{"id":341,"date":"2016-10-22T07:14:56","date_gmt":"2016-10-22T10:14:56","guid":{"rendered":"http:\/\/numar.scb.org.br\/?p=341"},"modified":"2016-10-22T07:14:56","modified_gmt":"2016-10-22T10:14:56","slug":"evidencias-de-que-evolucao-e-falsa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/scb.org.br\/numar\/artigos\/evidencias-de-que-evolucao-e-falsa\/","title":{"rendered":"Evid\u00eancias de que a macroevolu\u00e7\u00e3o \u00e9 falsa"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">Este texto foi escrito com o prop\u00f3sito de refutar o artigo publicado no site Hypescience, com o t\u00edtulo <a href=\"http:\/\/hypescience.com\/8-descobertas-cientificas-que-provam-que-a-evolucao-e-real\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">\u201cDescobertas cient\u00edficas que provam que a evolu\u00e7\u00e3o \u00e9 real\u201d<\/a>.&nbsp;Antes, por\u00e9m, \u00e9&nbsp;importante esclarecer alguns pontos a fim de que n\u00e3o sejam generalizadas as afirma\u00e7\u00f5es feitas no texto, e que sejam entendidas dentro do contexto adequado. N\u00f3s, criacionistas, entendemos e aceitamos que a teoria da evolu\u00e7\u00e3o trouxe grandes contribui\u00e7\u00f5es \u00e0 hist\u00f3ria da ci\u00eancia. J\u00e1 est\u00e1 bem estabelecido o papel da sele\u00e7\u00e3o natural, das varia\u00e7\u00f5es de baixo n\u00edvel (conhecidas como o processo de microevolu\u00e7\u00e3o observado nos experimentos de Lenski), especia\u00e7\u00e3o e ancestralidade comum com limita\u00e7\u00f5es. Por\u00e9m, nos posicionamos contra a ideia de macroevolu\u00e7\u00e3o (grandes mudan\u00e7as ao longo de milh\u00f5es de anos), que n\u00e3o pode ser testada, e a ancestralidade comum no contexto neodarwinista, quest\u00f5es ainda em debate.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n<p style=\"text-align: justify\"><strong><u>\u00c1cido Desoxirribonucleico (DNA)<\/u><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Analisemos a primeira afirma\u00e7\u00e3o: \u201c<span style=\"color: #808080\">Uma das coisas mais not\u00e1veis sobre <em>A Origem das Esp\u00e9cies<\/em> de Charles Darwin \u00e9 que ele articulou sua teoria sem saber o mecanismo exato pelo qual a varia\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica ocorria.<\/span>\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Sim, Darwin nada sabia sobre DNA ou leis de hereditariedade, por isso a \u201credescoberta\u201d das leis de Mendel, por Hugo de Vries e colaboradores, no in\u00edcio do s\u00e9culo 20,[1] levou a tr\u00eas d\u00e9cadas de intensas disputas sobre a veracidade da teoria de Darwin,[2] visto que o que Darwin postulou foi contrariado pelos fatos. Com muito esfor\u00e7o, os evolucionistas deram origem \u00e0 s\u00edntese moderna da evolu\u00e7\u00e3o, que tentou unir o evolucionismo com as leis de Mendel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Apesar de mais de meio s\u00e9culo de especula\u00e7\u00e3o, o DNA sempre se demonstrou incompat\u00edvel com teorias naturalistas \u2013 que defendem que tudo \u00e9 fruto de causas naturais, incluindo a vida -, ao ponto de levar um de seus descobridores, Francis Crick, a publicar um estudo[3] apoiando a hip\u00f3tese da panspermia dirigida, que defende que a vida foi implantada na Terra por seres inteligentes extraterrestres, embora essa mesma hip\u00f3tese j\u00e1 tivesse sido apresentada em 1966 por Shklovskii e Carl Sagan.[4]\n<p style=\"text-align: justify\">A impossibilidade de negar que o DNA seja fruto de cria\u00e7\u00e3o inteligente se encontra no fato de que sua estrutura \u00e9 complexa, elegante e delicada demais para ter surgido por acaso no meio de qualquer \u201csopa primordial\u201d, onde seria degradada por in\u00fameras rea\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas diferentes, o que ocorre mesmo dentro de uma c\u00e9lula.[5, 6] Al\u00e9m disso, o DNA \u00e9 um verdadeiro disco r\u00edgido: um grama de DNA pode armazenar at\u00e9 455 exabytes de informa\u00e7\u00e3o, humilhando qualquer tecnologia humana atual.[7]\n<p style=\"text-align: justify\">Analisemos a segunda afirma\u00e7\u00e3o: \u201c<span style=\"color: #808080\">Como o DNA \u00e9 universal a toda vida, sua presen\u00e7a sugere fortemente que todas as criaturas da Terra evolu\u00edram de um ancestral comum.<\/span>\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Dizer que a presen\u00e7a de DNA em todos os organismos prova uma ancestralidade comum \u00e9 o mesmo que dizer que todos os livros evolu\u00edram de um \u201clivro primordial\u201d, s\u00f3 porque todos usam as mesmas letras do alfabeto. Assim como as linguagens humanas possuem palavras, regras e estruturas distintas, o DNA tamb\u00e9m possui muitas diferen\u00e7as entre esp\u00e9cies. Cada t\u00e1xon (grupo de animais ou plantas que possuam semelhan\u00e7as entre si) possui suas peculiaridades, incluindo a ordem das bases nitrogenadas (as \u201cletras\u201d do DNA) dos genes, as diferen\u00e7as na maneira como eles s\u00e3o expressos, suas fun\u00e7\u00f5es, etc.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Podemos exemplificar da seguinte maneira: embora os olhos de cefal\u00f3podes (certos moluscos, tais como polvos e lulas) e vertebrados (seres com coluna vertebral, incluindo humanos) possuam um formato similar (tipo c\u00e2mera), somente poucos genes s\u00e3o compartilhados por ambos os grupos. Dos 5.707 genes espec\u00edficos do olho de moluscos, apenas 1.571 s\u00e3o encontrados em vertebrados (menos de um ter\u00e7o do total).[8]\n<p style=\"text-align: justify\">Analisemos a terceira afirma\u00e7\u00e3o: \u201c<span style=\"color: #808080\">Ele tamb\u00e9m explica como a prolifera\u00e7\u00e3o de muta\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas (essencialmente erros de c\u00f3pia), combinada com os processos de sele\u00e7\u00e3o natural, permitem a evolu\u00e7\u00e3o.<\/span>\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A autora parece desconhecer os efeitos devastadores das muta\u00e7\u00f5es em quase sua totalidade. O acervo m\u00e9dico contabiliza a exist\u00eancia de quase sete mil doen\u00e7as gen\u00e9ticas causadas por muta\u00e7\u00f5es em humanos,[9] embora outro estudo indique um n\u00famero pr\u00f3ximo a dez mil.[10] A estimativa \u00e9 que at\u00e9 um milh\u00e3o de bases sejam danificadas em humanos diariamente.[11]\n<p style=\"text-align: justify\">Ademais, em humanos, as estimativas atuais s\u00e3o de que ocorram entre 100-200 novas muta\u00e7\u00f5es por indiv\u00edduo a cada gera\u00e7\u00e3o.[12-14] Destas, os dados variam entre 1-15% de muta\u00e7\u00f5es delet\u00e9rias que causariam a perda direta de informa\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica em humanos a cada gera\u00e7\u00e3o.[12, 14-17] Em rela\u00e7\u00e3o ao <em>fitness<\/em>, em 1997, um estudo estimou entre 1-2% a taxa de perda da aptid\u00e3o humana, ou seja, a frequ\u00eancia com que a humanidade est\u00e1 se degenerando a cada gera\u00e7\u00e3o.[18] Em 2010, por sua vez, outro estudo estimou que a aptid\u00e3o humana est\u00e1 em decl\u00ednio em 3-5% por gera\u00e7\u00e3o.[14]\n<p style=\"text-align: justify\">Se muta\u00e7\u00f5es fossem ben\u00e9ficas, n\u00e3o haveria in\u00fameros mecanismos moleculares que sondam constantemente e procuram reparar todas as muta\u00e7\u00f5es que afetam o DNA.[19] Portanto, o organismo inteligentemente procura reparar esses erros, e quando n\u00e3o consegue, apela para a morte programada da c\u00e9lula mutante, a fim de evitar que ela se multiplique, dando ent\u00e3o origem a um c\u00e2ncer&nbsp;(de fato, muta\u00e7\u00f5es no gene p53 [um dos componentes fundamentais no combate aos tumores malignos] s\u00e3o respons\u00e1veis por cerca de metade dos casos de certas variedades de c\u00e2ncer).[20]\n<p style=\"text-align: justify\">\u00c9 v\u00e1lido esclarecer que o DNA n\u00e3o age sozinho. Para ser replicado e funcionar, ele precisa, durante a sua s\u00edntese, de centenas de prote\u00ednas, que por sua vez precisam do pr\u00f3prio DNA e, especificamente, dos RNAs (mRNA, rRNA e tRNA) que, nessa cadeia de produ\u00e7\u00e3o interdependente, tamb\u00e9m precisam de DNA e prote\u00ednas, levando a um verdadeiro dilema (ao estilo de \u201cquem surgiu primeiro, o ovo ou a galinha?\u201d), tanto para teorias sobre a origem da vida quanto para a evolu\u00e7\u00e3o,[21] cuja \u00fanica solu\u00e7\u00e3o para essa interdepend\u00eancia funcional \u00e9 conceber que foram formados ao mesmo tempo.<\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[1] Moore R. \u201cThe \u2018Rediscovery\u2019 of Mendel\u2019s Work.\u201d <em>Bioscene<\/em> 2004; 27(2):13-24. Dispon\u00edvel em: <a href=\"http:\/\/papa.indstate.edu\/amcbt\/volume_27\/v27-2p13-24.pdf\">http:\/\/papa.indstate.edu\/amcbt\/volume_27\/v27-2p13-24.pdf<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[2] Dickins D. \u201cMendelian Genetics Rediscovered.\u201d Wiley StatsRef: Statistics Reference Online, 2014. Dispon\u00edvel em:<a href=\"http:\/\/onlinelibrary.wiley.com\/doi\/10.1002\/9781118445112.stat06663\/abstract\">http:\/\/onlinelibrary.wiley.com\/doi\/10.1002\/9781118445112.stat06663\/abstract<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[3] Crick FHC, Orgel LE. \u201cDirected panspermia.\u201d <em>Icarus<\/em> 1973; 19(3):341-346.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[4] Shklovskii IS, Sagan C. <em>Intelligent life in the universe. <\/em>San Francisco, CA: Holden-Day, 1966.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[5] Andrew SE, Peters AC. \u201cDNA Instability and Human Disease.\u201d <em>Am J Pharmacogenomics<\/em>. 2001; 1(1):21-8.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[6] Mills KD, Ferguson DO, Alt FW. \u201cThe role of DNA breaks in genomic instability and tumorigenesis.\u201d <em>Immunol Rev<\/em>. 2003; 194:77-95.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[7] Church GM, Gao Y, Kosuri S. \u201cNext-Generation Digital Information Storage in DNA.\u201d<em>Science<\/em>. 2012; 337(6102):1628.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[8] Yoshida MA, Ogura A. \u201cGenetic mechanisms involved in the evolution of the cephalopod camera eye revealed by transcriptomic and developmental studies.\u201d <em>BMC Evol Biol.<\/em> 2011; 11:180.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[9] Pinnapureddy AR, Stayner C, McEwan J, Baddeley O, Forman J, Eccles MR. \u201cLarge animal models of rare genetic disorders: sheep as phenotypically relevant models of human genetic disease.\u201d <em>Orphanet J Rare Dis<\/em>. 2015; 10:107.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[10] MacDonald IM, Haney PM, Musarella MA. \u201cSummary of ocular genetic disorders and inherited systemic conditions with eye findings.\u201d <em>Ophthalmic Genet<\/em>. 1998; 19(1):1-17.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[11] Lodish HF, Berk A, Matsudaira PT, Kaiser C, Krieger M, Scott M, Zipursky S, Darnell J.<em>Molecular Cell Biology<\/em>. 5th ed. New York, NY: W.H. Freeman and Company, 2004.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[12] Nachman MW, Crowell SL. \u201cEstimate of the Mutation Rate per Nucleotide in Humans.\u201d<em>Genetics<\/em>. 2000; 156(1):297-304.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[13] Dolgin E. \u201cHuman mutation rate revealed.\u201d <em>Nature News<\/em> (27 ago. 2009). Dispon\u00edvel em:<a href=\"http:\/\/www.nature.com\/news\/2009\/090827\/full\/news.2009.864.html\">http:\/\/www.nature.com\/news\/2009\/090827\/full\/news.2009.864.html<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[14] Lynch M. \u201cRate, molecular spectrum, and consequences of human mutation.\u201d <a href=\"http:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pubmed\/20080596\"><em>Proc Natl Acad Sci USA.<\/em><\/a>&nbsp;2010; 107(3):961-8.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[15] Eyre-Walker A,&nbsp;Keightley PD. \u201cHigh genomic deleterious mutation rates in hominids.\u201d<em>Nature.<\/em>&nbsp;1999; 397(6717):344-7.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[16] Shabalina SA, Ogurtsov AY, Kondrashov VA, Kondrashov AS. \u201cSelective constraint in intergenic regions of human and mouse genomes.\u201d <em>Trends Genet.<\/em> 2001; 17(7):373-6.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[17] Keightley PD. \u201cRates and Fitness Consequences of New Mutations in Humans.\u201d<em>Genetics<\/em>. 2012; 190(2):295-304.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[18] Crow JF. \u201cThe high spontaneous mutation rate: is it a health risk?\u201d <em>Proc Natl Acad Sci USA<\/em>. 1997; 94(16):8380-6.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[19] Mathews LA, Cabarcas SM, Hurt EM. <em>DNA Repair of Cancer Stem Cells.<\/em> [ebook] Springer, 2013.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[20] Olivier M, Hollstein M, Hainaut P. \u201cTP53 Mutations in Human Cancers: Origins, Consequences, and Clinical Use.\u201d <em>Cold Spring Harb Perspect Biol<\/em>. 2010; 2(1):a001008.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[21] Wolf YI, Koonin EV. \u201cOn the origin of the translation system and the genetic code in the RNA world by means of natural selection, exaptation, and subfunctionalization.\u201d <em>Biol Direct<\/em>. 2007; 2:14.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n<p><strong><u>F\u00f3sseis de transi\u00e7\u00e3o<\/u><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Analisemos a primeira afirma\u00e7\u00e3o: \u201c<span style=\"color: #808080\">Um dos mais famosos f\u00f3sseis de todos os tempos \u00e9 o&nbsp;Archaeopteryx.<\/span>\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O Archaeopteryx n\u00e3o \u00e9 a forma intermedi\u00e1ria de nada, \u00e9 somente uma ave extinta, fato defendido at\u00e9 por evolucionistas como Alan Feduccia, autoridade mundial em aves, que afirmou:<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #808080\">\u201cPaleont\u00f3logos t\u00eam tentado tornar o Archaeopteryx em um dinossauro emplumado, que caminha no ch\u00e3o. Mas ele n\u00e3o \u00e9. \u00c9 uma ave, do tipo passeriforme (tipo de ave que vive em \u00e1rvores). E nem um monte de \u2018paleobaboseiras\u2019 ir\u00e1 mudar isso.\u201d[1]<\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify\">\u00c9 poss\u00edvel encontrar mais evid\u00eancias sobre isso <a href=\"http:\/\/www.criacionismo.com.br\/2015\/06\/as-aves-nao-evoluiram-dos-dinossauros_5.html\">neste artigo<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Analisemos a segunda afirma\u00e7\u00e3o: \u201c<span style=\"color: #808080\">H\u00e1 tamb\u00e9m f\u00f3sseis que medem a evolu\u00e7\u00e3o dos cavalos modernos a partir do min\u00fasculo Eohippus.<\/span>\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">N\u00e3o, n\u00e3o h\u00e1 um f\u00f3ssil sequer. De fato, essa hist\u00f3ria puramente especulativa e sua persistente divulga\u00e7\u00e3o em livros e museus foi algo criticado at\u00e9 por Niles Eldredge, outro evolucionista renomado.[2]\n<p style=\"text-align: justify\">Analisemos a terceira afirma\u00e7\u00e3o: \u201c<span style=\"color: #808080\">Baleias tinham ancestrais quadr\u00fapedes que andavam sobre a terra, e criaturas conhecidas como Ambulocetus e Rodhocetus ajudaram a fazer essa transi\u00e7\u00e3o.<\/span>\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Nenhuma dessas formas intermedi\u00e1rias \u00e9 considerada como fato conclusivo, pelo contr\u00e1rio, o f\u00f3ssil do Ambulocetus n\u00e3o possui o orif\u00edcio nasal no topo da cabe\u00e7a, como \u00e9 comum em cet\u00e1ceos, algo confessado pelo Dr. Hans Thewissen,[3] assim como ocorre com o Rodhocetus, cujos f\u00f3sseis verdadeiros n\u00e3o possuem a cauda e as barbatanas encontradas em baleias, como admitido pelo Dr. Philip Gingerich.[4]\n<p style=\"text-align: justify\">A verdade \u00e9 que o registro f\u00f3ssil falhou completamente em apoiar a evolu\u00e7\u00e3o, como relata Robert Carroll:<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #808080\">\u201cO que est\u00e3o faltando s\u00e3o as in\u00fameras formas intermedi\u00e1rias hipotetizadas por Darwin, assim como a cont\u00ednua diverg\u00eancia das maiores linhagens, gerando a morfologia distinta entre (diferentes) classes adaptativas.\u201d[5]<\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify\">Analisemos a quarta afirma\u00e7\u00e3o: \u201c<span style=\"color: #808080\">Outros ramos se mostraram mais resistentes, permitindo que as esp\u00e9cies continuassem em novas dire\u00e7\u00f5es (aves, como um ramo dos dinossauros, s\u00e3o um excelente exemplo).<\/span>\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">As aves n\u00e3o evolu\u00edram dos dinossauros. Em 2011, um estudo desafiou a centralidade do&nbsp;<em>Archaeopteryx<\/em>&nbsp;na transi\u00e7\u00e3o para as aves; dessa vez a&nbsp;descoberta de um novo f\u00f3ssil e uma an\u00e1lise filogen\u00e9tica mais abrangente sugeriu que o&nbsp;<em>Archaeopteryx<\/em>&nbsp;(o suposto elo de transi\u00e7\u00e3o entre dinossauros e aves), antes considerado da fam\u00edlia avi\u00e1ria, seja agora inclu\u00eddo numa fam\u00edlia relacionada&nbsp;a&nbsp;dinossauros n\u00e3o avi\u00e1rios&nbsp;(Deinonychosauria).[6]&nbsp;Dito de outra forma, antes foi considerado ave extinta e hoje dinossauro n\u00e3o avi\u00e1rio; essas diverg\u00eancias entre as \u201cevid\u00eancias evolutivas\u201d apenas mostram a aus\u00eancia de f\u00f3sseis de transi\u00e7\u00e3o e a inconsist\u00eancia do argumento clad\u00edstico que insiste em apoiar a hip\u00f3tese falha dos f\u00f3sseis transicionais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Em 2000, um estudo encontrou um f\u00f3ssil, mal preservado e incompleto, que foi classificado como um pequeno r\u00e9ptil planador de supostos 220 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s (Tri\u00e1ssico superior).[7] O curioso \u00e9 que esse r\u00e9ptil, chamado de <em>Longisquama insignis<\/em>, apresentou estruturas semelhantes a penas de aves modernas e teria vivido 75 milh\u00f5es de anos antes do suposto elo transicional (<em><a href=\"http:\/\/www.criacionismo.com.br\/2008\/10\/archaeopteryx-ave-extinta-ou-forma.html\">Archaeopterix<\/a><\/em>) entre dinossauros e aves. Entretanto, outros pesquisadores acreditam que se trate apenas de uma ave extinta. Portanto, parece que ter\u00e3o que reescrever novamente a teoria da evolu\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 forma teria se dado o surgimento das penas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Em 2012, um segundo estudo descreveu a descoberta de dois f\u00f3sseis de dinossauros (<em>Sinocalliopteryx gigas<\/em>) que viveram h\u00e1 cerca de 120 milh\u00f5es de anos (per\u00edodo Cret\u00e1ceo) e que se alimentaram de uma ave - com voo motorizado e com bico em vez de dentes \u2013 conhecida como <em>Confuciusornis sanctus<\/em>.[8] Portanto, o esqueleto dessa ave encontrado no est\u00f4mago dos dinossauros evidencia que os dinossauros n\u00e3o poderiam ter evolu\u00eddo para p\u00e1ssaros porque, entre outras raz\u00f5es,&nbsp;eles se alimentavam de p\u00e1ssaros durante a vida. O mais intrigante \u00e9 que essa n\u00e3o \u00e9 a \u00fanica evidencia de aves em est\u00f4mago de dinossauros.[9]\n<p style=\"text-align: justify\">\u00c9 poss\u00edvel encontrar mais evid\u00eancias sobre isso <a href=\"http:\/\/www.criacionismo.com.br\/2015\/06\/as-aves-nao-evoluiram-dos-dinossauros_5.html\">neste artigo<\/a>.<\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[1] Morell V. \u201cArchaeopteryx: Early Bird Catches a Can of Worms.\u201d <em>Science<\/em>. 1993; 259(5096):764-5.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[2] Dr. Niles Eldredge em entrevista feita por Luther Sunderland, publicada no livro<em>Darwin\u2019s Enigma: Fossils and Other Problems<\/em>. 4th ed. (El Cajon, CA: Master Books, 1988).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[3] Entrevista com o Dr. Hans Thewissen. Dispon\u00edvel em:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[4] Entrevista com o Dr. Philip Gingerich. Dispon\u00edvel em:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[5] Carroll RL. \u201cTowards a new evolutionary synthesis.\u201d <em>Trends Ecol Evol.<\/em> 2000; 15(1):27-32.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[6] Xu X,&nbsp;You H,&nbsp;Du K,&nbsp;Han F. \u201cAn&nbsp;Archaeopteryx-like theropod from China and the origin of Avialae.\u201d <em>Nature.<\/em>&nbsp;2011; 475(7357):465-70.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[7] Jones TD, Ruben JA, Martin LD, Kurochkin EN, Feduccia A, Maderson PF, Hillenius WJ, Geist NR, Alifanov V. \u201cNonavian Feathers in a Late Triassic Archosaur.\u201d <em>Science<\/em>. 2000; 288(5474):2202-5.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[8] Xing L, Bell PR, Persons IV WS, Ji S, Miyashita S, Burns ME, Ji Q, Currie PJ. \u201cAbdominal Contents from Two Large Cretaceous Compsognathids (Dinosauria: Theropoda) Demonstrate Feeding on Confuciusornithids and Dromaeosaurids.\u201d <em>PLoS One.<\/em> 2012; 7(8):e44012.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[9] O\u2019Connor J, Zhou Z, Xu X. \u201cAdditional specimen of&nbsp;Microraptor&nbsp;provides unique evidence of dinosaurs preying on birds.\u201d <em>Proc Natl Acad Sci USA.<\/em> 2011; 108(49):19662-5.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n<p><strong><u>Tra\u00e7os iguais a antepassados comuns<\/u><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">N\u00e3o exatamente. Embora Darwin tenha observado a exist\u00eancia de tra\u00e7os comuns em v\u00e1rios organismos, principalmente em animais criados e selecionados por humanos (ali\u00e1s, foi da cria\u00e7\u00e3o seletiva por parte dos agricultores que Darwin tirou inspira\u00e7\u00e3o para criar a ideia de sele\u00e7\u00e3o natural), ele se equivocou ao extrapolar e sugerir que todas as esp\u00e9cies (vivas e extintas) seriam descendentes de um mesmo ancestral primordial, como visto a seguir:<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #808080\">\u201cPortanto, eu deveria inferir por analogia que todos os seres org\u00e2nicos que j\u00e1 existiram na Terra provavelmente descendem de uma forma primordial, na qual a vida foi primeiramente soprada.\u201d[1]<\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify\">Darwin concluiu isso com base no conhecimento rudimentar da \u00e9poca. Uma observa\u00e7\u00e3o superficial e grosseira iria mesmo mostrar muitas aparentes semelhan\u00e7as entre diferentes organismos. No entanto, os detalhes gen\u00e9ticos, bioqu\u00edmicos e fisiol\u00f3gicos descobertos nas \u00faltimas d\u00e9cadas demonstram diferen\u00e7as enormes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Analisemos a seguinte afirma\u00e7\u00e3o: \u201c<span style=\"color: #808080\">Por exemplo, a forma e a estrutura (morfologia) de cervos, alces, cavalos e zebras s\u00e3o muito semelhantes. N\u00e3o surpreendentemente, eles compartilham um ancestral comum.<\/span>\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u00c9 verdade que esses animais apresentam semelhan\u00e7as, no entanto, esse fato n\u00e3o \u00e9 suficiente para sustentar a hip\u00f3tese de ancestralidade universal. Ao corroborar o conceito criacionista de baramins (esp\u00e9cies, tipo; termo extra\u00eddo da palavra hebraica <em>barah<\/em>), as evid\u00eancias indicam que esp\u00e9cies de uma mesma fam\u00edlia descendem de ancestrais comuns, mas que n\u00e3o h\u00e1 liga\u00e7\u00f5es ancestrais entre organismos de t\u00e1xons\/fam\u00edlias diferentes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Tomemos como exemplo os felinos. Compara\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas realizadas entre tigres e gatos dom\u00e9sticos revelaram uma semelhan\u00e7a gen\u00f4mica total de 95,6%,[2] al\u00e9m de uma similaridade de 98,8% entre os genes codificantes de prote\u00ednas de ambos.[2] \u00c9 not\u00e1vel a semelhan\u00e7a entre esses animais sob todos os \u00e2ngulos (incluindo anatomia, comportamento, instintos, etc.), bem como o fato de v\u00e1rios deles poderem cruzar uns com os outros (a saber, todas as combina\u00e7\u00f5es entre tigres vs le\u00f5es vs jaguares vs leopardos, pertencentes ao g\u00eanero Panthera, al\u00e9m de v\u00e1rias combina\u00e7\u00f5es poss\u00edveis entre esp\u00e9cies da subfam\u00edlia Felinae, incluindo o gato dom\u00e9stico e variedades selvagens, linces, etc.).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Essas evid\u00eancias indicam que s\u00e3o mesmo esp\u00e9cies e ra\u00e7as descendentes de precursores igualmente felinos. J\u00e1 quando comparamos com outras fam\u00edlias, mesmo que sejam de outros mam\u00edferos, um \u201cabismo\u201d se forma, onde o n\u00famero de diferen\u00e7as \u00e9 enorme, e as semelhan\u00e7as, cada vez mais escassas, de maneira a tornar imposs\u00edvel qualquer sugest\u00e3o de liga\u00e7\u00e3o evolutiva; por isso, o fato de haver semelhan\u00e7as entre diferentes t\u00e1xons em nada fere o modelo criacionista.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Finalmente, \u00e9 importante frisar que esses eventos de especia\u00e7\u00e3o (considerados parte da \u201cmicroevolu\u00e7\u00e3o\u201d, ou seja, mudan\u00e7as dentro do n\u00edvel de esp\u00e9cies), de maneira alguma podem levar \u00e0 chamada macroevolu\u00e7\u00e3o (isto \u00e9, evolu\u00e7\u00e3o acima do n\u00edvel de esp\u00e9cies), em que ocorre surgimento de novos t\u00e1xons (exemplo, aves surgirem a partir de r\u00e9pteis ap\u00f3s milh\u00f5es de anos). Mas por que exatamente a microevolu\u00e7\u00e3o (adapta\u00e7\u00e3o) n\u00e3o poderia dar sequ\u00eancia \u00e0 macroevolu\u00e7\u00e3o? Porque o processo de microevolu\u00e7\u00e3o n\u00e3o possibilita o surgimento de nova informa\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica (novos genes, prote\u00ednas, mecanismos regulat\u00f3rios, epigen\u00e9ticos, metab\u00f3licos, etc.). Devem ocorrer aumento de informa\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica e surgimento de novos elementos complexos e funcionais para que novos \u00f3rg\u00e3os, fun\u00e7\u00f5es e classes taxon\u00f4micas surjam, e isso \u00e9 o que n\u00e3o ocorre em casos de adapta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Os can\u00eddeos s\u00e3o o melhor exemplo dos custos causados pela especia\u00e7\u00e3o e sele\u00e7\u00e3o. Cerca de 300 ra\u00e7as conhecidas surgiram nos \u00faltimos 200 anos [3], tendo sofrido grande cruzamento seletivo e isolamento de outras ra\u00e7as, a fim de manter sua \u201cpureza\u201d, o que, obviamente, inclui in\u00fameros casos de incesto. Para Darwin, isso certamente seria algo ben\u00e9fico, que levaria ao aprimoramento ilimitado dessas ra\u00e7as, mas a verdade \u00e9 que a ci\u00eancia demonstra exatamente o contr\u00e1rio: a sele\u00e7\u00e3o intensa desses animais causou preju\u00edzos enormes \u00e0 sa\u00fade e ao <em>fitness<\/em> deles (aptid\u00e3o).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Os c\u00e3es representam a segunda posi\u00e7\u00e3o em n\u00famero de doen\u00e7as heredit\u00e1rias catalogadas, atr\u00e1s apenas do ser humano;[4] segundo um estudo recente, no Reino Unido, 27% dos c\u00e3es morreram por conta de c\u00e2ncer;[3] esse mesmo estudo relatou que uma pesquisa anterior na Dinamarca constatou que 14,5% das mortes caninas foram causadas por c\u00e2nceres, al\u00e9m de um levantamento sobre a causa da morte de dois mil c\u00e3es, que demonstrou que 23% deles foram vitimados por tumores. Outro estudo[5] demonstrou que casos de doen\u00e7as no disco intervertebral, hipotireoidismo, estenose a\u00f3rtica, s\u00edndrome da dilata\u00e7\u00e3o v\u00f3lvulo g\u00e1strica, catarata, displasia nos cotovelos, epilepsia, cardiomiopatia dilatada, deriva\u00e7\u00e3o hep\u00e1tica portossist\u00eamica e dermatites al\u00e9rgicas ocorrem mais em ra\u00e7as puras do que em \u201cvira-latas\u201d. Outras doen\u00e7as pesquisadas n\u00e3o demonstraram maior preval\u00eancia em ra\u00e7as puras do que em c\u00e3es mistos, mas vale lembrar que c\u00e3es s\u00e3o descendentes de lobos cinzentos;[6] ent\u00e3o, \u00e9 \u00f3bvio que todos sejam sujeitos a v\u00e1rias doen\u00e7as por conta do decaimento decorrente dos processos de especia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Em gatos dom\u00e9sticos a tend\u00eancia \u00e9 a mesma, segundo Leslie A. Lyons (7):<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #808080\">\u201ca maioria das doen\u00e7as [gen\u00e9ticas] s\u00e3o identificadas em gatos de ra\u00e7a, que representam um pequeno percentual da popula\u00e7\u00e3o mundial de gatos, talvez de 10% a 15% [da popula\u00e7\u00e3o] nos EUA\u201d.<\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify\">O decl\u00ednio na qualidade e varia\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica por conta de sele\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m tem sido amplamente observado na agricultura. Picone e Van Tassel[8] relataram como o cultivo de in\u00fameras variedades de plantas cultiv\u00e1veis foi substitu\u00eddo por poucas variedades selecionadas por serem amplamente produtivas. De acordo com relat\u00f3rio das Na\u00e7\u00f5es Unidas, 75% das variedades cultiv\u00e1veis foram perdidas ao longo do s\u00e9culo 20, causando o processo chamado de \u201ceros\u00e3o gen\u00e9tica\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Segundo Bijlsma e Loeschcke,[9] descobriu-se que perda de varia\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica leva ao decl\u00ednio nas respostas ao estresse ambiental entre popula\u00e7\u00f5es geneticamente erodidas, em que a a\u00e7\u00e3o combinada da redu\u00e7\u00e3o na toler\u00e2ncia por conta da endogamia\/consanguinidade (cruzamento entre indiv\u00edduos aparentados) com a perda de potencial gen\u00e9tico impedem respostas adaptativas e aumentam grandemente o risco de extin\u00e7\u00e3o sob condi\u00e7\u00f5es de estresse ambiental.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Para Cooper,[10] est\u00e1 claro o quanto os eventos de especia\u00e7\u00e3o tornam os organismos fr\u00e1geis e menos aptos:<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #808080\">\u201cA maravilha da diversidade biol\u00f3gica esconde um contexto enigm\u00e1tico. As esp\u00e9cies s\u00e3o definidas tanto por suas <em>limita\u00e7\u00f5es<\/em> quanto por suas capacidades. Muito poucas esp\u00e9cies conhecidas toleram viver em uma ampla variedade de ambientes\u201d (\u00eanfase nossa).<\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify\">Cooper tamb\u00e9m descreve que uma das explica\u00e7\u00f5es para essa diminui\u00e7\u00e3o no <em>fitness<\/em> das esp\u00e9cies \u00e9 que uma \u201csombra seletiva\u201d recai sobre tra\u00e7os n\u00e3o utilizados, tornando-os suscet\u00edveis \u00e0 eros\u00e3o mutacional, induzida pela deriva gen\u00e9tica aleat\u00f3ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Essas evid\u00eancias nos levam \u00e0 seguinte pergunta: Se a sele\u00e7\u00e3o permite a perda de tra\u00e7os e genes n\u00e3o utilizados em um dado ambiente, ent\u00e3o, como os darwinistas poderiam explicar o aumento e a fixa\u00e7\u00e3o da varia\u00e7\u00e3o e do potencial gen\u00e9tico ao longo de milh\u00f5es de anos?<\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[1] Darwin CR. <em>On the origin of species by means of natural selection, or the preservation of favoured races in the struggle for life<\/em>. 1st ed. London: John Murray, 1859.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[2] Cho YS, <em>et al<\/em>. \u201cThe tiger genome and comparative analysis with lion and snow leopard genomes.\u201d <em>Nat Commun<\/em>. 2013;4:2433.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[3] Dobson JM. \u201cBreed-Predispositions to Cancer in Pedigree Dogs.\u201d <em>ISRN Vet Sci<\/em>. 2013; 2013:941275.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[4] Bellumori TP, Famula TR, Bannasch DL, Belanger JM, Oberbauer AM. \u201cPrevalence of inherited disorders among mixed-breed and purebred dogs: 27,254 cases (1995-2010).\u201d <em>J Am Vet Med Assoc.<\/em> 2013 Jun 1;242(11):1549-55.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[5] Oberbauer AM, Belanger JM, Bellumori T, Bannasch DL, Famula TR. \u201cTen inherited disorders in purebred dogs by functional breed groupings.\u201d <em>Canine Genet Epidemiol.<\/em> 2015 Jul 11;2:9.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[6] Boyko AR. \u201cThe domestic dog: man\u2019s best friend in the genomic era.\u201d <em>Genome Biol.<\/em>2011;12(2):216.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[7] Lyons LA. \u201cFeline Genetics: Clinical Applications and Genetic Testing.\u201d <em>Top Companion Anim Med. <\/em>2010 Nov. 25(4):203-12.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[8] Picone C,&nbsp;Van Tassel DL.&nbsp;\u201cAgriculture and biodiversity loss: industrial agriculture.\u201d In: Eldredge N (Ed). <em>Life on Earth: An Encyclopedia of Biodiversity, Ecology and Evolution<\/em>.&nbsp;Santa Barbara, CA: ABC-CLIO publishers, 2002. Dispon\u00edvel em:<a href=\"https:\/\/landinstitute.org\/wp-content\/uploads\/2014\/04\/Picone-and-Van-Tassel-2002.pdf\">https:\/\/landinstitute.org\/wp-content\/uploads\/2014\/04\/Picone-and-Van-Tassel-2002.pdf<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[9] Bijlsma R, Loeschcke V. \u201cGenetic erosion impedes adaptive responses to stressful environments.\u201d <em>Evol Appl<\/em>. 2012 Feb; 5(2):117\u2013129.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[10] Cooper VS. \u201cThe Origins of Specialization: Insights from Bacteria Held 25 Years in Captivity.\u201d <em>PLoS Biol.<\/em> 2014 Feb; 12(2): e1001790.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n<p><strong><u>Tra\u00e7os vestigiais<\/u><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Analisemos a seguinte afirma\u00e7\u00e3o: \u201c<span style=\"color: #808080\">Nos seres humanos, exemplos cl\u00e1ssicos incluem o ap\u00eandice, os dentes do siso e as am\u00edgdalas. N\u00e3o por acaso, a maioria das pessoas acaba tendo que retir\u00e1-los artificialmente.<\/span>\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">H\u00e1 muito tempo o ap\u00eandice tem sido considerado pelos naturalistas darwinianos como um \u201c\u00f3rg\u00e3o vestigial\u201d. No entanto, estudos t\u00eam mostrado que ele possui m\u00faltiplas fun\u00e7\u00f5es e \u00e9 de extrema import\u00e2ncia para a manuten\u00e7\u00e3o da sa\u00fade humana. O ap\u00eandice em lactantes e crian\u00e7as tem a apar\u00eancia de um \u00f3rg\u00e3o linfoide bem desenvolvido e possui importantes fun\u00e7\u00f5es imunol\u00f3gicas.[1]\n<p style=\"text-align: justify\">Pesquisa recente revelou que o&nbsp;ap\u00eandice humano pode proteger contra&nbsp;a infec\u00e7\u00e3o recorrente por&nbsp;<em>Clostridium difficile<\/em>.[2]&nbsp;Os resultados indicaram que indiv\u00edduos sem ap\u00eandice foram quatro vezes mais propensos a ter uma infec\u00e7\u00e3o recorrente por&nbsp;<em>Clostridium difficile<\/em>&nbsp;(um pat\u00f3geno comum em hospitais). Enquanto a infec\u00e7\u00e3o recorrente nos&nbsp;indiv\u00edduos com o ap\u00eandice intacto foi de apenas&nbsp;11%, em indiv\u00edduos sem o ap\u00eandice a recorr\u00eancia atingiu 48% dos casos. Outro estudo sugere que&nbsp;o ap\u00eandice vermiforme funciona como uma casa segura para a sobreviv\u00eancia de bact\u00e9rias intestinais comensais (bact\u00e9rias boas),&nbsp;facilita o crescimento da flora bacteriana normal (cultiva as bact\u00e9rias boas),&nbsp;e permite a recoloniza\u00e7\u00e3o do c\u00f3lon ap\u00f3s diarreias ou uso de antibi\u00f3ticos que matam as bact\u00e9rias ben\u00e9ficas.[3]\n<p style=\"text-align: justify\">\u00c9 poss\u00edvel encontrar mais evid\u00eancias sobre isso <a href=\"http:\/\/www.criacionismo.com.br\/2015\/05\/o-apendice-nao-tem-nada-de-orgao.html\">neste artigo<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Outro exemplo usado por evolucionistas para fundamentar suas alega\u00e7\u00f5es \u00e9 o fato de que temos problemas com os dentes do siso.&nbsp;No entanto, a extra\u00e7\u00e3o do terceiro molar com a finalidade de prevenir doen\u00e7a n\u00e3o \u00e9 mais l\u00f3gica do que a extra\u00e7\u00e3o dos primeiros ou segundos molares para os mesmos fins.[4] Pesquisas&nbsp;t\u00eam observado que h\u00e1 outras maneiras de resolver os problemas com&nbsp;os dentes do siso, em vez de apenas extra\u00ed-los.&nbsp;As evid\u00eancias sugerem que os problemas verificados com os dentes do siso na sociedade moderna s\u00e3o devidos, em grande parte, \u00e0 adapta\u00e7\u00e3o a um novo padr\u00e3o alimentar que n\u00e3o d\u00e1 aos dentes o treino que eles exigem para assegurar a rela\u00e7\u00e3o adequada com a boca.<\/p>\n<p>\u00c9 poss\u00edvel encontrar mais evid\u00eancias sobre isso <a href=\"http:\/\/www.criacionismo.com.br\/2015\/07\/dentes-do-siso-evidencia-de-uma-atrofia.html\">neste artigo<\/a>.<\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[1] Moore KL. <em>Clinically Oriented Anatomy.<\/em> Baltimore: Williams &amp; Wilkins, 1992.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[2] Im GY,&nbsp;Modayil RJ,&nbsp;Lin CT,&nbsp;Geier SJ,&nbsp;Katz DS,&nbsp;Feuerman M,&nbsp;Grendell JH. \u201cThe Appendix May Protect Against&nbsp;Clostridium difficile Recurrence.\u201d <a href=\"http:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pubmed\/21699818\"><em>Clin Gastroenterol Hepatol<\/em>.<\/a>&nbsp;2011; 9(12):1072-7.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[3] Bollinger RR, Barbas AS, Bush EL, Lin SS, Parker W. \u201cBiofilms in the large bowel suggest an apparent function of the human vermiform appendix.\u201d <em>J Theor Biol.<\/em> 2007; 249(4):826-31.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[4] Daily T. \u201cThird molar prophylactic extraction: a review and analysis of the literature.\u201d&nbsp;<em>General Dentistry <\/em>1996;&nbsp;44(4):310-320.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n<p><strong><u>Tra\u00e7os imperfeitos<\/u><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Analisemos a primeira afirma\u00e7\u00e3o: \u201c<span style=\"color: #808080\">H\u00e1 muitas falhas no corpo humano. A garganta (faringe), por exemplo, serve como um canal tanto para alimentos quanto para a passagem de ar.<\/span>\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">S\u00e3o in\u00fameras as tentativas argumentativas dos neodarwinistas em afirmar que nossas supostas defici\u00eancias f\u00edsicas existem porque a sele\u00e7\u00e3o natural nos faz sobreviver \u201capenas o tempo suficiente para nos reproduzir\u201d. Eles tamb\u00e9m chamam esses supostos defeitos de \u201c<em>bad design<\/em>\u201d. Mas ser\u00e1 mesmo que a faringe humana \u00e9 um projeto ruim? Para compreendermos melhor a fisiologia e a fun\u00e7\u00e3o do projeto atual da faringe e suas implica\u00e7\u00f5es para a sobreviv\u00eancia humana, reportemo-nos \u00e0s diversas evid\u00eancias cient\u00edficas a favor do projeto presentes <a href=\"http:\/\/www.criacionismo.com.br\/2015\/05\/a-faringe-humana-um-tubo-ou-dois-tubos.html\">neste artigo<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Analisemos a segunda afirma\u00e7\u00e3o: \u201c<span style=\"color: #808080\">Depois, h\u00e1 a nossa incapacidade de sintetizar naturalmente vitamina C.<\/span>\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Para os evolucionistas, um dos exemplos de descend\u00eancia comum \u00e9 a&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pmc\/articles\/PMC3145266\/\">evolu\u00e7\u00e3o do gene respons\u00e1vel pela etapa final na produ\u00e7\u00e3o de vitamina C<\/a>.&nbsp;O ser humano tem esse gene, chamado&nbsp;GULO (L-gulonolactone oxidase),&nbsp;mas ele n\u00e3o funciona&nbsp;devido&nbsp;\u00e0 presen\u00e7a de uma muta\u00e7\u00e3o que resulta na incapacidade para sintetizar a prote\u00edna.&nbsp;Sem a enzima GULO, o ser humano n\u00e3o produz a vitamina C.&nbsp;\u00c9 por isso que humanos t\u00eam que beber suco de laranja ou encontrar alguma outra fonte externa de vitamina C. No entanto, o fato de o ser humano n\u00e3o ser capaz de produzir sua pr\u00f3pria vitamina C n\u00e3o \u00e9 um problema, visto que ele \u00e9&nbsp;capaz de consumir mais do que o suficiente de vitamina C em sua dieta.&nbsp;Pesquisas sugerem que os organismos sem um gene GULO funcional (como o do ser humano) t\u00eam um m\u00e9todo de \u201creciclagem\u201d da vitamina C que obt\u00eam de suas dietas, utilizando c\u00e9lulas vermelhas do sangue.[1]\n<p style=\"text-align: justify\">Ademais, os evolucionistas afirmam que, por meio do sequenciamento do gene GULO e do rastreamento de muta\u00e7\u00f5es, \u00e9 poss\u00edvel rastrear exatamente quando a capacidade de sintetizar a vitamina C foi perdida.[4]&nbsp;Para eles,&nbsp;a perda ocorreu em um suposto ancestral que teria dado origem a toda a linhagem de primatas antropoides.&nbsp;No entanto, um artigo publicado recentemente sugere que a ancestralidade comum devido \u00e0 perda de autoprodu\u00e7\u00e3o de vitamina C \u00e9 falsa.[2]\n<p>\u00c9 poss\u00edvel encontrar mais evid\u00eancias sobre isso <a href=\"http:\/\/www.criacionismo.com.br\/2015\/05\/a-perda-da-capacidade-de-autoproducao.html\">neste artigo<\/a>.<\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[1] Montel-Hagen A, Kinet S, Manel N, Mongellaz C, Prohaska R, Battini JL, Delaunay J, Sitbon M, Taylor N. \u201cErythrocyte Glut1 Triggers Dehydroascorbic Acid Uptake in Mammals Unable to Synthesize Vitamin C.\u201d <em>Cell<\/em>. 2008; 132(6):1039-1048.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[2] Tomkins J. \u201cThe Human&nbsp;GULO&nbsp;Pseudogene\u2014Evidence for Evolutionary Discontinuity and Genetic Entropy.\u201d&nbsp;<em>Answers Research Journal<\/em> 2014;&nbsp;7:91-101.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n<p><strong><u>Desenvolvimento embrion\u00e1rio inicial<\/u><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Analisemos a primeira afirma\u00e7\u00e3o: \u201c<span style=\"color: #808080\">Os embri\u00f5es de humanos e outros animais muitas vezes apresentam caracter\u00edsticas f\u00edsicas semelhantes em determinadas fases.<\/span>\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">N\u00e3o, eles n\u00e3o apresentam caracter\u00edsticas semelhantes. Em 1868, Haeckel usou uma s\u00e9rie de desenhos falsificada para dar sustenta\u00e7\u00e3o \u00e0 sua teoria.[1] Entre esses desenhos estava um do 25\u00ba dia de um embri\u00e3o de cachorro que tinha sido anteriormente publicado por T. L. W. Bischoff, em 1845, e um desenho da 4\u00aa semana de um embri\u00e3o humano, publicado em 1851-59 por A. Ecker.[2] Se n\u00e3o bastasse, Haeckel havia somado 3,5 mil\u00edmetros ao desenho da cabe\u00e7a do embri\u00e3o de cachorro, desenhado por Bishoff, e subtra\u00eddo 2 mil\u00edmetros do desenho da cabe\u00e7a do embri\u00e3o humano desenhado por Ecker, dobrou a dura\u00e7\u00e3o do posterior humano e alterou substancialmente os detalhes do olho humano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Em 1874, os desenhos de embri\u00f5es de Haeckel foram provados falsos pelo famoso embriologista comparativo e professor de anatomia na Universidade de Leipzig Wilhelm His.[2] Em 1997, uma publica\u00e7\u00e3o cient\u00edfica de autoria do embriologista Michael Richardson e colaboradores trouxe novamente \u00e0 tona o trabalho meticuloso e fraudulento de Haeckel ao comprovar cientificamente a falsifica\u00e7\u00e3o por meio da compara\u00e7\u00e3o de fotos reais dos embri\u00f5es vertebrados com os desenhos de Haeckel.[3]\n<p>\u00c9 poss\u00edvel encontrar mais evid\u00eancias sobre isso <a href=\"http:\/\/www.criacionismo.com.br\/2015\/10\/a-fraude-dos-embrioes-de-haeckel.html\">neste artigo<\/a>.<\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[1] Haeckel E. <em>Nat\u00fcrliche Sch\u00f6pfungs-geschichte<\/em>. Berlin: George Reimer, 1868; os desenhos podem ser vistos na p\u00e1gina 240. Dispon\u00edvel em:&nbsp;<a href=\"https:\/\/archive.org\/stream\/natrlichesch1868haec#page\/260\/mode\/2up\">https:\/\/archive.org\/stream\/natrlichesch1868haec#page\/260\/mode\/2up<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[2] Grigg R. \u201cErnst Haeckel: Evangelist for evolution and apostle of deceit.\u201d <em>Journal of Creation<\/em> 1996; 18(2):33-36.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">[3] Richardson MK.&nbsp; Hanken J,&nbsp;Gooneratne ML, Pieau C,&nbsp;Raynaud A,&nbsp; Selwood L,&nbsp; Wright&nbsp;et GM. \u201cThere is no highly conserved embryonic stage in the vertebrates: implications for current theories of evolution and development.\u201d&nbsp;<em>Anatomy and Embryology<\/em> 1997; 196(2):91-106.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Texto escrito em parceria com Wallace Barbosa e publicado originalmente em 30\/11\/2015 no Blog <a href=\"http:\/\/www.criacionismo.com.br\/2015\/11\/evidencias-de-que-evolucao-e-falsa.html\">Criacionismo<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Este texto foi escrito com o prop\u00f3sito de refutar o artigo publicado no site Hypescience, com o t\u00edtulo \u201cDescobertas cient\u00edficas que provam que a evolu\u00e7\u00e3o \u00e9 real\u201d.&nbsp;Antes, por\u00e9m, \u00e9&nbsp;importante esclarecer alguns pontos a fim de que n\u00e3o sejam generalizadas as afirma\u00e7\u00f5es feitas no texto, e que sejam entendidas dentro do contexto adequado. 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