{"id":344,"date":"2014-02-02T11:50:17","date_gmt":"2014-02-02T13:50:17","guid":{"rendered":"https:\/\/filosofiadasorigens.scb.org.br\/2014\/02\/02\/genesis-e-a-coluna-geologica\/"},"modified":"2022-10-30T18:39:38","modified_gmt":"2022-10-30T21:39:38","slug":"genesis-e-a-coluna-geologica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/scb.org.br\/filosofiadasorigens\/artigos\/estruturas-conceituais\/genesis-e-a-coluna-geologica\/","title":{"rendered":"G\u00eanesis e a Coluna Geol\u00f3gica"},"content":{"rendered":"<p class=\"textopeq\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Ariel A. Roth<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>(Ph.D. pela Universidade de Michigan) foi diretor do Geoscience Research Institute, Loma Linda, Calif\u00f3rnia. Al\u00e9m de numerosos artigos sobre cria\u00e7\u00e3o e ci\u00eancia, escreveu o livro Origins: Linking Science and Scripture (Hagerstown, Ma; Review and Herald Publ. Assn, 1998), traduzido para o portugu\u00eas com o t\u00edtulo Origens &#8211; Relacionando a B\u00edblia com a Ci\u00eancia, obra publicada pela Casa Publicadora Brasileira em 2002.<\/em><\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Por que e como foram extintos os terr\u00edveis dinossauros? Muitas id\u00e9ias t\u00eam sido aventadas. Certo artigo cient\u00edfico traz uma lista de 40 poss\u00edveis raz\u00f5es, abrangendo desde sua falta de intelig\u00eancia at\u00e9 altera\u00e7\u00f5es no valor da constante gravitacional.\u00a0<sup><span class=\"superscript\">1<\/span><\/sup> Considera\u00e7\u00f5es mais recentes sugerem a possibilidade de um imenso aster\u00f3ide, contendo o elemento qu\u00edmico ir\u00eddio, ter atingido a Terra, causando uma gigantesca cat\u00e1strofe que destruiu os dinossauros e muitas outras formas de vida. Essa interessante ideia \u00e9 especialmente popular nos meios de comunica\u00e7\u00e3o e entre os geof\u00edsicos, embora grupos significativos de outros cientistas &#8212; especialmente os paleontologistas (que estudam os f\u00f3sseis) &#8212; pensem que outros fatores, como o calor ou os vulc\u00f5es, tenham causado a extin\u00e7\u00e3o dos dinossauros.\u00a0<sup><span class=\"superscript\">2<\/span><\/sup><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<span style=\"line-height: 1.3em;\">Os cientistas que cr\u00eaem na B\u00edblia como a Palavra de Deus interpretam a hist\u00f3ria da vida na Terra de forma diferente, vendo no dil\u00favio universal descrito no livro de G\u00eanesis (cap\u00edtulos 6 a 8) o terr\u00edvel acontecimento que teria destru\u00eddo os dinossauros e ocasionado a forma\u00e7\u00e3o das principais camadas sedimentares fossil\u00edferas da crosta terrestre. Essa maneira de ver n\u00e3o \u00e9 aceita atualmente nos c\u00edrculos cient\u00edficos, embora, no passado, o fosse. A variedade de id\u00e9ias sobre a extin\u00e7\u00e3o dos dinossauros admoesta-nos a sermos cautelosos na interpreta\u00e7\u00e3o de um passado n\u00e3o-observ\u00e1vel em nossos dias.\u00a0<\/span><sup><span class=\"superscript\" style=\"line-height: 1.3em;\">3<\/span><\/sup><\/p>\n<p>  <!--more-->  <\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"line-height: 1.3em;\">\u00a0<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"line-height: 1.3em;\">Uma quest\u00e3o cr\u00edtica<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Ci\u00eancia ou B\u00edblia &#8211; qual das duas exp\u00f5e a verdade? As diferen\u00e7as entre o modelo evolutivo cient\u00edfico e o modelo criacionista b\u00edblico s\u00e3o gritantes e dificilmente poderiam ser maiores. E isso n\u00e3o apenas sobre a extin\u00e7\u00e3o dos dinossauros. O modelo evolucionista prop\u00f5e que a vida se originou espontaneamente h\u00e1 bilh\u00f5es de anos, e ent\u00e3o evoluiu rumo a formas cada vez mais avan\u00e7adas at\u00e9 culminar na forma\u00e7\u00e3o dos seres humanos. O modelo criacionista, como exposto na B\u00edblia, prop\u00f5e que Deus criou formas b\u00e1sicas de vida, incluindo o homem, h\u00e1 alguns mil\u00eanios. Devido \u00e0 iniquidade humana, essa ordem criativa original foi destru\u00edda pelo dil\u00favio universal. A interpreta\u00e7\u00e3o da disposi\u00e7\u00e3o dos f\u00f3sseis naquilo que denominamos <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">coluna geol\u00f3gica<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\">, tem muito a revelar sobre cada um desses dois modelos.\u00a0<\/span><sup><span class=\"superscript\" style=\"line-height: 1.3em;\">4<\/span><\/sup><span style=\"line-height: 1.3em;\"> E, mais importante ainda, esses modelos podem afetar profundamente nossa cosmovis\u00e3o. Estamos aqui somente como resultado de um processo evolutivo prolongado, mecanicista, sem des\u00edgnio, ou fomos criados \u00e0 imagem de Deus, com prop\u00f3sito, responsabilidade e esperan\u00e7a de futura vida eterna, como indicado na B\u00edblia? Muitos t\u00eam debatido essas quest\u00f5es e outros tantos ainda continuam a discuti-las.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"titulopretoneg\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Coluna geol\u00f3gica &#8211; o que vem ela a ser?<\/strong> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" alignright size-full wp-image-340\" src=\"https:\/\/filosofiadasorigens.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/12\/2014\/02\/15_1_roth_p_g1.gif\" border=\"0\" width=\"205\" height=\"205\" align=\"right\" style=\"float: right; border: 0; margin: 3px;\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">A coluna geol\u00f3gica completa n\u00e3o \u00e9 algo que possa ser encontrado nas camadas de rocha que formam a crosta terrestre. Ela \u00e9 mais parecida com um mapa, uma representa\u00e7\u00e3o da ordem geral das camadas sedimentares na superf\u00edcie da Terra. As camadas inferiores, que deveriam ter sido depositadas primeiro, situam-se na base da coluna, e as mais recentes est\u00e3o postadas em seu topo, como as encontramos na natureza. Ao olharmos para locais que sofreram intensa eros\u00e3o como o Grand Canyon, nos Estados Unidos (<strong>Figura 1<\/strong>), vemos uma parte significativa da coluna geol\u00f3gica representada por camadas que, nesse lugar, s\u00e3o excepcionalmente espessas. Pode-se tamb\u00e9m representar a coluna geol\u00f3gica como um corte feito num bolo de v\u00e1rias camadas. Essa fatia representa as diversas divis\u00f5es na ordem em que foram dispostas no bolo. De maneira semelhante, se cort\u00e1ssemos uma fatia vertical das encostas do Grand Canyon, ter\u00edamos a coluna geol\u00f3gica local formada pelas diversas camadas sedimentares.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" alignleft size-full wp-image-341\" src=\"https:\/\/filosofiadasorigens.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/12\/2014\/02\/15_1_roth_p_g2.gif\" border=\"0\" width=\"400\" height=\"519\" align=\"left\" style=\"float: left; border: 0; margin: 3px;\" \/><\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Como \u00e9 habitual no estudo da natureza, o quadro real \u00e9 complicado. Freq\u00fcentemente, em muitos locais, est\u00e3o ausentes algumas camadas da coluna geol\u00f3gica. Em lugar algum \u00e9 poss\u00edvel encontrar uma coluna geol\u00f3gica completa e somente em poucas localidades est\u00e3o bem representadas as principais divis\u00f5es da coluna geol\u00f3gica completa. Essa coluna \u00e9 algo ideal que representa todas as camadas sedimentares da crosta terrestre na ordem esperada. Ela foi sendo constru\u00edda pacientemente, \u00e0 medida que os paleontologistas comparavam entre si as sequ\u00eancias de f\u00f3sseis das colunas geol\u00f3gicas locais. Observa-se que algumas esp\u00e9cies de f\u00f3sseis como os trilobites, artr\u00f3podes marinhos semelhantes a caranguejos, situavam-se abaixo dos dinossauros, e esses abaixo dos elefantes. Uma amostra de alguns organismos caracter\u00edsticos encontrados nas principais partes da coluna geol\u00f3gica completa est\u00e1 ilustrada na <strong>Figura 2<\/strong>. A coluna apresenta uma impressionante diferen\u00e7a entre sua parte inferior correspondente ao pr\u00e9-cambriano &#8212; onde os f\u00f3sseis s\u00e3o muito raros e de tamanho essencialmente microsc\u00f3pico &#8212; e a parte superior correspondente ao faneroz\u00f3ico &#8212; onde os f\u00f3sseis s\u00e3o comparativamente abundantes e representam grande variedade de organismos de porte bem maior. Tipos muito singulares e mais raros de organismos maiores (fauna ediacara) s\u00e3o encontrados imediatamente abaixo do faneroz\u00f3ico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"titulopretoneg\" style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"line-height: 1.3em;\">Qu\u00e3o confi\u00e1vel \u00e9 a coluna geol\u00f3gica?<\/strong><\/p>\n<p class=\"titulopretoneg\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Quando voc\u00ea olha para o Grand Canyon (<strong>Figura 1<\/strong>), geralmente n\u00e3o se d\u00e1 conta do fato de que ali n\u00e3o est\u00e3o presentes importantes partes da coluna geol\u00f3gica completa. Embora o per\u00edodo cambriano esteja representado (camadas logo acima da seta, \u00e0 esquerda, na <strong>Figura 1<\/strong>), os per\u00edodos ordoviciano e siluriano est\u00e3o ausentes. Al\u00e9m do mais, as eras mesoz\u00f3ica e cenoz\u00f3ica (ver <strong>Figura 2<\/strong> para terminologia) tamb\u00e9m n\u00e3o est\u00e3o presentes, pois consistem em camadas que estariam acima da encosta do Canyon. Como a coluna geol\u00f3gica completa \u00e9 montada a partir de seq\u00fc\u00eancias existentes em diferentes locais, e como partes dela frequentemente n\u00e3o est\u00e3o presentes no mesmo local, que confian\u00e7a podemos depositar na precis\u00e3o de sua montagem? E existem ainda alguns locais em que as partes normalmente situadas na base da coluna geol\u00f3gica completa, encontram-se acima do seu topo. Explica-se que essas s\u00e3o \u00e1reas de perturba\u00e7\u00e3o nas quais as camadas inferiores foram transportadas para cima das camadas mais recentes. A despeito dessas debilidades, na maioria das regi\u00f5es do mundo a coluna geol\u00f3gica geralmente se encontra na ordem &#8220;correta&#8221; e se mostra notavelmente confi\u00e1vel.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"titulopretoneg\" style=\"text-align: justify;\"><strong>A coluna geol\u00f3gica e a evolu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">A coluna geol\u00f3gica constitui-se num dos argumentos mais fortes utilizados em favor da evolu\u00e7\u00e3o. Acredita-se que formas de vida simples tenham evolu\u00eddo h\u00e1 cerca de 3,5 bilh\u00f5es de anos e, de fato, s\u00e3o encontradas evid\u00eancias dessas formas simples nas camadas inferiores do pr\u00e9-cambriano (<strong>Figura 2<\/strong>). Mais acima, na parte inferior do paleoz\u00f3ico, encontram-se animais marinhos mais complexos, como as esponjas. Ainda mais acima, no paleoz\u00f3ico superior e no mesoz\u00f3ico, encontram-se animais e plantas terrestres mais avan\u00e7ados, como as samambaias arborescentes e os dinossauros. Na parte superior do cenoz\u00f3ico, encontram-se os organismos mais desenvolvidos, como por exemplo, elefantes e plantas com flor. Em geral, organismos mais simples s\u00e3o tamb\u00e9m encontrados nas camadas superiores, mas organismos mais evolvidos n\u00e3o s\u00e3o encontrados nas camadas inferiores. A apar\u00eancia de que existe algum &#8220;avan\u00e7o&#8221; ao se subir na coluna geol\u00f3gica \u00e9 considerada como representa\u00e7\u00e3o da evolu\u00e7\u00e3o ao longo de \u00e9ons de tempo, \u00e0 medida que as camadas foram sendo gradativamente depositadas, aprisionando organismos que se tornaram fossilizados.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"titulopretoneg\" style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"titulopretoneg\" style=\"text-align: justify;\"><strong>A coluna geol\u00f3gica e o modelo b\u00edblico das origens<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">O &#8220;avan\u00e7o&#8221; da vida observado ao se ascender na coluna geol\u00f3gica tem sido explicado de v\u00e1rias maneiras consistentes com o modelo b\u00edblico de uma cria\u00e7\u00e3o recente. O dil\u00favio b\u00edblico universal \u00e9 crucial para essas explica\u00e7\u00f5es, como evento causador da deposi\u00e7\u00e3o da maior parte das camadas do faneroz\u00f3ico. As explica\u00e7\u00f5es incluem: (1) durante o Dil\u00favio, os animais de maior porte e mais desenvolvidos puderam fugir para n\u00edveis mais elevados. Isso pode explicar algumas sequ\u00eancias de avan\u00e7amento que constatamos em animais f\u00f3sseis, mas \u00e9 muito improv\u00e1vel que possa explicar toda a coluna geol\u00f3gica. Por outro lado, seria de esperar que organismos excepcionais, como as baleias, pudessem escapar. (2) Algumas experi\u00eancias mostram que as carca\u00e7as de formas &#8220;mais avan\u00e7adas&#8221;, como mam\u00edferos e p\u00e1ssaros, flutuam durante semanas, enquanto as de animais &#8220;menos avan\u00e7ados&#8221;, como r\u00e9pteis, flutuam durante per\u00edodo menor, e as de anf\u00edbios mais simples, somente durante dias.\u00a0<\/span><sup><span class=\"superscript\" style=\"line-height: 1.3em;\">5<\/span><\/sup><span style=\"line-height: 1.3em;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" alignright size-full wp-image-342\" src=\"https:\/\/filosofiadasorigens.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/12\/2014\/02\/15_1_roth_p_g3.gif\" border=\"0\" width=\"395\" height=\"267\" align=\"right\" style=\"float: left; border: 0; margin: 3px;\" \/>Esses per\u00edodos de tempo harmonizam-se com os eventos que ocorreram no Dil\u00favio, e isso pode ser um significativo fator contribuinte. (3) A explica\u00e7\u00e3o mais abrangente \u00e9 a Teoria do Zoneamento Ecol\u00f3gico,\u00a0<\/span><sup><span class=\"superscript\" style=\"line-height: 1.3em;\">6<\/span><\/sup><span style=\"line-height: 1.3em;\"> modelo que prop\u00f5e a disposi\u00e7\u00e3o dos organismos anteriores ao dil\u00favio (<strong>Figura 3<\/strong>) como respons\u00e1vel pela sua distribui\u00e7\u00e3o na coluna geol\u00f3gica. Os organismos que viviam nas regi\u00f5es de menor altitude do mundo pr\u00e9-diluviano representam a parte inferior da coluna geol\u00f3gica, e os que viviam nas regi\u00f5es de maior altitude, o topo da coluna.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">O mecanismo sugerido para a Teoria do Zoneamento Ecol\u00f3gico \u00e9 o rompimento da superf\u00edcie da Terra e a ascens\u00e3o gradual das \u00e1guas do dil\u00favio, seguidos da destrui\u00e7\u00e3o dos v\u00e1rios ambientes pr\u00e9-diluvianos \u00e0 medida que iam sendo erodidos pelas ondas. As \u00e1guas provocariam eros\u00e3o e transportariam sedimentos e organismos, primeiramente das \u00e1reas de menor altitude, depositando-os em regi\u00f5es mais baixas ainda (bacias sedimentares). Gradualmente, ent\u00e3o, as \u00e1reas cada vez mais elevadas seriam erodidas e depositadas ordenadamente em grandes bacias sedimentares, nas quais se formaria uma coluna geol\u00f3gica local. O processo teria sido suficientemente calmo para que as camadas depositadas n\u00e3o fossem significativamente perturbadas e permanecessem ordenadas como hoje as vemos (<strong>Figura 1<\/strong>).<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"titulopretoneg\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Algumas quest\u00f5es<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Embora, em geral, a distribui\u00e7\u00e3o dos organismos no mundo hoje concorde com a distribui\u00e7\u00e3o geral na coluna geol\u00f3gica (ver abaixo), isso n\u00e3o acontece com rela\u00e7\u00e3o a importantes detalhes que s\u00e3o considerados como as mais s\u00e9rias obje\u00e7\u00f5es \u00e0 Teoria do Zoneamento Ecol\u00f3gico. Por exemplo, na coluna geol\u00f3gica completa encontram-se mam\u00edferos e plantas com flores principalmente nas camadas superiores (<strong>Figura 2<\/strong>). Isso deveria ter ocorrido nos ambientes terrestres de grande altitude anteriormente ao dil\u00favio, embora encontremos hoje esses organismos at\u00e9 no n\u00edvel do mar. Para contornar essas e outras obje\u00e7\u00f5es, prop\u00f5e-se que a distribui\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica dos organismos antediluvianos fosse algo diferente da atual. Seria de esperar que um dil\u00favio universal causasse altera\u00e7\u00f5es desse tipo. A distribui\u00e7\u00e3o de organismos antes do dil\u00favio pode ter sido mais restrita e ordenada do que atualmente, e provavelmente existiram mares em diferentes n\u00edveis (<strong>Figura 3<\/strong>). Observe-se a distribui\u00e7\u00e3o similar de organismos nas <strong>Figuras 2 e 3<\/strong>.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Surgem tamb\u00e9m quest\u00f5es sobre por que, at\u00e9 hoje, exemplos convincentes de homens f\u00f3sseis encontram-se somente pr\u00f3ximos ao pr\u00f3prio topo da coluna geol\u00f3gica. As explica\u00e7\u00f5es incluem: (1) antes do dil\u00favio, os seres humanos e os mam\u00edferos habitavam somente regi\u00f5es mais altas e mais frias. (2) Durante o dil\u00favio, seres humanos inteligentes fugiram para as regi\u00f5es mais altas, onde as probabilidades de soterramento e preserva\u00e7\u00e3o em sedimentos eram bem menores. (3) Poderiam n\u00e3o ter existido tantos seres humanos antes do dil\u00favio, sendo portanto bem menor a probabilidade de descobri-los hoje. O registro b\u00edblico indica taxas de crescimento populacional bem menores antes do dil\u00favio. No\u00e9 teve somente tr\u00eas filhos em 600 anos (G\u00eanesis 5-7).<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"titulopretoneg\" style=\"text-align: justify;\"><strong>A coluna geol\u00f3gica ap\u00f3ia o modelo b\u00edblico<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">A presen\u00e7a de organismos microsc\u00f3picos f\u00f3sseis simples ao longo de todo o pr\u00e9-cambriano, adapta-se mais ao modelo b\u00edblico<\/span><span style=\"line-height: 1.3em;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" alignright size-full wp-image-343\" src=\"https:\/\/filosofiadasorigens.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/12\/2014\/02\/15_1_roth_p_g4.gif\" border=\"0\" width=\"170\" height=\"503\" align=\"right\" style=\"float: right; border: 0; margin: 3px;\" \/> do que ao arqu\u00e9tipo evolucionista. Esses f\u00f3sseis proviriam de micr\u00f3bios de v\u00e1rios tipos que foram recentemente descobertos, bem como de algas\u00a0<\/span><sup><span class=\"superscript\" style=\"line-height: 1.3em;\">7<\/span><\/sup><span style=\"line-height: 1.3em;\"> que vivem em rochas profundas. Para o modelo evolucionista, esses f\u00f3sseis microsc\u00f3picos significam que virtualmente n\u00e3o ocorreu qualquer &#8220;evolu\u00e7\u00e3o&#8221; durante tr\u00eas bilh\u00f5es de anos (<strong>Figura 4<\/strong>), cerca de 5\/6 de todo o tempo evolutivo. O pr\u00e9-cambriano de maneira alguma aparenta desenvolvimento evolutivo progressivo gradual.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">De s\u00fabito, imediatamente acima desse n\u00edvel, naquilo que os evolucionistas denominam de <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">explos\u00e3o cambriana<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\">, aparecem quase todos os tipos b\u00e1sicos (filo) de animais (<strong>Figuras 2 e 4<\/strong>).\u00a0<\/span><sup><span class=\"superscript\" style=\"line-height: 1.3em;\">8<\/span><\/sup><\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Isso se parece mais com cria\u00e7\u00e3o do que com um processo evolutivo gradual. A evolu\u00e7\u00e3o precisa de muito tempo para acomodar todos os eventos virtualmente imposs\u00edveis, necess\u00e1rios para a produ\u00e7\u00e3o de formas vivas complexas, por\u00e9m, a coluna geol\u00f3gica n\u00e3o permite tanto tempo. Os evolucionistas falam em somente 5 a 20 milh\u00f5es de anos para a explos\u00e3o cambriana!\u00a0<sup><span class=\"superscript\">9<\/span><\/sup> Isto \u00e9, menos de 1% de todo o tempo evolutivo. Samuel Bowring, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, cuja especialidade \u00e9 data\u00e7\u00e3o de rochas, faz o seguinte coment\u00e1rio: &#8220;E o que eu gosto de perguntar a alguns dos meus amigos bi\u00f3logos \u00e9: Qu\u00e3o rapidamente a evolu\u00e7\u00e3o pode acontecer, antes que eles se sintam desconfort\u00e1veis?&#8221;\u00a0<sup><span class=\"superscript\">10<\/span><\/sup> A seta preta \u00e0 esquerda na <strong>Figura 1<\/strong> indica a localiza\u00e7\u00e3o da explos\u00e3o cambriana no Grand Canyon. A explos\u00e3o cambriana harmoniza-se muito bem com a Teoria do Zoneamento Ecol\u00f3gico. Ela representa os mares mais baixos (<strong>Figura 3<\/strong>) anteriores ao dil\u00favio, que abrigavam grande variedade de animais marinhos, exatamente como se encontram nos mares atuais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Ascendendo na escala geol\u00f3gica, encontramos tipos de organismos marinhos (oce\u00e2nicos) at\u00e9 meados do paleoz\u00f3ico. Nesse ponto, come\u00e7a a aparecer uma grande variedade de organismos terrestres (<strong>Figuras 2 e 3<\/strong>), incluindo fungos, liquens, juncos (cavalinhas), samambaias, insetos, mil\u00edpedes, aranhas e anf\u00edbios.\u00a0<\/span><sup><span class=\"superscript\" style=\"line-height: 1.3em;\">11<\/span><\/sup><span style=\"line-height: 1.3em;\"> A evolu\u00e7\u00e3o tem de responder por que tantas esp\u00e9cies diferentes de organismos terrestres evolu\u00edram praticamente ao mesmo tempo. Para a Teoria do Zoneamento Ecol\u00f3gico, isso representaria, como esperado, as regi\u00f5es terrestres mais baixas e secas existentes anteriormente ao Dil\u00favio.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Bem acima, na coluna, descobre-se, de acordo com o cen\u00e1rio evolucionista, que a maior parte das ordens de mam\u00edferos surgiu num intervalo de apenas 12 milh\u00f5es de anos, e as ordens vivas de aves entre 5 e 10 milh\u00f5es de anos. Alguns evolucionistas caracterizam essas r\u00e1pidas taxas como sendo &#8220;claramente absurdas&#8221;.\u00a0<\/span><sup><span class=\"superscript\" style=\"line-height: 1.3em;\">12<\/span><\/sup><span style=\"line-height: 1.3em;\"> Pensa-se que as esp\u00e9cies f\u00f3sseis duram v\u00e1rios milh\u00f5es de anos, e os evolucionistas acreditam que seja necess\u00e1rio um grande n\u00famero de gera\u00e7\u00f5es de cada esp\u00e9cie para que ocorram quaisquer altera\u00e7\u00f5es evolutivas significativas.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Outro problema s\u00e9rio para a evolu\u00e7\u00e3o revelado pela coluna geol\u00f3gica, \u00e9 a aus\u00eancia de f\u00f3sseis intermedi\u00e1rios &#8212; especialmente entre os grandes grupos de plantas e animais. E \u00e9 especificamente a\u00ed que seria de esperar o maior n\u00famero deles. Alguns poucos t\u00eam sido descritos, por\u00e9m onde deveriam existir centenas de milhares, como por exemplo, logo abaixo da explos\u00e3o cambriana, n\u00e3o h\u00e1 virtualmente nenhum. Pouca evid\u00eancia existe em favor de qualquer desenvolvimento evolutivo.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"articleSection\" style=\"text-align: justify;\"><strong>O veredicto<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Muitos evolucionistas sentem que a vaga progress\u00e3o das formas de vida, \u00e0 medida que se sobe na coluna geol\u00f3gica, constitui uma evid\u00eancia indiscut\u00edvel a favor do seu modelo. Entretanto, uma observa\u00e7\u00e3o mais acurada revela, ao contr\u00e1rio, problemas graves, especialmente taxas de evolu\u00e7\u00e3o err\u00e1ticas, tempo insuficiente e aus\u00eancia de f\u00f3sseis intermedi\u00e1rios. No contexto b\u00edblico seria tamb\u00e9m de esperar alguma progress\u00e3o geral das formas vivas, pois o dil\u00favio de G\u00eanesis contribuiu para a forma\u00e7\u00e3o da coluna geol\u00f3gica. Um dil\u00favio universal na nossa Terra hoje tamb\u00e9m produziria uma coluna geol\u00f3gica com um aumento geral de complexidade de baixo para cima. No n\u00edvel mais inferior estariam os microrganismos simples que vivem nas rochas profundas, em seguida viriam os organismos marinhos e acima estariam os organismos terrestres continentais &#8220;avan\u00e7ados&#8221;. Al\u00e9m disso, se as paisagens da Terra antes do Dil\u00favio fossem como as desenhadas na <strong>Figura 3<\/strong> e soterradas gradualmente e em ordem pelo dil\u00favio, isso produziria a coluna geol\u00f3gica como a vemos hoje. Evid\u00eancias como a vida microsc\u00f3pica simples nas rochas profundas, a explos\u00e3o cambriana e o mesmo n\u00edvel de surgimento de grande n\u00famero de organismos terrestres, apoiam fortemente a Teoria do Zoneamento Ecol\u00f3gico e a explica\u00e7\u00e3o do dil\u00favio b\u00edblico para a coluna geol\u00f3gica.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"titulopretoneg\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Notas e Refer\u00eancias<\/strong><span style=\"line-height: 1.3em;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<ol>\n<li><span style=\"line-height: 1.3em;\">G. L. Jepsen, &#8220;Riddles of the Terrible Lizards&#8221;, American Scientist 52 (1964):227-246.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"line-height: 1.3em;\">A. Hallam, Great Geological Controversies, 2a. ed. (Oxford: Oxford University Press, 1989), pp. 185-215; E. Dobb, &#8220;What Wiped Out the Dinosaurs?&#8221; Discover 23 (2002) 6:35-43.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"line-height: 1.3em;\">Para outras considera\u00e7\u00f5es sobre cautela, ver R. A. Kerr, &#8220;Reversals Reveal Pitfalls in Spotting Ancient and E. T. Life&#8221;, Science 296 (2002): 1384-1385; A. A. Roth, &#8220;False Fossils&#8221;. Origins 23 (1996):110-124<\/span><\/li>\n<li><span style=\"line-height: 1.3em;\">Alguns pontos de vista como cria\u00e7\u00e3o progressiva e evolu\u00e7\u00e3o te\u00edsta, s\u00e3o intermedi\u00e1rios entre cria\u00e7\u00e3o e evolu\u00e7\u00e3o. Para uma avalia\u00e7\u00e3o, ver Roth, Origens &#8211; Relacionando a B\u00edblia com a Ci\u00eancia. Casa Publicadora Brasileira, 2002, pp. 328-342.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"line-height: 1.3em;\">Para alguns detalhes, ver idem, p. 162.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"line-height: 1.3em;\">H. W. Clark, The New Diluvialism (Angwin, Calif.: Science Publications, 1946), pp. 37-93: Roth, Origens &#8211; Relacionando a B\u00edblia com a Ci\u00eancia, pp. 155-170.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"line-height: 1.3em;\">A presen\u00e7a de algas em rochas profundas \u00e9 inesperada. Para uma discuss\u00e3o mais aprofundada, ver Roth, &#8220;Life in Deep Rocks and the Deep Fossil Record&#8221;. Origins 19 (1992):93-104; J. L. Sinclair e W. C. Ghlorse. &#8220;Distribution of Aerobic Bacteria. Protozoa, Algae, and Fungi in Deep Subsurface Sediments&#8221;. Geomicrobiology Journal 7 (1989):15-31.<\/span><span style=\"line-height: 1.3em;\">\u00a0<\/span><\/li>\n<li><span style=\"line-height: 1.3em;\">J. W. Valentine, &#8220;Why no New Phyla after the Cambrian? Genome and Ecospace Hypotheses Revisited&#8221;. Palaios 10 (1995):190-194; R. D. K. Thomas. R. M. Shearman e G. W. Stewart. &#8220;Evolutionary Exploitation of Design Option by the Firs Animals With Hard Skeletons&#8221;, Science 288 (2000):1239-1242.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"line-height: 1.3em;\">S. A. Bowring, J. P. Grotzinger, C. E. Isachsen, A. H. Knoll, S. M. Plechaty e P. Kolosov, &#8220;Calibrating Rates of Early Cambrian Evolution&#8221;, Science 261 (1993):1293-1298; C. Zimer. &#8220;Fossils Give Glimpse of Old Mother Lamprey&#8221;, Science 286 (1999):1064-1065.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"line-height: 1.3em;\">Citado por M. Nash, &#8220;When Life Exploded&#8221;. Time 146 (1995)23:66-74.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"line-height: 1.3em;\">Para uma ilustra\u00e7\u00e3o mais completa ver Roth, Origens &#8211; Relacionando a B\u00edblia com a Ci\u00eancia. Figura 10.1, p. 158.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"line-height: 1.3em;\">S. M. Stanley, The New Evolutionary Timetable: Fossils, Genes and the Origin of Species. (New York: Basic Books, 1981), p. 93.<\/span><\/li>\n<\/ol>\n<p> Artigo publicado em <\/p>\n<p> <a href=\"http:\/\/dialogue.adventist.org\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-33\" src=\"https:\/\/filosofiadasorigens.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/12\/2010\/12\/dialogo.jpg\" border=\"0\" width=\"200\" height=\"62\" style=\"border: 0px none; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ariel A. Roth (Ph.D. pela Universidade de Michigan) foi diretor do Geoscience Research Institute, Loma Linda, Calif\u00f3rnia. Al\u00e9m de numerosos artigos sobre cria\u00e7\u00e3o e ci\u00eancia, escreveu o livro Origins: Linking Science and Scripture (Hagerstown, Ma; Review and Herald Publ. 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