{"id":339,"date":"2014-02-02T11:47:19","date_gmt":"2014-02-02T13:47:19","guid":{"rendered":"https:\/\/filosofiadasorigens.scb.org.br\/2014\/02\/02\/catastrofismo-sim\/"},"modified":"2022-10-30T18:39:42","modified_gmt":"2022-10-30T21:39:42","slug":"catastrofismo-sim","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/scb.org.br\/filosofiadasorigens\/artigos\/estruturas-conceituais\/catastrofismo-sim\/","title":{"rendered":"Catastrofismo? Sim!"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"line-height: 1.3em;\">Ariel A. Roth<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><strong style=\"line-height: 1.3em;\"><span style=\"font-weight: normal;\">(Ph.D., Universidade de Michigan) \u00e9 o editor de Origens e ex-diretor do Geoscience Research Institute. Seu livro, Origins: Linking Science and Scripture, do qual este artigo \u00e9 adaptado, foi recentemente publicado pela Review and Herald Publishing Association. O endere\u00e7o do Dr. Roth: Geoscience Research Institute &#8211; Loma Linda University; Loma Linda, California 92350, E.U.A. Fax: (909) 824-92350. E-mail: griccmail.llu.edu.<\/span><\/strong><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><strong style=\"line-height: 1.3em;\"><span style=\"font-weight: normal;\">\u00a0<\/span><\/strong><\/em><\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Bem cedo, na manh\u00e3 de 14 de novembro de 1963, a tripula\u00e7\u00e3o do navio pesqueiro Isleifur II notou um cheiro estranho de enxofre no ar, mas n\u00e3o lhe deu import\u00e2ncia. Cerca de uma hora mais tarde, o barco, que navegava perto da costa da Isl\u00e2ndia, come\u00e7ou a jogar de modo fora do comum. \u00c0 fraca luz da aurora, a tripula\u00e7\u00e3o observou uma fuma\u00e7a escura subindo no sul. Pensando que um navio se incendiara, foram verificar se havia alguma mensagem de S.O.S. pelo r\u00e1dio, mas nada tinha sido captado. Olhando atrav\u00e9s de seus bin\u00f3culos, o capit\u00e3o notou colunas pretas irrompendo do mar a cerca de um quil\u00f4metro. A tripula\u00e7\u00e3o imediatamente suspeitou de um vulc\u00e3o; afinal eles deviam saber, pois eram da Isl\u00e2ndia, onde a atividade vulc\u00e2nica \u00e9 comum. O barco pesqueiro estava exatamente sobre a crista vulc\u00e2nica do meio do Atl\u00e2ntico. L\u00e1 o fundo do oceano fica a cem metros abaixo do n\u00edvel do mar, de modo que a atividade de um vulc\u00e3o submarino podia ser facilmente observada da superf\u00edcie do oceano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">A perturba\u00e7\u00e3o continuou o dia todo, com pedras, rel\u00e2mpagos e uma coluna de vapor, cinza e fuma\u00e7a subindo a 3 km no ar. Em cinco dias, onde antes havia apenas o oceano aberto, tinha-se formado uma ilha de 600 metros de comprimento (Figura 1). A ilha, mais tarde chamada Surtsey por causa do gigante mitol\u00f3gico Surtur, finalmente atingiu um di\u00e2metro de quase dois quil\u00f4metros. Surpreendentemente, quando os cientistas visitaram a ilha, esta revelava a apar\u00eancia de ter estado l\u00e1 por muito tempo. Dentro de cinco meses, uma praia de apar\u00eancia madura e um rochedo se tinham formado (Figura 2). Um dos investigadores comentou: \u201cAquilo que noutras partes pode levar milhares de anos&#8230; leva poucas semanas ou mesmo poucos dias aqui\u201d. Em Surtsey somente poucos meses bastaram para criar-se um panorama t\u00e3o variado e maduro que era quase incr\u00edvel\u201d. <\/span><sup>(1)<\/sup><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Normalmente, em nossa terra relativamente pl\u00e1cida, as mudan\u00e7as n\u00e3o ocorrem com muita rapidez, mas ocasionalmente fen\u00f4menos como a forma\u00e7\u00e3o de Surtsey nos lembram que podem ocorrer mudan\u00e7as catastr\u00f3ficas e r\u00e1pidas.<\/span><span style=\"line-height: 1.3em;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>  <!--more-->  <\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"line-height: 1.3em;\">\u00a0<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"line-height: 1.3em;\">Catastrofismo e uniformitarianismo<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">O catastrofismo e o uniformitarianismo t\u00eam desempenhado um papel importante na interpreta\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria da terra. O primeiro assume a ocorr\u00eancia de fen\u00f4menos geol\u00f3gicos r\u00e1pidos, ao passo que o segundo afirma o conceito contr\u00e1rio de mudan\u00e7as pequenas, lentas e prolongadas. Os longos per\u00edodos requeridos para mudan\u00e7as lentas e uniformes exigem que o relato b\u00edblico de uma Cria\u00e7\u00e3o recente seja abandonado, ao explicar a forma\u00e7\u00e3o de camadas geol\u00f3gicas enormes e os f\u00f3sseis que aparecem na superf\u00edcie da terra. O uniformitarianismo se encaixa melhor com uma hist\u00f3ria de evolu\u00e7\u00e3o prolongada e longas eras geol\u00f3gicas, ao passo que o catastrofismo se harmoniza melhor com o conceito b\u00edblico de uma Cria\u00e7\u00e3o recente e um subseq\u00fcente Dil\u00favio universal. O Dil\u00favio b\u00edblico, que poderia depositar as camadas geol\u00f3gicas rapidamente, representa um exemplo primordial de catastrofismo.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Ao longo da maior parte da hist\u00f3ria humana, o catastrofismo era uma teoria bem aceita <sup>2<\/sup>,<\/span><span style=\"line-height: 1.3em;\">\u00a0como se v\u00ea na mitologia antiga e na antiguidade grega e romana. O interesse diminuiu durante a Idade M\u00e9dia, embora os \u00e1rabes seguissem de perto Arist\u00f3teles, que cria em cat\u00e1strofes. A Renascen\u00e7a testemunhou um interesse renovado. Os f\u00f3sseis marinhos achados em abund\u00e2ncia nos Alpes eram freq\u00fcentemente explicados como o resultado do Dil\u00favio. Os s\u00e9culos 17 e 18 viram tentativas de harmonizar a ci\u00eancia com o relato b\u00edblico da Cria\u00e7\u00e3o e do Dil\u00favio. N\u00e3o obstante, houve alguns detratores not\u00e1veis, como Ren\u00e9 Descartes (1596-1650), que sugeriu que a Terra se formou por um processo de esfriamento. Id\u00e9ias ortodoxas come\u00e7aram a ser modificadas, tais como sugest\u00f5es de que o Dil\u00favio poderia ter resultado de causas naturais e que ele podia n\u00e3o ter formado todas as camadas de rochas sedimentares. Na Fran\u00e7a, Georges Cuvier (1769-1832) prop\u00f4s cat\u00e1strofes m\u00faltiplas, e durante este per\u00edodo alguns estudiosos advogaram o uniformitarianismo.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Ao mesmo tempo, na Inglaterra, havia um forte apoio a favor do Dil\u00favio b\u00edblico por parte de autoridades como William Buckland, Adam Sedgwick, William Conybeare e Roderick Murchison. Nesse ambiente, publicou-se um livro que teria mais influ\u00eancia sobre o pensamento geol\u00f3gico que qualquer outro.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Princ\u00edpios de Geologia apareceu em 1830.\u00a0<\/span><sup><span class=\"superscript\" style=\"line-height: 1.3em;\">3<\/span><\/sup><span style=\"line-height: 1.3em;\"> Escrito por Charles Lyell, modificou fortemente o clima do pensamento geol\u00f3gico do catastrofismo para as mudan\u00e7as estritamente lentas do uniformitarianismo. Em meados do s\u00e9culo 19, o uniformitarianismo tinha-se tornado a opini\u00e3o dominante e o catastrofismo uma teoria em decl\u00ednio. V\u00e1rios esquemas tentaram reconciliar o relato b\u00edblico de uma Cria\u00e7\u00e3o recente com as longas eras geol\u00f3gicas propostas pelo uniformitarianismo.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"titulopretoneg\" style=\"text-align: justify;\"><strong>O fen\u00f4meno Bretz<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Em 1923, o ge\u00f3logo de mentalidade independente, Harlen Bretz, descreveu uma das paisagens mais fora do comum na superf\u00edcie de nosso planeta. Cobrindo uns 40 mil km quadrados na regi\u00e3o sudeste do Estado de Washington (E.U.A.), ela \u00e9 caracterizada por uma vasta rede de enormes canais secos, por vezes com a largura de v\u00e1rios quil\u00f4metros, formando um emaranhado de morros e gargantas cortados em rocha vulc\u00e2nica dura. Diferente dos vales comuns de rios, os quais geralmente t\u00eam a forma de um V largo, estes canais freq\u00fcentemente mostram lados \u00edngremes e ch\u00e3o chato. Al\u00e9m disso, enormes montes de pedregulho de correnteza foram encontrados em v\u00e1rios n\u00edveis. Evid\u00eancias de centenas de cachoeiras antigas, algumas com altura de 100 metros, com grandes bacias na base, testemunham de algo fora do comum.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Como se formou essa paisagem estranha? Bretz tinha sua id\u00e9ia, suficientemente chocante para provocar uma controv\u00e9rsia geol\u00f3gica que durou quarenta anos. Na primeira publica\u00e7\u00e3o sobre este t\u00f3pico, Bretz n\u00e3o expressou sua suspeita de um dil\u00favio catastr\u00f3fico; somente indicou que seriam necess\u00e1rias quantidades prodigiosas de \u00e1gua.\u00a0<\/span><sup><span class=\"superscript\" style=\"line-height: 1.3em;\">4<\/span><\/sup><span style=\"line-height: 1.3em;\"> Contudo, mais tarde no mesmo ano, ele publicou um segundo artigo expressando sua opini\u00e3o segundo a qual aquela paisagem tinha sido formada por um dil\u00favio r\u00e1pido e catastr\u00f3fico. Esse dil\u00favio tinha lavado a \u00e1rea, desgastado os canais e depositado as imensas barragens de pedregulho.\u00a0<\/span><sup><span class=\"superscript\" style=\"line-height: 1.3em;\">5<\/span><\/sup><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Naquele tempo os ge\u00f3logos se opunham a qualquer explica\u00e7\u00e3o associada com cat\u00e1strofes, e Bretz sabia disso. O uniformitarianismo era a opini\u00e3o aceita; embora reconhecidos como exercendo impacto, os vulc\u00f5es e terremotos eram considerados sem import\u00e2ncia. O catastrofismo era an\u00e1tema; achava-se na mesma categoria na qual se encontra a Cria\u00e7\u00e3o em muitos c\u00edrculos cient\u00edficos agora \u2014 totalmente inaceit\u00e1vel. A comunidade geol\u00f3gica tinha de lidar com este arrogante jovem Bretz, que andava inteiramente fora da linha. Suas id\u00e9ias her\u00e9ticas eram muito pr\u00f3ximas \u00e0 rejeitada ideia do Dil\u00favio b\u00edblico.\u00a0<\/span><sup><span class=\"superscript\" style=\"line-height: 1.3em;\">6<\/span><\/sup><span style=\"line-height: 1.3em;\"> Adotar suas teorias, pensavam eles, significaria um retrocesso \u00e0 \u201cIdade Escura\u201d.\u00a0<\/span><sup><span class=\"superscript\" style=\"line-height: 1.3em;\">7<\/span><\/sup><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Sendo que Bretz, professor de geologia na Universidade de Chicago, continuava seu estudo e publica\u00e7\u00e3o, alguns ge\u00f3logos tentaram persuadir o colega errante. Em 1927, ele foi convidado a apresentar suas opini\u00f5es perante a Sociedade Geol\u00f3gica de Washington, D.C. Havia um prop\u00f3sito especial atr\u00e1s deste convite: \u201cuma verdadeira falange de incr\u00e9dulos tinha sido reunida para debater a hip\u00f3tese de um dil\u00favio\u201d.\u00a0<\/span><sup><span class=\"superscript\" style=\"line-height: 1.3em;\">8<\/span><\/sup><span style=\"line-height: 1.3em;\"> Depois da apresenta\u00e7\u00e3o de Bretz, cinco membros da prestigiosa U.S. Geological Survey apresentaram suas obje\u00e7\u00f5es e explica\u00e7\u00f5es alternativas, tais como glacia\u00e7\u00e3o e outras mudan\u00e7as lentas.\u00a0<\/span><sup><span class=\"superscript\" style=\"line-height: 1.3em;\">9<\/span><\/sup><span style=\"line-height: 1.3em;\"> Dois dos ge\u00f3logos nem tinham visitado a \u00e1rea! Ao refut\u00e1-los, Bretz comentou que \u201ctalvez&#8230; minha atitude dogm\u00e1tica esteja se demonstrando contagiosa\u201d.\u00a0<\/span><sup><span class=\"superscript\" style=\"line-height: 1.3em;\">10<\/span><\/sup><span style=\"line-height: 1.3em;\"> Uma obje\u00e7\u00e3o maior \u00e0 ideia de Bretz ficou sem resposta. De onde veio tanta \u00e1gua, t\u00e3o subitamente? Ao que tudo indica, ningu\u00e9m mudou de ideia naquela reuni\u00e3o; a ideia de um dil\u00favio catastr\u00f3fico ainda parecia absurda para muitos cientistas.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Nos anos seguintes, os ge\u00f3logos se concentraram para desenvolver modelos alternativos ao de Bretz. Nas palavras de Bretz, a \u201cheresia deve ser rejeitada gentil mas firmemente\u201d.\u00a0<\/span><sup><span class=\"superscript\" style=\"line-height: 1.3em;\">11<\/span><\/sup><span style=\"line-height: 1.3em;\"> N\u00e3o obstante, estudos no local continuaram a produzir dados favor\u00e1veis a uma interpreta\u00e7\u00e3o catastr\u00f3fica, e o conflito come\u00e7ou a acalmar-se. Bretz e outros acharam uma origem para as \u00e1guas do dil\u00favio. O antigo Lago Missoula, a leste, havia outrora armazenado 2.100 km c\u00fabicos de \u00e1gua. Algumas evid\u00eancias indicavam que gelo tinha represado o lago. Uma s\u00fabita ruptura do gelo liberaria a \u00e1gua necess\u00e1ria para produzir a evid\u00eancia de uma eros\u00e3o r\u00e1pida vista do lado oeste. O melhor apoio para esta explica\u00e7\u00e3o veio mais tarde, quando cientistas acharam grandes ondula\u00e7\u00f5es tanto no Lago Missoula como no canal do lado ocidental. Voc\u00ea provavelmente est\u00e1 familiarizado com as ondula\u00e7\u00f5es paralelas freq\u00fcentemente vistas em leitos arenosos de um rio. Estas usualmente n\u00e3o passam de uns poucos cent\u00edmetros de crista a crista. As ondula\u00e7\u00f5es no leito do Lago Missoula eram gigantescas \u2014 at\u00e9 \u00e0 altura de 15 metros, com uma dist\u00e2ncia de 150 metros de crista a crista.\u00a0<\/span><sup><span class=\"superscript\" style=\"line-height: 1.3em;\">12<\/span><\/sup><span style=\"line-height: 1.3em;\"> Somente vastas quantidades de \u00e1gua em movimento r\u00e1pido poderiam produzir tal efeito. Estudos recentes t\u00eam-se concentrado em pormenores. Alguns sugerem que pode ter havido at\u00e9 oito dil\u00favios.\u00a0<\/span><sup><span class=\"superscript\" style=\"line-height: 1.3em;\">13<\/span><\/sup><span style=\"line-height: 1.3em;\"> Um dos estudos sugeriu que a \u00e1gua correu \u00e0 velocidade de 108 km por hora, cortando canais profundos na rocha vulc\u00e2nica em poucas horas ou dias.\u00a0<\/span><sup><span class=\"superscript\" style=\"line-height: 1.3em;\">14<\/span><\/sup><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Finalmente as interpreta\u00e7\u00f5es de Bretz, baseadas num estudo cuidadoso das rochas, foram aceitas pela maioria dos membros da comunidade geol\u00f3gica. Em 1965, a Associa\u00e7\u00e3o Internacional para Pesquisa do Quatern\u00e1rio organizou uma visita \u00e0 regi\u00e3o. No final da confer\u00eancia, Bretz, que n\u00e3o p\u00f4de estar presente, recebeu um telegrama dos participantes, cumprimentando-o e encerrando com a senten\u00e7a: \u201cSomos agora todos catastrofistas\u201d.\u00a0<\/span><sup><span class=\"superscript\" style=\"line-height: 1.3em;\">15<\/span><\/sup><span style=\"line-height: 1.3em;\"> Em 1979, Bretz recebeu a medalha Penrose, a distin\u00e7\u00e3o geol\u00f3gica de maior prest\u00edgio nos Estados Unidos. Bretz tinha vencido, assim como o catastrofismo. Este \u201cNo\u00e9\u201d moderno e seu dil\u00favio indesejado foram vindicados.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"titulopretoneg\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Correntes de turbidez<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Em meados do s\u00e9culo 20, alguns ge\u00f3logos tinham notado que o uniformitarianismo estrito contradizia os dados das pr\u00f3prias rochas. Bretz tinha achado evid\u00eancias de a\u00e7\u00e3o muito r\u00e1pida. Outros cientistas estavam achando camadas sedimentares com componentes tanto de \u00e1gua rasa como funda.\u00a0<\/span><sup><span class=\"superscript\" style=\"line-height: 1.3em;\">16<\/span><\/sup><span style=\"line-height: 1.3em;\"> Como podiam estas se misturar sob condi\u00e7\u00f5es tranq\u00fcilas? A resolu\u00e7\u00e3o: fluxos de lama catastr\u00f3ficos debaixo da \u00e1gua, partindo de \u00e1gua rasa para \u00e1gua profunda. Estes fluxos r\u00e1pidos de lama, chamados correntes de turbidez, produziram dep\u00f3sitos especiais chamados turbiditas. Esses dep\u00f3sitos s\u00e3o surpreedentemente comuns em todo o mundo. Alguns pensadores ousados t\u00eam sugerido outras atividades catastr\u00f3ficas, tais como extin\u00e7\u00f5es em massa causadas por influxos de radia\u00e7\u00e3o c\u00f3smica de alta energia\u00a0<\/span><sup><span class=\"superscript\" style=\"line-height: 1.3em;\">17<\/span><\/sup><span style=\"line-height: 1.3em;\"> e o esparramar s\u00fabito de \u00e1guas \u00e1rticas sobre os oceanos do mundo.\u00a0<\/span><sup><span class=\"superscript\" style=\"line-height: 1.3em;\">18<\/span><\/sup><span style=\"line-height: 1.3em;\"> Todas essas teorias indicam um abandono crescente do uniformitarianismo estrito.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">O golpe de miseric\u00f3rdia para o dom\u00ednio das explica\u00e7\u00f5es uniformit\u00e1rias n\u00e3o veio, entretanto, do estudo das pr\u00f3prias rochas, mas dos f\u00f3sseis que elas continham. Por que os dinossauros desapareceram perto do fim do Cret\u00e1ceo, e por que houve outras extin\u00e7\u00f5es em massa vis\u00edveis em outros n\u00edveis da coluna de f\u00f3sseis? Alguma causa razo\u00e1vel precisava ser encontrada. V\u00e1rias explica\u00e7\u00f5es tinham sido propostas para a extin\u00e7\u00e3o dos dinossauros, desde a morte pela fome a cogumelos venenosos ou mesmo \u00e0 febre do feno. N\u00e3o obstante, seu desaparecimento costumava ser considerado um mist\u00e9rio. Ent\u00e3o em 1980 Lu\u00eds Alvarez, Pr\u00eamio Nobel, da Universidade da Calif\u00f3rnia em Berkeley, e outros\u00a0<\/span><sup><span class=\"superscript\" style=\"line-height: 1.3em;\">19<\/span><\/sup><span style=\"line-height: 1.3em;\"> sugeriram que a abund\u00e2ncia anormal do elemento ir\u00eddio achado em v\u00e1rios lugares no alto das camadas do Cret\u00e1ceo podia ser oriunda de um aster\u00f3ide que teria ca\u00eddo na terra e matado os dinossauros. A id\u00e9ia provocou uma rea\u00e7\u00e3o mista. Alguns a puseram em d\u00favida porque os dinossauros e outros organismos n\u00e3o pareciam ter desaparecido t\u00e3o subitamente nas camadas de f\u00f3sseis. Outros propuseram atividade vulc\u00e2nica generalizada, ou a colis\u00e3o com um cometa e n\u00e3o com um aster\u00f3ide.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">O debate sobre detalhes continua, mas a porta para interpreta\u00e7\u00f5es catastr\u00f3ficas est\u00e1 escancarada. As revistas cient\u00edficas agora registram mudan\u00e7as s\u00fabitas e importantes.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"titulopretoneg\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Novas id\u00e9ias do catastrofismo<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Algumas das novas id\u00e9ias do catastrofismo prop\u00f5em que cometas ou aster\u00f3ides poderiam levantar ondas do oceano at\u00e9 \u00e0 altura de oito km\u00a0<\/span><sup><span class=\"superscript\" style=\"line-height: 1.3em;\">20<\/span><\/sup><span style=\"line-height: 1.3em;\"> e gases a centenas de quil\u00f4metros acima da superf\u00edcie da Terra.\u00a0<\/span><sup><span class=\"superscript\" style=\"line-height: 1.3em;\">21<\/span><\/sup><span style=\"line-height: 1.3em;\"> Outros propuseram efeitos que incluem golpes de ar de 500\u00baC com a velocidade de 2.500 km por hora, os quais matariam metade dos seres na terra, e terremotos globais acompanhados de ondas do solo que atingiriam 10 metros de altura. A abertura de rachaduras de 10 a 100 km e a forma\u00e7\u00e3o r\u00e1pida de montanhas tamb\u00e9m t\u00eam sido propostas.\u00a0<\/span><sup><span class=\"superscript\" style=\"line-height: 1.3em;\">22<\/span><\/sup><span style=\"line-height: 1.3em;\"> H\u00e1 inclusive uma sugest\u00e3o de que esses choques podem ter iniciado a separa\u00e7\u00e3o do antigo supercontinente chamado Gondwanal\u00e2ndia.\u00a0<\/span><sup><span class=\"superscript\" style=\"line-height: 1.3em;\">23<\/span><\/sup><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">O catastrofismo experimentou um retorno r\u00e1pido, mas n\u00e3o \u00e9 exatamente o catastrofismo cl\u00e1ssico de dois s\u00e9culos atr\u00e1s, que incorporava o Dil\u00favio b\u00edblico como um acontecimento geol\u00f3gico importante. \u00c9 interessante que alguns ge\u00f3logos sugeriram recentemente que um choque extraterrestre podia estar relacionado com o relato do dil\u00favio de G\u00eanesis.\u00a0<\/span><sup><span class=\"superscript\" style=\"line-height: 1.3em;\">24<\/span><\/sup><span style=\"line-height: 1.3em;\"> Atualmente, cat\u00e1strofes importantes s\u00e3o prontamente aceitas, mas em contraste com o Dil\u00favio b\u00edblico, que durou apenas um ano, \u00e9 introduzido bastante tempo entre muitas grandes cat\u00e1strofes. O termo neocatastrofismo parece estar ganhando aceita\u00e7\u00e3o, \u00e0 medida que s\u00e3o feitas tentativas para distinguir o novo conceito do antigo catastrofismo. A volta a interpreta\u00e7\u00f5es catastr\u00f3ficas tem sido identificada como uma \u201cgrande brecha filos\u00f3fica\u201d\u00a0<\/span><span class=\"superscript\" style=\"line-height: 1.3em;\"><sup>25<\/sup>,<\/span><span style=\"line-height: 1.3em;\"> e admite-se que \u201co papel importante de grandes tempestades atrav\u00e9s das eras geol\u00f3gicas est\u00e1 sendo cada vez mais reconhecido\u201d.\u00a0<\/span><sup><span class=\"superscript\" style=\"line-height: 1.3em;\">26<\/span><\/sup><span style=\"line-height: 1.3em;\"> Esta \u00faltima opini\u00e3o harmoniza-se bem com o modelo b\u00edblico do Dil\u00favio como uma s\u00e9rie prolongada de tempestades durante o ano do Dil\u00favio.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">O neocatastrofismo tem estimulado a reinterpreta\u00e7\u00e3o de muitos fen\u00f4menos geol\u00f3gicos. Por exemplo, muitos dep\u00f3sitos sedimentares que se pensava terem-se acumulado lentamente, s\u00e3o agora interpretados como o resultado de correntes r\u00e1pidas de turbidez, e certo n\u00famero de recifes de coral f\u00f3sseis, que previamente se pensava terem-se formado lentamente, s\u00e3o reinterpretados como fluxos r\u00e1pidos de fragmentos de rocha.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"titulopretoneg\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Exemplos de a\u00e7\u00e3o r\u00e1pida<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Sob condi\u00e7\u00f5es normais, as mudan\u00e7as na superf\u00edcie da terra se produzem lentamente. Contudo, h\u00e1 muitos exemplos de atividade catastr\u00f3fica que sugerem mudan\u00e7as importantes em pouco tempo. A eros\u00e3o pode ocorrer muito rapidamente. Em 1976, a represa rec\u00e9m-constru\u00edda em Idaho (E.U.A.) sofreu um vazamento que n\u00e3o p\u00f4de ser contido, e a \u00e1gua corrente cortou atrav\u00e9s do sedimento \u00e0 profundidade de 100 metros em menos de uma hora. A represa era feita em sedimento macio, que facilmente sofre eros\u00e3o. Tem sido proposto que os canais de Bretz, mencionados acima, que s\u00e3o em basalto duro, foram cortados a uma profundidade correspondente em poucos dias. A capacidade transportadora da \u00e1gua corrente foi determinada como crescendo \u00e0 terceira ou quarta pot\u00eancia da velocidade.\u00a0<\/span><sup><span class=\"superscript\" style=\"line-height: 1.3em;\">27<\/span><\/sup><span style=\"line-height: 1.3em;\"> Isso significa que se a velocidade do fluxo \u00e9 aumentada 10 vezes, a \u00e1gua pode carregar mil a dez mil vezes mais sedimento.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Os n\u00e3o-criacionistas por vezes assinalam que a coluna geol\u00f3gica \u00e9 demasiado espessa para ter sido depositada no \u00fanico ano do Dil\u00favio.\u00a0<\/span><sup><span class=\"superscript\" style=\"line-height: 1.3em;\">28<\/span><\/sup><span style=\"line-height: 1.3em;\"> Este pode n\u00e3o ser um argumento de peso. Enquanto a maioria dos criacionistas excluiria as por\u00e7\u00f5es mais baixas (Pr\u00e9-cambriano) e as por\u00e7\u00f5es mais altas da coluna geol\u00f3gica do Dil\u00favio, algumas velocidades presentes de dep\u00f3sito s\u00e3o t\u00e3o altas que haveria pouco problema em depositar toda a coluna em poucas semanas. As correntes de turbidez podem depositar sedimento num s\u00f3 local em poucos minutos ou menos, e sobre milhares de quil\u00f4metros quadrados em poucas horas. Grandes dep\u00f3sitos, chamados megaturbiditas, achados na Espanha, t\u00eam a espessura de at\u00e9 200 metros, e um volume de 200 km c\u00fabicos.\u00a0<\/span><sup><span class=\"superscript\" style=\"line-height: 1.3em;\">29<\/span><\/sup><span style=\"line-height: 1.3em;\"> H\u00e1 tamb\u00e9m v\u00e1rios m\u00e9todos, al\u00e9m das correntes de turbidez, que causam o dep\u00f3sito r\u00e1pido de sedimentos. Um Dil\u00favio intenso que durasse um ano poderia depositar muito sedimento.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">O ac\u00famulo de espessas camadas de organismos microsc\u00f3picos tais como os de White Cliffs, em Dover, na Inglaterra, era tido como exigindo longos per\u00edodos de tempo. Mas uma acumula\u00e7\u00e3o tal pode ocorrer rapidamente. Ao longo da costa de Oregon (E.U.A.), uma tempestade de tr\u00eas dias de ventos fortes e chuva depositou 10 a 15 cent\u00edmetros de di\u00e1tomos microsc\u00f3picos ao longo de 32 km. Vi o f\u00f3ssil de um p\u00e1ssaro bem preservado e muitos peixes em dep\u00f3sitos espessos de di\u00e1tomos microsc\u00f3picos perto de Lompoc, Calif\u00f3rnia. Uma baleia foi tamb\u00e9m achada neste dep\u00f3sito. Uma preserva\u00e7\u00e3o como essa exigiria um enterramento r\u00e1pido antes da desarticula\u00e7\u00e3o do organismo.<\/span><span class=\"superscript\" style=\"line-height: 1.3em;\">30<\/span><span style=\"line-height: 1.3em;\"> Verificou-se que a desarticula\u00e7\u00e3o em p\u00e1ssaros ocorre em poucos dias. Evidentemente, algumas camadas de organismos microsc\u00f3picos foram depositadas rapidamente.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"titulopretoneg\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Algumas dedu\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Podemos aprender algo da hist\u00f3ria das interpreta\u00e7\u00f5es baseadas no catastrofismo ou no uniformitarianismo. Durantes mil\u00eanios, as cat\u00e1strofes foram aceitas; depois, por bem mais de um s\u00e9culo, foram virtualmente eliminadas do pensamento cient\u00edfico; agora s\u00e3o bem-aceitas de novo. Isso ilustra como a ci\u00eancia muda de opini\u00e3o, e \u00e0s vezes at\u00e9 aceita conceitos rejeitados. A B\u00edblia, por outro lado, n\u00e3o muda. \u00c9 interessante que a aceita\u00e7\u00e3o das cat\u00e1strofes veio principalmente do estudo das pr\u00f3prias rochas. Dev\u00edamos ser cautelosos ao aceitar conceitos gerais, tais como o uniformitarianismo, que s\u00e3o baseados em opini\u00e3o ou numa quantidade limitada de informa\u00e7\u00f5es. Ademais, as novas interpreta\u00e7\u00f5es catastr\u00f3ficas, de novo aceitas pela ci\u00eancia, mostram que acontecimentos importantes podem ocorrer rapidamente. Isso torna o relato b\u00edblico das origens, incluindo a Cria\u00e7\u00e3o e o Dil\u00favio, muito mais plaus\u00edveis.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"titulopretoneg\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Notas e Refer\u00eancias<span style=\"line-height: 1.3em;\">\u00a0<\/span><\/strong><\/p>\n<ol>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">S. Thorarinson, Surtsey: The New Island in the North Atlantic, S. Eysteinsson, tr. (New York: The Viking Press, 1963). p. 39.<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Para apanhados gerais, ver D. Ager, The New Catastrophism: the Importance of the Rare Event in Geological History (Cambridge e New York: Cambridge University Press, 1993); A. Hallam, Great Geological Controversies, 2d ed. (Oxford e New York: Oxford University Press, 1989) pp. 30-64, 185- 215; R. Huggett, Cataclysms and Earth History: the Development of Diluvialism (Oxford: Clarendon Press, 1980).<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">C. Lyell, Principles of Geology; or The Modern Changes of the Earth and Its Inhabitants Considered as Illustrative of Geology, ed. rev. (New York: D. Appleton &amp; Co., 1857).<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">J. H. Bretz, \u201cGlacial Drainage on the Columbia Plateau\u201d, Geological Society of America Bulletin 34 (1923): 573-608.<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Bretz, \u201cThe Channeled Scablands of the Columbia Plateau\u201d, Journal of Geology 31 (1923): 617-649.<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">J. E. Allen, M. Burns, e S. C. Sargent, Cataclysms on the Columbia: Scenic Trips to the Nothwest\u2019s Geologic Past, N\u00ba 2 (Portland, Ore.: Timber Press, 1986), p. 44.<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">J. H. Bretz, \u201cThe Channeled Scabland: Introduction\u201d, em V. R. Baker, ed., Catastrophic Flooding: the Origin of the Channeled Scabland: Benchmark Papers in Geology 55 (Stroudsburg, Penna.: Dowden, Hutchinson &amp; Ross, 1981), pp. 18, 19.<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Baker, p. 60 (nota 7).<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Para um relato das apresenta\u00e7\u00f5es e discuss\u00f5es, ver J. H. Bretz, \u201cChanneled Scabland and the Spokane Flood\u201d em Baker, pp. 65-76.<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Ibid. p. 74.<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">J. H. Bretz, H. T. U. Smith, e G. E. Neff, \u201cChanneled Scabland of Washington: New Data and Interpretations\u201d Geological Society of America Bulletin 67 (1956): 957-1049.<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Ibid., J. T. Pardee, \u201cUnusual Currents in Glacial Lake Missoula, Montana\u201d, Geological Society of America Bulletin 53 (1942): 1569-1600.<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">J. H. Bretz, \u201cThe Lake Missoula Floods and the Channeled Scabland\u201d, Journal of Geology 77 (1969): 505-543; M. Parfit, \u201cThe Floods That Carved the West\u201d, Smithsonian 26 (1995) 1:48-59.<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">V. R. Baker, \u201cPaleohydraulics and Hydrodynamics of Scabland Floods\u201d em: Baker, pp. 255-275 (nota 7).<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Bretz 1969 (nota 13).<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">M. L. Natland, P. H. Kuenen, \u201cSedimentary History of the Ventura Basin, California, and the Action of Turbidity Currents\u201d, Society of Economic Paleontologists and Mineralogists Special Publication 2 (1951): 76-107; F. B. Phleger, \u201cDisplaced Foraminifera Faunas\u201d, Society of Economic Paleontologists and Mineralogists Special Publication 2 (1951): 66-75.<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">O. H. Schindewolf, \u201cNeocatastrophism?\u201d V. A. Firsoff, tr. Catastrophist Geology 2 (1977): 19-21.<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">S. Gartner e J. P. McGuirk, \u201cTerminal Cretaceous Extinction Scenario for a Catastrophe\u201d, Science 206 (1979): 1272-1276.<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">L. W. Alvarez, W. Alvarez, F. Asaro, H. V. Michel, \u201cExtraterrestrial Cause for the Cretaceous-Tertiary Extinction\u201d, Science 208 (1980): 1095-1108.<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">W. M. Napier, S. V. M. Clube, \u201cA Theory of Terrestrial Catastrophism\u201d, Nature 282 (1979): 455-459.<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">H. J. Melosh, \u201cThe Mechanics of Large Meteoroid Impacts in the Earth\u2019s Oceans\u201d, Geological Society of America Special Paper 190 (1982): 121-127.<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">V. Clube, B. Napier, \u201cClose Encounters with a Million Comets\u201d, New Scientist 95 (1982): 148-151.<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">V. R. Oberbeck, J. R. Marshall, e H. Aggarwal, \u201cImpacts, Tillites, and the Breakup of Gondwanaland\u201d, Journal of Geology 101 (1993): 1-19.<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">E. Kristan-Tollmann, e A. Tollmann, \u201cThe Youngest Big Impact on Earth Deduced From Geological and Historical Evidence\u201d, Terra Nova 6 (1994); 209-217.<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">E. Kauffmann, citado em R. Lewin, \u201cExtinctions and the History of Life\u201d, Science 221 (1983): 935-937.<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">D. Nummedal, \u201cClastics\u201d, Geotimes 27 (1982) 2: 22-23.<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">A. Holmes, Principles of Physical Geology, rev. ed. (New York: The Ronald Press Co., (1965), p. 512.<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">E.g., R. L. Ecker, Dictionary of Science and Creationism (Buffalo, N.Y.: Prometheus Books, 1990), p. 102.<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">M. Seguret, F. Labaume, e R. Madariaga, \u201cEocene Seismicity in the Pyrenees From Megaturbidites of the South Pyrenean Basin (Spain)\u201d, Marine Geology 55 (1984): 117-131.<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">P.G. Davis, D. E. Briggs, \u201cThe Impact of Decay and Disarticulation on the Preservation of Fossil Birds\u201d, Palaios 13 (1998): 3-13.<\/span><\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p>Artigo publicado em <\/p>\n<p> <a href=\"http:\/\/dialogue.adventist.org\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-33\" src=\"https:\/\/filosofiadasorigens.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/12\/2010\/12\/dialogo.jpg\" border=\"0\" width=\"200\" height=\"62\" style=\"border: 0px none; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ariel A. Roth (Ph.D., Universidade de Michigan) \u00e9 o editor de Origens e ex-diretor do Geoscience Research Institute. Seu livro, Origins: Linking Science and Scripture, do qual este artigo \u00e9 adaptado, foi recentemente publicado pela Review and Herald Publishing Association. O endere\u00e7o do Dr. Roth: Geoscience Research Institute &#8211; Loma Linda University; Loma Linda, California [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":33,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","om_disable_all_campaigns":false,"footnotes":""},"categories":[55],"tags":[],"ppma_author":[72],"class_list":["post-339","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-estruturas-conceituais","et-has-post-format-content","et_post_format-et-post-format-standard"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Catastrofismo? Sim! - Filosofia das Origens<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/scb.org.br\/filosofiadasorigens\/artigos\/estruturas-conceituais\/catastrofismo-sim\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Catastrofismo? Sim! - Filosofia das Origens\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Ariel A. Roth (Ph.D., Universidade de Michigan) \u00e9 o editor de Origens e ex-diretor do Geoscience Research Institute. Seu livro, Origins: Linking Science and Scripture, do qual este artigo \u00e9 adaptado, foi recentemente publicado pela Review and Herald Publishing Association. O endere\u00e7o do Dr. Roth: Geoscience Research Institute &#8211; Loma Linda University; Loma Linda, California [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/scb.org.br\/filosofiadasorigens\/artigos\/estruturas-conceituais\/catastrofismo-sim\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Filosofia das Origens\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2014-02-02T13:47:19+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2022-10-30T21:39:42+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/scb.org.br\/filosofiadasorigens\/wp-content\/uploads\/sites\/12\/2010\/12\/dialogo.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"200\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"62\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"SCB - Sociedade Criacionista Brasileira\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Anderson Grudtner Martins\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"19 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/filosofiadasorigens\\\/artigos\\\/estruturas-conceituais\\\/catastrofismo-sim\\\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/filosofiadasorigens\\\/artigos\\\/estruturas-conceituais\\\/catastrofismo-sim\\\/\"},\"author\":{\"name\":\"Anderson Martins\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/filosofiadasorigens\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/4d6deddebdde79d0d806a51ce7b3a7d3\"},\"headline\":\"Catastrofismo? Sim!\",\"datePublished\":\"2014-02-02T13:47:19+00:00\",\"dateModified\":\"2022-10-30T21:39:42+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/filosofiadasorigens\\\/artigos\\\/estruturas-conceituais\\\/catastrofismo-sim\\\/\"},\"wordCount\":3725,\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/filosofiadasorigens\\\/artigos\\\/estruturas-conceituais\\\/catastrofismo-sim\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/filosofiadasorigens\\\/wp-content\\\/uploads\\\/sites\\\/12\\\/2010\\\/12\\\/dialogo.jpg\",\"articleSection\":[\"Estruturas Conceituais\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/filosofiadasorigens\\\/artigos\\\/estruturas-conceituais\\\/catastrofismo-sim\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/filosofiadasorigens\\\/artigos\\\/estruturas-conceituais\\\/catastrofismo-sim\\\/\",\"name\":\"Catastrofismo? Sim! - Filosofia das Origens\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/filosofiadasorigens\\\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/filosofiadasorigens\\\/artigos\\\/estruturas-conceituais\\\/catastrofismo-sim\\\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/filosofiadasorigens\\\/artigos\\\/estruturas-conceituais\\\/catastrofismo-sim\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/filosofiadasorigens\\\/wp-content\\\/uploads\\\/sites\\\/12\\\/2010\\\/12\\\/dialogo.jpg\",\"datePublished\":\"2014-02-02T13:47:19+00:00\",\"dateModified\":\"2022-10-30T21:39:42+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/filosofiadasorigens\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/4d6deddebdde79d0d806a51ce7b3a7d3\"},\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/filosofiadasorigens\\\/artigos\\\/estruturas-conceituais\\\/catastrofismo-sim\\\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/filosofiadasorigens\\\/artigos\\\/estruturas-conceituais\\\/catastrofismo-sim\\\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/filosofiadasorigens\\\/artigos\\\/estruturas-conceituais\\\/catastrofismo-sim\\\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/filosofiadasorigens\\\/wp-content\\\/uploads\\\/sites\\\/12\\\/2010\\\/12\\\/dialogo.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/filosofiadasorigens\\\/wp-content\\\/uploads\\\/sites\\\/12\\\/2010\\\/12\\\/dialogo.jpg\",\"width\":200,\"height\":62},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/filosofiadasorigens\\\/artigos\\\/estruturas-conceituais\\\/catastrofismo-sim\\\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/filosofiadasorigens\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Catastrofismo? Sim!\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/filosofiadasorigens\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/filosofiadasorigens\\\/\",\"name\":\"Filosofia das Origens\",\"description\":\"Semin\u00e1rio &quot;A Filosofia das Origens&quot;. Evento Oficial da SCB\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/filosofiadasorigens\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/filosofiadasorigens\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/4d6deddebdde79d0d806a51ce7b3a7d3\",\"name\":\"Anderson Martins\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/9afbb652eeef3c42b50c32bb6162c12b7b7fcfb316ebef0bc91a8f26355f7506?s=96&d=mm&r=g3a8555afde80b05f493114bef764b5a5\",\"url\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/9afbb652eeef3c42b50c32bb6162c12b7b7fcfb316ebef0bc91a8f26355f7506?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/9afbb652eeef3c42b50c32bb6162c12b7b7fcfb316ebef0bc91a8f26355f7506?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"Anderson Martins\"},\"url\":\"https:\\\/\\\/scb.org.br\\\/filosofiadasorigens\\\/author\\\/scb_nla68\\\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Catastrofismo? Sim! - Filosofia das Origens","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/scb.org.br\/filosofiadasorigens\/artigos\/estruturas-conceituais\/catastrofismo-sim\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Catastrofismo? Sim! - Filosofia das Origens","og_description":"Ariel A. Roth (Ph.D., Universidade de Michigan) \u00e9 o editor de Origens e ex-diretor do Geoscience Research Institute. Seu livro, Origins: Linking Science and Scripture, do qual este artigo \u00e9 adaptado, foi recentemente publicado pela Review and Herald Publishing Association. O endere\u00e7o do Dr. Roth: Geoscience Research Institute &#8211; Loma Linda University; Loma Linda, California [&hellip;]","og_url":"https:\/\/scb.org.br\/filosofiadasorigens\/artigos\/estruturas-conceituais\/catastrofismo-sim\/","og_site_name":"Filosofia das Origens","article_published_time":"2014-02-02T13:47:19+00:00","article_modified_time":"2022-10-30T21:39:42+00:00","og_image":[{"width":200,"height":62,"url":"https:\/\/scb.org.br\/filosofiadasorigens\/wp-content\/uploads\/sites\/12\/2010\/12\/dialogo.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"SCB - Sociedade Criacionista Brasileira","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"Anderson Grudtner Martins","Est. tempo de leitura":"19 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/scb.org.br\/filosofiadasorigens\/artigos\/estruturas-conceituais\/catastrofismo-sim\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/scb.org.br\/filosofiadasorigens\/artigos\/estruturas-conceituais\/catastrofismo-sim\/"},"author":{"name":"Anderson Martins","@id":"https:\/\/scb.org.br\/filosofiadasorigens\/#\/schema\/person\/4d6deddebdde79d0d806a51ce7b3a7d3"},"headline":"Catastrofismo? Sim!","datePublished":"2014-02-02T13:47:19+00:00","dateModified":"2022-10-30T21:39:42+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/scb.org.br\/filosofiadasorigens\/artigos\/estruturas-conceituais\/catastrofismo-sim\/"},"wordCount":3725,"image":{"@id":"https:\/\/scb.org.br\/filosofiadasorigens\/artigos\/estruturas-conceituais\/catastrofismo-sim\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/scb.org.br\/filosofiadasorigens\/wp-content\/uploads\/sites\/12\/2010\/12\/dialogo.jpg","articleSection":["Estruturas Conceituais"],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/scb.org.br\/filosofiadasorigens\/artigos\/estruturas-conceituais\/catastrofismo-sim\/","url":"https:\/\/scb.org.br\/filosofiadasorigens\/artigos\/estruturas-conceituais\/catastrofismo-sim\/","name":"Catastrofismo? Sim! - Filosofia das Origens","isPartOf":{"@id":"https:\/\/scb.org.br\/filosofiadasorigens\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/scb.org.br\/filosofiadasorigens\/artigos\/estruturas-conceituais\/catastrofismo-sim\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/scb.org.br\/filosofiadasorigens\/artigos\/estruturas-conceituais\/catastrofismo-sim\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/scb.org.br\/filosofiadasorigens\/wp-content\/uploads\/sites\/12\/2010\/12\/dialogo.jpg","datePublished":"2014-02-02T13:47:19+00:00","dateModified":"2022-10-30T21:39:42+00:00","author":{"@id":"https:\/\/scb.org.br\/filosofiadasorigens\/#\/schema\/person\/4d6deddebdde79d0d806a51ce7b3a7d3"},"breadcrumb":{"@id":"https:\/\/scb.org.br\/filosofiadasorigens\/artigos\/estruturas-conceituais\/catastrofismo-sim\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/scb.org.br\/filosofiadasorigens\/artigos\/estruturas-conceituais\/catastrofismo-sim\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/scb.org.br\/filosofiadasorigens\/artigos\/estruturas-conceituais\/catastrofismo-sim\/#primaryimage","url":"https:\/\/scb.org.br\/filosofiadasorigens\/wp-content\/uploads\/sites\/12\/2010\/12\/dialogo.jpg","contentUrl":"https:\/\/scb.org.br\/filosofiadasorigens\/wp-content\/uploads\/sites\/12\/2010\/12\/dialogo.jpg","width":200,"height":62},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/scb.org.br\/filosofiadasorigens\/artigos\/estruturas-conceituais\/catastrofismo-sim\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/scb.org.br\/filosofiadasorigens\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Catastrofismo? Sim!"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/scb.org.br\/filosofiadasorigens\/#website","url":"https:\/\/scb.org.br\/filosofiadasorigens\/","name":"Filosofia das Origens","description":"Semin\u00e1rio &quot;A Filosofia das Origens&quot;. Evento Oficial da SCB","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/scb.org.br\/filosofiadasorigens\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/scb.org.br\/filosofiadasorigens\/#\/schema\/person\/4d6deddebdde79d0d806a51ce7b3a7d3","name":"Anderson Martins","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/9afbb652eeef3c42b50c32bb6162c12b7b7fcfb316ebef0bc91a8f26355f7506?s=96&d=mm&r=g3a8555afde80b05f493114bef764b5a5","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/9afbb652eeef3c42b50c32bb6162c12b7b7fcfb316ebef0bc91a8f26355f7506?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/9afbb652eeef3c42b50c32bb6162c12b7b7fcfb316ebef0bc91a8f26355f7506?s=96&d=mm&r=g","caption":"Anderson Martins"},"url":"https:\/\/scb.org.br\/filosofiadasorigens\/author\/scb_nla68\/"}]}},"authors":[{"term_id":72,"user_id":0,"is_guest":1,"slug":"scb-sociedade-criacionista-brasileira","display_name":"SCB - Sociedade Criacionista Brasileira","avatar_url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/?s=96&d=mm&r=g","0":null,"1":"","2":"","3":"","4":"","5":"","6":"","7":"","8":"","9":"","10":"","11":"","12":""}],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/scb.org.br\/filosofiadasorigens\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/339","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/scb.org.br\/filosofiadasorigens\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/scb.org.br\/filosofiadasorigens\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/scb.org.br\/filosofiadasorigens\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/scb.org.br\/filosofiadasorigens\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=339"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/scb.org.br\/filosofiadasorigens\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/339\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1951,"href":"https:\/\/scb.org.br\/filosofiadasorigens\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/339\/revisions\/1951"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/scb.org.br\/filosofiadasorigens\/wp-json\/wp\/v2\/media\/33"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/scb.org.br\/filosofiadasorigens\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=339"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/scb.org.br\/filosofiadasorigens\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=339"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/scb.org.br\/filosofiadasorigens\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=339"},{"taxonomy":"author","embeddable":true,"href":"https:\/\/scb.org.br\/filosofiadasorigens\/wp-json\/wp\/v2\/ppma_author?post=339"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}