{"id":1884,"date":"2018-02-16T13:42:03","date_gmt":"2018-02-16T16:42:03","guid":{"rendered":"http:\/\/numar.scb.org.br\/?p=1884"},"modified":"2020-05-26T11:15:45","modified_gmt":"2020-05-26T14:15:45","slug":"existia-um-unico-supercontinente-antes-do-diluvio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/scb.org.br\/numar\/artigos\/existia-um-unico-supercontinente-antes-do-diluvio\/","title":{"rendered":"Existia um \u00fanico supercontinente antes do dil\u00favio?"},"content":{"rendered":"\n<p>Muitas pessoas t\u00eam curiosidade acerca da origem dos continentes. O planeta antes do&nbsp;<em>dil\u00favio<\/em>&nbsp;possu\u00eda ou n\u00e3o apenas um continente, o que atualmente os cientistas chamam de&nbsp;<em>Pangeia? Este tema realmente \u00e9 complexo e tem&nbsp;<\/em>suscitado d\u00favidas entre os nossos leitores. Essas d\u00favidas foram, ent\u00e3o, sintetizadas na forma de cinco quest\u00f5es norteadoras para a realiza\u00e7\u00e3o dessa entrevista concedida pelo ge\u00f3logo e professor Dr. Marcos Costa \u00e0&nbsp;<em>Origem em Revista<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>Marcos Natal de Souza Costa \u00e9 bacharel em Geologia pela Universidade Federal de Minas Gerais \u2013 UFMG, Mestre em Geologia Econ\u00f4mica tamb\u00e9m pela UFMG, onde estudou a aplica\u00e7\u00e3o de is\u00f3topos est\u00e1veis na pesquisa de dep\u00f3sitos de ouro. \u00c9 Doutor em Geologia pela Universidade Estadual Paulista J\u00falio de Mesquita Filho \u2013 UNESP, tamb\u00e9m na \u00e1rea de Geologia Econ\u00f4mica, mas desta vez relacionada a minerais industriais. Trabalhou por 12 anos como ge\u00f3logo prospector pesquisando \u00e1reas potenciais para dep\u00f3sitos de ouro. Est\u00e1 h\u00e1 17 anos no Centro Universit\u00e1rio Adventista de S\u00e3o Paulo \u2013 UNASP dando aulas de Geologia, Paleontologia, Levantamento de Recursos Naturais e Ci\u00eancia e Religi\u00e3o, al\u00e9m da coordena\u00e7\u00e3o do N\u00facleo de Estudo das Origens \u2013 NEO. Tamb\u00e9m \u00e9 membro do&nbsp;<em>Geoscience Research Institute Committe \u2013 GRICOM<\/em>, comit\u00ea ligado \u00e0 Confer\u00eancia Geral da IASD, respons\u00e1vel pelo planejamento de estrat\u00e9gias e a\u00e7\u00f5es visando a expans\u00e3o do criacionismo em todo mundo. Al\u00e9m disso, Dr. Marcos Natal \u00e9 novo Presidente eleito da Sociedade Criacionista Brasileira (SCB) para o ano de 2018.<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\"><li><strong>Explique-nos o que \u00e9 o Rod\u00ednia? Quando ele provavelmente teria sido formado?<\/strong><\/li><\/ol>\n\n\n\n<p>De acordo com a geologia convencional Rod\u00ednia foi um supercontinente formado na passagem do Mesoproteroz\u00f3ico para o Neoproteroz\u00f3ico, h\u00e1 cerca de 1 bilh\u00e3o de anos, tendo se fragmentado em torno de 750 milh\u00f5es de anos. Alguns ge\u00f3logos acreditam que Rod\u00ednia deu origem a outro supercontinente chamado Pan\u00f3tia, mas os dados n\u00e3o s\u00e3o conclusivos. Rod\u00ednia teria presenciado pelo menos duas glacia\u00e7\u00f5es, a Marinoana e a Sturtiana, ambas no Neoproteroz\u00f3ico. A identifica\u00e7\u00e3o de glacia\u00e7\u00f5es no registro geol\u00f3gico \u00e9 feita atrav\u00e9s de analogias com ambientes glaciais modernos, entre elas a presen\u00e7a de sulcos e pavimentos polidos e estriados formados durante o movimento dos mantos de gelo sobre o substrato rochoso. Os sedimentos acumulados nas geleiras d\u00e3o origem a rochas denominadas tilitos e diamictitos. Estas s\u00e3o rochas sedimentares formadas por clastos e fragmentos de rochas pr\u00e9-existentes de granula\u00e7\u00e3o variada, imersos em uma matriz areno-argilosa ou lamosa, semelhantes aos sedimentos observados nas geleiras atuais.<\/p>\n\n\n\n<p>Do ponto de vista criacionista seria poss\u00edvel relacionar Rod\u00ednia com a por\u00e7\u00e3o seca mencionada no livro de G\u00eanesis (Gn 1:9,10). Entretanto, isto deve ser feito com cuidado para n\u00e3o se confundir com outras colis\u00f5es observadas no Pr\u00e9-cambriano e que tamb\u00e9m deram origem a outros supercontinentes. O Pr\u00e9-cambriano \u00e9 uma parte importante do registro geol\u00f3gico n\u00e3o muito explorada na literatura criacionista. Vez e outra ouvimos dizer que o Pr\u00e9-cambriano \u00e9 formado por rochas cristalinas de composi\u00e7\u00e3o granito-gn\u00e1issica. Nada mais equivocado. Os terrenos pr\u00e9-cambrianos s\u00e3o muito diversificados e de geologia complexa devido a predomin\u00e2ncia do metamorfismo. Al\u00e9m das rochas gran\u00edticas, um conjunto variado de bacias sedimentares com caracter\u00edsticas peculiares \u00e9 observado desde a sua base, no Arqueano at\u00e9 o final, no Proterozoico. Este conhecimento tem implica\u00e7\u00f5es importantes para o dil\u00favio b\u00edblico, pois em determinados locais \u00e9 praticamente imposs\u00edvel identificar a transi\u00e7\u00e3o do Pr\u00e9-cambriano para o Fanerozoico, por\u00e7\u00e3o da coluna geol\u00f3gica situada logo acima e dividida nas eras paleozoica, mesozoica e cenozoica.<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\" start=\"2\"><li><strong>Em que per\u00edodo do dil\u00favio a Pangeia foi formada? E onde, nesta perspectiva, podemos encaixar a&nbsp;<em>Laur\u00e1sia&nbsp;<\/em>e&nbsp;<em>Gondwana?<\/em><\/strong><\/li><\/ol>\n\n\n\n<p>Ainda segundo a geologia convencional, Pangeia foi um supercontinente formado entre 300 Ma a 250 Ma, no final do Paleozoico, atrav\u00e9s da colis\u00e3o de blocos continentais menores, estando cercado em todos os lados pelo grande oceano Pantalassa. Pangeia manteve-se \u00edntegro at\u00e9 o Jur\u00e1ssico, quando come\u00e7ou a se fragmentar, primeiramente em dois grandes blocos, Laur\u00e1sia e Gondwana, formando entre eles o mar de T\u00e9tis (hoje Mar Mediterr\u00e2neo). Em seguida, no Cret\u00e1ceo, Gondwana se fragmenta, originando os continentes que conhecemos hoje.<\/p>\n\n\n\n<p>Boa parte dos cientistas criacionistas considera o Fanerozoico como produto da sedimenta\u00e7\u00e3o ocorrida durante o dil\u00favio. Neste cen\u00e1rio, a forma\u00e7\u00e3o e fragmenta\u00e7\u00e3o de Pangeia teria ocorrido aproximadamente no meio da grande inunda\u00e7\u00e3o. As bacias sedimentares paleozoicas, que corresponderiam \u00e0s partes iniciais do dil\u00favio, teriam se formado quando os blocos continentais que deram origem \u00e0 Pangeia (Laur\u00e1sia e Gondwana) ainda estavam separados. O Cenozoico, situado na por\u00e7\u00e3o superior da coluna geol\u00f3gica, constituiria a sedimenta\u00e7\u00e3o ocorrida ap\u00f3s o dil\u00favio, o que j\u00e1 \u00e9 um consenso entre a maioria dos criacionistas.<\/p>\n\n\n\n<p>Entretanto, h\u00e1 outros cientistas criacionistas que consideram a maior parte dos sedimentos depositados durante o dil\u00favio como equivalente \u00e0 Era Mesozoica. Neste cen\u00e1rio, os sedimentos da Era Paleozoica, na sua maior parte, seriam pr\u00e9-diluvianos, ou seja, teriam depositado entre a semana da cria\u00e7\u00e3o e o dil\u00favio. No livro&nbsp;<em>Understanding Creation<\/em>&nbsp;traduzido para o portugu\u00eas como Mist\u00e9rios da Cria\u00e7\u00e3o e publicado pela Casa Publicadora Brasileira em 2013, o Dr. Roberto Biaggi escreve:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>\u201cTem-se proposto que a coluna geol\u00f3gica se formou como resultado de um evento catastr\u00f3fico \u00fanico. No entanto, agora sabemos que o registro geol\u00f3gico \u00e9 muito mais complexo do que um \u00fanico evento poderia produzir. Com base nos dados, um cen\u00e1rio razo\u00e1vel sugere que parte da por\u00e7\u00e3o inferior do registro consiste de rochas anteriores ao dil\u00favio global, as quais n\u00e3o chegaram a ser completamente alteradas ou erodidas pela cat\u00e1strofe. Da mesma maneira \u00e9 muito prov\u00e1vel que uma por\u00e7\u00e3o superior da sequ\u00eancia represente os estratos e os processos que ocorreram ap\u00f3s o dil\u00favio. Desta maneira, uma quantidade significativa de atividade geol\u00f3gica estaria representada em rochas pr\u00e9-diluvianas e p\u00f3s-diluvianas.\u201d<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Quando o Dr. Biaggi afirma que \u201co registro geol\u00f3gico \u00e9 muito mais complexo do que um \u00fanico evento poderia produzir\u201d, ele est\u00e1 se referindo, mais apropriadamente, ao registro sedimentar do Fanerozoico. Segundo ele, \u00e9 bem plaus\u00edvel que parte das bacias sedimentares, mais especificamente as do Paleozoico, teriam se formado antes do dil\u00favio. Isto faz certo sentido porque \u00e9 dif\u00edcil imaginar que no per\u00edodo de cerca de 2.500 anos entre a semana da cria\u00e7\u00e3o e o dil\u00favio n\u00e3o houvesse a forma\u00e7\u00e3o de nenhum dep\u00f3sito sedimentar, por menor que seja.&nbsp;Este modelo explicaria mais facilmente a forma\u00e7\u00e3o e fragmenta\u00e7\u00e3o de Pangeia no in\u00edcio do dil\u00favio, o que na geologia padr\u00e3o corresponderia ao final da Era Paleozoica.<\/p>\n\n\n\n<p>Sobre os continentes, o que teria ocorrido no epis\u00f3dio do dil\u00favio teria sido a fragmenta\u00e7\u00e3o de Pangeia, dando origem aos continentes que conhecemos hoje. Sobre Rod\u00ednia, como mencionamos, ele teria sido formado na semana da cria\u00e7\u00e3o em fun\u00e7\u00e3o dos atos criativos de Deus. A geologia ainda n\u00e3o tem dados suficientes sobre o que ocorreu com Rod\u00ednia at\u00e9 a forma\u00e7\u00e3o de Pangeia. Ele poderia ter se fragmentado em v\u00e1rios n\u00facleos continentais menores ou n\u00e3o. Sabemos que houve orogenias no Paleozoico como a Apalachiana e a Uraliana e o entendimento destes fen\u00f4menos \u00e9 um ponto importante nos modelos criacionistas. Por outro lado, os 2.500 anos que separam um supercontinente do outro n\u00e3o seria um tempo absurdamente curto para o desmembramento do primeiro e configura\u00e7\u00e3o do segundo e o processo atrav\u00e9s do qual isto ocorreu n\u00e3o seria necessariamente catastr\u00f3fico, como no caso do dil\u00favio. Um melhor entendimento da tect\u00f4nica global em termos criacionistas pode trazer maiores esclarecimento sobre o assunto.<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\" start=\"3\"><li><strong>Quais as evid\u00eancias cient\u00edficas geol\u00f3gicas da forma\u00e7\u00e3o da Pangeia?<\/strong><\/li><\/ol>\n\n\n\n<p>O mecanismo respons\u00e1vel pela forma\u00e7\u00e3o de Pangeia e de outros continentes \u00e9 a tect\u00f4nica de placas. Dois processos s\u00e3o importantes neste contexto, a expans\u00e3o do assoalho oce\u00e2nico, que d\u00e1 origem aos limites divergentes de placas tect\u00f4nicas e a colis\u00e3o de blocos continentais, que formam os limites convergentes. Um terceiro limite, denominado limites transformantes ou conservativos ocorre quando uma placa desliza em rela\u00e7\u00e3o a outra. O exemplo mais t\u00edpico \u00e9 a Falha de San Andreas na Calif\u00f3rnia, onde a placa Norte Americana desliza tangencialmente \u00e0 placa do Pac\u00edfico, sendo respons\u00e1vel por terremotos devastadores naquela regi\u00e3o.&nbsp;Os limites convergentes compreendem tr\u00eas tipos de colis\u00f5es: colis\u00e3o continente-oceano, colis\u00e3o oceano-oceano e colis\u00e3o continente-continente. Estas colis\u00f5es&nbsp;deixam cicatrizes profundas na crosta terrestre, denominadas suturas. Estas suturas constituem cintur\u00f5es dobrados e muito deformados, com imbricamento de rochas de natureza diversa, inclusive restos de crosta oce\u00e2nica. Os Himalaias, por exemplo, correspondem a uma colis\u00e3o do tipo continente-continente, os Andes, a uma colis\u00e3o do tipo continente-oceano e o arquip\u00e9lago japon\u00eas a uma colis\u00e3o do tipo oceano-oceano.<\/p>\n\n\n\n<p>No caso de Pangeia, por se tratar de um bloco continental mais antigo, parte destas estruturas foram erodidas e deixaram suas marcas no substrato rochoso. Assim, no decorrer da Era Paleozoica, a acre\u00e7\u00e3o de pequenos blocos litosf\u00e9ricos resultou em diversos movimentos orog\u00eanicos, entre eles a Orogenia Apalachiana (colis\u00e3o entre Laurentia e Gondwana), observada atualmente na costa oriental da Am\u00e9rica do Norte, do Canad\u00e1 ao sudeste dos Estados Unidos e a Orogenia Uraliana correspondendo \u00e0 colis\u00e3o do bloco da Sib\u00e9ria com Laur\u00eantia, hoje observado principalmente nos Montes Urais, entre Europa e \u00c1sia. Em geologia, o termo orogenia se refere ao conjunto de processos respons\u00e1veis pela forma\u00e7\u00e3o de montanhas.<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\" start=\"4\"><li><strong>No modelo criacionista, quando ocorreu a deriva continental?<\/strong><\/li><\/ol>\n\n\n\n<p>Se considerarmos o primeiro cen\u00e1rio, em que o Fanerozoico compreenderia todos os sedimentos depositados durante o dil\u00favio, a fragmenta\u00e7\u00e3o de Pangeia teria ocorrido no final do Paleozoico, ou seja, aproximadamente no meio da grande inunda\u00e7\u00e3o. Se considerarmos o segundo cen\u00e1rio em que os sedimentos diluvianos se depositaram a partir do final do Paleozoico at\u00e9 o Mesozoico, ent\u00e3o a fragmenta\u00e7\u00e3o de Pangeia teria ocorrido no in\u00edcio do dil\u00favio.<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\" start=\"5\"><li><strong>Muitos criacionistas assumem que a deriva ocorreu nos dias de Peleg (120 anos ap\u00f3s o dil\u00favio). Isso tem respaldo b\u00edblico ou geol\u00f3gico?<\/strong><\/li><\/ol>\n\n\n\n<p>Eu particularmente n\u00e3o acredito nesta hip\u00f3tese. Seria distorcer muito o texto b\u00edblico. Para os criacionistas, a deriva continental, cujo mecanismo principal foi a tect\u00f4nica de placas, consistiu em um evento catastr\u00f3fico de dimens\u00f5es e consequ\u00eancias globais, envolvendo erup\u00e7\u00f5es vulc\u00e2nicas de grande porte, terremotos avassaladores, tsunamis, etc, o que certamente provocaria inunda\u00e7\u00f5es sem propor\u00e7\u00f5es e destrui\u00e7\u00e3o em massa, tanto de seres humanos quanto dos demais seres vivos. Isto, com certeza, deixaria um registro facilmente reconhecido tanto pela geologia como pela arqueologia.<\/p>\n\n\n\n<p>Entrevista originalmente publicada em 30\/11\/2017 na <a href=\"https:\/\/origememrevista.com.br\/2017\/11\/30\/supercontinente\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><em>Origem em Revista<\/em><\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Muitas pessoas t\u00eam curiosidade acerca da origem dos continentes. O planeta antes do&nbsp;dil\u00favio&nbsp;possu\u00eda ou n\u00e3o apenas um continente, o que atualmente os cientistas chamam de&nbsp;Pangeia? Este tema realmente \u00e9 complexo e tem&nbsp;suscitado d\u00favidas entre os nossos leitores. 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