{"id":327,"date":"2014-02-02T11:39:29","date_gmt":"2014-02-02T13:39:29","guid":{"rendered":"https:\/\/filosofiadasorigens.scb.org.br\/2014\/02\/02\/tempo-fe-e-fosseis-de-baleias\/"},"modified":"2022-10-30T18:39:58","modified_gmt":"2022-10-30T21:39:58","slug":"tempo-fe-e-fosseis-de-baleias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/scb.org.br\/filosofiadasorigens\/artigos\/criacionismo\/tempo-fe-e-fosseis-de-baleias\/","title":{"rendered":"Tempo, F\u00e9 e F\u00f3sseis de Baleias"},"content":{"rendered":"<p class=\"tituloAzulClaro\" style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"line-height: 1.3em;\">Ra\u00fal Esperante<\/strong><\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><em>(Ph.D. pela Loma Linda University) \u00e9 paleont\u00f3logo do Geoscience Research Institute, em Loma Linda, Calif\u00f3rnia, EUA. E-mail: resperante@univ.llu.edu<\/em><\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" alignright size-full wp-image-325\" src=\"https:\/\/filosofiadasorigens.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/12\/2014\/02\/baleia1.gif\" border=\"0\" width=\"225\" height=\"424\" align=\"right\" style=\"float: right; border: 0; margin: 3px;\" \/>O tempo tem sido um assunto importante na maioria das controv\u00e9rsias relacionadas \u00e0 f\u00e9 e \u00e0 ci\u00eancia, desde que, no princ\u00edpio do s\u00e9culo XIX, foram propostos os primeiros modelos n\u00e3o-b\u00edblicos para a origem da Terra. Ge\u00f3logos e naturalistas como Hutton, Lyell e outros, divisavam longos per\u00edodos de tempo em muitas caracter\u00edsticas do registro geol\u00f3gico, incluindo o resfriamento das rochas \u00edgneas, a deposi\u00e7\u00e3o das camadas sedimentares e a sucess\u00e3o da flora e da fauna em tempos passados. Darwin e Wallace foram aparentemente bem-sucedidos em conectar as linhagens evolutivas de organismos a longos per\u00edodos de tempo, durante os quais a morte do mais fraco e a sobreviv\u00eancia do mais apto abriram caminho para organismos mais complexos, intrincados e adaptados. Se as altera\u00e7\u00f5es (tanto no \u00e2mbito biol\u00f3gico como no geol\u00f3gico) ocorreram segundo a velocidade que presenciamos hoje, ent\u00e3o a Terra e a vida devem ser muito antigas para que as mudan\u00e7as acumuladas produzissem novas formas. Esse c\u00edrculo vicioso \u00e9 reiterado na breve senten\u00e7a : \u201cO presente \u00e9 a chave para o passado\u201d. As longas eras foram apoiadas posteriormente pelo desenvolvimento de t\u00e9cnicas radiom\u00e9tricas, em meados do s\u00e9culo XX, que permitiram o c\u00e1lculo de taxas de desintegra\u00e7\u00e3o dos elementos inst\u00e1veis presentes nas rochas \u00edgneas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em style=\"line-height: 1.3em;\">\u00a0<\/em><\/p>\n<p>  <!--more-->  <\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"line-height: 1.3em;\">Uma imensidade de tempo?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nas \u00faltimas cinco d\u00e9cadas foram aprimoradas diversas t\u00e9cnicas, as quais resultaram em idades consistentes de centenas de milhares ou milh\u00f5es de anos. O Carbono 14 (C-14) \u00e9 amplamente conhecido como levantando idades que v\u00e3o desde centenas at\u00e9 50.000 anos, apesar de ser altamente discutida a validade da precis\u00e3o de datas mais remotas. S\u00e9ries de elementos inst\u00e1veis e seus derivados tais como K\/Ar (Pot\u00e1ssio\/Arg\u00f4nio), U\/Pb (Ur\u00e2nio\/Chumbo) e Rb\/Sr (Rub\u00eddio\/Estr\u00f4ncio), s\u00e3o comumente utilizadas na data\u00e7\u00e3o de rochas mais antigas e seus f\u00f3sseis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A data\u00e7\u00e3o radiom\u00e9trica \u00e9 um problema para quem acredita no relato genes\u00edaco da cria\u00e7\u00e3o, porque ela ajusta o rel\u00f3gio para muito antes do tempo registrado nas genealogias de G\u00eanesis 5 e 11, bem como nas declara\u00e7\u00f5es de Ellen White, que indicam que a humanidade existe na Terra h\u00e1 cerca de 6.000 anos. De fato, a data\u00e7\u00e3o radiom\u00e9trica \u00e9 o principal desafio que os criacionistas partid\u00e1rios da posi\u00e7\u00e3o de uma Terra jovem enfrentam como cientistas, e muitos cr\u00eaem que a evid\u00eancia cient\u00edfica \u00e9 forte o suficiente para desafiar a validade das afirma\u00e7\u00f5es b\u00edblicas relativas \u00e0 Cria\u00e7\u00e3o e, portanto, escolhem acreditar em modelos alternativos como a cria\u00e7\u00e3o progressiva ou a evolu\u00e7\u00e3o te\u00edsta.\u00a0<sup><span class=\"superscript\">1<\/span><\/sup> Muitos v\u00e3o al\u00e9m e questionam a validade das declara\u00e7\u00f5es do Novo Testamento sobre a Cria\u00e7\u00e3o, incluindo as do pr\u00f3prio Jesus, de Paulo e Pedro. Conseq\u00fcentemente, a Igreja Adventista do S\u00e9timo Dia tem demonstrado interesse especial em pesquisas b\u00edblicas e cient\u00edficas que apoiem o relato da Cria\u00e7\u00e3o e do Dil\u00favio. Grande n\u00famero de cientistas e eruditos b\u00edblicos procura desvendar os mist\u00e9rios do tempo conservados nas rochas e nas genealogias b\u00edblicas, para lan\u00e7ar luz sobre a atual controv\u00e9rsia entre a ci\u00eancia e a B\u00edblia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Apesar das datas radiom\u00e9tricas serem comumente aceitas pelos ge\u00f3logos como confi\u00e1veis em toda a coluna geol\u00f3gica das bacias oce\u00e2nicas e dos continentes, tamb\u00e9m \u00e9 verdade que \u00e0s vezes elas s\u00e3o inconsistentes com outras evid\u00eancias geol\u00f3gicas e paleontol\u00f3gicas. Os intervalos de tempo obtidos mediante o uso de is\u00f3topos inst\u00e1veis, podem ser muito maiores do que o tempo real necess\u00e1rio para a deposi\u00e7\u00e3o dos leitos sedimentares ou para a forma\u00e7\u00e3o e preserva\u00e7\u00e3o dos f\u00f3sseis. As camadas sedimentares que indicam a r\u00e1pida deposi\u00e7\u00e3o de sedimentos e f\u00f3sseis de tartarugas na Forma\u00e7\u00e3o Bridger, no Wyoming, EUA, s\u00e3o um exemplo desse fato. Sup\u00f5e-se que essas tartarugas foram acumuladas e sepultadas ao longo de enormes per\u00edodos de tempo, num ambiente lacustre afetado por ocasionais precipita\u00e7\u00f5es de cinza vulc\u00e2nica. Entretanto, pesquisas efetuadas pelo paleont\u00f3logo Leonard Brand e outros, da Universidade de Loma Linda, mostraram que mais provavelmente as tartarugas foram soterradas rapidamente por enchentes e cinzas vulc\u00e2nicas, em curto espa\u00e7o de tempo.\u00a0<sup><span class=\"superscript\">2<\/span><\/sup><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Tempo para as baleias<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" alignright size-full wp-image-326\" src=\"https:\/\/filosofiadasorigens.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/12\/2014\/02\/baleia2.gif\" border=\"0\" width=\"466\" height=\"205\" align=\"right\" style=\"float: right; border: 0;\" \/><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outro exemplo disso \u00e9 a presen\u00e7a de baleias f\u00f3sseis em vasas diatom\u00e1ceas e arenitos da Forma\u00e7\u00e3o Pisco, no Sul do Peru. Nela foram descobertos milhares de cet\u00e1ceos f\u00f3sseis em camadas sedimentares jacentes numa antiga enseada marinha de baixa profundidade, localizada a cerca de 30 quil\u00f4metros do litoral. Esses f\u00f3sseis est\u00e3o sendo estudados por uma equipe multidisciplinar de ge\u00f3logos e paleont\u00f3logos dos EUA, da Espanha, Peru e It\u00e1lia, que descobriu m\u00faltiplas camadas de bem preservados f\u00f3sseis de barbatanas de baleias, golfinhos, le\u00f5es marinhos, tartarugas, pinguins e outras criaturas. Por\u00e9m, antes de entrarmos em detalhes sobre esses f\u00f3sseis, precisamos dizer algumas palavras sobre os processos que as baleias de hoje sofrem ap\u00f3s sua morte.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As baleias s\u00e3o mam\u00edferos marinhos que respiram e nadam ativamente, e possuem alto conte\u00fado de gordura. Quando uma baleia morre, seu corpo pode afundar imediatamente (no caso de esp\u00e9cies detentoras de menor teor gorduroso) ou flutuar durante certo tempo (esp\u00e9cies com alto teor gorduroso), submergindo depois at\u00e9 o solo oce\u00e2nico. Logo ap\u00f3s sua morte, inicia-se a decomposi\u00e7\u00e3o bacteriana e a a\u00e7\u00e3o dos necr\u00f3fagos na carca\u00e7a, removendo a carne e a gordura at\u00e9 que os ossos fiquem expostos. Esses processos podem prolongar-se por v\u00e1rios meses, dependendo do tamanho da baleia e de seu volume de gordura. Uma caracter\u00edstica particular de muitas baleias \u00e9 que os seus ossos s\u00e3o ricos em gordura (o que ajuda na flutuabilidade do cet\u00e1ceo), e que essa gordura (tamb\u00e9m chamada de graxa) ainda permanece como fonte alimentar por muito tempo ap\u00f3s a carne ter sido removida dos ossos. Observa\u00e7\u00f5es atuais de esqueletos de baleias existentes no solo oce\u00e2nico, mostram que eles s\u00e3o colonizados por abundante e diversificada comunidade de invertebrados incrustados, como mariscos, caramujos, vermes, crust\u00e1ceos, que se fixam sobre os ossos e tamb\u00e9m no solo oce\u00e2nico adjacente. Eles escavam os sedimentos do solo em busca de nutrientes que vazaram da carca\u00e7a degradada, e perfuram os ossos para se alimentarem da gordura. Acredita-se que esses esqueletos submersos podem abrigar durante muitos anos uma grande comunidade de pequenos invertebrados marinhos.\u00a0<sup><span class=\"superscript\">3<\/span><\/sup> Os ossos dessas baleias usualmente encontram-se corro\u00eddos, desarticulados e, \u00e0s vezes, deslocados pela a\u00e7\u00e3o de correntes marinhas ou de necr\u00f3fagos. Se o esqueleto for arrastado para a praia, \u00e9 prov\u00e1vel que os ossos sejam bastante dispersos pela a\u00e7\u00e3o das ondas e das tempestades.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em compara\u00e7\u00e3o com os exemplos atuais, o que vemos nas baleias f\u00f3sseis da Forma\u00e7\u00e3o Pisco \u00e9 um quadro totalmente diferente, embora com algumas similaridades. Alguns esqueletos aparecem parcial ou totalmente desarticulados, como acontece com os modernos esp\u00e9cimes, mas os ossos se apresentam associados e agrupados, indicando ter ocorrido pequena perturba\u00e7\u00e3o no arcabou\u00e7o \u00f3sseo ap\u00f3s o soterramento. Os esqueletos, em grande n\u00famero, encontram-se inteiramente articulados, com os ossos na posi\u00e7\u00e3o que tinham quando em vida. Essa caracter\u00edstica indica claramente um r\u00e1pido sepultamento. Caso os sedimentos tivessem sido depositados no solo oce\u00e2nico de \u00e1guas rasas (profundidades menores que 100 metros) durante muitos anos, moluscos, crust\u00e1ceos e vermes em quantidade teriam perfurado os ossos na tentativa de se alimentarem da gordura interna. As correntes mar\u00edtimas tamb\u00e9m poderiam ter movido alguns ossos. Em vez disso, a preserva\u00e7\u00e3o dos ossos \u00e9 excelente, sem quaisquer evid\u00eancias de danos causados por correntes marinhas, perfura\u00e7\u00e3o ou necrofagia por invertebrados. Al\u00e9m do mais, n\u00e3o existem evid\u00eancias de quaisquer invertebrados sepultados junto com os ossos das baleias. Parece n\u00e3o ter havido tempo para que os invertebrados colonizassem os ossos frescos e deixassem neles suas marcas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ainda mais impressionante \u00e9 a preserva\u00e7\u00e3o das barbatanas (o dispositivo de filtragem) e, em alguns casos, a mineraliza\u00e7\u00e3o da medula espinhal, pois ambas s\u00e3o tecidos moles que tendem a se destacar e degradar muito mais rapidamente que os ossos. As barbatanas s\u00e3o constitu\u00eddas de queratina (o mesmo tipo de prote\u00edna insol\u00favel que comp\u00f5e o cabelo humano e suas unhas), e n\u00e3o se enra\u00edzam nas mand\u00edbulas da baleia, estando apenas aderidas a elas atrav\u00e9s da gengiva. Sabe-se mediante as observa\u00e7\u00f5es atuais que as barbatanas se destacam da mand\u00edbula superior em quest\u00e3o de poucas horas ou dias ap\u00f3s a morte, tornando extremamente improv\u00e1vel a preserva\u00e7\u00e3o do esqueleto juntamente com o dispositivo de filtragem, a n\u00e3o ser que ocorra sedimenta\u00e7\u00e3o muito r\u00e1pida. Surpreendentemente, numerosas baleias f\u00f3sseis foram encontradas na Forma\u00e7\u00e3o Pisco, com suas barbatanas preservadas e muitas delas conservando o dispositivo de filtragem na posi\u00e7\u00e3o que tinham em vida. Essas caracter\u00edsticas das baleias f\u00f3sseis sugerem sepultamento e fossiliza\u00e7\u00e3o r\u00e1pidos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">V\u00e1rias outras linhas de evid\u00eancias sugerem que as taxas de sedimenta\u00e7\u00e3o na Forma\u00e7\u00e3o Pisco foram muito maiores do que as observadas em qualquer local nos tempos atuais, e consideravelmente maiores do que as inferidas a partir da data\u00e7\u00e3o radiom\u00e9trica dispon\u00edvel para aquele local.\u00a0<sup><span class=\"superscript\">4<\/span><\/sup> As data\u00e7\u00f5es radiom\u00e9tricas obtidas com is\u00f3topos K-Ar indicam um intervalo entre 10 e 12 milh\u00f5es de anos para a sedimenta\u00e7\u00e3o dos dep\u00f3sitos que cont\u00eam baleias, as quais apresentam espessura de at\u00e9 1.000 metros.\u00a0<sup><span class=\"superscript\">5<\/span><\/sup> Calculando-se 10 milh\u00f5es de anos para a deposi\u00e7\u00e3o de uma seq\u00fc\u00eancia total de 500 metros de espessura, seriam necess\u00e1rios 20.000 anos para acumular um metro de espessura de sedimentos sobre o piso oce\u00e2nico local. Estudos efetuados em v\u00e1rios ambientes oce\u00e2nicos indicam que as atuais taxas de deposi\u00e7\u00e3o de sedimentos similares aos da Forma\u00e7\u00e3o Pisco, situam-se no intervalo entre 2 a 260 cent\u00edmetros para cada 1.000 anos (com m\u00e9dias entre 15 a 50 cm\/1.000 anos, e 2 a 16 cm\/1.000 anos para a plataforma marinha peruana), que est\u00e3o acima da ordem de grandeza apurada pelas medi\u00e7\u00f5es mediante radiometria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Portanto, mesmo com uma taxa m\u00e9dia anual de sedimenta\u00e7\u00e3o de 40 cm\/1.000 anos, levaria um mil\u00eanio para soterrar completamente um compacto esqueleto de baleia com 40cm de altura, e evitar qualquer desarticula\u00e7\u00e3o ou deteriora\u00e7\u00e3o \u00f3ssea originada da a\u00e7\u00e3o de correntes marinhas, necr\u00f3fagos ou rea\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas. N\u00e3o parece razo\u00e1vel pensar que um grande esqueleto pudesse repousar num piso oce\u00e2nico de \u00e1guas rasas durante tantos s\u00e9culos, sem ter sido perturbado por agentes f\u00edsicos e biol\u00f3gicos causadores de desarticula\u00e7\u00e3o, perfura\u00e7\u00e3o e remo\u00e7\u00e3o dos ossos. Mesmo que os ossos e a barbatana tivessem sofrido mineraliza\u00e7\u00e3o r\u00e1pida ap\u00f3s a morte do animal, \u00e9 improv\u00e1vel que sua carca\u00e7a durasse tanto tempo sem qualquer deteriora\u00e7\u00e3o, e a barbatana se conservasse na posi\u00e7\u00e3o que tinha quando o animal vivia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A implica\u00e7\u00e3o dos valores das taxas de deposi\u00e7\u00e3o de sedimentos finos sobre o leito oce\u00e2nico \u00e9 dupla. Por um lado, a excelente preserva\u00e7\u00e3o das baleias f\u00f3sseis indica que, na Bacia Pisco, os sedimentos acumularam-se muito mais rapidamente no passado do que no presente, sob caracter\u00edsticas geol\u00f3gicas semelhantes (como as \u00e1guas rasas oce\u00e2nicas ao longo da costa peruana, que \u00e9 um bom exemplo dessa esp\u00e9cie de ambiente sedimentar). Certamente os sedimentos contendo f\u00f3sseis de baleias devem ter sido depositados muito rapidamente. Quanto mais esse tipo de evid\u00eancia se acumula, maior o questionamento da data\u00e7\u00e3o radiom\u00e9trica, pois n\u00e3o existe suficiente atividade sedimentar para preencher um per\u00edodo de tempo t\u00e3o extenso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por outro lado, a exist\u00eancia desses f\u00f3sseis bem preservados traz \u00e0 luz as s\u00e9rias defici\u00eancias da hip\u00f3tese comumente aceita pelos ge\u00f3logos evolucionistas, de que \u201co presente \u00e9 a chave para o passado\u201d. Se, como vimos com as baleias atuais, a taxa com que ocorrem os processos hoje (isto \u00e9, a sedimenta\u00e7\u00e3o e o sepultamento em oceanos e lagos) n\u00e3o explica satisfatoriamente a fato dos f\u00f3sseis excelentemente preservados, temos de concluir que, de algum modo, o passado deve ter sido muito diferente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mais pesquisas e estudos s\u00e3o necess\u00e1rios para averiguar por que os m\u00e9todos de data\u00e7\u00e3o radiom\u00e9trica indicam idades muito antigas, em oposi\u00e7\u00e3o \u00e0s r\u00e1pidas mudan\u00e7as catastr\u00f3ficas inferidas das muitas caracter\u00edsticas paleontol\u00f3gicas. A geologia evolucionista atual explica o registro f\u00f3ssil como resultado de processos e mudan\u00e7as lentas ocorrendo ao longo de extensos per\u00edodos de tempo. Entretanto, um crescente n\u00famero de forma\u00e7\u00f5es rochosas e ocorr\u00eancias de f\u00f3sseis anteriormente explicadas em conformidade com essa estrutura conceitual evolucionista, deve ser reinterpretada como resultado de processos r\u00e1pidos e at\u00e9 catastr\u00f3ficos, operantes numa escala de tempo diferente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As coisas podem ter sido diferentes no passado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>\u00a0<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>REFER\u00caNCIAS<\/strong><\/p>\n<ol>\n<li>Esses dois modelos s\u00e3o, de fato, similares em suas pressuposi\u00e7\u00f5es. Enquanto os evolucionistas te\u00edstas acreditam que Deus criou as primeiras mol\u00e9culas org\u00e2nicas, as c\u00e9lulas, ou os organismos simples, deixando-os evoluir naturalmente para se tornarem seres mais complexos, os criacionistas progressivos sugerem que Deus esteve ativo criando novas formas de vida atrav\u00e9s dessa longa trajet\u00f3ria evolutiva.<\/li>\n<li>Leonard R. Brand, 2003. Personal communication.<\/li>\n<li>P. A. Allison, C. R. Smith, H. Kukert, J. W. Deming, e B. A. Bennett, \u201cDeep-water Taphonomy of Vertebrate Carcasses: A Whale Skeleton in the Bathyal Santa Catalina Basin,\u201d Paleobiology 17 (1991), pp. 78-89.<\/li>\n<li>L. R. Brand, R. Esperante, C. Carvajal, A. Chadwick, O. Poma e M. Alomia, \u201cFossil Whale Preservation Implies High Diatom Accumulation Rate, Miocene\/Pliocene Pisco Formation, Peru\u201d, Geology 32 (2004) 2:165-168.<\/li>\n<li><span class=\"textoCinza\">R. B. Dunbar, R. C. Marty, e P. A. Baker, \u201cCenozoic Marine Sedimentation in the Sechura and Pisco Basins, Peru\u201d, Palaeogeography, Palaeoclimatology, Palaeoecology 77 (1990), pp. 235-261.\u00a0<\/span><\/li>\n<\/ol>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p> Artigo publicado em <\/p>\n<p> <a href=\"http:\/\/dialogue.adventist.org\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-33\" src=\"https:\/\/filosofiadasorigens.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/12\/2010\/12\/dialogo.jpg\" border=\"0\" width=\"200\" height=\"62\" style=\"display: block; border: 0px none; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/a><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ra\u00fal Esperante (Ph.D. pela Loma Linda University) \u00e9 paleont\u00f3logo do Geoscience Research Institute, em Loma Linda, Calif\u00f3rnia, EUA. 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