{"id":61,"date":"2019-01-06T21:50:45","date_gmt":"2019-01-06T23:50:45","guid":{"rendered":"https:\/\/filosofiadasorigens.scb.org.br\/2019\/01\/06\/um-planeta-adequado-a-vida\/"},"modified":"2022-10-30T18:37:14","modified_gmt":"2022-10-30T21:37:14","slug":"um-planeta-adequado-a-vida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/scb.org.br\/filosofiadasorigens\/artigos\/criacionismo\/um-planeta-adequado-a-vida\/","title":{"rendered":"Um Planeta Adequado \u00e0 Vida"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><strong>William J. Tinkle\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" alignright size-full wp-image-58\" src=\"https:\/\/filosofiadasorigens.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/12\/2019\/01\/pinguim.jpg\" border=\"0\" width=\"214\" height=\"145\" style=\"float: right; border: 2px solid black; margin-left: 6px; margin-right: 6px; margin-top: 4px; margin-bottom: 4px;\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"line-height: 1.3em;\">Ph.D. e Professor Em\u00e9rito de Biologia no Anderson College, Indiana, U.S.A. Reside atualmente em Eaton, Indiana, U.S.A.<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As propriedades f\u00edsicas e qu\u00edmicas da \u00e1gua e da atmosfera mostram uma &#8220;adequa\u00e7\u00e3o&#8221; do ambiente para a vida, como j\u00e1 ressaltado de maneira interessante por William Whewell e J. Henderson. Este artigo cont\u00e9m uma recapitula\u00e7\u00e3o dessa evid\u00eancia, em testemunho da cria\u00e7\u00e3o divina do ambiente f\u00edsico e qu\u00edmico adequado \u00e0 vida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Suponhamos que se esteja passeando num campo, entre \u00e1rvores e arbustos, e que algu\u00e9m invis\u00edvel atire uma pedra numa das \u00e1rvores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se isso acontecer somente uma vez, pensar-se-\u00e1 que a pedra foi atirada a esmo. Por\u00e9m se a mesma \u00e1rvore for acertada nove vezes em dez, ter-se-\u00e1 certeza de que o alvo \u00e9 mesmo aquela \u00e1rvore. A pedra estar\u00e1 sendo atirada com um prop\u00f3sito.<span style=\"line-height: 1.3em;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>  <!--more-->  <\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"line-height: 1.3em;\">\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"line-height: 1.3em;\">A Terra e a Vida Ajustam-se<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 bem sabido que os seres vivos s\u00e3o constitu\u00eddos de tal maneira que se ajustam perfeitamente ao seu modo de vida. Assim, as aves aqu\u00e1ticas t\u00eam p\u00e9s membranosos, as aves de \u00e1gua rasa t\u00eam pernas e bicos compridos; as plantas t\u00eam folhas em que a luz solar combina a \u00e1gua e o g\u00e1s carb\u00f4nico para formar a\u00e7ucares para utiliza\u00e7\u00e3o da planta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os animais que comem folhas e ervas tem est\u00f4mago e intestinos grandes para conter as grandes quantidades de alimento que t\u00eam de comer. Os peixes t\u00eam uma forma afilada que os capacita a se deslocar pela \u00e1gua com o m\u00ednimo de resist\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma lista bastante extensa dessas estruturas \u00fateis poderia ser compilada. O fato importante \u00e9 que a Terra apresenta condi\u00e7\u00f5es que se ajustam a essas estruturas dos seres vivos. O Dr. Henderson j\u00e1 afirmava:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em suas caracter\u00edsticas fundamentais, o meio ambiente atual \u00e9 a habita\u00e7\u00e3o mais ajustada poss\u00edvel para a vida. Tal \u00e9 a tese que o presente trabalho procura defender. Esta n\u00e3o \u00e9 uma hip\u00f3tese recente. De forma rudimentar apresenta atr\u00e1s de si uma longa hist\u00f3ria, e j\u00e1 era uma doutrina conhecida no inicio do s\u00e9culo XIX <sup>(1)<\/sup>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Semelhantemente \u00e0 pedra atirada na \u00e1rvore, a Terra foi planejada e constru\u00edda de tal maneira que pudesse prover \u00e0 necessidades e requisitos dos seres vivos. Observadores argutos t\u00eam atribu\u00eddo essa correspond\u00eancia \u00e0 exist\u00eancia de um prop\u00f3sito no plano do Criador. Entretanto, os que acompanham o pensamento negativista e as d\u00favidas do s\u00e9culo XX, deixam esse cren\u00e7a para tr\u00e1s, preferindo atribuir essa rela\u00e7\u00e3o de reciprocidade ao acaso.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>A Natureza Testifica<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" alignleft size-full wp-image-36\" src=\"https:\/\/filosofiadasorigens.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/12\/2010\/12\/montanha.jpg\" border=\"0\" width=\"437\" height=\"137\" style=\"display: block; border: 0; float: left; margin: 2px;\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S\u00eaneca, preeminente fil\u00f3sofo romano (A.D. 1-65) apresenta esta declara\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Todo homem sabe, sem ningu\u00e9m dizer-lhe, que esta maravilhosa tessitura do universo n\u00e3o persiste sem um Governador, e que uma ordem constante n\u00e3o pode ser o produto do acaso, pois as partes ent\u00e3o se desmoronariam. Os movimentos das estrelas, e as suas influ\u00eancias, s\u00e3o comandados por um decreto eterno <sup>(2)<\/sup>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um contempor\u00e2neo de S\u00eaneca, o ap\u00f3stolo Paulo, escrevendo aos seus concidad\u00e3os, faz esta afirma\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Porquanto o que de Deus se pode conhecer \u00e9 manifesto entre eles, porqu\u00ea Deus lhes manifestou. Porqu\u00ea os atributos invis\u00edveis de Deus, assim o seu eterno poder, como tamb\u00e9m a sua pr\u00f3pria divindade, claramente se reconhecem, desde o princ\u00edpio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas <sup>(3)<\/sup>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Este m\u00e9todo de aprender acerca de Deus a partir das coisas por Ele criadas \u00e9 chamado de Teologia Natural, e foi muito popular no s\u00e9culo XIX. Alguns te\u00f3logos dos anos mais recentes n\u00e3o o aprovam, por\u00e9m suas obje\u00e7\u00f5es parecem obscuras. A Teologia Natural tem o valor de chamar a aten\u00e7\u00e3o para Deus. Entretanto, como ela nada diz a respeito de Cristo e da reden\u00e7\u00e3o por Ele provida, n\u00e3o se deveria estacionar na Teologia Natural, mas sim us\u00e1-la como um caminho para o Evangelho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">William Whewell (1794-1866) foi o autor de um dos &#8220;Tratados de Bridgewater&#8221; intitulado &#8220;Astronomy and General Physics Considered with Reference to Natural Theology&#8221; (Astronomia e F\u00edsica Geral consideradas em rela\u00e7\u00e3o a Teologia Natural), em 1834. Mestre do &#8220;Trinity College&#8221; por 25 anos, Whewell foi um dos mais poderosos homens de Cambridge durante o per\u00edodo da reforma educacional. &#8230; Recebeu uma medalha da &#8220;Royal Society&#8221; pelo seu trabalho sobre mar\u00e9s, e deu a Faraday a nomenclatura desejada para seu trabalho sobre eletricidade. Devem se a Whewell termos tais como &#8220;anodo&#8221;, &#8220;catodo&#8221;, &#8220;ion&#8221;, &#8220;anion&#8221;, e &#8220;cation&#8221; <sup>(4)<\/sup>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Whewell discute dezenove leis que indicam que o mundo foi formado propositadamente para ser o lar dos seres vivos. Henderson comenta: &#8220;\u00c9 dif\u00edcil entender como tais id\u00e9ias puderam cair no esquecimento&#8221; <sup>(5)<\/sup>.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00c1gua, um fluido singular<\/strong> <\/p>\n<p>O pouco espa\u00e7o n\u00e3o permite comentar todos os argumentos de Whewell a respeito da exist\u00eancia de um prop\u00f3sito na cria\u00e7\u00e3o, por\u00e9m n\u00e3o se pode deixar de mencionar um dos mais destacados, referente \u00e0 \u00e1gua. A \u00e1gua, como as demais subst\u00e2ncias em geral, expande-se quando aquecida, e contrai-se quando resfriada. Entretanto, ela se afasta deste comportamento, de maneira not\u00e1vel, ao se congelar. A \u00e1gua apresenta a maior densidade (menor volume) a temperatura de 4 \u00baC. Ao diminuir mais a temperatura a \u00e1gua se expande at\u00e9 que a O \u00baC ocupa um volume cerca de 1\/9 maior, mudando ent\u00e3o de estado, de l\u00edquido para s\u00f3lido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa expans\u00e3o que se d\u00e1 no congelamento \u00e9 conhecida nos pa\u00edses frios devido a ruptura de encanamentos e radiadores de autom\u00f3veis no inverno, parecendo por isso ser inconveniente. Entretanto, para os seres vivos em geral, e indiretamente para o homem, \u00e9 ela uma vantagem incontest\u00e1vel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A expans\u00e3o do gelo faz com que ele possa flutuar em qualquer corpo de \u00e1gua, enquanto que, se fosse obedecida a regra geral da contra\u00e7\u00e3o no resfriamento, ele se depositaria no fundo do rio ou lago, solidificando em pouco tempo a massa restante.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Embora se conhe\u00e7am peixes que viveram ap\u00f3s terem sido congelados, n\u00e3o suportariam eles um congelamento prolongado, pois sofreriam perda de suas fun\u00e7\u00f5es vitais.<\/p>\n<p>As massas d&#8217;\u00e1gua congeladas derreteriam muito lentamente em conseq\u00fc\u00eancia da camada de \u00e1gua l\u00edquida em escoamento sobre o gelo, a qual as protegeria da a\u00e7\u00e3o do ar quente. Nos climas temperados n\u00e3o haveria tempo para o derretimento at\u00e9 o fundo, antes de iniciar-se novamente a fase de congelamento no inverno (se a \u00e1gua seguisse a regra geral de expans\u00e3o).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tem sido repetida em classe muitas vezes uma demonstra\u00e7\u00e3o atribu\u00edda a Rumford. Insere-se em um tubo de ensaio com \u00e1gua, um peda\u00e7o de gelo, mantendo-o no fundo por um suporte qualquer. Ent\u00e3o a parte superior do tubo de ensaio \u00e9 levada a uma chama at\u00e9 que a \u00e1gua da superf\u00edcie entre em ebuli\u00e7\u00e3o, enquanto ainda permanece no fundo o peda\u00e7o de gelo. Isso \u00e9 poss\u00edvel porqu\u00ea a \u00e1gua quando aquecida expande-se, desloca-se para cima e l\u00e1 permanece.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa anomalia da expans\u00e3o da \u00e1gua ao se congelar sem d\u00favida impede a extin\u00e7\u00e3o de in\u00fameros habitats aqu\u00e1ticos com suas flora e fauna abundantes. Por outro lado, as perdas ocasionadas pelas rupturas devido ao congelamento podem ser evitadas, porqu\u00ea o congelamento se d\u00e1 sempre a temperatura conhecida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A pr\u00f3pria presen\u00e7a da \u00e1gua na Terra \u00e9 um fato que desperta nossa admira\u00e7\u00e3o. Muito tempo antes dos primeiros astronautas desembarcarem na Lua, sabia-se que l\u00e1 n\u00e3o h\u00e1 \u00e1gua, pois n\u00e3o se observavam nuvens que obscurecessem a sua face, nas observa\u00e7\u00f5es telesc\u00f3picas. Fotografias e medidas feitas mostram muito pouco ou nenhum vapor d&#8217;\u00e1gua em Marte. V\u00eanus e Merc\u00fario s\u00e3o demasiado quentes para conter \u00e1gua no estado s\u00f3lido ou l\u00edquido. J\u00fapiter, Neptuno e Plut\u00e3o est\u00e3o muito distantes para se detectar algo com precis\u00e3o, por\u00e9m n\u00e3o revelam evid\u00eancias de abund\u00e2ncia de \u00e1gua. A Terra \u00e9, assim, singular, por apresentar essa subst\u00e2ncia t\u00e3o abundantemente.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>Caracter\u00edsticas F\u00edsicas da \u00c1gua<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As caracter\u00edsticas f\u00edsicas e qu\u00edmicas da \u00e1gua fazem-na muito mais \u00fatil aos seres vivos do que qualquer outro l\u00edquido. Sua constitui\u00e7\u00e3o \u00e9 de tal forma que ela dissolve mais subst\u00e2ncias do que qualquer outra, com exce\u00e7\u00e3o talvez da am\u00f4nia. No corpo humano os alimentos se dissolvem no sangue e os detritos na urina. As plantas dissolvem seu alimento na seiva. A \u00e1gua, sendo quimicamente inerte, n\u00e3o altera esses solutos, mas t\u00e3o somente os transporta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A \u00e1gua \u00e9 peculiar tamb\u00e9m pelo seu elevado calor espec\u00edfico (a quantidade de calor, em calorias, necess\u00e1ria para elevar de um grau cent\u00edgrado a temperatura de um grama da subst\u00e2ncia). A tabela seguinte (apud Henderson, op. cit.) indica que a \u00e1gua tem calor espec\u00edfico mais alto do que as demais subst\u00e2ncias, com exce\u00e7\u00e3o da am\u00f4nia e do hidrog\u00eanio:<\/p>\n<table class=\"tabela\" style=\"width: 40%; margin-left: auto; margin-right: auto;\">\n<tbody>\n<tr>\n<th>Subst\u00e2ncias<\/th>\n<th>Calores espec\u00edficos(cal g\/\u00baC)<\/th>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\u00c1gua s\u00f3lida<\/td>\n<td>1,00<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\u00c1gua l\u00edquida<\/td>\n<td>0,50<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Vapor d&#8217;\u00e1gua<\/td>\n<td>0,3 &#8211; 0,5<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Chumbo<\/td>\n<td>0,03<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Ferro<\/td>\n<td>0,1<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Quartzo<\/td>\n<td>0,19<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Sal<\/td>\n<td>0,21<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>M\u00e1rmore<\/td>\n<td>0,22<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>A\u00e7\u00facar<\/td>\n<td>0,30<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Am\u00f4nia<\/td>\n<td>1,23<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Clorof\u00f3rmio<\/td>\n<td>0,24<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Hidrog\u00eanio<\/td>\n<td>3,4<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\u00c1lcool et\u00edlico<\/td>\n<td>0,5<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: center;\">\u00a0<\/p>\n<p><strong>Propriedades Adequadas para o Homem <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O que esses fatos significam para o ser humano? Um homem pesando oitenta quilos produz em repouso cerca de 2400 calorias diariamente, o que seria suficiente para aumentar de cerca de 30 \u00baC a temperatura de seu corpo. Na realidade, o calor em excesso \u00e9 removido pelo sistema termo-regulador do corpo, a menos que o organismo esteja com febre. Essa remo\u00e7\u00e3o proporciona n\u00e3o somente conforto, como tamb\u00e9m constitui um meio de evitar a acelera\u00e7\u00e3o das rea\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esse importante controle t\u00e9rmico \u00e9 poss\u00edvel porque a \u00e1gua \u00e9 a principal subst\u00e2ncia componente do corpo humano, e porque ela apresenta um elevado calor espec\u00edfico. Se o corpo humano fosse constitu\u00eddo preponderantemente por outra subst\u00e2ncia com calor espec\u00edfico em torno da m\u00e9dia das apresentadas na tabela anterior, o calor produzido seria suficiente para aumentar a temperatura de cerca de 100 \u00baC.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Considere-se ainda o calor latente, que \u00e9 armazenado e n\u00e3o mensur\u00e1vel pelo aumento de temperatura, ao contr\u00e1rio do calor sens\u00edvel. Sem d\u00favida o leitor j\u00e1 observou que ao lavar as m\u00e3os, ao tentar enxug\u00e1-las abanando-as no ar, sente a sensa\u00e7\u00e3o de frio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando uma subst\u00e2ncia se evapora do estado l\u00edquido, ou se liquefaz do estado s\u00f3lido, absorve certa quantidade de calor. Essa mesma quantidade de calor deve ser retirada para o vapor se condensar, ou para o l\u00edquido se solidificar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No in\u00edcio de uma chuva h\u00e1 sempre um aumento de temperatura porque o vapor d&#8217;\u00e1gua est\u00e1 se transformando em gotas de chuva liquidas. Da mesma maneira, ap\u00f3s a chuva, ao aumentar a evapora\u00e7\u00e3o, h\u00e1 uma diminui\u00e7\u00e3o da temperatura.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Tabela seguinte d\u00e1 os valores do calor latente de evapora\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias subst\u00e2ncias, em calorias por grama:<\/p>\n<table class=\"tabela\" style=\"width: 30%; margin-left: auto; margin-right: auto;\">\n<tbody>\n<tr>\n<th colspan=\"2\"><strong>Calor latente (cal\/g)<\/strong><\/th>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\u00c1gua<\/td>\n<td>536<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Am\u00f4nia<\/td>\n<td>295<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Cloro<\/td>\n<td>67,4<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Oxig\u00eanio<\/td>\n<td>58<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Enxofre<\/td>\n<td>362<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>G\u00e1s Carb\u00f4nico<\/td>\n<td>72,2<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Merc\u00fario<\/td>\n<td>62<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: center;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tem-se aqui a base de um dos mecanismos de resfriamento do corpo humano. O suor espalha-se sobre a pele, e sua evapora\u00e7\u00e3o remove o excesso de calor do corpo. A evapora\u00e7\u00e3o da \u00e1gua em lagos e rios remove o calor do ar em suas imedia\u00e7\u00f5es. Por essa raz\u00e3o as ilhas e pen\u00ednsulas s\u00e3o livres de calor excessivo, ao mesmo tempo em que o congelamento da \u00e1gua no inverno lhes proporciona algum calor. As propriedades da \u00e1gua s\u00e3o bem adequadas \u00e0s necessidades dos seres vivos <sup>(6)<\/sup>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p><strong>Adequa\u00e7\u00e3o da Atmosfera<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" alignleft size-full wp-image-59\" src=\"https:\/\/filosofiadasorigens.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/12\/2019\/01\/terra.jpg\" border=\"0\" width=\"209\" height=\"139\" style=\"border: 0; float: left; margin: 2px;\" \/>Dos fatos anteriores n\u00e3o somente se v\u00ea que os seres vivos apresentam necessidades, como tamb\u00e9m se torna evidente a not\u00e1vel verdade de que o meio ambiente \u00e9 formado de maneira tal que supre essas necessidades. Como se sabe, o ar \u00e9 admiravelmente ajustado para os seres vivos.<\/p>\n<p>Atente-se para o que poderia parecer acaso. H\u00e1 enxofre no solo e nos alimentos tais como ovos, por\u00e9m n\u00e3o na atmosfera, exceto nas imedia\u00e7\u00f5es de vulc\u00f5es e das ind\u00fastrias qu\u00edmicas estabelecidas pelo homem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dever\u00edamos ser gratos pela aus\u00eancia dos compostos de enxofre tais como o g\u00e1s sulf\u00eddrico (o mal cheiroso g\u00e1s caracter\u00edstico de ovos podres) e o bi\u00f3xido de enxofre, usado para matar bact\u00e9rias e insetos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um vizinho do autor contraiu uma enfermidade contagiosa e foi aconselhado a fumigar suas roupas ap\u00f3s ter-se recuperado. Decidiu-se ele ent\u00e3o a fumigar-se, simultaneamente. Empunhando uma barra de enxofre entrou em uma caixa de piano vazia, fechou a tampa e come\u00e7ou a queimar o enxofre &#8211; mas teve de sair mais r\u00e1pido do que entrou! \u00c9 simplesmente o acaso que conserva o enxofre no solo e n\u00e3o nos pulm\u00f5es dos seres humanos?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Considere-se o importante g\u00e1s, o oxig\u00eanio, que constitui cerca de 20% da atmosfera e \u00e9 essencial a vida do homem e dos animais. Teria sido poss\u00edvel a sua combina\u00e7\u00e3o com outras subst\u00e2ncias, n\u00e3o houvesse um planejamento na cria\u00e7\u00e3o da Terra. Ele poderia ter-se combinado com hidrog\u00eanio para formar \u00e1gua, ou com sil\u00edcio para formar areia. H\u00e1 quem diga que isso foi o que se passou, e que o oxig\u00eanio existente na atmosfera proveio de diatom\u00e1ceas e outras plantas do oceano. Por\u00e9m, mesmo nessas condi\u00e7\u00f5es n\u00e3o deixariam de existir evid\u00eancias de um prop\u00f3sito.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As plantas foram formadas com a capacidade de liberar oxig\u00eanio, n\u00e3o para o seu pr\u00f3prio beneficio, mas para o incont\u00e1vel beneficio da humanidade e dos animais em geral. E realmente dif\u00edcil descartar-se da exist\u00eancia de um prop\u00f3sito ao se considerar a exist\u00eancia do oxig\u00eanio em estado livre.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O bi\u00f3xido de carbono \u00e9 necess\u00e1rio para a constru\u00e7\u00e3o das ra\u00edzes, caule e folhas, enquanto que o mon\u00f3xido de carbono \u00e9 um g\u00e1s venenoso n\u00e3o encontrado normalmente na atmosfera, mas s\u00f3 nos gases de escapamento dos motores de combust\u00e3o interna. O bi\u00f3xido de carbono \u00e9 um constituinte normal da atmosfera, sendo expirado pelos animais e homens, e absorvido pelas plantas para tornar poss\u00edvel seu crescimento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O hidrog\u00eanio, um dos elementos que comp\u00f5em a \u00e1gua, n\u00e3o se encontra em estado livre na atmosfera. Se o fosse, unir-se-ia com o oxig\u00eanio com grande ru\u00eddo, \u00e0 simples a\u00e7\u00e3o de uma chama, conforme costumeiramente mostrado nos laborat\u00f3rios de qu\u00edmica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Am\u00f4nia \u00e9 outro g\u00e1s que a infinita Sabedoria excluiu da atmosfera.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>O planejamento n\u00e3o pode ser exclu\u00eddo<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">H\u00e1 pessoas que, n\u00e3o aceitando o prop\u00f3sito divino como explica\u00e7\u00e3o para a vida, preferem aceitar a possibilidade de transforma\u00e7\u00e3o de um peda\u00e7o qualquer de mat\u00e9ria inerte em um ser vivente. Ressaltam que, dado tempo suficiente, pode ocorrer o evento improv\u00e1vel. Assim, o acaso produziu todos os tipos de plantas e animais, tendo permanecido os que se adaptaram, e sendo extintos os demais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se tal processo tivesse ocorrido, os f\u00f3sseis que fossem encontrados seriam tipos bizarros, sem rela\u00e7\u00e3o alguma com o seu meio ambiente. Por\u00e9m, longe de serem criaturas n\u00e3o adaptadas, produtos do acaso, foram eles de mesmo tipo que os seres vivos atualmente, podendo ser classificados nos fila das criaturas vivas atuais. Tais hip\u00f3teses s\u00e3o claramente ad-hoc, feitas para evitar o reconhecimento da cria\u00e7\u00e3o divina.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entretanto, mesmo que a sele\u00e7\u00e3o natural tivesse sido inteiramente eficaz, n\u00e3o poderia ela explicar a adequabilidade do meio ambiente. Os seres vivos e o meio ambiente ajustam-se perfeitamente como pe\u00e7as de um quebra-cabe\u00e7as. O acaso poderia ter produzido uma Terra que fosse adequada sob um determinado aspecto, por\u00e9m somente o pr\u00f3prio Deus poderia planejar a Terra como ela realmente \u00e9, ou foi, antes da queda.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias <\/strong><\/p>\n<ol>\n<li><span style=\"line-height: 1.3em;\">Henderson, J. Lawrence. 1913. The fitness of the environment. Beacon Press edition, 1958, Boston, p. v.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"line-height: 1.3em;\">Museum of Antiquity, p. 826.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"line-height: 1.3em;\">Romans 1:19, 20, New English Version.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"line-height: 1.3em;\">Butts, R. E. 1970. Wm. Whewell&#8217;s theory of the scientific method. Review in Science, 168:1195, 5 June.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"line-height: 1.3em;\">Henderson, Op. cit., p. 7.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"line-height: 1.3em;\">N\u00e3o obstante suas excelentes observa\u00e7\u00f5es, Henderson n\u00e3o atentou para a adequa\u00e7\u00e3o do ambiente. Ele procurou uma explica\u00e7\u00e3o mecanicista.<\/span><\/li>\n<\/ol>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>SUPERF\u00cdCIE DE ESTADO DA \u00c1GUA<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">(Esta Nota foi acrescentada \u00e0 primeira edi\u00e7\u00e3o deste n\u00famero da Folha\/Revista Criacionista)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" alignleft size-full wp-image-60\" src=\"https:\/\/filosofiadasorigens.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/12\/2019\/01\/agua.jpg\" border=\"0\" width=\"248\" height=\"222\" style=\"border: 0; float: left; margin: 2px;\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A \u00e1gua \u00e9 realmente um fluido com propriedades extraordin\u00e1rias!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A t\u00edtulo de ilustra\u00e7\u00e3o dos estados f\u00edsicos da \u00e1gua em fun\u00e7\u00e3o da press\u00e3o (p) e da temperatura (T), apresentamos ao lado a fotografia do modelo tridimensional elaborado pela Sociedade Criacionista Brasileira, em que se pode visualizar a chamada &#8220;superf\u00edcie de estado&#8221; descrita pela fun\u00e7\u00e3o f (p, T, v) = 0, onde v \u00e9 o volume espec\u00edfico.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>William J. 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