{"id":311,"date":"2014-02-02T10:59:02","date_gmt":"2014-02-02T12:59:02","guid":{"rendered":"https:\/\/filosofiadasorigens.scb.org.br\/2014\/02\/02\/a-arqueologia-e-a-biblia\/"},"modified":"2022-10-30T18:40:14","modified_gmt":"2022-10-30T21:40:14","slug":"a-arqueologia-e-a-biblia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/scb.org.br\/filosofiadasorigens\/artigos\/criacionismo\/a-arqueologia-e-a-biblia\/","title":{"rendered":"A Arqueologia e a B\u00edblia"},"content":{"rendered":"<p class=\"textopeq\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Zeljko Gregor<\/strong><\/p>\n<p class=\"articleTitle\" style=\"text-align: justify;\"><em>Nascido na Cro\u00e1cia, Zeljko Gregor (Ph.D., Andrews University) \u00e9 um especialista em Arqueologia B\u00edblica. Escreveu recentemente v\u00e1rios artigos para Eerdmans Dicitionary of the Bible (1997). Seu endere\u00e7o: 4766-1 Timberland; Berrien Springs, MI 49103; E.U.A. E-mail: gregor@andrews.edu.<\/em><\/p>\n<p class=\"articleTitle\" style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"articleTitle\" style=\"text-align: justify;\"> Obelisco Negro (1845), a Pedra Moabita (1868) e os Manuscritos do Mar Morto (1947) s\u00e3o grandes nomes na hist\u00f3ria da arqueologia b\u00edblica. Mas chegou esta hist\u00f3ria a seu fim? N\u00e3o, de modo algum.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Nas \u00faltimas d\u00e9cadas, diversos selos, impress\u00f5es de selos, caixas de ossos e outros artefatos antigos t\u00eam vindo \u00e0 luz \u2014alguns deles em museus, alguns em cole\u00e7\u00f5es particulares e outros de escava\u00e7\u00f5es recentes. Essas preciosidades arqueol\u00f3gicas t\u00eam lan\u00e7ado mais luz sobre v\u00e1rios indiv\u00edduos e acontecimentos at\u00e9 h\u00e1 pouco s\u00f3 mencionados no texto b\u00edblico. Este artigo vai recapitular alguns desses achados recentes.<\/p>\n<p>  <!--more-->  <\/p>\n<p class=\"titulopretoneg\" style=\"text-align: justify;\"><strong>O Anel de Hanan\u00a0<sup><span class=\"superscript\">1<\/span><\/sup><\/strong><\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">De propriedade de um colecionador em Paris, este anel valioso \u00e9 conhecido do mundo acad\u00eamico desde 1984. A origem do selo \u00e9 desconhecida, mas a forma das letras indica que foi usado durante o s\u00e9culo VII A.C. O selo tem uma inscri\u00e7\u00e3o de tr\u00eas linhas, cada linha separada por duas linhas paralelas. O anel \u00e9 quase de um d\u00e9cimo de polegada de di\u00e2metro, sugerindo que foi feito para um dedo masculino. A inscri\u00e7\u00e3o l\u00ea: \u201cPertencente a Hanan, filho de Hilqiyahu, o sacerdote\u201d.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Este Hilqiyahu \u00e9 melhor conhecido como Hilkias, o sumo sacerdote durante o reinado de Josias, rei de Jud\u00e1 na \u00faltima parte do s\u00e9timo s\u00e9culo A.C. A termina\u00e7\u00e3o <em>yahu<\/em> \u00e9 um elemento teof\u00f3rico (divino), ami\u00fade achado em nomes hebraicos antigos em Jud\u00e1; os nomes no Reino do Norte levavam a termina\u00e7\u00e3o <em>yah<\/em>. Parece que este Hilqiyahu foi o mesmo sumo sacerdote que descobriu no templo o rolo da lei que desengatilhou uma reforma religiosa em Jud\u00e1 (ver II Reis 22; II Cr\u00f4nicas 34).<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">I Cr\u00f4nicas 6:13 e 9:11 indicam que Azarias, n\u00e3o Hanan, sucedeu a Hilkias. A explica\u00e7\u00e3o podia ser que Azarias sucedeu a seu pai como sumo sacerdote, enquanto seu irm\u00e3o mais mo\u00e7o, Hanan, funcionava como sacerdote, justamente como a inscri\u00e7\u00e3o no selo sugere.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">O nome de Azarias, todavia, aparece em outra <em>bulla<\/em> (impress\u00e3o de um selo) achado em 1978, durante a escava\u00e7\u00e3o de Yigal Shiloh, na velha Jerusal\u00e9m.\u00a0<sup><span class=\"superscript\">2<\/span><\/sup> A inscri\u00e7\u00e3o consiste em duas linhas de escrita separadas por duas linhas paralelas. Reza: \u201cPertencente a Azaryahu, filho de Hilkiyahu\u201d. A impress\u00e3o n\u00e3o menciona o t\u00edtulo do dono.<\/p>\n<p class=\"titulopretoneg\" style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p class=\"titulopretoneg\" style=\"text-align: justify;\"><strong>A impress\u00e3o do selo de Baruch<\/strong><\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Em 1975, 250 bulas apareceram em Jerusal\u00e9m na loja de um negociante de antiguidades \u00e1rabe. A maior parte delas foi comprada por diversos colecionadores, e quase 50 se acham agora no Museu de Israel, enquanto outras podem ser estudadas por especialistas. Todas essas impress\u00f5es de selos s\u00e3o datadas do fim do s\u00e9timo ou do come\u00e7o do sexto s\u00e9culo A.C, justamente antes da destrui\u00e7\u00e3o de Jerusal\u00e9m.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Entre essas impress\u00f5es, tr\u00eas pertencem a indiv\u00edduos mencionados em Jeremias (Baruch, o escriba; Yerahme\u2019el, o filho do rei; Elishama, servo do rei). Os tr\u00eas indiv\u00edduos parecem ser contempor\u00e2neos, vivendo em Jud\u00e1 justamente antes do ex\u00edlio. Durante aquele tempo turbulento, Jud\u00e1 era governada pelo rei Jeoaquim. Jeremias 36.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">A B\u00edblia nos diz que Deus instruiu Jeremias a escrever um rolo com uma profecia contra o rei. O secret\u00e1rio de Jeremias, Baruque, escreveu tudo que Jeremias lhe ditou. Depois de ler o rolo no templo, Baruque foi instru\u00eddo a l\u00ea-lo de novo perante altos funcion\u00e1rios da corte real. Esses funcion\u00e1rios (Elishama era um deles) eram at\u00e9 certo ponto simp\u00e1ticos \u00e0 mensagem, mas temiam por Baruque. Aconselharam-no a se esconder. Jeremias 36:19. Quando o rolo foi lido perante o rei, ele ordenou que fosse destru\u00eddo e Yerehme\u2019el, com outros dois funcion\u00e1rios, recebeu ordem de prender Baruque e o profeta Jeremias.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">A impress\u00e3o que leva o nome de Elishama \u00e9 feita de duas linhas de escrita separadas por duas linhas retas paralelas. A primeira reza: \u201cPertencente a Elishama\u201d; a segunda d\u00e1 seu t\u00edtulo, \u201cservo do rei\u201d. A impress\u00e3o de Yerahme\u2019el consta de duas linhas tamb\u00e9m, dando o nome e o t\u00edtulo do dono: \u201cPertencente a Yerahme\u2019el, filho do rei\u201d. A impress\u00e3o do selo de Baruque consta de tr\u00eas partes, divididas por duas linhas retas paralelas, que rezam: \u201cPertencente a Bereqhyahu, filho de Neriyahu, o escriba\u201d.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Uma outra bula, com o nome de Baruque, apareceu em 1995. \u00c9 id\u00e9ntica \u00e0 descrita acima, exceto por uma diferen\u00e7a significativa: tinha uma impress\u00e3o digital que podia ser de Baruque.\u00a0<sup><span class=\"superscript\">3<\/span><\/sup><\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Uma terceira impress\u00e3o de selo que suporta a conex\u00e3o de Baruque foi achada entre as muitas descobertas na escava\u00e7\u00e3o em Jerusal\u00e9m, em 1978, por Yigal Shiloh. Esta, datada do fim do s\u00e9timo e do come\u00e7o do sexto s\u00e9culo A.C., reza \u201cPertencente a Gemaryahy, filho de Shaphan\u201d. A B\u00edblia diz que quando Baruque foi ao templo para ler o rolo, ele o leu na c\u00e2mara de Gemariah, o filho de Shaphan. Jeremias 36:10.<\/p>\n<p class=\"titulopretoneg\" style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p class=\"titulopretoneg\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Selo de Abdi\u00a0<sup><span class=\"superscript\">4<\/span><\/sup><\/strong><\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Comprado em 1993 por um colecionador particular de Londres, o selo de Abdi est\u00e1 entre os mais raros. Sua inscri\u00e7\u00e3o reza: \u201cPertencente a Abdi servo de Hoshea\u201d. O selo \u00e9 datado do oitavo s\u00e9culo A.C. O nome Abdi \u00e9 o mesmo que Obadias. A B\u00edblia se refere a tr\u00eas Obadias: o primeiro ministro de Acabe, I Reis 18:3; um profeta e um oficial de Hoshea. \u00c9 improv\u00e1vel que este selo pertencesse a um dos primeiros dois indiv\u00edduos, porque o selo associa o nome com Hoshea, o rei sob o qual o dono do selo servia como oficial. Hoshea foi o \u00faltimo rei de Israel. II Reis 17:1-6. Reinou de 731-722 A.C., quando os ass\u00edrios destru\u00edram o reino.<\/p>\n<p class=\"titulopretoneg\" style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p class=\"titulopretoneg\" style=\"text-align: justify;\"><strong>A inscri\u00e7\u00e3o de Dan<\/strong><\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Come\u00e7ando em 1966, Avraham Biran escavou o s\u00edtio arqueol\u00f3gico de Tel Dan por v\u00e1rios anos, e a descoberta mais importante ocorreu em 1993, quando sua equipe removia o entulho da \u00e1rea do port\u00e3o da cidade.\u00a0<sup><span class=\"superscript\">5<\/span><\/sup> Parte da muralha, destru\u00edda por Tiglate-pileser III em 733\/732 A.C., continha um fragmento de um monumento inscrito.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Infelizmente, o fragmento cont\u00e9m uma mensagem incompleta. Tem 14 linhas incompletas escritas em hebraico arcaico, a escrita usada antes do ex\u00edlio (586 A.C.). As palavras eram separadas por pontos e a inscri\u00e7\u00e3o reza como segue:<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">(2) &#8230;meu pai subiu<br \/> (3) &#8230;e meu pai morreu, ele foi para&#8230;<br \/> (4) real outrora na terra de meu pai&#8230;<br \/> (5) Eu (lutei contra Israel ?) e Hadad foi diante de mim&#8230;<br \/> (6) &#8230;meu rei. E eu matei de (entre eles) X infantes, Y char-<br \/> (7) retes e dois mil cavaleiros&#8230;<br \/> (8) o rei de Israel. E matou (&#8230;o parente)<br \/> (9) g da casa de Davi. E eu pus&#8230;<br \/> (10) sua terra &#8230;<br \/> (11) outro&#8230;(ru)<br \/> (12) conduziu contra is(rael&#8230;)<br \/> (13) s\u00edtio contra&#8230;<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">O autor desta inscri\u00e7\u00e3o pretende que Hadad foi adiante dele, supostamente na batalha. Hadad \u00e9 o deus arameu da tempestade, e \u00e9 prov\u00e1vel que o dono desse monumento fosse um arameu. Que ele n\u00e3o \u00e9 o rei \u00e9 \u00f3bvio com base na linha <span class=\"superscript\">6<\/span>, onde ele se refere a \u201cmeu rei\u201d. Ele \u00e9 ou um comandante militar ou um rei vassalo, um devoto de Hadad e subordinado ao rei de Damasco. Todavia, as linhas mais importantes s\u00e3o 8 e 9, onde Israel e a \u201cCasa de Davi\u201d s\u00e3o mencionadas. Esta \u00e9 a primeira refer\u00eancia \u00e0 frase: \u201cCasa de Davi\u201d, fora da B\u00edblia.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Baseado na forma das letras, Biran sugeriu que a inscri\u00e7\u00e3o vem da primeira metade do s\u00e9culo nono A.C. Ademais, a cer\u00e2mica encontrada debaixo do fragmento tamb\u00e9m indica que foi a\u00ed colocada antes da metade do s\u00e9culo nono, sugerindo que o monumento foi erigido algumas d\u00e9cadas antes.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Visto a inscri\u00e7\u00e3o se achar fragmentada, n\u00e3o sabemos os nomes dos reis de Israel ou de Jud\u00e1. Isto \u00e9 ainda mais complicado pelo fato de que o nome do rei arameu n\u00e3o sobreviveu. Por conseguinte, \u00e9 dif\u00edcil reconstruir a hist\u00f3ria exata dos acontecimentos e achar uma conex\u00e3o b\u00edblica s\u00f3lida. Todavia, \u00e9 poss\u00edvel que Dan tenha experimentado anos turbulentos entre c. 885 A.C., quando foi capturada por Benhadad I, I Reis 15:20 e c. 855 A.C., quando Acabe a recebeu de volta de Benhadad II. I Reis 20:34.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Pouco depois de Benhadad ter capturado Dan, \u00e9 poss\u00edvel que Israel tenha recuperado o controle de Dan. Durante os primeiros dias de Acabe, Dan foi ocupada de novo pelos arameus (provavelmente o dono do monumento), e mais tarde Acabe recebeu-a de volta de Benhadad II. Acabe pode ter destru\u00eddo ent\u00e3o o monumento e usado alguns dos peda\u00e7os como material de constru\u00e7\u00e3o. Isto, todavia, \u00e9 uma mera reconstru\u00e7\u00e3o hipot\u00e9tica, e fragmentos adicionais do mesmo monumento ser\u00e3o necess\u00e1rios para se ter uma melhor id\u00e9ia dos fatos hist\u00f3ricos relacionados com a antiga Dan.<\/p>\n<p class=\"titulopretoneg\" style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p class=\"titulopretoneg\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Rolo de prata<\/strong><\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Entre 1975 e 1980, Gabriel Barkay <sup>6<\/sup> descobriu alguns sepulcros em Jerusal\u00e9m. A maior parte deles, todavia, tinha sido saqueada havia muito, exceto um, N\u00ba 25. O sepulcro foi datado do fim do s\u00e9timo ou come\u00e7o do sexto s\u00e9culo A.C., justamente antes do ex\u00edlio. O sepulcro continha restos de esqueletos de 95 pessoas, 263 vasos de cer\u00e2mica inteiros, 101 pe\u00e7as de joalheria (95 de prata, 6 de ouro), muitos objetos esculpidos de osso e marfim e 41 pontas de flechas de bronze ou de ferro. Al\u00e9m disso, havia dois pequenos rolos de prata. Um deles tinha cerca de uma polegada de comprimento e menos de meia polegada de espessura, enquanto que o outro tinha meia polegada de comprimento e um quinto de polegada de espessura. Admitiu-se que esses rolos fossem usados como amuletos e que contivessem alguma inscri\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Quando os rolos foram abertos e limpos, a inscri\u00e7\u00e3o continha por\u00e7\u00f5es de N\u00fameros 6:24-26: \u201cO Senhor te aben\u00e7oe e te guarde; o Senhor fa\u00e7a resplandecer o seu rosto sobre ti &#8230; e te d\u00ea a paz\u201d. Esta inscri\u00e7\u00e3o \u00e9 uma das mais antigas e melhor preservadas contendo o nome de Jeov\u00e1.<\/p>\n<p class=\"titulopretoneg\" style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"graphicRLB alignright size-full wp-image-310\" src=\"https:\/\/filosofiadasorigens.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/12\/2014\/02\/gregor.gif\" border=\"0\" width=\"139\" height=\"170\" align=\"right\" style=\"float: right;\" \/><\/p>\n<p class=\"titulopretoneg\" style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p class=\"titulopretoneg\" style=\"text-align: justify;\"><strong>A inscri\u00e7\u00e3o de Herodes<\/strong><\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Em 1996, Ehud Netzer descobriu em Masada um peda\u00e7o de vaso com uma inscri\u00e7\u00e3o, um \u00f3straco. Este peda\u00e7o tinha o nome de Herodes e era parte de uma \u00e2nfora usada para o prov\u00e1vel transporte de vinho, datada de c.19 A.C.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">A inscri\u00e7\u00e3o \u00e9 em latim e reza: \u201cHerodes, o Grande Rei dos Judeus (ou Jud\u00e9ia)\u201d, a primeira a mencionar o t\u00edtulo do Rei Herodes.<\/p>\n<p class=\"articleSection\" style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p class=\"articleSection\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Barco da Galil\u00e9ia<\/strong><\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Por causa de uma seca severa durante 1985 e 1986, o n\u00edvel do Mar da Galil\u00e9ia estava consideravelmente mais baixo do que o normal. Shelley Wachmann, perito em arqueologia submarina, organizou uma opera\u00e7\u00e3o de salvamento\u00a0<sup><span class=\"superscript\">7<\/span><\/sup> do que parecia o esbo\u00e7o de um barco. Depois de muitos dias de luta contra as \u00e1guas do mar, o barco foi completamento escavado e removido para conserva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Durante a escava\u00e7\u00e3o, os arque\u00f3logos acharam v\u00e1rios objetos (vasos de cer\u00e2mica, pontas de flechas, moedas) dentro e em volta do barco. Um exame dos artefatos sugere uma data aproximada para o barco; podia ter estado em uso entre o final do primeiro s\u00e9culo A.C. e a segunda metade do primeiro s\u00e9culo d.C. Al\u00e9m da data\u00e7\u00e3o pelos artefatos, os escavadores mandaram amostras para um laborat\u00f3rio para data\u00e7\u00e3o por Carbono 14. Esses testes sugeriram uma data semelhante.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Segundo o historiador Josefo, essa parte da Palestina passou por uma severa turbul\u00eancia e destrui\u00e7\u00e3o durante a primeira revolta judaica (67-70 D.C.). Durante o primeiro ano da revolta, os judeus prepararam uma frota de barcos de pesca em Migdal. Depois que Tiber\u00edades caiu nas m\u00e3os de Vespasiano, os romanos constru\u00edram um campo fortificado entre Tiber\u00edades e Migdal. \u00c0 noite, os judeus lan\u00e7aram um ataque de surpresa, e ent\u00e3o escaparam para o Mar da Galil\u00e9ia. No dia seguinte, a frota romana atacou os judeus no mar, empurrando-os para a margem, onde foram massacrados. O n\u00famero de mortos foi calculado em 6.700.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">O barco tinha 26,5 p\u00e9s de comprimento, 7,5 p\u00e9s de largura e 4,5 p\u00e9s de altura. Os arque\u00f3logos sugerem que foi constru\u00eddo para levar at\u00e9 15 pessoas. Um barco como esse podia facilmente ter acomodado Jesus e Seus disc\u00edpulos em suas muitas viagens atrav\u00e9s do Mar da Galil\u00e9ia.<\/p>\n<p class=\"titulopretoneg\" style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p class=\"titulopretoneg\" style=\"text-align: justify;\"><strong>O nome de Caif\u00e1s numa caixa de ossos<\/strong><\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">No m\u00eas de novembro de 1990, uma caverna sepulcral foi descoberta na Floresta da Paz, ao sul de Jerusal\u00e9m. Os escavadores acharam\u00a0<sup><span class=\"superscript\">8<\/span><\/sup> v\u00e1rios ossu\u00e1rios ou caixas de ossos, algumas viradas de cabe\u00e7a para baixo (sinal de que a caverna tinha sido arrombada); todavia, algumas ainda no lugar onde tinham sido postas originalmente. A escava\u00e7\u00e3o produziu ossos de seis diferentes indiv\u00edduos: duas crian\u00e7as (2 a 5 anos de idade), um menino de 15 anos, uma mulher adulta e um velho de cerca de sessenta anos. No tempo de Jesus, os judeus tinham o costume de usar esses ossu\u00e1rios para um segundo enterro dos restos de seus mortos. O corpo era colocado numa caverna para decompor, e ent\u00e3o os ossos eram postos numa caixa ou ossu\u00e1rio.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Dois dos ossu\u00e1rios tinham tampas. Estas tampas eram feitas de pedra calc\u00e1ria e eram de maior valor que as outras porque tinham o nome de Caif\u00e1s inscrito no lado mais estreito de cada caixa. Uma dessas caixas era lindamente esculpida, indicando que pertencia a uma pessoa importante e rica. A inscri\u00e7\u00e3o rezava: \u201cJoseph, filho de Caif\u00e1s\u201d. Isto n\u00e3o indica necessariamente que Caif\u00e1s era um parente pr\u00f3ximo de Jos\u00e9. Caif\u00e1s pode ser um nome de fam\u00edlia.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Os ossos do velho eram provavelmente do homem chamado Jos\u00e9. Infelizmente, a B\u00edblia n\u00e3o d\u00e1 o nome real do sumo sacerdote por ocasi\u00e3o do julgamento de Jesus. D\u00e1-nos apenas a vers\u00e3o grega de Caif\u00e1s. Contudo, Josefo menciona o nome completo: Joseph Caiaphas, que serviu como sumo sacerdote de 18 a 36 D.C.<\/p>\n<p class=\"titulopretoneg\" style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p class=\"titulopretoneg\" style=\"text-align: justify;\"><strong>O envolvimento da Andrews University<\/strong><\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">A Andrews University tem feito escava\u00e7\u00f5es na Palestina desde o final de 1960, quando Tell Hesban foi escavada sob a dire\u00e7\u00e3o do falecido Siegfried Horn. Depois da escava\u00e7\u00e3o ter sido completada no final de 1970, a Andrews University come\u00e7ou uma outra opera\u00e7\u00e3o sob o nome de MPP, o Projeto das Planicies de Madaba. O alvo principal foi Tell el-Umeiri, um s\u00edtio ao sul de Amman, capital da Jord\u00e2nia. Durante a primeira temporada de escava\u00e7\u00f5es em 1984, acharam uma impress\u00e3o de selo interessante. Simplesmente reza: \u201cPertencente a Milkom\u2019or o servo de Ba\u2019alyasha\u201d. Na B\u00edblia hebraica, esse nome \u00e9 soletrado um pouco diferente (Ba\u2019alis). \u00c9 mencionado apenas uma vez e representa o nome de um rei amonita. Jeremias 40:14. Antes desta descoberta, Ba\u2019lyasha (Baalis) era conhecido somente pelo texto b\u00edblico.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Tell el-Umeiri era uma das cidades rubenitas. Depois de v\u00e1rias temporadas, os escavadores descobriram um sistema de fortifica\u00e7\u00e3o feito de paredes duplas, baluarte e uma valeta seca na base do s\u00edtio. Essa fortifica\u00e7\u00e3o do per\u00edodo inicial do Ferro I (c.1200 A.C.) \u00e9 a mais bem preservada em toda a Palestina.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m de Tell el-Umeiri, o time da MPP iniciou a escava\u00e7\u00e3o de outro s\u00edtio importante, Tell Jalul, em 1992. Este \u00e9 um dos maiores s\u00edtios na Transjord\u00e2nia. Depois de v\u00e1rias temporadas de escava\u00e7\u00f5es, o time descobriu uma estrada pavimentada que levava ao port\u00e3o da cidade (s\u00e9culo 9\u00ba\/ 8\u00ba A.C), e um grande edif\u00edcio com colunas (7\u00ba\/6\u00ba s\u00e9culo A.C.), que se cr\u00ea seja um armaz\u00e9m. \u00c9 poss\u00edvel que esse s\u00edtio fosse a Hesbom do rei Seom, destru\u00edda pelos israelitas no tempo da conquista.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Descobertas arqueol\u00f3gicas como essas, que ocorreram nos \u00faltimos anos, continuam a enriquecer nossa compreens\u00e3o da B\u00edblia e fortalecem nossa confian\u00e7a em seu conte\u00fado como um documento hist\u00f3rico digno de confian\u00e7a.<\/p>\n<p class=\"txtazulneg\" style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p class=\"txtazulneg\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Notas e refer\u00eancias<\/strong><\/p>\n<ol>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Josette Elayi, \u201cName of Deuteronomy\u2019s Author Found on Seal Ring,\u201d <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">Biblical Archaeology Review <\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\">13 (1987), pp. 54-56.<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Yigal Shiloh, \u201cA Group of Hebrew Bullae From the City of David,\u201d <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">Israel Exploration Journal<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\"> 36 (1986), pp. 16-38.<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Hershel Shanks, \u201cFingerprint of Jeremiah\u2019s Scribe,\u201d<\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\"> Biblical Archaeology Review<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\"> 22 (1996), pp. 36-38.<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Andre Lemaire, \u201cName of Israel\u2019s Last King Surfaces in a Private Collection,\u201d <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">Biblical Archaeology Review <\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\">21 (1995), pp. 48-52.<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Avraham Biram e Joseph Naveh, \u201cAn Aramaic Stele Fragment from Tel Dan,\u201d <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">Israel Exploration Journal<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\"> 43 (1993), pp. 81-98.<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Gabriel Barkay, <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">Ketef Hinnom: A Treasure Facing Jerusalem\u2019s Walls<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\"> (Jerusalem: The Israel Museum, 1986).<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Shelley Wachmann, \u201cThe Galilee Boat\u201d, <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">Biblical Archaeology Review<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\"> 14:5 (1988), p\u00e1gs. 18-33; e Claire Peachey, \u201cModel Building in Nautical Archaeology; The Kinnereth Boat\u201d, <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">Biblical Archaeologist <\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\">53:1 (1990), pp. 46-53.<\/span><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><span style=\"line-height: 1.3em;\">Zvi Greenhut, \u201cBurial Cave of the Caiaphas\u2019 Family\u201d, <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">Biblical Archaeology Review<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\"> 18:5 (1992), p\u00e1gs. 29-36; e Ronny Reich, \u201cCaiaphas\u2019 Name Inscribed on Bone Box\u201d, <\/span><em style=\"line-height: 1.3em;\">Biblical Archaelogy Review<\/em><span style=\"line-height: 1.3em;\"> 18:5 (1992), pp. 38-44.<\/span><\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\">Artigo publicado em <\/p>\n<p> <a href=\"http:\/\/dialogue.adventist.org\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-33\" src=\"https:\/\/filosofiadasorigens.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/12\/2010\/12\/dialogo.jpg\" border=\"0\" width=\"200\" height=\"62\" style=\"border: 0;\" \/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Zeljko Gregor Nascido na Cro\u00e1cia, Zeljko Gregor (Ph.D., Andrews University) \u00e9 um especialista em Arqueologia B\u00edblica. 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