{"id":78,"date":"2019-03-23T16:40:40","date_gmt":"2019-03-23T19:40:40","guid":{"rendered":"https:\/\/npoa.scb.org.br\/?p=78"},"modified":"2019-07-25T13:46:55","modified_gmt":"2019-07-25T16:46:55","slug":"evolucao-complexidade-e-sexo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/scb.org.br\/npoa\/2019\/03\/23\/evolucao-complexidade-e-sexo\/","title":{"rendered":"Evolu\u00e7\u00e3o, Complexidade e Sexo"},"content":{"rendered":"<h2>Introdu\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p>A s\u0131\u0301ntese evolutiva moderna, que uniu o processo de sele\u00e7\u00e3o natural de Darwin aos conhecimentos de gen\u00e9tica, prop\u00f5e, entre outras coisas, que mudan\u00e7as graduais favor\u00e1veis na composi\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica de organismos seriam mantidas por sele\u00e7\u00e3o natural e teriam levado \u00e0 diversidade atual.<\/p>\n<p>Alguns argumentam que muta\u00e7\u00f5es n\u00e3o aumentam a quantidade de informa\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica total (complexidade), mas causam perda de fun\u00e7\u00f5es. Outros apresentam exemplos que acreditam demonstrar que muta\u00e7\u00f5es, de fato, podem aumentar a complexidade de seres vivos.<\/p>\n<p>Outra quest\u00e3o que levanta debates \u00e9 a dos custos\/benef\u00edcios do surgimento da reprodu\u00e7\u00e3o sexuada em oposi\u00e7\u00e3o aos custos\/benef\u00edcios da reprodu\u00e7\u00e3o assexuada.<\/p>\n<p>A seguir, apresento algumas reflex\u00f5es a respeito destes temas.<\/p>\n<h2>Evid\u00eancias de que Muta\u00e7\u00f5es Podem Gerar Aumento de Complexidade<\/h2>\n<p>A Dra Georgia Purdom, PhD em gen\u00e9tica molecular, considera que muta\u00e7\u00f5es podem ser ben\u00e9ficas apenas de forma relativa, pois sempre implicam em perda de fun\u00e7\u00f5es. Por exemplo, Richard Lenski, a partir de 1988, cultivou 12 linhagens de E. coli e houve um aumento de aptid\u00e3o nestas bact\u00e9rias em rela\u00e7\u00e3o a gera\u00e7\u00e3o parental. Por\u00e9m, como ela disse, esse benef\u00edcio era relativo, as bact\u00e9rias estavam mais adaptadas \u00e0 vida em laborat\u00f3rio, mas perderam a habilidade para degradar a\u00e7\u00facares, genes de flagelos e alguns tipos de controle regulat\u00f3rio. Isto significa que elas eram mais adaptadas ao ambiente em que viviam, mas menos aptas, em geral, do que outras E. coli normais. (<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=W6WFUCJNu2w&amp;t=334s\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=W6WFUCJNu2w&amp;t=334s<\/a>)<\/p>\n<p>Esta quest\u00e3o \u00e9 importante e tenho procurado evid\u00eancias da exist\u00eancia de muta\u00e7\u00f5es genuinamente favor\u00e1veis. Ou seja, muta\u00e7\u00f5es que n\u00e3o sejam ben\u00e9ficas em um sentido, mas mal\u00e9ficas em outro. Que tamb\u00e9m n\u00e3o substituam uma fun\u00e7\u00e3o importante por outra fazendo que haja um ganho e uma perda, de forma que a muta\u00e7\u00e3o, em seu contexto global, n\u00e3o signifique realmente um ganho.<\/p>\n<p>Encontrei um artigo (<a target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" href=\"https:\/\/www.newscientist.com\/article\/dn13673-evolution-myths-mutations-can-only-destroy-information\/\">https:\/\/www.newscientist.com\/article\/dn13673-evolution-myths-mutations-can-only-destroy-information\/<\/a>) que procura demonstrar que a id\u00e9ia de que muta\u00e7\u00f5es apenas destroem informa\u00e7\u00e3o \u00e9 um mito. De fato, muta\u00e7\u00f5es n\u00e3o apenas destroem informa\u00e7\u00f5es, em alguns casos, elas podem trocar uma fun\u00e7\u00e3o por outra, como \u00e9 o caso de alguns exemplos citados por ele.<\/p>\n<p>Ele come\u00e7a apresentando o caso de uma asc\u00eddia em que uma mudan\u00e7a induzida experimentalmente na express\u00e3o de um gene provocou o desenvolvimento de uma c\u00e2mara a mais no cora\u00e7\u00e3o. O animal normalmente possui apenas uma c\u00e2mara card\u00edaca. E desenvolve uma cauda utilizada para nadar durante o est\u00e1gio larval. As c\u00e9lulas que formariam a parte muscular desta cauda s\u00e3o convertidas na segunda c\u00e2mara do cora\u00e7\u00e3o por altera\u00e7\u00e3o na express\u00e3o de um gene. (<a target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" href=\"https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2006\/09\/060930094021.htm\">https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2006\/09\/060930094021.htm<\/a>)<\/p>\n<p>O exemplo acima citado reflete um ganho em uma fun\u00e7\u00e3o (c\u00e2mara adicional no cora\u00e7\u00e3o) com a perda de outra fun\u00e7\u00e3o (m\u00fasculo caudal).<\/p>\n<p>Outro exemplo \u00e9 o de uma muta\u00e7\u00e3o em macacos em uma prote\u00edna que serve como fator de restri\u00e7\u00e3o contra infec\u00e7\u00f5es retrovirais, a prote\u00edna TRIM5. Ela est\u00e1 presente n\u00e3o apenas em macacos, mas tamb\u00e9m em humanos. A prote\u00edna mutada protege alguns tipos de macacos contra v\u00edrus do tipo HIV-1. Em humanos a prote\u00edna normal n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o eficiente contra este tipo de v\u00edrus, mas \u00e9 bastante eficiente contra um tipo de v\u00edrus de leucemia (N-MLV). Por outro lado, a prote\u00edna tamb\u00e9m n\u00e3o protege os macacos contra um outro tipo de v\u00edrus de imunodefici\u00eancia. (<a target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" href=\"https:\/\/journals.lww.com\/aidsonline\/Fulltext\/2015\/09100\/Impact_of_TRIM5__in_vivo.1.aspx\">https:\/\/journals.lww.com\/aidsonline\/Fulltext\/2015\/09100\/Impact_of_TRIM5__in_vivo.1.aspx<\/a>)<\/p>\n<p>No caso desta muta\u00e7\u00e3o, o benef\u00edcio pode ser apenas relativo, ou seja, ela confere uma prote\u00e7\u00e3o que poderia comprometer outros benef\u00edcios, como o de prote\u00e7\u00e3o contra um v\u00edrus que causa leucemia. Contudo, mesmo que o benef\u00edcio seja genu\u00edno e n\u00e3o haja comprometimento de outras fun\u00e7\u00f5es importantes, seria preciso fazer mais do que simplesmente concluir que \u00e9 poss\u00edvel e prov\u00e1vel devido a exemplos incertos. At\u00e9 porque se tem descoberto que v\u00e1rios casos de especia\u00e7\u00e3o que se atribu\u00eda a muta\u00e7\u00f5es s\u00e3o devidos a epigen\u00e9tica. Como \u00e9 o caso dos famosos tentilh\u00f5es de Darwin considerados uma evid\u00eancia da sele\u00e7\u00e3o natural atuando sobre muta\u00e7\u00f5es. (SKINNER, M.K., et al. <em>Epigenetics and the Evolution of Darwin\u2019s Finches<\/em>. Genome Biol. Evol. 6(8):1972\u20131989. 24 jul. 2014.)<\/p>\n<h2>Reprodu\u00e7\u00e3o Sexuada X Reprodu\u00e7\u00e3o Assexuada<\/h2>\n<p>Os que acreditam que a reprodu\u00e7\u00e3o sexuada evoluiu da forma assexuada, que seria mais primitiva, pensam que as vantagens deste tipo de reprodu\u00e7\u00e3o superam as desvantagens. Que a press\u00e3o seletiva para a forma\u00e7\u00e3o do sexo teria sido do tipo disruptiva, favorecendo os organismos com caracter\u00edsticas extremas \u00e0s expensas de organismos com tra\u00e7os intermedi\u00e1rios. Um exemplo de sele\u00e7\u00e3o disruptiva seria o de um tipo de mariposa que apresenta formas claras e formas escuras. As claras seriam menos vistas por predadores em ambientes rurais e as escuras teriam essa vantagem em ambientes industrializados. As de cores intermedi\u00e1rias, no entanto, seriam vis\u00edveis a predadores em ambos os ambientes e teriam se extinguido.<\/p>\n<p>Desta forma, seres que produzissem c\u00e9lulas sexuais pequenas, r\u00e1pidas e abundantes, como os espermatoz\u00f3ides, e c\u00e9lulas grandes, mais lentas e menos abundantes, como os \u00f3vulos, teriam sido positivamente selecionadas. Que as vantagens em termos de variabilidade gen\u00e9tica para enfrentar desafios ambientais, tais como parasitas, bem como outros tipos de mudan\u00e7as, foram suficientes para superar as desvantagens em termos de desperd\u00edcio de energia e menor n\u00famero de descendentes, dentre outras.<\/p>\n<p>Por outro lado, h\u00e1 os que consideram que todo o processo de desenvolver um tipo diferente de divis\u00e3o celular, como a meiose, gametas diferentes e complementares e organismos especializados como macho e f\u00eamea \u00e9 muito complexo e longo. Que as desvantagens superariam as futuras poss\u00edveis vantagens extinguindo o processo antes que fosse completado.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, existem contra-argumentos que dizem que pequenas vantagens para cada parte do processo poderiam ser encontradas, as quais n\u00e3o estariam mais presentes. Estas condi\u00e7\u00f5es que seriam vantajosas e n\u00e3o est\u00e3o mais presentes teriam sido como andaimes que auxiliam na constru\u00e7\u00e3o de pr\u00e9dios, mas s\u00e3o retirados depois que o pr\u00e9dio est\u00e1 pronto.<\/p>\n<h2>Conclus\u00f5es<\/h2>\n<p>O problema com todos estes argumentos \u00e9 que eles s\u00e3o qualitativos e realmente sempre se pode especular sobre o que existe com base em evid\u00eancias sujeitas a m\u00faltiplas interpreta\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>O maior problema com as quest\u00f5es relacionadas \u00e0 evolu\u00e7\u00e3o dos organismos na Terra n\u00e3o \u00e9 a falta de explica\u00e7\u00f5es plaus\u00edveis a favor ou contra, mas a falta de modelos constru\u00eddos matematicamente que permitam uma avalia\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica dos cen\u00e1rios propostos e compara\u00e7\u00e3o com par\u00e2metros observ\u00e1veis.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Introdu\u00e7\u00e3o A s\u0131\u0301ntese evolutiva moderna, que uniu o processo de sele\u00e7\u00e3o natural de Darwin aos conhecimentos de gen\u00e9tica, prop\u00f5e, entre outras coisas, que mudan\u00e7as graduais favor\u00e1veis na composi\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica de organismos seriam mantidas por sele\u00e7\u00e3o natural e teriam levado \u00e0 diversidade atual. 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