{"id":332,"date":"2014-02-02T11:43:31","date_gmt":"2014-02-02T13:43:31","guid":{"rendered":"https:\/\/filosofiadasorigens.scb.org.br\/2014\/02\/02\/a-busca-dos-ancestrais-de-adao\/"},"modified":"2022-10-30T18:39:50","modified_gmt":"2022-10-30T21:39:50","slug":"a-busca-dos-ancestrais-de-adao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/scb.org.br\/filosofiadasorigens\/artigos\/criacionismo\/a-busca-dos-ancestrais-de-adao\/","title":{"rendered":"A Busca dos Ancestrais de Ad\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p class=\"textopeq\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Elaine Kennedy<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>(Ph.D., University of Southern California) \u00e9 ge\u00f3loga no Geoscience Research Institute. Ela \u00e9 a autora de v\u00e1rios artigos, entre eles \u201cOs Intrigantes Dinoss\u00e1uros\u201d (<\/em>Di\u00e1logo<em> 5:2). Seu endere\u00e7o \u00e9: Geoscience Research Institute; Loma Linda University; Loma Linda, CA 92350; E.U.A.<\/em><\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Bi\u00f3logos evolucionistas est\u00e3o convencidos de que os humanos descendentes de criaturas semelhantes a macacos. A despeito de n\u00famero de disputas sobre teorias de linhagens macaco-humanas, os paleoantrop\u00f3logos s\u00e3o un\u00e2nimes. A resposta crist\u00e3 a estas asser\u00e7\u00f5es tem variado. Algumas organiza\u00e7\u00f5es crist\u00e3s concordam com a comunidade cient\u00edfica sobre a origem do homem, mas mant\u00eam que em algum momento do passado seres humanos adquiriram uma alma imortal, discernimento moral, e\/ou a habilidade de raciocinar. Outros, incluindo os adventistas do s\u00e9timo dia, aceitam o relato de G\u00eanesis como a express\u00e3o de evento hist\u00f3rico.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">De onde veio Ad\u00e3o? Foi ele formado do p\u00f3 da terra por um Criador inteligente, ou ele descendeu de um ser semelhante ao macaco? Sabemos o que a B\u00edblia diz. Concorda com isto o \u201clivro da Natureza\u201d?<\/p>\n<p>  <!--more-->  <\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"line-height: 1.3em;\">Determinando o que \u00e9 humano<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"> Embora alguns donos de animais de estima\u00e7\u00e3o possam argumentar, tra\u00e7os tais como senso est\u00e9tico e moral, livre arb\u00edtrio e uma linguagem complexa distinguem os humanos dos animais. <sup><span class=\"superscript\">1<\/span><\/sup> F\u00f3sseis semelhantes a humanos n\u00e3o podem fornecer este tipo de informa\u00e7\u00e3o. Como os cientistas n\u00e3o podem falar com os organismos que se pretende sejam nossos ancestrais para averiguar qu\u00e3o humanos eles eram, pesquisadores dependem de caracter\u00edsticas estruturais dos ossos dos f\u00f3sseis e de informa\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica de macacos e humanos modernos.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Os humanos de hoje se distinguem por diversas caracter\u00edsticas do cr\u00e2nio. Tr\u00eas caracter\u00edsticas podem ser facilmente reconhecidas: (1) Na frente da maxila inferior, os humanos modernos t\u00eam uma parte maxilar que se salienta para formar o queixo. (2) O \u00e2ngulo da face \u00e9 muito obtuso porque os humanos n\u00e3o t\u00eam focinho e t\u00eam uma testa n\u00e3o batida para tr\u00e1s. (3) A por\u00e7\u00e3o superior do cr\u00e2nio nos humanos de hoje \u00e9 mais larga do que a base do cr\u00e2nio. Determinar se um f\u00f3ssil \u00e9 um humano moderno n\u00e3o parece ser muito dif\u00edcil.<\/p>\n<p class=\"textopreto\" style=\"text-align: justify;\"><strong><span class=\"txtazulneg\">Os hom\u00ednidas<\/span><\/strong><\/p>\n<p> Hom\u00ednida \u00e9 o nome dado aos primatas b\u00edpedes, incluindo todas as esp\u00e9cies no g\u00eanero <em>Australopithecus<\/em> e <em>Homo<\/em>. Os australopitecinos incluem o g\u00eanero <em>Australopithecus<\/em> e, para alguns pesquisadores, o <em>Paranthropus<\/em>. Os hom\u00ednidos t\u00eam que ver com os membros do g\u00eanero <em>Homo<\/em>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Os australopitecinos s\u00e3o divididos em dois grupos, conforme seu tipo corporal: (1) As formas parecidas com o macaco, por\u00e9m mais delicadas, de ossos menores, mais fr\u00e1geis incluem <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">A. ramidus<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\"> (o achado mais recente de um australopitecino, atualmente proposto como o f\u00f3ssil mais pr\u00f3ximo do \u201celo perdido\u201d ou ancestral comum aos macacos e aos humanos); <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">A. afarensis<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\"> (um conjunto de f\u00f3sseis foi achado; um esqueleto 40% completo \u00e9 conhecido popularmente como \u201cLucy\u201d); e <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">A. africanus<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\"> (a \u201cCrian\u00e7a Taung\u201d, assim chamada pela localidade onde foi encontrada). (2) As formas robustas semelhantes ao macaco incluem <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">A. aethiopicus<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\"> (um esqueleto com alguns tra\u00e7os distintos achados no <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">A. afarensis<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\">, conhecido como \u201cCr\u00e2nio Negro\u201d), <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">A. robustus<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\"> e <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">A. boisei<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\">. Alguns pesquisadores colocam todas as formas robustas no g\u00eanero <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">Paranthropus<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\">. <\/span><sup><span class=\"superscript\" style=\"line-height: 1.3em;\">2<\/span><\/sup><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">O g\u00eanero <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">Homo<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\">, ao qual os humanos pertencem, inclui as esp\u00e9cies seguintes: <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">H. habilis<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\"> (material fragment\u00e1rio de uma esp\u00e9cie pequena encontrado junto a alguns artefatos de pedra, conhecido como \u201cHomem H\u00e1bil\u201d); <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">H. rudolfensis<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\"> (cr\u00e2nio gr\u00e1cil e ossos notavelmente maiores do que <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">H. habilis<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\">, embora anteriormente classificado naquela esp\u00e9cie); <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">H. erectus<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\"> (mais de 200 f\u00f3sseis, incluindo o Homem de Java e o Homem de Pekim); <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">H. ergaster<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\"> (cr\u00e2nio e ossos atribu\u00eddos anteriormente aos erectinos e agora reconhecidos pela mand\u00edbula inferior e a estrutura dos dentes como uma esp\u00e9cie distinta, conhecida como \u201cMenino Turkana\u201d); <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">H. heidelbergensis<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\"> (\u201cHomem da Rod\u00e9sia\u201d, um <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">H. sapiens<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\"> arcaico previamente identificado como um erectino, por vezes classificado como <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">H. sapiens heidelbergensis<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\">, uma sub-esp\u00e9cie de <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">H. sapiens<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\">; a esp\u00e9cie tem capacidade craniana maior do que os erectinos); <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">H. neanderthalensis<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\"> (uma esp\u00e9cie robusta comumente representada como \u201cHomem da Caverna\u201d, cujos f\u00f3sseis freq\u00fcentemente d\u00e3o evid\u00eancia de trauma, por vezes classificado como <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">H. sapiens neanderthalensis<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\">); e finalmente, <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">Homo sapiens<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\"> ou <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">Homo sapiens sapiens<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\"> (humanos modernos). <\/span><sup><span class=\"superscript\" style=\"line-height: 1.3em;\">3<\/span><\/sup><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>M\u00e9todos de pesquisa<\/strong><\/p>\n<p>Na busca das origens do homem, tr\u00eas grupos de cientistas \u2014 paleoantrop\u00f3logos, filogeneticistas evolucionistas e antrop\u00f3logos moleculares \u2014 abordam o problema de tr\u00eas perspectivas diferentes. Paleoantrop\u00f3logos enfocam caracter\u00edsticas f\u00edsicas dos esqueletos hom\u00ednidas e o uso de artefatos. Filogeneticistas evolucionistas descrevem as semelhan\u00e7as dos organismos e como s\u00e3o relacionados. Antrop\u00f3logos moleculares acentuam as semelhan\u00e7as de prote\u00ednas e DNA dos hom\u00ednidas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><span class=\"txtazulneg\"><strong>Caracter\u00edsticas f\u00edsicas dos hom\u00ednidas<\/strong><br \/><\/span><br \/>Paleoantrop\u00f3logos s\u00e3o cientistas que se especializam em origens humanas. Comparando esqueletos e tra\u00e7os morfol\u00f3gicos nos hom\u00ednidas, eles cr\u00eaem ter achado diversos tra\u00e7os hom\u00ednidos e pitecinos nestes f\u00f3sseis. Uma das esp\u00e9cies mais importantes dos australopitecinos, <em>Australopithecus afarensis<\/em>, exibe estas caracter\u00edsticas.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><em>Australopithecus afarensis<\/em>, um hom\u00ednida conhecido popularmente como \u201cLucy\u201d, tem uma junta il\u00edaca, que n\u00e3o \u00e9 nem bem pitecina nem bem humana. Embora pare\u00e7a claro que os australopitecinos n\u00e3o andavam sobre o jarrete como os macacos de hoje, as juntas il\u00edacas eram bastante viradas para frente de modo a n\u00e3o se confundir com as juntas il\u00edacas humanas. (Um dos crit\u00e9rios que t\u00eam sido usados para identificar o g\u00eanero <em>Homo<\/em> \u00e9 uma postura plenamente ereta ao andar.) Outra estrutura que os paleoantrop\u00f3logos salientam como evid\u00eancia de um elo australopitecino entre macacos e humanos \u00e9 a curvatura dos ossos dos dedos e dos artelhos. Os dedos dos australopitecinos n\u00e3o s\u00e3o t\u00e3o retos como os dedos humanos, mas as articula\u00e7\u00f5es n\u00e3o s\u00e3o t\u00e3o simples como as do chipanz\u00e9. <sup><span class=\"superscript\">4<\/span><\/sup> Algumas destas caracter\u00edsticas meio s\u00edmias, meio humanas nos membros dos australopitecinos t\u00eam sido identificadas. Al\u00e9m disto, a diminui\u00e7\u00e3o do tamanho dos dentes da frente da boca para tr\u00e1s \u00e9 um tra\u00e7o semelhante ao arranjo dos dentes nos hom\u00ednidos. <sup><span class=\"superscript\">5<\/span><\/sup><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Caracter\u00edsticas meio humanas, meio pitecinas t\u00eam sido descobertas tamb\u00e9m no g\u00eanero <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">Homo<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\">. <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">Homo habilis<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\">, ou \u201cHomem h\u00e1bil\u201d, \u00e9 inclu\u00eddo no g\u00eanero <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">Homo<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\"> primariamente porque o f\u00f3ssil foi achado junto de \u201cartefatos\u201d. Al\u00e9m disto, <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">H. habilis<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\"> tem uma mand\u00edbula muito parecida com a humana; n\u00e3o obstante, o esqueleto parece-se com um australopitecino. Os esp\u00e9cimes atribu\u00eddos ao <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">Homo rudolfensis<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\"> s\u00e3o inclu\u00eddos no g\u00eanero <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">Homo<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\"> porque a estrutura do esqueleto parece-se com a dos humanos; mas a face e os dentes parecem-se com australopitecinos robustos. <\/span><sup><span class=\"superscript\" style=\"line-height: 1.3em;\">6<\/span><\/sup><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Os paleoantrop\u00f3logos dividem os erectinos em duas esp\u00e9cies, conforme suas mand\u00edbulas e seus dentes, localiza\u00e7\u00e3o na \u00c1frica e menor capacidade craniana do <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">H. ergaster<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\"> comparada com os erectinos da \u00c1sia. <\/span><sup><span class=\"superscript\" style=\"line-height: 1.3em;\">7<\/span><\/sup><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">V\u00e1rios diagramas t\u00eam sido constru\u00eddos para demonstrar a linhagem ancestral dos hom\u00ednidas. Os diagramas diferem porque os paleoantrop\u00f3logos n\u00e3o concordam quanto \u00e0s caracter\u00edsticas espec\u00edficas que devem ser usadas para identificar rela\u00e7\u00f5es ancestrais, o tempo quando se separaram e o local de novos achados. <\/span><sup><span class=\"superscript\" style=\"line-height: 1.3em;\">8<\/span><\/sup><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span class=\"txtazulneg\">Rela\u00e7\u00f5es entre hom\u00ednidas<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"graphicRLB alignright size-full wp-image-329\" src=\"https:\/\/filosofiadasorigens.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/12\/2014\/02\/adao1.gif\" border=\"0\" width=\"455\" height=\"278\" align=\"right\" style=\"float: right; border: 0; margin: 3px;\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Filogeneticistas usam m\u00e9todos clad\u00edsticos (<em>cladogramas<\/em>) para descrever rela\u00e7\u00f5es entre organismos. Cladogramas s\u00e3o diagramas que arranjam os organismos em grupos que possuem caracter\u00edsticas comuns, descrevendo os organismos em termos de rela\u00e7\u00f5es fraternais em vez de ancestrais, de uma forma hier\u00e1rquica. Ao criar cladogramas, os filogeneticistas assumem tr\u00eas prim\u00edcias: (1) As caracter\u00edsticas que formam a base de dados podem ser arranjadas numa estrutura hier\u00e1rquica; (2) os dados ou as caracter\u00edsticas selecionados representam corretamente os organismos; e (3) houve bem pouca ou nenhuma perda de caracter\u00edsticas. <sup><span class=\"superscript\">9<\/span><\/sup> Um cladograma que descreve as rela\u00e7\u00f5es poss\u00edveis entre os hom\u00ednidas aparece na <strong>Figura 1<\/strong>. <sup><span class=\"superscript\">10<\/span><\/sup><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Algumas caracter\u00edsticas usadas para criar o cladograma aparecem nas esp\u00e9cies numa ordem diferente da maioria das caracter\u00edsticas que definem o cladograma. Os filogeneticistas escolhem o cladograma com o menor n\u00famero de caracter\u00edsticas fora de ordem para criar diagramas mais bem ajustados; conseq\u00fcentemente, h\u00e1 uma certa discord\u00e2ncia sobre quais caracter\u00edsticas melhor descrevem os organismos e como devem ser arranjadas na hierarquia.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Depois de usar o m\u00e9todo clad\u00edstico para identificar rela\u00e7\u00f5es hier\u00e1rquicas, numerosos pesquisadores incorporam esta informa\u00e7\u00e3o em hip\u00f3teses e desenvolvem esquemas filogen\u00e9ticos que tra\u00e7am as rela\u00e7\u00f5es ancestrais para os hom\u00ednidas. At\u00e9 1993, pelo menos seis esquemas filogen\u00e9ticos principais tinham sido propostos para os hom\u00ednidas. Desde a descoberta de <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">A. ramidus<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\">, um s\u00e9timo esquema foi proposto. Muito da transfer\u00eancia de esp\u00e9cies nestes diagramas representa disputas sobre a validade de atribuir \u00e0 evolu\u00e7\u00e3o humana os v\u00e1rios tra\u00e7os achados nos cr\u00e2nios e dentes dos esp\u00e9cimes.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span class=\"txtazulneg\">As rela\u00e7\u00f5es moleculares dos hom\u00ednidas<\/span><\/strong><\/p>\n<p> Alguns antrop\u00f3logos t\u00eam estudado as semelhan\u00e7as moleculares entre macacos modernos e humanos para criar hip\u00f3teses sobre as linhagens dos hom\u00ednidas. Alguns destes pesquisadores assumem que muta\u00e7\u00f5es e trocas ocorrem em ritmo constante na DNA. Estudos numerosos abrangendo mais de 30 anos, t\u00eam procurado determinar quando as v\u00e1rias esp\u00e9cies vivas divergiram de esp\u00e9cies afins, baseados na pressuposi\u00e7\u00e3o de ritmos relativamente constantes de mudan\u00e7a da DNA, um \u201crel\u00f3gio molecular\u201d. <sup><span class=\"superscript\">11<\/span><\/sup><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Interpreta\u00e7\u00f5es baseadas no \u201crel\u00f3gio molecular\u201d d\u00e3o a entender que a origem humana ocorreu h\u00e1 milh\u00f5es de anos e assumem que h\u00e1 um elo entre macacos e humanos. O tempo proposto para a diverg\u00eancia macaco-homem varia de 5 a 7 milh\u00f5es de anos. Contudo, os ritmos de muta\u00e7\u00e3o assumidos para calcular estas datas foram disputados h\u00e1 mais de 30 anos por Morris Goodman e mais recentemente por Wen-Hsiung Li. <\/span><sup><span class=\"superscript\" style=\"line-height: 1.3em;\">12<\/span><\/sup><span style=\"line-height: 1.3em;\"> Os argumentos levantados permitem questionar a validade do m\u00e9todo.<\/span><\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Outros limitaram o campo de pesquisa e compararam a DNA do mitoc\u00f4ndrio entre as ra\u00e7as humanas, sugerindo que a linha humana pode ser tra\u00e7ada a uma \u00fanica popula\u00e7\u00e3o africana.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"txtazulneg\" style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p class=\"txtazulneg\" style=\"text-align: justify;\"><strong>A \u201clinhagem\u201d hom\u00ednida<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Australopitecinos. No grupo australopitecino, <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">A. ramidus<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\"> (o achado mais recente) e <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">A. afarensis<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\"> (Lucy) s\u00e3o ambos considerados ancestrais (<strong>Figura 2<\/strong>), ao passo que <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">A. africanus<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\"> (A Crian\u00e7a Taung), classificado mesmo em 1993 como ancestral (<strong>Figura 3<\/strong>), continua a ser contestado como parte da linha direta. <\/span><sup><span class=\"superscript\" style=\"line-height: 1.3em;\">13<\/span><\/sup><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"graphicRLB size-full wp-image-330\" src=\"https:\/\/filosofiadasorigens.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/12\/2014\/02\/adao2.gif\" border=\"0\" width=\"448\" height=\"315\" style=\"border: 0px none; margin: 3px auto; display: block;\" \/><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"graphicRLB alignright size-full wp-image-331\" src=\"https:\/\/filosofiadasorigens.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/12\/2014\/02\/adao3.gif\" border=\"0\" width=\"345\" height=\"411\" align=\"right\" style=\"float: right; border: 0; margin: 3px;\" \/><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Hom\u00ednidos (ver <strong>Figura 2<\/strong>). No g\u00eanero <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">Homo<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\">, <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">H. habilis<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\"> (Homem H\u00e1bil) continua problem\u00e1tico, mas \u00e9 classificado fora da linha humana por Wood e dentro da linha humana por McHenry. <\/span><sup><span class=\"superscript\" style=\"line-height: 1.3em;\">14<\/span><\/sup><span style=\"line-height: 1.3em;\"> A forma gr\u00e1cil de <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">H. rudolfensis<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\"> substituia outrora <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">H. habilis<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\"> na linhagem humana, mas \u00e9 agora tamb\u00e9m exclu\u00edda por v\u00e1rios estudiosos. <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">H. erectus<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\"> (Homem de Pekim, Homem de Java) devia no presente ser designado como \u201cfora de linha\u201d segundo Tattersall (ver <strong>Figura 3<\/strong>) <\/span><sup><span class=\"superscript\" style=\"line-height: 1.3em;\">15<\/span><\/sup><span style=\"line-height: 1.3em;\"> devido ao fato que uma por\u00e7\u00e3o da estrutura craniana \u00e9 demasiado robusta. <\/span><sup><span class=\"superscript\" style=\"line-height: 1.3em;\">16<\/span><\/sup><span style=\"line-height: 1.3em;\"> Alguns pesquisadores designam <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">H. ergaster<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\"> como um dos \u201celos\u201d preferidos, embora outros ainda considerem <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">H. ergaster<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\"> como uma esp\u00e9cie separada e continuam a incluir estes esp\u00e9cimes com os erectinos e na linha ancestral. Finalmente, <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">H. heidelbergensis<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\"> \u00e9 considerado como um ancestral tanto dos humanos modernos como dos neandertalenses. <\/span><sup><span class=\"superscript\" style=\"line-height: 1.3em;\">17<\/span><\/sup><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"txtazulneg\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Hip\u00f3teses evolucionistas falsificadas<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">A <strong>Figura 2<\/strong> ilustra algumas das conclus\u00f5es dos paleoantrop\u00f3logos quanto \u00e0 rela\u00e7\u00e3o ancestral-descendente para os hom\u00ednidas. O ancestral comum para hom\u00ednidas e macacos ainda falta. <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">A. ramidus<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\">, <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">A. afarensis<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\">, erectinos e <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">H. heilderbergensis<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\"> s\u00e3o todos claramente designados como \u201celos\u201d na linhagem.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Usando m\u00e9todos cient\u00edficos normativos, os pesquisadores testam suas hip\u00f3teses, e rejeitam as id\u00e9ias que se demonstram falsas. Nos estudos da evolu\u00e7\u00e3o humana, os pesquisadores nem sempre aderem a m\u00e9todos cient\u00edficos normativos. Por exemplo, <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">A. afarensis<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\"> tem tra\u00e7os \u00fanicos que efetivamente impedem que seja inclu\u00eddo entre nossos ancestrais. Um estudo clad\u00edstico identifica 69 tra\u00e7os que se expressam de modo diferente entre as esp\u00e9cies na \u201clinhagem humana\u201d. Destes, apenas 45 apoiam a hip\u00f3tese evolucionista preferida. <\/span><sup><span class=\"superscript\" style=\"line-height: 1.3em;\">18<\/span><\/sup><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Os 24 caracteres restantes contradizem a hip\u00f3tese evolucionista preferida. A hip\u00f3tese preferida foi escolhida pelos pesquisadores como representando a linha prov\u00e1vel da \u201cevolu\u00e7\u00e3o humana\u201d por ter sido demonstrada falsa o menor n\u00famero de vezes. Como resultado, e a seu cr\u00e9dito, outros pesquisadores t\u00eam posto em d\u00favida a validade de <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">A. afarensis<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\"> como um ancestral humano. <\/span><sup><span class=\"superscript\" style=\"line-height: 1.3em;\">19<\/span><\/sup><span style=\"line-height: 1.3em;\"> A invers\u00e3o na robustez que ocorre com a inclus\u00e3o de <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">H. erectus<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\"> na \u201clinhagem\u201d \u00e9 outro fator que \u00e9 inconsistente com a hip\u00f3tese evolucionista atual quanto aos hom\u00ednidas.<\/span><\/p>\n<p class=\"txtazulneg\" style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"txtazulneg\" style=\"text-align: justify;\"><strong> Conclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Que nos diz o \u201clivro da Natureza\u201d? Todas as hip\u00f3teses evolucionistas dos hom\u00ednidas t\u00eam sido demonstradas falsas. Para sermos justos, isto n\u00e3o elimina a teoria evolucionista (novos esp\u00e9cimes podem ser descobertos para resolver os conflitos); portanto, n\u00e3o \u00e9 apropriado anunciar ao mundo que \u201cA evolu\u00e7\u00e3o foi refutada\u201d na base da incongru\u00eancia das hip\u00f3teses atuais.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Se todas as hip\u00f3teses evolucionistas dos hom\u00ednidas foram demonstradas falsas, como \u00e9 que se interpreta o material f\u00f3ssil? Coment\u00e1rios de Wood ilustram o que pode ser percebido como uma mistura de caracter\u00edsticas: \u201cAo passo que <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">H. habilis sensu stricto<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\"> [no sentido estrito] \u00e9 hom\u00ednido com respeito \u00e0 boca e mand\u00edbulas, ele ret\u00e9m um esqueleto p\u00f3scraniano [corpo] essencialmente australopitecino. <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">Homo rudolfensis<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\">, por outro lado, aparentemente combina um esqueleto p\u00f3s-craniano [corpo] com a face e denti\u00e7\u00e3o que s\u00e3o an\u00e1logas \u00e0s dos australopitecinos \u2018robustos\u2019, especialmente <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">P. boisei.<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\">\u201d Muitas caracter\u00edsticas que ocorrem juntas nos australopitecinos e nos hom\u00ednidos representam um mosaico de tra\u00e7os. Alguns crist\u00e3os interpretam estes organismos como tendo resultado da degenera\u00e7\u00e3o da forma humana devida \u00e0 entrada do pecado. Uma outra interpreta\u00e7\u00e3o restringe o termo <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">humano<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\"> a humanos anatomicamente modernos e atribuem o resto dos f\u00f3sseis a esp\u00e9cies criadas n\u00e3o humanas. Uma interpreta\u00e7\u00e3o mais ampla do termo <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">humano<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\"> aceitaria ao menos alguns dos f\u00f3sseis como outras subesp\u00e9cies criadas de humanos. O que quer que estas criaturas fossem, \u00e9 \u00f3bvio que h\u00e1 problemas com quase toda interpreta\u00e7\u00e3o destes f\u00f3sseis. Em vista dos dados dispon\u00edveis, prud\u00eancia \u00e9 recomendada. Com efeito, seria prematuro tirar quaisquer conclus\u00f5es definitivas quanto \u00e0 origem destes organismos e sua rela\u00e7\u00e3o com o relato de G\u00eanesis. <\/span><span class=\"superscript\" style=\"line-height: 1.3em;\"><sup>20<\/sup> <\/span><\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"textopreto\"><strong>Evolu\u00e7\u00e3o e salva\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p class=\"articleAuthor\"><strong>Richard Rimmer<\/strong><\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Quem foi a primeira pessoa a quem Deus prometeu a salva\u00e7\u00e3o?<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Para a maior parte de crist\u00e3os que cr\u00eaem na B\u00edblia, a resposta \u00e9 bem simples. Mas se voc\u00ea \u00e9 um crist\u00e3o que cr\u00ea na evolu\u00e7\u00e3o, voc\u00ea se encontra num dilema. Os evolucionistas dizem que as esp\u00e9cies evolu\u00edram atrav\u00e9s das \u00e9pocas e que mudan\u00e7as progressivas finalmente produziram o homem moderno. Se a evolu\u00e7\u00e3o realmente ocorreu e seres humanos evolu\u00edram de formas inferiores, houve um momento na transi\u00e7\u00e3o entre hom\u00ednidas e humanos modernos em que Deus come\u00e7ou a consider\u00e1-los respons\u00e1veis por suas a\u00e7\u00f5es? Ser\u00e1 que Deus salvou humanos primitivos h\u00e1 meio milh\u00e3o de anos, mas n\u00e3o antrop\u00f3ides h\u00e1 um milh\u00e3o de anos? Exatamente em que momento eles se tornaram pessoas e deixaram de ser animais?<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Lembrem, Deus salva <em>indiv\u00edduos<\/em>, n\u00e3o grupos. Se voc\u00ea fosse Deus, voc\u00ea teria de decidir quando come\u00e7ar a salvar indiv\u00edduos, <em>e n\u00e3o seus pais e m\u00e3es<\/em>.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Se voc\u00ea \u00e9 um evolucionista te\u00edsta, voc\u00ea coloca Deus na posi\u00e7\u00e3o de tomar uma decis\u00e3o arbitr\u00e1ria quanto a indiv\u00edduos. Cristo nos disse que quem quer que nEle cr\u00ea pode ser salvo (Jo\u00e3o 3:16). Isto implica decis\u00e3o pessoal. Al\u00e9m disto, nosso Deus \u00e9 um Deus razo\u00e1vel (Isa\u00edas 1:18). Ele n\u00e3o pode ser arbitr\u00e1rio ao definir quando no processo evolucion\u00e1rio um ser pode ser salvo.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Ent\u00e3o h\u00e1 a quest\u00e3o de como, quando e por que o plano de salva\u00e7\u00e3o foi introduzido a estas criaturas em desenvolvimento. \u00c9 a hist\u00f3ria de Ad\u00e3o e Eva, como aparece em G\u00eanesis, uma grande mentira? Como pode esta perspectiva b\u00edblica ser compat\u00edvel com a evolu\u00e7\u00e3o?<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o foi uma quest\u00e3o de desenvolvimento que decidiu quando as pessoas eram aptas para serem salvas. Havia um casal de humanos que n\u00e3o precisava de salva\u00e7\u00e3o, mas que pecou ao desobedecer a Deus. Desde ent\u00e3o foi, e \u00e9, uma quest\u00e3o de aceitar Cristo como nosso Salvador.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Se voc\u00ea \u00e9 crist\u00e3o, por que n\u00e3o aceitar a opini\u00e3o razo\u00e1vel de que Deus criou os humanos e os dotou com a capacidade de fazer escolhas morais? N\u00e3o \u00e9 isto mais razo\u00e1vel do que for\u00e7ar Deus a decidir quando hom\u00ednidas em evolu\u00e7\u00e3o se tornaram moralmente respons\u00e1veis e eram bastante evolu\u00eddos para serem salvos?<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">H\u00e1 tamb\u00e9m a quest\u00e3o do pecado. Que relev\u00e2ncia tem o pecado para pessoas se elas descenderam de animais inferiores e herdaram defici\u00eancias morais? N\u00e3o faria isto Deus o respons\u00e1vel pelos nossos pecados? N\u00e3o seria irrazo\u00e1vel para Ele pedir-nos que sejamos vencedores? Se Deus criou formas de vida inferiores (como os evolucionistas te\u00edstas pretendem), mas ent\u00e3o deixou que evolu\u00edssem atrav\u00e9s de milh\u00f5es de anos como animais inferiores com defici\u00eancias, n\u00e3o poder\u00edamos acusar Deus de nos criar pecaminosos?<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><em>Richard Rimmer \u00e9 um escritor independente que reside em Madison, Tennessee, E.U.A.<br \/> <\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"txtazulneg\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Notas e refer\u00eancias<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<ol>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Para uma discuss\u00e3o anterior do t\u00f3pico nesta revista ver David Ekkens, \u201cAnimais e Seres Humanos: S\u00e3o Eles Iguais?\u201d (Di\u00e1logo 6:3, pp. 5-8).<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">F. E. Grine, \u201cAustralopithecine Taxonomy and Phylogeny: Historical Background and Recent Interpretation\u201d, em The Human Evolution Source Book, R. L. Ciochon e J. G. Fleagle, eds. (Englewood Cliffs, New Jersey: Prentice-Hall, 1993), p\u00e1gs. 198-210. Tamb\u00e9m, I. Tattersall, The Human Odyssey (New York: Prentice-Hall, 1993), p. 191.<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Informa\u00e7\u00e3o sobre os australopitecinos e hom\u00ednidos foi obtida das fontes seguintes: Tattersall, p\u00e1g. 191; M. H. Nitecki e D. V. Nitecki, Origins of Anatomically Modern Humans (New York: Plenum Press, 1994), p\u00e1g. 341; M. L. Lubenow, Bones of Contention (Grand Rapids, Mich.: Baker Books, 1987), p. 295.<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">R. L. Susman, J. T. Stern, Jr. e W. L. Jungers, \u201cArboreality and Bipedality in the Hadar Hominids\u201d, Folia Primatologica, 43 (1984), pp. 113-156.<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">J. T. Robinson, \u201cThe Origin and Adaptive Radiation of the Australopithecines\u201d, em Evolution and Hominization, G. Kurth, ed. (Stuttgart: Verlag, 1962), pp. 150-175.<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">B. Wood, \u201cOrigin and Evolution of the Genus Homo\u201d, Nature, 355 (1992), pp. 783-790.<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Ibidem.<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Grine, pp. 198-210.<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">R. H. Brady, \u201cParsimony, Hierarchy and Biological Implications\u201d, em Advances in Cladistics, vol. 2, Platnick e Funk, eds. (New York: Columbia University Press, 1983), pp. 49-60.<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">R. R. Skelton, H. M. McHenry e G. M. Drawhorn, \u201cPhylogenetic Analysis of Early Hominids\u201d, Current Anthropology, 27 (1986), pp. 21-35.<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">M. Hasegawa, H. Kishino e T. Yano, \u201cDating of the Human-Ape Splitting by a Molecular Clock of Mitochondrial DNA\u201d, Journal of Molecular Evolution, 22 (1985), pp. 160- 174.<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Ver A. Gibbons, \u201cWhen It Comes to Evolution, Humans Are in the Slow Class\u201d, Science, 267 (1995), pp. 1907-1908.<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Wood, B. 1992. Reimpresso em The Human Evolution Source Book, R. L. Ciochon e J. L. Fleagle, eds. (Englewood Cliffs, New Jersey: Prentice-Hall, 1993), pp. 319-331.<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">H. M. McHenry, Tempo and Mode in human evolution: Proceedings of the National Academy of Sciences, 91 (1994), pp. 6780- 6786.<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Ver I. Tattersall, The Human Odyssey.<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">A inclus\u00e3o de H. erectus na \u201clinhagem\u201d hom\u00ednida representa uma invers\u00e3o na robustez dos cr\u00e2nios, da forma gr\u00e1cil de A. afarensis \u00e0 estrutura robusta do cr\u00e2nio de H. erectus e de volta \u00e0 estrutura gr\u00e1cil do cr\u00e2nio de humanos.<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">T. White, G. Suwa e B. Asfaw, \u201cAustralopithecus ramidus, A New Species of Early Hominid from Aramis, Ethiopia\u201d, Nature, 371 (1994), pp. 306-312. B. Wood, \u201cOrigin and Evolution of the Genus Homo\u201d, Nature, 355 (1992), pp. 783-790. F. E. Grine, \u201cAustralopithecine Taxonomy and Phylogeny: Historical Background and Recent Interpretation\u201d, em The Human Evolution Source Book, pp. 319-331, 198- 210. Ver tamb\u00e9m Tattersall, p. 151.<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Skelton, McHenry e Drawhorn, pp. 21-35.<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Ibidem.<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Desejo expressar minha aprecia\u00e7\u00e3o ao Dr. Lee Spencer e \u00e0 equipe do Geoscience Research Institute por seu conselho durante as etapas finais deste artigo.<\/span><\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\"> Artigo publicado em <\/p>\n<p> <a href=\"http:\/\/dialogue.adventist.org\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-33\" src=\"https:\/\/filosofiadasorigens.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/12\/2010\/12\/dialogo.jpg\" border=\"0\" width=\"200\" height=\"62\" style=\"border: 0px none; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Elaine Kennedy (Ph.D., University of Southern California) \u00e9 ge\u00f3loga no Geoscience Research Institute. Ela \u00e9 a autora de v\u00e1rios artigos, entre eles \u201cOs Intrigantes Dinoss\u00e1uros\u201d (Di\u00e1logo 5:2). 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