{"id":2000,"date":"2018-04-10T09:59:05","date_gmt":"2018-04-10T12:59:05","guid":{"rendered":"https:\/\/numar.scb.org.br\/?p=2000"},"modified":"2020-05-26T11:15:24","modified_gmt":"2020-05-26T14:15:24","slug":"a-atlantida-e-a-migracao-para-as-americas-apos-o-periodo-do-gelo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/scb.org.br\/numar\/artigos\/a-atlantida-e-a-migracao-para-as-americas-apos-o-periodo-do-gelo\/","title":{"rendered":"A Atl\u00e2ntida e a migra\u00e7\u00e3o para as Am\u00e9ricas ap\u00f3s o per\u00edodo do gelo"},"content":{"rendered":"\n<p>Ao longo destes anos, tenho investigado alguns relatos hist\u00f3ricos e evid\u00eancias arqueol\u00f3gicas relativos ao per\u00edodo p\u00f3s-diluviano, inclusive tenho apresentado algumas dessas evid\u00eancias em minhas palestras. No livro&nbsp;<em>Revisitando as Origens<\/em>, mais especificamente no cap\u00edtulo intitulado&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.criacionismo.com.br\/2016\/10\/a-era-do-gelo-uma-perspectiva-biblico.html\">A \u201cEra do Gelo\u201d: uma perspectiva b\u00edblico-cient\u00edfica<\/a>, encontram-se os seguintes dados quanto ao in\u00edcio e \u00e0 dura\u00e7\u00e3o da \u00e9poca do gelo: \u201cDe acordo com o naturalista Harry Baerg, \u2018a forma\u00e7\u00e3o e o desaparecimento dos len\u00e7ois de gelo devem ter ocorrido entre o tempo do dil\u00favio e o come\u00e7o da hist\u00f3ria registrada\u2019. \u00c9, portanto, razo\u00e1vel admitirmos que&nbsp;<strong>o in\u00edcio da idade do gelo coincida com a hist\u00f3ria da Torre de Babel<\/strong>, constru\u00edda no vale do Sinar (atual Iraque) entre 100 e 130 anos ap\u00f3s o dil\u00favio. E o que dizer da B\u00edblia? Existem relatos b\u00edblicos sobre essa \u00e9poca do gelo? Podemos perceber na narrativa do livro de J\u00f3, nos cap\u00edtulos 6:16; 38:22, 29 e 30, um clima mais frio no princ\u00edpio da hist\u00f3ria b\u00edblica, datado entre 300-500 anos ap\u00f3s o dil\u00favio.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>\u201cDe acordo com os c\u00e1lculos feitos pelo mestre em Ci\u00eancias Atmosf\u00e9ricas Michael Oard, a \u00e9poca do gelo pode ter durado menos de mil anos, mais especificamente 500 anos de ac\u00famulo de gelo e 70 anos para derreter as camadas ao longo da borda, e cerca de 200 anos no interior do Canad\u00e1 e da Escandin\u00e1via. Existem evid\u00eancias hist\u00f3ricas relativas ao ano 1454 a.C. em que Partholan, l\u00edder do segundo grupo a conquistar a Irlanda, teria desembarcado nessa regi\u00e3o e registrado o n\u00famero de lagos e rios existentes. Pouco tempo depois, na segunda coloniza\u00e7\u00e3o, havia um n\u00famero bem maior de lagos e rios. Provavelmente, os registros irlandeses antigos evidenciaram o derretimento das camadas de gelo do norte europeu. Segundo Ussher, o dil\u00favio ocorreu em 2348 a.C. Portanto, a era glacial teria terminado mil anos ap\u00f3s a grande inunda\u00e7\u00e3o\u201d (Alves, 2018, p. 74, 75).<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignright size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"171\" height=\"300\" src=\"https:\/\/numar.scb.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/6\/2020\/05\/1-171x300-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-3243\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Ao compararmos as evid\u00eancias b\u00edblico-cient\u00edficas acima com registros da cultura de povos pr\u00e9-colombianos, percebemos que as pe\u00e7as v\u00e3o se encaixando nesse enorme quebra-cabe\u00e7a acerca de nossas origens. O problema \u00e9 que pesquisas nos registros originais dessas culturas t\u00eam sido pouco valorizadas em nossos dias. Por\u00e9m, aceitamos o desafio e estamos trazendo para voc\u00ea, leitor, alguns relatos que dificilmente voc\u00ea encontraria, tanto na l\u00edngua inglesa quanto na l\u00edngua portuguesa.<\/p>\n\n\n\n<p>Aparentemente, parte da imigra\u00e7\u00e3o para a Am\u00e9rica aconteceu por meio dos descendentes de Cam durante o segundo mil\u00eanio, devido a altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas, passando por ilhas no Atl\u00e2ntico que devem ter submergido durante ou ap\u00f3s o derretimento dos glaciais no norte, ao fim da \u00e9poca do gelo.<\/p>\n\n\n\n<p>Por que descendentes de Cam? Alguns anos atr\u00e1s, durante uma pesquisa sobre os antigos povos celtas da Irlanda, nos deparamos com um texto que chamou nossa aten\u00e7\u00e3o no livro&nbsp;<em>AD 500: A journey Through the Dark Isles of Britain and Ireland<\/em>:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>\u201cPor muito estranho que possa soar, seus s\u00e1bios insistem que os Celtas chegaram \u00e0 Irlanda, em \u00e9pocas passadas, ao final de uma grande jornada que se iniciou na \u00c1sia e&nbsp;<strong>passou pela terra das pir\u00e2mides.<\/strong>\u201d (Young, 2006, p. 67).<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Textos como esse nos deram uma no\u00e7\u00e3o de quanto as migra\u00e7\u00f5es poderiam ter se estendido, ap\u00f3s o dil\u00favio, na Europa e no mundo a partir da \u00c1sia. Mas ser\u00e1 que teriam raz\u00e3o os antigos celtas da Irlanda?<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 nos s\u00e9culos 15 e 16, pesquisadores percebiam as grandes migra\u00e7\u00f5es que ocorreram nos primeiros s\u00e9culos da hist\u00f3ria conhecida\/registrada, inclusive mencionando literalmente Cam:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>\u201cObserva-se que Cam e seus descendentes foram os \u00fanicos que viajaram e se espalharam por diversas regi\u00f5es desconhecidas, pesquisando, explorando e se estabelecendo nelas\u201d (Hogen, 1971, p. 262).<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Por\u00e9m, temos alguma prova de que essas migra\u00e7\u00f5es aconteceram? O autor Bill Cooper, em seu livro&nbsp;<em>Depois do Dil\u00favio<\/em>, menciona algo sobre a origem do povo chamado Mizraim, que habitou a regi\u00e3o do Egito:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>\u201cMizraim: nome do povo que se localizou no Egito. Os modernos israelenses ainda usam esse nome para aquele pa\u00eds. O nome est\u00e1 preservado como Msrm nas inscri\u00e7\u00f5es ugar\u00edticas; como Misri nos tabletes de Amarma, e nos registros ass\u00edrios e babil\u00f4nicos respectivamente como Musur e Musri. Os \u00e1rabes modernos ainda o conhecem como Misr\u201d (Cooper, 2008, p. 152).<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Mas quem era esse povo, Mizraim? O mesmo autor nos d\u00e1 a reposta e apresenta uma tabela mostrando a genealogia de Cam. Assim, respondemos \u00e0 pergunta: \u201cSer\u00e1 que essa convic\u00e7\u00e3o dos antigos celtas da Irlanda estaria certa?\u201d, com outra: \"H\u00e1 alguma outra fonte hist\u00f3rica que registre a rota de migra\u00e7\u00e3o do Egito para a Europa?\"<\/p>\n\n\n\n<p>No&nbsp;<em>Tratado \u00fanico y singular del origen de los indios del Per\u00fa, M\u00e9jico, Santa Fe y Chile<\/em>, do autor Andr\u00e9s Diego Rocha, vemos a seguinte declara\u00e7\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>\u201cO rei Os\u00edris, senhor do Egito, que alguns dizem ser este neto de No\u00e9, e que viveu cerca de [...] veio do Egito (para a Espanha) e matou a Gerion em uma batalha junto a Tarifa, e alguns dizem que Os\u00edris seguiu governando a Espanha durante muito tempo. No tempo em que viveu Os\u00edris parece que come\u00e7aram a vir para esta Am\u00e9rica passando pela&nbsp;<strong>ilha da Atl\u00e2ntida<\/strong>\u201d (Rocha, 1891, p. 141-142).<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Em que ano teria vivido Os\u00edris, e de que forma o ano em que viveu estaria relacionado com o per\u00edodo da \u00e9poca do gelo? Sobre esse personagem, Os\u00edris, encontramos o seguinte coment\u00e1rio no livro&nbsp;<em>A Torre de Babel<\/em>&nbsp;<em>e seus mist\u00e9rios<\/em>, de autoria de Guilherme Stein Jr.:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>\u201cOs\u00edris foi um dos mais importantes deuses do Egito antigo. A origem de Os\u00edris \u00e9 obscura, n\u00e3o sendo certo ter sido ele inicialmente um deus local de Abydos, no Alto Egito, ou de Bus\u00edris, no Baixo Egito, ou se foi a personifica\u00e7\u00e3o da fertilidade, ou simplesmente um her\u00f3i deificado.&nbsp;<strong>Em torno de 2400 a.C.<\/strong>, entretanto, Os\u00edris desempenhava um duplo papel \u2013 era ele tanto um \u2018deus da fertilidade\u2019 quanto a personifica\u00e7\u00e3o do \u2018rei morto\u2019\u201d (Stein Jr., 2017, p. 63).<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>A data aproximada em que Os\u00edris viveu (2400 a.C.) coincide com o fim do per\u00edodo do gelo mencionado no in\u00edcio deste texto. Ademais, podem-se encontrar relatos acerca do percurso e da passagem pelo Egito que, assim como Os\u00edris, outros povos teriam feito antes de alcan\u00e7ar seu destino final.<\/p>\n\n\n\n<p>Ali\u00e1s, evid\u00eancias cient\u00edficas atuais refor\u00e7am o argumento de que o povo do Egito fazia com facilidade a rota transatl\u00e2ntica antiga, mais de 2000 anos ap\u00f3s a cria\u00e7\u00e3o (veremos sobre isso no pr\u00f3ximo texto da s\u00e9rie). Em 1992, uma pesquisa inicial alem\u00e3 encontrou vest\u00edgios de coca\u00edna em m\u00famias eg\u00edpcias, e a autora do estudo foi muito criticada. (Balabanova, Parsche e Pirsig, 1992)&nbsp;Em 2009, por\u00e9m, outro estudo refor\u00e7ou os achados pr\u00e9vios alem\u00e3es (Musshoff, Rosendahl e Madea, 2009)&nbsp;Sendo que a coca \u00e9 uma planta original da Am\u00e9rica do Sul, isso evidencia que os antigos eg\u00edpcios j\u00e1 percorriam essa rota, via oceano Atl\u00e2ntico. (Mallette et al., 2016) Em 2016, por sua vez, um estudo encontrou novos tra\u00e7os de coca\u00edna em m\u00famias e, desta vez, anunciando a possibilidade de migra\u00e7\u00e3o humana via rota transatl\u00e2ntica antiga. (G\u00f6rlitz, 2016)<\/p>\n\n\n\n<p>Isso pode ajudar a entender as poss\u00edveis rotas de migra\u00e7\u00e3o dos povos \u00e0 Am\u00e9rica antes e depois da Era do Gelo, j\u00e1 que existem antigos relatos de uma movimenta\u00e7\u00e3o em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 Am\u00e9rica do Sul, os quais s\u00e3o bem anteriores aos mencionados pelos historiadores modernos.&nbsp;A prop\u00f3sito, recentemente se descobriram evid\u00eancias, n\u00e3o apenas de relatos, mas sim da arqueologia encontrada por imagens de sat\u00e9lites que identificaram antigos geoglifos (terraplenagem provavelmente usada para cerim\u00f4nias), mostrando que a Amaz\u00f4nia pr\u00e9-colombiana j\u00e1 foi uma grande metr\u00f3pole que abrigou uma popula\u00e7\u00e3o muito maior do que se imaginava anteriormente, chegando-se a dezenas de milh\u00f5es de pessoas. (de Souza et al., 2018; Clement, 2015) Inclusive, a distribui\u00e7\u00e3o dos s\u00edtios arqueol\u00f3gicos em potencial sugere que eles eram interconectados,&nbsp;vilarejos avan\u00e7ados e fortificados.<\/p>\n\n\n\n<p>A seguir, temos o relato de uma antiga imigra\u00e7\u00e3o, via transatl\u00e2ntica, dos povos americanos feito pelo cronista Francisco L\u00f2pez de G\u00f2mara, em 1555 (em espanhol antigo, mas a tradu\u00e7\u00e3o est\u00e1 logo abaixo):<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>\u201cTambien dizen algunos Indios ancianos, q se llamaua Uiaracocha, que quiere dezir gralla del mar, y&nbsp;<strong>quer trajo su gente por la mar<\/strong>. Zopalla en conclusi\u00f3n, afirman q poblo y allendo en el Cuzco, de d\u00f5de come\u00e7ar\u00f5 los Yngas a guerrear la comarca, y aun&nbsp;<strong>otras tierras muy lejos<\/strong>, y pusier\u00f5 all\u00ed la filla y corte de su imp\u00e9rio\u201d (G\u00f2mara, 1555, Fo. 55).<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Tradu\u00e7\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>\u201cTamb\u00e9m dizem alguns anci\u00e3os dos \u00edndios que ele se chamava Viracocha, que quer dizer gralha do mar, e que&nbsp;<strong>trouxe seu povo pelo mar<\/strong>. Zopalla conclui e afirma que o povo foi at\u00e9 o Cuzco, e de l\u00e1 os incas guerrearam na comarca e ainda por&nbsp;<strong>terras mui long\u00ednquas<\/strong>, e puseram nesse lugar a corte do seu imp\u00e9rio\u201d (G\u00f2mara, 1555, Fo. 55).<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignright size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"175\" height=\"300\" src=\"https:\/\/numar.scb.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/6\/2020\/05\/3-175x300-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-3244\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>O autor Andr\u00e9s Diego Rocha, no seu livro&nbsp;<em>Origen de los Indios&nbsp;<\/em>defende a ideia de que os antigos espanh\u00f3is teriam migrado \u00e0 Am\u00e9rica em tempos remotos e, assim, seu retorno em 1492 seria somente uma retomada daquilo que j\u00e1 lhes havia pertencido no passado. Para isso ele usa at\u00e9 argumentos lingu\u00edsticos:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>\u201cDo que acabamos de dizer, encontram-se na l\u00edngua dos \u00edndios muitas palavras semelhantes \u00e0 antiga l\u00edngua castelhana, tais como: Aca, alla, ama, anca, ancho, casa, cacha, cala [...].\u201d (Rocha, 1891, p. 78, 79).<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>E a tal ilha, chamada pelos autores de Atl\u00e2ntida, ficava onde? \u00c9 poss\u00edvel que essa \"ilha\" tivesse sido um pequeno continente ou um grupo de ilhas no Atl\u00e2ntico sobre a dorsal mesoce\u00e2nica. Teriam elas sido cobertas durante ou ap\u00f3s o derretimento dos gelos do norte?<\/p>\n\n\n\n<p>Ela n\u00e3o \u00e9 mais mencionada ap\u00f3s o segundo mil\u00eanio antes de Cristo. Isso \u00e9 evidenciado num relato feito pelo cronista Andr\u00e9s Diego Rocha, quando se refere a um acontecimento durante o primeiro s\u00e9culo, e os navegantes fen\u00edcios - um dos \u00faltimos povos a chegarem \u00e0s Am\u00e9ricas - n\u00e3o mencionam mais a exist\u00eancia dessa(s) ilha(s):<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>\u201cNa \u00e9poca dos cartagineses, um grande argonauta chamado Hannon, e Plinio, no livro 2 de sua&nbsp;<em>Historia Natural<\/em>, cap\u00edtulo 67, menciona as largas viagens que fez este Hannon, desde Gibraltar at\u00e9 o \u00faltimo da Ar\u00e1bia, passando duas vezes a Equinocial, e tamb\u00e9m menciona Arriano, de origem grega, autor antigo, no livro 8 de seu coment\u00e1rio, indicando que o referido&nbsp;<strong>Hannon fez outra navega\u00e7\u00e3o quase semelhante<\/strong>&nbsp;<strong>a que em nossos tempos fez Colombo<\/strong>, e de estas \u00faltimas navega\u00e7\u00f5es, escreve o padre Maluenda em seu livro <em>De AntiCristo<\/em>, livro 3, cap\u00edtulo 16 e G\u00f2mara na&nbsp;<em>Historia de las Indias<\/em>, na primeira parte\u201d (Rocha, 1891, p. 21).<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Conforme continua o relato, ao chegarem \u00e0 Am\u00e9rica, eles comentam aspectos interessantes sobre o que viram:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>\u201cChegaram a&nbsp;<strong>uma ilha muito ampla<\/strong>, abundante de pastagens, de grande frescura e bosques, e muito rica, irrigada por rios, delimitados por&nbsp;<strong>montanhas muito \u00edngremes<\/strong>, t\u00e3o largos e bordais que poderiam ser navegados\u201d (Rocha, 1891, p. 22).<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Notemos que o relato acima descreve \u201cmontanhas muito \u00edngremes\u201d - no plural -, o que nos mostra que o escriv\u00e3o n\u00e3o estava se referindo a uma ilha, mas provavelmente aos Andes avistados pela navega\u00e7\u00e3o via rio Amazonas. E foi provavelmente dessa forma que aconteceu o povoamento das Am\u00e9ricas, ap\u00f3s o fim do per\u00edodo do gelo e da dispers\u00e3o de Babel, n\u00e3o por povos primitivos e atrasados, mas sim por pessoas inteligentes, capazes de grandes constru\u00e7\u00f5es arquitet\u00f4nicas como os zigurates em forma de pir\u00e2mide.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignright size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"300\" height=\"212\" src=\"https:\/\/numar.scb.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/6\/2020\/05\/mapinha-300x212-1.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-3245\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Como foi mencionado, essa ilha chegava at\u00e9 \u00e0s ilhas Barlovento:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>\u201cE tendo ent\u00e3o transitado pela ilha Atl\u00e2ntida, que se continuava at\u00e9 as ilhas de Barlovento [...].\u201d (Rocha, 1891, p. 141, 142).<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Essas ilhas est\u00e3o localizadas na regi\u00e3o do Caribe. Assim, temos fortes ind\u00edcios de que uma das rotas naturais dos imigrantes teria sido em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 Am\u00e9rica do Sul.<\/p>\n\n\n\n<p><em>(texto escrito em coautoria com o pesquisador Irwin Susanibar Chavez, a quem o Everton agradece profundamente por compartilhar com ele suas pesquisas e conhecimento)<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Texto originalmente publicado em 21\/02\/2018 no Blog <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/www.criacionismo.com.br\/2018\/02\/a-atlantida-e-migracao-para-as-americas.html\" target=\"_blank\">Criacionismo<\/a>.<\/p>\n\n\n<section id=\"section-1-3247\" class=\" ct-section\" ><div class=\"ct-section-inner-wrap\"><div id=\"div_block-2-3247\" class=\"ct-div-block\" ><h2 id=\"headline-3-3247\" class=\"ct-headline\">Refer\u00eancias<\/h2><div id=\"_rich_text-5-3247\" class=\"oxy-rich-text\" ><p style=\"box-sizing: inherit; line-height: 1.9em; color: #0d1b2a; font-family: 'Open Sans'; font-size: 16px;\">Alves, Everton Fernando. A \"Era do Gelo\": uma perspectiva b&iacute;blico-cient&iacute;fica. In:________.&nbsp;Revisitando as Origens. Maring&aacute;: Editorial NUMARSCB, 2018, p.68-78.<\/p>\n<p style=\"box-sizing: inherit; line-height: 1.9em; color: #0d1b2a; font-family: 'Open Sans'; font-size: 16px;\">Balabanova S, Parsche F, Pirsig W.&nbsp;First identification of drugs in Egyptian mummies.Naturwissenschaften1992;79(5):358.<\/p>\n<p style=\"box-sizing: inherit; line-height: 1.9em; color: #0d1b2a; font-family: 'Open Sans'; font-size: 16px;\">Clement CR, et al. The domestication of Amazonia before European conquest. Proc Biol Sci. 2015 Aug 7;282(1812):20150813.<\/p>\n<p style=\"box-sizing: inherit; line-height: 1.9em; color: #0d1b2a; font-family: 'Open Sans'; font-size: 16px;\">Cooper B. Depois do dil&uacute;vio. 1. Ed. Bras&iacute;lia: SCB, 2008.<\/p>\n<p style=\"box-sizing: inherit; line-height: 1.9em; color: #0d1b2a; font-family: 'Open Sans'; font-size: 16px;\">de Souza JG et al. Pre-Columbian earth-builders settled along the entire southern rim of the Amazon. Nat Commun. 2018 Mar 27;9(1):1125.<\/p>\n<p style=\"box-sizing: inherit; line-height: 1.9em; color: #0d1b2a; font-family: 'Open Sans'; font-size: 16px;\">G&ouml;rlitz D. The Occurrence of Cocaine in Egyptian Mummies - New research provides strong evidence for a trans-Atlantic dispersal by humans.&nbsp;Diffusion Fundamentals&nbsp;2016; 26(2):1-11.<\/p>\n<p style=\"box-sizing: inherit; line-height: 1.9em; color: #0d1b2a; font-family: 'Open Sans'; font-size: 16px;\">G&ograve;mara, Francisco L&ograve;pez de. La historia general de las Indias y nuevo mundo, con mas la conquista del Peru y de Mexico. &Ccedil;arago&ccedil;a, 1555; a abrevia&ccedil;&atilde;o &ldquo;Fo. Lv&rdquo; significa f&oacute;lios, o livro era como pergaminhos, portanto n&atilde;o tinha folhas.<\/p>\n<p style=\"box-sizing: inherit; line-height: 1.9em; color: #0d1b2a; font-family: 'Open Sans'; font-size: 16px;\">Hogen M. Early Anthropology in the Sixteenth and Seventeenth Centuries. Philadelphia: Univ. Pensylvania, 1971.<\/p>\n<p style=\"box-sizing: inherit; line-height: 1.9em; color: #0d1b2a; font-family: 'Open Sans'; font-size: 16px;\">Mallette JR, et al. Geographically Sourcing Cocaine&rsquo;s Origin &ndash; Delineation of the Nineteen Major Coca Growing Regions in South America. Sci Rep. 2016; 6: 23520.<\/p>\n<p style=\"box-sizing: inherit; line-height: 1.9em; color: #0d1b2a; font-family: 'Open Sans'; font-size: 16px;\">Musshoff F, Rosendahl W, Madea B. Determination of nicotine in hair samples of pre-Columbian&nbsp;<em style=\"box-sizing: inherit;\">mummies. Forensic Sci Int. 2009 Mar 10;185(1-3):84-8.<\/em><\/p>\n<p style=\"box-sizing: inherit; line-height: 1.9em; color: #0d1b2a; font-family: 'Open Sans'; font-size: 16px;\">Rocha, Diego Andr&eacute;s. Tratado &uacute;nico y singular del origen de los indios del Per&uacute;, M&eacute;jico, Santa Fe y Chile. V. 1. Madrid: [Impr. de Juan Cayetano Garc&iacute;a], 1891. Fondo Antiguo<\/p>\n<p style=\"box-sizing: inherit; line-height: 1.9em; color: #0d1b2a; font-family: 'Open Sans'; font-size: 16px;\">Stein J&uacute;nior, Guilherme. A Torre de Babel e seus mist&eacute;rios. 2. Ed. Bras&iacute;lia: SCB, 2017.<\/p>\n<p style=\"box-sizing: inherit; line-height: 1.9em; color: #0d1b2a; font-family: 'Open Sans'; font-size: 16px;\">Young, Simon. A.D. 500: a journey through the dark isles of Britain and Ireland. London: Phoenix, 2006.<\/p><\/div><\/div><\/div><\/section>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ao longo destes anos, tenho investigado alguns relatos hist\u00f3ricos e evid\u00eancias arqueol\u00f3gicas relativos ao per\u00edodo p\u00f3s-diluviano, inclusive tenho apresentado algumas dessas evid\u00eancias em minhas palestras. 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