tentilh\u00f5es e sabi\u00e1s, juntamente com esp\u00e9cies de roedores, cobras, lagartos, lagartixas, morcegos e aves. Curiosamente, a maioria desses ossos representa restos de presas regurgitadas por corujas de celeiro de Gal\u00e1pagos, uma esp\u00e9cie que constr\u00f3i poleiro e ninhos em bordas dos tubos de lava. Ossos de organismos maiores (como tartarugas gigantes), por outro lado, representam animais que ca\u00edram e morreram presos nos tubos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Material vegetal f\u00f3ssil recuperado de sedimentos de p\u00e2ntano e lago consiste principalmente de p\u00f3len e esporos microsc\u00f3picos.[3, 4] No entanto, de tamanho pequeno (restos macrosc\u00f3picos tais como sementes de plantas e fragmentos) tamb\u00e9m foram encontrados.[10]\n<p style=\"text-align: justify\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/grisda.files.wordpress.com\/2016\/05\/fig-21.jpg?w=640\" alt=\"lava tube composite\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><span class=\"font-972041\"><em>A) As aberturas que conectam tubos de lava subterr\u00e2neos, Ilha Isabela, Gal\u00e1pagos. A abertura do primeiro plano tem um di\u00e2metro de cerca de 50 cm. B): carca\u00e7a de um gato encontrado no interior do tubo de lava conectado \u00e0 abertura ilustrada em A). Captura e morte em tubos de lava em um dos processos que resultam em fossiliza\u00e7\u00e3o de vertebrados terrestres nas Ilhas Gal\u00e1pagos.<\/em><\/span><\/p>\n<p><strong>Quando os f\u00f3sseis das Ilhas Gal\u00e1pagos se formaram?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A quest\u00e3o da idade \u00e9 sens\u00edvel para os criacionistas. Existem duas abordagens para datar um objeto geol\u00f3gico, como um f\u00f3ssil ou uma rocha. O primeiro, denominado data\u00e7\u00e3o absoluta, visa a atribuir uma idade num\u00e9rica para o objeto. O segundo, chamado de data\u00e7\u00e3o relativa, tenta estabelecer se o objeto \u00e9 mais jovem ou mais velho do que outros objetos, mas sem atribuir uma idade num\u00e9rica espec\u00edfica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Idades absolutas em geologia s\u00e3o baseadas em m\u00e9todos de data\u00e7\u00e3o radiom\u00e9trica. Idades radiom\u00e9tricas t\u00eam valores que sugerem uma longa cronologia da vida na Terra, criando um conflito potencial com o registro b\u00edblico.[11] Por essa raz\u00e3o, os criacionistas tendem a rejeitar esses valores absolutos, \u00e0 procura de formas alternativas que expliquem esses resultados. Em geral, no entanto, existe um consenso de que a ordem relativa das datas (mais jovem <em>versus<\/em> mais velhas) pode ser um indicador fi\u00e1vel da sua idade relativa, independentemente dos valores absolutos. Nas Ilhas Gal\u00e1pagos, as idades de radiocarbono obtidas a partir de alguns dos ossos f\u00f3sseis s\u00e3o quase invariavelmente mais jovens do que oito mil anos,[12] com apenas um par de exce\u00e7\u00f5es dando valores em torno de 20 mil anos.[2, 8] Idades de radiocarbono de mat\u00e9ria org\u00e2nica associada com os materiais vegetais f\u00f3sseis tamb\u00e9m s\u00e3o consistentemente mais jovens do que 26 mil anos,[4, 13] com exce\u00e7\u00e3o de uma camada mais antiga datada em 48 mil anos.[3]\n<p style=\"text-align: justify\">F\u00f3sseis em dep\u00f3sitos marinhos s\u00e3o considerados mais jovens do que dois milh\u00f5es de anos,[14] com base em idades radiom\u00e9tricas de rochas vulc\u00e2nicas intercaladas com os dep\u00f3sitos.[1] No geral, a cronologia de longa idade dessas data\u00e7\u00f5es se correlaciona com os intervalos muito superiores da coluna geol\u00f3gica (Pleistoceno e Holoceno). Em resumo, uma abordagem mista de data\u00e7\u00e3o absoluta e relativa parece sugerir que os f\u00f3sseis de Gal\u00e1pagos se formaram durante uma parte mais recente da hist\u00f3ria da Terra, sendo restritos \u00e0s camadas superiores da coluna geol\u00f3gica.<\/p>\n<p><strong>Por que os paleont\u00f3logos est\u00e3o interessados em estudar f\u00f3sseis das Ilhas Gal\u00e1pagos?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">F\u00f3sseis de Gal\u00e1pagos s\u00e3o explorados como um arquivo da vida passada e da ecologia nas ilhas. T\u00f3picos sendo perseguidos pelos paleont\u00f3logos incluem: (a) padr\u00f5es documentados na diversidade de esp\u00e9cies e tend\u00eancias morfol\u00f3gicas, com potencial de vis\u00e3o sobre a origem da fauna e flora end\u00eamicas;[2, 15] (b) estudo do impacto sobre o ecossistema da introdu\u00e7\u00e3o de flora e fauna n\u00e3o nativas, com implica\u00e7\u00f5es para a ecologia e conserva\u00e7\u00e3o;[2, 10] e (c) reconstru\u00e7\u00e3o de tend\u00eancias clim\u00e1ticas passadas e eventos na ilha e no sistema do Oceano Pac\u00edfico tropical.[3, 4]\n<p><strong>Implica\u00e7\u00f5es para modelos criacionistas<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Embora n\u00e3o sejam t\u00e3o ic\u00f4nicos e bem conhecidos como seus hom\u00f3logos vivos, os f\u00f3sseis das Ilhas Gal\u00e1pagos podem realmente oferecer algumas contribui\u00e7\u00f5es valiosas para a discuss\u00e3o das origens, quando abordados a partir de uma perspectiva criacionista. Os seguintes pontos resumem algumas das considera\u00e7\u00f5es mais importantes:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><em>Correla\u00e7\u00e3o com a cronologia b\u00edblica:<\/em> uma das quest\u00f5es-chave levantadas a partir de uma perspectiva criacionista seria se os f\u00f3sseis de Gal\u00e1pagos se formaram antes, durante ou depois do dil\u00favio b\u00edblico. Dois elementos importantes informam uma poss\u00edvel resposta que, provavelmente, a maioria dos criacionistas abra\u00e7aria. Em primeiro lugar, os f\u00f3sseis parecem ser relativamente jovens, sendo encontrados em dep\u00f3sitos que s\u00e3o muitas vezes dentro de caracter\u00edsticas recentes da paisagem (por exemplo, tubos de lava, crateras) e associados com idades radiom\u00e9tricas do Holoceno e do Pleistoceno. Em segundo lugar, as assembleias de f\u00f3sseis consistem quase completamente de esp\u00e9cies modernas, e n\u00e3o tipos extintos.[8, 15] A maioria dos criacionistas concorda que esp\u00e9cies modernas diferem das esp\u00e9cies pr\u00e9-diluvianas, devido ao fato de elas se adaptaram \u00e0s novas condi\u00e7\u00f5es ambientais ap\u00f3s o dil\u00favio. Portanto, ao considerar esses dois aspectos, uma conclus\u00e3o razo\u00e1vel em um modelo criacionista seria a de que esses f\u00f3sseis se formaram durante o per\u00edodo p\u00f3s-diluviano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><i>Estase e taxas de evolu\u00e7\u00e3o:<\/i> desde a \u00e9poca de Darwin, as esp\u00e9cies modernas em Gal\u00e1pagos t\u00eam sido apresentadas como uma ilustra\u00e7\u00e3o paradigm\u00e1tica de especia\u00e7\u00e3o e origem de novas esp\u00e9cies a partir de uma forma ancestral comum. No entanto, os f\u00f3sseis conhecidos atualmente em Gal\u00e1pagos n\u00e3o corroboram significativamente essa narrativa. A esmagadora maioria dos f\u00f3sseis recuperados pertence a esp\u00e9cies modernas conhecidas, com muito poucos exemplos de formas extintas.[2, 6, 15, 16] Portanto, em vez de documentar a mudan\u00e7a gradual, os f\u00f3sseis de Gal\u00e1pagos ilustram estase. Pode-se objetar que a s\u00e9rie de f\u00f3sseis de transi\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 observada, porque o registro f\u00f3ssil das ilhas \u00e9 fragmentado e representa apenas o intervalo de tempo mais recente. No entanto, essa \u00e9 uma sugest\u00e3o baseada em dados que n\u00e3o temos. O que \u00e9 observ\u00e1vel n\u00e3o captura transi\u00e7\u00f5es evolutivas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><i>Ordem no registro f\u00f3ssil:<\/i> diferentes tipos de f\u00f3sseis n\u00e3o s\u00e3o distribu\u00eddos aleatoriamente na coluna geol\u00f3gica, mas seguem um padr\u00e3o espec\u00edfico de aparecimento e desaparecimento. F\u00f3sseis de Gal\u00e1pagos podem ser usados como um modelo para explorar por que v\u00e1rios tipos de f\u00f3sseis n\u00e3o est\u00e3o todos misturados nos estratos, mas seguem certa ordem. Dois fatores principais parecem estar em jogo: tempo e espa\u00e7o. N\u00e3o h\u00e1 f\u00f3sseis de dinossauros ou le\u00f5es africanos em Gal\u00e1pagos. Sabemos que os le\u00f5es africanos n\u00e3o est\u00e3o extintos, mas eles vivem apenas no continente Africano. Portanto, a raz\u00e3o pela qual os le\u00f5es n\u00e3o est\u00e3o fossilizados em Gal\u00e1pagos est\u00e1 ligada \u00e0 sua distribui\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica (espa\u00e7o). Por outro lado, os dinossauros est\u00e3o extintos. Portanto, pode ser que eles nunca fossilizaram em Gal\u00e1pagos, porque eles n\u00e3o estavam presentes na Terra no momento da forma\u00e7\u00e3o dos f\u00f3sseis de Gal\u00e1pagos (tempo). A presen\u00e7a ou aus\u00eancia de certos grupos de organismos no tempo e no espa\u00e7o determina a distribui\u00e7\u00e3o ordenada de f\u00f3sseis, tanto em interpreta\u00e7\u00f5es criacionistas quanto evolucionistas do registro f\u00f3ssil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><i>O processo de fossiliza\u00e7\u00e3o:<\/i> f\u00f3sseis de Gal\u00e1pagos podem ser usados para mostrar como o processo de fossiliza\u00e7\u00e3o depende de ambas as caracter\u00edsticas de um organismo e seu ambiente deposicional. Por exemplo, as criaturas marinhas mais bem representadas nos f\u00f3sseis de Gal\u00e1pagos s\u00e3o aquelas com conchas e partes duras. Animais de corpo mole, como pepinos do mar, apresentam menor probabilidade de ser fossilizados. O meio de deposi\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 crucial para a fossiliza\u00e7\u00e3o. Por exemplo, lavas vulc\u00e2nicas n\u00e3o s\u00e3o favor\u00e1veis para a preserva\u00e7\u00e3o de organismos mortos, mas se armadilhas onde os sedimentos podem acumular est\u00e3o presentes (por exemplo, os tubos de lava), f\u00f3sseis podem ser encontrados mesmo em terreno vulc\u00e2nico. Al\u00e9m disso, os ambientes terrestres (por exemplo, lagos e p\u00e2ntanos) s\u00e3o mais propensos a preservar f\u00f3sseis de organismos terrestres (por exemplo, plantas terrestres), e ambientes marinhos tendem a ser dominados por f\u00f3sseis de organismos marinhos. Usando as Ilhas Gal\u00e1pagos como estudo de caso, pode-se concluir que a fossiliza\u00e7\u00e3o certamente n\u00e3o \u00e9 onipresente e n\u00e3o preserva todos os tipos de organismos, mas mesmo em ambientes desfavor\u00e1veis (por exemplo, prov\u00edncias vulc\u00e2nicas), a fossiliza\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o improv\u00e1vel quanto se poderia pensar. Representar o registro f\u00f3ssil como altamente fragmentado e incompleto pode ser uma m\u00e1 caracteriza\u00e7\u00e3o de um arquivo muito rico de formas de vida passadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Traduzido do original<i> Geoscience Research Institute<\/i>[17]\u00a0e publicado originalmente em 07\/12\/2016 no Blog <a href=\"http:\/\/www.criacionismo.com.br\/2016\/12\/fosseis-de-galapagos-pedra-no-sapato.html\">Criacionismo<\/a>.<\/p>\n<p><strong>Notas e refer\u00eancias:<\/strong><\/p>\n<ol>\n<li style=\"text-align: justify\">Hickman, C.S. and J.H. Lipps, Geologic youth of Gal\u00e1pagos Islands confirmed by marine stratigraphy and paleontology. Science, 1985. 227(4694): p. 1578-1580.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\">Steadman, D.W., et al., Chronology of Holocene vertebrate extinction in the Gal\u00e1pagos Islands. Quaternary Research, 1991. 36(1): p. 126-133.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\">Colinvaux, P.A., Climate and the Galapagos Islands. Nature, 1972. 240(5375): p. 17-20.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\">Collins, A.F., M.B. Bush, and J.P. Sachs, Microrefugia and species persistence in the Gal\u00e1pagos highlands: a 26,000-year paleoecological perspective. Frontiers in Genetics, 2013. 4: p. 269.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\">Finger, K.L., et al. Pleistocene Marine Paleoenvironments on the Galapagos Islands. in GSA Abstracts with Programs. 2007.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\">Ragaini, L., et al., Paleoecology and paleobiogeography of fossil mollusks from Isla Isabela (Gal\u00e1pagos, Ecuador). Journal of South American Earth Sciences, 2002. 15(3): p. 381-389.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\">Johnson, M.E., P.M. Karabinos, and V. Mendia, Quaternary Intertidal Deposits Intercalated with Volcanic Rocks on Isla Sombrero Chino in the Gal\u00e1pagos Islands (Ecuador). Journal of Coastal Research, 2010: p. 762-768.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\">Steadman, D.W., Holocene vertebrate fossils from Isla Floreana, Gal\u00e1pagos. Smithsonian Contirbutions to Zoology, 413: 104 pp.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\">Chambers, S.M. and D.W. Steadman, Holocene terrestrial gastropod faunas from Isla Santa Cruz and Isla Floreana, Galapagos: evidence for late Holocene declines. 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Science, 2008. 322(5905): p. 1206-1206.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\">Ma = Milh\u00f5es de anos antes do presente<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\">James, M.J., A new look at evolution in the Galapagos: evidence from the late Cenozoic marine molluscan fauna. Biological Journal of the Linnean Society, 1984. 21(1\u20102): p. 77-95.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\">Steadman, D.W. and C.E. Ray, The Relationships of Megaoryzomys curioi, an Extinct Cricetine Rodent (Muroidea: Muridae) from the Galapagos Islands, Ecuador. Smithsonian Contributions to Paleobiology, 51: 24 pp.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\">Fossils of the Gal\u00e1pagos: A review with implications for creationist models. Geoscience Research Institute (29\/05\/2016). Dispon\u00edvel em: https:\/\/grisda.wordpress.com\/2016\/05\/29\/fossils-of-the-galapagos-a-review-with-implications-for-creationist-models\/<\/li>\n<\/ol>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Afloramentos vulc\u00e2nicos no arquip\u00e9lago de Gal\u00e1pagos n\u00e3o parecem fornecer a riqueza de exemplares encontrados em outras localidades ricas em f\u00f3sseis ao redor do mundo. No entanto, os f\u00f3sseis est\u00e3o, de fato, presentes nas Ilhas Gal\u00e1pagos. 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